– 2) Paternal – A Corrida do Ouro em Minas Gerais e o conto do vigário em Goiás – Mendes do Nascimento Valle (Vale), Alves de Souza Soares, Affonseca e Silva, Teixeira Alvares, judeus serafistas (Prado, Brito Leme Bicudo), Tibiriçá, portugueses, açorianos e pardos (mulatos, caboclos ou cafuzos).

Página atualizada em 7 de dezembro de 2025 por Juliana Areias.

AGRADECIMENTOS

Eternamente grata ao meu amado avô Ascelino Teixeira Mendes que deixou documentos, anotações e histórias essencias para se iniciar essa pesquisa, e ao longo dos anos pela ajuda fundamental dos queridos pesquisadores: primo José Aluísio Botelho e Dr. Adeilson Batista, verdadeiros guardiões da memória de Paracatu e Patrocínio respectivamente. Em paralelo, graças a sempre incrível generosa ajuda e companhia da amada amiga e pesquisadora Josi Baggio, e dos queridos primos pesquisadores encontrados ao longo da pesquisa ou via teste de DNA todos esses tesouros e mundo de informações tem sido resgatados e desvendados: Duda – Eduardo Antunes de Paiva, Maria Dulce Loyola Teixeira, César de Affonseca e Silva, Vânia Mendes Ramos da Silva, Clênia Oliveira dos Reis, Juca – José Fernandes da Cunha, Geraldo Dutra de Andrade Neto, Pedro Miguel Ortiga de Sousa, Gabriel Vieira, Letícia Vieira Guimarães, Osvaldo Vieira Guimãraes, Robson Guimarães, Adenilson Alves de Souza e Borba, Alexandre Bernardes de Oliveira e Adriano Afonso. Muitíssimo obrigada queridos por cada troca de mensagem, incentivo, pista, documento, transcrição de assentos de batismo, casamento, óbito, lista de eleitores, inventários, recortes de jornal, páginas de livros que ajudam a formar esse mosaico da história dessas famílias e parte da história do Brasil também.

A coletânia de inventários e divisão de terras de  São João del Rei, Araxá e Patrocínio que está sendo utilizada para embasar essa pesquisa, está disponível aqui:
 
A forma mais prática de pesquisar nessa página é apertando Ctrl + F e digitando a palavra chafe ou nome da pessoa que deseja encontrar.
 
 

INTRODUÇÃO

CONTEXTO HISTÓRICO DO TRIÂNGULO MINEIRO


MAPA DO MUNICÍPIO DE ARAXÁ EM 1830

(Município de Araxá em 1830, englobando Sacramento, Desemboque Patrocínio, Coromandel, Patos de Minas, Araguari, Ibiá, Barreiro, Ituiutaba, Uberaba e outras localidades. Não Paracatu).

Parece plausível que tenha saído uma verdadeira comitiva, “ uma bandeira” da região de São João del Rei (São José del Rei, Tiradentes, São Tiago) e São Francisco de Paula (Oliveira) rumo a Patrocínio, Paracatu e Araxá no Triângulo Mineiro, pois além da família Mendes Valle,  temos a família do Major Antonio Alves de Souza Soares (na verdade Ribeiro Brito) vinda de São João del Rei também e mesmo os Vieira da Motta / Vieira da Cunha / Ferreira da Cunha  parecem ter ligação com São João del Rei. Foi São João del Rei um centro importante em torno de 1750? Sem dúvida nenhuma não foi por acaso que a Inconfidência Mineira eclodiu nessa cidade nesse mesmo século, em 1789 culminando com a morte de Tiradentes em 21/4/1792.  O site do Governo de Minas Gerais informa: ” A história do município de São João del Rei, em Minas Gerais, está associada à descoberta do ouro na região, no começo do século 18. De acordo com a Enciclopédia dos Municípios Brasileiros do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os primeiros povoadores da região foram paulistas, procedentes da cidade de Taubaté. Entre eles, estava Tomé Portes del Rei, que se fixou às margens do rio das Mortes, localidade a que chamavam de Porto Real da Passagem. A ele se atribui a descoberta do ouro, em 1692. Ali, formou-se o primeiro arraial. Em 1704, novas descobertas de ouro atraíram levas de mineradores, fazendo surgir um novo aglomerado, que deu origem à futura São João del Rei. Os paulistas ergueram no local a primeira capela, consagrada a Nossa Senhora do Pilar. Escolhido quando o povoado se tornou vila em 1713, o nome de São João del Rei prestava uma homenagem ao rei D. João 5º, de Portugal. As disputas pelo direito de explorar o ouro chegaram ao ponto máximo nos sangrentos episódios da Guerra dos Emboabas, de 1707 a 1709. O conflito armado se deu em várias localidades de mineração, entre elas a futura São João del Rei. Enfrentaram-se paulistas, de um lado, e, de outro, os mineradores e comerciantes vindos de outras capitanias e de Portugal, que receberam o nome pejorativo de emboabas, alusão ao fato de usarem botas. Na antiga área geográfica do município de São João del Rei fica a fazenda do Pombal, onde nasceu o alferes Joaquim José da Silva Xavier (1746 – 1792), o Tiradentes, líder da Inconfidência Mineira, o movimento rebelde contra a dominação da Coroa portuguesa. Com o desmembramento em 1962, a fazenda passou à jurisdição do município de Ritápolis. Em 1789, São João del Rei foi cogitada para ser capital de Minas pelos inconfidentes. O tombamento do acervo arquitetônico e paisagístico da cidade se deu em 1938 e 1947. O núcleo histórico preservado constituía, na época, a área mais íntegra. O conjunto de bens imóveis tombados totalizava mais de 700, com prédios, igrejas capelas, pontes, chafariz e o Complexo Ferroviário. “
 
Nossa querido primo e pesquisador Juca – José Fernandes da Cunha, contextualiza bem as motivações da Coroa Portuguesa e dos trazidos por ela para desbravar e povoar a região interiorana dos atuais estados de Minas Gerais e Goiás entre 1700-1790.  A maioria dos desbravadores portugueses eram famílias do norte de Portugal e das Ilhas dos Açores e Madeira, que eram as regiões mais pobres de Portugal. (Entre eles cristão-novos que fugindo de perseguição se mudaram de Portugal continental para as ilhas e delas para o Brasil.)  Vinham com a ambição de poder enriquecer tendo o direito de adquirir terras e explorar ouro e pedras preciosas em suas propriedades dadas pela Coroa Portuguesa. Recebiam patentes militares que lhes davam também poder de agir com força e violência para destruir quilombos, aldeias indíginas e ir abrindo caminho, estradas e povoados. O objetivo da Coroa Portuguesa, era exatamente esse, de dominar a região e tornar a passagem de mercadorias segura. Um acesso importante para a chamada Picada de Goiás era a região do atual Triângulo Mineiro, onde aconteciam roubos e saqueamentos constantes de mercadoria na estrada. Veio de Portugal, já nomeado com a patente militar de Capitão Guarda-mor Domingos Vieira da Motta, de Passa-quatro (irmão de Bernardo Vieira da Motta), designado pela Coroa Portuguesa para destribuir sesmarias (lotes de terras) em Pinhuí, localidade após São Francisco de Paula no sentido para o Triângulo Mineiro. Domingos assim saiu destribuindo terras para si, seus familiares e famílias amigas que foram se casando entre si, tais como os Cunha Ferreira, Fernando de Castro, Godinho, Fernando de Lima e Caixeta. Esses novos povoadores do Triângulo Mineiro acabaram destruindo dois quilombos e expulsando a tribo de índios Caiapós que foi obrigada a se mudar para o Mato Grosso. Juca explica ainda que os livros paroquias de São João del Rei, eram na verdade de São José del Rei, que era a capelinha matriz da região. Os padres tinham que se deslocar pela redondeza para batizar e casar as pessoas nos novos povoados e é por isso que nos livros paroquiais de São João del Rei são mistos, aparecendo registros de outras localidades da vizinhança ( São João del Rei, São José del Rei, Tiradentes, São Tiago…).

Vídeos interessantíssimos feito por Ernesto Rosa, autor do livro Sertão da Farinha Podre – Romance Histórico dos Primórdios (Editora Ipuacupa),  que ajuda a entender, o povoamento e deslocamento da região do Triângulo Mineiro, na rota de ligação entre São Paulo e Goías e em especial como São João del Rei se conecta a Sacramento, Desemboque,  Patrocínio, Paracatu e Araxá.  A página do primo José Aluísio Botelho – Conexão Paracatu / Araxá – Entrelaçamento das famílias ( A Raposa da Chapada – Genealogia Paracatuense) demostrando na prática o entrelaçamento das familías dessas cidades e seus imigrantes açorianos,  é também indispensável.

A FORMAÇÃO DE PATROCÍNIO

Nesse outro excelente vídeo, se explica a criação de Patrocínio, o que pode ajudar a entender porque apenas apartir de 1842 se encontram registros na Paróquia de Nossa Senhora de Patrocínio, embora o povoamento da localidade tenha começado desde 1789 com a doação da Sesmaria do Bebedouro do salitre, o sal natural sendo importante na alimentação da criação de gado.  O vídeo também trata sobre os indíos tamoios, exterminados pelos bandeirantes e a breve passagem dos chamados indíos Araxás, tentativa colonial de povoamento manso para a região.

  • 1789 – Doação da Sesmaria Bebedouro do Salitre, pertencente a Araxá.
  • 1793 – Apenas três povoados – Desemboque, Araxá e Patrocínio.
  • 1798 – Sesmaria do Esmeril.
  • 1804 – Casa de oração (que dará origem a igreja Nossa Senhora do Patrocínio mais tarde).
  • 1807 – Salitre vira Arraial de Patrocínio.
  • 1815 – Inventários no Fórum de Patrocínio apartir desse ano. Antes feito em Araxá mas quase tudo foi perdido.
  • 1818 – Estação de trem em Patrocínio da linha de Minas e Goiás ( Guayaz / Goyaz).
  • 1819 – Saint Villaire descreve Arraial de Patrocínio com apenas 40 casas pequenas, com vigário encomendado,  sucursal de Araxá. Revela que as casas na sua maior parte fechadas, recebendo os fazendeiros apenas aos domingos. Moradores durente a semana, apenas poucos, artesãos, comerciantes, desocupados e prostitutas.
  • 1830 – Araxá é ainda um único município englobando toda a região.
  • 1836 – Desmembramento demarcando Araxá e Uberaba.
  • 1839 – Capela da Paróquia de Nossa Senhora de Patrocínio.
  • 1840 – Novo desmembramento demarcando Araxá, Uberaba e Patrocínio. Patrocínio se torna vila.
  • 1842 – Livros da Paroquia de Patrocínio ainda existentes apartir desse ano.
  • 1866 – Novo desmembramento demarcando Araxá, Uberaba, Patrocínio, Prata, Estrela do Sul (1858 com Araguari e Monte Carmelo) e Patos de Minas (1868).
  • 1877 – Até esse ano, todo o Triângulo Mineiro até Paracatu pertencendo a Diocese de Goiás. Apartir desse ano muda para Patos de Minas, mas após o desmembramento, muitos dos documentos se perderam. ( Informação dada em 25 de junho de 2021 por Marina Caixeta, Vice-Chanceller do Bispado da Curia de Patos).
  • 1907 – Uberaba vira Diocese.  Patrocínio continua pertencendo a Diocese de Patos de Minas.

EXPLICANDO A IMIGRAÇÃO INTERNA EM MINAS GERAIS ATÉ GOIÁS

Fonte: Conflito de Jurisdição entre Campo Formoso e Santa Luzia – O texto apresentado pelas leis estaduais n. 277, de 12 de julho de 1906, e n. 347, de 08 de julho de 1909, em muito resolveu os anseios dos moradores de Campo Formoso (Orizona), mas trouxe efeitos colaterais que se arrastaram pelo menos pela década seguinte. É que essas leis apresentavam em sua redação brechas importantes e não tratavam sobre as novas divisões territoriais com os vizinhos Bomfim (Silvânia) e Santa Luzia (Luziânia). A lei n. 277, que elevou Campo Formoso à Vila, define em seu Artigo 1º que “fica elevado à categoria de Vila o arraial de Campo Formoso, da Comarca de Bomfim, constituindo o respectivo distrito um município com a mesma denominação e sede”.

Sobre a divisão territorial, a lei (Artigo 2º) diz que:

O novo município limitar-se-a: com os municípios de Santa Luzia e Bomfim com as mesmas divisas anteriores e até hoje respeitadas; partirá a divisa da do município de S. Cruz, no Rio do Peixe e por este até a barra do ribeirão do Baú, por este acima até a fazenda de Benedito Gonçalves de Araújo, abrangendo-a, e dali seguindo em linha reta ao morro da Onça, dali seguindo as divisas da fazenda do Antonio Rodrigues, abrangendo-o até o ribeirão do Corrente, e por este abaixo até a sua barra no Rio Corumbá[1].

A lei n. 347 elevou Campo Formoso à cidade e reafirmou as divisões previstas na lei n. 277[2]. Neste intervalo, a lei n. 303, de 20 de julho de 1907, alterava os limites territoriais entre Campo Formoso e Santa Luzia. No artigo 1º dizia o texto [3]:

“… a partir da ponte do Rio do Peixe, na estrada de Bomfim e dirige a Santa Cruz, em linha reta a mais alta cabeceira do ribeirão Bananal, denominado também Bauzinho e Baú Brande, e por este abaixo, até o rio Corumbá…”.

Este texto foi alterado em 1909 com a lei n.347. Portanto, preocupou-se em resolver em todas as ocasiões as divisas com o antigo município patrício, esquecendo-se de deliberar sobre as divisas a norte e leste com os demais vizinhos. A Resolução n. 570, de 09 de agosto de 1876, por exemplo, definiu que a partir das fazendas Firmeza e Campo Aberto, o território ao norte pertenceria a Bomfim[4].

A divisão com Santa Luzia estava historicamente definida como sendo o rio Piracanjuba. O avanço de Campo Formoso sobre o triângulo entre o rio Piracanjuba e sua foz com o Corumbá foi o motivador dos conflitos, ocorridos a partir de 1910, quando aconteceram embates jurídicos, políticos e jornalísticos intensos.

Acontece que os colonizadores mineiros que ocuparam geograficamente a região tinham profundas relações familiares, históricas e identitárias com seus vizinhos do lado de Santa Cruz, que veio a formar Campo Formoso. Geralmente também tinham terras em ambos os lados do Piracanjuba. Pela proximidade geográfica com Santa Cruz, que era também caminho para a freguesia de Araxá, origem da maioria das famílias mineiras, ficava muito mais cômodo se relacionar social, econômica e politicamente com este município.

Segundo o historiador e escritor Paulo César Sampaio de Oliveira, desde o início do século XIX, havia incentivos para que fazendeiros do Sudeste ocupassem a região e obtivessem títulos de sesmarias. No Rio de Janeiro, as famílias mais influentes de Minas Gerais e São Paulo conseguiam esses títulos facilmente. Já as famílias mais modestas tinham que se esforçar um pouco mais para conseguir o benefício pela marcha ao oeste e norte.

Provavelmente, foi na década de 1830 que a família de Jacintho Pereira Cardoso, pai do Cap. José Pereira Cardoso, obteve os títulos das terras no Rio de Janeiro e começou a migrar lentamente para o sertão de Santa Cruz. Nota-se que não vieram de imediato. Foi um processo que durou cerca de duas décadas e de forma gradativa. Nesse ínterim, também continuaram mantendo suas vidas na região da Serra Negra, em Patrocínio-MG. O mesmo aconteceu com a família de Joaquim Fernandes de Castro e com os vizinhos que aqui se estabeleceram.

No final da década de 1840 e início dos anos de 1850, as terras começaram a ser subdivididas com os parentes que vieram, geralmente em definitivo. A viagem de Patrocínio a Santa Cruz, apesar das condições precárias de tráfego, variavam de uma a três semanas, demorando mais quando se levavam grupos grandes, compostos por mulheres, crianças, bens e mantimentos.

De acordo com importante estudo feito por diversas mãos e publicado no blog Historiografia para Catalão[5], ao citar Heraldo Tadeu Laranjo Mendonça, observa que: “O caminho de Goiás partia, a princípio, e pelo lado paulista, da trilha aberta pelos bandeirantes vindos de Taubaté. Mais tarde, e por outro lado, foi aberto o Caminho Novo, iniciado no Rio de Janeiro, atingindo Juiz de Fora até Tiradentes, São João del Rey e Barbacena. Rumando para noroeste tinha, aproximadamente o seguinte trajeto: São Tiago, Morro do Ferro, Oliveira, Formiga, Bambuí, Araxá e, finalmente Paracatu, onde os caminhos se uniam e, seguiam para Goiás”. O Caminho Novo passava por Serra Negra, onde em seu itinerário em 1823, o Brigadeiro Raymundo José da Cunha Mattos[6] registra a estadia na região da Capela de Nossa Senhora da Piedade.

De acordo ainda com o blog, ao citar José Aluisio Botelho: “…A compreensão de tudo isso, passa pelas características migratórias internas na capitania de Minas Gerais no final do século dezoito e início do dezenove, decorrentes do esgotamento da mineração. O grande fluxo migratório para o sertão da Farinha Podre se deu por volta de 1810 em diante com as descobertas de pastagens propícias à criação de gado, e de terras férteis favoráveis à agricultura. Decorrente isso se tem as rotas percorridas por levas de famílias inteiras em direção ao triângulo mineiro e alto Paranaíba”. Com essa demanda e os incentivos, as famílias adentraram o sertão de Santa Cruz, especialmente na Capitania de Goiás.

Sobre a ocupação da parte de Santa Luzia, o genealogista Enio Alves Vieira[7] destaca que “a Fazenda Mandaguahy foi o chão habitado pelo mineiro de São Francisco de Paula-MG, Antonio Vieira da Motta, por volta de 1843. Ali criou sua família, mesclou os sobrenomes Vieira da Motta e Pereira Caixeta”.

O autor acrescenta que os primeiros habitantes da região ocuparam as fazendas Posse (dos Buritis), Japão, Gamelas e Piracanjuba, bem como pelos ribeirões Brejão, Buriti Grande e rio Corumbá, além do próprio Mandaguahy, nascido no platô das Covas, recebendo os córregos Açude do Joaquim, Barreirinho, Grota do Fecho e Restinga Funda. Os habitantes da região se dedicavam à criação de gado de cria e cultura de cereais para subsistência.

Na margem direita do rio Piracanjuba, na região do Marinheiro, o pioneirismo ficou por conta de Florentino Vieira da Motta/ do Nascimento, filho de Manoel Vieira da Motta e Thereza Maria do Espírito Santo. Da mesma família de Antonio, Florentino nasceu na região da Serra Negra, freguesia de Patrocínio. Estabeleceu-se na região em definitivo por volta de 1847. Era casado com Maria Joanna de Jesus, filha de Manoel Pereira Cardoso e Justa Zeferina.

A vinda desses parentes abriu caminho para um significativo processo migratório oriundo da região da Serra Negra nas décadas de 1840 e 1850, especialmente. Na mesma época que vieram os Pereira Cardoso, Vieira da Motta e Fernandes de Castro [8], chegaram outras famílias, constadas no Censo Mineiro de 1832 e que se estabeleceram na região, como Francisco, Antonio e Vicente José d’Oliveira, Clemente José da Silva, Antonio Vieira Maxado, Manoel Joaquim Bastos, João Capistrano, Joaquim e Manoel José Pinheiro, só para citar alguns indivíduos[9]. Somados com outras famílias já estabelecidas, como os Barbosa, Mello, Correa Peres/ Pires, Sousa Lobo, Ribeiro da Silva, Cabral, Costa, Vaz dos Reis, Ferreira da Cunha, Gonçalves de Araújo e Martins Borges, formou-se um importante quadro social na região, que permitiu o seu rápido povoamento.

(Anselmo Pereira de Lima – E-mail: anselmopereiradelima@gmail.com)

Referências, Fontes Documentais e Notas:

  1. Ver: Semanário Official – Ano IX, No. 349, pag. 01, de 09/08/1906.
  2. Ver: Semanário Official. Ano XII, n. 469, pag. 01, de 16/07/1909.
  3. Ver: Semanário Official. Ano X, n. 393, pag. 03, de 03/08/1907.
  4. Ver: Correio Official de Goyaz. Ano XXXIX. N. 70, pág. 01, 13/09/1876.
  5. Ver: Historiografia para Catalão. 1ª parte: Registros paroquiais de terras da Villa do Cathalam. In: https://historiografiaparacatalao.blogspot.com/2017/08/registros-paroquiais-de-terras-villa-do.html. Consultado em 29/11/2018.
  6. MATTOS, Raymundo José da Cunha. Itinerário do Rio de Janeiro ao Pará e Maranhão pelas Províncias de Minas Gerais e Goiás – Tomo I. Rio de Janeiro: J. Villeneuve, 1836.
  7. VIEIRA, Enio Alves. Os Vieira da Fazenda Mandaguahy. Goiânia: Kelps, 2015. 354 p.
  8. Segundo Enio, os Vieira da Motta são originários de São Francisco de Paula-MG, os Silva Vieira de Dores de Indaiá-MG, e os Pereira Caixeta, de Santo Antonio do Monte-MG. Conforme observamos, os Fernandes de Castro são originários da região de Formiga e Conselheiro Lafaete-MG. Os Pereira Cardoso provavelmente são oriundos de São Bento do Tamanduá, hoje Itapecerica-MG.
  9. O senhor Jeová Vieira, bisneto de José Pereira Cardoso, está preparando importante estudo sobre a presença da família Vieira da Motta e Pereira Cardoso em Orizona.

 

Ancestrais paternos de

Juliana Vasconcellos Mendes ( Juliana Areias)

em Minas Gerais e Goias

Juliana Vasconcellos Mendes ( Juliana Areias)’s paternal ancestors in Minas Gerais & Goias

Juliana Areias Ancestors update March 2022 MASTER PHOTO

Juliana Areias Ancestors GETULIO Minas master update APRIL 2022

Juliana Areias Minas Ancestors Getulio Minas update APRIL 2022 PHOTO

Juliana Areias Ancestors update March 2022 MASTER PDF

Composição de DNA de Juliana Areias, teste feito em 2017Certidão de nascimento de Juliana Areias,

nome artístico de Juliana Vasconcellos Mendes

JOSE WILSON AREIAS MENDES cc EIDINEISE VASCONCELLOS

  (Pais de Juliana Vasconcellos Mendes (Juliana Areias) / 2a união com Rene Esther Boechat de Lacerda Mendes, pais de Marcel Boechat Mendes, Luna Boechat Mendes e Clara Boechat Mendes)

Meu pai José Wilson Areias Mendes, nasceu em Colina-SP, precisamente na Rua 7 de setembro, casa 750, no dia 8 de março de 1948. Papai é economista, funcionário público e professor universitário, com alma de músico – tira som de qualquer instrumento que coloque em sua mão, além de ter um timbre de voz comparado a Frank Sinatra, um dos seus ídolos. Na época em que morei com ele, Rena (sua segunda companheira) e meus irmãos Marcel, Luna e Clara em Brasília em 1997,  eu gostava da sua tradição de chegar do trabalho, tirar a gravata, e ir direto para o violão para fazer uma jam com BB King, Raphael Rabello, Beatles, Sinatra “rodando na vitrola sem parar” – só gente boa, hehehe. Papai também sempre teve um lado místico muito forte, tendo passado por várias organizações espiritualistas – União do Vegetal, Rosa Cruz, Maçonaria – e interessado em estudos tais como I Ching, Eneagrama e Cabala. Por ser totalmente apaixonado pela cultura judaica, gosta de acreditar que tenha ascendência judia, mesmo que seu teste de DNA até agora diga ao contrário.

Graças ao seu espírito livre, quando nasci, resolveu que não ia me batizar na Igreja Católica, porque queria que eu mesma decidisse quando eu crescesse. (Para tristeza da minha Vó Lola, inconformada de eu ser “pagã” até o fim de sua vida). Ainda assim, estudei o primário e ginásio na escola católica IMACO – Instituto de Ensino Imaculada Conceição, que ficava na Rua Cincinato Braga, 500, pertinho da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio com a Avenida Paulista, locais encantados da minha infância e adolescência em São Paulo. Esse colégio tinha uma sala chamada Veredas, criada e utilizada por Paulo Freire, o maior pedagogo brasileiro e um dos mais importantes do mundo.

Dos principais ensinamentos de papai, estão juntamente o amor pela liberdade de escolha, independência, conhecimento, a música que sempre nos uniu e a busca mística e genealógica também,  afinal tanto ele quanto eu nos consideramos número 4 no eneagrama, pessoas que são e gostam de ser meio atípicas e com interesse no estudo do passado. Meus avós paternos Ascelino Teixeira Mendes (Vovô Celo) e Laura Gomes Areias (Vovó Lola) também gostavam desse assunto e foi graças as anotações deixadas por ambos que toda essa pesquisa pode ser iniciada.

Sou a primeira e única filha do casamento de papai José Wilson Areias Mendes e mamãe Eidineise Vasconcellos, que se separaram quando eu tinha 4 anos. Com sua segunda companheira Rene Ester Boechat de Lacerda (Reninha), de Niterói no Rio de Janeiro, vieram meus 3 irmãos por parte de pai – Marcel Boechat Mendes (Ceuzinho), Luna Boechat Mendes (Luninha) e Clara Boechat Mendes (Clarinha). Eles moraram em São Paulo até quando eu tinha cerca de 11 anos, depois se mudaram para Goiânia, em Goiás e depois para Brasília, capital e Distrito Federal do Brasil, onde Rene e meus irmão continuam morando. Quando eu estava morando em Salvador em cerca de 1994, se separaram e papai foi trabalhar no Rio de Janeiro e depois conheceu sua terceira companheira Eliane Mauler, de Petrópolis, onde foi morar com ela e seus dois filhos Gabriel Zehuri e Natalia Zehuri. Quando eu já estava morando em Auckland, na Nova Zelândia, em torno de 2005 eles se separaram. Após uma breve tentativa de ir morar em Porto Alegre com uma paixão gaúcha,  papai foi morar em Fortaleza, Ceará, onde meu Tio Ascelino Teixeira Mendes (Tio Ninho), seu irmão já estava morando com Tia Graça Cabral e meus primos, Felício, João Luís e Marília Cabral Mendes. Em Fortaleza, papai conheceu Regina Celli Prado, e em agosto de 2007 celebraram sua união estável, no mesmo dia do aniversário de casamento de Tio Ninho e Tia Graça (Maria das Graças Carvalho Cabral), quando também estávamos lá, ( eu, meu ex  segundo companheiro Rogério Teixeira da Mata e nossos filhotes Jobim Areias da Mata e Lilás Areias da Mata), visitando o Brasil e de mudança de Auckland, na Nova Zelândia, para Perth, na Austrália, onde moramos até hoje. Rogério e eu nos separamos em 2010. Em 2011 conheci o amor da minha vida Geoffrey Francis Drake-Brockman, artista plático, escultor cibernético australiano e estamos juntos desde 21 de junho de 2013.

Papai é o filho mais velho de um total de seis irmãos. Depois dele, nasceram Ascelino Teixeira Mendes – Tio Ninho (13/8/1953), Luis Fernando Areias Mendes – Tio Nando (19/10/1954), Paulo Henrique Areias Mendes – Tio Paulo (15/6/1958), Maria de Lourdes Areias Mendes – Tia Maria (4/1/1961) e Sílvia Cássia Areias Mendes – minha amadaTia-mãe Sílvia (4/10/1963).

A história da nossa família está ligada a dois períodos sócio-econômicos importantes da história do Brasil, a descoberta e exploração de minérios em Minas Gerais e a agricultura cafeeira em São Paulo e Minas Gerais com o poder se centralizando nesses dois estados,  no que se convecionou chamar de Política do Café com Leite, com São Paulo e Minas Gerais se alternavam no Governo Federal do Brasil que recentemente havia abolido a escravidão em 1888 e no ano seguinte em 15 de novembro de 1889 proclamava a República, após praticamente 400 anos sob domínio português (Final dos períodos de Brasil Colonial e Imperial e início do período chamado Velha República.

Família Areias Mendes, formada pelos meus avós Ascelino Teixeira Mendes e Laura Gomes Areias e seus seis filhos José Wilson Areias Mendes, Ascelino Teixeira mednes Jr (Ninho), Luis Fernando (Nando), Paulo Henrique, Sílvia Cássia e Maria de Lourdes.

Certidão de nascimento de José Wilson Areias Mendes

Certidão de Casamento de José Wilson Areias Mendes e Eidineise Vasconcellos 

José Wilson Areias Mendes
José Wilson Areias Mendes
Papai José Wilson Areias Mendes com seus amigos japoneses
Formatura de José Wilson Areias Mendes, ao seu lado,  Eidineise Vasconcellos
Papai José Wilson Areias Mendes cantando no Teatro Záccaro em São Paulo com o grupo vocal Pedra Mar. Ao seu lado esquerdo, Fábio Fortunato.
José Wilson Areias Mendes 1a Comunhão
José Wilson Areias Mendes
Ascellino Teixeira Mendes e Laura Gomes Areias com seu primeiro filho no colo José Wilson Areias Mendes, meu pai.
José Wilson Areias Mendes com seu pai Ascelino Teixeira Mendes.
Família Areias Mendes no Jardim da Saúde em São Paulo. Na foto – Tia Rosa, (), (), Vovó Lola, Sílvia, José Wilson, Vovó Celo, Ninho, Paulo, Nando e Maria.
Eidineise Vasconcellos e José Wilson Areias Mendes na formatura de ginásio da mamãe nos na década de 1960.
Meus pais José Wilson Areias Mendes e Eidineise Vasconcellos grávidos de mim, Juliana Areias (Juliana Vasconcellos Mendes).
José Wilson Areias Mendes com Juliana Vasconcellos Mendes (1979)
José Wilson Areias Mendes com sua segunda companheira Rene Boechat de Lacerda e Marcel Boechat Mendes no colo, em dezembro de 1982.
Papai José Wilson Areias Mendes com meu irmão Marcel Boechat Mendes
Papai José Wilson Areias Mendes com minha irmã Luna Boechat Mendes 1983
Papai José Wilson Areias Mendes com meus irmãos por parte de pai – Marcel, Luna e Clara visitando o Rio de Janeiro em cerca de 1993.
José Wilson Areias Mendes e sua terceira companheira Eliane Mauler
Jobim e Lilás com Vovô Zé José Wilson, Espaguete Man na piscina em Fortaleza, 2007.
Tio Ninho, papai José Wilson e eu, Juliana Areias em Fortaleza, na casa do Tio Ninho, em 2007.
União de José Wilson Areias Mendes e Regina Celli, sua quarta companheira, no memso dia do aniversário de casamento de Tia Graça e Tio Ninho, em agosto de 2007. Foto tirada por Juliana Areias.
Regina Celli e José Wilson Areias Mendes na sua união em Fortaleza , Agosto de 2007, na casa do Tio Ninho.
Meu sobrinho Pedro, filho da Luna curtindo seu vovô José Wilson em Fortaleza, Julho 2014.
Reunião dos seis irmãos no aniversário de 60 anos do Tio Nando, em São Paulo em 19 de outubro de 2014. Na foto irmãos: Sílvia, Maria, Paulo Henrique, Luis Fernando, Ascelino e José Wilson.
Jericoacoara 2017 – Juliana Areias (eu), com Papai José Wilson Areias Mendes.
Fortaleza 2017, Papai José Wilson Areias Mendes com meu filhote, seu primeiro neto, Jobim Areias da Mata.
Fortaleza 2017, Jobim Areias da Mata com avô José Wilson Areias Mendes , Lilás Areias da Mata e tio Ninho Ascelino.
Jericoacoara 2017 – Jobim Areias da Mata, Geoffrey Drake-Brockman, Lilás Areias da Mata, Juliana Areias e José Wilson Areias Mendes.

MINAS GERAIS & GOIÁS

LINHAS PELO AVÔ PATERNO

– FAMÍLIAS MENDES DO NASCIMENTO, MENDES DO VALE (MENDES VALLE, DO VAL), COELHO MEIRELES, SILVA DE MIRANDA, VIEIRA MOTTA, VIEIRA CUNHA, FERREIRA CUNHA, ROSA, ALVES SOUZA SOARES, TEIXEIRA ALVARES, RORIZ, FRANÇA, ARAUJO LEITE, ROCHA, AFONSECA E SILVA, CIRILLA BARBOSA, COSTA BRAGA, LOUREIRO, GOÇALVES, SILVA, MELO, DIAS, LOPES, TOME, FERNANDES, FERREIRA com origens mineira, goiana, açoriana, ibérica (portuguesa, espanhola), africana e indígina.

ASCELINO TEIXEIRA MENDES cc LAURA GOMES AREIAS

(Meus avós, pais de José Wilson Areias Mendes, Ascelino Teixeira Mendes, Luiz Fernando Areais Mendes, Paulo Henrique Areias Mendes, Maria de Lourdes Areias Mendes (Cassis) e Sílvia Cássia Areias Mendes).

Pesquisado por Juliana Areias e José Wilson Areias Mendes.

Ascelino Teixeira Mendes (Vô Celo), meu avô paterno, nasceu em 20 de maio de 1919 em Rifaína, norte de São Paulo, Brasil e faleceu em 6 de setembro de 1998 em Natal, Rio Grande do Norte, Brasil. Tinha apenas um irmão mais velho Geraldo Teixeira Mendes, ambos filhos do contador mineiro Getulio Mendes e de Maria Teixeira Alvares (Mariquinha). Vovô Celo, se aposentou como bancário e trabalhou até o resto da vida em seu próprio negócio, sendo representante comercial, o que lhe fazia viajar bastante, passando cerca de metade de cada mês fora. Tio Nando, Tio Paulo e Tia Sílvia trabalharam em seu escritório que ficava na Praça Oswaldo Cruz, no início da Avenida Paulista. Eu também trabalhei com ele por um período da minha adolescência, sendo basicamente uma “office-girl”, sempre nas filas dos bancos. Vovô gostava de estar rodeado por instrumentos musicais – gaitas, sanfona e órgão – gostava de tocar por exemplo um bolero chamado Vereda Tropical. Gostava também de cozinhar, sua especialidade era seu Peixe a Delícia (bacalhau cozido no forno com banana) e no dia a dia fazia uma carne de panela, chamada lagarto. Tinha diabete e por isso não podia comer muito doce. As vezes, em dias especiais, Vovó Lola lhe fazia um manjar branco e um bolo de laranja que ele gostava. Costumava a tomar um mingau de aveia toda manhã. Estava sempre bem vestido, elegante, mesmo que não fosse dia de trabalho. Era em geral quieto, reservado mas bem humorado, atual, mente aberta e transmitia segurança, amizade e paz. Tinha o sonho de ter um sítio, talvez ligado as terras antigas que fora da sua família em Minas e Goiás, mas para alegrar a família, acabou comprando um apartamento na Praia de Guarujá. Ajudou todos os filhos e netos como pode, financeiramente e moralmente. Nos anos que morei com ele e Vovó Lola na minha adolescência entre 14 e 17 anos (na Rua Eça de Queiroz, 288 apartamento 34, Vila Mariana, perto da Estaçao Paraíso do metrô), guardo com carinho um dia que eu queria ir dormir fora, numa festa de São João em um sítio da turma do teatro e Vovó Lola não queria me deixar ir, mas ele me autorizou dizendo “Pode ir, eu confio em você”. Com um voto de confiança desse, eu só podia me comportar. Lembro-me também com carinho de quando eu já estava morando em Salvador e ele passava por lá a trabalho, ficava sempre em um hotel na Praça Castro Alves, almoçávamos juntos e chegou a ir até o Atelier do Ivo Gato, Base Arte na Ladeira da Soledade, para conhecer o meu trabalho por lá. Sua forma de viver e entender o mundo acabaram ficando incompatíveis com a da Vovó Lola e suas viagens frequentes acabaram possibilitando manter uma amante em Fortaleza, descoberta por Tio Ninho, o que causou sua separação oficial de Vovó Lola em 26 de agosto de 1992. Foi morar com a namorada em Fortaleza, mas também não deu certo no dia a dia. Acabou falecendo sozinho em Natal no Rio Grande do Norte, de enfarte, em 6 de setembro de 1998.  Para Vovó Lola, de família tradicional e católica, educada em colégio interno de freiras (em Bebedouro-SP) – a separação foi um desgosto muito grande, na mentalidade de sua geração, mulheres não se separavam, separação e divórcio eram desonras… Vovó Lola era cheia de preconceitos. Viveu os últimos onze anos da sua vida muito amargurada e morreu de câncer de estômago em São Paulo em 18 de setembro de 2003. Uma pena, pois era uma mulher bonita, inteligente, intelectual, amante da poesia, das artes e da educação.  Lecionou como professora no interior de São Paulo e  foi diretora de escola em Artum Alvim. Estudou Latim, Francês, Inglês, tinha uma coleção de música clássica, enciclopédias e dicionários. Primou pela educação dos filhos e netos, eram orgulhosa de ter todos os seus seis filhos formados na universidade e foi a principal incentivadora e financiadora da minha educação em escolas particulares também. Todos os anos, me dava de presente o meu material escolar – livros, cadernos e afins e íamos juntas comprar o que lhe dava muita satisfação.  Obrigadão meus amados Vovô Celo e Vovó Lola por todo amor, dedicação, ensinamentos e inspiração sempre.

Uma das música que meu avô Celo, gostava, A vida do Viajante, por ser ele mesmo um deles.

A VIDA DO VIAJANTE (Luiz Gonzaga/Herve Cordovil)

Minha vida é andar por este país
Pra ver se um dia descanso feliz
Guardando as recordações
Das terras onde passei
Andando pelos sertões
E dos amigos que lá deixei
Chuva e sol
Poeira e carvão
Longe de casa
Sigo o roteiro
Mais uma estação
E a alegria no coração
 
Mar e terra
Inverno e verão
Mostre o sorriso
Mostre a alegria
Mas eu mesmo não
E a saudade no coração
 
Quando estive em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais por um mês coordenando o Parque das Olimpíadas, projeto do Atelier do Ivo Gato, do qual eu era sócia quando morava em Salvador,  antes de sair do Brasil, fiz esse poema dedicado ao meu Vô Celo.
 
ESPÍRITO MINEIRO
(Juliana Areias, 21 anos em 31/7/1996)
 

Saiu pra ver o mar

Saiu pra saber quantas voltas o mundo dá

Saiu sem precisar chamar

Saiu

Já foi

Saiu querendo não se explicar

Saiu cheio de lágrimas no olhar

Saiu sem bem ter onde chegar

Saiu

Já foi

Saiu, precisava viajar

Saiu, buscando se encontrar

Saiu, talvez não vá voltar

Saiu

Já foi

Saiu com vontade de voar

Saiu com coragem de amar

Saiu, tinha um sonho pra buscar

Saiu

Já foi

 

Certidão de Nascimento de Ascelino Teixeira Mendes

Certidão de Casamento de Ascelino Teixeira Mendes – fonte

Certidão de Óbito de Ascelino Teixeira Mendes – fonte

Obito Ascelino Teixeira Mendes

Outros documentos de Ascelino Teixeira Mendes

Filhos de Ascelino Teixeira Mendes & Laura Gomes Areias

  • José Wilson Areias Mendes
  • Ascelino Teixeira Mendes Jr.
  • Luiz Fernando Areias Mendes
  • Paulo Henrique Areias Mendes
  • Maria de Loudes Areias Mendes ( Cassis )
  • Sílvia Cássia Areias Mendes

Certidão de Nascimento de Luiz Fernando Areias Mendes

(meu tio, irmão de José Wilson Areias Mendes)

15 Jun 1958 – São Paulo-SP – fonte

Nasc Luiz Fernando Areias Mendes 19 Oct 1954 Sp Sp

Certidão de Nascimento de Paulo Henrique Areias Mendes

(meu tio, irmão de José Wilson Areias Mendes)

15 Jun 1958 – São Paulo-SP – fonte

 
Nasc Paulo Areias Mendes 15 Jun 1958 Sp SP

Certidão de Nascimento de Sílvia Cássia Areias Mendes

(minha Tia-mãe, irmã caçula do meu pai José Wilson Areias Mendes)

4/10/1963 – São Paulo-SP, Brasil – fonte

Nasc Silvia Cassia Areias Mendes 3 oct 1963 SP SP saude

Ascelino Teixeira Mendes
Ascelino Teixeira Mendes (Celo)
Ascelino Teixeira Mendes nos anos 1990
Vôvô Ascelino Teixeira Mendes
Familia Areias Mendes, com o casal Ascelino Teixeira Mendes e seus filhos José Wilson, Ninho, Nando, Paulo Henrique, Maria e Sílvia.
Ascellino Teixeira Mendes e Laura Gomes Areias com seu primeiro filho no colo José Wilson Areias Mendes
José Wilson Areias Mendes com seu pai Ascelino Teixeira Mendes
Família Areias Mendes na casa do Jardim da Saúde. Tio Nando (Luiz Fernando), Tio Paulo, Vovô Celo, Tia Maria, Vovó Lola, Tia Sílvia, Papai José Wilson e Tio Ninho, na década de 1960.
Ascelino Teixeira Mendes & Laura Gomes Areias com filhos Paulo, Ascelino, José Wilson, Sílvia, Maria e Nando na casa do Jardim da Saúde em São Paulo, na década de 1960.
Celo (Ascelino Teixeira Mendes) e Lola (Laura Gomes Areias) em frente a sua casa no Jardim da Saúde em São Paulo na década de 1960.
Paulo Areias Mendes, Maria de Lourdes Areias Mendes, Rosa Gomes Areias, Luis Fernando Areias Mendes, Marcellina Tinos, Ascelino Teixeira Mendes, Laura Gomes Areias, Sílvia Cássia Areias Mendes – Marcellina living at my grandparents Ascelino Teixeira Mendes and Laura Gomes Areias house at Jardim da Saúde, São Paulo – circa 1960-1965.
Ascelino Teixeira Mendes segurando sua primeira neta recém nascida, eu, Juliana Areias em 1975.
Vó Lola, Vô Celo e Juliana Areias final do anos 70
Natal 1982 na casa de Ascelino Teixeira Mendes e Laura Gomes Areias
Ascelino Teixeira Mendes & Laura Gomes Areias
Ascelino Teixeira Mendes e netos Bartira, Luna, Juliana, Clara, Marcel e Carolina em 1988.
Ascelino Teixeira Mendes com netos João Luís, Carolina, Bartira, Felício e Juliana Areias a mais velha no natal de 1990.
Ascelino Teixeira Mendes com sua neta mais velha Juliana Areias no seu aniversário de 71 anos, em 20 de maio de 1990.
Ascelino Teixeira Mendes 71 anos, no seu aniversário com parte da sua família: Bartira, Tia Sílvia, Victor, Tia Helena, Tia Maria, Vovó Lola e Tio Nando em 20 de maio de 1990.
 

GERALDO TEIXEIRA MENDES

(Irmão do meu avô Ascelino Teixeira Mendes)

Relatado por José Wilson Areias Mendes e Benedito Tadeu César Mendes.

Os irmãos Geraldo Teixeira Mendes e meu avô Ascelino Teixeira Mendes, na maior parte de suas vidas de casados, não tiveram muito contato, pois suas esposas, respectivamente Beni e minha avó Lola, se detestavam.  Então nessa bobagem, os dois únicos ramos da família se perderam por mais de 50 anos, até que em 2019, meu pai José Wilson achou seu primo Tadeu (filho de Geraldo) pela internet. E veja só que feliz coincidência, ambos e também meu Tio Ninho, todos morando todos em Fortaleza, no Ceará.

Geraldo Teixeira Mendes apenas depois de casado, graças ao incentivo da sua esposa Beni, (Benedita Salgado César) não só completou a escola, mas estudou e se formou como advogado. Conta o primo Tadeu sobre seu pai Geraldo: “Meu pai Geraldo Teixeira Mendes se formou na primeira turma da faculdade de Direito de Campinas….Mas trabalhou pouco como advogado….alguns anos depois, por concurso, se tornou um procurador da Prefeitura de São Paulo e se aposentou como procurador público. Nós nos mudamos de Colina para São José do Rio Preto para que ele pudesse fazer o segundo grau, pois quando casou tinha apenas o curso primário…Nós nos mudamos de Rio Preto para Campinas, para que ele pudesse fazer a faculdade. Minha mãe quando solteira se chamava Benedita (BENI) Salgado César. As famílias Salgado e também César são tradicionais em Pindamonhangaba. Ancestrais famosos tem Moreira César, que era comandante e morreu na segunda expedição da Guerra dos Canudos (Euclides da Cunha, no seu livro “Os Sertões” retrata-o como “louco”). A cidade vizinha a Pinda chama-se Moreira César. No lado Salgado, teve Plínio Salgado, ativista político de extrema direita, que trabalhava para que o Brasil durante a segunda Guerra Mundial, se aliasse a Alemanha. Minha mãe Beni,  tinha olhos AZUIS de um azul muito intenso. Do lado de minha mãe, sempre teve muitos militares, por exemplo, Júlio César Salgado, que agora tem uma cidade com o nome dele perto de Rio Preto. No tempo do Império, além de Moreira César, havia o Visconde de Palmeiras e o Barão de Itapeva, ambos também militares.”

CASAMENTO DE GERALDO TEIXEIRA MENDES & BENEDICTA SALGADO CÉSAR

*12/2/1942 – Pindamonhangaba-SP Brasil- fonte

(irmão do  meu avô Ascelino Teixeira Mendes)

Casamento n. 473 pag 130, fls 95a do livro 16 realizado em 12/2/1942 em Pindamonhangaba-SP. Testemunhas Francisco de Assis César e José Francisco Salgado César. Ele, Geraldo Teixeira Mendes nascido em 12/6/1916 em Jaguara-MG, funcionário público municipal, dominiciliado e residente em Colina-SP, filho legítimo de Getúlio Mendes, natural de Sacramento-MG, dominiliado e residente em Itapura. E filho de D. Maria Teixeira Mendes ( Maria Teixeira Alvares / Affonseca e Silva), nascida em Araxá- MG, domiciliada e residente em Itapura. Ela, Benedicta Salgado César, nascida em 28/4/1921 em Pindamonhangaba-SP, doméstica (sem profissão), domicialiada e residente na mesma cidade de Pindamonhangaba-SP, filha legítima de José Francisco Salgado César e de Nair Assis César, ambos, naturais, domiciliados e residentes nessa cidade de Pindamonhangaba-SP.

Cas Geraldo Teixeira Mendes Pindamonhangaba SP 1942

Diploma de advogado de Geraldo Teixeira Mendes e outros documentos e fotos presenteados por seu filho Benedito Tadeu César Mendes ( Obrigadão Primo Tadeu!)

(Irmão de Ascelino Teixeira Mendes)

Doutor Geraldo Teixeira Mendes, advogado. Nessa foto, super parecido com meu avô Celo, Ascelino Teixeira Mendes, que era seu irmão.
Geraldo Teixeira Mendes durante serviço militar
Geraldo Teixeira Mendes, serviço militar
Geraldo Teixeira Mendes (sentado) em serviço militar provavelmente entre 1938 e 1940, antes de se casar em 1941 com Beni.
Casamento de Geraldo Teixeira Mendes e Benedita Salgado César (Beni) em 1941
Geraldo Mendes com roupa de formatura, advogado
Geraldo Mendes com esposa Beni e filhos Regina e Tadeu em Colina
Geraldo Teixeira Mendes com esposa Beni e filhos Regina e Tadeu em Colina
Geraldo Teixeira Mendes, de óculos
Geraldo Teixeira Mendes com seu filho Tadeu (Benedito Tadeu César Mendes) em Itumbiara – Cachoeira Dourada, em Goiás, Brasil.
Geraldo Mendes em Itumbiara – Cachoeira Dourada em Goiás, Brasil.
Geraldo Teixeira Mendes com esposa Beni e filhos Regina e Tadeu em Campos de Jordão, Estado de São Paulo, Brasil.
Geraldo Teixeira Mendes com esposa Beni e seus três filhos Tadeu Regina e Paulo.
Geraldo Teirxeira Mendes e sua esposa Beni no Rio de Janeiro.
Casal Beni e Geraldo Teixeira Mendes no Rio de Janeiro
Benedita Salgado César, esposa de Getúlio Teixeira Mendes
Primo Tadeu (Benedito Tadeu César Mendes), filho de Geraldo Teixeira Mendes e Benedita Salgado César. Foto de 2014. Nessa voto, o primo Tadeu me lembra muito meu avô Ascelino Teixeira Mendes, que era seu tio.
Reencontro de papai José Wilson, primo Tadeu e Tio Ninho após ao menos 50 anos sem contato com o primo Tadeu – Família Mendes. Essa é a foto feliz desse reencontro no dia 24 de janeiro de 2019 em Fortaleza onde os três moram.

Graças á esse reencotro com o Primo Tadeu, muitas histórias da família estão sendo revistas impulsionando o avanço na pesquisa, do lado dos Mendes, do qual sabíamos muito pouco.

FAMÍLIAS MENDES DO NASCIMENTO VALE ( MENDES VALLE / DO VAL ), COELHO MEIRELLES, VIEIRA DA MOTTA, VIEIRA DA CUNHA, FERREIRA DA CUNHA , SILVA DE MIRANDA, ALVES DE SOUZA SOARES, SOARES RIBEIRO

GETÚLIO MENDES cc MARIA TEIXEIRA ALVARES (AFFOSECA E SILVA)

(Meus bisavós. Pais de Geraldo e Ascelino Teixeira Mendes)

Pesquisado por Adeilson Batista, José Wilson Areias Mendes, Ascelino Teixeira Mendes,  Benedito Tadeu César Mendes, Josi Baggio e Juliana Areias.

Getúlio Mendes, pai dos irmãos Geraldo e Ascelino Teixeira Mendes (meu avô), nasceu em 13 de junho de 1890 em Patrocínio, Minas Gerais e faleceu em 9 de julho de 1963 em Campinas, São Paulo, filho de João Mendes de Miranda e de Maria de Souza Soares. (Maria de Souza Suares).

Getúlio Mendes era contador (guarda-livros) de fazendas grandes entre Minas, Goiás e São Paulo, chegando a ser interventor (espécie de Prefeito) de Itumbiara, Goiás. Papai José Wilson Areias Mendes, se lembra de ter ido visitar Itumbiara quando criança, quando tinha cerca de 7 anos, logo em torno de 1955. Getúlio casou-se com Maria Teixeira Alvares (Affonseca e Silva) , conhecida como Mariquinha, a quem não era fiel. Getúlio Mendes sendo mulherengo e viciado em jogo, vivia seduzindo as professorinhas das fazendas e perdia fortunas com “senhoritas” (prostitutas) e carteados nos cassinos. Graças a suas infidelidades passou sífiles para sua esposa Mariquinha, que por causa da doença não pode mais engravidar, tendo por isso apenas dois filhos, Geraldo e Ascelino. Getúlio não investiu na educação dos seus dois filhos, que enquanto dependentes dele, não chegaram nem a completar o segundo grau. Ambos os filhos progrediram sem sua ajuda, Geraldo se formou como advogado e se aposentou como procurador público. Ascelino se aposentou como bancário e abriu seu próprio negócio, a firma ATM, Ascelino Teixeira Mendes Ltda, de representação comercial.

Transcrição do Assento de Batismo de Getúlio Mendes*

( Pai de Geraldo e Ascelino Teixeira Mendes)

Patrocínio, 24 de Agosto de 1890

” Assento 135

Aos vinte e quatro dias do mez de Agosto de mil oitocentos e noventa, nesta Parochia de N Sa do Patrocínio, Bispado de Goyaz, baptisei solemnemento á Getulio nascido em treze de Junho, filho de João Mendes de Miranda e Maria de Souza Soares. Forão padrinhos Ignácio Affonso da Silva e Maria Carolina da Cunha. E para constar faço este termo que assigno.

Vigario Modesto Marques Ferreira.”

*Transcrição graciosamente presenteada por Dr. Adeilson, pesquisador de Patrocínio-MG via grupo GENEALOGIA MINEIRA no WhatsApp em 21/04/2021 após convite de Leticia Ilua Guimarães (neta de Joao Vieira Guimaraes Gedmatch EV8861687 com o qual meu pai José Wilson Areias Mendes – Gedmatch H542563  e Érica Veras Prado da Silva ( FP3905197) deu DNA match no Triangulation do Gedmach nesse mês: 13.8Cm idênticos no cromossomo 1, entre 37136423 e 50937848 )

Bat Getulio Mendes 24 Aug 1890 nasc 13 Jun 1890 transcricao Dr Adeilson photo Patrocinio

Certidão de nascimento da Maria Teixeira Alvares (Maria da Fonseca Silva / Affonseca e Silva)

23/1/1894 – Araguari-MG – fonte

Certidão de casamento de Getúlio Mendes e Maria Teixeira Alvares (Affonseca e Silva)

(Pais de Geraldo e Ascelino Teixeira Mendes)

19/7/1914 – Sacramento-MG

PDF Cas Getulio Mendes e Maria Teixeira Alvares em Sacramento

Cas Getulio Mendes e Maria Teixeira Alvares em Sacramento

Certidão de Óbito de Getulio Mendes

( Pai de Geraldo e Ascelino Teixeira Mendes)

9/7/1963 – infarto do miocárdio – Campinas-SP Brasil – fonte

Obito Getulio Mendes 9 Jul 1963

Getúlio Mendes com seus lábios finos e boquinha torta, marca registrada da família. Tanto meu avô Ascelino Teixeira Mendes (seu filho), quanto meu pai José Wilson Areias Mendes, meu Tio Ninho (Ascelino Teixeira Mendes Júnior) e eu, Juliana Areias (Juliana Vasconcellos Mendes), tencionamos a boca dessa maneira, falando meio torto quando tensos, tímidos ou desafiados (para falar em público ou em frente das câmeras, por exemplo), uma espécie de tique nervoso, hehehe. : )
Getúlio Mendes e Mariquinha. Maria Teixeira Alvares (Affonseca e Silva) em Goiás
Getúlio Mendes e Mariquinha , Maria Teixeira (Affoseca e Silva) na Fazenda Alice, em Terra Roxa, Estado de São Paulo.
Ione (filha de Dolorita, líder camponese em Londrina-PR, neta de Dolores, irmã de Mariquinha), Dolores Teixeira, Mariquinha – Maria Teixeira (Affosenca e Silva), Getúlio Mendes e crianças José Francisco César Macedo, (filho da irmã da Bene, chamada Ligia Benedita), primo Tadeu (Benedito Tadeu César Mendes) e meu pai José Wilson Areias Mendes na Fazenda Rio das Pedras, atual Campinas, Barão Geraldo. A Fazenda Rio das Pedras foi a última em que Getúlio trabalhou como contador. Foto em cerca de 1958.

Artigos de jornal citando Getúlio Mendes & Maria Teixeira

e seus filhos Geraldo e Ascelino Teixeira Mendes

(Presentes preciosos pesquisados pela amada amiga Josi Baggio)

Menção sobre Getúlio Mendes em 1921 no Correio Paulistano
Menção sobre Getúlio Mendes em 1921 no Correio Paulistano
Menção sobre Getúlio Mendes e Geraldo Teixeira Mendes em 1938 no Correio Paulistano
Menção sobre Getúlio Mendes e Geraldo Teixeira Mendes em 1938 no Correio Paulistano
Menção sobre Geraldo Teixeira Mendes, filho de Getúlio Mendes, secretário da Prefeitura de Santa Rita do Paranaíba em 1943 no jornal O Estado de Goiás.
Menção sobre Geraldo Teixeira Mendes, filho de Getulio Mendes, secretário da Prefeitura de Santa Rita do Paranaiba em 1943 no jornal O Estado de Goiás.
Menção sobre Geraldo Teixeira Mendes, no Correio Paulistano em 1943
Menção sobre Geraldo Teixeira Mendes, no Correio Paulistano em 1943
Menção sobre Getúlio Mendes e Ascelino Teixeira Mendes no Jornal o Estado de Goiás, 20 de Maio de 1944
Menção sobre Getúlio Mendes Secretário da Prefeitura de Itumbiara e aniversário de seu filho Ascelino Teixeira Mendes no Jornal o Estado de Goiás, 20 de Maio de 1944
Menção sobre Getúlio Mendes Secretário da Prefeitura de Santa Rita do Paranaíba e esposa Maria Teixeira no Jornal o Estado de Goiás em 1944
Menção sobre Getúlio Mendes Secretário da Prefeitura de Santa Rita do Paranaíba e esposa Maria Teixeira no Jornal o Estado de Goiás em 1944
Menção sobre Getúlio Mendes Secretário da Prefeitura de Itumbiara e filho Geraldo Teixeira Mendes no Jornal o Estado de Goiás em 1944
Menção sobre Getúlio Mendes Secretário da Prefeitura de Itumbiara e filho Geraldo Teixeira Mendes no Jornal o Estado de Goiás em 1944. Similares artigos citando Getúlio como Secretário da Prefeitura de Itumbiara e os aniversários de Geraldo, Ascelino e Mariquinha foram, publicados pelo Jornal Estado de Goiás também em 1945.

 

JOÃO MENDES DE MIRANDA & MARIA DE SOUZA SOARES

(Meus trisavós. Pais de Getúlio Mendes )

Pesquisado por Adeilson Batista,  José Aluísio Botelho,  Ascelino Teixeira Mendes, Josi Baggio e Juliana Areias.

João Mendes de Miranda  nasceu em 1860 e se casou com Maria de Souza Soares em 21/6/1886 em Patrocínio- MG . João Mendes de Miranda, filho de Antônio Mendes do Nascimento Valle e de Maria Cândida de Jesus.

Pela tradição oral, não sabíamos muito deles, além do fato de que eram de Patrocínio, Minas Gerais e se mudaram para Sacramento-MG.  Nossa família desconhecia até mesmo se teve irmãos. Porém com a ajuda fundamental do Dr. Adeilson Batista, pesquisador e verdadeiro guardião da memória de Patrocínio, apartir de 21 de abril de 2021, fomos presenteados com as várias transcrições de assentos de batismo, casamento, óbito e inventários de Patrocínio, verdadeiros tesouros.

Maria de Souza Soares, filha de José Cândido Ferreira e Maria Alves de Souza, nasceu no dia 6 de outubro de 1860 em Patrocínio-MG e faleceu depois do dia 19 de setembro de 1914 em Sacramento. Em 25 de maio de 1877 em Patrocínio MG,  casou-se pela primeira vez com seu primo direto Baldoíno Vieira da Cunha, não consta os pais dos noivos no assento de casamento religioso, mas provavelmente a mãe ou pai de Baldoíno deve ser irmã(o) de José Cândido Ferreira, que embora o assento de batismo ou casamento não tenha sido encontrado pelo pesquisador Adeilson Batista, sabemos graças a outros documentos de inventários e subdivisão de terras pelo pesquisador, que José Cândido Ferreira (quando menor chamado José Cândido da Cunha), era filho de José Ferreira da Cunha casado com Anna Ritta de Jesus (ver inventário de José Ferreira da Cunha em1852) e neto de José Vieira da Motta e Marianna da Cunha Ferreira. ( ver subdivisão de terra e tentativa de anular o testamento de Joaquina Maria de Jesus, filha de José Vieira da Motta e Mariana da Cunha Ferreira, onde José Cândido Ferreira casado com Maria Alves de Jesus (Maria Alves de Souza) aparece como um dos sobrinhos herdeiros da Joaquina Maria de Jesus.

O que já podemos afirmar até agora:  Getúlio Mendes parece ter sido o filho único do segundo casamento de sua mãe Maria de Souza Soares com João Mendes de Miranda (nascido em cerca de 1860). Do seu primeiro casamento com seu primo direto Baldoíno Vieira da Cunha, Maria e Baldoíno tiveram ao menos duas filhas: Júlia Baldoína de Souza e Filomena Baldoína de Souza.

FILHOS DOS DOIS CASAMENTOS DE MARIA DE SOUZA SOARES

Analisando esses documentos abaixo, sabemos que minha tetravó Maria de Souza Soares foi casada em primeiro núpcias com um parente próximo dela ( 2o Grau de linha colateral = primo primeiro ) chamado Baldoíno Vieira Da Cunha (Balduíno Vieira da Cunha) . As testemunhas desse casamento realizado em Patrocínio em 25/5/1877 foram Antônio Joaquim Vieira e Antônio Soares Ribeiro. Logo um dos pais de Maria de Souza Soares, chamados José Cândido Ferreira e Maria Alves de Souza era irmã (o) de um dos pais de Baldoíno Vieira da Cunha que não sabemos quem são ainda. Já tentei encontrar a dispensa matrimonial desse casamento, sem êxito, na Paróquia Nossa Senhora de Patrocínio, na Diocese da Cúria de Patos e na Arquidiocese de Uberaba. Por essas instituições fui informada que a última localidade onde esses livros poderiam estar seria na Diocese de Goiás, já que Patrocínio, Patos de Minas, Uberaba e toda a região do Triângulo Mineiro até Paracatu pertenceu à Diocese de Goiás até 1887. Não tive resposta da Diocese de Goiás do meu email enviado em 30 de junho de 2021.

As testemunhas do segundo casamento dela, Maria de Souza Soares com meu tataravô João Mendes de Miranda em Patrocínio em 21/6/1886 foram: Major Antônio Alves de Souza Soares (ver inventário de seu filho abaixo) e Manuel Ferreira da Cunha.

ORDEM DOS FILHOS DO PRIMEIRO CASAMENTO DE

MARIA DE SOUZA SOARES COM BALDOÍNO VIEIRA DA CUNHA

(casados em 25/5/1877 em Patrocínio)

Dos filhos que sabemos até agora, temos:

  1. Os padrinhos de batismo de Júlia Balduína Sousa (irmã do Getúlio por parte de mãe) em 8/10/1878 em Patrocínio-MG foram José Cândido Ferreira e Maria Alves de Sousa, que são os avós maternos da batizada. Talvez então isso indique que Júlia seja a primeira ou segunda filha do casal Baldoíno Vieira da Cunha e Maria de Souza Soares, seguindo a tradição da época de os avós serem os padrinhos dos primeiros filhos.  As testemunham do casamento de Júlia Balduína Sousa com Theófilo Carlos Silveira Leão em 11/2/1893 em Patrocínio foram Serafim Ferreira da Cunha e Limírio Ferreira da Cunha (Limírio deve ser filho ou o mesmo Limírio Ferreira da Cunha casado com Anna Alves de Souza, irmã de Maria Alves de Souza).
  2. Os padrinhos de batismo de Filomena Baldoíno Sousa em 26/4/1884 em Romaria-MG, Ticianno ou Feliciano Mendes do Nascimento e Maria Rita da Cunha. Nesse mesmo dia, houveram mais quatro batismos que parecem estar interligados:
  • Estevina – filha de José Antônio Passos e Cândida Rosa do Carmo. Padrinhos: Baldoíno Vieira da Cunha e Maria de Souza Soares.
  • Emília – filha de Quirino Ferreira Soares (irmão de Maria de Souza Soares) e Praxedes Ferreira da Cunha (Praxedes de Jesus). Padrinhos: Joaquim Antônio Soares e Balbina Maria de Jesus.
  • Maria – filha de Manoel Rodrigues Vieira e Maria Justina de Jesus. Padrinhos: Antônio Bernardes da Cunha e Marianna Carolina da Cunha.
  • Salu – filho de Manuel Mendes do Nascimento e Anastácia Maria de Jesus. Padrinhos: Ignácio Mendes do Nascimento e Maria Rita da Cunha.

ORDEM DOS FILHOS DO SEGUNDO CASAMENTO
DE MARIA DE SOUSA SOARES COM JOÃO MENDES DE MIRANDA

(casados em 21/6/1886 em Patrocínio-MG)

Dos filhos que sabemos até agora, temos apenas:

  1. Alonso Mendes de Miranda , segundo Family Search, nascido em 31/5/1887 em Romaria-MG. (Plausível, mas documento precisa ser anexado para comprovar tal informação.)
  2. Getúlio Mendes, nascido em 24/8/1890 em Patrocínio-MG cc Maria Teixeira Alvares (Affonseca e Silva) . Os padrinhos de batismo do meu bisavô Getúlio Mendes foram Ignácio Affonso da Silva e Maria Carolina da Cunha .
  3. Odila Mendes, nascida em 29/10/1896 em Sacramento-MG, batizada em 29/11/1896, em Sacramento-MG. Foram padrinhos de batismo Leopoldino Ribeiro de Souza e Emisina Maria de Jesus.
  4. Herondina Mendes, nascida em torno de setembro de 1898 em Sacramento-MG, falecida com 22 meses em 6 de Julho de 1900, em Sacramento-MG.
  5. Maria Mendes 1, nascida em 10/12/1899 em Sacramento-MG, batizada em 20 de janeiro de 1900, em Sacramento-MG. Foram padrinhos de batismo Geronimo / Jeronymo Goncalves Borges (LYK4-79F)e Candida Fidelis Borges. (LYBX-G42).
  6. Maria Mendes 2, nascida em 3/11/1903 em Sacramento-MG, batizada em 25 de Abril de 1904, em Sacramento-MG. Foram padrinhos de batismo Antônio Ferreira da Cunha e Luiza de Almeida.

TRANSCRIÇÃO DO 1o CASAMENTO DE MARIA DE SOUZA SOARES

com seu parente BALDOÍNO VIEIRA DA CUNHA*

PATROCÍNIO-MG 25/05/1877 – pelo pesquisador Adeilson Batista

“Aos vinte de cinco dias do mez de Maio de um mil oitocentos – setenta e sete, nesta Parochia de Nossa Senhora do Patrocínio, Bispado de Goyaz da Província de Minas Geraes, precedendo as diligenica de banhos e canonicamente dispensados do impedimento de consanguinidade em linha collateral, digo, em segundo grão de linha collateral, perante mim se receberão em matrimonio na forma de Igreja, os meos parochianos Baldoino Vieira da Cunha e Maria de Souza Soares, e lhes dei as bençãos nupciaes, sendo testemunhas Antonio Joaquim Vieira e Antonio Soares Ribeiro. E para constar, faço este termo que assigno.”

Cas Maria de SOuza Soares e Baldoino Vieira da Cunha 25 May 1877 Transcricao Dr Adeilson Patrocinio
Cas Maria de SOuza Soares e Baldoino Vieira da Cunha 25 May 1877 Transcricao Dr Adeilson Photo Patrocinio

TRANSCRIÇÃO DO 2o CASAMENTO DE MARIA DE SOUZA SOARES com JOÃO MENDES DE MIRANDA*

PATROCÍNIO-MG 21/06/1886 -pelo pesquisador Adeilson Batista

” Assento 32

Aos vinte e um dias do mez de Junho de mil oitocentos e oitenta e seis nesta Parochia de Senhora do Patrocínio Bispado de Goyaz da Província de Minas Geraes precedendo deligencias de banhos e sem impedimento perante mim se receberão em matrimonio da forma do Ritual Romano os meos parochianos João Mendes de Miranda filho legitimo de Antonio Mendes do Valle já Fallecido e de Maria Cândida de Jesus, e Maria de Souza Suares viúva por fallecimento de seo marido Baldoino Vieira da Cunha filha legitima de José Cândido Ferreira e de Maria Alves de Souza, ambos nascidos e baptisados nesta sobre dita Freguesia. Forão testemunhas o Major Antonio Alves de Souza Suares e Manoel Ferreira da Cunha. E para constar faço este termo que assigno.

Vigário Modesto Marques Ferreira. “

Cas Joao Mendes de Miranda e Maria de Souza Soares 21 Jun 1886 Transcricao Dr Adeilson Patrocinio
Cas Joao Mendes de Miranda e Maria de Souza Soares 21 Jun 1886 Transcricao Dr Adeilson Patrocinio Photo

EXTRATO DE BATISMO DE ODILA MENDES

(Irmã de Getúlio Mendes)

Patrocínio, Sacramento, 29/11/1896 – fonte

Odila Mendes, nascida em 29/10/1896 em Sacramento-MG, batizada em 29 de novembro de 1896, em Sacramento-MG. Filha de João Mendes de Miranda e de Maria de Souza Soares. Foram padrinhos de batismo Leopoldino Ribeiro de Souza e Emisina Maria de Jesus.

Bat Odila Mendes irma do Getulio Mendes 29 Oct 1896 Sacramento MG

EXTRATO DO BATISMO DE MARIA MENDES 1

(Irmã de Getúlio Mendes)

Patrocínio, Sacramento, 20/1/1900 – fonte

Maria Mendes, nascida em 10/12/1899 em Sacramento-MG, batizada em 20 de janeiro de 1900, em Sacramento-MG. Filha de João Mendes de Miranda e de Maria de Souza Soares. Foram padrinhos de batismo Gerônimo Gonçalves Borges e Cândida Fidelis Borges.

Bat Maria Mendes irma do Getulio Mendes 20 Jan 1900 Sacramento

EXTRADO DO ÓBITO DE HERONDINA MENDES

(Irmã do Getúlio Mendes)

Patrocínio, Sacramento, 6/7/1900 – fonte

Aos seis de julho de 1900 faleceu … Herondina,filha de João Mendes de Miranda e Maria de Souza Soares, de idade de 22 meses.

EXTRATO DO BATISMO DE MARIA MENDES 2

(Irmã de Getúlio Mendes)

Patrocínio, Sacramento, 25/4/1904 – fonte

Maria Mendes 2, nascida em 3/11/1903 em Sacramento-MG, batizada em 25 de Abril de 1904, em Sacramento-MG. Foram padrinhos de batismo Antônio Ferreira da Cunha e Luiza de Almeida.

Bat Maria Mendes 2 irma Getulio Mendes 3 Nov 1893 Sacramento

TRANSCRIÇÃO DO BATISMO DE JÚLIA BALDOÍNA SOUSA*

(Irmã mais velha de Getúlio Mendes, por parte de mãe)

Patrocínio, 08/10/1878 – pelo pesquisador Adeilson Batista

“Aois oito de Outubro de mil oitocentos e setenta e oito nesta Freguesia de Nossa Senhora do Patrocínio, baptisei solemnemente a Julia nascida em seis de Julho, filha de Balduino Vieira da Cunha e de Maria de Sousa Soares, foram padrinhos José Cândido Ferreira e Maria Alves de Sousa moradores nesta Freguesia. E para constar faço este termo que assigno.

Vigario Modesto Maques Ferreira”.

TRANSCRIÇÃO DO CASAMENTO DE JULIA BALDOINA SOUSA COM THEÓPHILO CARLOS DA SILVA LEÃO*

(Irmã mais velha de Getúlio Mendes, por parte de mãe)

Patrocínio, 11/02/1893 – pelo pesquisador Adeilson Batista

“Aos Onze dias do mez de Fevereiro de mil oitocentos e noventa e tres nesta Parochia da Senhora do Patrocínio Bispado de Goyas do Estado de Minas Geraes precedendo deligencias de banhos e sem impedimento perante mim se receberão em matrimonio na forma do Ritual Romano os meus parochianos Theophilo Carlos da Silva Leão de vinte e um annos de idade filho de Maria Thereza de Jesus nascido e baptisado na Freguesia do Araxá deste Bispado, e Julia Baldoina de Souza de quinze annos de idade filha legitima de Baldoino Vieira da Cunha ja fallecido e de Maria de Souza Soares, nascida e baptisada nesta sobre dita Freguesia do Patrocínio onde ambos são moradores, e lhes dei as bênçãos nupciaes, sendo testemunhas Serafim Ferreira da Cunha e Limiro Ferreira da Cunha. E para constar faço este termo que assigno.

Vigario Modesto Marques Ferreira.”

TRANSCRIÇÃO DO BATISMO DE FILOMENA BALDOÍNA SOUSA*

(Irmã de Getulio Mendes, por parte de mãe)

Romaria-MG, 26/04/1884

“Aos 26 de Abril de 1884, batisei solemnemente a innocente Filomena, nascida a 26 de Fevereiro deste anno, filha legitima de Balduino Vieira da Cunha e sua mulher Maria Soares de Souza, sendo padrinhos Ticianno Mendes do Nascimento e Maria Ritta da Cunha. Vigario José da Silva Carneiro”.  (Imagem do assento enviada pelo primo Robson Guimarães.)

BAT FILOMENA BALDUINA DE SOUZA irma GETULIO MENDES Pad Ticiano Mendes do Nascimento e Maria Rita da Cunha 26 Ap 1884 Romaria pes Clenia Reis 13 assento
BAT FILOMENA BALDUINA DE SOUZA irma GETULIO MENDES Pad Ticiano Mendes do Nascimento e Maria Rita da Cunha 26 Ap 1884 Romaria pes Clenia Reis 13 PAGE

Curiosamente nessa mesma página do livro de batismos de Romaria-MG, foram batizados no mesmo dia três outras crianças, uma delas tendo como padrinhos o casal Balduíno Vieira da Cunha e sua mulher Maria Soares de Souza (minha trisavó).  Coloco abaixo esses assentos e a fonte da página pesquisada no Family Search, por Clenia Reis pesquisadora dos Mendes dos Nascimento, pois está claro que essas pessoas estavam conectadas ou por vínculos de amizade ou de parentesco.

No cristianismo, os padrinhos têm uma grande importância na cerimônia de batismo onde se convertem nos responsáveis em garantir a educação espiritual dos pequenos que recebem este sacramento. Nem todo mundo pode ser padrinho de batismo, há uma série de pré-requisitos necessários, entre eles: deve ser maior de 16 anos, ter recebido a confirmação e não ser pai nem mãe do bebê que está sendo batizado. Tradicionalmente a figura dos padrinhos no Cristianismo quem exerciam eram os avós das crianças batizadas, sendo o avô paterno e a avó materna os padrinhos escolhidos para o primeiro filho, e o inverso, para o segundo filho. A partir do terceiro filho podiam exercer esse papel os tios da criança batizada.

Batismo de Esterina (Eltelvina / Helvina) filha de José Antônio dos Passos e Cândida Rosa do Carmo. Padrinhos Baldoíno Vieira da Cunha e Maria de Souza Soares. (Nascida em 26 de fevereiro de 1884 e batizada em 26 de abril de 1884).

Clenia Reis 13 e1 Sterina f. Jose Antonio de Passos e Candida pad BALDOINO VIEIRA DA CUNHA 26 apr 1884 Romaria
Clenia Reis 13 e2 Sterina f. Jose Antonio de Passos e Candida pad BALDOINO VIEIRA DA CUNHA e MARIA DE SOUZA SOARES 26 apr 1884 Romaria

Batismo  de Emília, filha de Quirino Ferreira Soares (irmão de Maria de Souza Soares) e Praxedes Ferreira da Cunha. Padrinhos: Joaquim Antônio de Souza e Balbina Maria de Jesus. (Nascida em 21 de fevereiro de 1884 e batizada em 26 de abril de 1884). Observação – Sabemos que Emilia morreu com 2 meses apenas de idade também em Romaria (Hoje Iraí de Minas, Parochia de Nossa Senhora de Abádia). Veja ambos assentos de batismo e óbito juntos abaixo.

Clenia Reis 13 b Bat Emilia f.Suerino Ferreira Soares e Praxedes Ferreira da Cunha pad Joaquim Antonio de Sousa e Balbina Maria de Jesus 26 Apr 1884 Romaria
obito-emilia-filha-de-quirino-ferreira-soares-e-praxedes-de-jesus-1884-romaria-detalhe

Batismo de Maria, filha de Manoel Rodrigues Vieira e Maria Justina de Jesus. Padrinhos Antônio Bernardes da Cunha e Marianna Carolina da Cunha. (Nascida em 6 de abril de 1884 e batizada em 26 de abril de 1884).

Clenia Reis 13 c Bat Maria f. Manoel Rodrigues Vieira e Maria Justina de Jesus pad Antonio Bernardes da Cunha e Mariana Carolina da Cunha 26 Apr 1884 Romaria

Batismo de Salu, filho de Manuel Mendes do Nascimento e Anastácia Maria de Jesus. Padrinhos: Ignácio Mendes do Nascimento e Maria Ritta da Cunha. (Nascido em 31 de março de 1884 e batizada em 26 de abril de 1884).

Clenia Reis 13 d Salu f. Manuel Mendes do Nascimento e Anastacia Maria de Jesus pad Ignacio Mendes do Nascimento e Maria Ritta da Cunha 26 Apr 1884 Romaria

ANTÔNIO MENDES DO NASCIMENTO DO VALLE ( VAL / VALE) 

cc MARIA DE CÂNDIDA DE JESUS

(Meus Tetravós. Pais de João Mendes de Miranda)

Pesquisado por Adeilson Batista, José Aluísio Botelho, Vânia Mendes Ramos da Silva, Clênia Oliveira dos Reis, Josi Baggio e Juliana Areias.

Antônio Mendes do Nascimento / Antônio Mendes do Val (do Valle), (GZG5-CCN) nasceu em cerca de 1818 e faleceu antes de 23/6/1886,  era filho José Mendes do Nascimento Valle ( do Val) e Anastácia Maria de Jesus ( ver inventário de Anastácia Maria de Jesus em Patrocínio em 1856).

Maria Cândida de Jesus, (G8XK-CW4  / G8XK-N6M) nasceu em cerca 1835, era filha de Francisco Vieira da Motta e Marcellina Maria de Jesus e portanto também neta de José Vieira da Motta e Mariana da Cunha Ferreira e bisneta de Bernardo Vieira da Motta (português do Porto) e Marianna Benedicta de São José e de João da Cunha Ferreira e Anna Maria dos Santos respectivamente, famílias de São Francisco de Paula, Oliveira-MG. (Ver pedido de Subdivisão de terras da Fazenda Cocaes, em 1879 em Patrocínio, liderado por Jerônimo Ferreira da Rosa , que inclui o inventário de Francisco Vieira da Motta e sua viúva Marcelina Maria de Jesus em 1856 em Patrocínio).

EXTRATO DA DIVISÃO DE TERRAS DA FAZENDA COCAES LISTANDO MARIA CÂNDIDA DE JESUS COMO FILHA HERDEIRA DE FRANCISCO VIEIRA DA MOTTA (Ver mais folhas do documento abaixo).

ORDEM DOS FILHOS
DE ANTÔNIO MENDES DO NASCIMENTO DO VALLE & MARIA CÂNDIDA DE JESUS

Antônio Mendes do Nascimento do Valle e Maria Cândida de Jesus tiveram ao menos dois filhos:

1) José Antônio do Val, *1842

2) João Mendes de Miranda, *1860 cc Maria de Souza Soares em 21/6/1886 em Patrocínio- MG

Em 2019 havíamos descoberto que João Mendes de Miranda tinha um irmão 18 anos mais velho chamado José Antonio Mendes do Val (*circa 1842), ambos filhos de Antônio Mendes do Val. Ambos os irmãos aparecem classificados como lavradores e eleitores em 1894, João Mendes de Miranda residindo em área descrita como Cachoeira e seu irmão José Antônio Mendes do Val residindo em área descrita como Santo Antônio. Esse documento precioso me foi presenteado pelo nosso querido primo pesquisador José Aluísio Botelho (também descendente dos Afonseca e Silva, e autor do website A Raposa da Chapada – Genealogia Paracatuense). Nesse eleição de 1894, apenas 2% da população do Brasil inteiro votou efetivamente. O voto era restrito apenas aos homens com mais de 25 anos (ou acima de 21 anos casados) e apenas para não analfabetos. Isso os coloca numa posição de privilégio em seu próprio contexto socio-econômico, no entanto ainda não consegui achar mais documentos sobre eles disponíveis online. O Primo Aloísio nos deu a dica que em Patrocínio havia duas famílias Machado de Miranda e Fernandes de Miranda, das quais provavelmente a mãe do João Mendes de Miranda, (pai do Getúlio Mendes) deve descender.

INVENTÁRIO DE MANOEL MENDES DO NASCIMENTO

(Irmão do meu tetraravô Antônio Mendes do Nascimento (do Vale)

Fonte – https://www.patrocinioonline.com.br/detalhes-blog/inventario-de-manoel-mendes-do-nascimento-1090.html

Pesquisado e transcrito pelo pesquisador Adeilson Batista.

Processo Histórico.

Local: Fórum de Patrocínio.

Diretor Administrativo do Fórum: Valdir Ferreira Neves.

Número do Processo: 0429777.01-2016

Data do Processo: 09/03/1876.

Inventariante: Clara Antônia de Jesus, viúva.

Data do óbito: 14/01/1876

Residência: Fazenda Cocaes.

Juiz de órfãos: Francisco José da Silva Ribeiro.

Curador: José da Cunha Ferreira.

Escrivão: Manoel Custodio de Oliveira.

Louvados: Modesto Jacintho Ferreira e Manoel Joaquim de Magalhães.

Partidores: Misael Tertuliano de Assis Machado, José Marçal Ribeiro.

Monte Mor: 36:985$340

Monte Mor Liquido: 35:485$340

Escravos:

1 – Zacarias africano de 52 anos.

1.1 – Eva de 9 anos.

1.2 – Catharina crioula de 7 anos.

2 – João crioulo de 34 anos casado com Máxima parda de 32 anos.

2.1 – Francisco crioulo de 7 anos.

2.2 – Silvéria parda de 9 anos.

2.3 – Luzia parda de 8anos.

2.4 – Romana parda.

3 – Bárbara crioula de 20 anos.

4 – João crioulo de 24 anos.

5 – Benedito crioulo de 15 anos.

6 – Antônio crioulo de 13 anos.

7 – Manoel crioulo de 12 anos.

8 – Juliana crioula de 21 anos.

9- Thereza crioula de 17 anos.

10 – João crioulo de 19 anos.

Manoel Mendes do Nascimento falecido em 14/01/1876, filho de José Mendes do Nascimento Valle e Anastácia Maria de Jesus precedendo dispensa em terceiro grau misto de segundo casou em 16/01/1850 com Clara Antônia (Maria) de Jesus filha de Ignácio Ferreira da Cunha e Maria de São José.

(*Nota de Juliana Areias – significa que um é bisneto (3o) e outro é neto (2o) do meu ancestral em comum. Ou seja Manuel é primo direto de um dos pais de Clara. Logo um dos avós de Clara, é tio(a) do Manuel. Logo, um dos pais de Manoel é irmã(o) de um dos avós de Clara. Dedução feita seguindo a clara explicação sobre os graus canônicos de parentesco em dispensas matrimonias da igreja do site Genealogia FB).

Filhos:

1 – Feliciano Mendes do Nascimento (25) nasceu em 29/10/1850.

2 – Anna Florência de Jesus (24) nascida em 14/03/1852 casou com impedimento de consanguinidade em 2º grão desigual da linha transversal em 24/01/163 com José Ignácio da Cunha filho de Ignácio Ferreira da Cunha e de Maria Antônia de Jesus. (Obs, casou-se pela segunda vez com Antônio Cândido de Sousa Espíndula.)

(*Nota de Juliana Areias – significa que ambos Anna Florência e José Ignácio da Cunha Jr são netos do mesmo ancestral em comum mas um em 2o e o outro em 1o. Logo ambos são tio e sobrinha ou tia e sobrinho (menos comum). Logo Anna deve ser sobrinha de seu marido José.  Dedução feita seguindo a clara explicação sobre os graus canônicos de parentesco em dispensas matrimonias da igreja do site Genealogia FB).

3 – Manoel Mendes do Nascimento Junior (22) casou com impedimento de consanguinidade em segundo grão de linha collateral em 08/01/1873 com Anastácia Maria de Jesus filha de Antônio Rodrigues Mendes e de Apolinária Maria de Jesus.

(*Nota de Juliana Areias – significa que ambos Manuel Jr e sua esposa Anastácia são netos do meu ancestral em comum. Logo ambos são primos diretos. Logo a mãe da noiva, chamada Apolonária é irmã dos pais de Anástácia (sobrinha), Antônio Rodrigues Mendes ou  Apolinária Maria de Jesus é irmã da mãe de Manoel (jr) chamada também Anastácia Maria de Jesus. Dedução feita seguindo a clara explicação sobre os graus canônicos de parentesco em dispensas matrimonias da igreja do site Genealogia FB).

4 – José falecido após o pai.

5 – Maria falecida após o pai nascida em 08/10/1865.

6 – Joaquim Caetano Mendes do Nascimento (15) casou em 22/08/1903 com Cândida Maria de Jesus filha de Victor Pereira Caixeta e de Maria Cândida de Jesus (+).

7 – Rômulo Mendes do Nascimento (14) gêmeos casou em Santa Juliana em 06/05/1888 com Balbina Maria de Jesus filha de Joaquim Afonso da Silva e Severiana Maria de Jesus.

8 – Rêmulo Mendes do Nascimento (14) gêmeos casou em Santa Juliana em 06/05/1888 com Firmina Maria de Jesus filha de Joaquim Afonso da Silva e Severiana Maria de Jesus.

9 – Maria (10).

10 – Maria Severina (8).

11 – Antônio (7).

12 – Ignácio (6).

Minha amada amiga pesquisadora Josi Baggio, tentando encontrar informação sobre os ancestrais de Letícia Iloa Guimarães, o casal Francisco Vieira Motta cc Ana Zeferina, acabou achando uma Zeferina casada com José Mendes do Valle, ( no inventário acima diz que ela foi casada com Joaquim Mendes do Nascimento, e não com José, mas anbos Joaquim e José são irmãos do meu ancestral Antônio Mendes do Val Veja o documento acima).  Veja o trecho interessante, citando a descendência dessa Zeferina Maria de Jesus, uma das filhas de Juliana Maria de Jesus:

1.5 – Zeferina Maria de Jesus nascida em 1818 e falecida em 18/08/1858 cc José Mendes Valle ou do Nascimento ( 4 filhos) (* OBS – na verdade Joaquim Mendes do Vale ao invés de José. Ver o inventário da mãe de ambos chamada Anastácia Maria de Jesus acima, observação de Juliana Areias feita em 2021).

2.1 – José Mendes do Nascimento casou em 22/01/1859 com impedimento de segundo grau com Francisca Rosa de Jesus / Francisca Carolina de Jesus  filha de Francisco Ferreira Bueno e Anna Rosa de Jesus, já falecida.

2.2 – Anna Rosa de Jesus nascida em 1841 e casou em 13/06/1861 com Francisco Vieira da Motta nascido em 1840, filho de Manoel Vieira da Motta e Maria Rosa do Carmo.

2.3 – Pedro Alves do Nascimento casou em 23/01/1863 com Theodora Silveira do Nascimento natural de Tiros, filha de Zeferino Antonio de Borba já falecido e Maria Theodora da Cunha.

3.1 – Coronel  Elmiro Alves do Nascimento falecido em 21/05/1941 e casou em 24/07/1897 Anna Magalhães do Nascimento ou Anna Ávila do Nascimento, nascida em 11/11/1879 e falecida em 16/10/1957, filha de João Pereira de Ávila e Maria Inez de Ávila.

2.4 – Joaquim Alves do Nascimento

INVENTÁRIO DE JOSÉ LUIZ VIEIRA – 27/09/1897

(irmão de minha tetravó Maria Cândida de Jesus cc Antônio Mendes do Nascimento Vale)

(Ambos José Luiz Vieira e Maria Cândida de Jesus filhos de Francisco Vieira da Motta e Marcelina Maria de Jesus)

José Luiz Vieira ( ou José Luiz Mendes) é irmão da minha tetravó Maria Cândida de Jesus. Ele foi casado pela primeira vez com Maria Jesuína de Jesus (Mendes do Nascimento) e pela segunda vez com Maria Perpétua de Jesus.

Processo Histórico.

Local: Fórum de Patrocínio.

Diretor Administrativo do Fórum: Valdir Ferreira Neves.

Processo: 0084939-63.2015

Data Processo: 23/10/1897

Data do óbito: 27/09/1897.

Inventariante: Maria Perpétua de Jesus, viúva.

Residência: Fazenda Barreiro.

Juiz: Antônio Egydio de Barros Campelo.

Louvados: Antônio Cândido de Souza Espíndola e Eduardo Antônio Ribeiro.

Escrivão: Camilo Augusto de Andrade.

Monte Mor: 16:739$100

Monte Mor Liquido: 14:974$100

José Luiz Vieira casado em 1ª núpcias com Maria Jesuína de Jesus falecida em 01/05/1861 filha de José Mendes do Nascimento e Anastácia Maria de Jesus. Casou em 2ª núpcias com Maria Perpétua de Jesus.

Filhos do primeiro matrimônio (Maria Jesuína de Jesus):

1- Possidônio Vieira dos Santos (falecido) casou em 20/02/1867 com Balbina Ferreira da Cunha ou Balbina Vieira da Cunha filha legítima de Luciano Ferreira da Cunha e de Maria Joaquina de Jesus.

1.1 – Luciano Vieira dos Santos (30).

1.2 – Maria Jesuína de Jesus (28) nascida em 27/05/1869, casou em 22/07/1891 com Luiz José de Carvalho filho de Francisco José de Carvalho e de Anna Theodora de Jesus.

1.3 – Amazile Pia de Jesus ou Amazilia Balbina de Jesus (26) casou em 22/07/1891com Vigilato Vieira da Cunha filho de Manoel Vieira da Cunha e Joaquina Rita de Jesus já falecidos.

1.4 – Carolina Maria de Jesus (17).

1.5 – Joaquim Vieira dos Santos (15) viúvo de Elisa Perpetua de Jesus, casou em 2ª núpcias em 17/10/1917 com Firmina Perpétua de Jesus filha de João Luiz Ferreira e Carolina Perpétua de Jesus.

1.6 – Luisa Maria de Jesus (13) casou em 22/01/1899 com Modesto José Ferreira filho de José Theodoro da Silva e Maria Jacintha de Jesus.

1.7 – Virgílio Vieira da Motta (12).

1.8 – Belmira Maria de Jesus (9) casou em 27/09/1892 com Joaquim Mendes do Nascimento filho de José Mendez Lopez e de Maria Luiza de Jesus já falecidos.

1.9 – Antônio Vieira dos Santos (7).

1.10 – Prozolina Maria de Jesus (6).

1.11 – Eduardo (5).

2 – Anna Theodora de Jesus (50) casou em 13/01/1864 com Francisco José de Carvalho filho de João Felipe de Carvalho e Anna Francisca de Jesus.

3 – Joaquim Luiz Vieira (40).

4 – Jesuíno Vieira dos Santos (38).

5 – Maria Luiza de Jesus falecida casou em 15/11/1865 com José Mendes do Nascimento ou José Mendez Lopes filho de João Mendes do Nascimento já falecido e de Anna Luiza de Jesus.

5.1 – Anna Luiza de Jesus (25) casou em 28/10/1889 com Horácio Vieira da Motta filho de Manoel Vieira da Motta e Joaquina Rita de Jesus já falecida.

5.2 – Maria Luiza de Jesus (23) casou em 23/05/1890 com Cassiano Dias dos Reis filho de Severino Dias dos Reis e de Malvina Carolina de Jesus.

5.3 – Theodora Luiza de Jesus (20) casou em 18/091/1896 com Virgílio Vieira da Cunha filho de José Jacintho da Silva e Balbina Felicidade de Jesus.

5.4 – Joaquim Mendes Lopes (22) casou em 27/09/1892 com Belmira Maria de Jesus filha de Possidônio Vieira dos Santos já falecido e de Balbina Vieira de Jesus.

5.5 – Lucio Mende Lopes (16).

5.6 – Cândido Mendes do Nascimento casou em 23/05/1890 com Amélia Carolina de Jesus filha de Severiano Dias dos Reis e de Malvina Carolina de Jesus

6 – José.

7 – Fortunato nascido em 27/04/1856.

Filhos do 2º matrimônio (Maria Perpétua de Jesus):

8 – Limírio Luiz Vieira (24).

9 – Carolina Maria de Jesus (32) nascida em 18/0/1865 cc João Luiz Ferreira.

10 – Eduardo Luiz Vieira (30) casou em 19/11/1887 com Maria Severina do Nascimento filha de Manoel Mendes do Nascimento já falecido e Clara Antônia de Jesus.

11 – Cândida Perpétua de Jesus (28) nascida em 05/08/1869 casou com impedimento do 3º grau de consanguinidade de linha colateral em 24/01/1877 com Antônio Basílio Mendes do Nascimento filho de Manoel Mendes do Nascimento já falecido e Clara Antônia de Jesus.

12 – Maria Apolinária de Jesus (26) casou em 19/11/1887 com Limírio Ferreira da Cunha filho de Justino Ferreira da Cunha e Maria Máxima de Jesus.

13 – Maria Marcelina de Jesus (24) casou em 19/11/1887 Joaquim Carvalho filho de Francisco José de Carvalho e Anna Theodora de Jesus.

14 – Belarmino Luiz Vieira (22).

15 – Maria dos Anjos de Jesus (19) casou em 10/06/1893 com Eugênio Soares Ferreira filho de José Cândido Ferreira, já falecido e Maria Alves de Souza. Casou em 2ª núpcias com Anastácio Moreira dos Santos filho de João Moreira dos Santos e Anna Francisca Conceição.

16 – Adelaide Perpétua de Jesus (17) cc José Justino Ferreira.

TERRAS DE ANTÔNIO MENDES DO VALLE

(7/3/1856 – Araxá-MG)

Declaração e registro de terras feito pela Igreja Católica.

Pesquisa feita pela prima Vânia Mendes Ramos da Silva no acervo de terras públicas do Site SIAAPM

Antônio Mendes do Valle registra que possue parte de terras de cultura e campos em lugar denominado Andaiá no Distrito da Conceição da Freguesia da Villa de Araxá, fazendo divisa com a Fazenda dos Moraes no Rio Quebra Anzol, Dona Anastácia Maria de Jesus (sua mãe) e mais sócios e também parte na mesma terra Retiro do Andaiá. Assina Vigário interno Joaquim.

FAZENDA COCAES ( FAZENDA COCAIS) E FAZENDA MACAÚBAS

(Pesquisa feita pela Prima Vânia Mendes Ramos da Silva) fonte

Prima Vânia descobriu que a Sesmaria dos Cocaes foi distribuída ao Antônio Mendes Valle e herdada por seus filhos e genros, em uma ação de divisão de terras, a mais antiga encontrada até agora (Janeiro de 2025).

“As Fazendas de Cocaes e Ribeirao de Macaúbas dadas ao inventário de Antonio Mendes do Valle no valor de hum conto duzentos mil réis que sai. Em cujo valor tocou a José Mendes do Valle por heranças e compras a quantia de novecentos e vinte e seis mil quatrocentos réis que sai. A Francisco Mendes do Valle por herança a quantia de cento e quarenta e quatro mil réis que sai: A Ignácio Ferreira da Cunha por sucessão de Maria de São José a quantia de cento e vinte nove mil quinhentos e noventa reis que sai; Tocando a cada um dos mesmos pela nova avaliação das terras a quantias seguintes a saber: José Mendes hoje seus herdeiros e sucessores vinte e hum alqueires, digo, sucessores hum mil vinte e um alqueires de capoens e […] Pratos, setecentos trinta e hum alqueires dois pratos de matta dois mil quatrocentos e doze alqueires de campos. A Francisco Mendes tocou cento e cincoenta e oito alqueires de campos, digo de capoens e vinte e quatro Pratos, em Matta cento e treze alqueires e vinte pratos em campos trezentos e sessenta e cinco alqueires o qual [vendo?] a Jerônimo da Rosa oitenta alqueires de culturas de capoens e duzentos e cincoenta alqueires de Campos. A Ignácio Ferreira da Cunha tocou cento e quarente e dois alqueires de culturas de capoens vinte e sette pratos em Matta cento e dois alqueires e oito Pratos e em campos duzentos e trinta e sette alqueires e quinze pratos.”

Observações da Prima Vânia: “Quando pesquisamos na Fundação Calmon Barreto encontramos uma caixa com o nome do Antônio Mendes Valle, mas era da igreja e não podia mexer à epoca. Não sabíamos de quem poderia ser, se do neto, ascendente da Ju, ou do avô. Agora eu acho que seria do avô e poderia ser algo relacionado a essas terras. Eu imaginava que ele teria morrido em São João Del Rei e os filhos foram para o Triângulo Mineiro. Agora já penso que pode ter ido junto com os filhos. E que o inventário dele foi feito no Triângulo Mineiro. Nunca encontrei inventário no Museu do Iphan em São João Del Rei. Mas não está catalogado na lista da fundação. Assim como o do Capitao Ignácio.Não sei onde poderiam estar. Se foram perdidos em Araxá.”

FAZENDA DA PACIÊNCIA – SEGUNDA SESMARIA DE ANTÔNIO MENDES VALLE

(Herdada de sua sogra Isabel da Silva Miranda) – fonte

(Pesquisada pela prima Vânia Mendes Ramos da Silva em Janeiro de 2025)

Transcrição da Carta de Sesmaria da Fazenda da Paciência, concedida a Isabel da Silva de Miranda, e seu genro Antônio Mendes Valle:
José Antônio Freire de Andrada cavalleiro proffeço na Ordem de Cristo Tenente Coronel da Cavallaria, Governador interino das Capitanias  das Minas geraes e Rio de Janeiro. Faço saber ao que […] da Carta de Sesmaria vivem que tendo respeito ame representar em por suspeição Izabel da Silva de Miranda a viúva que ficara do defunto Manoel Coelho de Meirelles; e Antônio Mendes Valle seu genro, que eles são senhores e possuidores de huma Fazenda e [anno?] da província que constava de engenho com várias terras lavradias de matos, capoeiras, pastos, logradouros e vertentes: cita no caminho que vai de Santo Antônio do Rio das Mortes Pequeno para a Lagoa Verde Freguesia de Nossa Senhora do Pillar Termo da Villa de Sam João De El Rey, comarca do Rio das Mortes e em que eram interessados: a saber ella suplicante em duas partes da mesma Fazenda, e o suplicante seu genro, na terça parte dela e porque queirão possuir a sabediça sua Fazenda com legítimo e verdadeiro título; me pedirão por fim, e com […] de sua petição […]  carta de sesmaria de meya legoa de terra em quadra fazendo o próprio onde por me conta fizesse correndo a medição de huma para outra a parte de sorte que compreende que […] todos capoeiras e logradouros e vertentes da mesma Fazenda […] a medição no comprimento, e largura das quadras de fazendo que nestas e que nas outras falta […] na forma das ordens de S. Magestade; aos que atendem […] oficiaes […] da Villa de S. João De El Rey e os D.D. Provedor da Fazenda Real e Procurador da Cora e Fazenda da Capitania a quem ouvi de sem mesmo oferecer dúvida na concessão desta Sesmaria; visto terem os suplicantes justificado por […] na forma da nova ordem do dito […], não terem outra sesmaria, nem pretenderem esta e outra alguma pessoa também por não encontrarem inconveniente que a prohibisse pela faculdade de que sua Magestade me permite nas suas Reaes Ordens e ultimamente na de 13 de Abriil de 1738 para me conceder sesmarias das terras da capitania aos moradores dela que mas pedirem. Hey por bem fazer […] faço de conceder em nome de Sua Magestade aos ditos Isabel Da Sylva de Miranda e Antônio Mendes Valle seu genro por sesmaria meya legoa de terra em quadra que compreende a Fazenda e chamada da paciência de que os suplicantes são senhores e possuidores que conta de engenho em várias terras lavradias de matos, capoeiras, pastos, logradouros e vertentes; Cita no Caminho que vai de S. Antônio do Rio das Mortes Pequeno para Lagoa Verde Freguesia de Nossa Senhora do Pillar termo da Vila de São João Del Rey, Comarca do Rio das Mortes, dentro das mais confrontações acima mencionadas, fazendo pião [aonde pertencer: com declaração porém que serão obrigados dentro em um anno que se contará da data desta a demarcada judicialmente, sendo para efeito notificador […] com quem partir para alegarem e que foram bem de sua Justissa e eles devam tão bem aprovar, e cultivar a dita meya legoa de terra e parte dela dentro em dois anos, a qual nam compreendem ambas as margens de algum rio navegável porque […] de uma e outra banda delle a terra que bate para o veio publico dos passageiros e de huma das bandas junto a passagem do mesmo Rio se deixará livre meya legoa de terra em quadra para com a com […] pública e de quem […] a dita passagem e como determina a nova ordem de […] 14de Março de 1752. Preservando os leitos dos vezinhos com quem partir a referida meya legoa de terras da dita sesmaria suas bertentes e logradouros sem que eles com […] requeiram a própria de […] em prejuízo da mercê que faço aos suplicantes, […] nam impedirão a repartição dos descobrimentos de terras mineraes que […] hajão, ou […] nem os caminhos e serventias públicas que nelle o viver e pelo tempo […] pareça conveniente abrir para melhor utilidade do bem comum e possuirão a dita meya legoa de terra com condição de nella nam sucederam [relegioens?] por […] algum  acontecendo possui-la será com o encargo de pagarem dela Dízimos com o quaisquer seculares; e serão […] obrigados a mandar requerer a sua Magestado pelo seu Conselho Ultramarino confirmação desta Carta de Sesmaria entro em quatro anos que correrão da data desta, a qual lhes concedo salvo o direito régio e prejuízo de terceiro, e faltando ao referido não terá vigor e se julgará por divo lyta dita meya Legoa de terra dando-se a quem a denunciar, tudo na forma da ordem do dito […]. Pelo que mando ao ministro que fação dê posse aos suplicantes da referida meya Légoa de terra em quadra, compreendendo nella a Fazenda Chamada da Paciência de que os mesmos Supllicantes sam senhores e possuidores que consta de engenho com varias terras lavras de matos, capoeiras, pastos, logradouros e vertentes Citas no Caminho que vai de Santo Antonio do Rio das Mortes Pequeno para a lagoa Verde Freguesia de Nossa Senhora do Pillar, termo da villa de S. João de el Rey Comarca do Rio das Mortes feita primeiro a demarcação e notificação como nesta ordem de que se fará termo no Livro a que pertencer, [cabendo?] nas cosas destas para a […] a tempo como o referido na forma do Regimento. E por firmeza a de tudo que mandei passar esta Carta de Sesmaria em duas vias por mim assignada da Sellado com o Sello de minhas armas que se cumprirá inteiramente e como nella se contém, registrando nos livros de Sesmaria do governo, e onde mais ficar. Dada em Villa de Nossa Senhora do Pillar de Ouro Preto a sete de janeiro do anno de nascimento de nosso senhor Jesus Cristo de mil setecentos e cincoenta e sete. O Secretario José Cardoso  [Peleja?] a fez escrever = José Antônio Freire de Andrada.


Há um tempo atrás eu pedi uns registros de sesmarias no arquivo público mineiro. A moça mandou esse tutorial de pesquisa:

Prezada Vania, bom dia!

As Revistas do Arquivo Público Mineiro V. 1 e 2 de 1988 formam um catálogo com a relação das cartas de sesmaria que se encontram disponíveis em nosso acervo. As imagens da revista podem ser visualizadas na página do Sistema Integrado de Acesso ao Arquivo Público Mineiro (SIAAPM): 

http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/rapmdocs/viewcat.php?cid=754

http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/rapmdocs/viewcat.php?cid=756

Neste material é possível identificar o sesmeiro e o local em que as terras se localizavam. Caso o senhor tenha interesse em consultar o documento original, basta digitar a notação referente à sesmaria SC. 112 no campo palavra-chave e teclar “enter” ou clicar em “executar pesquisa”: 

http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/brtacervo/search.php

Daí @⁨Juliana Areias⁩ encontrei o registro da segunda sesmaria do Antônio Mendes Valle. Aqui: http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/acervo/docs/SC-112/23420.jpg

Na verdade e a sogra Isabel da Silva Miranda, chamava-se Fazenda da Paciência.

E recentemente @⁨Juliana Areias⁩ e @⁨Juca Jose Fernandes Da Cunha Gen Family Search Zeferina Maria De Jesus⁩ descobri que a sesmaria dos Cocaes foi distribuída ao Antônio Mendes Valle. E herdada pelos filhos e genros. Em uma ação de divisão de terras, mais antiga encontrada. Agora fico me perguntando, porque eles tinha duas sesmarias para tomar conta e foram atrás de uma terceira tão longe? As duas primeiras na região de São João Del Rei e São Tiago. Mas sabe o que acho estranho? Foram praticamente todos os filhos desse Antônio para o Triângulo Mineiro (Na verdade o José Mendes do Nascimento e as irmãs com os cunhados). Quem será que ficou com as outras? Teve um irmão que ficou para trás Joaquim Mendes Valle. Ele casou com uma irmã da Anastácia. Mas eu encontrei ele como agregado de um figurão histórico. Esse Joaquim batizou os filhos na Hermida do Ribeirão de Santo Antônio que pertencia ao Capitão Joaquim Pinto de Góis e Lara e Dona Ana Almeida e Silva. Esse Joaquim Pinto de Gois foi padrinho de vários filhos do Joaquim Mendes Valle. E em um dos registros menciona que ele era agregado do Joaquim Pinto de Góis. Não entendo quem ficou cuidando das outras duas. Juca acha que podem ter vendido? Eu vi nessa segunda sesmaria coloca obrigação de povoar, cultivar etc. Tem um marido de uma das filhas do Antonio Mendes Valle que era Capitão no Rio de Janeiro, mas ele era neto de judeu que foi processado pelo Santo Ofício

Esse Luis Antônio e o pai eram capitão. Eu achei interessante, mesmo sendo descendentes de judeus terem patente militar. E esse Luis Antônio de Miranda era Capitão e Ajudante do Governo de Minas Gerais. Constou na certidão de óbito dele. E isso não ter interferido nas questões das terras. O pai desse (Luis Antônio de Miranda era Capitão e Ajudante do Governo de Minas Gerais. ) estavam em uma guerra na divisa com Paraguai.  Será que o capitão Ignácio era isso? Ainda era misturado com os Furtado de Mendonça. (ver imagem do documento abaixo).

Juca explica que patente da guarda só eram dadas aos grandes proprietários de terra. Com a terra, vinha praticamente a patente para lhes dar autoridade de protegerem a região. A Guarda Nacional só começa a se profissionalizar na época da Guerra do Paraguai onde são convocados a liderarem tropas , feitas de seus próprios escravos. Juca diz que de Patrocínio foram nomeados 12 ou 14 para a Guarda Nacional . Só depois da Guerra do Paraguai o Brasil passa a ter um exército , um corpo militar de verdade, treinado propriamente dito. 

JOSÉ CÂNDIDO FERREIRA & MARIA ALVES DE SOUZA

(Meus Tetravós. Pais de Maria de Souza Soares.)

Pesquisado por Adeilson Batista, Josi Baggio e Juliana Areias.

José Cândido Ferreira (José Cândido da Cunha) nasceu em 1835 e faleceu em 18/8/1886 em Patrocínio-MG, filho de José Ferreira da Cunha e Anna Ritta de Jesus . Como os livros de batismo, casamento e óbito da Paróquia de Patrocínio, só começam em 1842 e mesmo depois dessa data muitos livros foram perdidos e danificados, não temos ainda uma certidão de batismo ou casamento em si que prove os nomes dos pais de José Cândido Ferreira, mas graças ao pesquisador Adeilson Batista e sua pesquisa de inventários e divisões de terras em Patrocínio sabemos que:

  • José Cândido era neto de José Vieira da Motta e Mariana da Cunha Ferreira, pois no inventário e processo de divisão de terras da Fazenda Cocaes da sua Tia Joaquina Maria de Jesus em 1861 em Patrocínio, ele vem citado como um dos sobrinhos herdeiros. As famílias Vieira Cunha /Cunha Ferreira /Vieira da Motta  estão ligadas à do Major Antônio Alves de Souza Soares, pelo casamento da irmã do Major, chamada Anna Joaquina Rosa casada com Antonio Vieira da Cunha, filho de José Vieira da Motta e Mariana da Cunha Ferreira – que tem ligação com os Vieira Guimarães dos primos genéticos Letícia Ilua Guimarães ( neta do João Batista Guimarães) , Robson Guimarães e Osvaldo Vieira Guimarães – e também tem conexão com os  Mendes do Nascimento /Mendes do Vale ( Val / Valle ) e Rosa que são os ancestrais do João Mendes de Miranda, meu tataravô, casado com Maria de Souza Soares em 21/6/1886, filho de Antônio Mendes do Val e Maria Cândida de Jesus. (ver abaixo Anna Rosa de Jesus casada com Francisco Vieira da Motta, filho de Manoel Vieira da Motta e de Maria Rosa do Carmo). Enfim um grande emaranhado de famílias.
  • Inventário de José Ferreira da Cunha casado com Anna Ritta de Jesus em 1852. No inventário não se diz os nomes dos pais do falecido, mas no seu assento de óbito sim. No inventário, um dos filhos se chama José Cândido da Cunha, com 17 anos, solteiro em 1852, logo nascido em 1835, idade confere com meu tetravô José Cândido Ferreira, como passou a assinar quando adulto. No mesmo inventário se diz que em 1858 José Cândido já estava casado, dado também confere com a informação do nascimento do primeiro filho do meu tetravô José Cândido Ferreira, cujo primeiro filho nasceu em 1856. No mesmo inventário também se diz que o tutor de órfãos do José Cândido da Cunha e seus outros irmãos ainda menores de 18 anos em 1852 (José Cândido da Cunha, Francisco Ferreira da Cunha, Cândida, Joaquina e Justina), foi seu cunhado José Rosa da Cunha casado com sua irmã Ana Luiza de Jesus.
  • Existe um processo amigável de divisão de terras no acervo do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, datado de 3/6/1885 em Patrocínio TJMG 048116043349-8, (ver abaixo o processo) cujos os autores são os mesmos casais: José da Rosa Cunha cc Anna Luiza de Jesus, (genro e irmã de José Cândido Ferreira) , José Cândido Ferreira cc Maria Alves de Souza, (meus tetravós) e Joaquim Antunes de Carvalho cc Rosaria Maria de Jesus.

Ainda sim, listo aqui os outros filhos de José Vieira da Motta e Mariana Ferreira da Cunha e porque poderiam também ser ou não o pai do meu tetravô José Cândido Ferreira.

Dos filhos homens candidatos a pai de José Cândido Ferreira temos:

  • João Vieira da Motta *1804 cc Maria, filhos até agora conhecidos : José Vieira da Motta, João, Luciano Vieira da Motta, Maria Vieira da Motta.
  • José Ferreira da Cunha cc Anna Ritta de Jesus. Filhos até agora conhecidos ( ver inventário de José Ferreira da Cunha : Ana Luiza de Jesus, Maria Justina de Jesus, Jerônimo Jose da Rosa, JOSÉ CÂNDIDO DA CUNHA ( 17 anos em 1852 logo nascido em 1835, confere, talvez seja meu tetravô José Cândido Ferreira cc Maria Alves de Souza), Francisco Ferreira da Cunha, Cândida, Joaquina, Justina. Observação importante: No Family Search vem listado erroneamente como filho de José Vieira da Motta e Marianna da Cunha Ferreira, um outro José Vieira da Motta Jr casado com Rita Maria da Conceição com os seguintes filhos: Pedro Vieira da Motta, Beraldo Vieira da Motta. Como os filhos não correspondem, parece se tratar de dois casais diferentes. A menos que José tenha se casado duas vezes, o que não consta em seu inventário.)
  • Silvério Vieira da Motta *1807 cc Justina Soares de Azevedo. Filhos até agora conhecidos : Nenhum ainda.
  • Antonio Vieira da Cunha *1817-1859 cc Ana Joaquina de Jesus. Filhos até agora conhecidos : Ana Joaquina Rosa (filha), Antônio Joaquim Vieira (Ribeiro / Cunha), Joaquim Antonio Ribeiro, José Antonio Ribeiro, Eduardo Antonio Ribeiro, Elidio ( morreu com 12 anos), Limirio Antônio Ribeiro. ( Ver o inventário de Antonio Vieira da Cunha ).

Obs: Embora Antônio Vieira da Cunha cc Ana Joaquina da Rosa ( Irmã do Major Antonio Alves de Souza Soares) , tenham um filho chamado José, verifiquei o inventário todo do Antônio cujo curador de menores é o próprio Major, e parece não ser o mesmo, pois quando adulto passa a assinar como José Antônio Ribeiro.

  • Francisco Vieira da Motta *?-1859cc Joanna Joaquina de Jesus . Filhos até agora conhecidos : Antônio Vieira da Motta (sem certeza se esse Francisco é filho de Jose Vieira da Motta cc Marcellina da Cunha Ferreira).
  • Francisco Vieira da Motta *? cc Marcellina Maria de Jesus. Filhos até agora conhecidos : José Vieira Motta, Maria Cândida de Jesus ( minha tetravô cc Antonio Mendes do Nascimento), Manoel Vieira da Motta , Fortunato Vieira da Motta, Jerônimo José da Rosa, José Luis Vieira. ( mais correto, ver testamento de Bernardo Vieira da Motta).

 Maria Alves de Souza, nasceu em torno de 1838 (já que tinha 48 anos em 18/8/1886, data do inventário de seu marido). Parece que Maria Alves de Souza ainda estava viva em 27/9/1897, data do inventário do Jose Luis Vieira ( irmao da minha tetravó Maria Candida de Jesus), onde se diz: “15 – Maria dos Anjos de Jesus (19) casou em 10/06/1893 com Eugênio Soares Ferreira filho de José Candido Ferreira já falecido e Maria Alves de Souza. Casou em 2ª núpcias com Anastácio Moreira dos Santos filho de João Moreira dos Santos e Anna Francisca Conceição.

Segundo as pistas e documentos encontrados até agora, não sabemos os pais de Maria Alves de Souza ainda. Existem inúmeras possibilidades:

Hipótese 1 – Maria Alves de Souza pode ser filha de Senhorinha Alves de Jesus ( Senhorinha Bárbara de Souza) uma das irmãs do Major Antônio Alves de Souza Ribeiro ( Alves Ribeiro / Ribeiro Britto), família de São João del Rei, cujo alguns dos irmãos vieram para Patrocínio. Mais documentos precisam ser localizados, mas se essa teoria estiver certa, Maria Alves de Souza ( Maria Alves de Jesus) nasceu em 16/9/1838 em Patrocínio e foi batizada em 21/9/1838 na Matriz de Nossa Senhora do Desterro, filha de Joaquim Matheus Silva, (lavrador e morador da Fazenda Estivo) e de Senhorinha Alves de Jesus. Padrinhos João Dias Alves e Ignácia Maria de Jesus.

Já sabemos com certeza que não foi filha legítima nem do Major Antônio Alves de Souza Ribeiro e nem de sua irmão Ana Joaquina Rosa.  Também não encontrei em Sacramento nenhum assento de Batismo de nenhuma Maria como filha de Maria Quitéria.

Maria Alves de Souza ( Maria Alves de Jesus) claramente está relacionada a família do Major Antônio Alves de Souza Soares (Alves Ribeiro quando jovem) e sua irmã Ana Joaquina Rosa (cc Antonio Vieira da Cunha ) que aparecem respectivamente como testemunha de casamento e madrinha de batismo de descendentes dela.

Além desses indícios documentais, eu compartilho DNA com um descendente dos Ribeiro de Britto (o primo Adriano Afonso) e com um primo chamado Alexandre Bernardes de Oliveira, que descende em linha direta de uma das tias do Major, irmã de sua mãe Sancha Úrsula Alves de Souza, chamada, Anna Mafalda Alves de Souza que é pentavó do Alexandre. Sancha Úrsula e Anna Mafalfa, ambas filhas de João Alves Antunes e Maria Caetana Ermelinda de Souza.

Sabemos pelos testamentos do filho homônimo do Major e pelos testamentos de Ana Joaquina Rosa e seu marido, que eles não tiveram nenhuma filha chamada Maria. Já que não é  filha legítima nem do Major Antonio Alves de Souza Soares (cc Thereza Thomazia de Jesus) e nem da irmã do Major Ana Joaquina Rosa (cc Antônio Vieira da Cunha). Poder ser filha de algum dos outros irmãos do Major.

Outras possibilidade de quem foram os pais de minha tetravó Maria Alves de Souza:

2) A irma mais velha do Major, chamada Maria Quiteria nascida em torno de 1809, no inventário do pai deles, o Tenente João Lourenco Ribeiro Brito cc Sancha Ursula Alves de Souza de 1835 em São João del Rei, se diz que tinha 25 anos ( logo nascida em 1809-1810) morando em Patrocínio, Aplicação Villa de Araxá ( e não diz nome de nenhum esposo. Já para a irmã mais nova, Ana Joaquina Rosa se diz que estava também em Patrocínio e já casada com Antonio Vieira da Cunha.) Teria Maria Quiteria saído de São João Del Rei para Patrocínio para ter uma filha natural? Em 1835 no inventário do pai, estranhamente não se declara se ela era casada ou solteira, apenas se diz que estava morando em outra cidade, em Patrocínio e que tinha 25 anos. Nesse período, era incomum uma mulher de 25 anos nao estar ainda casada. Talvez tivesse ido para outra cidade para manter a gravidez em segredo? Nos assentos de batismo de Sacramento (Patrocínio) desponíveis online no Family Search, pesquisei os batismos entre 1836 a 1839 e não encontrei nenhuma Maria Quitéria como mãe de nenhuma Maria. Não é impossível que a criança fosse registrada omitindo os verdadeiros nomes da mãe e do pai.

Em abril de 2023, recebi notícias por email do pesquisador Paulo Junior da Silva Camilette, sobre Maria Quitéria e seu casamento entre provavelmente 1840 e 1843 (ano de nascimento da sua filha Belmira, da qual descende a irmã do Paulo), com um primo de primeiro grau dela chamado Antônio Gregório Ribeiro de Brito. Pode ser que tenham se casado antes disso também. Pelas datas, ainda não se descarta a possibilidade de Maria Quitéria já estar noiva ou casada com ele quando estava em 1835 ou também Maria Quitéria ter ido para Patrocínio, por causa de algum escândalo de família, tentando encobrir uma gravidez e tendo uma filha de nome Maria, que talvez não tenha sido registrada em seu nome, talvez tenha deixado a filha com seu irmão que também estava lá em 1835 e que passa a se auto-denominar Major Antonio Alves de Souza Soares (estranhamente abrindo mão do sobrenome do pai João Lourenço Ribeiro Brito e usando o da sua mãe Sancha Úrsula Alves de Souza). Em princípio quando descobri a mundança do nome do Major, tinha levantado apenas as hipóteses de que essas mundanças aleatórias eram comuns ou que talvez tivesse alguma causa econômica a mudança de cidade (para cuidar das terras da família) ou criminal a mudança de nome, (fugindo de alguma emboscada, morte, etc), mas não tinha pensado ainda em uma razão de escândalo de família, briga com seu pai por algum motivo, tipo incesto do pai com a filha Maria Quitéria. Essa hipótese me veio a mente agora em novembro de 2025, após assistir ao filme Manas da diretora e escritora Mariana Brennand Fortes, que alerta sobre a prática ainda atual na Amazônia de pais violentarem sexualmente as próprias filhas, retratada no filme. Pode também não ser nada disso e apenas no inventário do pai terem esquecido de mencinar que ela já era casada ou noiva. Obviamente, não se tem base documental ainda para afirmar ou descartar nenhuma dessas hipóteses – sendo necessário localizar a certidão de batismo e de casamento de minha tetravó Maria Alves de Souza, nascida provavelmente em 1838, calculando pela a sua idade descrita no inventário do seu marido José Candido Ferreira (da Cunha). Como os batismos dos dois primeiros filhos de Maria e José – chamados Antonio Ferreira Candido e Quirino Ferreira Soares nao se encontra em Patrocínio, o primo Juca diz que poderiam estar em São Francisco de Paula, ou Formiga, localização onde há grande núcleo dos Ferreira da Cunha. Registros dos filhos em Patrocínio começam apenas apartir da minha trisavó Maria de Souza Soares, terceira filha do casal, batizada em Patrocínio em 6 de outubro de 1860. Para a hipótese menos dramática de minha tetravó ser filha de Maria Quitéria com seu marido-primo Antônio Gregório Ribeiro Brito, coincide dela ter nomeado seu primeiro filho como Antônio e primeira filha Maria. Eis a questão, terá o primeiro filho do casal Maria Alves de Souza e José Candido Ferreira (Cunha) ter sido nomeado Antônio em homenagem ao pai dela (Antonio Gregorio Ribeiro Brito ou Antonio Alves de Souza Soares ou não) e a primeira filha Maria de Souza Soares nomeada Maria em homenagem a mãe e avó, ou não).

Abaixo mensagem original do Paulo Júnior da Silva Camilette, sobre o casamento de Maria Quitéria entre 1840-1843 com seu primo de primeiro grau Antônio Gregório Ribeiro de Britto, ele filho de Lourenço Ribeiro de Brito e de Esmeria Clara de Santa Rosa, ela filha de João Lourenço Ribeiro de Brito e de Sanha Ursula Alves de Souza. Portanto Lourenco e João Lourenço, ambos irmãos, filhos de Lourenço Ribeiro de Brito e Quitéria Correia de Almeida. Sancha Ursula filha de Tenente joáo Alves Antunes e de Maria Caetana Hermelinda de Souza.

Paulo Junior da Silva Camilette – email de 19 de abril de 2023

“Boa noite, Juliana!

No seu caso deve ser manhã ou tarde ainda.

Me chamo Paulo, ( Paulo Junior da Silva Camilette), moro no estado do Espirito Santo, no Brasil. Esta pesquisando os ancestrais da minha irmã e me deparei com o seu blog.

Vi que escreveu sobre a MariaQuitéria, filha do João Lourenço Ribeiro de Brito e Sancha Úrsula.

Ela se casou com o primo Antônio Gregório Ribeiro de Brito e foram para o Estado do Rio de Janeiro. Em 1856 Antônio Gregório é fazendeiro em Maricá, RJ. Duas de suas filhas Jesuína Maria das Dores e Belmira Maria das Dores, se casam em Miracema, RJ.

As duas se casaram com o mesmo homem, Jesuína, primeira esposa, após seu falecimento, Belmira, como segunda esposa.

Antônio Gregório e MariaQuitéria devem ter se casado por volta de 1840, pouco mais ou menos, pois Belmira se casa com 26 anos em 1871, em Miracema.

Belmira e o esposo, Manuel do Vale Figueiredo, são ascendentes da minha irmã.”

Ela se casou com o primo Antônio Gregório Ribeiro de Brito e foram para o Estado do Rio de Janeiro. Em 1856 Antônio Gregório é fazendeiro em Maricá, RJ. Duas de suas filhas Jesuína Maria das Dores e Belmira Maria das Dores, se casam em Miracema, RJ.

As duas se casaram com o mesmo homem, Jesuína, primeira esposa, após seu falecimento, Belmira, como segunda esposa.

Antônio Gregório e Maria Quitéria devem ter se casado por volta de 1840, pouco mais ou menos, pois Belmira se casa com 26 anos em 1871, em Miracema.

Belmira e o esposo, Manuel do Vale Figueiredo, são ascendentes da minha irmã.

Eu comecei a lançar os dados que eu tenho no FamilySearch.

Eu encontrei uma escritura de terras onde o Antônio Gregório Ribeiro de Brito (G6FP-SSK) aparece como vendedor.

No e-mail anterior informei que eles estariam em Maricá, RJ, mas na verdade é Nossa Senhora do Amparo, freguesia que pertencia a Barra Mansa, RJ, creio que seja o bairro que hoje se chama Nossa Senhora do Amparo, as filhas teriam sido batizadas lá, por volta da década de 1840.”

Revendo as informacoes agora em 25 de novembro de 2025 no perfil do marido-primo da Maria Quiteria – Antonio Gregorio Ribeiro de Brito, https://www.familysearch.org/en/tree/pedigree/landscape/G6FP-SSK , observo que ainda não aparece lá nenhuma documento de nascimento, casamento e morte nem dele e nem da Maria Quiteria. Preciamos localizar esses documentos. Continuo aqui tentando juntar o quebra cabeça.  Onde teriam se casado e falecido? Por que Maria Quiteria, não declarada como casada em 1835 aos 25 anos teria saído de São João Del Rey, indo parar primeiro em Patrocínio no Triângulo Mineiro estando ja lá em 1835 como diz o testamento de seu pai. ( Será que foi para Goiás tambem, em Santa Luzia nessa época?) e depois veio a se casar provavelmente somente entre 1840- 1843, ou seja com 30 anos ou mais, incomum para a época, com seu primo Antonio Ribeiro de Brito e vão para Nossa Senhora do Amparo (Barra Mansa-RJ) onde talvez foram batizadas suas filhas  Jesuína Maria das Dores e Belmira Maria das Dores (ascendente da meia-irmã do Paulo, segundo ele, ambas que se casaram com o mesmo homem, como você me contou. Entretanto no Family Search atual de 21 de novembro de 2025, estão listadas como filhas do casal apenas Belmira Maria das Dores, e Mathildes Antonia de Paula (nascida em 1843). Jesuina não está atualmente lá, por que será?  Se a meia-irmã – do Paulo que descende de Maria Quiteria, via Belmira – já tiver feito teste de DNA e colocado no Gedmatch, poderei ver se ela tem DNA compartilhado comigo e com meu pai. Mandei email para o Paulo, para ver se conseguimos fazer isso.

Documento de venda de terras do Antonio Gregorio Ribeiro de Britto

Em nova mensagem Paulo informa:

Seguem as últimas atualizações sobre a pesquisa, focando nas ramificações que envolvem Maria Quitéria e Antônio Gregório:

Maria Quitéria e Antônio Gregório

  • Registros de Nascimento/Casamento/Óbito:Infelizmente, não foram encontrados registros diretos de nascimento, casamento ou óbito do casal até o momento.
  • Documento Encontrado (Processo RJ):
    • Foi localizado um processo no Rio de Janeiro onde Maria Quitéria Ribeiro de Almeida deixa uma escravizada para sua sobrinha, Maria Quitéria (filha de seu irmão, Tenente João Lourenço Ribeiro Britto).
    • Este documento de doação foi lavrado em São João d’El Rei e juntado ao processo do RJ.
    • Link:https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:3Q9M-C3SX-PS35-2?lang=pt&i=1567
  • Correção de Localização: A cidade “Patrocínio” referida nos documentos não é Patrocínio (Triângulo Mineiro), mas sim Patrocínio do Muriaé, que faz divisa com o RJ e fica mais próximo de Santo Antônio de Pádua/RJ (local da fazenda da família).
  • Hipótese de Instalação: Acredito que o casal não tenha se instalado em Nossa Senhora do Amparo (freguesia de Barra Mansa), mas sim nas proximidades de Miracema. Na época, Miracema pertencia a Santo Antônio de Pádua e pode ter sido servida pelo pároco de N. Sra. do Amparo.

Casamentos de Manoel do Valle Figueiredo

  • Batismos das Filhas: Os batismos das filhas de Manoel não são uma suposição, mas sim o que consta nos registros de casamento delas, realizados em Miracema (na época, Freguesia de Santo Antônio dos Brotos).
  • Alerta sobre o FamilySearch: Peço que confira o perfil de Manoel do Valle Figueiredo. As informações sobre os dois casamentos estão desfeitas. Houve alteração no perfil por outro usuário, o que pode ocorrer no FamilySearch.

Quanto ao exame de DNA, infelizmente minha irmão não o fez, apenas eu, minha mãe e meu pai, já que este ramo é da parte paterna dela nenhum dos exames lhe será útil.

Ressalto também que há um documento em que a Maria aparece como Maria Alves de Souza Soares, assim como o Tenente Antônio, possivelmente ela é desta mesma família, estavam em Patrocínio do Muriaé, mas ainda não identifiquei a que ramo ela pertence.

Atenciosamente,

Paulo Junior da Silva Camilette

E lhe respondo:

Olá Paulo, 

Que alegria em conversar com você novamente, super obrigada pela resposta e todas as informações e link para esse documento da doação feita a sua sobrinha também. Tudo realmente muito interessante. Você poderia por favor me enviar também o link ou PDF desse outro documento que mencionou onde Maria aparece como Maria Alves de Souza Soares? 

Embora a existência dessa outra localidade chamada Patrocínio do Muriaé, na divisa com o Rio de Janeiro próximo a Santo Antônio de Pádua possa criar a confusão aumentando ainda mais o mistério, pelo inventário do pai do Maria Quitéria, não resta dúvida de que em 1835 os 3 irmãos Maria Quitéria, Antônio e Ana Joaquina Rosa estavam em Patrocínio do Triângulo Mineiro, pois a localidade onde estavam vem descrita dessa forma- ” morador(a) na Aplicação do Arraial do Patrocínio pertencente a vila do Araxá”. Araxá pertence ao Triângulo Mineiro. Talvez os três tenham ido para lá impulsionados pela irmã Ana Joaquina Rosa que já era casada com Antonio Vieira da Cunha, filho de José Vieira da Motta e Mariana da Cunha Ferreira – famílias de São João del Rey que tinham terras em Patrocínio e lá deixaram grande descendência, incluindo a minha que descendo também dos pais do Anotnio Viera da Cunha. pois minha trisavó Maria de Souza Soares (nascida em 6/10/1860 em Patrocínio-MG) era justamente filha de José Candido Ferreira da Cunha (sobrinho do Antonio Vieira da Cunha acima) e da minha misteriosa Maria Alves de Souza (nascida em 1838 ou 1839, não sei onde ainda, mas sei que não foi em Patrocínio e que ainda estava viva em 18/8/1886).  Todos esses documentos, inventários, transcrições e informações estão recolhidos nessa página – https://tinosgen.com/branches/juliana-areias/paternal-a-corrida-do-ouro-em-minas-gerais-e-o-conto-do-vigario-em-goias-mendes-do-val-souza-soares-affonseca-e-silva-e-teixeira-alvares/

Não me recordo se conversamos em detalhe há dois anos atrás, mas nessa página, demonstro como constantemente o Major Antonio Alves de Souza Soares ( que deixa de usar o sobrenome Ribeiro Brito do pai e vira figura importante em Patrocinio-MG) , Anna Joaquina e também Sancha Úrsula ( não sei se a avó ou prima homônima, filha da Ana Joaquina), aparecem em vários documentos relacionados a minha ancestral Maria Alves de Souza, como padrinhos e testemunhas de casamentos de descendentes dela. Por isso a desconfiança de que talvez fosse uma filha mais velha da Maria Quitéria, que sabemos passou por lá e depois, desapareceu de lá, se casando com  seu primo Antonio Gregorio Ribeiro e Brito, https://www.familysearch.org/en/tree/pedigree/landscape/G6FP-SSK como você me informou há dois anos atrás. 

O fato de você também ainda não conseguido encontrar as certidões de nascimento, casamento ou óbito do casal, como também ainda não o batismo das filhas, significa que ainda não encontramos a localidade correta desses registros, mas interessante essas sua observações:

  • Hipótese de Instalação: Acredito que o casal não tenha se instalado em Nossa Senhora do Amparo (freguesia de Barra Mansa), mas sim nas proximidades de Miracema. Na época, Miracema pertencia a Santo Antônio de Pádua e pode ter sido servida pelo pároco de N. Sra. do Amparo.

Casamentos de Manoel do Valle Figueiredo

  • Batismos das Filhas: Os batismos das filhas de Manoel não são uma suposição, mas sim o que consta nos registros de casamento delas, realizados em Miracema (na época, Freguesia de Santo Antônio dos Brotos).
  • Alerta sobre o FamilySearch: Peço que confira o perfil de Manoel do Valle Figueiredo. As informações sobre os dois casamentos estão desfeitas. Houve alteração no perfil por outro usuário, o que pode ocorrer no FamilySearch.

Pergunta, você sabe se o Family Search já tem disponível esses assentos de batismo de Miracema ( Santo Antônio de Brotos), você já fez alguma busca neles?

Uma outra hipótese seria ver ao redor de São Francisco de Paula e de Oliveira, onde os Ferreira da Cunha passaram antes de chegar a Patrocinio. 

Pesquisando o nome apenas de Antonio Gregorio, descobri que em 1824, ele se encontrava registrando filhos naturais que teve um uma escravizada chamada Hermenegilda em São Thiago del Rey, Izaias, Ananias, provavelmente antes do casamento com sua prima Maria Quiteria.

Super obrigada novamente por compartilhar comigo todos esses dados, pistas e documentos! Espero que aos poucos a gente consiga ir montando esse quebra-cabeça!

Grande abraço aqui da terra dos cangurus,

Ju : )

Enquanto averiguamos se o casal de primos Maria Quitéria Ribeiro de Almeida casada com Antônio Gregório Ribeiro de Brito seriam ou não os pais da minha Maria Alves de Souza, vão outras pistas e documentos encontrados sobre esse casal até agora.

Filhos de Antônio Gregório Ribeiro de Britto e Maria Quitéria Ribeiro de Almeida – Talvez Maria Alves de Souza (nascida em 1838, provavelmente no Estado de Minas Gerais, local não sabido cc José Candido Ferreira) e demais provavelmente nascidas já no Estado do Rio de Janeiro – Belmira Maria das Dores (1840-1902, cc Manoel do Valle Figueiredo – filhos nascidos em Miracema-RJ), Jesuína Maria de Jesus (1842 cc ) e Mathildes Antonia de Paula (1843 cc Carmini Giuseppe Maria di Martino).

Fato é que provavelmente antes de se casar com sua prima Maria Quitéria Ribeiro de Almeida, Antônio Gregório Ribeiro Britto vem citado em ao menos dois registros de dois filhos naturais de sua escravizada chamada Hermenegilda – Izaias e Ananias – ambos registrados e 26 de Julho de 1824 na Capela de São thiago, em São João del Rei, Nossa Senhora do Pilar. O que pode indicar que nesse ano de 1824 ele estava ainda em São João del Rei e não no Estado do Rio de Janeiro.

Batismos de São João del Rei-MG, Nossa Senhora do Pilar – livro

3) Alguma possibilidade da minha tetravô ser filha natural/ ilegitima do próprio Major ou de sua irma Ana Joaquina Rosa também?

4) Ou filha de algum dos outros irmãos do Major? Além de Maria Quitéria e Ana Joaquina Rosa, o Major Antônio Alves de Souza Soares (Ribeiro de Britto) teve os seguintes irmãos: João Lourenço Ribeiro Brito Jr, Gertrudes Felizarda, José Lourenço Ribeiro , Senhorinha Bárbara de Souza ( Senhorinha Alvares) , Joaquim Ribeiro Brito (ou Joaquim Alves de Souza Soares nascido em 25/4/1824) e Manuel Ribeiro Brito.  Nos assentos de batismo de Sacramento (Patrocínio) desponíveis online no Family Search, pesquisei os batismos entre 1836 a 1839 encontrei uma Maria, branca,  batizada em 21/9/1838, nascida em 16/9/1838 filha de Joaquim Matheus Silva e Senhorinha Alves de Jesus. Padrinhos: João de Dias Alves e Ignácia Maria de Jesus. Será essa Senhorinha Maria de Jesus , a mesma, irmã do Major?

5) Pode ser também que não esteja ligada a familia do Major.

Ver abaixo capítulo Mistérios da Família Ribeiro Brito / Alves de Souza Soares.

O primo e pesquisador Jose Aluísio Botelho também acredita que  minha trisavó Maria de Souza Soares, filha de Maria Alves de Souza, deve descender da Família Souza Soares de Patrocínio. Mas adverte que é importante não confundir com outra família diferente de lá chamada Soares Souza.

Encontrei em 2019 a transcrição feita pelo pesquisador Adeilson Batista do   inventário do delegado e Coronel Antonio Alves de Souza Soares em Patrocínio, Minas Gerais em 1910, o filho que tem o mesmo nome  do pai o Major Antonio Alves de Souza Soares, que pode ser parente da nossa Maria de Souza Soares.

ORDEM DOS FILHOS
DE JOSÉ CÂNDIDO FERREIRA & MARIA ALVES DE SOUZA

No inventário de José Cândido Ferreira falecido em 18/8/1886 em Patrocínio, marido de Maria Alves de Souza, consta os seguintes dados e filhos:

Viúva: Maria Alves de Souza de 48 anos.

Filhos:

  1. Antônio Ferreira Cândido *1856, 30 anos cc Maria Ignacia de Jesus. (Batismo não localizado em Patrocínio e nem em Dores do Indaiá).
  2. Quirino Ferreira Soares*1858, 28 anos  cc Praxedes de Jesus Ferreira da Cunha, (Batismo não localizado em Patrocínio e nem em Dores do Indaiá). Inventário do casal se encontra no TJMG distribuição 30/4/1942 (ver documento abaixo). Tiveram seis filhos – Emiliana/ Emilia Ferreira da Cunha, Virginia Ferreira da Cunha, Germano Ferreira da Cunha, João Guirino Ferreira, Célio Ferreira Soares e Maria Ferreira Soares (mãe de Melchiades Pio Ferreira, José Ferreira da Cunha, Alcina Maria de Jesus e Isaura Maria de Jesus). Quirino morreu em 1929 em Patrocínio (ou Iraí de Minas) e sua esposa Praxedes em 1935. (segundo consta nesse inventario realizado em 1942).
  3. Maria de Souza Soares *6/10/1860, 26 anos cc João Mendes de Miranda. Os padrinhos de batismo da minha tataravó Maria de Souza Soares em 6/11/1860 em Patrocínio-MG foram Antonio Joaquim Rodrigues e Maria Antonia da Apresentação. Maria de Souza Soares, casou-se pela primeira vez com seu primo direto Baldoino Vieira da Cunha e quando viuva de Baldoíno, casou-se pela segunda vez em 21 de julho de 1886 em Patrocínio-MG,  com João Mendes de Miranda, filho de Antonio Mendes do Nascimento do Valle ( do Val) e Maria Cândida de Jesus.
  4. João Soares Ferreira *11/7/1862, 24 anos cc Vitalina Maria da Cunha filha de Justino Ferreira da Cunha e Maria Máxima de Jesus. Os padrinhos do João em 27/7/1862 em Patrocínio-MG,  foram Baldoíno Afonso da Silva e Sancha Ursula de Souza (filha ou mãe do Major Antonio Alves de Souza Soares, ambas possuem o mesmo nome). Talvez esse João Soares Ferreira seja o mesmo João Ferreira Soares casado com Vitalina Maria da Cunha, pais de Josia Ferreira da Cunha que em 20/10/1890 em Patrocínio casa com Áurea Perpetua de Jesus, filha de Limírio Ferreira da Cunha e Maria Apolonária de Jesus. (Assento de casamento da Paróquia de Nossa Senhora de Patrocínio pesquisado por Adeilson Batista).
  5. Anna Alves de Souza *14/10/1864, 23 anos cc Limirio Ferreira da Cunha. Os padrinhos de batismo da Anna em 10/1/1863 em Patrocínio-MG foram Francisco Ferreira da Cunha e Anna Joaquina Roza (filha da Sancha Ursula de Souza e irmã do Major Antonio Alves de Souza Soares)
  6. José Soares Ferreira *31/7/1865, 21 anos, casado. Os padrinhos de batismo do José em 3/9/1865 foram Joaquim Gonçalves Torres e Dona Sancha Ursula de Souza (novamente uma delas, filha ou mãe do Major Antonio Alves de Souza Soares, ambas possuem o mesmo nome). No inventário de Etelvina Maria do Nascimento em 2/5/1893, José Soares Ferreira aparece como inventariante e cunhado da falecida, casado com Maria Carolina do Nascimento *1862. (ver baixo o inventário). Encontrei em Romaria, Nossa Senhora da Abadia, em 24/2/1901, um batismo de Elenterio, filho de Jose Soares Ferreira e de Maria Carolina de Jesus, padrinhos Vigilato Vieira dos Santos e Isolina Leonarda de Jesus.
Bat ELENTERIO f. Jose Soares Ferreira e Maria Carolina de Jesus

7. Luiza Cândido Ferreira *18/12/1867, 19 anos, cc João Gomes de Aguiar. Os padrinhos de batismo de Luiza em 22/7/1867 em Patrocínio-MG foram Antonio Soares Ribeiro e Anna Jacintha de Jezus.

8. Cândida Cândido Ferreira, 18 anos *1868  casada com Honório Vieira da Cunha. (Batismo não localizado em Patrocínio-MG),

9. Eugênio Baptista Ferreira /Eugênio Soares Ferreira *1870- 16 anos,  cc em 10/6/1893 Maria dos Anjos de Jesus,  filha de Jose Luiz Mendes ou Vieira (irmão da minha tetravó Maria Cândida de Jesus) e Maria Perpétua de Jesus. (ver inventário de José Luiz Vieira).(Batismo não localizado em Patrocínio). Ainda vivo em 1897 ( fonte : inventário do Jose Luiz Vieira).

10. Augusto *1873, 13 anos. (Batismo não localizado em Patrocínio-MG).

TRANSCRIÇÃO DOS BATISMOS DOS FILHOS DE JOSÉ CÂNDIDO FERREIRA & MARIA ALVES DE SOUZA

TRANSCRIÇÃO DO BATISMO DE MARIA DE SOUZA SOARES – Patrocínio-MG, *6/10/1860

pelo pesquisador Adeilson Batista

“Aos seis dias do mez de Novembro de mil oitocentos e secenta nesta Freguezia de Nossa Senhora do Patrocínio Bispado de Goyas e Provincia de Minas Geraes, compareceo José Cândido Ferreira lavrador morador na Fasenda de Santo Antonio e deo parte que ahi no dia seis de Outubro teve lugar o nascimento de Maria filha legitima do declarante e sua mulher Maria Alves de Souza a sobre dita Inocente foi solenemente Baptisada pelo Reverendo Coadjutor Antonio Felippe da Silveira forão Padrinhos Antonio Joaquim Rodrigues e Maria Antonia da Apresentação moradores nesta Freguesia e para Constar faço este que assigno.

Vigario Jozé Ferreira Estrella. “

TRANSCRIÇÃO DO BATISMO DE JOÃO (irmão de Maria de Souza Soares) Patrocínio, *11/7/1862

pelo pesquisador Adeilson Batista

“Aos vinte sete dias do mez de Julho de mil oitocentos e secenta e dois nesta Freguesia de Nov Senhora do Patrocínio Bispado de Goyas e Provincia de Minas Geraes, compareceo Jozé Cândido Ferreira lavrador morador em Santo Antonio e deo parte que ahi no dia onze teve lugar o nascimento de João filho legitimo do declarante e sua mulher Maria Alves de Souza o sobre dito Inocente foi por mim solenemente Baptisado e forão Padrinhos Baldoino Afonso da Silva e Sanxa Urcula de Souza (Sancha Ursula de Souza) e para constar faço este que me ssigno.

Coadj.or Antonio Fellipe da Silveira.”

TRANSCRIÇÃO DO BATISMO DE ANNA (irmã de Maria de Souza Soares) – Patrocínio-MG *14/10/1864 – pelo pesquisador Adeilson Batista

“Aos dez dias do mez de Janeiro de mil oitocentos e secenta e quatro nesta Freguesia de Nossa Senhora do Patrocínio Bispado de Goyas e Provincia de Minas Geraes Baptisei solenemente a Anna nascida a quatorse de Outubro filha legitima de Jozé Cândido Ferreira e Anna Joaquim Raza (*erro deveria ser Maria Alves de Souza) moradores em Santo Antonio nesta Freguesia forão Padrinhos Francisco Ferreira da Cunha e Anna Joaquina Roza. E para constar faço este que Assigno.

Vigario Antonio Feilppe da Silva “

TRANSCRIÇÃO DO BATISMO DE JOSÉ ( irmão de Maria de Souza Soares) – Patrocínio, *31/7/1865

pelo pesquisador Adeilson Batista

“Aos trez dias do mez de Septembro de mil oitocentos e sessenta e cinco nesta Freguesia de Nossa Senhora do Patrocínio Bispado de Goyas nesta Freguesia digo Baptisei solenemente a Jozé nascido a trinta e um de Julio do correspondente anno filho legitimo de Joze Cândido Ferreira e Maria Alves de Souza forão Padrinhos Joaquim Gonsalves Torres e Dona Sancha Urcula de Souza (Sancha Ursula de Souza). E para constar faço este que me assigno.

Vigario Antonio Fellipe da Silveira.”

TRANSCRIÇÃO DO BATISMO DE LUIZA (irmã de Maria de Souza Soares) – Patrocinio, *18/12/1867

pelo pesquisador Adeilson Batista

“Aos Vinte dias do mez de Fevereiro de mil oitocentos e sessenta e sette nesta Freguesia de Nossa Senhora do Patrocínio Bispado de Goyas Baptisei solenemente a Luiza nascida a dezoite de Desembro do anno findo filho legitimo de Jozé Cândido Ferreira e de Maria Alves de Souza forão Padrinhos Antonio Soares Ribeiro e Anna Jacintha de Jezus. E para constar faço este que me assigno.

Vigario Antonio Felippe da Silveira.”

*Transcrições generosamente presenteadas por Dr. Adeilson Batista, pesquisador de Patrocínio-MG via grupo GENEALOGIA MINEIRA no WhatsApp em 21/04/2021 após convite de Leticia Ilua Guimarães ( neta de Joao Vieira Guimarães Gedmatch EV8861687 com o qual meu pai Jose Wilson Areias Mendes – Gedmatch H542563  deu DNA match no Triangulation Gedmach nesse mês: 13.8Cm de segmento idêntico no cromossomo 1. )

CASAMENTO DE EUGÊNIO SOARES FERREIRA & MARIA DOS ANJOS DE JESUS

10/6/1893 – Patrocínio-MG, Brasil

Eugênio Soares Ferreira, filho legítimo de José Candido Ferreira, já falecido e de Maria Alves de Souza, natural dessa Freguesia de Patrocínio, solteiro, lavrador, de 22 dias de idade. Maria dos Anjos de Jesus, filha legítima de José Luiz Vieira e de Maria Perpétua de Jesus, natural dessa freguesia, solteira, emprega se em serviços domésticos e de 15 anos de idade. Declaram que não tem parentesco nenhum proibido por lei. (observação, tinham parentesco de três geraçoes para trás, os mesmos bisavós José Vieira da Motta e Mariana da Cunha Ferreira. O pai do noivo José Candido Ferreira, filho de José Ferreira da Cunha. O pai da noiva José Luiz Vieira, irmão da minha ancestral Maria Cândida de Jesus e ambos filhos de Francisco Vieira da Motta. Logo, ambos avós dos noivos, José Ferreira Motta e José Ferreira da Cunha, irmãos e filhos de José Vieira da Motta e Mariana da Cunha Ferreira, citados acima). Testemunhas – Capitão Antônio Alves de Souza Soares, residente nesta cidade e José Affonso da Cunha, residente no distrito desta cidade. Escrivão Antônio Soares Ribeiro. Presente e assinando também o juiz  Tenente José Rodrigues dos Milagres.

Cas Eugenio Soares Ferreira e Maria dos Anjos de Jesus Patrocinio 10 Jun 1893

INVENTÁRIO DE JOSÉ CÂNDIDO FERREIRA falecido em 18/08/1886 em Patrocínio- MG

Pesquisado por Adeilson Batista no Fórum de Patrocínio em 16 de maio de 2021

Inventario de José Cândido Ferreira falecido em 18/08/1886.

Viúva: Maria Alves de Souza de 48 anos.

  1. Antônio Ferreira Cândido *1856, 30 anos cc Maria Ignacia de Jesus. (Batismo não localizado em Patrocínio e nem em Dores de Indaiá ou Araguari).
  2. Quirino Ferreira Soares*1858, 28 anos  cc Praxedes de Jesus Ferreira da Cunha, (Batismo não localizado em Patrocínio e nem em Dores de Indaía ou Araguari).
  3. Maria de Souza Soares *6/10/1860, 26 anos cc João Mendes de Miranda. Os padrinhos de batismo da minha tataravó Maria de Souza Soares em 6/11/1860 em Patrocínio-MG foram Antonio Joaquim Rodrigues e Maria Antonia da Apresentação. Maria de Souza Soares, casou-se pela primeira vez com seu primo direto Baldoino Vieira da Cunha e quando viúva de Baldoíno, casou-se pela segunda vez em 21 de julho de 1886 em Patrocínio-MG,  com Joao Mendes de Miranda, filho de Antonio Mendes do Nascimento do Valle ( do Val) e Maria Cândida de Jesus.
  4. João Soares Ferreira *11/7/1862, 24 anos cc Vitalina Maria da Cunha filha de Justino Ferreira da Cunha e Maria Maxima de Jesus. Os padrinhos do João em 27/7/1862 em Patrocínio-MG,  foram Baldoino Afonso da Silva e Sancha Ursula de Souza (filha ou mãe do Major Antonio Alves de Souza Soares, ambas possuem o mesmo nome). Talvez esse João Soares Ferreira seja o mesmo João Ferreira Soares casado com Vitalina Maria da Cunha, pais de Josia Ferreira da Cunha que em 20/10/1890 em Patrocínio casa com Áurea Perpetua de Jesus, filha de Limírio Ferreira da Cunha e Maria Apolonária de Jesus. (Assento de casamento da Paróquia de Nossa Senhora de Patrocínio pesquisado por Adeilson Batista).
  5. Anna Alves de Souza *14/10/1864, 23 anos cc Limirio Ferreira da Cunha. Os padrinhos de batismo da Anna em 10/1/1863 em Patrocínio-MG foram Francisco Ferreira da Cunha e Anna Joaquina Roza (filha da Sancha Ursula de Souza e irmã do Major Antonio Alves de Souza Soares)
  6. José Soares Ferreira *31/7/1865, 21 anos, casado. Os padrinhos de batismo do José em 3/9/1865 foram Joaquim Gonçalves Torres e Dona Sancha Úrsula de Souza (novamente uma delas, filha ou mãe do Major Antonio Alves de Souza Soares, ambas possuem o mesmo nome). No inventário de Etelvina Maria do Nascimento, José Soares Ferreira aparece como inventariante e cunhado da falecida, casado com Maria Carolina do Nascimento *1862. (ver baixo o inventário).
  7.  Luiza Cândido Ferreira *18/12/1867, 19 anos, cc João Gomes de Aguiar. Os padrinhos de batismo de Luiza em 22/7/1867 3em Patrocínio-MG foram Antonio Soares Ribeiro e Anna Jacintha de Jezus.
  8. Cândida Cândido Ferreira, *1868, 18 anos, cc Honório Vieira da Cunha. (Batismo não localizado em Patrocínio-MG),
  9. Eugênio Baptista Ferreira /Eugenio Soares Ferreira *1870, 16 anos,  cc em 10/6/1893 Maria dos Anjos de Jesus,  filha de Jose Luiz Mendes ou Vieira (irmão da minha tetravo Maria Cândida de Jesus) e Maria Perpetua de Jesus. (ver Inventario de Jose Luiz Vieira).(Batismo não localizado em Patrocínio).
  10. Augusto *1873, 13 anos. (Batismo não localizado em Patrocínio-MG).

Adeilson não localizou no cartório o registro de óbito com a filiação. Veja abaixo no inventário de José Luiz Vieira ( irmão da minha pentavó Maria Cândida de Jesus), onde aparecem José Cândido Ferreira e Maria Alves de Souza como pais de Eugênio Soares Ferreira, casado em 10/6/1893 com Maria dos Anjos de Jesus, filha de José Luiz Vieira com sua segunda esposa Maria Perpétua de Jesus.

Inventario Jose Candido Ferreira pag 1 c Maria Alves de Souza - 1887 Patrocinio
Inventario Jose Candido Ferreira pag 5 data obito 18 Aug 1886 c Maria Alves de Souza - 1887 Patrocinio
Inventario Jose Candido Ferreira pag 7a Titulo de Herdeiros Maria Alves de Souza e Maria de Souza Soares - 1887 Patrocinio
Inventario Jose Candido Ferreira pag 7b Titulo de Herdeiros Maria Alves de Souza e Maria de Souza Soares - 1887 Patrocinio
Inventario Jose Candido Ferreira pag 8a Termo de louvacao Maria Alves de Souza - 1887 Patrocinio
Inventario Jose Candido Ferreira pag 8b assinaturas Termo de louvacao Maria Alves de Souza - 1887 Patrocinio

EXTRATO DE SUBDIVISÃO DE TERRAS

Processo TJMG 048116043349-8

Tribunal de Justiça de Minas Gerais

Data e local: 3/6/1885 em Patrocínio-MG

Terras: Fazenda Cocaes, parte denominada Baixa ou Beira do Quebra-Anzol e Santo Antônio

Autores 3 casais:

  • José da Rosa Cunha cc Anna Luiza de Jesus, (genro e irmã) , assina a rogo de seu pais, o filho José Evangelis da Rosa
  • José Cândido Ferreira cc Maria Alves de Souza, (meus tetravós), assina a rogo de seus pais, o filho José Soares Ferreira
  • e Joaquim Antunes de Carvalho cc Rosaria Maria de Jesus. assina a rogo de seus pais, o filho Henrique Antônio de Souza.

Nomearam para louvados: Antônio Joaquim Vieira da Cunha, José de Souza Resende e para com todos João Pedro Barbosa.

EXTRATO DO INVENTÁRIO DE ETELVINA DO NASCIMENTO – CUNHADA DE JOSÉ SOARES FERREIRA

Data do Inventário: 20/5/1895 – Cartório de Patrocínio

Data de falecimento: 30/7/1894 – Fazenda Santo Antônio de Cocaes

Dados da falecida: Etelvina do Nascimento, menor de idade, filha dos já falecidos José Mendes do Nascimento e Francisca Carolina de Jesus / Francisca Rosa de Jesus. ( os pais de Etelvina casaram-se em 21/1/1859 com impedimento de segundo grau).

Inventariante: José Soares Ferreira, seu cunhado e tutor, curador de órfãos:

Deixa seus irmãos como herdeiros a seguir:

  1. Maria do Nascimento*1860,  35 anos, cc Antonio Jacintho Ferreira
  2. Maria Carolina do Nascimento*1862, 33 anos cc José Soares Ferreira
  3. Osório Mendes do Nascimento*1865 , 30 anos, solteiro
  4. Deolinda Maria do Nascimento*1869 , 26 anos cc Antonio José da Silva
  5. Alvim Alves do Nascimento*1871 , 24 anos, casado
  6. Emerenciana Maria de Jesus*1873 , 22 anos cc Limirio Luis Vieira
  7. Irineo Francisco do Nascimento*1879, 16 anos, solteiro
  8. Anna*1884, 11 anos
  9.  Maria*1889, 6 anos

EXTRADO DO INVENTÁRIO DE QUIRINO FERREIRA SOARES & PRAXEDES FERREIRA DA CUNHA

30/4/1943 em Patrocínio-MG – Arrolamento de Bens do casal inventariados e arrolados Quirino Ferreira Soares & Praxedes Ferreira da Cunha, falecidos em 1929 e 1935 respectivamente –  Parte da Fazenda Cocais deles, vendida para Vergílio / Virgílio Ferreira da Cunha, o comprador e requerente. TJMG distribuição 30/4/1942

Filhos e netos herdeiros do casal:

  1. Emília / Emiliana Ferreira da Cunha, viúva, analfabeta, residente em Cocais, Patrocínio. (*7/2/1892 em Romaria-SP -Nossa Senhora da Abadia, batizada em 6/3/1892. Padrinhos, o tio Eugenio Soares Ferreira e Maria José).
  2. Virgínia Ferreira de Jesus, analfabeta, casada com José Pedro de Carvalho, seu representante.
  3. Germano Ferreira da Cunha, casado com Dona Aélia Cândido de Jesus, residente na Fazenda Araras.
  4. João Quirino Ferreira, solteiro, maior, representado por Herculano Martins Araújo.
  5. Célio Ferreira Soares, solteiro, maior, representado por Herculano Martins Araújo.
  6. Maria Ferreira Soares, já falecida, deixou os seguintes filhos, todos, brasileiros, lavradores, residentes na Fazenda Cocais, em Patrocínio
  • Melquiades / Melchiades Pio Ferreira, solteiro, maior
  • José Ferreira da Cunha, casado com Dona Laudelina Severiana de Jesus
  • Alcina Maria de Jesus, solteira, maior
  • Isaura Maria de Jesus, solteira, maior

Todos esses descendentes representados por Virgílio Ferreira da Cunha, que assina como inventariante e comprador dos bens dos herdeiros, sendo o maior bem do inventário, terras, uma parte da Fazenda Cocais:

“Parte de terras de cultura, situadas na Fazenda dos Cocais, distrito da Cidade de Patrocínio, no lugar denominado Capoeira do Indaya (Indaiá), confrontado pelos seus diversos lados com terrenos pertencentes a Joaquim Mendes da Cunha, herdeiros de Domingos da Cunha com Virgílio Ferreira da Cunha, com João Mendes, que houveram por herança de José da Cunha, avaliada a razão de 500$000 o alqueire, de vez que se trata de terras que já se serviram a lavoura, na área toda de 4 alqueires no valor de 2:000$000 (Dois contos de reis). – 27/3/1942.”

Documento de procuração em nome do comprador que assina como inventariante dos herdeiros , Virgílio Ferreira da Cunha na Vila do Iraí. Testemunhas Ananias Dias Rezende, casado, e João Elias Abrahão, solteiro, maior, ambos negociantes, residentes nesta vila. Escrivão – Joaquim Resende de Souza.

Venda 19/10/1936.

Escritura Pública 17/4/1943, Vila de Iraí, Comarca Monte Carmelo-MG.

Auto do Arrolamento 31/8/1942

Correção 6/4/1984 – sobre a equivalência de 4 alqueres não corresponderem a 32 Hectares, mas sim 19,36,00 Hectares.

Inv Quirino Ferreira de Soares 1942 capa
Inv Quirino Ferreira de Soares 1942 pg2
Inv Quirino Ferreira de Soares 1942 pg3
Inv Quirino Ferreira de Soares 1942 pg4
Inv Quirino Ferreira de Soares 1942 pg5 comprador Virgilio Ferreira da Cunha
Inv Quirino Ferreira de Soares 1942 pg6 Auto do arrolamento da vinda para Virgilio Ferreira da Cunha
Inv Quirino Ferreira de Soares 1942 pg7 Auto do arrolamento da vinda para Virgilio Ferreira da Cunha

 

 

JOSÉ MENDES VALLE / JOSÉ MENDES DO NASCIMENTO VALLE (VAL / VALE)

& ANASTÁCIA MARIA DE JESUS

(Meus Pentavós. Pais de Antônio Mendes do Nascimento Valle / do Val / Vale )

Pesquisado por Adeilson Batista, José Aluísio Botelho, Vânia Mendes Ramos da Silva, Clênia Oliveira dos Reis, Josi Baggio e Juliana Areias.

José Mendes do Nascimento Valle (do Val) nasceu em setembro de 1764 em  São João del Rei – MG, filho de Antonio Mendes do Valle e Francisca Coelho Meirelles. Casou-se em São João del Rei com Anastácia Maria de Jesus em  5 de Fevereiro de 1809. Falecido antes de 17 de Agosto de 1856 em Patrocínio-MG. José Mendes do Nascimento aparece citado como primo no testamento de José Mendes Valle em 2/6/1820 em Araxá. Isso significa que seu pai Antônio Mendes Valle (cc Francisca Coelho Meirelles) era irmão de João Mendes da Costa ( cc. Maria Pereira de Sá /da Silva), pais desse José Mendes Valle, alferes e solteiro que no seu testamento de declara batizado na Freguesia de Santa Maria do Telhado, da Villa de Barcellos, Ascebispode Braga, Portugal. (Veja o documento e mais informações em Documentos dos Mendes Valle and Araxá abaixo).

Anastácia Maria de Jesus, nascida em cerca de 1788 em Tiradentes, ( ex Villa de São José, São João del Rei) filha de Jerônimo Jose da Rosa (Jerônimo Dias Araujo) e Anna Maria de Jesus.  Anastácia faleceu em Patrocínio-MG em 17 de agosto de 1856 (ver Inventario de Anastacia Maria de Jesus em Patrocínio em 1856). Anastacia teve ao menos uma irmã, chamada Maria Antonia de Jesus, casada com Joaquim Mendes do Valle, irmão do seu marido José Mendes do Nascimento Valle.

ORDEM DOS FILHOS
DE JOSE MENDES DO VALLE & ANASTACIA MARIA DE JESUS

Jose Mendes do Valle e Anastacia Maria de Jesus tiveram os seguintes filhos:

  1. Maria de Sao Jose *1808 cc Jose da Cunha Ferreira, filho do Capitao Ignacio da Cunha Ferreira e Joaquina Maria de Jesus
  2. José Mendes do Nascimento Jr *1811 , provavelmente, o ascendente do primo Gabriel Vieira, de Bagagem. Bagagem hoje é Estrela do Sul. Na época, era subordinada a Patrocínio. Araguari não existia ainda, então havia a Aldeia de Santanna do Rio das Velhas e Indianópolis, ambos faziam parte de Bagagem, segundo pesquisado pelo Primo Gabriel.  Seu ascendente José Mendes de Tal (do Nascimento/do Vale) nasceu aproximadamente em 1820. Casou-se com Rodozinda Maria de Jesus, (ver documentos abaixo) nascida em 1814, não se sabe ainda onde, segunda filha do casal José Gonçalves Chaves e Antonia Francisca de Jesus. De acordo com os documentos encontrados até agora, José Mendes do Nascimento Jr e Rodozinda Maria de Jesus tiveram ao menos 2 filhos em Bagagem.  –  1* filho: Manoel Mendes do Nascimento, nasceu aproximadamente em 1840, em Bagagem. Casou com Senhorinha Pereira Caldas (1839-1924) e teve 01 filho com ela, José Alves Pereira Mendes (1873-1932). Manoel faleceu em Araguari, em 8 de janeiro de 1897. /  – 2* filho: Jeronymo Mendes do Nascimento ou Jeronymo José Mendes nasceu aproximadamente em 1845, em Bagagem. Casou com Jesuína Pereira de Jesus/Jesuína Theodora de Jesus (1850-1884) e teve 10 filhos com ela (Maria Jesuína, Brígida, Reduzina, Izolina, Rita, José Cândido, Orcalino, Amasilia, Orozimbo e Jesuíno). Posteriormente, com a morte de Jesuína em 1884, no parto do último filho, Jeronymo se casou novamente com Maria Christina de Jesus e teve 01 filho com ela, Clarimundo em 1893. Depois de 03 meses, Jeronymo morreu, em 04 de agosto de 1893, em Araguari .O documento que menciona o José Mendes de Tal é o registro de batismo do Clarimundo. E no Batismo da Rita também cita um José Mendes do Nascimento como padrinho por procuração. (ver imagens abaixo fornecidas pelo Primo Gabriel Vieira. Os registros que estavam em Araguari, ele obteve todos que teve acesso. Quando acabaram, perquisou nos registros de Indianópolis onde conseguiu os mais antigos. Faltam ainda os nascimentos de Jeronymo e Manoel, mas não sabemos onde encontrar os livros de Bagagem.
  3. Joaquim (José) Mendes do Nascimento *1812 cc Zeferina Maria de Jesus*1818 e falecida em 18/8/1858, filha de Juliana Maria de Jesus (ver Inventário). Joaquim e Zeferina tiveram também um filho chamado José Mendes do Nascimento (sobrinho) casado em 22/1/1859 com impedimento de segundo grau com Francisca Carolina de Jesus / Francisca Rosa de Jesus filha de Francisco Ferreira Bueno e Anna Rosa de Jesus. José e Francisca que tiveram nove filhos, incluindo Etelvina do Nascimento. Ver o Inventário de Etelvina do Nascimento acima).
  4. João Mendes do Nascimento * 1816 – antes de 1856 cc Anna Luiza de Jesus
  5. Anna Rosa de Jesus *1816 – antes de 1856 cc Francisco Ferreira Bueno
  6. Antonio Mendes do Nascimento *1818-1856 cc Maria Cândida de Jesus, filha de Francisco Vieira da Motta e Marcelina Maria de Jesus
  7. Fidêncio Mendes do Nascimento *1820 cc Carolina Maria de Jesus, filha de Cândido Ferreira da Fonseca e Maria Antonia de Jesus
  8. Manoel Mendes do Nascimento *1822- antes de 23 de outubro 1897, casado com Maria Clara de Jesus (Clara Antônia de Jesus), filha de Ignacio Ferreira da Cunha e Maria de Sao Jose / e tambem com Maria Theodora de Oliveira, filha de Francisco de Oliveira Barcellos Brito e Claudina Maria de Souza ( Claudina filha de Juliana Maria de Jesus – ver inventário)
  9. Maria Honoria de Jesus *1824 cc Modesto Jacintho Ferreira Jr, filho de Modesto Jacintho Ferreira e Joaquina Maria de Jesus
  10. Maria Jesuína de Jesus *1826, falecida em 1/5/1861 cc Jose Luis Vieira (irmão de minha tetravó Maria Cândida de Jesus), filho de Francisco Vieira da Motta e Marcelina Maria de Jesus
  11. Jeronimo Jose Mendes *1828 cc Carolina Maria de Jesus
  12. Maria Rosa de Jesus *1830

Graças mais uma vez ao nosso querido pesquisador Dr. Adeilson Batista, guardião da história e memória de Patrocínio, que já vem há anos se dedicando a transcrescer documentos preciosos da cidade, tanto da Paroquia de Nossa Senhora do Patrocínio como do Fórum de Patrocínio), recebemos no dia 27 de junho de 2021, mais um tesouro em forma de transcrição desse intentário que revela os nomes dos pais, irmãos, cunhados e sobrinhos do meu tetravô Antonio Mendes Valle  ( Mendes do Val / Mendes do Nascimento), pai de João Mendes de Miranda.

ANTONIO MENDES DO VALE (Mendes do Val / Mendes do Nascimento), filho de José Mendes do Nascimento e Anastácia Maria de Jesus.

ANASTÁCIA MARIA DE JESUS, nascida em 1788 e falecida em Patrocínio em 17/08/1856 filha de Jerônimo José da Rosa e Anna Maria de Jesus viúva de José Mendes do Nascimento.

JOSÉ MENDES DO NASCIMENTO ( VALLE), filho de Antonio Mendes Valle e Francisca Coelho Meirelles ( Ver bem abaixo tesouros e pistas encontrados pela amada amiga Josi Baggio em outubro de 2021  e simultaneamente o inventário de Maria de São José (irmã de José Mendes do Nascimento (Valle) em Patrocínio,  pesquisado pela prima de DNA Vânia Mendes Ramos da Silva, que comprova a suspeita dos pais de José Mendes do Nascimento Vale).

Filhos de José Mendes do Nascimento e Anastácia Maria de Jesus descritos no inventário de Anastácia Maria de Jesus a seguir.

BATISMO DE JOSÉ MENDES DO NASCIMENTO VALLE – 8/9/1764

Na Capela de Santo Antônio, São João del Rei. Filho de Antônio Mendes Valle e Francisca Coelho Meirelles. Padrinhos: José Lopes Ferreira e sua mulher Maria Duarte, da freguesia das Carrancas.

Bat Jose Mendes Vale 1763 Sao Joao del Rei

CASAMENTO DE JOSE MENDES DO NASCIMENTO VALLE E ANASTÁCIA MARIA DE JESUS

5/2/1809 – São João del Rei-MG

Pesquisado e encontrado pela prima Vânia Mendes Ramos da Silva

Na Ermida da Senhora das Dores, casamento de José Mendes do Nascimento, filho de Antônio Mendes Valle e de Francisca Coelho de Meirelles, natural e batizado nessa freguesia, com Anastácia Maria de Jesus, filha de Jerônimo Dias de Araújo e de Anna Maria de Jesus, natual e batizada na freguesia da Villa de São José. Testemunhas: Reverendo Bernardo Ribeiro da Silva e João de Almeida Ramos.

INVENTÁRIO DE ANASTÁCIA MARIA DE JESUS (minha Pentavó)

Fonte: https://www.patrocinioonline.com.br/detalhes-blog/inventario-de-anastacia-maria-de-jesus-1077.html

Pesquisado e transcrito por Dr. Adeilson Batista e publicado em no seu site Patrocínio Online em 27 de junho de 2021.

Processo Histórico.

Local: Fórum de Patrocínio.

Diretor Administrativo do Fórum: Valdir Ferreira Neves.

Processo: 047939-44.2016

Data do Processo: 20/10/1856.

Data do óbito: 17/08/1856

Inventariante: Manoel Mendes do Nascimento, filho.

Juiz Municipal de órfãos: Major Francisco Martins Mundim.

Tabelião: Valeriano Gonçalves de Oliveira.

Curador de órfãos: Antônio da Cunha Ferreira.

Avaliadores: Antônio Cândido de Castro e Sebastião José de Arvellos.

Partidores: Bernardo de Moraes Bueno e Sebastião José de Arvellos.

Curador de órfãos: Francisco Ferreira Bueno.

Monte Mor Liquido: 18536$670

Anastácia Maria de Jesus nascida em 1788 e falecida em Patrocínio em 17/08/1856 filha de Jerônimo José da Rosa e Anna Maria de Jesus viúva de José Mendes do Nascimento.

Filhos:

1 – Maria de São José Mendes nascida em 1808 viúva de José da Cunha Ferreira batizado em 06/10/1806 e falecido em 08/02/1852 filho do Capitão Ignácio da Cunha Ferreira e Joaquina Maria de Jesus.

2 – José Mendes do Nascimento nascido em 1811 casado.

3 – Joaquim Mendes do Valle nascido em 1812 casado com Zeferina Maria de Jesus falecida em 18/08/1858 filha de Juliana Maria de Jesus.

3.1 –José Mendes do Nascimento casou em 21/01/1859 (impedimento 2º grau) com Francisca Rosa de Jesus / Francisca Carolina de Jesus, filha legitima de Francisco Ferreira Bueno e Anna Rosa de Jesus.

3.2 – Anna Rosa de Jesus, precedendo dispensa em terceiro grão atingindo ao segundo por ser a Mai do Orador Irmão do Avô da Oradora casou em 13/06/1861 com Francisco Vieira da Cunha filho de Manoel Vieira da Motta e Maria Rosa do Carmo.

3.3 – Pedro Alves do Nascimento casou em 23/01/1866 com Theodora Silveria do Nascimento filha do finado Zeferino Antônio de Borba e de Maria Theodora da Cunha.

3.4 – Joaquim Alves do Nascimento.

4 – João Mendes do Nascimento falecido casado com Anna Luiza de Jesus.

4.1 – Maria Rosa nascida em 1845.

4.2 – José Mendes do Nascimento nascido em 1847 casou em 15/11/1865 com Maria Luiza de Jesus filha de José Luiz Mendes ou Vieira e de Maria Jesuína de Jesus.

4.3 – João nascido em 1849.

4.4 – Maria do Carmo nascida em 1850.

5 – Anna Rosa de Jesus falecida casado com Francisco Ferreira Bueno.

5.1 – Pedro de Siqueira Bueno nascido em 1834.

5.2 – José Ferreira Bueno nascido em 1836.

5.3 – Fortunato Mendes Bueno nascido em 1838.

5.4 – Maria Rosa do nascimento nascida em 1839.

5.5 – Francisca Mendes do Nascimento nascida em 1841 casou em 22/01/1859 com José Mendes do Nascimento filho de Joaquim Mendes do Nascimento e Zeferina Maria de Jesus.

6 – Antônio Mendes do Nascimento assina com Antônio Mendes do Valle nascido em 1818.

7 – Fidencio Mendes do Nascimento nascido em 1820 casou em 14/04/1846 com Carolina Maria de Jesus filha de Cândido Ferreira da Fonseca e Maria Antônia de Jesus.

8 – Manoel Mendes do Nascimento nascido em 1822 casou em 1ª núpcias em 23/02/1846 com Maria Theodora de Oliveira falecida em 11/12/1846 filha de Francisco de Oliveira Barcellos e Claudina Maria de Souza. Em 2ªnúpcias com dispensa em terceiro grau misto de segundo em 16/01/1850 com Clara Maria de Jesus filha de Ignácio Ferreira da Cunha e Maria de São José.

9 – Maria Honoria de Jesus nascida em 1824 casada com Modesto Jacintho Ferreira Junior filho de Modesto Jacintho Ferreira e Joaquina Maria de Jesus.

10 – Maria Jesuína de Jesus nascida em 1826 falecida em 01/05/1861 casada com José Luiz Vieira.

10.1 – Maria Luiza de Jesus.

11 – Jerônimo José Mendes nascido em 1828 casado com Carolina Maria de Jesus.

12 – Maria Rosa de Jesus nascida em 1830.

PROCURAÇÕES DE ANÁSTACIA MARIA DE JESUS, onde consta relação incompleta de seus filhos. Pesquisado pela Prima Vânia Mendes Ramos.

Divisão de terras – Embora esteja em nome de Ignácio Ferreira da Cunha na verdade são dos descendentes do José e Anastácia e confrontantes

https://www.familysearch.org/records/images/image-details?page=3&place=3054015&lifeEvent=127179&endDate=1869&startDate=0001&rmsId=TH-7770-125078-56911-24&imageIndex=19&singleView=true

Eu estava olhando esse processo, por coincidência. Eu o desconhecia. Menciona, em tese, “todos” os filhos do José Mendes do Nascimento e Anastácia. Apenas fala desse José casado com Francisca Carolina de Jesus. Essa procuração https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:3QHJ-RQVB-BXJN-N?i=3

Aparece essa outra procuração de um José Mendes do Nascimento https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:3QHK-9QV1-C92C-L?i=45

Igualmente assinado (Eduardo Santos-Lima)

Esse seu mistério é intrigante. Senti falta também de mencionar o Antônio da @⁨Juliana Areias⁩
Porque será?

INVENTÁRIO DE CLAUDINA MARIA DE JESUS 13/6/1873

Fontes https://www.patrocinioonline.com.br/detalhes-blog/claudina-maria-de-jesus-284.html e https://www.familysearch.org/tree/person/details/GSV3-YC9.

INVENTARIO DE CLAUDINA MARIA DE JESUS

Processo Histórico.

Local: Fórum de Patrocínio.

Diretor Administrativo do Fórum: Valdir Ferreira Neves.

Data do Processo: 13/06/1873.

Código: 0397321 – 78. 2016

Nome: Claudina Maria de Jesus.

Inventariante e testamenteiro: Bernardo de Moraes Bueno.

Vila do Patrocínio Comarca do Rio Dourados Província de Minas Gerais.

Data óbito: 13/04/1873

Data do testamento: 19/12/1871 na Vila do Patrocínio Comarca do Paranahyba, Bispado de Goiás e Província de Minas Gerais.

Transcrição: Adeilson Batista

Juiz Municipal de órfão: Manoel Joaquim de Magalhães.

Escrivão de órfão: Manoel Custodio de Oliveira.

Primeiro Tabelião: João Antonio do Amaral Jotta.

Coletor Municipal: Antonio Gonçalves de Mello.

Louvados: José Alemão Florêncio da Fonseca e José Gonçalves dos Santos.

Claudina Maria de Jesus, natural de São Francisco de Paula do Termo da Cidade de Oliveira filha de Joaquim Martins Arruda e D. Flauzina Jacintha Machado ambos já falecidos. Casada em 1ª núpcias com Manoel Rodrigues Guimarães e em 2ª núpcias com Francisco de Paula Rodrigues, ambos já falecidos, de cujos matrimônios não tiveram filhos.

Irmã das irmandades: do Senhor Bom Jesus de Congonhas do Campo e de Nossa Senhora das Dores ecroina da Paixão, Mãe dos Homens.

Deixa de Esmola a Nossa Senhora do Patrocínio, 20$000, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, 10$000 e a Igreja de Santa Rita, 10$000.

Testamenteiros: 1º Joaquim Pedro Barbosa, 2º Joaquim Antonio de Magalhães, 3º Bernardo de Moraes Bueno.

Escreveu arrogo de Claudina Maria de Jesus, José Gonçalves das Chagas.

Testemunhas do testamento:

Joaquim Ricardo de Souza casado morador na cidade de Franca

Jerônimo de Souza Bastos casado morador nesta Vila

João Nepomuceno de Faria Pereira solteiro morador nesta Vila.

Manoel Gomes Rodrigues Câmara solteiro morador nesta Vila

Francisco Pedro do Amaral Gama solteiro morador nesta Vila

Segundo Tabelião: Theodoro Honorato Gonçalves.

Curador Geral de Órfão: Joaquim Antonio da Rocha Soares.

Monte Mor liquido: 1:194$378

Partidores: Misael Tertuliano de Assis Machado e José Marçal Ribeiro.

Filhos de  Joaquim Martins Arruda cc D. Flauzina Jacintha de Castro:

1.1 – Claudina Maria de Jesus nascida em 1803 e falecida em 13/04/1873 filha de Joaquim Martins Arruda e D. Flauzina Jacintha Machado, casou em 1ª núpcias com Manoel Rodrigues Guimarães, e em 2ª núpcias aos 22/06/1944 com o Alferes Francisco de Paula Rodrigues filho de Juliana Maria de Jesus já falecida, natural de São Tiago da Freguesia de São José.

1.2 – Joaquina Jacintha Machado.

1.3 – Manoel Martins Arruda

2.1 – Antonio

1.4 – Antonia

2.1 – Jezuina

1.5 – Silvestre

2.1 – Jerônimo

2.2 – Eduardo

2.3 – Pedro

1.6 – Thereza Jacintha Machado nascida em 1813 e falecida em 16/05/1855 viúva de José Antonio Leite.

2.1 – José nascido em 30/09/1843

Sobrinha de Claudina Maria de Jesus:  Maria Fernandes de Oliveira.

Filhos de Juliana Maria de Jesus:

1.1 – Alferes Francisco de Paula Rodrigues casou em 22/06/1844 com Claudina Maria de Jesus nascida em 1803 e falecida em 13/04/1873 filha de Joaquim Martins Arruda e D. Flauzina Jacintha Machado.

1.2 – Antonio Alves de Moura nascido em 1827, natural de São Gonçalo da Freguesia de São João Del Rei e casou em 10/11/1846 com Maria Antonia do Nascimento nascida em 1836 filha de Antonio Francisco da Silva e Joaquina Maria de Jesus, natural e batizada na Capela de Nossa Senhora da Piedade filial da Freguesia  de  São Miguel , Bispado de Mariana.

1.3 – Claudina Maria de Souza nascida em 1812 e falecida em 10/10/1862 cc Francisco de Oliveira Barcellos Brito

2.1 – Gertrudes Claudina de Jesus nascida em 1835, natural de Santa Rita do Rio Abaixo, Freguesia de São João Del Rei, Bispado de Mariana, casou em 28/04/1855 com Modesto Antonio Rodrigues de Freitas natural de Patrocínio, nascido em 1833, filho de Antônio Rodrigues de Freitas e Maria Felizarda de Jesus.

2.2 –Jezuina  Francelina ou Maria de Jesus nascida em 1837 e casou em 23/04/1853 com Joaquim José Duarte nascido em 1835 filho de Francisco José Duarte já falecido e Maria Jacintha Machado.

2.3 – Anna Claudina de Souza ou de Jesus nascida em 1827, natural de Santa Rita do Rio Abaixo, Freguesia de São João Del Rei, Bispado de Mariana e casou em 08/05/1851 com Antonio Mendes da Silva nascido em 1815, filho de Anna Joaquina de Jesus natural de Santo Ago Freguesia de São João Del Rei, viúvo de Delfina Maria de Jesus.

2.4 – Francisco de Paula e Souza

2.5 – Maria Theodora de Oliveira nascida em 1829 e falecida em 11/12/1846, natural de Santa Rita da Freguesia de São José casou em 23/02/1846 com Manoel Mendes do Nascimento nascido em 1826, filho de José Mendes do Nascimento já falecido e Anastácia Maria de Jesus.

2.6 – Juliana Valeriana de Souza

2.7 – Emenegilda mentecapita

1.4 – Anna Joaquina de Jesus nascida em 1821, natural de São Tiago Freguesia de São José Bispado de Mariana casou em 08/04/1845 com Joaquim Mendes da Silva filho de Alexandre Mendes da Silva e Francisca de Sales.

1.5 – Zeferina Maria de Jesus nascida em 1818 e falecida em 18/08/1858 cc José Mendes Valle  ou do Nascimento ( 4 filhos)

2.1 – José Mendes do Nascimento casou em 22/01/1859 com impedimento de segundo grau com Francisca Rosa de Jesus / Francisca Carolina de Jesus, filha de Francisco Ferreira Bueno e Anna Rosa de Jesus, já falecida.

2.2 – Anna Rosa de Jesus nascida em 1841 e casou em 13/06/1861 com Francisco Vieira da Motta nascido em 1840, filho de Manoel Vieira da Motta e Maria Rosa do Carmo.

2.3 – Pedro Alves do Nascimento casou em 23/01/1863 com Theodora Silveira do Nascimento natural de Tiros, filha de Zeferino Antonio de Borba já falecido e Maria Theodora da Cunha.

3.1 – Coronel  Elmiro Alves do Nascimento falecido em 21/05/1941 e casou em 24/07/1897 Anna Magalhães do Nascimento ou Anna Ávila do Nascimento, nascida em 11/11/1879 e falecida em 16/10/1957, filha de João Pereira de Ávila e Maria Inez de Ávila.

2.4 – Joaquim Alves do Nascimento

1.6 – Joaquim Mendes da Silva

Herdeiros:

– José Mendes do Nascimento, Joaquim Alves do Nascimento moradores em Água Suja Termo da cidade da Bagagem Comarca do Rio Dourados Província de Minas Gerais, sobrinhos de Francisco de Paula Rodrigues (vulgo Repolho)

– Pedro Alves do Nascimento, morador em Água Suja Termo da cidade da Bagagem Comarca do Rio Dourados Província de Minas Gerais, sobrinho de Francisco de Paula Rodrigues (vulgo Repolho).

Fonte de Pesquisa:

Fórum de PATROCÍNIO

Paróquia N. S. do Patrocínio.

TERRAS EM SOCIEDADE COM JOAQUIM MENDES DO VALLE

(13/4/1856 – Patrocínio-MG)

Declaração e registro de terras feito pela Igreja Católica.

Pesquisa feita pela prima Vânia Mendes Ramos da Silva no acervo de terras públicas do Site SIAAPM

OBS: Sabemos da existência de dois Joaquim Mendes do Vale. O primeiro, Joaquim Mendes Valle casado com Maria Antonia de Jesus em 6/2/1808 em São João del Rei, filho de Antônio Mendes Valle e Francisca Coelho Meirelles, e o segundo Joaquim Mendes do Nascimento (Vale),  sobrinho do primeiro,  casado com Zeferina Maria de Jesus,  filho de José Mendes Valle (José Mendes do Nascimento Vale) e Anastácia Maria de Jesus. O segundo as vezes assina Joaquim Mendes do Nascimento Vale também (provavelmente para se diferenciar do tio). Mais provável que essas terras em Patrocínio se refira ao segundo, já que pelas pesquisas da prima Vânia Mendes Ramos da Silva, ela observa que os filhos do primeiro Joaquim nasceram em Tiradentes (parte de São João del Rei na época) o que denota que o primeiro Joaquim não deve ter vindo para Patrocínio.

Florentino José da Silva em sociedade com José da Rosa Vieira, Manoel Vieira da Motta e mais sócios tem terras de cultura e campos na Fazenda Santo Antônio, que faz divisa com a Sesmaria de Machaúbas de Baixo e Sesmaria dos Cocaes (Cocais) com o Rio Quebra Anzol. Tem também mais uma parte de terras de cultura e campos nas Sesmaria dos Cocaes (Cocais) da mesma Freguesia em sociedade com Ignãcio Ferreira da Cunha, Joaquim Mendes do Valle e mais sócios, fazendo divisa com a Sesmaria de Machaúbas e com a Fazenda dos Vieira Borba. Assina arogo de Florentino José da Silva, José de Novais Costa Júnior e o Padre João Carneiro da Costa.

O sócio José da Silva possue uma parte de terras e culturas e campos na Fazenda de Santo Antônio da Freguesia de Patrocínio em sociedade com José da Rosa Vieira, Manoel Vieira da Motta e mais sócios, fazendo divisa com a Sesmaria de Machaúba do baixo, com a Sesmaria dos Cocaes (Cocais), e com o Rio Quebra Anzol. Tem também mais uma parte de terras de cultura e campos na Sesmaria dos Cocaes (Cocais) da mesma Freguesia, em socidade com Ignácio Ferreira da Cunha, Joaquim Mendes Valle e mais sócios, sua divisa (confrontação) se faz com a Sesmaria de Machaúbas, e com a mesma Fazenda de Santo Antònio e Rio Quebra Anzol e com a Fazenda dos Vieira Brabos. Assina arogo de João José da Silva, José de Novais Costa Júnior e o Padre João Carneiro de Castro.

PISTAS SOBRE JOSÉ MENDES DO NASCIMENTO JR.

(Ancestral do primo Gabriel Vieira. Documentos abaixo pesquisados por ele.)

  • Batismo de Rita, filha de Jerônimo Mendes do Nascimento e Jesuina Theodora do Nascimento. Foi padrinho por procuração José Mendes do Nascimento. Nascida em 11/7/1872. Batizada em 11/8/1872.
Bat Rita f. Jeronimo Mendes do Nascimento e Jesuina teodora do nascimento 11 Aug 1872 pad procuracao Jose Mendes do Nascimento Primo Gabriel Vieira

  • Registro de nascimento de Clarimundo, registrado em 1/9/1893 no Cartório de Araguari por José Cândido do Nascimento. Clarimundo nascido em 1/7/1893 na Fazenda Floresta,  filho de Jerônimo Mendes natural de Bagagem , casado em SantAnna do Rio das Velhas e residente nesse termo de Araguari, filho de José Mendes de Tal, já falecido. Mãe da criança Maria Christina natural da Fazenda de Santo Antônio, filha de Pedro Soares e Theodolina de Tal.
Bat Clarimundo f Jeronimo Mendes e maria Cristina neto Jose Mendes de Tal Araguari 1 Set 1893 Jose Candid do nascimento - Primo Gabriel Vieira

DNA COMPARTILHADO

Meu Pai José Wilson Areias Mendes Kit H542563 compartilha DNA com:

  • Gabriel Vieira via Lázara Maria Firmino BQ3774540 total 32.67cM  (20.6 CM no cr. 5)
  • Gabriel Vieira via Adalcino Vaz Ferreira KK5375980 total 14.3cM no cromossomo 17.
  • Vânia Mendes Ramos da Silva Kit ZR8164415 , total de 24.33cM (14cM no cr. 9).
  • Adenilson Antônio Mota De Sousa Kit KD4259517, total de 36.4cM (22.2cM no cr2)
  • João Vieira Guimarães Kit EV8861687, total 118.29 cM ( 25.7cM no cr 1).  (ancestral dos primos Letícia, Robson e Osvaldo Vieira Guimarães ).

GEDmatch®
Matching Segment Search – V1.0

Software Version Dec 21 2021 01:30:05
Kit: H542563 (Jose Wilson Areias Mendes) [Migration – F2 – H]
Ver: Dec 21 2021 01:30:05
Search took 0.25295 seconds.
CPU time used: 0.10528 cpu seconds.

DNA Compartilhado com papai Jose Wilson Areias Mendes

PISTAS SOBRE RODOZINDA MARIA DE JESUS

(Esposa de José Mendes do Nascimento Jr, Heptavós do primo Gabriel Vieira)

Pesquisa e texto do primo Gabriel Vieira

Rodozinda Maria de Jesus

Nascimento: 1814.

Óbito: Desconhecido.

ID Family Search: GXNT-7MK

Rodozinda é uma de minhas heptavós maternas e foi encontrada por acaso no dia 21 de junho de 2022, através da pesquisadora Lu, do grupo “Genealogia Araguari”, o qual foi criado por mim no whatsapp.

Rodozinda é a segunda filha do casal José Gonçalves Chaves e Antonia Francisca de Jesus. Ela nasceu em 1814, porém não se sabe ainda em qual local.

Ela se casou com José Mendes do Nascimento, de quem possivelmente teve dois filhos, Jeronymo e Manoel.

Image 1 Gabriel Vieira cas Jose Mendes do Nascimento e Rodozinda Maria de Jesus

Inventário de José Gonçalves Chaves, página 07/47, termo de louvação: comprovação do casamento de Rodozinda Maria de Jesus e José Mendes do Nascimento.

Image 2 Gabriel Vieira inv que cita casal Jose Mendes do Nascimento e Rodozinda Maria de Jesus
 

Inventário de José Gonçalves Chaves, página 11/47, título de herdeiros: comprovação do casamento de Rodozinda Maria de Jesus e José Mendes do Nascimento.

No momento, não encontrei documentos que comprovem que Rodozinda seja a mãe de Jeronymo e nem de Manoel. No entanto, Jeronymo teve uma filha com o nome de Reduzina/ Regosina/ Rogozina/ Rodozina (foram encontradas diversas grafias). Há uma enorme semelhança entre Rodozinda e Reduzinda, o que, acredito, que possa ser o mesmo nome, porém, houveram erros nos diversos documentos ao escrevê-los. Creio que a mãe de Jeronymo tinha esse nome (Rodozinda /Reduzinda /Reduzina /Rogozina /Regusina /outro semelhante) e Jeronymo colocou o mesmo nome em uma de suas filhas como homenagem à sua mãe.

Variações da grafia do nome Rodozinda encontradas nos documentos da família

Registro de Batismo de Faustina. Grafia: Reduzina:

Image 3 Gabriel Vieira Registro de Batismo de Faustina. Grafia Reduzina

 

Registro de Batismo de João. Grafia: Rogozina:

Image 4 Gabriel Vieira Registro de Batismo de João. Grafia Rogozina.

 

Registro de Batismo de Orozimbo. Grafia: Rodozina:
 
Image 5 Gabriel Vieira Registro de Batismo de Orozimbo. Grafia Rodozina.

 

Registro de Batismo de Francisca. Grafia: Regosina:
 
Image 6 Gabriel Vieira Registro de Batismo de Francisca. Grafia Regosina.

OUTRAS PISTAS

Batismo de José, filho de Venceslau Alves Ferreira e Jacintha Alves de Souza em 9/4/1869 em Indianópolis-MG, tem  José Mendes do Nascimento e Reduzinda Maria de Jesus como padrinhos. – fonte

A mãe Jacintha Alves de Souza 1842, é filha de Manoel Alves de Souza (1807 – 14/6/1890 – Araguari-MG) e de Maria Faustina de Jesus.

Manoel e Faustina tiveram 6 filhos

1- Francisco Alves de Souza *1833 – 1893 cc Anna Gertrudes da Conceição *1830-1865 (filha de José Pedro Borbas e Gertrudes Francisca de Jesus).

2- Jerônimo Alves de Souza G9WP-VDD *9/2/1840 em Espírito Santo do Indaiá-MG (Dores de Indaiá, que faz parte do trajeto da Picada de Goiás) e falecido em 12/11/1932 em Araguari cc 1o Maria da Conceição *1836-1870 (filha de José Rodrigues Rosa Jr. e Anna Joaquina da Rosa). Segundo casamento com Flausina Joaquina de Jesus * – 1932 – que é  uma Mendes da Silva, que possui uma irmã chamada Rita Maria de Jesus. (Logo o casal Manoel e Faustina são ancestrais dos primos Luciana Lorrayne Borges e Adenilson Antônio Mota De Sousa respectivamente via o primeiro e segundo casamento do filho Jeronimo. Luciana também tem ligação com Robson e Letícia dos Vieira Brabo. Luciana diz que falta juntar esse Joaquim Mendes da Silva e aos Mendes do primo Gabriel, Vânia  e meu.  Diz também que Anna Victoria de Oliveira GXNV-HV2 pssui inventário no drive , tem uma filha chamada Claudina casada com Antònio Alves de Souza e Silva GXNV-F9R. Esse marido comprou terras de uma cunhada e de outras pessoas, resaltando a fazenda Oncinha de Manoel Alves de Souza e sua munher Maria Faustina. Lá é mencionado que uma das terras é herança paterna e materna. Como Manoel e Maria Faustina tiveram filhas com sobrenome da Silva, talvez os Alves de Souza estejam relacionados com esse Antònio Alves de Souza e Silva. )

3- Jacintha Alves de Souza *1842 cc Venceslau Alves Ferreira ( filho de Leopoldina Maria de Jesus)

4- João Alves de Souza *1850 cc Maria Alves de Jesus *1850

5- Maria Jacinta da Silva  cc Rogerio Antonio Borges (filho de Maria Joaquina da Conceição).

6- Marianna Alves da Silva cc manoel Gonçalves da Cunha (filho de João Gonçalves da Cunha e Teodora Silveira da Silva).

Bat Jose f Venceslau Alves Ferreira e Jacinta Alves de Souza padr Jose Mendes do Nascimento e Reduzinda maria de Jesus Indianopolis

MENDES DO NASCIMENTO EM IRAÍ DE MINAS (ROMARIA)

Documentos pesquisados pela prima Clênia dos Reis no acervo digitalizado do Family Search

 
1) Óbito de escravo de Manoel Mendes do Nascimento – 15/1/1876
 https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:939N-1SSP-R8?from=lynx1UIV7&i=5

 

 
2 ) Batismo de Getúlia, filha de Manoel Mendes do Nascimento e Anna Theodora do Patrocínio. Padrinhos: Ramiro Novaes e Josina Neves Cardoso – 13/6/1914
 
3a) Batismo de Odilon, filho de Getúlio Pereira de Rezende e Apolinária Marcelina da Cunha. Padrinhos: Bertolino Ferreira da Cunha e Apolinária Maria de São José – 1/5/1909
 
3b) Batismo de Anna, filha de Irineu Mendes do Nascimento e Maria Saturnina de Jesus. Padrinhos: Antônio Ribeiro de Castro e Deolinda Maria de Jesus – 1/5/1909
 
3c) Batismo de Maria, filha de Benjamim Vieira Bueno e Germena Theodora da Conceição. Padrinhos: Baldoíno Vieira da Motta e Augusta Theodora da Motta – 1/5/1909
 
3d) Batismo de João, filho de José Candido Vieira e Maria Perpétua de Jesus. Padrinhos: Eduardo Luis Vieira, Anna Candida de Jesus e Ernesto Vieira dos Santos – 1/5/1909
 
 
4a) Batismo de Alfredo, filho de (Feliciano) Ticiano Mendes do Nascimento e Leonarda Maria da Conceição. Padrinhos: Antônio da Cunha Campos e Floriana Generosa da Cunha – 19/2/1877
 
4b) Batismo de José, filho de Manoel Vieira dos Santos e Germana Angélica da Conceição. Padrinhos: Jesuíno Vieira dos Santos e Germana Viola de Oliveira – 24/2/1877
 
4c) Batismo de João, filho de João Vieira Borba e Barbara Antônia de Jesus. Padrinhos: Pedro Chaves Vieira e Anna Theodora de Jesus – 2/3/1877
 
4d) Batismo de Hermogines, filho de Bertolino Ferreira da Cunha e Maria de São José de Jesus. Padrinhos: Antônio da Cunha Ferreira e Apolinária Maria de Jesus – 13/3/1877
 
4e) Batismo de Maria, filha de Jerônimo Luis Vieira e Anna Francisca de Jesus. Padrinhos: Francisoc Alves Ferreira e Marcolina bernadina de Aguiar – 25/3/1877
 
5) Batismo de Laudelina, filha de Eduardo Mendes do Nascimento e Florisbela Cândia de Jesus. Padrinhos: Ernesto Vieira dos Santos e Maria Rosa de Jesus – 13/7/1907
 
 
6a) Batismo de Rosalina, filha de Eduardo Mendes do Nascimento e Florisbela Cândida de Jesus. Padrinhos: Joaquim Vieira Paulito e Apolinária Herculina de Jesus – 7/6/1903
 
6b) Batismo de Messias, filho de Antônio Vieira Borba e Maria Borges de Jesus. Padrinhos: Miguel Vieira Borba e Augusta Maria de Jesus
 
 
7) Batismo de José, filho de Irineu Mendes do Nascimento e Maria Saturnina de Jesus. Padrinhos: Antônio José da Silva e Verônica Clara de Jesus – 11/10/1903
 
 
8) Batismo de João, filho de Eduardo Mendes do Nascimento e Florisbela Cândida de Jesus. Padrinhos: Miguel de Loura Espindola e Laudilena Maria de Loura – 11/6/1905
 
 
9) Batismo de Pedro, filho de Affonso Mendes do Nascimento e Maria Rosa de Jesus. Padrinhos: Pedro Mendes do Nascimento e Ursulina Silveira do Nascimento – 13/6/1901
 
 
10a) Batismo de João, filho de Rebermino Mendes do Nascimento e Beralda Vieira dos Santos. Padrinhos: Antônio Rosa da Silveira e Maria Ritta de Freitas – 21/4/1901
 
10b) Batismo de Aderlino, filho de Alfredo Mendes do Nascimento e Ritta Namorato dos Santos. Padrinhos: Feliciano Mendes do Nascimento e Mércia Antônia de Jesus – 21/4/1901
 
 
11) Batismo de Leopoldino, filho de Feliciano Mendes do Nascimento e Antônia Moreira dos Santos. Padrinhos: Alfredo Mendes do Nascimento e Ritta Borges dos Santos
 
 
12a) Batismo de José, filho de Theodoro Pedro Pereira e Maria Tereza de Jesus. Padrinhos: Jesuíno Mendes do Nascimento e Senhorinha Pereira Caldas – 15/8/1900
 
12b) Batismo de Edmundo, filho de Orcolino Mendes do Nascimento e Anna Colleta. Padrinhos: Antônio Clemente da Rocha e Brigida Theodora de Jesus – 15/8/1900
 
 
13a ) Batismo de Filomena, filha de Baldoínio Vieira da Cunha e Maria Soares de Souza (minha trisavó). Padrinhos: Ticiano Mendes do Nascimento e Maria Rita da Cunha – 26/4/1884
 
13b) Batismo de Emília, filha de Quirino Ferreira Soares (irmão de Maria de Souza Soares) e Praxedes Ferreira da Cunha (Praxedes de Jesus). Padrinhos: Joaquim Antonio Soares e Balbina Maria de Jesus – 26/4/1884 . Observação – Emília morre com apenas 2 meses, registro de Óbito em Romaria em 6/6/1884.
 
13c) Batismo de Maria, filha de Manoel Rodrigues Vieira e Maria Justina de Jesus. Padrinhos: Antonio Bernardes da Cunha e Marianna Carolina da Cunha – 26/4/1884
 
13d) Batismo de Salu, filho de Manuel Mendes do Nascimento e Anastácia Maria de Jesus. Padrinhos: Ignácio Mendes do Nascimento e Maria Rita da Cunha – 26/4/1884
 
13e) Batismo de Estevina, filha de José Antonio Passos e Cândida Rosa do Carmo. Padrinhos: Baldoino Vieira da Cunha e Maria de Souza Soares (minha trisavó) – 26/4/1884
 
 
14) Batismo de Maria, filha de Adão Sebastiano Alves e Maria Ignácio de Jesus. Padrinhos: Berlaminho Mendes do Nascimento e Dona Maria Angélica da Rivera – 8/5/1842
 
 
15) Batismo de Maria, filha de Manoel Mendes do Nascimento e Anastácia Maria de Jesus. Padrinhos: Honório da Cunha Ferreira e Joaquina Caetana Mendes – 20/8/1876
 
 
16) Batismo de José, filho de Feliciano Mendes do Nascimento e Leonilda Maria de Jesus. Padrinhos: o casal Antônio da Cunha Ferreira e Maria Ritta de Jesus – 15/5/1872
 
 
17a) Batismo de Luídio, filho de Manoel Mendes do Nascimento e Anna Theodora do Patrocínio. Padrinhos: Feliciano Ribeiro Miranda e Maria basília da Cunha – 21/5/1910
 
17b) Batismo de João, filho de Joaquim Pedro Leandro e Maria Cândida de Jesus. Padrinhos: Limírio Ferreira da Cunha e Anna Alves Ferreira – 22/5/1910
 
17c) Batismo de Emídia, filha de Teófilo Ferreira da Cunha e Jordelina Cândida Resende. Padrinhos: João Ferrreira da Cunha e Apolônia Maria Ferreira – 22/5/1910
 
 
18) Batismo de Antônio, filho de Eduardo Mendes do Nascimento e Florisbela Cândida de Jesus. Padrinhos: José Antônio Mendes e  Maria Cândida de Jesus – 19/12/1909
 
 
19) Óbito de Manoel Mendes do Nascimento – 15/1/1876
 
20) Batismo de Leonora, filha de Salomé Mendes do Nascimento e Leonarda Rosa de Jesus. Padrinhos: Bertolino Mendes do Nascimento e Porânia Rosa de Jesus – 14/11/1912
 
 
21) Batismo de Pio, filho de Irineu Mendes do Nascimento e Maria Saturnina de Jesus. Padrinhos: Hermógenes Bernardes de Aguiar e Maria Antônia de Jesus – 12/3/1911
 
 
 
Batismo de Theotonio, filho de Joao de Paula Espindula e Anna Apolinaria de Jesus. Padrinhos Quirino Ferreira Soares e Maria Joaquina de Jesus. – 30/12/1883 (nascido em 27/11/1883). – fonte
– Pesquisado por Luciana Lorrayne Borges ( do Grupo de Genealogia do Araguari no WhasApp) –

Observações – João Paula de Espindula é irmão do *Antônio Cândido de Sousa Espíndula. – parente do primo de DNA Adenilson Alves de Souza, de Indaiá. Impotante não confundir com Antonio Cândido de Souza Rezende (ascendente direto dos primos Vânia Mendes Ramos da Silva e do Adeilson ao mesmo tempo). Mesmo assim a prima Vânia tem parentesco com os descendentes do Antonio Cândido de Souza Espíndola porque ele foi o segudo marido da sua tetravó Anna Florência de Jesus. (filha do Manoel Mendes do Nascimento e irmã do Feliciano, Rômulo, Rêmulo e outros casados em Santa Juliana).

Está esquentando 🙂 Alguma conexão então pode haver entre os meus Alves de Souza Soares com esses Souza Espíndula. Espíndula parece ser um sobrenome comum nos Açores.

Bat Theotonio f Joao de Paula Espindula e Anna Appolinaria de Jesus pad Querino Ferreira Soares e Maria Joaquina de Jesus - Romaria 1883

Lista de inventários de Monte Carmelo – fonte

https://docs.google.com/spreadsheets/d/1xn45mXUlfGxsaUKA1Ay5A7CuQjqdvrjezgNJN8qaIf4/edit#gid=1332217556

Irai de Minas tudo que precisa de justiça, vai para Monte carmelo. Igual Romaria. A igreja de Nossa Senhora Abadia é sede das igrejas da Abadia nessa região. Isso bem antes de tornar Santuário. Estão entre Irai, Romaria, Patrocínio e Monte Carmelo. Tem Romaria (antiga Agua Suja). Fazendas Santo Antônio ou Fazenda dos Cocais. Tem tambem Irai de Minas (São José do Barreiro-MG).

FRANCISCO VIEIRA DA MOTTA & MARCELLINA MARIA DE JESUS

(Meus Pentavós. Pais de Maria Cândida de Jesus e de José Luiz Vieira)

Pesquisado por Juca – Jose Fernandes da Cunha, Adeilson Batista, Vânia Mendes Ramos da Silva, Clênia Oliveira dos Reis, Josi Baggio e Juliana Areias.

Francisco Vieira da Motta, nascido em cerca de 1800, filho de José Vieira da Motta e Marianna da Cunha Ferreira, casou com Marcellina Maria de Jesus. O Casal residiu em Patrocínio-MG.

Observações: Sobre os meus Vieira da Cunha, Ferreira da Cunha, Cunha Ferreira, generosamente o querido pesquisador Adeilson Batista em setembro de 2021 pesquisando a divisão de terras na fazenda Cocaes – Cocais lugar denominado Sobradinho, encontrou a informação de que minha tetravó Maria Cândida  de Jesus casada com Antônio Mendes do Nascimento (Vale) é filha de  Francisco Vieira da Mota e Marcelina Maria de Jesus. Portanto, neta de José Vieira da Mota e Mariana da Cunha Ferreira. (Parece existir dois Francisco Vieira da Motta, com esposas diferentes atribuidos no Family Search como filhos de José Vieira da Motta, no entanto com o testamento encontrado não há duvidas de que ao menos o Francisco Vieira da Motta casado com Marcelina Maria de Jesus seja filho legítimo ) Pelo jeito, existem 2 ou três homônimos Francisco Vieira da Motta. Josi faz também a mesma ressalva –  “A mulher de Francisco Vieira da Mota já apareceu como Anna Rosa, Anna Zeferina e agora Marcelina Maria?  Revendo os dados, aparecem dois Franciscos: um cc Anna e outro, que não constava a esposa, cc Marcelina. Este filho de José Vieira e o outro, de Manuel Vieira. Já viu a genealogia, né? https://www.familysearch.org/tree/person/details/LTXG-TTM Nela aparece o batismo de José filho de José/Marianna, em 1805 e não em 1811 como está no inventário, tendo por padrinho um 3o Francisco Vieira da Motta. Esse José seria Vieira da Motta Filho. Ou seja, os dados são um pouco conflitantes, mas aparentemente se trata da mesma pessoa: José Vieira da Motta Jr e José Ferreira da Cunha. Pode até ser que José Cândido fosse filho de Antonio, porém se consta o nome dele no inventário de José Vieira Filho é um sinal importante. Agora, tudo são hipóteses no meu entendimento; sem ver e analisar esses documentos é temerário afirmar as relações. Eu deixaria em stand by até poder corroborar a afirmação de Adeilson.”

Ver abaixo o capítulo intitulado Mistérios sobre a Chegada da Família Ribeiro Brito (Alves de Souza Soares) em Patrocínio, vindos de São João del Rei-MG – com os documentos e pistas que evidenciam essa possibilidade.

ORDEM DOS FILHOS
DE FRANCISCO VIEIRA DA MOTTA & MARCELLINA MARIA DE JESUS

Francisco Vieira da Motta e Marcellina Maria de Jesus, tiveram ao menos os seguintes filhos:

  1. Jose Vieira Motta *1823
  2. Maria Cândida de Jesus *1824 cc Antonio Mendes do Nascimento Valle , filho Jose Mendes do Nascimento Valle e Anastacia Maria de Jesus.
  3. Manoel Vieira da Motta *1828
  4. Fortunato Vieira da Motta *1831
  5. Aurea Maria de Jesus *1837 cc Jeronimo Jose da Rosa*1832 em Patrocínio, filho de José da Cunha Ferreira e Maria de Sao Jose ( irmã de meu tetravô Antônio Mendes do Nascimento).
  6. Jose Luis Vieira * 1840, falecido em 27/9/1897, foi casado duas vezes. Seu primeiro casamento foi em 5/2/1809 em São João del Rei  com Maria Jesuína de Jesus* 1826 e falecida em 1/5/1861, filha de José Mendes do Nacimento Valle e Anastácia Maria de Jesus. Seu segundo casamento foi com Maria Perpétua de Jesus, falecida antes de 1897.

CENSO DE 1832 – PATROCÍNIO-MG

 

EXTRATO DA SUBDIVISÃO DE TERRAS DA FAZENDA COCAES

LISTANDO DESCENDENTES DE FRANCISCO VIEIRA DA MOTTA & MARCELLINA MARIA DE JESUS

Fragmento da antiga Fazenda Cocaes em atual Iraí de Minas. A Fazenda Cocaes, que já teve tamanho de Sesmaria (18kmx 6km), foi sendo subdividida ao longo dos séculos.

NOTAS DE JORNAIS ENCONTRADAS COM O NOME FRANCISCO VIEIRA DA MOTTA

(Pertinentes a ele ou a um homônimo seu)

  • 27/05/1881 – Francisco Viira da Motta preso em Bagagem, por homicídio – Jornal A Actualidade (Órgão do Partido Liberal), redação em Ouro Preto-MG.
Art prisao de Francisco Vieira da Motta em Bagagem 1881 Jornal A Actualidade

  • Francisco Vieira da Motta , contador em Uberabinha,  três menções no Jornal Minas Gerais – Órgão oficial dos três poderes do Estado em 1892, 1893 e 1894. (Acredito que seja um homônio, pois se o nosso Francisco Vieira da Motta nasceu em cerca de 1800, provavelmente não estivesse mais vivo e nem ativo nesse período).

JOSÉ FERREIRA DA CUNHA & ANNA RITTA DE JESUS

(Meus Pentavós. Pais de José Cândido Ferreira / José Cândido da Cunha)

Pesquisado por Juca – Jose Fernandes da Cunha, Adeilson Batista, Vânia Mendes Ramos da Silva, Clênia Oliveira dos Reis, Josi Baggio e Juliana Areias.

  • José Ferreira da Cunha *1811  (nao sept 1805) (GD4B-J5D) faleceu em Patrocínio em 17/11/1851, filho de José Vieira da Motta e Marianna da Cunha Ferreira, como foi declarado por seu genro José da Rosa da Cunha (casado com Ana Luiza de Jesus) no seu assento de óbito pesquisado pelo querido Adeilson Batista. No assento diz que morreu com quarenta anos, de repente, logo de infarto explica Adeilson.  Foi casado com  Anna Ritta de Jesus (GD4B-QYT) .

Observação importante: No Family Search vem listado erroneamente como filho de José Vieira da Motta e Marianna da Cunha Ferreira, um outro José Vieira da Motta Jr casado com Rita Maria da Conceição com os seguintes filhos: Pedro Vieira da Motta, Beraldo Vieira da Motta. Como os filhos não correspondem, parece se tratar de dois casais diferentes. A menos que José tenha se casado duas vezes, o que não consta em seu inventário.

ORDEM DOS FILHOS DE JOSÉ FERREIRA DA CUNHA & ANNA RITTA DE JESUS

Pelo inventário de José Ferreira da Cunha, sabemos que José Ferreira da Cunha e Anna Ritta de Jesus tiveram os seguintes filhos:

  1. Ana Luiza de Jesus *1829 cc José Rosa da Cunha
  2. Maria Justina de Jesus *1831 cc Florentino José da Silva
  3. Jerônimo Jose da Rosa *1832, casado
  4. Jose Cândido da Cunha ( José Cândido Ferreira)*1835 cc Maria Alves de Souza,
  5. Francisco Ferreira da Cunha *1836
  6. Cândida *1841
  7. Joaquina *1842
  8. Justina *1845

INVENTÁRIO DE JOSÉ FERREIRA DA CUNHA – 1852 – Patrocínio-MGfonte

Data: Inicia em 28/9/1852 e últimas folhas em 1858.

Local:  Fazenda Santo Antônio, Patrocínio-MG

Data de falecimento: 17/11/1851, com 40 anos, morte súbita, (infarto)

Declarante do óbito e tutor de menores: José da Roza da Cunha (genro do falecido)

Louvados / Curador de órfãos: Antonio Vieira da Cunha e Antônio Cândido de Castro ( cc Cândida Florinda ou Rosa de Jesus, filha do Capitão Ignácio da Cunha Ferreira e depois em 18/7/1866 com Firmina Cândida da Pureza *1842)

Viúva: Anna Ritta de Jesus

Filhos herdeiros:

  1. Ana Luiza de Jesus *1829, 23 anos,  cc José Rosa da Cunha
  2. Maria Justina de Jesus *1831, 21 anos, cc Florentino José da Silva
  3. Jerônimo Jose da Rosa *1832, 19 anos, casado
  4. Jose Cândido da Cunha ( José Cândido Ferreira)*1835, 17 anos em 1852, ainda solteiro ( No final do inventário,em 1858, já vem declarado como casado. De fato, seu primeiro filho Guerino Ferreira Soares com sua esposa Maria Alves de Souza nasceu em 1856. No entanto esse assento de batismo não está em Patrocínio-MG).
  5. Francisco Ferreira da Cunha *1836, 16 anos
  6. Cândida *1841, 11 anos
  7. Joaquina *1842, 10 anos
  8. Justina *1845, 7 anos ( No final do testamento em 1858, interessante descrição revelando o modelo de educação esperado para meninas nessa época: “Órfa Justina está no estado de solteira, e em companhia do seu tutor (genro José Rosa da Cunha), sabe Doutrina Cristã, sabe cozer, fiar e tecer, e acha-se com a idade de quatorze anos.”

 

TERRAS DE ANNA RITTA DE JESUS

(Minha Pentavó, casada com José Ferreira da Cunha, pais de José Cândido Ferreira / José Cândido da Cunha)

Declaração e registro de terras feito pela Igreja Católica – 12/4/1856 – Patrocínio-MG

Pesquisa feita pela prima Vânia Mendes Ramos da Silva no acervo de terras públicas do Site SIAAPM

Anna Rita de Jesus declara que possui uma parte de terras de cultura e campos na Fazenda de Santo Antonio com o sócio Manoel Vieira da Motta, José da Rosa e outros, fazenda faz divisa com a Fazenda Machaubas de Baixo (Macaubas) e com a Fazenda Cocaes (Cocais). Tem também uma parte da Sesmaria de Cocaes (Cocais) com Ignacio Ferreira da Cunha e Dona Anastácia e outros, que faz divisa com a Fazenda dos Vieira Borba e a de Santo Antonio pertencentes a esse distrito e Freguesia de Nossa Senhora do Patrocínio. Arroga de Anna Rita de Jesus, assina Antonio Alves de Souza Soares e o Padre João Carneiro de Castro.

Observações sobre as Fazendas Santo Antônio, Paciência, Macaúbas, Cocais (Cocaes) e Bom Jardim – todas pertencentes aos nossos familiares e parentes – Famílias Mendes do Valle, Ferreira da Cunha, Ribeiro de Castro e afins. Ao descendentes herdeiros do nosso ancestral Antônio Mendes Valle foram dadas as terras da Fazenda Cocaes (Fazenda Cocais) e Fazenda Macaúbas. Por exemplo, a família do avô da Prima Vânia estava na Fazenda dos Cocaes, e da sua avó na Fazenda Macaúbas. No Bom jardim estavam os Fernandes de Castro (do primo Juca) e depois chegaram os Caixeta. Na Macaúba de Baixo os Ferreira da Cunha ( meus, da Juliana Areias) e Juca diz que até hoje, (2024) ainda tem muito Ferreira da Cunha lá. Primo Juca fez concurso e foi transferido para Patrocínio atualmente também (2024).

Primo Juca explica: “Acho que a lateral da Macaúba de Baixo chega a Iraí de Minas, sua terra. E a quina de baixo dela chega em Nova Ponte. Iraí de Minas desmembrou de Monte Carmelo. Monte Carmelo é a antiga Água Suja. A Macaúbas de cima tem parte com Monte Carmelo hoje.

Prima Vânia explica que seus tios mais velhos nasceram em São José do Barreiro mas quando pertencia a Monte Carmelo. Ela não sabe onde estão os registros de São José do Barreiro da Igreja. Entrou em contato com a Diocese de Patos de Minas, que em tese pertenceria, mas lhe retornaram dizendo que não acharam. Ela queria o registro de casamento dos meus bisavós por parte da avó materna. Não se casaram em Irai. Ela acha que foi no cartório de Patrocínio. Mas o cartório não responde. Novo numero do novo cartório de patrocínio : (34) 3099-2933 ( em 2024).

HERDEIROS DE ANTONIO MENDES VALLE ( FAZENDA MACAUBAS E COCAIS)

(Pesquisa feita pela Prima Vânia Mendes Ramos da Silva) fonte

“As Fazendas de Cocaes e Ribeirao de Macaúbas dadas ao inventário de Antonio Mendes do Valle no valor de hum conto duzentos mil réis que sai. Em cujo valor tocou a José Mendes do Valle por heranças e compras a quantia de novecentos e vinte e seis mil quatrocentos réis que sai. A Francisco Mendes do Valle por herança a quantia de cento e quarenta e quatro mil réis que sai: A Ignácio Ferreira da Cunha por sucessão de Maria de São José a quantia de cento e vinte nove mil quinhentos e noventa reis que sai; Tocando a cada um dos mesmos pela nova avaliação das terras a quantias seguintes a saber: José Mendes hoje seus herdeiros e sucessores vinte e hum alqueires, digo, sucessores hum mil vinte e um alqueires de capoens e […] Pratos, setecentos trinta e hum alqueires dois pratos de matta dois mil quatrocentos e doze alqueires de campos. A Francisco Mendes tocou cento e cincoenta e oito alqueires de campos, digo de capoens e vinte e quatro Pratos, em Matta cento e treze alqueires e vinte pratos em campos trezentos e sessenta e cinco alqueires o qual [vendo?] a Jerônimo da Rosa oitenta alqueires de culturas de capoens e duzentos e cincoenta alqueires de Campos. A Ignácio Ferreira da Cunha tocou cento e quarente e dois alqueires de culturas de capoens vinte e sette pratos em Matta cento e dois alqueires e oito Pratos e em campos duzentos e trinta e sette alqueires e quinze pratos.”

Observações da Prima Vânia: “Quando pesquisamos na Fundação Calmon Barreto encontramos uma caixa com o nome do Antônio Mendes Valle, mas era da igreja e não podia mexer à epoca. Não sabíamos de quem poderia ser, se do neto, ascendente da Ju, ou do avô. Agora eu acho que seria do avô e poderia ser algo relacionado a essas terras. Eu imaginava que ele teria morrido em São João Del Rei e os filhos foram para o Triângulo Mineiro. Agora já penso que pode ter ido junto com os filhos. E que o inventário dele foi feito no Triângulo Mineiro. Nunca encontrei inventário no Museu do Iphan em São João Del Rei. Mas não está catalogado na lista da fundação. Assim como o do Capitao Ignácio.Não sei onde poderiam estar. Se foram perdidos em Araxá.”

IMAGENS DA FAZENDA MACAÚBAS E MAPA DA LOCALIZAÇÃO DAS FAZENDAS MACAÚBAS, COCAIS E BOM JARDIM

Prima Vânia visitou a região em janeiro de 2025 e enviou por whatsapp fotos dela e sua família, inlcuindo foto de placa mencionando a Fazenda Cocais, na atual cidade de Iraí de Minas.

AINDA INDEFINIDO CASAL ALVES DE SOUZA

(Meus Pentavós. Pais de Maria Alves de Souza)

Pesquisado por  Adeilson Batista, José Aluísio Botelho, Josi Baggio e Juliana Areias.

Ver abaixo o Capítulo – Mistérios sobre a chegada da Família Ribeiro Brito (Alves de Souza Soares) – Em Patrocínio, vindos de São João del Rei-MG)

ORDEM DOS FILHOS DE ?

ANTÔNIO MENDES VALLE & FRANCISCA COELHO MEIRELLES

(Meus hexavós. Pais de José Mendes do Nascimento Valle)

Pesquisado por Vânia Mendes Ramos da Silva, Josi Baggio, Pedro Miguel Ortiga de Sousa e Juliana Areias.

Graças aos tesouros e pistas encontrados pelo faro certeiro da amada amiga Josi Baggio em outubro de 2021  e simultaneamente o inventário de Maria de São José (irmã de José Mendes do Nascimento Valle) em Patrocínio,  pesquisado pela prima Vânia Mendes Ramos da Silva, sabemos que os filhos do casal Antônio Mendes Valle & Francisca Coelho Meirelles, que foram batizados em São João del Rei, vieram para a regiao de Patrocínio e Araxá no Triângulo Mineiro. (Mesma trajetória do Major Antônio Alves de Souza Soares e suas duas irmãs).

Antônio Mendes Valle nasceu em 05/04/1719, em Joanes, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal, filho de João Mendes e de Maria da Costa Ribeiro. Antônio emigrou para o Brasil, onde foi um próspero mestre carpinteiro e proprietário de terras.  Estaleceu-se em São João del Rei, Minas Gerais,  onde se casou em 20/4/1750 com Francisca Coelho Meirelles, natural de São João del Rei. (Ver seu assento de casamento dentro do inventário do seu sogro Manoel Coelho de Meirelles). Em 1757 há registro do arquivo público mineiro, de terras concedidas a ele pela Coroa Portuguesa. Seus filhos residiram em Patrocínio-MG e Araxá-MG. Documentos encontrados em São João Del Rei e Araxá, citam outros familares de Antônio Mendes Valle que também emigraram para Minas Gerais, como por exemplo o alferes José Mendes Valle, que morreu solteiro e sem filhos em Araxá ( ver seu inventário abaixo). Nosso Antônio Mendes Valle (cc Francisca Coelho Meirelles) era irmão de João Mendes da Costa ( cc. Maria Pereira de Sá /da Silva), pais desse José Mendes Valle que no seu testamento também se declara batizado na Freguesia de Santa Maria do Telhado, da Villa de Barcellos, Ascebispo de Braga, Portugal.  Como no livro de Notas de 1802 de São João del Rei, o nome do nosso Antônio Mendes Valle não vem mais citado, mas só o de sua esposa e genros, é capaz de ter morrido por lá antes de 1802. O sobrenome Vale parece ter sido adotado como nome topônimo, uma referência a sua terra natal, que é um vale, entre montanhas, próximo ao Vale de São Cosme, em Famalição, de onde alguns de seus antepassados vem. A palavra Valle ou Vale, acabou virando Val, no Brasil, pela maneira do sutaque português de pronunciar Vale, que soa mais com Val para o sutaque brasileiro.

Antônio Mendes Valle era devoto de Bom Jesus de Matosinhos, tendo comisionado duas pinturas ex-votos em agradecimento as curas recebidas na família. Estas pinturas, estão no acervo da Capela da Sala dos Milagres do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, na cidade Congonhas do Campo, em Minas Gerais. Esse acervo é parte do Patrimônio Cultural do Brasil e está publicado em dois livros, ambos contendo as duas pinturas ex-votos pertencentes ao nosso patriarca Antônio Mendes Valle:  o livro “História da Vida Privada no Brasil – cotidiano e vida privada na América portuguesa, por Laura de Mello e Souza”, (página 108, Editora Companhia das Letras) e a publicação feita pelo Governo Federal Brasileiro em 2012  “Ex-votos em Congonhas” . (páginas 53 e 57, Iphan).

Francisca Coelho Meirelles nasceu em 1736, em São João del Rei, Minas Gerais, Brasil, filha de Manoel Coelho Meirelles e Isabel da Silva Miranda. Na mesma cidade se casou com Antônio Mendes Valle em 20/4/1750 que foi também onde nasceram seus filhos. Não sabemos se permaneceu sempre em São João del Rei, ou se mudara também para a região de Patrocínio, Araxá e Uberaba no Triângulo Mineiro como alguns de seus filhos. Teve ao menos um irmão chamado Manoel, nascido em 1729 ( ver o inventário de Manoel Coelho Meirelles abaixo). Foi batizada na “Matriz Nossa Senhora do Pilar de São João del Rei-MG e capelas filiadas. Aos 03-12-1736 na capela de Santo Antonio desta freguesia bat. a Francisca, f.l. Manoel Coelho de Meirelles e Izabel da Silva de Miranda, padr.: Diogo…Coelho e Brizida da Silva”.

ORDEM DOS FILHOS DE

ANTÔNIO MENDES VALLE  & FRANCISCA COELHO MEIRELLES

Antônio Mendes Valle e Francisca Coelho Meirelles tiveram ao menos os seguintes filhos em São João del Rei:

  1. Margarida Mendes Valle *junho1763, batizada em 20 de julho de 1763, falecida em Barbacena-MG, casada ainda em São João del Rei em 22 de novembro de 1791 com João de Almeida Ramos, filho de João Rodrigues Cardoso e Helena Maria. (Ascendente da prima Vânia Mendes Ramos da Silva).
  2. José Mendes Valle ( Jose Mendes do Nascimento Valle) *setembro 1764, batizado em 8 de setembro de 1764 em São João del Rei, falecido antes de 17/8/1856 em Patrocínio-MG, cc Anastácia Maria de Jesus, em 5/9/1809 em São João del Rei, filha de Jerônimo José da Rosa (Jerônimo Dias de Araújo) e Anna Maria de Jesus. (Também ascendente da prima Vânia Mendes Ramos da Silva).
  3. Maria de São José, falecida em 1829 em Patrocínio, sem filhos e viúva de Antonio Gonçalves de Carvalho, inventariada em Patrocínio em 1829, deixando bens para vários sobrinhos e pra seu irmão Jose Mendes do Nascimento. Teve um outro marido chamado Francisco José de Menezes. Designa como testamenteiro primeiramente Ignácio Ferreira da Cunha, marido da sobrinha Maria Antonia de Jesus, em segundo lugar, seu sobrinho José Joaquim Silva e em terceiro lugar o irmão José Mendes do Nascimento.

Interessante descoberta sobre conexão de Maria de São José com o herói nacional Tiradentes, da Inconfidência Mineira, pesquisada e compartilhada pela nossa querida prima Vânia Mendes Ramos da Silva, Maria de São José, irmã do José Mendes do Nascimento, foi casada com Antônio Gonçalves de Carvalho. Um primo encontrou o casamento dela nos livros de São João Del Rei. Eis que o marido dela é filho natural do Alferes Domingos Gonçalves de Carvalho (L692-FJQ) com Josefa Gomas Jardim. O Alferes foi casado com Maria Victória  de Jesus Xavier, que é irmã do Tiradentes. Pesquisando a vida do Alferes Domingos descobri que Josefa moveu contra ele uma ação eclesiástica para que se casasse com ela e na sequência uma ação de estupro.
Aqui a família do Tiradentes, citando Maria Victória e Domingos http://www.projetocompartilhar.org/Familia/cap02AntoniadaEncarnacaoXavier.htm

Aqui a citação sobre o processo movido por Josefa contra o Domingos https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-01022023-133736/publico/1999_MarcosMagalhaesDeAguiar_Pt1.pdf

Apesar de não haver uma citação expressa dos avós do Antônio Gonçalves de Carvalho, conclui pelas datas ser o Alferes Domingos Gonçalves de Carvalho ser a mesma pessoa.

4. Antônia Mendes Valle (também chamada de Antônia Maria Mendes ou Antônia Maria de Jesus) *1779, batizada em 1779 em São João del Rei e falecida em 21/3/1853 em Araxá ( ver seu inventário em Araxá cx 61 abaixo). Foi casada com Antônio Rodrigues Villas Boas. (Ver o inventário do seu marido Araxá cx 63 abaixo). Tiveram 7 filhos: Manoel Rodrigues cc Mariana da Cunha Ferreira (pais de Maria e  José), Maria Antônia de Jesus cc Ignácio da Cunha Ferreira, Antônio Rodrigues Villas Boas cc Apolinária Maria de Jesus, Francisca Coelho Meirelles Neta cc Ignáci Antônio Barbosa, Joseja Maria de Jesus cc Reginaldo José Mariano (ou Máximo/Maximino), Joaquim Rodrigues cc Tereza e Thereza Maria de Jesus cc Clemente Luis José. (Antônia Mendes Valle é também ascendente da prima Vânia Mendes Ramos da Silva).

5. Joaquim Mendes Valle cc Maria Antonia de Jesus em 6/2/1808 em São João del Rei.

6. Ritta Maria, natural e batizada em São João del Rei-MG, onde se casou em 2/2/1799 com Luiz Antônio de Miranda.

Mapa de Telhado famalicao portugal terra dos Mendes Vale

CERTIDÃO DE BATISMO DE ANTÔNIO MENDES VALE – 06/04/1719 – Telhado, Braga, Portugal – fonte

(filho de João Mendes e Maria da Costa Ribeiro)

Antônio, nascido em 05/04/1719  em Joanes, localidade pertencente a Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal e batizado em 06/04/1719.  Foram padrinhos Antônio de Barros Tinoco, natural da freguesia de São Matinho e Marianna, solteira, filha de Gos Afonso e sua mulher Maria Tereza de Funta, da freguesia de São Martinho do Vale, do lugar da Igrya. Foram testemunhas Francisco Alz (Alves / Alvarez) do lugar de São Martinho do Vale e  Manoel Mendes, do lugar de São Cosme do Vale.

Bat Antonio Mendes Vale f. Joao Mendes e Maria da Costa Ribeiro - telhado Braga 1719
Bat Antonio Mendes Vale f. Joao Mendes e Maria da Costa Ribeiro - telhado Braga 1719 page

LICENÇA DE CASAMENTO PARA ANTÔNIO MENDES VALLE E FRANCISCA COELHO MEIRELLES

(imagem 79 do inventário de Manoel Coelho de Meirelles)

“Diz Izabel da Silva de Miranda, viúva que foi por falecimento de Manoel Coelho de Meirelles, como autora e administradora de sua filha e do dito difunto, Francisca Coelha Meirelles, que a já sua filha esta contratada para casar na forma que manda o sagrado concílio Tridentino com Antônio Mendes Valle, homem branco e mestre carpinteiro, pessoa capaz e me é idonea, de inteiro o consede para casar com sua filha… “

CASAMENTO DE ANTÔNIO MENDES VALLE E FRANCISCA COELHO MEIRELLES

20/4/1750 – São João del Rei, Minas Gerais, Brasil

(Assento transcrito no Inventário de Manoel Coelho de Meirelles – caixa 617 no Museu do Iphan)

“Aos vinte dias do mês de abril de 1750 na Capela de Santo Antônio do martir pequeno, filial desta Matriz de Nossa Senhora do Pilar do Vale de São João del Rei, na presença do Reverendo Antônio Pinto capelão da dita capela, com licença do revenrendo Matheus Antônio Salgado, parroco desta dita freguesia, em presença do Doutor José de Sobral e Souza vigário da vara desta marca do Rio das Mortes, e na presença das testemunhas de Sargento Mor Antônio de Moraes e arm… Francisco Antônio de Mendonça, ambos dessa freguesia, pelas 10 horas  da manhã receberas com face da igreja por palavras de presente  ANTONIO MENDES natural e batizado na Freguesia de Santa Maria do Telhado, do Bispado de Braga, e filho legítimo de João Mendes e  de Maria da Costa, já defunta, e FRANCISCA COELHA DE MEIRELLES, natural e batizada nesta Freguesia de Nossa Senhora do Pilar, e filha legítima de Manoel Coelho Meirelles já defunto e de Izabel da Silva de Miranda, moradores nesta dita freguesia e isto feitas as denunciações nesta matriz onde os contraentes são moradores e fregueses, sem que descobrir impedimento, na forma do sagrado do concílio e constituição e logo receberão as bençãos na forma dos ritos e cerimônias da Santa Madre Igreja, segue de tudo fiz constar o assento que por verdade assigne. Codjuvante Antônio Alvarez Coelho. Antônio de Moraes…, Francisco Antônio de Mendonça. E não se continha mais nada quanto faz aqui versados bem e na verdade e senão na forma do rito. Padre Coadjucante Antônio Alvarez Coelho. “

CONCESSÃO DE DATA (TERRAS) PELA COROA PORTUGUESA A ANTÔNIO MENDES VALLE E OUTROS – 1757

(Fonte – Arquivo Público Mineiro pesquisado pela prima Vânia Mendes Ramos da Silva)

Concessao de datas terras da Coroa Portuguesa a Antonio Mendes Vale 1757 I0003805-5-0-000722-000421-006013-003510

CONCESSÃO DE TERRAS A ANTÔNIO MENDES VALLE

E SUA MULHER FRANCISCA COELHO MEIRELLES EM 1764 – fonte

Revista do Arquivo Público Mineiro publicado em 1900

Art Antonio Mendes Valle pedido de terra em 1764 - Revista do Arquivo publico Mineiro publicada em 1900

EXTRATO DO PEDIDO DE CONCESSÃO DE TERRAS – CARTA DE SESMARIA DE ANTÔNIO MENDES VALLE & FRANCISCA COELHO MEIRELLES – 1776

(Documento pesquisado e encontrado pela prima Vânia Mendes Ramos da Silva)

Carta de Sesmaria a Antônio Mendes Valle e Francisca Coelha de Meirelles (Unicode Encoding Conflict)

Breve texto introdutório postado pela prima Vânia no seu perfil de Facebook, durante sua viagem com sua família e visita a Igreja Nossa Senhora do Pilar em São João del Rei em 18 abril de 2022:

“Raspar os pés e pensar se meus antepassados rasparam também os deles há cerca de 300 anos. Eram “pé rapados” ou será que chegavam a cavalo e tinham um assento pomposo na igreja? Descobri oitavos avós em documentos muito antigos de São João Del Rei (SJDR). Batizaram e casaram filhos na Matriz Nossa Senhora do Pilar e capelas da região nos anos de 1740 e seguintes. Antônio Mendes Valle trouxe consigo da região de Braga em Portugal o meu sobrenome. Recebi também de herança uma nova versão da História das Minas Gerais que, agora descobri, se confunde com a minha própria existência. Documentos do Conselho Ultramarino de Portugal datado de 1765 concedem a Antônio Mendes Valle e sua esposa Francisca Coelha de Meirelles, sesmaria em terras limítrofes ao Rio do Peixe, situado a 50 km de SJDR. Terras onde hoje se localiza o município de São Tiago, hospitaleira Terra do Café com Biscoito. História dos primórdios dessas Terras Gerais, que agora não posso mais ver e sentir da mesma forma. E esse é apenas o início de uma aventura que segue com seus descendentes embrenhando-se pela antiga Picada para Goiás, em direção ao Triângulo Mineiro, onde uma nova parte da História se inicia. A minha e a das Minas Gerais.”

Prima Vania na Capela de Nossa Senhora do Pilar Sao Joao del Rei em abril de 2022

Instituto de Investigação Cientìfica Tropical

Arquivo Histórico  Ultramarino

Minas Gerais – 23 de janeiro de 1776

Caixa 109 Doc 15 Código 8810 Emissão 23/1/1773

Requerimento de Antônio Mendes Vale pedindo confirmação de sesmaria de meia légua que possui junto ao Rio do Peixe na Comarca do Rio das Mortes. Em anexo, uma carta.

Página 1

“Guardete na Secretaria … … de 1776

“Urinos  P L M…” Senhor

Diz Antônio Mendes Valle e sua mulher Francisca Coelha de Meirelles que ele possiu uma fazenda no Rio dos Peixes Sra. Pasa. São José, Comarca do Rio das Mortes, onde o Governador e Capitão General de Minas Gerais “Thesapa Manoel” em nome de Vossa Magestade de meia légua de terra em que da por sesmaria e por qual necessita de confirmada.     Da Vossa Magestade “Thesapa Manuel” mandar se lhe peça sua Carta de Confirmação na forma do Estillo.  E R M

Páginas 2 e 3

Luis Diego Lobo da Silva do Concelho de Mag.e Comendador da Comenda de Santa Maria de Moncorva da Ordem de Christo, Governador e Capitão General da Capitania das Minas Gerais, “Na.” Faço saber aos que esta minha Carta de Sesmaria virem, que tendo respeito a me representarem por sua petição Antônio Mendes Valle e sua mulher Francisca Coelha Meirelles que eles estavam cultivando essa fazenda de Engenho de cana, que constava de matos virgens e capoeiras, pastos e Logradouros, com casas “depricavadas” do termo Rio das Pedras, do … da Villa de São José, Comarca do Rio das Mortes, que parte dela parte com Isabel “Francisca”, viúva de Francisco Nuna, de outra com Manoel Martins Gomes , e de outra com Domingos José Braga, de outra com Domingos Martins Gomes, e de outra com Domingos José como queriam Sesmaria desta Fazenda com justo, ouço dada Título me pedido por fim inclusão de Vossa petição reconcederte esta Sermaria da fazenda de meia légua de terra em quadra anexadas conforme ações mencionadas na Comarca Rio das Dores de Sua Magestade. Ao que atendendo, Eu e o que responderam os Oficiais da Câmera da Villa de São José, e os  D. D. Provedor da Fazenda Real, e Procurador da … desta Capitania a quem ouvi que deste lhes não oferecer dúvida na concessão desta sesmaria,  justo ter o suplicante justificado por testemunhas, na forma da Ordem do dito “pedido” não ter outra sesmaria, nem pertender esta para outra alguma pessoa. Também por não encontrarem inconveniente que a proibisse, pela faculdade que Sua Magestade me permite nas suas Leais Ordens, e ultimamente na de 13 de abril de 1738, para conceder sesmarias de terras desta Capitania aos moradores della que me pediram, hey por bem fazer mercê (como por esta faço) de conceder em nome de Sua Magestade aos ditos Antônio Mendes Valle e Francisca Coelha Meirelles por sesmaria meia légua de terra em quadra, sem interpolação de outras, ainda que sejão inúteis na deferidas saragem dentro das confrontações acima mencionadas, fazendo pião onde pertencer. Com declaração porém que serão obrigados dentro em um ano que se contara da data desta, a demarcada judicialmente, sendo para em efeito notificados os Vizinhos com quem partir, (para … texto razurado) que foram também a povoar, cultivar a sa meia legua de terra, ou parte dela dentro em dois anos, a qual não compreenderá ambas as margens de algum Rio navegável, porque neste caso, ficará de uma, e outra banda desta terra que baste para o uso público dos Passageiros de de uma das bandas junto a passagem do mesmo Rio  se deixará livre meia légua de terra para comodidade pública, e de quem arrendar a dita passagem, como determina a nova Ordem  do Vosso Senhor de 11 de março de 1754, reservando os Sítios dos Vizinhos com quem partir a dita meia légua de terra desta sesmaria, suas vertentes, e Logradouros, sem que eles com este pretexto se queiram apropriar de demaziadas  em prejuízo desta merce, que faço aos Superintendente os quais não impediram a Repartição dos descobrimentos de terras minérias, que no tal Sítio lhe são supostas de haver, nem os Caminhos, e servintias públicas, que nele houver, e pelo tempto adiante paressa conveniente abrir para melhor utilidade do bem comum, ” e pediceirão” a dita meia légua de terra com  condição de nela na se sucederem “ReLigiorno” com título algum, e acontecendo possui-la, será com o encargo de pagarem dela dízimos, como qauisquer jusuítas e que será outro fim obrigado a mandar requerer a Sua Magestade pelo seu Conselho de Ultra Marino confirmação desta Carta de Sesmaria dentro em quatro anos, que correr a da data desta em diante a qual lhe concedo “saus” Direito Régio e prejuízo de terceiro, e faltando ao deferido não terá vigor e se julgará por disoluta a dita meia légua de terra, dando ir a quem a denunciar tudo na forma das Ordens do dito fendor. Pelo que mando ” a Menistra a quietor a ir depor” e aos Superintendentes da referida meia légua de terra em quadra, não sendo esta sesmaria proibida, ou outra de que possa resultar prejuízo aos interesses, feita primeiro a demarcação e notificação em nesta  ordeno de que se fará termo no Livro a que pertencer, e “adentonas” constar desta para todo o tempo constar o deferido. E por firmeza de “tudo comando” passar a presente por dois, por mim assinada e selada com o “Sinete” de minhas armas, que se cumprirá e “enesiramente” e como nela se contem registrado-se no louvor da secretaria deste Governo, “condenies e alior”. Dada em Villa Rica de Maria Senhora do Pillar de Ouro Preto ao 1o de junho, Anno do nascimento de Nosso Senhor Jeus Christo de 1764. O Secretário do Goverrno Cláudio Manoel da Costa  a fiz e “jeravado”.

Sesmaria porque Vossa Excelência fez por bem conceder em nome de Sua Magestade a Antònio Mendes Valle e sua mulher Francisca Coelha Meirelles, meia lega de terra em quadra na sua fazenda chamada do Sítio, digo, dita no Ruo do Peixe, termo da Villa de São José, Comarca do Rio das Mortes, dentro das cpnfrontacôes mencionadas fazendo pias aonde mais conveniente forre na forma das Ordens  de Do. Senhor como nela se declara.  ( “PallExcaver”assinatura ilegível).

Página 4

Registro da filha 24 Verso, do ivro de Registros de cartas de Sesmarias do Governo que serve nesta Secretaria Vossa Reia de 1o de junho de  1764. Pedro Manoel da Costa,

Cumpra-se Rio do Peixe 29 de maio de 1765.

Sebastião José de Souza Tabelião daquele …. escrivão de sesmarias, “Acacias” de São Claro, Comarca do Rio das Mortes …. Certifico que esta sesmaria… 25 de dezemnro de 1765. Sebastião José de Souza.

Antonio Mendes Valle e Francisca Coelho Meirelles Sesmaria doc pag1

Antonio Mendes Valle e Francisca Coelho Meirelles Sesmaria doc pag3A

Antonio Mendes Valle e Francisca Coelho Meirelles Sesmaria doc pag3B
Antonio Mendes Valle e Francisca Coelho Meirelles Sesmaria doc pag4A

Antonio Mendes Valle e Francisca Coelho Meirelles Sesmaria doc pag4B

Antonio Mendes Valle e Francisca Coelho Meirelles Sesmaria doc pag5

 

CERTIDÕES DOS IRMÃOS MENDES VALLE EM SÃO JOÃO DEL REI

(Documentos pesquisados e encontrados pela prima Vânia Mendes Ramos da Silva)

BATISMO E CASAMENTE DE MARGARIDA MENDES VALLE

Batizada em 20 de julho de 1763, na Capela de Santo Antônio, em São João del Rei, filha de Antônio Mendes Valle e Francisca Coelho Meirelles. Padrinho: João da Costa Valle, solteiro.

Casada em 22 de novembro de 1791 na Capela de São Thiago, em São João del Rei, com João de Almeida Ramos, filho de João Rodrigues Cardoso e Helena Maria, natural de Barbacena-MG. Testemunhas: Reverendo Miguel Ribeiro da Silva e Thomas Mendes.

Bat Margarida irma do Jose Mendes Vale 20 Jul 1763 Sao Joao Del Rei

Cas Magarida Mendes Valle cc Joao de Almeida Ramos 22 Nov 1791 Sao Joao Del rei f. Antonio Mendes do Vale e Francisca Coelho de Meirelles

BATISMO DE MARIA 7/1/1802 – São João del Rei

Filha de Margarida Mendes Valle e João de Almeida Ramos – fonte

Batizada na Capela de São Thiago, São João del Rei, padrinhos: Antônio Gonçalves de Carvalho e Mariana Ferreira da Silva.

BATISMO DE ANTÔNIA MENDES VALLE / ANTÔNIA MARIA MENDES / ANTÔNIA MARIA DE JESUS- 1779

Filha de Antônio Mendes Valle e Francisca Coelho Meirelles, casada com Antonio Rodrigues Villas Boas.

Bat Antonia irma Jose Mendes Valle

CASAMENTO DE ANTÔNIA MARIA DE JESUS & ANTÔNIO RODRIGUES VILLAS BOAS – fonte

28/09/1790 – São João del Rei-MG, pesquisado pela prima Vânia Mendes Ramos da Silva

Na Capela Santiago, filiao da Matris de São João del Rei, casaram-se Antônio Rodrigues Villas Boas, filho de Antônio Rodrigues Braga e de Thereza Maria de Jesus, natural e baptizado no Arcebispado de Braga, ela, Antônia Maria de Jesus,  filha de Antônio Mendes Valle e Francisca Coelha de Meirelles, natural e baptizada na Freguesia de São João Del Rel.

Cas Antonio Rodrigues Villas Boas e Antonia Maria de Jesus - Antonia Maria Mendes - 1790 SJDR

BATISMO DE ANTÔNIO – 7/1/1802 – São João del Rei-MG – fonte

Na Capela de Santa Ritta, São João del Rei. Filho de Antônia Maria Mendes e Antônio Rodrigues Villas Boas. Padrinho: Antônio Mendes Valle. Todos dessa freguesia.

BATISMO DE JOSÉ MENDES VALLE / JOSÉ MENDES DO NASCIMENTO VALLE – 8/9/1764

Na Capela de Santo Antônio, São João del Rei. Filho de Antônio Mendes Valle e Francisca Coelho Meirelles. Padrinhos: José Lopes Ferreira e sua mulher Maria Duarte, da freguesia das Carrancas.

Bat Jose Mendes Vale 1763 Sao Joao del Rei

CASAMENTO DE JOSE MENDES DO NASCIMENTO VALLE E ANASTÁCIA MARIA DE JESUS

5/2/1809 – São João del Rei-MG

Na Ermida de Nossa Senhora das Dores, casamento de José Mendes do Nascimento, filho de Antônio Mendes Valle e de Francisca Coelho de Meirelles, natural e batizado nessa freguesia, com Anastácia Maria de Jesus, filha de Jerônimo Dias de Araújo e de Anna Maria de Jesus, natual e batizada na freguesia da Villa de São José. Testemunhas: Reverendo Bernardo Ribeiro da Silva e João de Almeida Ramos.

CASAMENTO DE JOAQUIM MENDES DO VALLE & MARIA ANTONIA DE JESUS

6/2/1808 – São João del Rei-MG

( O noivo é irmão de José Mendes do Nascimento Valle e a noiva é irmã de Anastácia Maria de Jesus)

Na Ermida de Nossa Senhora das Dores, São João del Rei, casaram-se Joaquim Mendes do Valle, filho de Antonio Mendes do Valle e Francisca Coelho de Meirelles, natural e batizado na Capela de São Thiago, com Maria Antônia de Jesus, filha de Jerônimo Dias de Araújo e Anna Maria de Jesus, natural e batizada na Capela da Oliveira, dessa mesma freguesia. Testemunhas: Reverendo Bernardo Ribeiro da Silva e Joaquim Pinto de Gois Lara.

BATISMO DE FRANCISCO – AFILHADO DE JOAQUIM MENDES VALLE

20/12/1803 – Capela de São Thiago, São João del Rei – fonte

Na Capela de São Thiago, em São João del Rei. Filho de Joaquim Antônio Gonçaçves e Benta da Silva. Padrinhos: Joaquim Mendes Valle e Izabel Coelho da Silva, todos dessa freguesia

CASAMENTO DE RITTA MARIA MENDES VALLE E LUIZ ANTÔNIO DE MIRANDA

2/2/1799 em São João Del Rei –  Fonte

Na Ermida de São Miguel do Distrito de Santa Ritta casaram-se Luiz Antônio Miranda, filho do Capitão Antônio Henrique de Miranda e Dona Joaquina da Encarnação de Jesus, natural e batizado na freguesia da Villa de Santa Catarina, Bispado do Rio de Janeiro,  com Ritta Maria filha de Antônio Mendes do Valle e Francisca Coelho de Meirelles, natural e batizada nesta freguesia. Testemunhas: Capitão Joaquim Pinto de Gois Lara e Antônio Gonçalves de Carvalho e outros.

Observações gerais sobre os assentos e testamentos de São João del Rei encontrados pela pesquisadora e prima Vânia Mendes Ramos da Silva em Novembro de 2021:

  • Testamento e inventário de Antônio Coelho de Meirelles – preto forro- calhamaço fotografado parcialmente – 70 tantas fotos super apagado, acho que ele diz que não teve filhos. Da para ler apesar da letra ruim.
  • Novo inventário encontrado em São João del Rei revela que o José  Mendes Valle é alferes e português da Villa de Barcelos, arcebispado de Braga. (não mais pertencente a Barcelos, mas ainda a Telhado, Braga, Vila Nova do Famalicão). Primo do José Mendes do Nascimento. Filho de João Mendes da Costa e Maria Pereira da Silva (ou de Sá). Esse José Mendes Valle era solteiro. Sem filhos. Considerando o sobrenome, acho que o pai desse alferes José Mendes Vale  (João Mendes da Costa) seria irmão do Antonio Mendes Vale. Então esse casal Maria Pereira e João Mendes da Costa seriam tios do José Mendes do Nascimento. No inventário do  José Mendes Valle doc 1 lá de Araxá , vi os pais em tese esses Mendes Costa seria irmão do Antônio Mendes Valle (Correto). Porque ele fala que é primo do outro mas a mãe não é Coelha de Meirelles não faz sentido. E a outra mãe é Pereira uma confusão, não consegui assimilar essa relação deles aí não.

Mais umas pecinhas. Achei duas pessoas com nomes parecidos no Family Search:  Antonio Mendes da Costa – GMZ3-T16 .Mas não sei se a cidade bate. Não pesquisei Portugal ainda e achei os nomes muito diferentes. E o sobrenome dos pais não tem Valle.  Achei esse casal. Sobrenome dos filhos “Mendes da Costa”.

Prima Vânia comenta mais: Outro assunto, olhando o registros de casamento de São João del Rei para tentar identificar as capelas e saber a região onde estavam os Mendes Valle. O Joaquim Mendes Valle se casou pelo que entendi na Capella do Onça. Em uma Ermida. Os Vieira da Motta e Ferreira da Cunha são de São Francisco do Tamanduá. São Bento do Tamanduá (Itapecerica) e Campo Belo. Estavam pertinho. Todas essas cidades estão aqui no meu entorno. José Mendes Valle também. No mesmo lugar. Ermida do Reverendo Barnabe. É a filha mais velha deles. Maria de São José é também minha ascendente. Recebi esses dias o testamento. Ela diz que nasceu no lugar chamado Jacaré, Termo de São João Del Rei ou outro da província de MG. Irmã do Antonio Mendes Valle seu tetravô. E do Manuel que também é meu hexavô.

A Margarida já foi na Capella de São Thiago. Que também está mais próxima desse Santana do Jacaré que do centro de São João Del Rei propriamente. Mas esse povo rodava aqui tudo. Impressionada. Kkkkk

Oi Ju! Encontrei mais alguns achados sobre os Mendes Valle em São João Del Rei. Havia encontrado uma filha Maria da Margarida, mas vi que no inventário ela não está. Esperançosa de que fosse a Maria Antônia. Mas pelo menos já sanei a dúvida.

Eles realmente estavam na região de São Thiago. Um pouco longe da sede de São João Del Rei. Mais próximos da Fernão Dias.

EXTRATO DO INVENTÁRIO DE MARGARIDA MENDES VALLE – Araxá-MG 1825

(Irmã de José Mendes do Nascimento Valle)

Documento pesquisado na Caixa 20 do acervo da Fundação Calmon Barreto em Araxá.

Inventário feito em Cartório por seu marido João de Almeida Ramos, em São Domingos de Araxá, Comarca da Villa de Paracatu do Príncepe, em 29/4/1825. (Falecimento ou testamento em 1824). Lista seus bens incluindo muitos escravos. Não lista todos os filhos e filhas, mas as assinaturas de seus herdeiros homens, que além do esposo, deduzimos os outros sejam seus filhos (ou genros):

  • João F Almeida Ramos (esposo)
  • Antônio Almeida Ramos
  • João Luis de Almeida
  • José de Almeida Ramos
  • Francisco de Almeida Ramos
  • Joaquim de Almeida Ramos

 EXTRATO DO TESTAMENTO E INVENTÁRIO DE MARIA DE SÃO JOSÉ – Patrocínio-MG – 1829

(Irmã de José Mendes do Nascimento Valle)

Filha de Antônio Mendes Valle e Francisca Coelho Meirelles, sem filhos e viúva de Antonio Gonçalves de Carvalho, inventariada em Patrocínio em 1829, deixando bens para vários sobrinhos e pra seu irmão José Mendes do Nascimento.

Testamento Maria de Sao Jose page 1of3 irmao de Jose Mendes do Nascimento pesquisa em Patrocinio por Vania Mendes
Testamento Maria de Sao Jose page 2 irmao de Jose Mendes do Nascimento pesquisa em Patrocinio por Vania Mendes

Testamento Maria de Sao Jose page 3 irmao de Jose Mendes do Nascimento pesquisa em Patrocinio por Vania Mendes

EXTRATO DO INVENTÁRIO DE ANTÔNIA MENDES VALLE / ANTÔNIA MARIA MENDES

– Araxá 17/1/1854 – Caixa 61

(Irmã de José Mendes do Nascimento Valle)

Inventário da Caixa 61 da Fundação Calmon Barreto de Araxá-MG.

Intentário de Antônia Maria Mendes, falecida em 21/3/1853 em Araxá-MG, viúva de Antônio Rodrigues Villas Boas.

Inventariante, seu filho, Antônio Rodrigues Mendes

Na Folha 4 e 5 do Título de Herdeiros, vem nomeados nessa ordem:

Manoel “ Salgado” que representa sua filha Maria, casada com Andre Pereira.

Filhos de Antônia Maria Mendes e Antônio Rodrigues Villas Boas.

1) Maria Antonia de Jesus ( talvez 51 anos) casada com Ignacio Ferreira da Cunha

2) Antônio Rodrigues Mendes ( do Valle) , 54 anos

3) Josefa Maria de Jesus, viúva do finado Reginaldo Jose Mariano, 52 anos

4) Francisca Coelho Meirelles Neta 48, falecida (casada com Ignácio Antônio Barbosa) representada pelos filhos:

  • Maria Francisca de Jesus *1824 casada com “Esmeriano ou Bernardino Ferreira”, 30 anos
  • Manoel Antônio Roque, *1832, 22 anos
  • Maria Jorgina (ou Virginia) de Jesus *1837 casada com Joaquim “ Ismael” da Silva , 17 anos

-Joaquim *1838, 16 anos

  • Maria Alexandrina *1845, 11 anos,
  • Antônio, *1846, 8 anos

5) ?

6) Joaquim Rodrigues Mendes , 46 anos ( morador de Patrocínio)

7) Teresa casada com Joaquim Correa dos Santos , 42 anos.

Procurações nas páginas 13 e 18 do inventário declaram:

  • (Página 13) Andre Purcino de Souza por cabeça da sua mulher Maria Luisa da Silva, em Patrocínio 25/4/1853 nomea procuradres em Araxá: Antônio Rodrigues Mendes do Valle, Antônio Manoel da Apresentação, Alexandre Florêncio Pinto.
  • (Página 18)  “Esmeriano” Ferreira de Moraes e sua mulher Maria Francisca de Jesus, e Joaquim Goncalves da Silva e sua mulher Maria Jorgina (ou Virginia) de Jesus, maridos cabeças dos respectivos casais fazem a procuração para a herança de sua sogra Francisca Coelho Meirelles (Neta) em 5/4/1853 no Arraial da Freguesia de São Francisco das Chagas de Monte Alegre, Freguesia da Villa Uberaba, Comarca do Paraná, Província de Minas Gerais , todos moradores desse distrito… constituem por bastante procuradores nesse distrito seu sogro Ignácio Antonio Barbosa e no distrito de Nossa Senhora da Conceição de Araxá , o procurador Antonio Rodrigues (Mendes do Valle)… e os bens que a eles como herdeiros por cabeça de suas mulheres coube pelo inventário da finada sua avó Antonia Mendes, e como herdeiros dos bens da finada sua sogra Francisca Coelho de Meirelles (Neta) herdeira daquella.

EXTRATO DO INVENTÁRIO DE ANTÔNIO RODRIGUES VILLAS BOAS

MARIDO DE ANTÔNIA MARIA MENDES (irmã de José Mendes do Nascimento Valle)

Araxá – 17/1/1854

Documento pesquisado na Caixa 63 do acervo da Fundação Calmon Barreto em Araxá.

Antônia Maria Mendes, viuva e inventariante de seu falecido marido Antônio Rodrigues Villas Boas. Na sua morete deixando 7 filhos adultos. Porém antes da partilha morre o filho mais velho Manoel Rodrigues e por isso tem que ser apontado como curador de órfaos Jerônimo J. de Souza. (página 3). Na página 12, título de herdeiros, vem listado os descendentes do casal:

  1. Manoel Rodrigues, falecido cc Mariana de Tal (Mariana da Cunha Ferreira ou Mariana Ferreira da Cunha), pais de: 1.1 Maria, 3 anos e 1.2 José , 1 ano.
  2. Maria Antônia de Jesus, 39 anos cc Ignácio da Cunha Ferreira,
  3. Antônio Rodrigues Villas Boas, 37 anos cc Apolinária Maria de Jesus,
  4. Francisca Coelho Meirelles Neta, 35 anos cc Ignácio Antônio Barbosa,
  5. Joseja Maria de Jesus, 36 anos cc Reginaldo José Mariano (ou Máximo/Maximino),
  6. Joaquim Rodrigues, 26 anos cc Tereza e
  7. Thereza Maria de Jesus, viúva cc Clemente Luis José.

Outros documentos dos Mendes Valle em São João del Rei, com parentesco ainda indefinido.

PISTAS SOBRE MANOEL MENDES VALLE

Batismo de Antônio – afilhado de Manoel Mendes Valle

24/6/1803 – Capela de São Thiago, São João del Rei – fonte

Antônio, filho de Luciana, moradora de Santa Ritta. Padrinhos: Manoel Mendes Valle e Guitéria Maria de Jesus.

Registros de escravos de Antônio Mendes do Valle em São João del Rei.

Batismo de Vitoria escrava de Antônio Mendes do Valle

Batismo de Luiza, filha de Thereza, escrava de Antônio Mendes do Valle

Batismo de Eva – 13/5/1806 – Capela de São Thiago, São João del Rei – fonte

Eva, filha de Domingos Congo e Serafina Angolla, escravos de Antônio Mendes do Valle.

Padrinhos: Manoel João Ferreira e Antônia Satubenta, todos dessa freguesia.

Batismo de Joaquim – 6/11/1803 – Capela de São Thiago, São João del Rei – fonte

Joaquim, filho de Romão Calunda e Caetana Angolla, escravos de Antônio Mendes Valle. Padrinhos: Joaquim Congo e Silveria Crioula, escravos do Reverendo Miguel Ribeiro da Silva, todos dessa freguesia.

EXTRATO DO INVENTÁRIO DE FELIPE DE ALMEIDA RABELLO

COM TUTOR DE ÓRFÃO: ANTÔNIO MENDES VALLE

1770 – São João del Rei-MG

Felipe de Almeida Rabello, falecido em 30/3/1770, solteiro, teve uma filha natural com Maria da Conceição, solteira. Nome da filha: Anna, de 7 anos, tem como tutor de órfão Antônio Mendes Valle, que assina o documento. Como a maioria das páginas do documento está bem ilegível, não sabemos por esse documento qual é a ligação de Antônio Mendes Vale com Felipe ou com Maria da Conceição. Observando outros documentos onde no inventário consta órfãos, normalmente o tutor é irmão ou cunhado de um dos pais da criança. Na página 24, aparecem citados alguns nomes que podem ter parentesco também: José Francisco do Vale, Antônio José do Valle Guimarães, Manoel da Costa Pedroso. Na página 30 aparece uma assinatura de uma pessoa chamada Pedro de Almeida.

LIVRO DE NOTAS – No 12 – 1802-1804 – SÃO JOÃO DEL REI

CARTAS DE ALFORRIA DE ESCRAVOS E PROCURAÇÕES

Documentos pesquisados pela prima Vânia Mendes Ramos da Silva. Trancrição feita por Gleicilene Vechio.

Documentos citando membros da Família Mendes Valle / Mendes da Costa presente em São João Del Rei.

Nota folha 1 – Carta de liberdade dada a Joanna Mulata, por Antônio Villa bem de Azevedo Cotrim (23/8/1802)

Nota folha 2/3/4 – Procuração de José Mendes Valle a José Antônio Mendes da Costa e seu irmão Pedro José Mendes Costa … (10/9/1802)

Fl. 52 v Procuração bastante que faz José Mendes Valle

Saibam quantos este público instrumento de poder e procuração bastante virem que sendo no Ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de Mil Oitocentos e Dois, aos 02 dias do mês de Setembro do dito ano, nesta Vila de São João Del Rei, Minas e Comarca do Rio das Mortes, em o cartório de mim Tabelião ao diante nomeado, apareceu presente José Mendes Valle, morador no Rio do Peixe, Aplicação da Capela de São Tiago (Maior), Termo da Vila de São José, desta Comarca, de mim Tabelião, reconhecido pelo próprio, de que trato e dou fé, e por ele me foi dito perante as testemunhas ao diante nomeadas e assinadas, que por este público instrumento e na melhor forma de Direito fazia, ordenava e constituía por seus (certos e em tudo) bastantes procuradores nesta Vila a Luiz Alves de Moura, o Doutor Gomes da Silva Pereira e do Doutor João Felisberto Gomes do Couto em Lisboa na (Cotovia) a José Antônio Mendes da Costa e seu irmão o Padre José Mendes (e ao pai dele) outorgante Antônio Mendes da Costa, aos quais todos juntos e a cada um in solidum (deu, dava), outorgava, cedia e traspassava todos os seus poderes em Direito (necessários) para o que em nome dele outorgante como se presente estivesse (possam) procurar, requerer, alegar, (mostrar) e defender todo o seu Direito e Justiça em todas as suas causas e demandas Cíveis e Crimes movidas e por mover, em que for autor ou réu e poderão (arrecadar) toda a sua fazenda, dinheiro, ouro, prata, escravos encomendas, carregações, bens móveis e de raiz, (seus) rendimentos e dos Cofres dos Órfãos e ausentes ou de outro qualquer Tribunal e (tudo o mais que lhe) achar lhe pertencer por qualquer (via, título), documento (ou razão) que seja, e de tudo o que cobrarem e arrecadarem darão quitação como pedidos lhe forem a seus devedores, (citarem) e demandarem e contra eles oferecerem petições, (ações, libelos), contrariedades e todo o mais gênero de artigos (a prova necessária) (apresentar adversa), contrariar, contestar por suspeições aos julgadores, Oficiais de Justiça, e mais pessoas que suspeitos lhe forem em outros se louvarem, (houverem) despachos e sentenças (e nos dados) a seu favor consentirem e dos contrários apelarem, e agravarem e tudo (seguirem e renunciarem) até (maior Alçada) e final sentença com o poder de substabelecer os procuradores que quiserem e os substabelecidos tornarem a substabelecer e revogá-los se lhes parecer ficando-lhes isto sempre em sua força e vigor e poderão jurar na Alma dele outorgante qualquer lítico juramento de (Colenta) decisório e supletório fazê-lo dar (e deixar) em quem lhes parecer fazendo (consertos, cisões, transações), reclamações, desistências e amigáveis composições, louvamentos, nomeações, habilitações, justificações, protestos, seqüestros, partilhas, embargos, desembargos, penhoras, prisões, (consentir em solturas), lançar, (arrematar), tomarem posses, confessarem (artigos) de habilitações, assinarem todas e quaisquer termos ou artigos e especialmente dava poderes aos ditos seus procuradores e substabelecidos para receber da mão de Antônio Mendes da Costa toda a legítima que pertence a ele outorgante por falecimento de seu pai João Mendes da Costa, e sua mulher Maria Pereira de Sá, e de seu irmão João Mendes Valle, e que depois de recebida a mesma legítima (seguirão) os meus procuradores a ordem que for escrita, como também (poderão) revalidar o importe de 250 missas que o irmão dele outorgante Antônio Mendes da Costa mandou dizer por Alma dos pais dele outorgante à conta de sua legítima de cujas missas tem ele outorgante certidão em seu poder, e foram tudo (o mais) que necessário for a bem dele outorgante como ele (o fizera) se presente fosse com livre e geral administração e que promete haver por bom, firme e valioso todo o requerido e (obrado) pelos ditos seus procuradores e substabelecidos e os (releva) do encargo de (satisdação) que o Direito obriga e que (se) para a sua pessoa reserva toda a nova (citação), e de como assim o (disse e outorgou), me pediu lhe fizesse este instrumento nesta nota que assinou e o mesmo instrumento (aqui) o lancei em cumprimento da Ordem do Juiz Ordinário, na forma da Lei, o Vereador (do Senado) da Câmara, o Capitão João (Baptista) da Silveira, sendo a tudo testemunhas presentes o Doutor João Antônio Ferreira da Costa, João de Faria (Silva Gomes), que todos assinaram, depois (deste) lhes ser lido por mim, Gregório José (Ribeiro), Tabelião, que o escrevi”.

José Mendes Valle

Joam Antônio Ferreira da Costa

Joam de Faria (Silva Gomes)

Nota folhas 4/5 – Carta de liberdade dada ao escravo Lourenço de Nosivo Monjole, pelos seus Senhores Antônio Mendes Valle e sua mulher Francisca Coelha de Meirelles. (1808 ou 15/8/1852).

Fl. 53 v

Traslado de uma petição de Lourenço de Nação Monjolo e Escrito de Liberdade que lhe passou seus Senhores Antônio Mendes Valle e sua mulher Francisca Coelha de Meirelles

Diz Lourenço de Nação Monjolo que ele (obteve) de seus Senhores Antônio Mendes Valle e sua mulher Francisca Coelha de Meirelles sua Carta de Liberdade que (junto) oferece e quer que se lance no Livro de Notas

Pede a Vossa Mercê seja servido mandar que o Tabelião sendo reconhecida a lance e receberá mercê como pede. Silveira.

Nós abaixo assinados fazemos certo e constante por esta na sua Escritura de Liberdade que por sermos como somos atualmente Senhores e Possuidores com domínio e geral (ilegível) e administração entre outros bens de 1 escravo por nome Lourenço, de Nação Monjolo, a este temos concedido (restantíssimos) e damos a plena e (inteira) liberdade pelos bons e úteis e (felizes) serviços que ele nos tem feito no decurso de muitos anos, juntamente assim mais por nos dar o dito escravo ao fazer deste 16 cabeças de gado vacum, cujo gado já recebemos, e por tudo fica o dito Lourenço gozando de hoje para todo o sempre toda a liberdade natural, e cível que lhe concedemos (restantíssimos) e (transferiremos) realmente e com posse em que fica já por este próprio (nosso) feito (contraente) para usar dele como lhe agradar e convier, na conformidade de todos os Direitos, e Lei do Reino sem outro ônus, nem condições ou (rejeição) por algum modo que renunciamos e largamos de nós para sempre, cuja liberdade lhe asseguramos, juramentamos, e afiançamos fazer-lhe boa, por nós e nossos herdeiros, testamenteiro, e fazemos a todo o tempo (o de não contravermos), nem reclamarmos, e nunca sem (princípio) depositar-se $200 para serem aplicados e julgados para a (Caixa da Bula da Santa Cruzada) pelo que mandamos escrever este nosso papel de liberdade geral e quitação por Luiz Antônio de Miranda, (do dito) nosso escravo Lourenço, Nação Monjolo, na presença das testemunhas que nele se assinaram depois de nos ser lido e (acharmos) conforme a nossa vontade e (segura) verdade e por nós assinados, e sendo assim entregue ao dito nosso liberto para seu título e poder com ela gozar de todos as honras, (imunidades) e isenções das (sessões) e (vassalos), e (em gerais), conforme o Direito comum e canônico, natural, cível e do Reino”.

Rio do Peixe, 15 de Agosto de 1802 anos.

Antônio Mendes Valle

Francisca Coelha de Meirelles

Como testemunha que este fez e vi assinar

Luiz Antônio de Miranda

José Mendes do Nascimento

Antônio Rodrigues Villas Boas

Nós abaixo assinados reconhecemos as assinaturas de Antônio Mendes Valle e sua mulher Francisca Coelha de Meirelles, como também a letra da Carta de Liberdade e assinatura da testemunha Luiz Antônio de Miranda, José Mendes do Nascimento e Antônio Rodrigues Villas Boas, por termos dela pleno conhecimento, o que juramos aos Santos Evangelhos, Vila de São João, 02 de Setembro de 1802.

Luiz Alves de Moura

José Mendes Valle

Reconheço a letra e firmas de nós abaixo supra ser tudo feito pela própria mão e punho de Luiz Alves de Moura e José Mendes Valle por ter dos mesmos pleno conhecimento em fé, do que me (assino) em público e raso.

Vila de São João Del Rei, a 02 de Setembro de 1802.

Em testemunho de verdade sinal público.

Gregório José Ribeiro

E não se continha mais coisa alguma em a dita petição, Escrito de liberdade e seu reconhecimento, o que me reporto e de donde (aqui) o lancei bem e fielmente na verdade e sem coisa que dúvida faça, (em findo) que o assinei e conferi em cumprimento do despacho proferido na petição do suplicante (ilegível) do Capitão João (Baptista) da Silveira, Vereador do Senado da Câmara, desta Vila, que serve de Juiz Ordinário desta mesma Vila, e seu Termo, e com alçada no Cível e Crime, por impedimento (dos atuais), nesta Vila de São João Del Rei, Minas e Comarca do Rio das Mortes, aos 02 dias do mês de Setembro do Ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de 1802, eu, Gregório José Ribeiro, Tabelião Público do Judicial e Notas, que o escrevi, assinei e conferi.

Gregório José Ribeiro

Conferido por mim.

Gregório José Ribeiro

Relíquias da Família Mendes Valle encontradas e presenteadas pela amada amiga Josi Baggio

– Referência a José Mendes do Valle como fiador em Araxá, em 1819, juntamente com João de Almeida Ramos cc Margarida Mendes do Valle (http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_manuscritos/mss1436001_1448077/mss1442629.pdf).
 
 
Família de São João del Rey, onde o patriarca Antonio Mendes alforriou escravos já em 1802 (https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/BUBD-AVSEBA/1/tese_cristiano_lima_da_silva.pdf – 53v).
 
Consta que esse José Mendes era sesmeiro da fazenda Paiol, em Araxá, sendo inventariado em 1820 (http://docplayer.com.br/70802957-Sesmarias-rosa-maria-spinoso-arcocha.html – 33).
José Mendes era sesmeiro da fazenda Paiol, em Araxá, sendo inventariado em 1820
 
 
Há uma referência interessante no livro “História da vida privada no Brasil”, no qual aparece uma imagem relacionada a um José Mendes do Valle, filho de Antonio Mendes do Valle, em 1771 outra de Antonio Mendes do Valle também, a título de curiosidade: https://www.companhiadasletras.com.br/caderno_imagens/9788535931723.pdf – 108).
 
Jose Mendes Valle filho de Antonio Mendes Valle livro Historia da Vida Privada do Brasil - Arte Sacra
 
 
Antonio Mendes Valle livro Historia da Vida Privada do Brasil - Arte Sacra
 
 
Antonio Mendes Valle livro Historia da Vida Privada do Brasil - Arte Sacra

Imagens coloridas e localidade do acervo contendo as relíquias sacras encomendadas e pertencentes ao nosso ancestral Antônio Mendes Valle.

(pesquisadas pela  prima Vânia Mendes Ramos da Silva)

Segundo a publicação Ex Votos em Congonhas, no Portal do Iphan, feita pelo Governo Brasileiro em 2012, essas duas pinturas encomendadas e pertencentes ao nosso ancestral Antônio Mendes Valle, são Patrimônio Cultural Brasileiro, como parte do Ex Votos tombados da Sala dos Milagres do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas do Campo, Minas Gerais. Essa localidade existente desde 1734, só foi desmembrada de Conselheiro Lafaiete em 1938. O minerador português Feliciano Mendes ( não sabemos se há parentesco com Antônio Mendes Valle), resolveu edificar a igreja em honra ao Bom Jesus de Matosinhos,  na localidade e em 21 de junho de 1757, recebeu permissão do bispo de Mariana para colocar a cruz da igreja. Felicano foi o primerio eremita da igreja, que virou ponto de peregrinação, seguindo a tradição importada da região do Porto em Portugal, onde Matosinhos já tinha devotos desde o século X. Entre 1796-1800, Aleijadinho, famoso artista e escultor de Ouro Preto, trabalhou no projeto de decoraçao do interior e exterior da Igreja.

Antonio Mendes Vale - pintura ex voto tempera sobre madeira Matozinhos colorido

Legenda: “Mercê que fez o Senhor de Mathozinhos a Antônio Mendes Vale que estando muito doente com dores pelo corpo, se apegou com o d.o Senhor. e como ficou bom mandou pintar este.”

Jose Mendes do Nascimento Vale filho de Antonio Mendes Vale pintura ex voto matozinho colorido

Legenda: “Merce que fez o Senhor de Mathozinhos a José Mendes Valle, filho de Antonio Mendes Valle que estando muito mal, de sua perna a que foi preciso se abrir e tirar-lhe varios ossos, e pegando-se com o d.o Senhor, ficou bom mandou e para memória mandou pintar este no ano de 1771.”

Prima Vânia, achou várias outras dissertações e teses de mestrado onde estas duas pinturas também aparecem e são analisadas:

Anteriormente as mesmas duas pinturas pertencentes ao nosso ancestral Antônio Mendes Valle, também fizeram parte de uma exposicão itinerante no Brasil.

DOCUMENTOS DOS MENDES VALLE EM ARAXÁ

Nosso querido amigo e pesquisador Adeilson Batista, nos presenteou com esses cinco assentos de batismo relacionados aos Mendes Valle em Araxá:

BATISMO DE ANNA (28/10/1804 – Araxá-MG) filha de Jose Joaquim da Silva e Maria Pinto dos Santos. Padrinhos: José Mendes Valle e Antonia Maria Mendes

BATISMO DE JOSEFA (4/11/1804 – Araxá-MG) filha de Antônio Rodrigues Villas Boas e Maria Antônia Mendes. Padrinhos: José Mendes Valle e Anna Mendes.

BATISMO DE FRANCISCA (21/12/1806 – Araxá-MG) filha de Antônio Rodrigues Villas Boas e Antônia Maria de Jesus (Mendes). Padrinhos e mesmo P do batizante e Rita de Cassia.

BATISMO DE JOAQUIM (6/1/1809 – Araxá-MG) filho de Antônio Rodrigues Villas Boas e Antônia Maria Mendes. Padrinhos Francisco Mendes Valle Sobrinho e Rosa Maria de Jesus, todos moradores dessa freguesia.

BATISMO de JOSÉ (26/7/1810 – Araxá-MG) filho de Manoel Mendes Valle e Vicência Rodrigues. Padrinhos: José Mendes da Fonseca e Francisca Rodrigues.

EXTRATO DO INVENTÁRIO DE JOSÉ MENDES VALLE EM ARAXÁ – 16/11/1820 – CAIXA 14 e 15

Documento pesquisado na Fundação Calmon Barreto de Araxá-MG

O documento encontrado na caixa 14, só tem 4 páginas identificáveis, portanto parece incompleto. Nele vem citado apenas: José Joaquim da Silva na qualidade de herdeiro de José Mendes Valle, e João de Almeida Ramos, na qualidade de (palavra abreviada ilegível) de José Mendes Valle. O testamento e inventário em si está na caixa 15.

Esse José Mendes Valle falecido em 1820 foi primo do nosso ancestral (meu e da prima Vânia) José Mendes do Nascimento Valle.  O nosso ancestral José Mendes do Nascimento Valle (que também as vezes vem nomeado como José Mendes Valle / Jose Mendes do Val em Patrocínio) casado com Anastácia Maria de Jesus, teve vários filhos, um deles nascido em 1828. Logo isso significa que não são a mesma pessoa, e que o  pai do nosso José Mendes do Nascimento Valle, chamado Antônio Mendes Valle (cc Francisca Coelho Meirelles) era irmão de João Mendes da Costa ( cc. Maria Pereira de Sá / da Silva), pais desse José Mendes Valle que no seu testamento de declara batizado na Freguesia de Santa Maria do Telhado, da Villa de Barcellos, Ascebispode Braga, Portugal. Sabemos que o herdeiro apontado na caixa 14, o José Joaquim da Silva era casado com Maria Pinto dos Santos e que uma de suas filhas Anna foi batizada em Araxá em 28/10/1804, teve como padrinhos José Mendes Valle e Antônia Maria Mendes. No seu testamento na caixa 15, José Mendes Valle declara que em 6/8/1820, ambos os seus pais João Mendes da Costa e Maria Pereira de Sá /da Silva, já eram falecidos e que ele era solteiro e sem filhos, sem herdeiros ascendentes ou descendentes. Ele deixou sua herança para uma série de afilhados, incluindo essa Anna e também outra Anna filha do nosso  José Mendes do Nascimento.  Sendo essas afilhadas ainda menor de idade em 1820, os pais das moças aparecem como herdeiros. O outro nome citado no testamento, João de Almeida Ramos, sabemos que era o esposo de Margarida Mendes Valle, irmã do nosso ancestral José Mendes do Nascimento Valle (filhos de Antônio Mendes Valle e Francisca Coelho Meirelles). Esse José Mendes Valle falecido em 1820, no seu testamento declara morar com seu compadre João de Almeida Ramos ( cc Margarida Mendes Valle) na Fazenda do Taquaral, termo do Arraial de São Domingos de Araxã, Commarca da Vila de Paracatu.

Data do Testamento de José Mendes Valle 2/6/1820. Data do inventário 30/8/1820 na Fazenda do Taquaral, termo do Arraial de São Domingos de Araxã, Commarca da Vila de Paracatu. Nomes citados no documento como inventariantes:

  • Em primeiro lugar, seu compadre João de Almeida Ramos ( cc Margariga Mendes Valle)
  • Em segundo lugar, seu primo José Mendes do Nascimento ( cc Anastácia Maria de Jesus, e irmão da Margarida Mendes Valle).
  • Em terceiro lugar, o Alferes Caetano Mendes de Oliveira
  • Em quarto lugar, o Alferes Francisco Fernatro Mendes do Santos

Herdeiros:

  • Joanna, filha de José Joaquim da Silva
  • Maria Antonia, casada com José Vicente
  • afilhado Antônio, filho de João de Almeida Ramos
  • afilhada Anna, filha de José Vicente
  • afilhada Anna, filha de Joaquim Mendes
  • afilhada Anna, filha de José Mendes do Nascimento
  • três filhas órfãs de …
  • Igreja da Matriz de São Domingos de Araxá para obras da Capela de Santa Ritta de Araxá, obras da Capela de São Francisco e São Sobes de Araxá
  • …,filha de Luis Jose
  • Dá a seus escravos de nome Arém Crioulo, Maria da Nação Benguella e Joaquim do Nascimento benguella, catra de liberdade, todos forros libertos, como se assim nascessem de ventre materno

Nas páginas 27 a 29, da declaração de bens de raiz, o inventariante João de Almeida Ramos lista as propriedades de José Mendes Valle: uma morada de casa térrea, na rua São Sebastião, São Francisco desse arraial… com casas pela nascente, com casas de Manoel José Magalhães, com casas com o mesmo João de Almeida Ramos… poente… casas com as casas do Capitão José Joaquim dos Anjos.

Araxa Cx 15 pag1 Inventario Alferes Jose Mendes Valle inventariante Joao de Almeida Ramos 1820

Araxa Cx 15 pag 3 Close Jose Mendes Valle data falecimento 2 Jun 1820
Araxa Cx 15 pag 3 Close Jose Mendes Valle e primo Jose Mendes do Nascimento 1820
Araxa Cx 15 pag 4 Jose Mendes Valle de Telhados Barcellos Braga para Ana afilhada filha de Jose Mendes do nascimento

Araxa Cx 15 pag 5 inventario Jose Mendes Valle liberdade aos escravos 2 Jun 1820

Araxa Cx 15 pag 6 Jose Mendes Valle testamento reside na Fazenda Taquaral de Joao de Almeida Ramos 1820

Araxa Cx 15 pag 32 Close Jose Mendes Valle inventariante Joao de Almeida Ramos

OUTROS DOCUMENTOS DE COELHO MEIRELLES COM PARENTESCO AINDA INDEFINIDO

EXTRATO DO TESTAMENTO E DO INVENTÁRIO

DE ANTÔNIO COELHO DE MEIRELLES / ANTÔNIO COBU ( PRETO FORRO).

São João del Rei 1757-1771

(Documento encontrado e solicitado pela prima Vânia Mendes Ramos da Silva. Observações e informações abaixo extraídas por Juliana Areias do calhamaço fotografado parcialmente – 70 tantas fotos super apagado).

Testamento de Antônio Coelho de Meirelles: 12/4/1757 –  Livro 1 – 1765-1789 Cx C01

Inventário de Antônio Coelho de Meirelles: 18/9/1769 – cx 154 R23

Declarante, suplicante e admistrador dos bens do falecido: Francisco Lobo Rios ( casado com Brizida da Silva de Miranda – irmã da minha ancestral Izabel da Silva de Miranda, casada com Manoel Coelho de Meirelles, pais de Francisca Coelho de Meirelles casada com Antôno Mendes Valle).

Viúva: Ignácia Pereira Lima (que contesta o testamento. O inventário se prolonga por muitos anos).

Testamenteiros escolhidos: 1) José da Silva Lima, preto forro morador desta vila 2) Bernardo da Silva de Miranda, no Rio das Mortes 3) Francisco Diniz (Dinis), preto forro na Conceição, 4) Irmandade da Nossa Senhora do Rosário do Rio das Mortes. Todos ditos forros. Diz o suplicante  que não há e nunca houve a Irmandade da Nossa Senhora do Rosário, mas apenas simples devoção dos escravos.

Em seu testamento o preto forro conhecido como Antônio Cobu e nomeado de Antonio Coelho Meirelles (não sabemos se adotou esse sobrenome por descendência ou por ter sido o sobrenome do seu ex-senhor), declara que é natural da Costa da Guiné. ( Localizei em Guinea-Bissau uma localidade chamada atualmente Cobumba) e que foi batizado na freguesia de Santo Antônio em São João del Rei, morador do Rio das Mortes, casado com Ignácia Pereira da Lima, nação Mina, também preta forra de cujo matromônio não teve filhos vivos e diz que não deixa filhos fora do matromônio também. Entre os bens do seu testamento lista que possui dois escravos: um preto por nome Caetano Angola casado com Rita Maria Coelha, preta forra, a quem em espaço de três anos repassa a liberdade. E um outro escravo chamado Paulo de Nação Angola.  Declara que padece de moléstia antigua. Roga a Madre Igreja Romana que seu corpo seja envolto em hábito de São Francisco e seja sepultado na Capella de Santo Antônio do Rio das Mortes. ( Seu pedido foi executado e pago por Francisco Lobo Rios, administrador dos seus bens do inventário que apresenta nele os recibos dos pagamentos feitos para cobrir as despesas do enterro e de medicamentos que haviam sido comprados fiado de João Rodrigues Borges). Assinam as testemunhas: Paulo José Rodrigues, Francisco Pires de Oliveira, Joaquim José de Freitas, João Dias de Almeida, João Francisco dos Santos, Francisco Antônio de Souza Almeida, Manoel da Andrade Alemão, Luis Manoel de Souza Almeida.

A viúva Ignácia Ferreira de Lima, preta forra, representada pelo seu procurador Doutor Francisco Vieira de Souza Ferraz,  contesta que o escravo Caetano Angola casado com Rita Maria Coelho, que diz ser preta forra ao mesmo tempo e que era propriedade do casal adquirida pela viúva, pago ao Doutor Antôni de Souza José, morador da Conceição, como seu bem notório. Entre outros bens contestados pede a devolução de dois feixes de capim pequeno que está na fazenda do suplicante (Francisco Lobo Rios).

Diz Francisco Lobo Rios, que se opôs Ignácia Silva Lima, mulher que foi do testador (Antônio Coelho Meirelles / Antônio Cobu) dizendo que queria ser inventarinte também. Ella, negra que o testador declara por tal, e assim, lhe foi despressado seu requerimento nos autos, e agora tem o suplicante (Francisco Lobo Rios) notícia que a mesma viúva solicitava algumas coisas, entre elas os dois feixos de capim pequenos que estão na fazenda d suplicante, de que o falecido só tinha uso, e se servia dele em sua vida, enquanto o suplicante queria conservar(…) Diz que por licença sua, morava na sua fazenda “Tapucequerão” no Rio das Mortes pequeno, Antônio Coelho Meirelles o preto velho seu agregado, casado com casado com Ignácia Pereira da Silva, Nação Mina, também preta forra, e que lhes deu licença para fazer um rancho.   Pede pela conclução do processo para liberar os escravos da partilha da prisão antes que tudo seja consumido em despesas. Novas testemunhas de Francisco Lobo Reis e seu filho Antônio: Manoel Affonso Coelho e Ignácio da Silva.

Buscando analisar essas informações acima  dentro do contexto da época, para tentar entender qual seria a relação desse Antônio Coelho de Meirelles (Antônio Cobu), preto forro casado com Ignácia Pereira Lima com o meu ancestral Manoel Coelho Meirelles casado com Izabel da Silva de Miranda (cunhada do Francisco Lobo Rios casado com Brizida da Silva de Miranda.) encontrei esse interessantíssimo artigo acadêmico “Alforrias e forros em uma freguesia mineira: São José d’El Rey em 1795*” de Douglas Cole Libby e Clotilde Andrade Paiva, publicado na Revista Brasileira de Estudos de População, v.17, n.1/2, jan./dez. 2000 , que usa como base as informações do Rol de Confessados feito pela Igreja Católica em 1795 listando nominalmente todos os maiores de 7 anos em São João del Rei naquele ano. O manuscrito original pertence ao acervo do Instituto Histórico e Geográfico de Tiradentes, Tiradentes, MG. O estudo ajuda a contextualizar o panorama da população de 7 anos para cima em São João deil Rei em 1795 que era de 50% de escravos, 20% de brancos e 30% de pardos nascidos livres ou forros. Logo 80% de da população tinha sangue mestiço (negro ou indígina).

O artigo fala do termo agregado (dependente), que é exatamente como Francisco Lobo Reis define o preto forro Antônio Coelho Meirelles, como seu agregado, permitindo que Antonio e sua mulher morassem lá fazendo um rancho dentro de sua fazenda.  Na página 3 desse artigo sobre o termo agregado se explica: “O arrolamento identificou um grupo substancial e bastante diversificado de dependentes ou agregados residindo em um número considerável de domicílios (fogos). Estes agregados às vezes tinham parentesco com os chefes dos fogos, às vezes não. De qualquer forma, a presença expressiva de agregados, muitos deles com relações de parentesco explicitadas, parece colocar em questão a recente insistência revisionista de que, uma vez excluídas as posses de escravos, a família nuclear prevaleceu como a norma predominante deorganização domiciliar no Brasil Colônia (Marcílio, 1986, pp. 120-33; Kuznesof, 1980; Samara, 1989).” E na rúbrica 15 na página 14 continua: “Em vários casos a propriedade em escravos era dividida entre o chefe do fogo e um ou mais de seus filhos. Freqüentemente os agregados também eram proprietários de escravos. Para complicar ainda mais a situação, alguns grupos substanciais de escravos eram listados como pertencentes ao inventário de seus donos falecidos. Nestes casos, os cativos encontravam-se sob a tutela temporária de inventariantes, aparentemente os chefes dos respectivos fogos.”  Essa descrição é exatamente o caso do falecido preto forro Antônio Coellho de Meirelles. Ele era um agregado da fazenda do Francisco Lobo Rios, tinha alguns escravos e esses escravos após sua morte ficaram sob a tutela do fazendeiro, que inclusive no inventário reclama dos custos em manter esses escravos devido o tempo prolongado do inventário. Dois exemplos interessantes na página 20: “O solteiro branco José Pacheco Monteiro, 65, chefiava um fogo composto por seis indivíduos: o próprio José e seu escravo João, um angola de 45 anos de idade, Anna Maria, 44, uma forra angola esposa de João, bem como três escravos adicionais, claramente listados como pertencentes a João e Anna Maria. No ano de 1795, o reverendo Miguel Rebelo Barboza havia alcançado 85 anos de idade. O padre era proprietário de sete escravos, entre eles Luiza, uma mina registrada como tendo nascido no ano de 1700. O forro mina e esposo de Luiza, Estevão da Costa, 85, consta como um agregado do reverendo Barboza. “

Outras revelações interessantes do artigo:

(página 1) “A base empírica do presente artigo é uma lista nominativa eclesiástica que arrola a população (com sete ou mais anos de idade) da freguesia de São José, Minas Gerais, no ano de 1795. O fato de que cerca da metade da população era composta por escravos atesta a prosperidade da região, cuja economia já se voltava para o abastecimento do mercado interno. Ademais, os 60% de africanos na população mancípua indicam a continuada importância do tráfico negreiro. Por outro lado, os brancos representavam apenas um quinto da população total e menos da metade da população livre, que incluía pessoas de cor nascidas livres e um número substancial de forros. A marcante participação dos forros na propriedade em cativos e no matrimônio consagrado pela Igreja indica o alto grau de integração destes nesta sociedade, até mesmo se configurando como uma das estratégias de manutenção da ordem escravista. Algumas pistas sobre as formas de obtenção de liberdade emergem quando se examina a composição da população forra e do grupo de escravos engajados na compra a prazo das suas cartas de alforria.”

(Página 2) “É possível que, na segunda metade do século XVIII, em nenhuma outra região da
Colônia a proporção da população livre e de cor tenha sido tão grande quanto a da
Capitania de Minas Gerais. Embora seja certo que, desde o início do século, o
chamariz do ouro e das pedras preciosas atraiu forros e gente de cor nascida livre
oriundos de outras partes do Brasil, é igualmente certo que o grande leque de oportunidades que a economia de mercado (Luna & Costa, 1982; Paula, 1988) daquela sociedade “movediça” oferecia aos
escravos freqüentemente conduzia à compra da liberdade. A escassez de mulheres brancas também estimulava as uniões racialmente mistas, que muitas vezes resultavam na libertação de mulheres
escravas e suas crianças mulatas (Paiva, 1995). Parece que, no final do século, o segmento de cor da população – os forros e os nascidos livres – superou em muito a população branca, e durante o século XIX também iria superar a população escrava (Paiva, 1996). “

(Página 3, definição da nomenclatura do rol de confessados): ” As informações relacionadas com
raça e/ou origem foram registradas demaneira totalmente uniforme. Embora esta última categoria não elucide a origem da população branca, revela uma verdadeira colcha de retalhos de denominações relativas à população de cor. Os negros, por exemplo, eram identificados ou como nativos (crioulo[a]) ou de acordo com suas origens africanas genéricas (angola, benguela, congo, mina, rebolo, ganguela e outros grupos menores); os mulatos como pardos, enquanto os filhos de mulatos e negros puros eram designados como cabras. Indivíduos de sangue indígena e negro eram chamados de mestiços. Embora os brancos tenham sido automaticamente considerados livres, para a grande parcela da população de cor os párocos que elaboraram o Rol cuidadosamente distinguiram o status legal ou, para usar a terminologia da época, a condição dos indivíduos. Obviamente, os escravos foram registrados como tal. Indivíduos que haviam sido alforriados foram escrupulosamente listados como forros; os demais crioulos, pardos, cabras e mestiços, como nascidos livres. Também aparece no Rol um pequeno, porém significativo, contingente dequartados, isto é, escravos engajados no processo de compra de sua liberdade… O Rol também inclui um pequeno grupo de bastardos. No contexto colonial este rótulo geralmente designava a prole de pais
brancos e mães indígenas.”

(Página 17) “Um breve exame do estado matrimonial da população de São José permite um indicador cristalino do grau de integração dos escravos alforriados na sociedade livre. Dado que o Rol foi elaborado por clérigos, é certo que as relações matrimoniais registradas deviam constituir uniões plenamente aprovadas pela Igreja e que a amasia e outros tipos de uniões “ilegítimas” eram ignoradas de propósito. Desta forma, o universo de indivíduos casados e viúvos exposto na Tabela 7 foi limitado pelo preconceito dos párocos contra as uniões consen-suais – uniões estas geralmente consideradas como as mais comuns em toda as Minas setecentista (Souza, 1982, pp. 143-4).”

(Página 18) “… Dadas as circunstâncias, é muito improvável que João e Manoel fossem irmãos; os sobrenomes em comum deveriam ter sido assumidos do ex-senhor quando da alforria dos dois.”

(Página 19) “Os brancos representavam um pouco menos que dois terços do universo de proprietários de escravos e controlavam a grande maioria da força escrava da freguesia. Não obstante, mais de um terço de todos os senhores de escravos era composto por indivíduos de cor, enquanto escravos alforriados perfaziam nada menos que 26,8% dos proprietários de cativos em São José. Dado que, durante boa parte de suas vidas adultas, a maioria destes forros não teve a liberdade para acumular riquezas, as suas posses de escravos tendiam a ser pequenas. Porém, tal desvantagem relativa vis-à-vis a população nascida livre em nada diminuía a importância simbólica do fato de que ex-escravos podiam tornar-se proprietários de cativos. Com efeito, nada menos que 26,9% dos fogos chefiados por forros continham escravos. Como seria de esperar, os mulatos constituíam a grande maioria dos forros senhores de escravos, seguidos pelos crioulos e africanos.”

(Páginas 21, 22 e 23) “O termo antigo, quartação, sugere que o período normal para completar a compra (da liberdade) fosse de quatro anos, mas, na verdade, como observa Paiva, os acordos eram flexíveis, com alguns perdurando apenas dois ou três anos e outros se estendendo até sete anos… Embora as causas ainda permaneçam objeto de especulação, é bastante claro, por exemplo, que as mulheres tiveram mais sucesso que os homens na obtenção de cartas de alforria. É igualmente claro que escravos nascidos de uniões entre negras e brancos tinham muito mais chance de alcançar o status de forro ou forra que seus companheiros de pele mais escura. Nestes casos, não é preciso especular muito: os mulatos ganhavam a liberdade porque seus pais ou outros parentes brancos – onerados por sentimentos de culpa – consideravam a alforria a única solução decente… Como seria de se esperar, a estrutura etária da população forra da freguesia estudada indica que nem para os escravos nativos, e menos ainda para os africanos, a alforria chegava nas primeiras décadas de vida. As implicações são bastante óbvias: longe de serem prêmios gratuitos concedidos por senhores de escravos benevolentes e paternalistas, de modo geral, as alforrias custavam longos anos de labor e de demonstrações sistemáticas de atitudes servis.

(Página 23) “Os senhores de escravos e a sociedade escravista também lucravam com as alforrias. Nos aparentemente freqüentes casos de autocompra, os ganhos eram pecuniários  e, obviamente, permitiam a aquisição de um novo escravo, em substituição ao recém-libertado. Ao mesmo tempo, as cartas de alforria, compradas ou não, constituíam o principal alicerce de uma organização social que contava com apoio multirracial para a instituição da escravidão. A mobilidade social dos ex-escravos e de seus descendentes, que sobressai de maneira tão clara nos dados de São José, é prova eloqüente do sucesso das elites brancas no Brasil ao cooptarem a cumplicidade de seus “subalternos” de cor na perpetuação da sociedade escravista. Aquele sucesso só pode ter influenciado fortemente os padrões históricos de relações raciais no Brasil e pode estar na raiz das diferenças que ainda persistem entre as relações raciais brasileiras e norte-americanas.”

JERÔNIMO JOSÉ DA ROSA / JERÔNIMO DIAS ARAUJO

& ANNA MARIA DE JESUS

(Meus hexavós. Pais de Anastácia Maria de Jesus cc José Mendes do Nascimento Villa)

Pesquisado por Vânia Mendes Ramos da Silva, Adeilson Batista, Josi Baggio e Juliana Areias.

Jerônimo José da Rosa ( GZG5-Z3N ) , nome usado em Patrocínio, também chamado Jeronimo Dias Araujo, nome usado anteriormente em São João del Rei, nasceu em cerca de 1750. Filho de Manoel Ventura da Rosa e Luzia da Silva Chaves. Não se sabe porque assumiu o nome de Jerônimo Dias Araújo. Foi casado com Anna Maria de Jesus. Segundo a pesquisadora Alda, o casal era de Oliveira, que pertencia a São José Del Rei, mas o casamento não está lá, batizaram todos os filhos em Oliveira. O casamento do Jerônimo não está em São José, porque os casamentos da lista começam em 1784. Os livros mais velhos devem ter se perdido. Seus filhos constam na relação do site Marco Polo, todos encontrados e  batizados em Oliveira. Pesuisa feita pela Prima Vânia Mendes Ramos da Silva.

Anna Maria de Jesus ( GZG5-HF2 ) – Filha de Pedro Rodrigues do Prado e de Maria da Silva de Jesus.  Através da minuciosa e persistente pesquisa da Prima Vânia Mendes Ramos da Silva, foi encontrado o batismo de um dos irmãos da Anastácia, que tem o nome dos avós. Eles estavam em Oliveira. Os registros estavam indexados nos livros de Tiradentes, que foram colocados no Family Search em 2023. Prima Vânia pesquisou um por um, até encontrar o batismo do filho Manoel, que tem o nome dos avós. Os pais da Ana Maria de Jesus estão me genealogia Paulistana. A mãe da Anastácia tem árvore pronta. Graças a essa grande descoberta da Prima Vânia. ganhamos uma família enorme de presente, que desencadeia na Família Bicudo. Descendemos de Antônio Bicudo Carneiro (judeu serafista), e na família indígena do Cacique Tibiriçá, do início da colonização portuguesa em São Vicente e São Paulo, que possui uma cripta na Catedral da Sé em São Paulo por ter se aliado aos jesuítas. Descendemos também de seu irmão que lutou contra os jesuítas Ari-Yo Maratayama Piqueroby, chefe dos Botocudos . Ambos filhos do Cacique Amyipagûana LCPH-YFZ, nascido em cerca de 1429 e de Bartira /Botyra Guaiana (Tribo Guaiana, tronco Marco-jê, não Tupi. Chamados de Tupiniquim por serem vizinhos dos Tupis).  Refletindo sobre o que significa ter o conhecimento de que descendenmos várias vezes desses dois irmãos caciques indíginas do ínicio da colonização portuguesa no Brasil e da catequização católica jesuíta. Esses dois irmãos que lutaram entre si. Ari-Yo Maratayama Piqueroby resistindo e não abrindo mão de suas próprias crenças e cultura ( e sendo morto por ela, como diria a música de Djavan, “Cacique perdeu, mas lutou que eu vi”). Enquanto o outro, Cacique Tibiriçá, ao contrário,  se tornando famoso por ter se convertido ao Cristianismo e ajudado aos jesuítas a iniciar o que se tornaria depois a cidade de São Paulo, onde nasci, a maior metrópole da América Latina e por ter se aliado, ter seu nome preservado e honrado na magestosa Catedral da Sé de São Paulo, símbolo do Império Católico, me traz sentimentos complexos.

ORDEM DOS FILHOS DE

JERÔNIMO JOSÉ DA ROSA / JERÔNIMO DIAS ARAUJO  & ANNA MARIA DE JESUS

Jeronimo Jose da Rosa ( Jeronimo Dias Araujo) e Anna Maria de Jesus tiveram ao menos os seguintes filhos em Oliveira, que pertencia a São Jõao del Rei:

  1. Maria Antonia de Jesus *1787 cc Joaquim Mendes Valle em 6/2/1808 em Sao Joao del Rei, filho de Antonio Mendes Valle e Francisca Coelha de Meirelles. (Marta – que é Maria na relação – batizada em 11.02.1787 – Padrinhos: Joaquim Martins de Brito e Maria da Silva de Jesus).
  2. Anastácia Maria de Jesus *31/8/1789 em Tiradentes (São João del Rei), falecida em 17/8/1856 em Patrocínio, cc José Mendes do Nascimento Valle em 5/2/1809 em Sao João del Rei, filho de Antônio Mendes Valle e Francisca Coelha de Meirelles. (Anastácia – batizada em 31.08.1789 – Padrinhos: Antônio Rodrigues e Maria).
  3. João *29/5/1791 em Tiradentes (São João del Rei) – (João – batizado em 29.05.1791 – Padrinhos: Manoel Ribeiro Rosa e Maria da Silva).
  4. Ana *8/9/1793 em Tiradentes (São João del Rei) – (Ana – batizada em 08.09.1793 – Padrinhos: João Leite Guedes e Francisca Rosa do Nascimento)
  5. Manuel *9/7/1794 em Tiradentes (São João del Rei) – (Manoel – batizado em 07.09.1794 – Padrinhos: José Pacheco Machado e Maria Joaquina).
  6. Joaquina *29/9/1799 em Tiradentes (São João del Rei) – (Joaquina – batizada em 29.09.1799 – Padrinhos: Antônio Joaquim de Sá e Felipa Maria de Jesus).
  7. Jerônimo *5/2/1802 em Tiradentes (São João del Rei) – (Jerônimo – batizado em 05.02.1802 – Padrinhos: Manoel Inpácio da Silveira e Maria Michaela).

Fonte – Datas de batismos e padrinhos conseguidos pela prima Vânia Mendes Ramos da Silva ao conversar com Dona Alda autora do livro de genealogia mineira e goiana, ela pesquisou no Marcopolo, localidade Oliveira (que pertencia a São João del Rei). Diz que infelizmente não há testamentos na lista de testamentos, nem óbitos na lista de óbitos. Essas listas acabei recebendo de outra pessoa. Mas inventários é possível pesquisar. Podem ter inventários no Marcopolo que estejam no Iphan e tem tb os que estão no museu da UFJF além do site do TJMG.

                                        BATISMO DE MANOEL *7/9/1794 – Oliveira-MG – fonte

         (Irmão de minha hexavó Anastácia Maria de Jesus cc José Mendes do Nascimento Villa)

BATISMO DE MANOEL *7/9/1794 – Oliveira-MG – fonte

         (Irmão de minha hexavó Anastácia Maria de Jesus cc José Mendes do Nascimento Villa)

“Aos 7 dias do mês de setembro do ano de 1794 na Capela de Nossa Senhora de Oliveira, desta freguesia de Santo Antônio da Vila de São José, o reverendo Gregório Coelho de Monte Castro, capelão da dita Capela, de minha licença, batizou e pôs os santos óleos a MANOEL, nascido aos 28 dias do mês de agosto do dito ano, filho legítimo de Jerônimo Dias de Araujo e de sua mulher Anna Maria de Jesus, neto pela parte paterna de Manoel Ventura da Rosa e de Luzia da Silva Chaves e pelo materno de Pedro Rodriguês do Prado e de Maria da Silva de Jesus. Foram padrinhos José Pacheco Machado e sua mulher Maria Joaquina, todos…” (páginas desordenadas. A próxima página não corresponde a continuação do assento).

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CASAL – PEDRO RODRIGUES DO PRADO & MARIA DA SILVA DE JESUS

(Ambos pais de Ana Maria de Jesus e de Manoel, como provado pelo batismos acima)

CASAMENTO DE PEDRO RODRIGUES DO PRADO E DE MARIA DA SILVA DE JESUS

PROJETO COMPARTILHAR sobre Pedro Rodrigues do Prado e Maria da Silva de Jesus

DOMINGOS MARTINS DO PRADO & ISABEL PEDROSO

(Revista da ASBRAP 23)

PRADOS – Nobiliarchia Paulistana

PRADOS – Genealogia Paulistana – Volume 3

LEMES – Genealogia Paulistana – Volume 2

BICUDOS – Genealogia Paulistana – Volume 6

OLIVEIRAS – Genealogia Paulistana – Volume 8

RAMALHOS – Genealogia Paulistana – Addenda – Volume 9

CACIQUE TIBIRIÇA ( MARTIM AFFONSO)

pai de Bartira – Botira, Burtira Mbey –

Genealogia Paulistana 1 Introdução

ALVARENGAS – Genealogia Paulistana – Volume 5

( Linha que liga ao Cacique Piquerobi, irmão inimigo do Tibiriça)

OS IRMÃOS – TIBIRIÇA E PIQUEROBI (The indigenous brothers) – Text by Juliana Areias 19 April 2024

Juliana Areias – (Juliana Vasoncellos Mendes) as a curumim and adult

“Your action is worthy, my dear indigenous…Despite of my clothes I am also indigenous.” Song: “Cara de Indio” (Indigenous Face) by Djavan.

On 19 April in Brazil, it’s the Indigenous Nations Day. I particularly remember this celebration during my pre-primary school time, where we used to make clay pots, paint our faces and make caxixi “maraca” shakers.

“Curumim” is the word for child in “Tupi-Guarani”, the largest Indigenous language of Brazil. Growing up, I had no idea that I was also an indigenous “curumim”. I discovered it after making my first DNA test some years ago, which revealed that I had about 2% of Indigenous DNA. (As well as, unsurprisingly 6% African and 92% European).

Thanks to the wonderful research of my dear cousin Vania Mendes Ramos da Silva, last year we got to learn that we are descendants from 2 emblematic “Tupiniquim” brothers and chiefs , Cacique Tibiriçá and Cacique Piquerobi, both born around 1480 in Brazil, “curumins” of chief Cacique Amyipaguana and Arumã Guayaná Tibiriça.

Although both brothers married their daughters to some of the first Portuguese settlers, they had opposite atitude toward colonisation. Tibiriçá welcome and collaborated with the Portuguese conquerors and converted to Christianity helping the Jesuits to found São Paulo city (where I was born) by fighting and killing his own brother Piquerobi and nephew Jaguaranho who resisted colanisation and refused to abandon their own culture and believes. Tibiriçá was baptised with an European name Martim Afonso and got a crypt monument made for him inside Sao Paulo’s Cathedral (Catedral da Sé). Piquerobi just recently, got a painting called “A face to Piquerobi” in 2020.

And here we are, telling their stories almost 500 years later. Their stories which are our stories.

This amalgam of people cohabits in me: natives and invaders, collaborators and resistants, enslaved and colonisers, siblings and enemies, priests and young maiden.

Knowledge gives opportunity to reflection.

Reflection is pivotal to make sense of who we are, our past, present and future.

Cripta com os restos mortais do ancestral indígina Cacique Tibiriça e monumento em sua homenagem dentro da Catedral da Sé em São Paulo, por sua conversão ao cristianismo e lealdade aos Jesuítas, os auxiliando a catequizar os indíginas sob sua liderança e assim, ajudando fundar posteriormente a cidade de São Paulo, mesmo que a custa de matar o seu irmão Piquerobi, que não quis abandonar a sua própria cultura e se render aos portugueses conquistadores e catequizadores.
Tacape atribuído a Tibiriça, parte do arquivo do Museu Histórico Nacinal no Rio de Janeiro.
Quadro feito pelo artista Alex King em 2020 chamado Um rosto para Piquerobi, para junto com a historiadora Adriana Lopes (autora de Bandeira do Cangaíba) homoenagear o símbolo de resistência dos povos indíginas em São Paulo que Piquerobi representa. A pintura foi feita respeitando a orientação do Mestre Robson Miguel, para que os traços do rosto tivessem realmente os características indígenas.

ÁRVORE GENEALÓGICA QUE MOSTRA A ASCENDÊNCIA DE JULIANA AREIAS ATÉ AOS SEUS ANCENTRAIS INDÍGENAS, OS IRMÃOS TIBIRIÇA E PIQUEROBI, AMBOS FILHOS DO CACIQUE AMYIPAGUANA E ARUMÃ GUAYANÁ TIBIRIÇA

CASAMENTO DE JOAQUIM MENDES DO VALLE & MARIA ANTÔNIA DE JESUS

6/2/1808 – São João del Rei-MG

( O noivo é irmão de Jose Mendes do Nascimento Valle e a noiva é irmã de Anastácia Maria de Jesus)

CASAMENTO DE JOSÉ MENDES DO NASCIMENTO VALLE E ANASTÁCIA MARIA DE JESUS

5/2/1809 – São João del Rei-MG

(meus pentavós)

JOSÉ VIEIRA DA MOTTA & MARIANA DA CUNHA FERREIRA

(Meus hexavós. Pais de José Ferreira da Cunha e de Francisco Vieira da Motta )

Pesquisado por Juca – Jose Fernandes da Cunha, Adeilson Batista, Vânia Mendes Ramos da Silva, Clênia Oliveira dos Reis, Josi Baggio e Juliana Areias.

José Vieira da Motta, (M58P-RZK) nasceu em cerca de 1788 (ou antes se a concessão de terras de 1769 com seu nome, for mesmo dele e não de um homônimo),  filho de Bernardo Vieira da Motta e Mariana Benedicta de São José. Consta como residente da Fazenda de Bocaina, em Formiga-MG em 23/5/1837.  Faleceu em 4/3/1846 em Patrocínio-MG. Casou-se em torno de 1813 com Mariana da Cunha Ferreira, nascida em 1872 em São Francisco de Paula, São Francisco de Oliveira-MG, filha de João da Cunha Ferreira e Ana Maria dos Santos. Mariana faleceu em torno de 1851 em Patrocínio-MG.

ORDEM DOS FILHOS
DE JOSE VIEIRA DA MOTTA & MARIANA DA CUNHA FERREIRA

  1. Joaquina Maria de Jesus (II, sobrinha) *junho 1801 em Sao Francisco de Paula, falecida em 23/6/1854 em Patos de Minas, cc Quintiliano Pereira Caixeta, filho de Ignacio Pereira Caixeta e Maria Antonia de Oliveira.
  2. Claudina Ferreira da Cunha *cerca de 1802 em Sao Francisco de Paula, falecida em 13/4/1851 em Patrocínio, cc Francisco Jose da Silva.
  3. Joao Vieira da Motta * janeiro 1804 em Sao Francisco de Paula, batizado em 29/1/1804, cc Maria.
  4. Maria da Cunha Ferreira *1805 em Sao Francisco de Paula, falecida em 26/11/1855 em Patrocínio, cc Joaquim Rodrigues Villas Boas.
  5.  José Ferreira da Cunha *1811 e falecido em 17/11/1851 em Patrocínio cc Anna Ritta de Jesus. (Observação importante: No Family Search vem listado também como filho de José Vieira da Motta e Marianna da Cunha Ferreira, um outro José Vieira da Motta Jr casado com Rita Maria da Conceição com os seguintes filhos: Pedro Vieira da Motta, Beraldo Vieira da Motta. Como os filhos não correspondem, parece se tratar de dois casais diferentes. A menos que José tenha se casado duas vezes, o que não consta em seu inventário.)
  6. Silverio Vieira da Motta *maio 1807, em Sao Francisco de Paula, batizado em 24/5/1807, cc Justina Soares de Azevedo.
  7. Antonio Vieira da Cunha *1817 em Patrocínio, falecido em 31/5/1859 em Patrocínio, cc Ana Joaquina Rosa (irma do Major Antonio Alves de Souza Soares e de Maria Quiteria), filha do Tenente Joao Lourenco Ribeiro Britto e Sancha Ursula Alves de Souza. (familia de Sao Joao Del Rei).
  8. Francisco Vieira da Motta *? – 14/12/1863 cc Joana Joaquina de Jesus
  9. Francisco Vieira da Motta* cc Marcellina Maria de Jesus

CENSO DE 1832 – PATROCÍNIO-MG

CONCESSÃO DE TERRAS EM NOME DE JOSÉ VIEIRA DA MOTTA EM 1769

Publicação da Revista do Arquivo Mineiro de 1900 – fonte

(Pode ser referente a ele ou a um homônimo dele)

Art Jose Vieira da Motta data de concesao de terra 1769 Revista do Arquivo Publico Mineiro 1900

TERRAS VENDIDA POR JOSÉ VIEIRA DA MOTTA

(18/4/1856 – Patrocínio-MG)

Declaração e registro de terras feito pela Igreja Católica.

Pesquisa feita pela prima Vânia Mendes Ramos da Silva no acervo de terras públicas do Site SIAAPM

Antônio Cândido de Castro declara sociedade com Ign´cia Thereza de Jesus em terras compradas a José Vieira da Motta, terras que fazem divisa por um córrego com os Vieiras, com Ribeirão de Santo Antônio e com Machaúbs de Baixo Ribeirão de Santo Antônio. Outra parte de cultura e campos comprada a Jeremias Valadão na Cachoeira de Bom Jardim em Sociedade com Silvério da Costa Matos e José da Costa Matos e outros mais, que faz divisa com a Sesmari dos Machaúbas de Baixo Bom Jardim Ribeira de Santo Antônio e Sesmaria dos Pavões , Villa do Patrocínio.

BATISMO DE JOAQUINA MARIA DE JESUS (II, sobrinha)

*1801 em São Francisco de Paula-MG

(filha de José Vieira da Motta e Mariana da Cunha Ferreira)

RECONFIRMAÇÃO DO BATISMO DE JOAQUINA MARIA DE JESUS EM 1814,

NASCIDA HÁ 13 ANOS, EM 1801

Joaquina f. Jose Vieira da Motta e Mariana da Cunha - 1814

BATISMO DE CLAUDINA FERREIRA DA CUNHA

*1802 São Francisco de Paula-MG

(filha de José Vieira da Motta e Mariana da Cunha Ferreira)

BATISMO DE JOSE VIEIRA DA MOTTA FILHO

*1805 São Francisco de Paula-MG

(filho de José Vieira da Motta e Mariana da Cunha Ferreira)

TRANSCRIÇÃO DO ÓBITO DE ANTONIO VIEIRA DA CUNHA

(filho de José Vieira Motta e Mariana da Cunha Ferreira,

e marido de Anna Joaquina Roza, filha de Sancha Ursula Alves de Souza).

Patrocínio-MG 31/05/1859*

pelo pesquisador Adeilson Batista

“Ao primeiro dia do mês de junho de mil oitocentos e cincoenta e nove nesta Freguezia de Nossa Senhora do Patrocínio do Bispado de Goyaz e Provìncia de Minas Geraes, compareceo o Major Antônio Alves de Souza Soares negociante, morador nesta Villa e deo parte, que ahi no dia trinta e hum de maio teve ligar por moléstia o falecimento de Antônio Vieira da Cunha, filho legitimo de Jozé Vieira da Motta e Marianna da Cunha Ferreira já falecidos, nascido e Baptizado nesta Freguezia e Bispado de Goyas, de idade quarenta e dois annos, lavrador, cazado que foi com Dona Anna Joaquina Roza”, e recebeo os Santíssimo sacramentos de penitência, encharestia, extrema unção, e foi o corpo envolto com hábito da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo de quem he Irmão e foi sepultado no dia primeiro de junho dentro desta Igreja Matriz e por mim emcomendado e para constar faço este que assigno com o declarante.

O Vigário Jozé Ferreira Estrella, Antonio Alvez de Souza Soares.

obito Antônio Vieira da Cunha marido de Ana Joaquina Rosa irma do Major Antonio Alves de Souza Soares - Ribeiro de Brito

ANALISE DOS INVENTARIOS E FILHOS DE

ANTONIO VIEIRA DA CUNHA & ANA JOAQUINA ROSA

Antonio Vieira da Cunha, nascido em torno de 1817, filho de José Vieira da Motta e Mariana da Cunha Ferreira, casado com Ana Joaquina Rosa, nascida em torno de 1818 em São João del Rei-MG ( filha do Tenente João Lourenço Ribeiro Brito e de Sancha Ursula Alves de Souza).

Antonio faleceu em 31/5/1859 no sitio do lugar chamado Santo Antonio em Patrocínio. Foi a inventariante a sua esposa Ana Joaquina Rosa e o tutor de menores, o Major Antonio Alves de Souza Soares, irmao de Ana Joaquina Rosa. Uma curiosidade eh que na pagina 50, o Tutor e tio dos menores, em 11 de setembro de 1866 entrega aos cofres publicos a heranca dos menores, como como emprestimo feito ao governo e nos anos seguintes esse capitl emprestado ao governo eh devolvido aos herdeiros ao completarem sua maior idade. Alem dos dados dos filhos do casal, o inventario contem tambem certidoes de batismo e casamento de alguns dos herdeiros menores, para que fosse provada a maioridade deles. Um dos herdeiros menores morre antes de poder receber sua heranca, o Elidio em 8/9/1867 ( pagina52 b)

Dados abaixo retirados do inventário de Antonio Vieira da Cunha falecido em 31/5/1859 em Patrocínio, pesquisado e fornecido por Adeilson Batista no Fórum de Patrocínio em 2021.

Esses são os filhos de Antonio Vieira da Cunha a Ana Joaquina Rosa listados no inventário do  Antonio:

  • 1 – Ana Joaquina Rosa *1837, 22 anos cc Manoel Francisco Rosa.
  • 2 – Antonio Joaquim Vieira (da Cunha / Ribeiro), tambem chamado Antonio Ribeiro *1840, 19 anos. Na pagina 47 vem transcrito seu assento de casamento em 22/11/1862 com Ignacia Thereza de Jesus, 14 anos filha de Mariano Ferreira da Cunha e Anna Thereza de Jesus. Testemunhas: Francisco Jose de Freitas e Antonio Ferreira da Cunha.
  • 3 – Joaquim Antonio Ribeiro *1842, 17 anos. Na pagina 47 vem transcrito seu assento de casamento em 2/6/1865 com Antonia Jacintha, 20 anos, filha de Antonio Rodrigues Peixoto e Anna Antonia “Teixeira”. Testemunhas: Capitao Manoel Damaso da Silva e Capitao Joaquim Gregorio da Silva Damaso.
  • 4 – José *1846, 13 anos. Na pagina 59, em 1/7/1871, ele assina como Jose Antonio Ribeiro para receber sua heranca.
  • 5 – Eduardo*1852, 7 anos. Na pagina 66, vem transcrito seu assento assento de casamento em 8/2/1871 com Firmina Antonio de Laura, filha de Jose Antonio de Souza e Francisca Ferreira da Costa. Testemunhas: Antonio Alves de Souza Soares Jr. e Tenente Coronel Mathias Jose da Silva.
  • 6 – Elidio *1855, 4 anos  (falecido em 1867 aos 12 anos. Sua mae recebe sua heranca. ver pagina 51)
  • 7 – Limirio *1857, 2 anos. Na pagina 73, vem transcrito seu assento de batismo de 27/8/1857, padrinhos Capitao Joaquim Gregorio da Silva Samaso e D. Anna Felisbina da Fonseca. Assento usado para provar sua maioridade e poder solcitar sua heranca em 14 Jan 1879, com 21 anos,  ou seja quase 20 anos apos a morte de seu pai Antonio Vieira da Cunha em 31/5/1859.

Ja pelo inventario da propria Ana Joaquina Rosa em 11/02/1897 feito por seu filho Eduardo Antonio Ribeiro, temos mais informacoes sobre os herdeiros e descendentes do casal Antonio Vieira da Cunha e Ana Joaquina da Rosa. Na pagina 2 vem listado como herdeiros e netos:

  • Maria
  • Limirio
  • Antonio Ribeiro
  • Joaquim Antonio Ribeiro
  • Eduardo Roiz Ribeiro
  • Joaquim Antonio Ribeiro
  • Jose Virgilio Antonio Ribeiro
  • Melchior Francisco da Rosa
  • Belmiro Francisco da Rosa
  • Jose Francisco da Rosa
  • Camilo Ferreira da Cunha
  • Joaquim Daniel de Souza
  • “Cartorio” Jose de Almeida “Gomes”
  • Antonio Julio dos Santos Almeida

E entao faz a lista organizada de seus filhos e netos:

  1. Ana Joaquina Rosa (a filha) foi casada com Manoel Francisco da Rosa, com os seguintes filhos:

1.1 Melchior Francisco da Rosa *1857, 40 anos, casado

1.2 Melmiro Francisco da Rosa *1859, 36 anos, casado

1.3 Jose Francisco da Rosa, *1861 36 anos, solteiro

1.4 Maria *1863, 34 anos, casada com Camilo Ferreira da Cunha

1.5 Anna *1865, 32 anos, casada com Joaquim Dormello de Souza

1.6 Virgilio Francisco da Rosa *1867 30 anos,

1.7 Virginia *1874, 23 anos, casada com Joaquim Antonio Ribeiro Jr.

1.8 Joaquim Francisco da Rosa *1876, 21 anos, solteiro

1.9 Mequelina Joaquina Rosa *1879, 18 anos, solteira.

2. Antonio Joaquim Vieira da Cunha, falecido, que foi casado com Ignacia Theresa de Jesus, representada por sua filha:

2.1 Anna *1875, 22 anos, casada com Eduardo Rodrigues Ribeiro

3. Joaquim Antonio Ribeiro, 55anos, casado

4. Jose Antonio Ribeiro, ja falecido, casado com “Euflansina Cândida Guimarães”, representada pelos filhos:

4.1 Anna *1875,  22 anos, casada com Caetano José de Almeira Gama

4.2 Maria *1877, 20 anos, casada com Antonio Júlio dos Santos Almeida

4.3 Arthur Antonio Ribeiro *1880, 17 anos

5. Eduardo Antonio Ribeiro *1852, 45 anos, casado

6. Limirio Antonio Ribeiro *1857, 40 anos, casado

Precisamos então pesquisar a outra irmã do Major, a chamada Maria Guitéria ou Maria Quitéria, para matar a possibilidade de Maria Alves de Souza ser filha dela ou não.

Para ajudar a testar se essa minha teoria está correta, precisamos encontrar mais documentação primária em Patrocínio sobre a própria Sancha Ursula Alves de Souza e seus filhos que foram para Patrocínio:

– Ana Joaquina Rosa / Anna Alvares *1815 , casada com Antônio Vieira da Cunha ( filho de José Vieira da Motta e de Marianna da Cunha Ferreira).

– Maria Quitéria / Maria Guiteria *1809

– Antônio Alves Ribeiro Brito (suposto Major Antonio Alves de Souza Soares) *1817

E  talvez para os outros filhos de Sancha Ursula Alves de Souza também para sabermos se todos teriam ido para Patrocínio também ou só três deles.

2) João Lourenço Ribeiro Brito (20  *1811)
3) Gertrudes Felizarda / Gertrudes Felicia (*1813)
6) José Lourenco Ribeiro / José Lourenço Ribeiro, batizado em 18/1/1820.
7) Senhorinha Bárbara de Souza / Senhorinha Alvares ( talvez Senhorinha Alves de Jesus) *1819
8) Joaquim Ribeiro Brito / Joaquim Alves de Souza Soares batizado em 25/4/1824.

Bat Joaquim Ribeiro Britto SJDR 25Apr1824
9) Manuel Ribeiro Brito , batizado em 18/2/1823.

Bat Manoel Ribeiro Britto SJDR A 18Feb1826

Bat Manoel Ribeiro Britto SJDR B

10) Bernardo Ribeiro Brito *1825

11) Ignacio Ribeiro Brito – batizado em 24/8/1829 pós morte do seu pai.Bat Manoel Ribeiro Britto SJDR B

Bat Ignacio Ribeiro Britto SJDR 24Aug1829 pos morte do pai

Precisamos também de mais informação sobre minha ancestral Maria Alves da Souza e seu marido José Cândido Ferreira e dos dois maridos da sua filha Maria de Souza Soares (minha tataravó), Baldoino Vieira da Cunha (primo primeiro de sua esposa) e João Mendes de Miranda, irmão de José Antonio Mendes do Val, ambos filhos de Antonio Mendes do Val e Maria Cândida de Jesus.

EXTRATO DO INVENTÁRIO DE ANTÔNIO VIEIRA DA CUNHA cc ANA JOAQUINA ROSA

Antônio Vieira da Cunha falecido em 31/5/1859 na Fazenda Santo Antônio, em Patrocínio-MG

Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 1 casado com Ana Jaoaquina Rosa irma do Major 1859 Patrocinio
Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 2 e 3 casado com Ana Joaquina Rosa irma do Major 1859 Patrocinio
Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 3 filho de Jose Vieira da Motta e Marianna Ferreira da Cunha
Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 4 filhos Ana Joaquina Rosa II mais velha 22 anos nascida 1837
Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 5 filhos Jose 13 Anos em 1859 logo nascido 1846
Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 22 pagamento feito ao filho menor Jose part 1
Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 23 pagamento feito ao filho menor Jose part 1
Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 27 Major Antonio Alves de Souza Soares como tutor dos seus sobrinhos menores orfaos
Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 28 left Major Antonio Alves de Souza Soares como tutor dos seus sobrinhos menores orfaos
Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 28 right Major Antonio Alves de Souza Soares como tutor dos seus sobrinhos menores orfaos
Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 47b Cas Antonio Joaquim vieira cc Ignacia Thereza de Jesus prima 3o grau A
Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 48a Cas Antonio Joaquim vieira cc Ignacia Thereza de Jesus prima 3o grau A
Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 48a Cas Joaquim Antonio Ribeiro cc Antonia Jacintha
IN4CF7~1
Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 52 b morte do herdeiro Elidio menor heranca pedida pela mae 8 Sep1867
Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 55 morte do herdeiro Elidio menor heranca pedida pela mae 1871
inventario Antonio Vieira da Cunha pag 59 herdeiro Jose Antonio Ribeiro assina
Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 62 Hedeiro Jose Antonio Ribeiro emancipado recebe heranca
inventario Antonio Vieira da Cunha pag 64 herdeiro Eduardo Antonio Ribeiro pede heranca 1871
inventario Antonio Vieira da Cunha pag 65 Major autoriza sobrinho a casar Eduardo Antonio Ribeiro 1871
Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 66 left cas Eduardo Antonio Ribeiro e Firmina Antonio de Laura 1871
Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 66 right cas Eduardo Antonio Ribeiro e Firmina Antonio de Laura 1871
inventario Antonio Vieira da Cunha pag 71 herdeiro Limirio Antonio Ribeiro assina 1879
Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 72 right Limirio Antonio Ribeiro batismo 1857 pedido 1879
Inventario Antonio Vieira da Cunha pag 73 left Limirio Antonio Ribeiro batismo 1857 pedido 1879
inventario Antonio Vieira da Cunha pag assina herdeiro Antonio Ribeiro em 1871 antes era Antonio Joaquim Vieira

EXTRATO DO INVENTÁRIO DE ANA JOAQUINA ROSA (VIÚVA DE ANTÔNIO VIEIRA DA CUNHA)

Inventariada pelo seu filho Eduardo Antônio Ribeiro, em 11/2/1897. Falecida em 10/4/1896 em Patrocínio-MG

Inventario Ana Joaquina Rosa Pag 1 - com filho Eduardo Antonio Ribeiro Patrocinio 1897
Inventario Ana Joaquina Rosa Pag 2 - herdeiros netos Patrocinio 1897
Inventario Ana Joaquina Rosa Pag 10 a Herdeiros
Inventario Ana Joaquina Rosa Pag 10 Herdeiros
Inventario Ana Joaquina Rosa Pag 11 - com filho Eduardo Antonio Ribeiro Patrocinio 1897
Inventario Ana Joaquina Rosa Pag 12 Assinatura dos herdeiros louvados
Inventario Ana Joaquina Rosa Pag 25 mais Assinatura dos herdeiros louvados pos partilha 1897
Inventario Ana Joaquina Rosa Pag 25a mais Assinatura dos herdeiros louvados pos partilha 1897

TENTATIVA DE ANULAÇÃO DO INVENTÁRIO DE JOAQUINA MARIA DE JESUS 1861 – Patrocínio-MG
 
(Filha de José Vieira da Motta e Marianna da Cunha Ferreira)
 
Documento de relevância importante, porque nele Joaquina Maria de Jesus II ( cc Quintiliano Pereira Caixeta) e irmã de quatro dos meus pentavós José da Cunha Ferreira ( cc Anna Ritta de Jesus), e de Francisco Vieira da Motta (cc Marcellina Maria de Jesus) deixa para irmãos e sobrinhos herança. No documento entre os sobrinhos vem citado meu quadravô José Cândido Ferreira / da Cunha, casado com Maria Alves de Jesus ( Maria Alves de Souza), provando que José Cândido Ferreira foi neto José Vieira da Motta e Marianna da Cunha Ferreira.
 
Inventario nulidade pag 1 e div terra Faz Cocaes Joaquina Maria de Jesus tia de Jose Candido Ferreira
Inventario nulidade pag 2 Close up e div terra Faz Cocaes Joaquina Maria de Jesus tia de Jose Candido Ferreira

Inventario nulidade pag 2 e 3 e div terra Faz Cocaes Joaquina Maria de Jesus tia de Jose Candido Ferreira

Inventario nulidade pag 22 libelo e div terra Faz Cocaes Joaquina Maria de Jesus tia de Jose Candido Ferreira

Inventario nulidade pag 22b libelo e div terra Faz Cocaes Joaquina Maria de Jesus tia de Jose Candido Ferreira

AINDA INDEFINIDOS PAIS DE ANNA RITTA DE JESUS

( Meus hexavós. Pais de Anna Ritta de Jesus – esposa de José Ferreira da Cunha)

Pesquisado por Juca – Jose Fernandes da Cunha, Adeilson Batista, Vânia Mendes Ramos da Silva, Clênia Oliveira dos Reis, Josi Baggio e Juliana Areias.

AINDA INDEFINIDOS PAIS DE MARCELLINA MARIA DE JESUS

( Meus hexavós. Pais de Marcellina Maria de Jesus – esposa de Francisco Vieira da Motta)

Pesquisado por Juca – Jose Fernandes da Cunha, Adeilson Batista, Vânia Mendes Ramos da Silva, Clênia Oliveira dos Reis, Josi Baggio e Juliana Areias.

AINDA INDEFINIDOS AVÓS DE MARIA ALVES DE SOUZA

( Meus hexavós.)

Pesquisado por Adeilson Batista, José Aluísio Botelho, Josi Baggio e Juliana Areias.

Ver abaixo o Capítulo – Mistérios sobre a chegada da Família Ribeiro Brito (Alves de Souza Soares) – Em Patrocínio, vindos de São João del Rei-MG)

JOÃO MENDES & MARIA DA COSTA RIBEIRO

(Meus Septavós. Pais de Antônio Mendes Valle cc Francisca Coelho de Meirelles)

Pesquisado por  Pedro Miguel Ortiga de Sousa, Vânia Mendes Ramos da Silva, Josi Baggio e Juliana Areias.

João Mendes nasceu em 23/2/1691 na freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal, filho de João Mendes e Isabel da Costa . Em 5/2/1711, se casou com Maria da Costa Ribeiro no Vale São Cosme, na freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal.

Maria da Costa Ribeiro nasceu em torno de dezembro de 1678 em Vale São Cosme, freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal e faleceu em 20/12/1723 em Joanes, também pertencente a Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal. Era filha de Antonio Ribeiro e Maria da Costa.

O casal João Mendes e Maria da Costa Ribeiro, nos assentos de batismo dos seus filhos encontrados até agora vem descritos como sendo de Jonas /Janos /Janes (Joanes), desta freguesia de Santa Maria do Telhado. Segue abaixo os assentos encontrados até agora pelo primo Pedro, que é natural e residente em Telhado. O primo Pedro,  a prima Vânia, residente em Lavras, Minas Gerais, Brasil, e eu, Juliana Areias natural de São Paulo, Brasil mas residente em Perth na Austrália nos conhecemos entre 2021 e 2022 graças aos resultados dos testes de DNA que mostram que temos parentesco.

ORDEM DOS FILHOS DE JOÃO MENDES & MARIA DA COSTA RIBEIRO

Ordem de nascença dos filhos encontrados até agora.

  1. João Mendes da Costa, nascido em 01/04/1712  em Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal e batizado em 03/4/1712. Casou com Maria Pereira de Sá (Pereira da Silva). Tiveram ao menos os seguintes filhos – Alguns de seus filhos também imigraram para Minas Gerais, no Brasil, um deles conhecido como José Mendes do Valle morei solteiro em Araxá em 30/8/1820, deixando bens para afilhados, sobrinhos e primos. (Ascendente do nosso primo português Pedro Miguel Ortiga de Sousa, natural de Telhado, encontrado pela prima Vânia Mendes Ramos da Silva, graças ao  teste de DNA).
  2. Maria Mendes da Costa, nascida em 10/12/1714 em Telhado, Vila de Famalição, Braga, Portugal e batizada em 12/12/1714.
  3. Catarina Mendes da Costa, nascida em 08/03/1717 em Telhado, Vila de Famalição, Braga, Portugal e batizada em 14/4/1717. Faleceu no mesmo local em 13/04/1723, com apenas seis anos de idade, teve missa de anjos.
  4. Antônio Mendes Vale, nascido em 05/04/1712  em Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal e batizado em 06/04/1719. Emigrou para São João del Rei, Minas Gerais, Brasil onde se casou em 20/04/1750 com Francisca Coelho Meirelles, natural de São João del Rei. Antônio foi um próspero mestre carpinteiro e fazendeiro, adquirindo datas de terras da Coroa Portuguesa em 1757. Era devoto de Bom Jesus de Matosinhos, tendo duas pinturas ex-votos comissionadas por ele no acervo do Patrimônio Cultural Brasileiro na Capela da Sala dos Milagres do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, na cidade Congonhas do Campo, em Minas Gerais. Adotou o nome Antônio Mendes Valle para se diferenciar do seu sobrinho Antônio Mendes da Costa, nascido em 1736, filho do seu irmão João Mendes da Costa e de Maria Pereira de Sá.

CERTIDÃO DE BATISMO DE JOÃO MENDES – 25/2/1691 Telhado, Braga, Portugal – fonte

(Filho de João Mendes & Isabel da Costa. Pai do nosso Antônio Mendes Valle)

Nascido em 23/2/1691. Padrinhos – Simão Francisco Taco e Maria Antônia, mulher de João Francisco do Azeiro, desta freguesia.

Bat Joao f. Joao Mendes e Isabel da Costa 1691 telhado
Bat Joao f. Joao Mendes e Isabel da Costa 1691 telhado page

CERTIDÃO DE CASAMENTO DE JOÃO MENDES & MARIA DA COSTA RIBEIRO

05/02/1711 – Freguesia de Vale São Cosme – fonte

(pais do nosso Antônio Mendes Valle)

(Documento encontrado e presenteado pela amada amiga e pesquisara Josi Baggio que comenta: “Não encontrei o batismo dela nesta localidade nem em Telhado. Mas, com certeza, ela faleceu muito jovem. Se o último filho é de 1717 e ela morreu em 1723, deve ter ficado doente neste período porque deveria haver mais filhos. Pode ser também que ela tenha tido complicações num parto e morrido em decorrência. Por outro lado, pelo registro do óbito, tenho a impressão de que faleceu repentinamente. Será que houve algum evento na época? Veja que as ocorrências de óbito na localidade eram raras e, de repente, no mês em que ela morreu houve 3 mortes e mais uma no mês seguinte. )

Em 5 de fevereiro do sobredito ano de 1711 se recebeu em minha presenca João Mendes filho legítimo de João Mendes e sua mulher Isabel da Costa, já defuntos, do lugar de Lanai, freguesia de Santa Maria do Telhado, com Maria da Costa, filha legítima de Antônio Ribeiro e sua mulher Maria da Costa do lugar da Ribeira de Cima desta Freguesia, dispensados por bulla de sua Santidade discarnida pelo Doutor Providor de Braga no parentesco que tinham, corrido os banhos na forma do Sagrado Concílio Tridentino, sem impedimento algum, estando presentes por testemunhas Francisco da Costa Pimentel do lugar do bairro, Francisco da Costa da M’s e seu genro Pedro Ferreira Simões, Damião Rodrigues e Antônio Ribeiro, pai da contraente, e todos desta freguesia e  muito mais pessoas e para constar fiz este assento. O Abbe. Hierônimo Ferreira.

Observação: O próximo assento de casamento na mesma página parece ser de familiares o famílas amigas aos nossos antepassados também, em 3/7/1712 casamento de Manoel Simões e Antônia da Costa, ele filho de João Rodrigues e Margarida Simões do lugar da Cintra. Ela filha de Francisco da Costa e Maria Ribeira da M’s do lugar de Pedra, desta freguesia. Sem parentesco entre os noivos. Testemunhas: Francisco da Costa Pimentel, Domingos Simeias, do lugar do bairro. Manoel Fernandes,  Domingos Ferreira, Pedro Ferreira,  Domingos Ribeiro e Bento Ferreira do lugar da Pedra. Santos Mendes, Domingos Ferreira, Antonio Iacome do lugar de Villar e a maior parte da gente desta freguesia.

Cas Joao Mendes e Maria da Costa - Vale Sao Cosme 7 fev 1711 A

Cas Joao Mendes e Maria da Costa - Vale Sao Cosme 7 fev 1711 B
Cas Manoel Simoes e Antonia da Costa - Vila Sao Cosme parentes dos Mendes do Vale

CERTIDÃO DE ÓBITO DE MARIA DA COSTA RIBEIRO

– 20/12/1723 – Telhado, Braga, Portugal – fonte

(esposa de João Mendes e mãe do nosso Antônio Mendes Valle)

Esposa de João Mendes, foi sepultada dentro da igreja, debaixo do púlpito e amortalhada em um lençol. Não fez testamento o seu marido, mas pagou o que era costumeiro para a Igreja . Interessante, ler e comparar na mesma folha o grau de distinção social e devoção de cada assento. A ascenção social da nossa falecida Maria da Costa Ribeiro parece ser mediana quando comparada em um extremo com o assento da Maria dos Santos Teixeira, esposa do Capitão João Gomes falecida no mesmo ano, que foi amortalhada em ábito de São Francisco dentro da Igreja, pegado do Taburno de abrante da Nossa Senhora do Rosário e que deixou testamento e esmola para a Igreja para que fossem resadas cem missas para a sua alma. No outro extremo, se descreve o óbito de Marcos, criado, que foi amortalhado no ábito de São Francisco e sepultado no canto da pia de água benta, não tinha do que fazer testamento por ser pobre de tudo, diz no assento.

Obito Maria da Costa Ribeiro mae do nosso Antonio Mendes Valle 1723 Telhado Braga Portugal
Obito Maria da Costa Ribeiro mae do nosso Antonio Mendes Valle 1723 Telhado Braga Portugal - page

CERTIDÃO DE BATISMO DE JOÃO – 3/4/1712 – Telhado, Braga, Portugal – fonte.

(filho de João Mendes e Maria da Costa Ribeiro, irmão do nosso Antônio Mendes Valle)

João, nascido em  01/04/1712 em Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal e batizada em 03/04/1712, padrinhos Pedro Ferreira, do lugar da Pedra, e Isabel, solteira, filha de Antônio Ribeiro do lugar da Ribeira, ambos da freguesia de São Cosme do Vale.

Bat Joao f. Joao Mendes e Maria da Costa Rodrigues 1712 Telhado Braga

CERTIDÃO DE BATISMO DE MARIA – 12/12/1714 – Telhado, Braga, Portugal – fonte.

(filha de João Mendes e Maria da Costa Ribeiro. Irmã do nosso Antônio Mendes Valle)

Maria, nascida em 10/12/1714 em Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal e batizada em 12/12/1714, padrinhos João da Costa, solteiro , filho de Antônio Ribeiro de São Cosme do Vale, e Tereza, solteira filha de João Mendes já defunto.

Bat Maria f. Joao Mendes e Maria da Costa Telhado Vila Nova de Famalicao Braga 12 Dec1714

CERTIDÃO DE BATISMO DE CATARINA – 14/03/1717 – Telhado, Braga, Portugal – fonte

(filha de João Mendes e Maria da Costa Ribeiro. Irmã do nosso Antônio Mendes Valle)

Catarina, nascida em 08/03/1717 em Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal e batizada em 14/03/1717, padrinhos Manoel Mendes, do luga de Vilar, dessa freguesia de São Cosme do Vale, e Catarina, solteira, filha de Antonio Ribeiro e de sua mulher Maria da Costa, da mesma freguesia de São Cosme do Vale. Foram testemunhas Ignacio da Costa e Domingos Marques, todos dessa freguesia. Falecida em 13/4/1723, teve missa de anjos.

Bat e obito Catarina f. Joao Mendes e Maria da Costa Ribeiro 1717 Telhado Braga Portugal

CERTIDÃO DE BATISMO DE ANTÔNIO MENDES VALE – 06/04/1719 – Telhado, Braga, Portugal – fonte

(filho de João Mendes e Maria da Costa Ribeiro.)

Antônio, nascido em 05/04/1712  em Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal e batizado em 06/04/1719.  Foram padrinhos Antônio de Barros Tinoco, natural da freguesia de São Matinho e Marianna, solteira, filha de Gos Afonso e sua mulher Maria Tereza de Funta, da freguesia de São Martinho do Vale, do lugar da Igreja. Foram testemunhas Francisco Alz (Alves / Alvarez) do lugar de São Martinho do Vale e  Manoel Mendes, do lugar de São Cosme do Vale.

Bat Antonio Mendes Vale f. Joao Mendes e Maria da Costa Ribeiro - telhado Braga 1719
Bat Antonio Mendes Vale f. Joao Mendes e Maria da Costa Ribeiro - telhado Braga 1719 page

CERTIDÃO DE BATISMO DE ANTÔNIO MENDES DA COSTA – 15/10/1736 – Telhado, Braga, Portugal – fonte

(Filho de João Mendes da Costa e de Maria Pereira de Sá. Sobrinho do nosso Antônio Mendes Valle)

Antônio nasceu em 15/10/1736, em Telhado, Vila de Famalicão, Braga Portugal. Foram padrinhos, Antonio Fernandes do lugar de Lages, Freguesia de São Silvestre de Requião, e Anna Gomes, mulher de João Mendes do lugar de … Santa Maria do Telhado. Foram testemunhas Domingos Ferreira de Carvalho, João Mendes e Francisco Mendes, do lugar de Barreira dessa mesma freguesia de Santa Maria do Telhado.

Batismo Antonio Mendes da Costa - Telhado 1736 primo do nosso Antonio Mendes Vale

Batismo Antonio Mendes da Costa - Telhado 1736 primo do nosso Antonio Mendes Vale page

CERTIDÃO DE BATISMO DE MANOEL MENDES DA COSTA – 25/08/1734 – Telhado, Braga, Portugal – fonte

(filho de João Mendes da Costa e de Maria Pereira de Sá. Sobrinho do nosso Antônio Mendes Valle)

Manoel nasceu em 23/08/1734, e foi batizado em 25/08/1734 em Telhado, Vila de Famalicão, Braga Portugal. Foram padrinhos, João Mendes, seu avô do dito lugar de Joanes, desta Freguesia e Urcula, solteira, filha de Maria Pereira, viúva, do lugar de Lages, da Freguesia de São Silvertre de Requião. Foram testemunhas o reverendo Manoel Soares da Cunha, coajuntor dessa freguesia e Francisco Mendes do lugar de Barreiro e Manoel Ferreira do lugar de Sanai, ambos dessa freguesia de Santa Maria do Telhado.

Bat Manoel Mendes da Costa primo Antonio Mendes Vale 1734 Telhado Braga Portugal
OUTROS DOCUMENTOS EM TELHADO, BRAGA, PORTUGAL
 
BATISMO DE COSME filho de Antônio da Costa e Teresa Ribeiro de cima, foram padrinhos Francisco Simoes de Talho e Isabel Gonçalves – 20/09/1680 – Telhado, Braga, Portugal – fonte
Bat Cosme f. Antonio da Costa e Maria Ribeiro telhado 1678 talvez
 
Assentos pesquisados pela minha amada amiga Josi Baggio (no início de fevereiro de 2022, antes de conhecermos o primo Pedro Migue Ortiga de Sousa) nos  de Santa Maria do Telhado.
 
Livros de Batismo de 1720 a 1730:
 
-> filhos de José Gonçalves e Maria da Costa, entre outros
– Francisco: 27/09/1722 – http://pesquisa.adb.uminho.pt/viewer?id=1020240&FileID=383326 – imagem 63
– Antonio: 22/02/1725 – http://pesquisa.adb.uminho.pt/viewer?id=1020240&FileID=383334 – imagem 71
 
Neste período, apareceu apenas estes Mendes:
– Jeronima Mendes cc João Francisco, pais de Maria – http://pesquisa.adb.uminho.pt/viewer?id=1020240&FileID=383321
– Teresa Mendes, mãe de Francisco – http://pesquisa.adb.uminho.pt/viewer?id=1020240&FileID=383328
– Antonio Mendes cc Marianna Francisca, pais de Maria – http://pesquisa.adb.uminho.pt/viewer?id=1020241&FileID=383348
 
Já nos registros de casamento entre 1710-1735 consta somente:
– José Gonçalves ocorreu em 1815 – http://pesquisa.adb.uminho.pt/viewer?id=1020249&FileID=384027
– Francisco Mendes e Maria do Rego, em 1723 – http://pesquisa.adb.uminho.pt/viewer?id=1020249&FileID=384032 Agora o interessante: este Francisco era fd João Mendes e… Isabel da Costa!
 
Nos livros de óbitos de 1750-1780:
– Manoel Mendes cc Isabel da Costa, em 1756 – http://pesquisa.adb.uminho.pt/viewer?id=1020255&FileID=384385
– Maria da Costa cc José Gonçalves, em 1756 – http://pesquisa.adb.uminho.pt/viewer?id=1020255&FileID=384386 Portanto, não é a mãe de Antonio, já que consta que já era falecida em 1750.
– João Mendes vd Anna Gomes, em 1757 – mesmo link
– Francisco Mendes cc Maria do Rego, em 1759 – http://pesquisa.adb.uminho.pt/viewer?id=1020255&FileID=384390
– João Gomes cc Marianna Antonia, em 1761 – http://pesquisa.adb.uminho.pt/viewer?id=1020255&FileID=384394
– Maria Ferreira de Faria, 2a mulher de João Mendes da Costa, em 1771 – http://pesquisa.adb.uminho.pt/viewer?id=1020255&FileID=384415
– Francisco Mendes cc Domingas da Costa, em 1777 – http://pesquisa.adb.uminho.pt/viewer?id=1020255&FileID=384426
– José Gonçalves vd Maria da Costa, em 1777 – http://pesquisa.adb.uminho.pt/viewer?id=1020255&FileID=384428

MANOEL COELHO DE MEIRELLES

& IZABEL DA SILVA MIRANDA

(Meus Septavós. Pais de Francisca Coelho de Meirelles cc Antônio Mendes Valle)

Pesquisado por Vânia Mendes Ramos da Silva, Josi Baggio e Juliana Areias.

Manoel Coelho de Meirelles (LR84-KCR), nasceu em cerca de 1700, local ainda não sabido, e faleceu em 1738 em São João del rei, Minas Gerais, onde foi inventariado por sua esposa Izabel da Silva Miranda. Não  sabemos quem foram os pais de Manoel Coelho de Meirelles. Curiosamento encontramos um escravo forro, Antonio Cobu, que adotou o seu sobrenome Antonio Coelho de Meirelles, e viveu até sua morte como agregado na fazenda da Brizida da Silva Miranda,  irmã de Izabel casada com Francisco Lobo Rios.

Izabel da Silva Miranda, nasceu em torno de 1713 em São João del Rei, Minas Gerais, Brasil. Pelo invetário de seu marido, sabemos que Izabel sabia ler e escrever, o que era bastante incomum para uma mulher da sua época. Izabel era filha natural de Arcângela Maria de Jesus ( da Freguesia de Nossa Senhora da Pena, cidade de Lisboa, Portugal), talvez parda ou simplesmenste não nobre, concumbina do Capitão Pedro da Silva Miranda, dito de origem nobre e listado como o vigéssimo homem mais ricos de São João del Rei e São José das Mortes entre 1737-1800, inventariado em 1745. Pedro, cuidou dos interesses de Izabel e inclusive foi o tutor de órfãos de seus filhos quando o marido de Izabel faleceu, mas não declarou Izabel como sua filha, apenas alguns outros irmãos de Izabel. Isso pode significar que de fato não era o pai biológico dela, ou então que houve desentendimento entre eles, ou talvez alguma outra razão como preconceito com os filhos que tivessem tez de pele mais escura, pois desconfio que Arcângela poderia ser parda, com alguma ascendência indígina ou negra e talvez Pedro, por isso nunca tenha a assumido como esposa. Apenas depois da morte de Pedro,  Arcangêla vai se casar com outro pessoa, capaz de lhe assumir como esposa legítima. Portanto a única maneira que teríamos de descobrir se o pai biológico de Izabel foi Pedro ou não, seria encontrando através do teste de DNA, um primo que descenda dos pais ou avós do Capitão Pedro da Silva Miranda Pedro em Portugal. Ele era filho de Manoel da Silva de Moraes e de Maria de Miranda.

ORDEM DOS FILHOS DE MANOEL COELHO DE MEIRELLES & IZABEL DA SILVA MIRANDA

Manoel Coelho de Meirelles e Izabel da Silva Miranda tiveram dois filhos, ambos de “legítimo matrimônio”.

– Manoel nascido em torno de 1729 (de idade 9 anos mais ou menos em 1738).

Francisca Coelho Meirelles , nascida em 1736 provavelmente em São João del Rei, ( tinha apenas 16 meses quando seu pai faleceu em 1738). Casou-se com autorização de sua mãe em 20 de abril de 1750 com Antônio Mendes Vale. Novamente, curioso que nesse assento de casamento, o eu noivo venha descrito como branco, português e mestre carpinteiro. A necessidade de declarar Antônio Mendes Valle como branco, pode denotar que Francisca não fosse tão branca assim, embora não venha descriminada como parda ou nenhuma outra definição de cor.

EXTRATO DO INVENTÁRIO DE MANOEL COELHO DE MEIRELLES

20/5/1738 em São João del Rei-MG, Brasil

(Fonte: caixa 617 no Museu do Iphan)

Resumo apresentado por Regina Moraes Junqueira no Projeto Compartilhar:

Arquivo IPHAN – São João Del Rei – Tipo de Documento: Inventário

Ano: 1738 Caixa: 617

Inventariado: Manoel Coelho de Meireles

Inventariante: Izabel da Silva de Miranda – viúva

Local: Sitio da Paciência – Rio das Mortes Pequeno – São João del Rei

Anotado por: Moacyr Villela

Inventário aberto pelo juiz de órfãos da Vila de São João del Rei, Coronel Manoel Dias de Menezes em “casa de morada da viúva inventariante que declarou ter falecido seu marido em Abril de 1738”

 Filhos:

– Manoel de idade 9 anos mais ou menos;

– Francisca com 16 meses. Ambos de “legítimo matrimônio”

Entre os Bens:

–  22 escravos

– Fazenda em que vive chamada “A Paciência” com todos os seus pertences, pipas, duas masseiras(sic) de farinha, caixão de farinha, cochos, carros, barris, roda de mandioca e pilão de farinha. Engenho de agua … com dois moinhos. Casas de vivenda e engenho cobertos de telhas avaliado tudo no valor de 3.600.000;

– Alambique , forno de farinha e tachos grandes, tudo de cobre no valor de 166.500 reis;

Dividas Ativas

– Deve o Capitão de Cavalos Pedro da Silva de Miranda (seu sogro) 911.690 por escritura pública, mais um credito no valor de 254.591 reis

Dividas Passivas

– declara dever ao feitor Domingos Pereira de Carvalho por feitorizar a fazenda e  sitio desde 15 de janeiro ate 19 de abril, dia em que faleceu o inventariado, à razão de 50 oitavas por ano como tinha sido ajustado pelo falecido seu marido.

Eu, Juliana Areias em dezembro de 2021,  li pessoalmente as imagens desse documento completo solicitado pela prima Vânia Mendes Ramos da Silva. Embora muitas folhas estejam bem apagadas e danificadas, ainda foi possível extrair algumas informações chaves:

Inventariado, o defunto Manoel Coelho de Meirelles.

Inventariante, sua viúva Izabel da Silva Miranda. Chama atenção o fato de que Isabel sabia escrever, redigindo sua própria declaração no inventário e sempre assinando ela mesma com caligrafia clara, firme e legível. (imagem 61 do inventário).

Herdeiros, dois filhos menores :

  • Manoel *1729, com 7 anos (imagem 72 do inventário). Mais tarde em 5/6/1744 declarado como aprediz de carpintaria (na imagem 55 do inventário) e recebendo sua herança ( na imagem 75 do inventário
  • Francisca *1736 com 16 meses, quase dois anos (imagem 72 do inventário). Quando adulta Francisca Coelho Meireles. Vem várias vezes citado o nome de seu marido Antônio Mendes Valle. (imagens 76 a 82 do inventário), contendo inclusive uma licença de casamento da mãe Izabel da Silva de Miranda (imagem 79) e transcrição do assento de casamento (imagens 81 e 82). Nesta licença de casamento está escrito: “Diz Izabel da Silva de Miranda, viúva que foi por falecimento de Manoel Coelho de meirelles, como autora e administradora de sua filha e do dito difunto, Francisca Coelha Meirelles, que a já sua filha esta contratada para casar na forma que manda o sagrado concílio Tridentino com Antônio Mendes Valle, homem branco e mestre carpinteiro, pessoa capaz e me é idonea, de inteiro o consede para casar com sua filha. “

Outros herdeiros:

  • Maria (ou Mércia, Márcia, Crécia), filha do defunto que faz seu procurador Sismão Moreira de Almeida. (imagem 23 do inventário).
  • Jenthe (ou Tereza ou Jacintha), muluna do dito defunto (imagem 23 do inventário)

Tutor dos menores órfãos: Pedro da Silva de Miranda (pai da Isabel) , capitão mór da cavalaria, superintendência ao desembargo de Salvador, Bahia, que faz seu procurador Lázaro da Silva de Miranda (seu filho, e irmão da viúva Izabel da Silva Miranda) e também os doutores Paulo da Motta Duque Estrada e José de Almeida e Faria ( imagens 55 a 60). Lázaro também vem declarado como tutor e curador com Agostina Rodrigues da Costa (imagem 59 do inventário) e como procurador de sua própria irmã Izabel da Silva Miranda junto com Diogo de Abreu (imagem 61 do inventário. Diogo sendo apartir de 1723 o legímo marido da Isabel).Pedro cita Dona Francisca da Costa Lima a fer na cidade do Salvador da Bahia em 2/9/1739 (imagem 72 do inventário).

Testemunhas e outros nomes identificados que aparecem e assinam: Antônio Botelho da Fonseca, Bento Gomes da Silva, Jose Francisco de…, Dr. José Pires de Carvalho Albuquerque, João de Souza de Mattos de Vasconcellos, Antônio de Moraes, Francisco Antônio de Mendonça e Diogo de Abreu.

BERNARDO VIEIRA DA MOTTA

& MARIANA BENEDICTA DE SÃO JOSÉ

( Meus Septavós. Pais de José Vieira da Motta cc Mariana da Cunha Ferreira )

Pesquisado por Juca – Jose Fernandes da Cunha, Adeilson Batista, Vânia Mendes Ramos da Silva, Clênia Oliveira dos Reis, Josi Baggio e Juliana Areias.

Bernardo Vieira da Motta ( LTXF-6JN nasceu em 20/5/1718 em Magos, Braga, Portugal, onde foi batizado em 22/5/1718, filho de Francisco Vieira e Natalia da Motta.  Bernardo imigrou para o Brasil e sabemos que se casou antes de 1765 em Sao Francisco de Paula-MG com Mariana Benedicta de Sao Jose, filha dos acorianos Alferes Antonio Machado Neto e Maria Clara de São José. Bernardo faleceu em 29/2/1804 em São Francisco de Paula-MG e foi sepultado em 1/3/1804 no mesmo local.

Mariana Benedicta de Sao José, (LTXF-862) nascera após 1738, não sabemos em que local, filha do Alferes Antonio Machado Neto e Maria Clara de São José, ambos os pais de Mariana, nascidos em Porto Judeu, Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores. Mariana falecera após 1824 em São Francisco de Paula-MG.

A pesquisa feita pelo primo Juca – Jose Fernandes de Castro, cita como fontes, os  inventários de Bernardo Vieira da Motta e de Bartholomeu Machado Diniz (1805), além dos assentos de batismo encontrados em Magos, Braga, Portugal20/5/1718 em Magos, Braga, Portugal, onde foi batizado em 22/5/1718, filho de Francisco Vieira e Natalia da Motta.  Bernardo imigrou para o Brasil e sabemos que se casou antes de 1765 em Sao Francisco de Paula-MG com Mariana Benedicta de Sao Jose, filha dos acorianos Alferes Antonio Machado Neto e Maria Clara de São José. Bernardo faleceu em 1/3/1804 em São Francisco de Paula-MG.

BATISMO DE BERNARDO VIEIRA DA MOTTA EM MAGOS, BRAGA, PORTUGAL *20/5/1718

Batismo de Bernardo Vieira da Motta

ORDEM DOS FILHOS DE BERNARDO VIEIRA DA MOTTA & MARIANA BENEDICTA DE SÃO JOSÉ

Bernardo Vieira da Motta e Mariana Benedicta de São José tiveram os seguintes filhos:

  1. Francisco Vieira da Motta * antes de 1765 em Sao Francisco de Paula-MG cc Anna Joaquina Ignacia
  2. Joaquina Maria de Jesus (I) *1779 em Tamandua, Franciscopolis-MG, falecida em 1/11/1861 em Patrocínio-MG. Casou-se em 15/4/1795 com o Capitao Ignacio da Cunha Ferreira, nascido em 27/9/1770 em Sao Joao del Rei,  filho de Joao da Cunha Ferreira e Ana Maria dos Santos.
  3. Felicia Maria de Sao Jose *1784 em Sao Francisoc de Paula-MG e falecida em 8/1/1844 em Patrocínio-MG. Casou-se em 7/7/1806 em Sao Francisoc de Paula-MG com Antonio Fernandes de Castro, nascido em 30/6/1755 em Santo Amaro, Queluz-MG, filho de Pedro Fernandes de Castro e Inacia Tereza de Jesus.
  4. Manoel Vieira da Motta *1785 em Sao Bento de Tamandua-MG e falecido em 15/2/1864 em Patrocínio-MG. Casou-se duas vezes, primeiro com Thereza Maria do Espirito Santo, que faleceu em 1840 em Patrocínio, e depois com Maria Rosa do Carmo, que faleceu em 31/5/1857 em Patrocínio. Um casal Manoel Vieira da Motta e Thereza, aparecem respectivamente com 63 anos e 43 anos no censo populacional de 1832, em Patos de Minas, nao ha certeza de serem os mesmos.
  5. Roza Maria de Jesus * antes  de 1786, casou-se em 22/7/1801 em Sao Francisco de Paula-MG com Antonio Ferreira Barbosa.
  6. Joao Vieira da Motta *1788 em Sao Francisco de Paula, Oliveira-MG e batizado no mesmo ano. Falecido apos 1820 em Sao Francisco de Paula-MG. Casou-se com Anna Joaquina da Cunha.
  7. José Vieira da Motta *em cerca de 1788, não se sabe a localidade, e falecido em 4/3/1846 em Patrocínio-MG. Foi casado com Mariana da Cunha Ferreira, filha de João da Cunha Ferreira e Ana Maria dos Santos.
  8. Anna Maria de Jesus * nascida antes de 1790 em Sao Francisco de Paula-MG. Casou-se  apos 1803 em Sao Francisco de Paula com Francisco Antonio Pereira.
  9. Bernardino Vieira da Motta *?
  10. Maria Joaquina de Jesus * ?

EXTRATO DO TESTAMENTO E INVENTÁRIO DE BERNARDO VIEIRA DA MOTTA

COM AS ASSINATURAS DOS HERDEIROS

1819 – São João del Rei-MG

Testamento e Inventário de Bernardo Vieira da Motta

INVENTÁRIO DE BARTHOLOMEU MACHADO DINIS

(Irmão de Mariana Benedicta de São José)

Fonte – Projeto Compartilhar – Inventario de Martholomeu Machado Dinis – São João del Rei-MG

Nota do primo e pesquisador Juca – José Fernandes da Cunha –

No inventário de Bartolomeu Machado Diniz cita-se as filhas de Bernardo Vieira, casado com Mariana Benedicta de São José, como “minhas sobrinhas”. Em Legados: As sobrinhas filhas “de meu falecido irmão Jose Machado Dinis três solteiras e Maria casada” As sobrinhas filhas de Bernardo Vieira que se chamam Rosa, Felicia e Ana Como os dois não são irmãos, logo o mesmo é irmão de Mariana, esposa de Bernardo.
 

Tipo de Documento: Inventário

Ano: 1805

Caixa: 47

Inventariado: Bartolomeu Machado Dinis

Inventariante: Antonia Maria do Sacramento – viúva

Local: São João del Rei

Anotado por: Moacyr Villela e revisto por Juliana Areias

O inventario foi aberto no dia 13 de Março de 1805 na Vila de São João del Rei tendo por procurador da inventariante o marido de sua neta e herdeira única Felizarda Rosa da Silva ( em outro local anotada Felizarda Rosa de Jesus)

Testamento escrito em 10 de Maio de 1799.

Na Fazenda da Lage, aplicação de Nossa Senhora da Oliveira da Picada de Goias, Termo da Vila de São José em casas de morada do testador Bartolomeu Machado Dinis.

Declara ser natural e batizado na Freguesia de Santo Antonio do Porto Judeu da Ilha Terceira, Bispado de Angra. Filho legitimo do Alferes Antonio Machado Neto e de sua mulher Maria Clara de Jesus já defuntos. Casado com Antonia Maria do Sacramento ” de cujo casamento tivemos uma filha por nome Felicia Rosa de Jesus que casamos com o capitão Jose Ribeiro de Oliveira e Silva e falecendo esta deixou uma filha por nome Felizarda Rosa da Silva que se criou em minha casa desde que nasceu até que casou com Pedro Luis Ferreira.” Institui a neta como sua herdeira universal.

Primeiro testamenteiro – a mulher Antônia Maria do Sacramento

Segundo testamenteiro – Pedro Luis Ferreira (marido sua neta Felizarda Rosa da Silva)

Terceiro testamenteiro – Inacio da Cunha Ferreira

Declara que a metade da fazenda onde vive pertence a viúva e herdeiros de seu falecido irmão José Machado Dinis.

Declara que possui terras onde vive o genro e compadre Capitão Jose Ribeiro de Oliveira e Silva (viúvo de sua filha Felícia Rosa de Jesus),  comprada a Antonio Martins Nunes;

Legados

  • Alforria a escravos.
  • As sobrinhas filhas “de meu falecido irmão Jose Machado Dinis três solteiras e Maria casada”
  •  As sobrinhas filhas de Bernardo Vieira (da Motta) que se chamam Rosa, Felicia e Ana
  • Anna, filha do Manoel, filho do meu compadre João Alves de Moraes
  • As filhas de João da Costa Dinis
  • A afilhada filha de Francisco Duarte
  • “Declaro que meu falecido irmão Antonio Machado Borges me ficou devendo 40 oitavas de ouro”
  • pela sua alma, ao padre Francisco Antònio Mendes e o Padre José Ferreira de Martins.

Aprovação do testamento em 16 de Maio de 1799

Abertura – Em 27 de Maio de 1799 pelo padre Francisco Cota Pacheco Capelão de Oliveira

Bens de raiz – Fazendas Retiro do Lambari. Da Lage e Catingas todas em Oliveira

Divida Ativa – Um credito que deve Maria Vitoria da Silva e seu filho Manoel Machado Dinis no valor de 252.000 reis

 

JOÃO DA CUNHA FERREIRA & ANA MARIA DOS SANTOS

(Meus Septavós. Pais de Mariana da Cunha Ferreira  cc José Vieira da Motta)

Pesquisado por Juca – Jose Fernandes da Cunha, Adeilson Batista, Vânia Mendes Ramos da Silva, Clênia Oliveira dos Reis, Josi Baggio e Juliana Areias.

João da Cunha Ferreira, nascido em torno de 1720-1740, local ainda indefinido. Faleceu após 1801 em São Francisco de Paula-MG, filho caçula de Tristão Mendes da Cunha e Úrsula Ferreira das Neves ( e não Caetano da Cunha Ferreira, natural de Sabará-MG, também filho de Tristão e Úrsula. Caetano casou em meados do século XVIII com Rosa Maria de São José, natural de Tiradentes, onde batizaram 10 filhos e deixaram geração. João e Catarina foram declarados erroneamente no Projeto Compartilhar como filhos 11o e 12o de Caetano, eram na verdade irmãos caçulas do Caetano.

Informação equivocada publicada no Projeto Compartilhar página dos descendentes de Caetano da Cunha Ferreira:

11 João da Cunha Ferreira casou com Ana Maria dos Santos. Pais de, pelo menos:

11-1 Ana, batizada em 22-09-1772, padrinho o tio paterno Caetano e madrinha a prima Maria Teresa da Fonseca abaixo.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – Livro Suplementos, aos 22-09-1772 Bichinho, Ana n.aos 14 dias do mes e ano, f.l. João da Cunha Ferreira e Ana Maria dos Santos, padr.: Caetano da Cunha Ferreira, tio paterno da batizada, e Maria Teresa da Fonseca, solteira filha legitima de Catarina da Cunha Ferreira, e prima irmã da dita batizada; todos naquele tempo moradores na aplicação da capela de N. Sra do Pilar do Padre Gaspar desta mesma fregusia. Vila de S. Jose 09-10-1791

12 Catarina da Cunha Ferreira, mãe de:

12-1 Maria Teresa da Fonseca, madrinha da prima-irmã 11-1 supra.

Correção necessária: Segundo a pesquisa do nosso primo Juca (José Fernandes da Cunha), João da Cunha Ferreira c.c. Ana Maria dos Santos é o filho caçula de Tristão Mendes da Cunha e Ursula Ferreira das Neves. Comentei com ele sobre essa  informação divergente que encontrei no Projeto Compartilhar e como lá não é colocada a data de nascimento desse Joao (número 11) e da Catarina (número 12)  atribuídos com filhos de Caetano da Cunha Ferreira cc Rosa Maria de São José, pela interpretação do Juca, e sua explicação enviada via áudio no whatsapp a informação de que João e Catarina são filhos de Caetano está equivocada e precisa ser corrigida. Informação para revisão passada para o primo Geraldo Dutra de Andrade Neto, descendente direto de Caetano e que ajudou nas pesquisas do Projeto Compartilhar. Resumo abaixo o que Juca disse via áudio:
 
 ” O registro de casamento de Catarina da Cunha Ferreira cc Felipe Santiago da Fonseca em 5/11/1740 na Igreja da Candelária no Rio de Janeiro comprova que Catarina é  filha do Tristão Mendes da Cunha e da Ursula Ferreira das Neves. ( e não filha do Caetano como está no Projeto compartilhar). Se a filha da Catarina é quem batiza a filha do João e elas são prima-irmãs, como diz o registro, logo o João é irmão da Catarina. No Projeto Compartilhar aparecem Catarina e João como filhos de Caetano, mas eles não eram filhos de Caetano, eram irmãos do Caetano e esse batizado é a própria prova do equívoco, (já que parece ser a única fonte utilizada para atribuir João e Catarina como filhos de Caetano).  Tenho conhecimento de Maria Tereza da Fonseca (cc José Joaquim Carneiro), filha de Felipe Santiago da Fonseca e Catarina da Cunha Ferreira, Catarina filha de Tristão Mendes da Cunha. “
 
Sobre Catarina tenho ate agora – Catarina da Cunha Ferreira nascida em cerca de 1726 em Nova Lima-MG, na freguesia de N. S. do Pilar das Congonhas do Sabará, MG. Casou-se em 5/11/1740 na Igreja da Candelária no Rio de Janeiro-RJ, com o português Felipe Santiago da Fonseca, nascido em Santa Justa, Lisboa e, 1709, filho de Antonio Fernandes da Vila de Figueiró dos Vinhos e Maria Joseja. Neto paterno de Manoel Fernandes e de s/m Maria João , ambos da mesma Aldeia do Douro de Figueiró dos Vinhos.
Os ancestrais de Felipe Santiago de Afonseca seguem através do seguinte Blog. Catarina e Felipe, tiveram ao menos 5 filhos todos nascidos e batizados na Igreja da Nossa Senhora da Candelária: Ana Fonseca Cunha*1741,( batizada em 4/12/1741), Felicia da Fonseca Cunha *5/1/1743 (batizada em 14/1/1743, casada com Gonçalo Carneiro Figueira, nascido em 1746 em São João del Rei-MG), Maria Thereza da Fonseca *22/7/1744 (batizada em 3/8/1744 e falecida em 1820 na Fazenda da Barra de Santa Bárbara, em Araxá-MG. Casou-se com o Capitão José Joaquim Carneiro *1755 Tiradentes-MG. O casal teve ao menos 4 filhos: José Vicente Carneiro*1780 e falecido em 26/11/1827 em Araxá cc Maria Antonia de Jesus, Anna Joaquina da Fonseca *1785, casada em 1802 em Araxá com Francisco de de Paula Freitas Pacheco, Maria Joaquina da Fonseca *1787 cc José Garcia Rosa e Felis da Cunha Carneiro *em cerca de 1794 cc Jacinta Cândida da Silveira), José *25/1/1746 (batizado em 5/2/1746), e Luiza da Fonseca Cunha *12/6/1747 (batizada em 20/6/1747).

João da Cunha Ferreira portanto filho caçula de Tristão Mendes da Cunha e Úrsula Ferreira das Virgens, em torno de 1768, casou-se em São Bento do Tamanduá-MG, com Ana Maria dos Santos.

Veja o assento de batismo detalhado de sua filha Anna da Cunha Ferreira abaixo (ha dois assentos registrados, um mais resumido e outro mais detalhado), encontrado pela prima Vania Mendes Ramos da Silva que novamente esclarece esse erro do projeto compartilhar.

BATISMO DE ANNA DA CUNHA FERREIRA *14/9/1772 em atual Tiradentes-MG e

batizada em 22/9/1772, no mesmo local.

Aos vinte e dois dias do mes de setembro do anno de 1772 na Capela de Nossa Senhora da Penha da Conceicao de Bixinho, filial da Matriz Santo Antonio da Villa de Sao Jose de Oliveira, eu Lourenco Pinto Barbosa, capelao desta capela, batizei e pus os santos oleos a Anna, nascida aos 14 dias desse mes e anno, filha legitima de Joao da Cunha Ferreira e de Anna Maria dos Santos. Foram padrinhos Caetano da Cunha Ferreira, tio paterno da baptizada e Maria Teresa da Fonseca, solteira, filha legitima de Catharina da Cunha Ferreira, (respectivamente) prima e tia da batizada…”

O assento resumido ja tinha sido encontrado anteriormente pelo primo Juca – Jose Fernandes da Cunha dizendo que Ana da Cunha Ferreira *14/9/1772 em Tiradentes-MG e batizada em 22/9/1772, no mesmo local. Foi  padrinho de batismo de Ana,  o tio paterno Caetano e madrinha a prima Maria Teresa da Fonseca abaixo. “São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – Livro Suplementos, aos 22-09-1772 Bichinho, Ana n.aos 14 dias do mes e ano, f.l. João da Cunha Ferreira e Ana Maria dos Santos, padr.: Caetano da Cunha Ferreira, tio paterno da batizada, e Maria Teresa da Fonseca, solteira filha legitima de Catarina da Cunha Ferreira, e prima irmã da dita batizada; todos naquele tempo moradores na aplicação da capela de N. Sra do Pilar do Padre Gaspar desta mesma fregusia. Vila de S. Jose 09-10-1791”.

Comentario de prima Vania, sobre esse seu achado: ” Estou fazendo anotações dos Cunha Ferreira e consegui localizar um batismo da filha Anna. Tem dois registros. Um mais resumido e esse aí mais completo que informa que o Caetano é tio paterno da batizanda. A madrinha é a prima, filha da Catharina. Está mais direto do que o outro documento que o Juca interpretou. Mas apenas para fechar de vez a questão de que o nosso João é irmão do Caetano e não filho dele.
É o registro maior no meio. Tem dois registros de batismo da Mariana e dois da Ana. Um de cada estava anexado. Mas eu encontrei os outros dois. E tb um batismo da Maria. Infelizmente nenhum menciona os avós. Adorei saber que eles foram batizados em Bixinho. É um pequeno distrito de Tiradentes que sobrevive até hoje (setembro de 2024) com o turismo e sua arquitetura ainda daquela época. Muitos restaurantes e lojinhas. A igrejinha continua lá. Quando fui estava fechada. Mas é super legal saber que tivemos parentes naquela região. Assim como na enorme e linda igreja de Santo Antônio no centro de Tiradentes. Toda decorada com ouro. Alguns filhos foram batizados na Matriz outros em Bixinho. Infelizmente nas listas dos arquivos de Tiradentes não tem o casamento do João Cunha Ferreira e Ana. Fiquei pensando se talvez tenham se casado no Rio de Janeiro. Mas ao mesmo tempo acho que ela é filha de um casal que estava em Tiradentes. Minha teoria que a Ana Maria dos Santos, esposa do João é essa Ana. Tem o inventário da Escolástica no Projeto Compartilhar. Mas a Ana era solteira ainda aparentemente

http://www.projetocompartilhar.org/DocsMgAF/escolasticadoespiritosanto1768.htm

Esse casal (Manoel Carneiro Filgueiras & Escolastica do Espirito Santos ) foi padrinho do nosso Capitão Ignácio que é o filho mais velho do João. O Gonçalo filho desse casal (possível irmão da Ana) tambem foi padrinho de um dos filhos do João. Esse Gonçalo é tambem meu ascendente por meio da Catharina. Ou seja, as famílias estão muito interligadas.

O outro filho do Manuel Carneiro Filgueiras, o Bento Carneiro de Mendonça é avô do Coronel João José Carneiro de Mendonça, que é o coronel do rolo com a Dona Beija (Dona Beja), que matou o outro amante dela.

Esse é meu forte palpite. Mas o casamento não está nos livros de Tiradentes. Não sei se existe inventário do Manuel. Teríamos que olhar no Museu de São João Del Rei e em Araxa se tem esse inventário.

Como o Tristao já tinha morrido sobrou o avó materno. Muito rica a filha que morreu solteira

http://madeiracampobelo.blogspot.com/2009/?m=1

Eu tinha lido esse blog mas com foco na Catharina que descobri há não muito tempo é minha ascendente. Essa semana que fui prestar atenção em todos os filhos. Vc já ouviu alguma coisa sobre o Barão de Patrocínio? Eu sou parente do Dr. Adeilson Batista por essa família. Esse barão é meu tio avô.”

Inventario citado acima pela Prima Vania:

PROJETO COMPARTILHAR

Coordenação: Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira

www.projetocompartilhar.org

Família “Amaro de Mendonça Coelho” Cap. 11º, neste site.

ESCOLÁSTICA DO ESPÍRITO SANTO

Inventário

Museu Regional de São João Del Rei – Inventários de São João del Rei cx 80

Data: 1769

Inventariada: Escolástica do Espírito Santo

Inventariante: Manoel Carneiro Filgueiras – viúvo

Local – Capela da Madre de Deus do Rio Grande

Transcrito e disponibilizado por: Moacyr Villela

Data da Transcrição: 2006

DADOS DO INVENTARIO:

Declarou ele dito inventariante que sua mulher era natural da Vila de São José, freguesia da mesma  era filha do Capitão Amaro de Mendonça e de sua mulher Maria da Conceição(sic) e que somente se acha viva a dita sua mãe e que a dita sua mulher falecera a 19 de agosto do ano passado de 1768, sem testamento deixando 12 filhos de seu consórcio com ele inventariante que estão em sua companhia.

Filhos:

1- Catarina, 26 anos;

2- Ana, 25 anos;

3- Escolastica, 23 anos;

4- Gonsalo, 22 anos;

5- Bento, 20 anos;

6- Miguel, 16 anos;

7- José, 14 anos;

8- Bernardo, 12 anos;

9- Marcos, 7 anos;

10- Maria, 10 anos;

11- Manoel, 5 anos;

12- Teresa, 3 anos

BENS-

29 Escravos;

Terras e aguas minerais – 40$000;

Sitio onde mora com benfeitorias e engenho – 2:300$000;

Dividas Ativas –

Manoel Alves – 112$000;

Capela da Madre Deus – 440$000;

Domingos da Costa – 87$000

Antonio Fernandes Barbosa – 600$000;

Dividas Passivas – Gregorio Jose de Sampaio- 28$520

MONTE  MOR – 4:807$615

ORDEM DOS FILHOS DE JOAO DA CUNHA FERREIRA & ANA MARIA DOS SANTOS

João da Cunha Ferreira e Ana Maria dos Santos tiveram os seguintes filhos:

  1. Capitão Ignácio da Cunha Ferreira *27/9/1770 em 27/9/1770 em São João del Rei-MG, data de seu batizado. Faleceu após 1832 em Patrocínio-MG. Casou-se em 15/4/1795 em São Frascisco de Paula, com Joaquina Maria de Jesus, nascida em 1779 em Tamanduá, Franciscópolis-MG e falecida em 1/11/1861 em Patrocínio, filha de Bernardo Vieira da Motta e Mariana Benedicta de São José.
  2. Ana da Cunha Ferreira *14/9/1772 em Tiradentes-MG e batizada em 22/9/1772, no mesmo local. Em cerca de 1739 casou-se com Manoel Gonçalves Pinheiro, nascido em cerca de 1775. Foi  padrinho de batismo de Ana,  o tio paterno Caetano e madrinha a prima Maria Teresa da Fonseca abaixo. “São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – Livro Suplementos, aos 22-09-1772 Bichinho, Ana n.aos 14 dias do mes e ano, f.l. João da Cunha Ferreira e Ana Maria dos Santos, padr.: Caetano da Cunha Ferreira, tio paterno da batizada, e Maria Teresa da Fonseca, solteira filha legitima de Catarina da Cunha Ferreira, e prima irmã da dita batizada; todos naquele tempo moradores na aplicação da capela de N. Sra do Pilar do Padre Gaspar desta mesma fregusia. Vila de S. Jose 09-10-1791”
  3. João da Cunha Ferreira * setembro de 1774 em São João del Rei e batizado no mesmo local em 5/10/1774.
  4. Maria da Cunha Ferreira *agosto de 1776 em São João del rei e batizada em 10/8/1776 no mesmo local. Casou-se com Manoel Joaquim de Carvalho com quem teve ao menos um filho,  chamado Joaquim.
  5. Luiz da Cunha Ferreira  *março de 1778 em São João del Rei e falecido em 2/4/1778, na mesma cidade.
  6. Marianna da Cunha Ferreira *1782 em São Francisco de Paula-MG e falecida em torno de 1851 em Patrocínio-MG. Casou-se me torno de 1813 com José Vieira da Motta, filho de Bernardo Vieira da Motta e Mariana Benedicta de São José

INVENTÁRIO DE IGNÁCIO FERREIRA DA CUNHA

(sobrinho da minha hexavó Mariana da Cunha Ferreira cc Jose Vieira da Motta)

Fonte: Cópia do arquivo presenteado pela pesquisadora Clenia Oliveira dos Reis.

Transcriçao da lista de herdeiros do inventário feita por Juliana Areias em Julho de 2021.

Processo Histórico.

Local: Fórum de Patrocínio.

Processo: 0399145-72.2016

Data do Processo: 27/02/1879

Data do óbito: 07/11/1878 na Fazenda Cocaes

Inventariante: Maria Rita da Cunha, nora.

Escrivão: José Martiniano Alves de Souza

Juiz : Francisco José da Silva Ribeiro

Observação: No inventário nao vem citado os nomes dos pais e nem a esposa de Ignacio Ferreira da Cunha, mas sabemos que foi casado com Maria de São José / Maria Antonia de Jesus . Ignácio Ferreira da Cunha nasceu em torno de 1807, filho do Capitão Ignacio da Cunha Ferreira e Joaquina Maria de Jesus (casados em 15 de abril 1795 em Sao Francisco de Paula-MG). O Capitão Ignacio da Cunha Ferreira, nasceu em 27 de setembro de 1770 em São Joaõ del Rei, filho de João da Cunha Ferreira e Ana Maria dos Santos. Joaquina Maria de Jesus, nascida em 1779 em Tamandua-MG, filha de Bernardo Viera da Motta e Mariana Benedicta de São José.

Sendo herdeiros, seus filhos e netos:

1 – Ignácio Ferreira da Cunha Júnior , falecido.
1.1 – Francisca Ignácia da Cunha 18 anos c/c Antonio Ribeiro de Castro
2 – Clara Antônia de Jesus 55 anos (não diz, mas foi casada com Manoel Mendes do Nascimento).
3 – Antonio da Cunha Ferreira, falecido. * (não diz, mas foi casado com a inventariante Maria Rita  da Cunha / Maria Rita de Jesus, que é sua prima primeira, filha de José da Cunha Ferreira e de Maria de São José – Mendes do Nascimento. Ver abaixo assento de casamento do casal : “Com impedimento de segundo grau misto de terceiro casou em 25/01/1851, Antônio da Cunha  Ferreira, filho de  Ignacio da Cunha Ferreira e Maria Antônia de Jesus  com Maria Rita de Jesus , filha de José da Cunha Ferreira e Maria de São José (Mendes Nascimento)”. Assento da Paróquia de Nossa Senhora de Patrocínio transcrito pelo pesquisador Adeilson Batista, que confirma que os pais dos noivos Ignacio da Cunha Ferreira e José da Cunha Ferreira são irmãos, filhos do capitão  Ignacio da Cunha  Ferreira e Joaquina Maria de Jesus.)
3.1 – Joaquina Bernardina da Cunha 27 anos c/c José Rodrigues da Cunha
3.2 – Malaquias Ferreira da Cunha 25 anos casado (não diz, mas foi casado com Maria Calista de Jesus).
3.3 – Bertholino Ferreira da Cunha 23 anos casado (não diz, mas foi casado com Maria de São José de Jesus).
3.4 – Leonarda Maria de Jesus 22 anos c/c Feliciano Mendes do Nascimento
3.5 – Elias Ferreira da Cunha 20 anos casado (não diz, mas foi casado com Maria Joaquina de Jesus e com Maria Salomé Souza Anunciação).
4 – Maria Felizarda de Jesus 39 anos c/c José da Cunha Ferreira.
5 – Joaquina Libania de Jesus 38 anos c/c João Crisostimo da Cunha.
6 – Maria Máxima de Jesus falecida. (não diz, mas foi casada com Justino Ferreira da Cunha).
6.1 – Maria Marcelina de Jesus 25 anos c/c Misael Joaquim de Carvalho
6.2 -Maria Justina de Jesus 24 anos c/c Jesuino Vieira dos Santos
6.3 – Camilo Ferreira da Cunha 23 anos casado
6-4 – Rufina Maria de Jesus 20 anos c/c (Cyrilo) Cirino Ferreira da Cunha
6.5 – Anastacia Maria de Jesus 18 anos c/c Melchior Francisco da Rosa
6.6 – Severina Maria de Jesus 13 anos solteira (quem assina por ela é Joaquim Caetano Mendes do Nascimento).
6.7 – Limírio Ferreira da Cunha 10 anos. (não diz, mas será casado com Maria Apolonia de Jesus – Mendes ou Vieira).
6.8 – Vitalina 8 anos
6.9 – José 6 anos
7 – Ana Ignês de Jesus 35 anos c/c Elias Joaquim de Carvalho (não diz, mas ele é filho de Joaquim Felipe de Carvalho e de Barbara Francisca de Jesus).
8 – José Ignácio da Cunha, falecido. (não diz, mas foi casado com sua sobrinha Anna Florência de Jesus, filha de sua irmã Clara Maria de Jesus, cc Manoel Mendes do Nascimento)
8.1 – Romualdo 8 anos
8.2 – Teófilo (Fheophilo) 6 anos
8.3 – Manoel 4 anos
9 – Maria Basília de Jesus 33 anos c/c Honorio Ferreira da Cunha.

Ignacio Ferreira da Cunha herdeiros testamento extrato 1

Ignacio Ferreira da Cunha herdeiros testamento extrato 2 Fonte Clenia Reis Forum de Patrocinio 24 Feb 1879

 

TRANSCRIÇÃO DE CARTA ESCRITA E ASSINADA PELO CAPITÃO IGNÁCIO FERREIRA DA CUNHA

Primo Juca, José Fernande da Cunha, em 2025, acrescenta na árvore do Family Search, a carta escrita pelo Ignácio da Cunha Ferreira em 1820. Juca explica – Ele comunica com o governador da província. A carta está no arquivo público mineiro mas sem identificar o primeiro nome dele. Comparei a letra com a assinatura dele no inventário do Bernardo Vieira da Motta e é a mesma letra. A carta está lá já transcrita. Então temos “a voz” do capitão Ignácio em 28/08/1820… A 204 anos atrás.

Ilmo. Exmo. Senhor

Participo a V.Exa. que recebi no dia vinte e seis quarenta cavalos do regimento ficando dois em caminho por doentes, logo no dia 27 fui por ver e achei-os, um de tão aguado assentou os mashinhos das mãos que não se pode ter de pé, e nem o pode se ver-lhe em algum casco e o outro despendurou de uma mão, porém com muito custo. Sempre da … a uma casa e curei-o está se tratando, e o que se não pode levantar tão bem mandei dar capim e água e o mando ver todos os dias, e dos que chegaram seis muito aguados que logo os sangrei e deixei-os no potreiro a fim de serem tratados, e trinta e dois dei sal com fubá e encostei-os no melhor pasto, o que acho bastante a fim de engordarem tomar sal com fubá todos os 15 dias. Vossa Exa. Porém mandará o que for servido. Participo mais a V. Exa. Que esta semana ainda mandei trabalhar nos vales novos para se atravessar uma picada que era muito … Os cavalos e tudo mais o quanto está a meu cargo está sem novidade, Até o quanto tenho a honra de levar a presença de V. Exa. A quem ….

Fazenda da Cachoeira, 28 de agosto de 1820

Ilmo. Exma. Senhor D. Manoel de Portugal e Castro

Sub dito I. Cunha Fer.

Assinatura dos herdeiros de Bernardo Vieira da Motta em 1822 em Araxá, Minas Gerais, Brasil, contendo a assinatura do Capitão Ignácio Ferreira da Cunha e seus irmãos.

TERRAS DE JOÃO FERREIRA DA CUNHA

 SESMARIA DE JOÃO DA CUNHA FERREIRA – fonte

(Pesquisa feita pela prima Vânia Mendes Ramos da Silva ).

Transcrição feita por Juliana Areias – Joao da Cunha Ferreira, sesmaria registrada em 10 de setembro de 1796

Luiz Antônio Furtado de Castro do Rio de Mendonça Visconde de Barbacena do Conselho de Sua Majestade Fidelissimo Governador e Capitao Geral da Capitania das Minas Gerais, eu faço saber aos que esta minha Carta de Sesmaria virem que tendo consideracao a me apresentar por sua Pero so Joao da Cunha Ferreira mora for a Aplicacao de São Francisco de Paula do Termo da Villa de Sao Bento de Tamanduá, Comarca do Rio das Mortes, que na mesma Aplicacao de acham terras de volutas aa quais confrontam com as de Bernardo Vieira da Motta com as dos herdeiros de Manoel Francisco Lima, e com as de Jose Joaquim Carneiro, e Como o duplicates queria possuir por legitimo titulo de sesmaria, me pediu por fim conclusao de seu requerimento lhes concedesse na dita passagem meia legua de terra em quadra na forms das orders, ao que atendendo eu e o que responderam os oficiais da comarca da dita Villa e os doutores juiz dos feitos da Real Fazenda e Procurador da Coroa e Fazenda desta Capitania, “sao quais ouvi de ser elles” nao oferecer duvida alguma na concessao visto ter o suplicante justificado por testemunhas na forma das Ordens de Sua Majestade, nao ter outra sesmaria, nem pretender esta para outra alguma pessoa. Aos bens por nao encontrarem inconveniente que a proibisse pela faculdade que a mesma Senhora me permite nas suas reais ordens, eu “brincamente “ na de 13 de abr de 1738, para conceder Sesmarias de Terras desta Capitania aos moradores della que me as pedissem: Hei por bem fazer merce / como por essa faco/ de conceder em nome de Sua Majestade ao dito Joao da Cunha Ferreira por Sesmaria meia legua de terra em quadra nas pedidas, sem interpulacao de outras, ainda que sejam inuteis na referida paragem, nao tendo outra, nao sendo esta em parte, ou todo dela e marias proibidas e dentro das confrontations acima mencionadas, fazendo piao aonde pertencer, com declaracao porem que sera obrigado dentro de um ano que recontara da data desta a demarca-la judicialmente, sendo para esse feito notificados os visinhos com quem partir, para alegarem o que fir o bem de sua justiça, ele o sera tao bem a povoar e cultivar a dita meia legua de terra ou parte desta dentro em dois anos, a qual nao compreendera a situação e logradouros de algum Arraial ou Capela em que se administrem ao Povo sacramentos com licenca do Ordinario ate a distancia de um quarto de legua, nem tao bem compreendera ambas as margens de algum Rio Navegavel, porque neste caso, ficara de uma ou outra banda deles a terra que baste para o uso publico dos passageiros e de uma das bandas junto a passagem do mesmo Rio se deixara livre meia legua de terra para a comodidade publica e de quem a “rendar” a dita passagem cono determina a nova Ordem da dita Senhora de 11 de marco de 1753, reservando os sitios dos visinhos com quem partir esta Sesmaria, suas vertentes e logradouros, sem que eles com este pretexto se queiram apropriar de demasiadas em prejuizo desta merce que faco ao Suplicante, o qual nao impedira a reparacao dos descobrimentos de terras minerais que no tal sitio hajam ou possam haver, nem os caminhos e serventias publicas que nele houver, e pelo tempo a diante pareca conveniente abrir para melhor utilidade do bem comum, com declaracao que partindo as ditas terras por Mato Virgem com outra Sesmaria, se deixara na sua extremidade por essa parte uma linha de duzentos paloma alem disto se conservative a decima parte dos matos virgens das referidas terras sendo a metade festa porcao designada junto aos coregos ou rios que por elas correrem para a creacao e conservacao das madeiras necessarias para o uso publico, a qual porcao de terra assim reservada nao podera o suplicante rocar sen licenca deste Governo, nem impediment que nela recortem madeiras para os serviços minerais vizinhos proporcionalmente a arbitrio de bom “Varas”; tudo na forma do Bando de 13 de maio de 1736, e possuidores a Dita meia-legua de terra a condicao de nelas nao sucederem religioes, igrejas ou eclesiasticos por titulo algum, e acontecendo possui-las sera com o encargo de pagar delas dizimos como quaisquer seculares e sera outrossim obrigado a mandar requerer a Sua Majestade pelo seu conselho ultramarino confirmacao desta carta de sesmaria dentro em quatro anos que correção da data desta adiante, a qual lhe concedo  salvo sempre o Direito Regio e prejuizo desta adiante terceiro, e faltando ao referido nao tera vigor e se julgara por devoluta a Dita meia legua de terra, dando-se a quem adnunciar tudo na forma das Reais Ordens. Pelo que o faz vir das Sesmarias do Termo da Dita Villa dara posse ao Suplicante da referida meia legua de terra em quadra nas pedidas, nao sendo esta em parte, ou todo em areas proibidas e por prejudiciais aos Reais interesse a, porque em tal case lhe nao dara a dita posse, nem tera efeito essa concessao, feita a demarcacao e notificação como ordeno de que se fara Termo do Livro a que pertencer e assento nas Contas desta para a todo tempo constar o referido. E por firmeza de tudo lhe mandei passar o presente por mim assignada e selada com o selo de minhas armas, que se cumprira inteiramente como nela se constem, registrando-se nos livros da Secretaria deste Governo, e onde mais tocar. Jose Roiz de Souza a fez. Dada em Villa Rica de Nossa Senhora do Pilar de Ouro Preto a 31 de maio, anno de nascimento de Nosso Senhora Jesus Cristo de 1796. Pedro de Araujo e Azevedo, Secretario do Governo a fez escrever. = Visconde de Barbacena. 

JOÃO MENDES (DE JOANES) & ISABEL DA COSTA

(Meus Octavós. Pais de João Mendes cc Maria da Costa Ribeiro)

Pesquisado por Pedro Miguel Ortiga de Souza,  Vânia Mendes Ramos da Silva, Josi Baggio e Juliana Areias.

João Mendes (de Joanes), (LRV9-1B5), nascido em torno de 1660,  na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal, filho de Antônio Mendes e Maria Marques. João Mendes casou-se com Isabel da Costa em torno de 1688, em Telhado, Braga, Portugal. João Mendes em  23/11/1704.

Isabel da Costa, (LRVS-72C) nasceu em torno de 1666, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal. Faleceu viúva em 28/11/1704, curiosamente poucos dias depois da morte de seu marido,  na mesma localidade. E para completar a tragédia, a filha mais velha deles Vicência Mendes   também morre cerca de um mês depois em 31/12/1704, sem nem completar 15 anos. João Mendes e Isabel da Costa tinham testamentos, é possível então que já estivessem doentes antes de morrer. Quem teria cuidado dos diversos filhos que ficaram órfaos do casal, incluindo bebês de menos de 2 anos de idade.

ORDEM DOS FILHOS DE JOÃO MENDES (DE JOANES) E ISABEL DA COSTA

João Mendes e Isabel da Costa tiveram ao menos os seguintes filhos:

  1. Vicência Mendes, nascida em 22/1/1689 na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal. Faleceu solteira em 31/12/1704 no mesmo local, um mês depois da morte de seus pais.
  2. João Mendes, nascido em 23/2/1691, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal. Casou-se com Maria da Costa Ribeiro, em 5/2/1711 no Vale de São Cosme, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal.
  3. Lourenço Mendes, nascido em 01/2/1693, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal.
  4. Mariana Mendes, nascida em 18/11/1695, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal.
  5. Teresa Mendes, nascida em 28/01/1698, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal. Foi casada com Jerônimo Fernandes. Faleceu após 1733, em Braga, Portugal.
  6. Maria Mendes, nascida em 22/09/1700, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal. Casou-se com João Pereyra em 29/9 no mesmo local.
  7. Francisco Mendes, nascido em 29/01/1703, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal. Casou-se com Maria do Rego em 30/7/1723 no mesmo local.

CERTIDÃO DE ÓBITO DE JOÃO MENDES (DE JOANES) – 23/11/1704 – Telhado, Braga, Portugal – fonte

(Pai do do nosso João Mendes jr cc. Maria da Costa Ribeiro)

Fez testamento, deixou ofertas a igreja e foi sepultado dentro da Igreja.

Obito Joao Mendes de Joanes 23Nov 1714 Telhado
Obito Joao Mendes de Joanes 23Nov 1714 Telhado page

CERTIDÃO DE ÓBITO DE ISABEL DA COSTA –  28/11/1704 – Telhado, Braga, Portugal – fonte

(Mãe do nosso João Mendes jr cc. Maria da Costa Ribeiro)

Já era viúva de João Mendes, fez testamento, deixou ofertas a igreja e foi sepultada no alto dessa igreja.

Obito Isabel da Costa viuva de Joao mendes 28Nov1794 Telhado braga Portugal
Obitos Isabel da Costa e filha Vicencia 1704 Telhado Braga page

CERTIDÃO DE BATISMO DE VICÊNCIA MENDES – 23/1/1689 Telhado, Braga, Portugal – fonte

(Filha de João Mendes & Isabel da Costa. Tia do nosso Antônio Mendes Valle)

Nascida em 22/1/1689, em Joanes, freguesia Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal. Foram padrinhos Antônio Mendes, solteiro, filho de Antônio Mendes do lugar de Azoina e Maria, solteira, filha de Pedro Antônio e sua mulher Maria Mendes.

Bat Vicencia f Joao mendes e Isabel da Costa 1689 Telhado Braga Portugal

CERTIDÃO DE ÓBITO DE VICÊNCIA MENDES –  31/12/1704 – Telhado, Braga, Portugal – fonte

(Filha de João Mendes & Isabel da Costa. Tia do nosso Antônio Mendes Valle)

Morreu solteira, sem testamento e foi sepultada dentro da igreja. Na data de sua morte, ambos os seus pais já eram falecidos.

Obito Vicencia f. Joao Mendes e Isabel da Costa 31 Dec 1704 Telhado Braga Portugal

CERTIDÃO DE BATISMO DE JOÃO MENDES – 25/2/1691 Telhado, Braga, Portugal – fonte

(Filho de João Mendes & Isabel da Costa. Pai do nosso Antônio Mendes Valle)

Nascido em 23/2/1691. Padrinhos – Simão Francisco Taco e Maria Antônia, filha de João Francisco de Azeiro.

Bat Joao f. Joao Mendes e Isabel da Costa 1691 telhado
Bat Joao f. Joao Mendes e Isabel da Costa 1691 telhado page

BATISMO DE TERESA MENDES – 12/02/1698 – Telhado, Braga, Portugal – fonte

(Filha de João Mendes & Isabel da Costa. Tia do nosso Antônio Mendes Valle)

Teresa Mendes, nascida em 28/01/1698, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal. Foram padrinhos Francisco da Rocha da freguesia de São Cosme e “Teresa Beluno, filha de Antônio Ferreira da Jureia desta freguesia”.

Bat Tereza Mendes f. Joao Mendes e Isabel da Costa 1698 1of2 A

Bat Tereza Mendes f. Joao Mendes e Isabel da Costa 1698 2of2 B

 

BATISMO DE FRANCISCO MENDES – 31/1/1703 Telhado, Braga, Portugal – fonte

(Filho de João Mendes e Isabel da Costa. Tio do nosso Antônio Mendes Valle)

Nascido em 29/1/1703, em Joanes, freguesia Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal. Foram padrinhos Francisco, solteiro, filho de João da Costa da Igresia e Maria da Costa, mulher de Sebastião Marques do lugar de Mothe, todos dessa freguesia.

Bat Joao f. Joao Mendes e Isabel da Costa 1703 Telhado 1of2 A

Bat joao f. Joao Mendes e Isabel da Costa 1703 Telhado 2of2 B

ANTÔNIO RIBEIRO & MARIA DA COSTA

(Meus Octavós. Pais de João Mendes cc Maria da Costa Ribeiro)

Pesquisado por Pedro Miguel Ortiga de Souza,  Vânia Mendes Ramos da Silva, Josi Baggio e Juliana Areias.

Antônio Ribeiro, (G6HB-KCH), nasceu em torno de 1644 no Vale São Cosme, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal. Faleceu após 1711 em Braga, Portugal. Casou-se com Maria da Costa em torno de 1677 no Vale São Cosme, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal.

Maria da Costa, (G6H1-3YL) nasceu em torno de 1655, no Vale São Cosme, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal. Faleceu após 1711 em Braga, Portugal.

ORDEM DOS FILHOS DE ANTÔNIO RIBEIRO & MARIA DA COSTA

Antônio Ribeiro e Maria da Costa tiveram ao menos os seguintes filhos

  1. Maria da Costa Ribeiro, nascida em torno de dezembro de 1678 no Vale São Cosme, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal. Faleceu em 23/12/1723 na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal. Foi casada com João Mendes.
  2. Antônio da Costa Ribeiro, nascido em 14/9/1684 no Vale São Cosme, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal.
  3. Francisco da Costa Ribeiro, nascido em 11/12/1687 no Vale São Cosme, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal.
  4. Isabel da Costa Ribeiro, nascida em cerca de maio de 1690 no Vale São Cosme, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal.
  5. Catarina da Costa Ribeiro, nascida em 11/1/1695, no Vale São Cosme, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal.
  6.  João da Costa Ribeiro, nascido em torno de abril de 1698 no Vale São Cosme, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal. Falecido após 1744, em Braga, Portugal.

PEDRO DA SILVA DE MIRANDA & ARCÂNGELA MARIA DE JESUS

(Meus Octavós. Pais de Izabel da Silva de Miranda cc Manoel Coelho de Meirelles)

Pesquisado por Vânia Mendes Ramos da Silva, Josi Baggio e Juliana Areias.

Pedro da Silva de Miranda nascido em cerca 1650 em Santa Cruz, Vila do Passo, Bispado de Miranda, atual Vinhais, Bragança, Portugal, filho de Manoel da Silva de Moraes e Maria de Miranda, declarado como nobre de nascença e tratamento. Listado como o vigéssimo homem mais ricos de São João del Rei e São José das Mortes entre 1737-1800, inventariado em 1745 ( E sua filha Brígida da Silva Miranda ainda mais, a quinta mais rica, inventariada em 1760). Morreu legalmente solteiro em seu sítio no curato de Santo Antônio do Rio das Mortes Pequeno (Distrito de São João del Rei), no dia 30 de setembro de 1745. Nas primeiras décadas do século XVIII, Pedro da Silva de Miranda assistia em São João del Rei, como Capitão-Mor da Cavalaria, no sul de Minas, onde possuía sitio, roças e lavras junto ao Rio das Mortes Pequeno. Capitão Pedro faleceu solteiro com testamento redigido em 1744, aberto aos 30-09-1745, pedindo que remetessem um legado a uma sua prima, religiosa do Convento de Santa Clara da Vila de Vinhais. No entanto teve 7 filhos naturais com Arcângela Maria de Jesus, dos quais apenas três deles reconheceu em seu testamento, aos outros deixando legados. Seu inventário, foi aberto aos 25-10-1745 em sua morada no Sitio do Rio das Mortes Pequeno, que vai dar origem a cidade de Lavras, em Minas Gerais onde por coincidência moram a prima Vânia, responsável principal dessa pesquisa em área chamada Macaia, há 20 km de Lavras em 2022, que foi terra do Pedro da Silva de Miranda. (Na Faculdade de Lavras, onde trabalha a prima Vânia, também estudou minha irmã Clara Boechat Mendes, também descendente desse ramo). Pedro é portanto um dos fundadores de Lavras. (Ver mais documentos abaixo) ao lado do bandeirante paulista  Francisco Bueno da Fonseca e seus filhos.

LISTA DOS HOMENS RICOS DE SÃO JOÃO DEL REI, SÃO JOSÉ DO RIO DAS MORTES SEGUNDO OS INVENTÁRIOS POST MORTEM DE 1737-1800

Lista de homens mais ricos SJDR MG Capitao Pedro da Silva de Miranda

Trecho do site sobre a Picada de Goiás que cita Pedro da Silva Miranda e outros exploradores do seu grupo:

“E, no mesmo ano de 1736, uma terceira sociedade se formou, em Minas, constituída de elementos da Comarca do Rio das Mortes: Manuel da Costa Gouveia, Cel. Antônio Magalhães de Godói, Félix da Costa Gouveia, Pedro Xavier de Gouveia, Francisco Bueno da Fonseca, Pedro da Silva Miranda e Pascoal Leite requereram licença para construir “um atalho no caminho aonde chamavam a encruzilhada, continuando-o até entrar no caminho novo dos Goiases, que proximamente se andava abrindo… sem que lho pudesse impedir pessoa alguma, nem os fatores do caminho novo das ditas minas dos Goiases”. O despacho final foi dado já em dezembro de 1736, o que vem mostrar que as três sociedades passaram a agir quase ao mesmo tempo.”

Em 1759 partiu da região uma tropa de 400 homens para a região do triângulo para destruir a confederação quilombola do Campo Grande (PDF). Nessa época a maioria dos nossos ancestrais “desbravadores” que foram para Patrocínio e região, ainda estavam em São João del Rei e arredores,  mas certamente foram para lá sob essa influência:

“Em 18 de junho de 1759, Bartolomeu Bueno do Prado, neto do famoso Anhanguera e genro de Francisco Bueno da Fonseca, partiu do povoado à frente de sua tropa de quatrocentos homens, convocados de toda a capitania, para desbaratar a confederação quilombola do Campo Grande. A influência dos capitães-mores da família Bueno da Fonseca contribuiu para o rápido desenvolvimento do povoado: em 1760 este já possuía mil habitantes, o dobro de Carrancas, o que determinou a transferência da sede paroquial para a localidade mais populosa. Em 1813 o arraial fora elevado à categoria de freguesia, quando do desmembramento de Carrancas. Possuía então 6 capelas curadas e 10.612 almas.”

Arcângela Maria de Jesus, da Freguesia de Nossa Senhora da Pena, cidade de Lisboa, Portugal. Foi por muitos anos concumbina do Capitão Pedro da Silva de Miranda, com quem teve 7 filhos naturais. Apenas em cerca de 1723 casa-se com Diogo Abreu com quem teve 3 filhos legítimos. Desconfio que Arcângela tivesse ascendência negra ou indígina, ou simplesmenste não nobre, já que seu primeiro companheiro, o Capitão Pedro da Silva Miranda, dito de origem nobre e listado como o vigéssimo homem mais ricos de São João del Rei e São José das Mortes entre 1737-1800, inventariado em 1745, nunca se dignou a casar-se com ela. Teoria ainda a ser averiguada.

ORDEM DOS FILHOS DE PEDRO DA SILVA DE MIRANDA & ARCÂNGELA MARIA DE JESUS

Ps. No site Marcopolo, só vem citado como filhos os de Pedro, os que ele legitimou no seu testamento (Lázaro, Brígida e Maria).

1- Pedro da Silva de Miranda, *1707, em São João Del Rei, filho natural não reconhecido no testamento do pai, embora tenha recebido legados do pai.

2- João da Silva de Miranda, *1709, em São João Del Rei, filho natural não reconhecido no testamento do pai, embora tenha recebido legados do pai.

3- Lázaro da Silva de Miranda *1711, em São João Del Rei, filho natural reconhecido no testamento do pai de 1845. No inventário da mãe também em 1845, descrito como morador em Santo Antônio do Rio das Mortes Pequeno, vive de sua roça, 34 anos. Faleceu solteiro e sem geração, com inventário aberto em 1748.

4- Izabel da Silva de Miranda, *cerca de 1713  em São João Del Rei, filha natural não reconhecida no testamento do pai, embora tenha recebido seu apoio, sendo inclusive ele o tutor dos netos Manoel Coelho de Meirelles Júnior e Francisca Coelho de Meirelles após o falecimento de Manoel Coelho de Meirelles, marido da Izabel. No inventário do seu marido de 1738, chama a atenção, o fato de Izabel saber escrever.  Curioso também nesse mesmo inventário, na imagem 79, licença de casamento de sua filha Franscica Coelho de Meirelles com Antônio Mendes Valle, ser qualificado o seu futuro genro como homem branco e mestre carpinteiro, pessoa capaz… e idônea de inteiro o concedo para casar com a sua filha. Talves isso indique que houvesse ascendência negra pelo lado da mãe de Isabel, e que por preconceito Pedro, dito como sendo nobre de nascimento não tenha nunca se casado legitimamente com Arcângela, que finalmente em torne de 1723 sai dessa relação com Pedro e se casa com Diogo de Abreu com quem tem 3 filhos (ver abaixo).

5- Brizida (Brigida) da Silva de Miranda *1715, em São João Del Rei, filha natural reconhecida no testamento do pai. Foi Casada com Francisco Lobo Rios, casal tronco dos “Lobo da Silva Rios”.

6- Alexandre da Silva de Miranda, *cerca de 1717, em São João Del Rei, filho natural não reconhecido no testamento do pai, embora tenha recebido legados do pai. No inventário da mãe também em 1845, descrito como morador em Santo Antônio do Rio das Mortes Pequeno, vive de ser carpeinteiro,28 anos.

7- Maria da Silva de Miranda, *1722, em São João Del Rei, filha natural reconhecida no testamento do pai. Faleceu solteira, sem geração, com inventário aberto em 1793. Instituiu herdeiros da terça ”meus sobrinhos: Antonio Lobo da Silva Rios; Francisco Lobo da Silva Rios; José Lobo da Silva Rios; Brizida Theresa da Silva Rios”, e deixou legado “a minha sobrinha Theresa Francisca, filha de Manoel Soares”

ORDEM DOS FILHOS DE ARCÂNGELA MARIA DE JESUS E DIOGO DE ABREU

8- Antonia Maria Duarte de Abreu, *1724 em São João del Rei. Em Carrancas aos 11-01-1758 casou com José Lopes Ferreira, natural de S. Pedro da Torre Arcebispado de Braga, filho de Francisco Lopes e Benta Fernandes. Antonia faleceu em 26-03-1792 e José em 25-10-1792, ambos com testamento. Sem geração instituiram as sobrinhas como herdeiras. Antonia instituiu as filhas de seu irmão Antonio Duarte de Abreu e João as de sua irmã Maria Lopes casada com Antonio Affonso Pereira moradores em S. Pedro da Torre.

9- Silvestre Duarte de Abreu, *31/12/1726 em São João del Rei. . Foi assassinado violentamente levando um tiro no Rio das Mortes Pequeno, sem deixar testamento. Seu pai foi seu inventariante e herdeiro em 1756.

10- Antonio Duarte de Abreu, *cerca de 1729 em São João del Rei. Casou com Joana Francisca da Conceição. Faleceu com testamento em 29-09-1796. Foi inventariado pela viúva em 05-10-1797, compareceram onze filhos.

Igreja Nossa Senhora do Rosário, onde foi enterrado Pedro da Silva de Miranda . Foto tirada em dezembro de 2021 pela querida prima Vânia Mendes Ramos da Silva, sempre bem acompanhada de sua bicicleta.

DOCUMENTOS ENCONTRADOS NO PROJETO COMPARTILHAR

OS LOBOS DA SILVA 

DESCENDENTES DE PEDRO DA SILVA DE MIRANDA E ARCÂNGELA MARIA DE JESUS

PROJETO COMPARTILHAR

Coordenação: Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira

www.projetocompartilhar.org

ORIGENS

(atualizado em 24-novembro-2013)

Regina Moraes Junqueira

Os “Lobo da Silva Rios” do sul de Minas Gerais tiveram origem em um português que aportou o “Lobo Rios” e uma filha natural de outro português, nascido no extremo nordeste de Portugal.

Miranda do Douro é uma cidade de Portugal situada nas fraldas do desfiladeiro do Alto Douro, extremo nordeste do país, fronteira com a Espanha. Por sua localização, desde épocas medievais havia aí um posto avançado, guardião das fronteiras do recém criado Reino de Portugal.

Em 1545 tornou-se sede de Bispado, com jurisdição abrangendo os concelhos e freguesias de Traz-os- Montes, tais como Bragança, Vinhais, Mogadouro, Vimioso, Mirandela etc. Em 1762 a sede do bispado foi oficialmente transferida para Bragança.

Na segunda metade do século XVII, na “vila de Passo” do bispado de Miranda, vivia o casal Manoel da Silva de Moraes e sua mulher Maria de Miranda. Deles nasceu Pedro da Silva de Miranda, “homem nobre por nascimento e tratamento” conforme declarou.

Não encontramos nenhuma “vila” com este nome, mas sim uma freguesia de “Passos” em Mirandela, nas fronteiras de Vinhais, e a Freguesia de “Paçó ou Passó” no próprio distrito de Vinhais. Vale lembrar que Vinhais é o berço dos Moraes de São Paulo.

Nas primeiras décadas do século XVIII, Capitão Pedro da Silva de Miranda assistia em São João del Rei, no sul de Minas, onde possuía sitio, roças e lavras junto ao Rio das Mortes Pequeno.

Capitão Pedro faleceu solteiro com testamento redigido em 1744, aberto aos 30-09-1745, pedindo que remetessem um legado a uma sua prima, religiosa do Convento de Santa Clara da Vila de Vinhais.

Seu inventário, neste site, foi aberto aos 25-10-1745 em sua morada no Sitio do Rio das Mortes Pequeno.

Segundo declarou em testamento, teve com Arcângela Maria de Jesus, mulher solteira, três filhos que legitimou em 1742 por Provisão do Desembargador do Passo da cidade da Bahia. Parte desta provisão foi transcrita no inventário de seu filho:

Inventário de Lazaro da Silva de Miranda, fls. 47

“Diz o Capitão de cavalos Pedro da Silva de Miranda da vila de São João del Rei Comarca do Rio das Mortes Capitania das Minas, que sendo ele homem nobre, por nascimento e tratamento, houve três filhos por nome Lázaro da Silva de Miranda, Brizida e Maria do mesmo cognome, de uma mulher solteira por nome Arcângela Maria de Jesus, moradora no Distrito da mesma vila (…).”

Em testamento, Pedro deixou legados para outros três filhos de Arcângela Maria.

Arcângela casou entre 1722 e 1724 com Diogo de Abreu, um dos testamenteiros nomeados pelo Capitão Pedro. Teve inventário aberto em 1745 e deixou sete filhos naturais e três legitimos:

Filhos de Arcângela, reconhecidos como seus pelo Capitão Pedro da Silva de Miranda (inventários neste site):

1- Lázaro da Silva de Miranda, 32 anos em 1745. Faleceu solteiro e sem geração, com inventário (neste site) aberto em 1748.

2- Brizida (Brigida) da Silva de Miranda casada com Francisco Lobo Rios, casal tronco dos “Lobo da Silva Rios”.

3- Maria da Silva de Miranda, 23 anos em 1745. Faleceu solteira, sem geração, com inventário (neste site) aberto em 1793. Instituiu herdeiros da terça ”meus sobrinhos: Antonio Lobo da Silva Rios; Francisco Lobo da Silva Rios; José Lobo da Silva Rios; Brizida Theresa da Silva Rios”, e deixou legado “a minha sobrinha Theresa Francisca, filha de Manoel Soares”

Filhos naturais de Arcângela dos quais três receberam legados do Capitão Pedro mas não foram reconhecidos por ele:

4- Pedro da Silva de Miranda, 38 anos em 1745

5- João da Silva de Miranda, 36 anos

6- Izabel da Silva de Miranda, 32 anos mais ou menos, não foi citada no testamento do Capitão Pedro. Viúva de Manoel Coelho de Meirelles, falecido com testamento em 19-04-1738 e inventariado por Izabel no mesmo ano. Geração de dois filhos:

Arquivo IPHAN – São João Del Rei – Tipo de Documento: Inventário

Ano: 1738 Caixa: 617

Inventariado: Manoel Coelho de Meireles

Inventariante: Izabel da Silva de Miranda – viúva

Local: Sitio da Paciência – Rio das Mortes Pequeno – São João del Rei

Anotado por: Moacyr Villela

Inventario aberto pelo juiz de órfãos da Vila de São João del Rei, Coronel Manoel Dias de Menezes em “casa de morada da viúva inventariante que declarou ter falecido seu marido em Abril de 1738”

Filhos:

  • Manoel de idade 9 anos mais ou menos;
  • Francisca com 16 meses. Ambos de “legítimo matrimônio”

Entre os Bens:

–  22 escravos

  • Fazenda em que vive chamada “A Paciência” com todos os seus pertences, pipas, duas masseiras(sic) de farinha, caixão de farinha, cochos, carros, barris, roda de mandioca e pilão de farinha. Engenho de agua … com dois moinhos. Casas de vivenda e engenho cobertos de telhas avaliado tudo no valor de 3.600.000;
  • Alambique , forno de farinha e tachos grandes, tudo de cobre no valor de 166.500 reis;

Dividas Ativas

  • Deve o Capitão de Cavalos Pedro da Silva de Miranda 911.690 por escritura pública, mais um credito no valor de 254.591 reis

Dividas Passivas

  • declara dever ao feitor Domingos Pereira de Carvalho por feitorizar a fazenda e  sitio desde 15 de janeiro ate 19 de abril, dia em que faleceu o inventariado, à razão de 50 oitavas por ano como tinha sido ajustado pelo falecido seu marido.

6-1 Manoel, com nove anos.

6-2 Francisca, batizada em 03-12-1736. Com 16 meses no inventário paterno.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei-MG e capelas filiadas. Aos 03-12-1736 na capela de Santo Antonio desta freguesia bat. a Francisca, f.l. Manoel Coelho de Meirelles e Izabel da Silva de Miranda, padr.: Diogo [–danificado–] Coelho e Brizida da Silva.

7- Alexandre da Silva de Miranda, 28 anos em 1745

Filhos legitimos de Diogo e Arcângela, idades em 1745:

8- Antonia Maria Duarte de Abreu, 21 anos. Em Carrancas aos 11-01-1758 casou com José Lopes Ferreira, natural de S. Pedro da Torre Arcebispado de Braga, filho de Francisco Lopes e Benta Fernandes.

B7: casamentos – Igreja Nossa Senhora da Conceição (Carrancas, Minas Gerais) aos 11-01-1758 José Lopes Ferreira, n. da freg. de S. Pedro da Torre Comarca de Valença do Minho Arc. de Braga, f.l. Francisco Lopes e Benta Fernandes; = cc Antônia Maria de Abreu, f.l. Diogo de Abreu e Arcangela Maria de Jesus, n. da freg. de N. Sra. do Pilar da vila de S. João del Rei; todos moradores e fregueses desta.

Antonia faleceu em 26-03-1792 e José em 25-10-1792, ambos com testamento. Sem geração instituiram as sobrinhas como herdeiras. Antonia instituiu as filhas de seu irmão Antonio Duarte de Abreu e João as de sua irmã Maria Lopes casada com Antonio Affonso Pereira moradores em S. Pedro da Torre.

Lavras, MG aos 26-03-1792 faleceu Antonia Maria do Arte de Abreu mulher de Jose Lopes Ferreira, sepultada dentro da ermida da Sra. do Rosario filial desta matriz. Fez seu testamento:

(…) eu Antonia Maria do Arte de Abreu (…) sou natural da freguesia de N Sra do Pilar da vila de S. João del Rei comarca do Rio das Mortes Bispado de Mariana, f.l. de Diogo de Abreu e Arcangela Maria de Jesus, fui casada com Jose Lopes Ferreira de cujo matrimonio  não tem havido função entre nós e não tenho herdeiros alguns forçados nem ascendente nem descendentes por terem falecidos meus pais.

Testamenteiros em 1º lugar a meu marido Jose Lopes Ferreira, em 2º Francisco Ignacio Botelho, em 3º Estevão Rodrigues Branco, em 4º Cap. João da Silva Ribeiro de Queiroz.

Declaro é minha ultima vontade que o dito meu marido Jose Lopes Ferreira meu primeiro testamenteiro como tambem meu legitimo herdeiro enquanto a sua vida. (…) herdeiras as minhas sobrinhas, filhas de meu irmão Antonio Doarte de Abreu. (…) 14 de setembro de 1784 Antonia Maria Doarte de Abreu.

Lavras, MG aos 25-10-1792 faleceu Jose Lopes Ferreira, sepultado dentro desta matriz. Fez seu testamento.

(…) eu Jose Lopes Ferreira, assistente nesta minha fazenda da Cachoeira das Lages freguesia de N. Sra da Conceição e Santa Ana das Lavras comarca do Rio das Mortes Bispado de Mariana (…). Sou natural da freg. de S. Pedro da Torre do termo da vila de Valença do Minho do Arc. de Braga, f.l. Francisco Lopes e Benta Fernandes, já defuntos.

Sou casado com Ana Maria Duarte de Abreu de cujo matrimonio não tem havido função entre nós.

Testamenteiros em 1º esta minha consorte Antonia Maria, em 2º a Francisco Ignacio Botelho, em 3º Estevão Rodrigues Branco, em 4º o Cap. João da Silva Ribeiro de Queiroz.

Não tenho herdeiro forçado ascendentes nem descendente e instituo por minha herdeira a dita minha mulher Antonia Maria Doarte de Abreu de tudo aquilo que de minha meação me pertencer depois de pagos os gastos funerais. Por morte de minha consorte deixo as minhas sobrinhas Rosa, Maria, Izabel, Mariana e Ana, todas filhas de minha irmã Maria Lopes casada com Antonio Affonso Pereira moradores na mesma minha freguesia acima declarada. 13 de Setembro de 1784 Jose Lopes Ferreira.

Codecilo que fez Jose Lopes Ferreira : Declaro por se achar o meu testamento falho de testamenteiros nomeio em 2º lugar a Manoel de Mello, em 3º o  Tenente Guarda Mor Salvador Jorge Bueno, em 4º a Luiz del —– Carvalho.

Fui casado com Antonia Maria, a qual por não termos filhos deixou por seu herdeiro com a declaração de que por meu falecimento a parte que lhe poderia pertencer fica para suas herdeiras as filhas de seu irmão Antonio Duarte o que assim ordeno depois de cumpridos os legados da dita minha mulher e meus, e satisfeitas as dividas que dever o meu casal o liquido que ficar se reparta. Uma parte se entregara as ditas filhas do dito Antonio Duarte e a outra, que me pertence, é para as minhas sobrinhas a quem  instituo no testamento por minhas herdeiras.

Sitio da Cachoeira cinco de abril de 1792 Jose Lopes Ferreira.

9- Silvestre Duarte de Abreu, 19 anos a completar em 31-12-1745. Foi inventariado em 1756, herdou seu pai.

Arquivo IPHAN – São João Del Rei – Tipo de Documento: Inventário

Ano: 1756 Caixa: 1

Inventariado: Silvestre Duarte de Abreu

Inventariante: Diogo de Abreu – pai do falecido

Local: Rio das Mortes Pequeno – São João del Rei

Anotado por: Moacyr Villela

Inventariado “morto violentamente de um tiro no Rio das Mortes Pequeno”. Inventariante seu pai morador no Rio Grande “da outra parte”.

Era “nascido e batizado na Freguesia de São João Del Rei”. Faleceu sem testamento ficando herdeiro seu pai Diogo de Abreu morador no Rio Grande.

Bens ;

  • 1 escravo;
  • 12 cabeças de gado;
  • 77 dividas ativas provenientes de vendas de mercadorias no valor de 813.850 reis

10- Antonio Duarte de Abreu, 16 anos pouco mais ou menos em 1745, filho de Diogo de Abreu e Arcangela Maria de Jesus. Casou com Joana Francisca da Conceição. Antonio, natural de S. João del Rei, faleceu com testamento em 29-09-1796. Foi inventariado pela viúva em 05-10-1797, compareceram onze filhos:

IPAHN – São João Del Rei

Tipo de Documento: Inventário – Ano: 1797 Caixa:01

Inventariado:Antonio Duarte de Abreu

Inventariante: Antonio Duarte de Abreu – filho

Local: Ribeirão do Macuco. Aplicação da capela de Nossa Senhora do Rosario de Lavras

Anotado por: Moacyr Villela

Testamenteiro = Luis Carvalho Ferreira

Abertura em 05-10-1797 em casa da viúva Joana Francisca da Conceição.

Faleceu em 29-09-1796

Herdeiros: filhos do casal

  • Antonia Maria casada com Antonio Joaquim da Silva;
  • Arcângela Maria de Jesus casada com Domingos Lopes da Crus;
  • Antonio Duarte de Abreu solteiro 24 anos;
  • Maria Duarte de Santa Rosa casada com Manoel de Almeida Fontes;
  • Isidoro Duarte 16 anos;
  • Teresa Maria Duarte 15 anos;
  • Manoel Duarte 14 anos;
  • Joana Maria Duarte 13 anos;
  • José Duarte 12 anos;
  • Joaquim Duarte 11 anos;
  • Ana 8 anos

Testamento escrito e aprovado em 22-12-1794

Declara ser natural do termo da Vila de São João Del Rei. Filho legitimo de Diogo de Abreu e Arcângela Maria de Jesus já defuntos

Casado com Joana Francisca da Conceição com quem tem 11 filhos: 6 fêmeas e 5 machos

Possui uma fazenda de matos virgens, capoeiras e campos de criar com gado vacum que confronta com o padre Jerônimo Pereira de Carvalho e Manoel de Melo

3 escravos

10-1 Antonio Duarte de Abreu, solteiro com 24 anos em 1797

10-2 Arcangela Maria de Jesus, batizada em 02-10-1774 e casada em 30-05-1791 com Domingos Lopes da Cruz, exposto a Manoel Lopes Pinto.

Freguesia de N.S. da Conceição das Carrancas e Sta Ana das Lavras do Funil, aos 30/Maio/1791, Capela do Rosário, Domingos Lopes da Cruz, exposto em casa de Manoel Lopes Pinto, bat. nesta freguesia; c.c. Archangela Duarte, f. de Antônio Duarte de Abreu e de Joana Francisca da Conceição. TT: Manoel de Melo e Joaquim Francisco (pesq. Silvia Buttros)

10-3 Antonia Maria Duarte casada aos 25-09-1791 com Antonio Joaquim da Silva, filho natural de Mariana, filho natural de Francisca Maria Vasconcelos.

Lavras, MG Igreja Santana bat – aos 02-10-1774 na capela do Rosario filial desta matriz bat a Arcangela n. aos 21-09, f.l. Antonio Duarte de Abreu e Joana da Conceição, padr.: Diogo de Abreu e [danificado] de Santa Rosa, viuvos, todos desta freguesia.

Freguesia de N.S. da Conceição das Carrancas e Sta Ana das Lavras do Funil, aos 25/Set/1791, Capela do Rosário, Antônio Joaquim, f. natural de Francisca Maria Vasconcelos, nat. e bat. na Sé de Mariana; c.c. Antônia Maria Duarte, f. de Antônio Duarte de Abreu e de Joana Francisca da Conceição, nat. e bat. nesta freguesia. TT: o Tenente Coronel Joaquim José Freire e o Alferes Domingos Antônio Pereira (pesq. Silvia Buttros)

10-4 Maria Duarte de Santa Rosa casada aos 02-11-1793 com Manoel de Almeida Fontes, filho de Antonio Braz de Oliveira Galante e de Joaquina Felizarda do Espírito Santo

Sta Ana das Lavras do Funil-MG, aos 02/Nov/1793, Matriz de S. João Del Rei, Manoel de Almeida Fontes, f. de Antonio Braz de Oliveira Galante e de Joaquina Felizarda do Espírito Santo; c.c. Maria Duarte de S. Rosa, f. de Antônio Duarte de Abreu e de Joana Francisca da Conceição. Ambos nat. e bat. na freg. de Lavras. TT: o Reverendo Manoel Antônio de Castro e Manoel Antônio de Souza (pesq. Silvia Buttros)

10-5 Isidoro Duarte, 16 anos em 17797.

10-6 Teresa Maria Duarte 15 anos

10-7 Manoel Duarte 14 anos

10-9 Joana Maria Duarte 13 anos

10-10 Joaquim Duarte 11 anos

10-11 Ana 8 anos

Dos filhos reconhecidos pelo Capitão Pedro da Silva de Miranda, apenas Brizida deixou geração que adotou o apelido “Lobo da Silva Rios”, título deste estudo.

LOBO DA SILVA RIOS

Aportes à Genealogia Paulistana

(atualizado em 04-junho-2011)

Regina Moraes Junqueira

Bartyra Sette

Francisco Lobo Rios nasceu na cidade do Porto-PT, filho de João Francisco Rios e Mariana Francisca Rios. Em 1745 estava casado com Brizida da Silva de Miranda, filha natural do Capitão Pedro da Silva de Miranda e Arcângela Maria de Jesus.

Brizida nasceu por volta de 1717, com 28 anos em 1745. Foram moradores em Santo Antonio do Rio das Mortes Pequeno, onde herdaram as terras e lavras do Capitão Pedro. Aí faleceu Brizida aos 24-05-1759.

Francisco faleceu aos 14-07-1782, deixando entre seus bens uma sesmaria com casa assobradada, engenho de cana, senzalas, alambiques e mais benfeitorias, tudo coberto de telhas, em uma das margens do Rio das Mortes Pequeno. Na outra margem, outra sesmaria chamada Sitio do Ribeirão. Tinha também duas casas na Vila de São João del Rei, a maior na Rua da Prata.

Em sociedade, possuía várias terras minerais no Rio Grande e na Lagoa Verde.

Segundo os inventários de ambos (neste site), foram pais de sete filhos, Francisca não foi mencionada:

  • Francisca, batizada em 20-07-1746.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. Sto Antonio do Rio das Mortes aos 20-07-1746 Francisca, f.l. Francisco Lobo Rios e Brigida da Silva de Miranda, padr.: Cap. Mor Matias Gonçalves Moinhos

1- Antonio Lobo da Silva Rios

2- Ana Francisca Alexandrina da Silva Rios

3- Doutor Francisco Lobo da Silva Rios

4- Brígida Teresa da Silva Rios

5- Jose Lobo da Silva Rios

6- Rosa da Silva Rios

7- Maria Bárbara da Silva Rios

1- Antonio Lobo da Silva Rios

Batizado em 08-10-1747. Com 35 anos em 1782 quando ainda era solteiro..

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. Sto Antonio do Rio das Mortes aos 08-10-1747 Antonio, f.l. Francisco Lobo Rios e Brigida da Silva de Miranda, padr.: Manoel Teixeira Pereira e D. Josefa de Moraes cc Cap. Mor Matias Gonçalves Moinhos.

Antonio casou duas vezes. Primeiro com Vitória Maria Ferreira, filha de Pascoal Alves Rodrigues e Josefa Ferreira Barreta, por esta neta de Maria de Siqueira Paes e seu segundo marido Antonio Ferreira Barreto, SL. 4º, 331, 3-2 e família “Maria de Siqueira Paes”, neste site. Casou em segundas com Tereza Inácia da Costa Cabral, filha de José da Costa Cabral e Maria Josefa Ferreira, neta materna dos mesmos Pascoal Alves Rodrigues e Josefa Ferreira Barreta

Antonio faleceu com testamento redigido na Vila de São João del Rei aos 10-10-1808, aberto seis dias depois, com inventário iniciado pela viúva em janeiro do ano seguinte na Fazenda Santo Antonio do Rio das Mortes Pequeno (neste site).

Tereza Inácia faleceu com testamento de 30-03-1835 registrado no Livro de Óbitos de São João del Rei. Nele declara os três filhos legítimos e a filha natural, tida em estado de solteira:

I- Ana Narcisa.

RMJ: SJDR Thereza Ignacia da Costa, filha legitima de José da Costa Cabral e D. Maria Josefa. Sou viúva de Antonio Lobo da Silva Rios de quem tive três filhos. Em solteira tive uma filha chamada Anna Narcisa. Testamenteiros pela ordem, (todos filhos dela): Francisco Antonio, José Justino e João da Silva Rios. Dei à minha neta Maria filha de Francisco Antonio, uma escrava de nome Umbelina, parda. Deixo o remanescente da minha terça aos meus filhos legítimos Francisco, José e João. SJDR, 30-03-1835.

Nota: não encontrei o termo de óbito, o seguinte de 12-10-1844

Antonio e Vitória Maria tiveram dois filhos:

1-1 Antonio Lobo Ferreira, batizado em 20-11-1789. Instituído segundo testamenteiro por seu pai. Faleceu “apressadamente” aos 05-12-1808, sem geração. Certidão de óbito no inventário paterno.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, aos 20-11-1789 Antonio, f.l. Antonio Lobo da Silva Rios e Vitoria Maria Ferreira de Jesus, np Francisco Lobo Rios da freg. de S. Nicolau e Brigida da Silva de Miranda, desta freguesia, nm Pascoal Alves Rodrigues e Josefa Ferreira Barreto, padr.: Revdo Dr. Vigario da Vara Jose Batista Silva e Josefa Ferreira Barreto.

1-2 Maria Vitória Teresa Ferreira de Jesus, batizada em 19-12-1790. Aos 10-10-1809 casou com José Inácio da Silva Souto Maior, de quem foi a primeira esposa. José Inacio, batizado na freguesia de Santa Luzia de Sabará, era filho natural do Capitão Ignacio da Silva Souto Maior e Josefa Senhorinha da Costa

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. Sto Antonio do Rio das Mortes aos 19-12-1790 Maria, f.l. Antonio Lobo da Silva Rios e Vitoria Alves Ferreira de Jesus, padr.: João das Neves Alves Ferreira e Maria da Silva de Miranda.

B7: Casamentos – SJDRei, aos 10-10-1809 matriz, Jose Ignacio da Silva, f. natural do Capitão Ignacio da Silva Souto Maior e Josefa Senhorinha da Costa, n/b na freg. Santa Luzia de Sabara; = cc. Maria Victoria Thereza de Jesus, f.l. Antonio Lobo da Silva Rios e Victoria Maria Ferreira de Jesus, n/b nesta freguesia.

Maria Vitória faleceu aos 20-02-1821 na Fazenda da Lagoa Verde, aplicação de Santo Antonio do Rio das Mortes Pequeno, Freguesia de São Miguel do Cajuru, onde morava (inventário neste site). Provavelmente em consequencia do parto de seu caçula.

José Inácio faleceu aos 16-04-1838, com inventário aberto na mesma fazenda, deixando viúva sua segunda mulher Floriana Balbina das Neves, filha de João das Neves Alves Ferreira e Luciana Bernarda de São José, neta paterna de Pascoal Alves Rodrigues e Josefa Barreta, portanto prima irmã de Maria Vitória. Floriana era neta materna do Sargento Mor Braz Alves Antunes e Luciana Clara de Santa Rosa (família “Os Alves Antunes”, neste site)

Segundo seu inventário (neste site) José Inácio deixou onze filhos: cinco das primeiras núpcias, três das segundas e três naturais, havidos no estado de viuvez, todos descritos na família “Os Alves Antunes”.

Filhos de José Inacio e Maria Vitória:

1-2-1 Carlota Jesuína da Silva, batizada em 20-11-1810..

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas, cap. Santo Antonio do Rio das Mortes aos 20-11-1810 Carlota, f.l. Jose Inacio da Silva Souto Maior e D. Maria Vitoria Alves Ferreira de Jesus, padr.: Alf. João Neves Alves Ferreira por pp ao Padre Dionisio Gonçalves Pereira Rodrigues, e D. Jacinta Maria de Almeida.

Casou com Francisco Antonio da Silva Rios 1-3 abaixo, de quem foi a primeira esposa. Foram moradores em Santo Antonio do Rio das Mortes Pequeno, onde comparecem no censo de 1839, ele com 36 anos, quatro filhos e 34 escravos. Era então Juiz de Paz do distrito.

Carlota Jesuina foi inventariada em 1859. Capitão Francisco Antonio casou em segundas com Hipólita Maria de Jesus, sua inventariante. Foi proprietário de parte da Fazenda S. Antonio e terras na Fazenda Pega Bem com casas e demais benfeitorias.

Segundo seu inventário aberto em 1879 (neste site), Francisco Antonio teve ao todo doze filhos, sete com Carlota Jesuína, descritos em 1-3 abaixo.

1-2-2 José Inácio da Silva, batizado em 1812. Ainda solteiro em 1838 com 26 anos.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas, cap. Santo Antonio do Rio das Mortes em 1812, Jose, f.l. Cap. Jose Inacio da Silva Souto Maior e D. Maria Vitoria Alves Ferreira de Jesus, padr.: Francisco Antonio da Silva Rios, casado e D. Maria Custodia de Gouvea, solteira.

José Inácio da Silva Souto casou duas vezes. Primeira vez com Maria Custódia de Gouvea, inventariada em 1871. Segunda vez com Felizarda Cândida de Oliveira Silva Barreto, filha do Tenente João José de Oliveira Barreto.

José Inácio faleceu aos 30-08-1872 e foi inventariado por sua viúva. Sem geração destas nupcias, teve com Maria Custódia, segundo os inventários de ambos (neste site), a filha única:

1-2-2-1 Maria José da Silva nasceu em  26-11-1842 e foi batizada aos 27 do mês seguinte.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas, aos 27-12-1842 Maria, branca n. 26-11-1842, f.l. José Inacio da Silva Souto e D. Maria Custodia de Gouvea, padr.: Cap. Jose Dias de Oliveira e D. Carlota Jesuina da Silva, casada.

         Aos 28-04-1861 casou com Francisco Antonio da Silva Rios junior 1-3-1 abaixo, filho de Francisco Antonio da Silva Rios e Carlota Jesuína da Silva, com dispensa de afinidade de segundo grau, por ser o pai dela irmão da mãe dele (processo matrimonial neste site)

RMJ – Paróquias de São João Del Rei – Matrimônios, Francisco Antonio da Silva Rios, do Arraial do Rio das Mortes, f de Francisco Antonio da Silva Rios e Carlota Jesuína da Silva já falecida = Maria José da Silva, f de José Inácio da Silva e Maria Custodia de Gouvêa. Test: José Dias de Oliveira e Dr Manoel da Silva de Govea n(?) Matriz – 28-04-1861

1-2-3 Francisco José da Silva, batizado em 03-01-1817. Solteiro em 1838.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas, aos 03-01-1817 Francisco, f.l. Alf. Jose Inacio da Silva Souto Maior e D. Maria Vitoria Alves Ferreira de Jesus, padr.: Sarg. Mor Jose Joaquim Correa, viuvo e D, Ana Firmina de Almeida Leite Ribeiro.

1-2-4 Mariana Carolina da Silva, batizada em 27-10-1818. Solteira na abertura do inventário do pai, casou aos 29-09-1838 com Joaquim Saraiva Nogueira.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas, aos 27-10-1818 Mariana, f.l. Alf. Jose Inacio da Silva Souto Maior e D. Maria Vitoria Alves Ferreira de Jesus, da Lagoa Verde, padr.:  Cel. Francisco Isidoro Batista da Silva e D. Mariana Carlota de Almeida Leite, solteira filha do falecido Sarg. Mor Joaquim Leite Ribeiro.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas, aos 29-09-1838 Joaquim Saraiva Nogueira = cc Mariana Carolina da Silva. Test.: Domiciano Leite Ribeiro e Francisco Antonio da Silva Rios.

1-2-5 Antonio Carlos da Silva, batizado em 20-03-1821. Vinte anos depois morava com seu tutor e cunhado Francisco Antonio.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas, aos 20-03-1821 Antonio, f.l. Major Jose Inacio da Silva Souto Maior e D. Maria Vitoria Alves Ferreira de Jesus, falecida, padr.: Sarg. Mor Antonio Constantino de Oliveira e s/m D. Maria da Motta do Sacramento.

Filhos de Antonio e Tereza Inácia:

1-3- Francisco, batizado em 14-01-1803. Francisco Antonio 1º testamenteiro materno teve a filha legatária da avó “Dei à minha neta Maria filha de Francisco Antonio, uma escrava de nome Umbelina, parda”.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, aos 14-01-1803 Francisco, f.l. Antonio Lobo da Silva Rios e Teresa Inacia da Costa Cabral, padr.: Cap. Joaquim Coelho de Souza, solteiro e Ana Romeira do Sacramento, casada.

Capitão Francisco Antonio da Silva Rios casou duas vezes. Primeira vez, com dispensa de consaguinidade de 2º e 3º grau obtida em Mariana no ano de 1826 por ser o pai dele avô dela, com Carlota Jesuína da Silva 1-2-1 supra, filha de José Inacio da Silva Souto Maior e Maria Vitoria Ferreira de Jesus (processo neste site). Carlota faleceu aos 01-10-1858

Segunda vez com Hipólita Maria de Jesus, sua inventariante.

Segundo seu inventário aberto em 1879 (neste site), Francisco Antonio teve ao todo doze filhos, que nesse ano tinham a seguinte situação:

Com Carlota Jesuína, segundo os inventários (neste site), idades em 20-08-1859:

1-3-1 Francisco Antonio da Silva Rios com 29 anos. Alferes Francisco aos 28-04-1861 casou com Maria José da Silva (1-2-2-1 supra). Negociante em São João del Rei. Foi o tutor de seus irmãos menores.

RMJ – Paróquias de São João Del Rei – Matrimônios, Francisco Antonio da Silva Rios, do Arraial do Rio das Mortes, f de Francisco Antonio da Silva Rios e Carlota Jesuína da Silva já falecida = Maria José da Silva, f de José Inácio da Silva e Maria Custodia de Gouvêa. Test: José Dias de Oliveira e Dr Manoel da Silva de Govea n(?) Matriz – 28-04-1861

Maria José faleceu em São João del Rei aos 26-10-1908 e foi inventariada por Francisco em 1914. Tiveram sete filhos, segundo o inventário (neste site):

1-3-1-1 Francisco Izidoro Rios, casou aos 16-04-1885 com Helena Avelina de Paiva, filha de Antonio Justiniano de Paiva e Matildes Cândida de Paiva (ou de Jesus). Geração na família “Padre Manoel da Paixão e Paiva”.

RMJ: SJDR, casamentos- Matriz- Aos 16-04-1885, Francisco Izidoro Rios, filho leg. de Francisco Antonio da Silva Rios e Maria Jose da Silva = Helena Avelina de Paiva, filha de Antonio Justiniano de Paiva e Matildes Cândida de Paiva. testemunhas: Daniel Antonio de Paiva e João batista do Sacramento.

1-3-1-2 Joaquim da Cruz Silva Rios, viúvo em 1914.

1-3-1-3 José Ignacio da Silva Rios, casado

1-3-1-4 Mecia Custódia Rios, solteira, professora.

1-3-1-5 Custódio do Sacramento Rios, funcionário público

1-3-1-6 Maria das Dores Rios, solteira, com vinte e dois anos.

1-3-1-7 João Evangelista da Silva Rios, com vinte e um anos.

1-3-2 Maria Carlota (ou Vitória) da Silva, casada com João de Souza Lima, moradores na Freguesia de Santa Bárbara do Monte Verde, Termo e Comarca do Rio Preto-MG

1-3-3 Aureliano da Silva Rios, com 22 anos. Casou com Luciana Maria de Jesus, com ao menos o filho:

1-3-3-1 Francisco da Silva Rios. Casou aos 31-08-1885 com Mecia Cândida da Silva, filha de Mecia Cândida, 1-3-6. Por serem irmãos o pai dele e a mãe dela tiveram dispensa de consangüinidade de segundo grau lateral simples, alem de outros graus mais remotos por serem os pais de ambos também parentes entre si.

RMJ, Paróquias de São João Del Rei – Matrimônios- Aos 31-08-1885.dispensados de consaguinidade de segundo grau lateral simples e quarto grau atingente ao 3º lateral, Francisco da Silva Rios, filho de Aureliano da Silva Rios e Luciana Maria de Jesus = Mecia Cândida da Silva, filha de José Justino da Silva Rios e Mecia Cândida da Silva, ambos naturais desta freguesia de N Sra do Pilar.

Tiveram pelo menos q.d:

1-3-3-1-1 Lindolfo da Silva Rios. Aos 10-07-1911 em São João del Rei casou com Cândida Brígida de Oliveira, filha de Flavio de Oliveira Barcelos e Cândida Maria de Jesus.

RMJ: Paróquias de São João Del Rei, casamentos: Aos 10-07-1911 se receberam em matrimonio = Lindolfo da Silva Rios, filho leg de Francisco da Silva Rios e Mecia Cândida da Silva = Cândida Brígida de Oliveira, filha legitima de Flavio de Oliveira Barcellos e Cândida Maria de Jesus. Tts: Aníbal José D’Angelo e Saturnino Belchior de Paiva.

1-3-4 José Ignacio da Silva Rios com 25 anos em 1859. Faleceu aos 17-08-1860 “de inflamação”.

1-3-5 Domiciano Antonio da Silva Rios, com 20 anos. Casado em 1879

1-3-6 Mariana Carlota da Silva, falecida, casada que foi com Miguel Leopoldino de Oliveira, deixaram:

1-3-5-1- Francisco Leopoldino de Oliveira, casado.

1-3-5-2- Maria, 12 anos.

1-3-5-3- Antonio, 10 anos.

1-3-7 Mécia Cândida (ou Carlota) da Silva, com 14 anos em 1859. Já era falecida em 1879 casada que foi com José Justino da Silva Rios Jr 1-4-3 abaixo. Deixou duas filhas

1-3-8 Baptista da Silva Rios, com 12 anos. Casado em 1879

Com Hipólita Maria Francisco Antonio teve mais:

1-3-9 Leoforsina Cândida da Silva, batizada aos 20-11-1863 em Lavras, na capela da fazenda de Joaquim Tavares Coimbra (certidão no inventário do pai).

1-3-10 Polcidônia, com sete para oito anos. Contratada depois para casar com Antonio Luiz de Souza, filho de Francisco Teodoro Alves.

1-3-11 Josefina Maria da Assunção, 4 anos. Casou aos 18-06-1887 na Fazenda Pega Bem com Cristiano Tavares Coimbra, filho de José Tavares Coimbra e Ana Esméria de Andrade.

Inserida no Inventário paterno:

Certifico que no dia dezoito de Junho do corrente ano de mil oitocentos e oitenta e sete na Fazenda do Pega Bem desta Paróquia, depois de feitos os proclamas e dispensados do impedimento de consanguinidade em quarto grau atingente ao terceiro da linha lateral desigual e simples e alvará do Doutor Juiz de Direito desta Comarca assisti ao sacramento do matrimônio que entre si solenemente celebraram Cristiano Tavares Coimbra e Josefina Maria da Assunção, ele filho legítimo de José Tavares Coimbra e Ana Esméria de Andrade, natural e residente no Distrito do Rozário de Lavras pertencente a Paróquia da cidade de Lavras – e ela, filha legítima do finado Francisco Antonio da Silva Reis e Hipólita Maria de Jesus, natural e residente nesta Paróquia de Nossa Senhora do Pilar da Vila de São João del Rei – Sendo testemunhas do ato além de outras pessoas José Tavares Coimbra e José Silvério de Carvalho (…).

1-3-12 Francisca, 2 anos. Faleceu aos 02-04-1880, sepultada no cemitério da Igreja de Santo Antonio do Rio das Mortes.

1-3-13 Francisco, póstumo, sepultado no mesmo lugar aos 04-10-1881

1-4 José, batizado em 12-01-1806. José Justino 2º testamenteiro materno. José Justino da Silva Rios casou com Máxima Delguita de São Bernardo filha de João das Neves Alves Ferreira e Luciana Bernarda de São Jose, família “Alves Antunes”.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. Sto Antonio do Rio das Mortes aos 12-01-1806 Jose, f.l. Antonio Lobo da Silva Rios e D. Teresa Inacia da Costa Cabral, padr.: Cap. Manoel Gomes de Almeida Coelho, solteiro e D. Ana Claudia, casada.

O viúvo e filhos de Máxima fizeram partilhas amigáveis de seus bens em 11-11-1886. José Justino faleceu em 21-09-1897 no Arraial do Rio das Mortes.

Tiveram sete filhos, segundo seus inventários, neste site:

1-4-1 João das Neves Silva Rios. Em 1897 estava casado com Ana de Tal

1-4-2 Ana Custódia de Carvalho casou aos 18-07-1857 com Francisco Tavares de Carvalho, filho de João Tavares de Macedo e Ana Flausina dos Santos. Não comparece, nem é representada, no inventário paterno.

RMJ, – Paróquias de São João Del Rei – Matrimônios, Francisco Tavares de Carvalho, f de João Tavares de Macedo e Ana Flausina dos Santos = Custodia da Silva, f de Justino da Silva Rios e Maxima ——ta de São Bernardo, ambos da Freguesia de Santo Antonio do Rio das Mortes Pequeno, onde se realizou a cerimônia. Test: Francisco Antonio da Silva Rios e Severino José de Carvalho – 18-07-1857

1-4-3 José Justino da Silva Rios Junior, casou duas vezes. Primeira vez aos 25-04-1861 com Mécia Cândida da Silva 1-3-6 supra, filha de Francisco Antonio da Silva Rios e Carlota Jesuína da Silva.

RMJ – Paróquias de São João Del Rei – Matrimônios, [ ] Justino da Silva Rios, f de José Justino da Silva Rios e Maxima Delguita de Sam Bernardo = Micias Cândida de Silva, f de Francisco Antonio da Silva Rios e Carlota Jesuína da Silva já falecida. Ambos da Aplicação do Rio das Morte. Test: Cap Antonio da Almeida Magalhães e Antonio Soares Moreira. Matriz – 25-04-1861

Mécia faleceu aos 08-05-1865 e foi inventariada no mesmo ano pelo viúvo. Deixou de seu casal duas filhas (inventário neste site)

1-4-3-1 Carlota, com 2 anos em 1865

1-4-3-2 Mécia, com cinco meses. Mecia Cândida da Silva casou aos 31-08-1885 com Francisco da Silva Rios, 1-3-3-1 supra, filho de Aureliano da Silva Rios e Luciana Maria de Jesus, depois de dispensados do parentesco de segundo, terceiro e quarto graus.

Em 1877 José Justino estava casado pela segunda vez com Joaquina Cândida da Silva, filha de Joaquim José da Silva Rios e Francisca Iria de Jesus.

Joaquim José da Silva Rios faleceu aos 28-05-1865 e Francisca Iria de Jesus teve seu inventário aberto em 1877, neste site.

Deixaram sete filhos:

  • Antonio, com 14 anos em 1865. Antonio Joaquim da Silva casou com Dona Delmira Martinha de Jesus
  • Joaquina Cândida da Silva, 13 anos anos. Casou depois com José Justino da Silva Rios Junior
  • Flausina, 12 anos. Florina Iria de Jesus casou com Domingos Alves da Silva
  • Francisco, 9 anos. Francisco Joaquim da Silva casou com Theresa de Paula Soares (ou Theresa Francisca Soares), filha “do finado João Serafim”.
  • Maria, 7 anos. Maria Cândida de Jesus casou depois com João Cândido Alves
  • Theresa, 6 anos (depois falecida)
  • José, 3 anos, batizado aos 12-09-1858. Em adulto, José Joaquim da Silva

1-4-4 Luciano da Silva Rios, batizado em 02-02-1843. Casou com Gertrudes Bernardina da Silva Rios

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. Santo Antonio do Rio das Mortes aos 02-02-1843 Luciano, n. 31-10-1842, branco, f.l. Jose Justino da Silva Rios e Maxima D. de São Bernardo, padr.: Carlos Joaquim Maximo Pereira e Joaquim Ferreira Barbosa, solteiros.

1-4-5 Ernesto da Silva Rios, batizado em 20-02-1848. Casou com Mécia Cândida de Jesus 1-5-1 abaixo, filha de João da Silva Rios e Mécia Cândida de Jesus 1-5-1.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, aos 20-02-1848 Ernesto, branco, f.l. Jose Justino da Silva Rios e D. Maxima D. de São Bernardo, padr.: Gervasio Protasio a Silv e s/m D. Mariana Francisca de Andrade por pp a Joaquim Ferreira Barbosa e s/m D. Cândida Maria Nogueira.

Mécia faleceu em 01-06-1866 e foi inventariada por Ernesto no mesmo ano. O casal teve quatro filhos:

1-4-5-1 Ana Cândida da Silva com 13 anos em 1886. Casou com João Batista do Nascimento

1-4-5-2 João da Silva Rios com 10 anos. Casou com Dona Carlota

1-4-5-3 José da Silva Rios com 8 anos. Solteiro com 19 anos em 1894

1-4-5-4 Maria Cândida da Silva com 2 anos

1-4-6 Eduardo da Silva Rios, batizado em 01-05-1850. Solteiro em 1897.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, aos 01-05-1850 Eduardo, branco, f.l. Jose Justino da Silva Rios e D. Maxima D. de São Bernardo, padr.: Manoel de Souza Lima, da freguesia de Valença e D. Maria Inacia da Silva, solteira.

1-4-7 Maria Guilhermina da Silva, batizada em 04-07-1853. Solteira em 1897.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, aos 04-07-1853 Maria, branca, f.l. Jose Justino da Silva Rios e D. Maxima D.a de São Bernardo, padr.: João Antonio da Silva Mourão e D. Floriana Balbina das Neves.

1-5 João, batizado em 17-08-1807. João da Silva Rios 3º testamenteiro materno. Casou aos 21-07-1845 com Messias Cândida de Jesus (ou da Silva), filha do Guarda Mor Luiz Pereira da Silva e Batista Custódia do Céu Cabral; família “Maria de Siqueira Paes” § 2º.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, aos 17-08-1807 João, f.l. Antonio Lobo da Silva Rios e D. Teresa Inacia da Costa Cabral, da aplicação de Santo Antonio do Rio das Mortes, padr.: Cap. Bernardo Jose Gomes a Silva Flores, casado e Ana Rosa Aranha de Vasconcellos, casada.

B7: Igreja Nossa Senhora do Bom Sucesso (Bom Sucesso, Minas Gerais) cas – aos 21-07-1845 na cap. S. Tiago dispensados de consanguinidade, João da Silva Rios, branco 30 anos, f. de Antonio Lobo da Silva Rios e D. Teresa Inacia da Costa Cabral, já falecidos, moradores na freg. de S. João del Rei = cc D. Missias Cândida da Silva, branca 30 anos, f. do Guarda Mor Luiz Pereira da Silva e D. Batista Custodia do Ceo Cabral, moradores e nts desta freguesia, test.: Antonio Saraiva Nogueira e Francisco Antonio da Silva Rios.

Messias faleceu em 06-02-1857 e João em 24-09-1894. Deixaram, segundo seus inventários (neste site) a filha única:

1-5-1 Messias com 4 anos em 1857. Mécia (em documentos citada também como Maria) Cândida de Jesus casou com Ernesto da Silva Rios 1-4-5 supra

2- Ana Francisca Alexandrina da Silva Rios

Ana Francisca, também referida como Ana Francisca de Alexandria, batizada em 23-03-1749. Casou aos 12-06-1774 com o Guarda Mor e Capitão Manoel José Godinho, natural da freguesia de S. Miguel Comarca da Feira, filho de Manoel Godinho e Maria Fernandes.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. Sto Antonio do Rio das Mortes aos 23-03-1749 Ana, f.l. Francisco Lobo Rios e Brigida da Silva de Miranda, padr.: Diogo de Abreu e Izabel da Silva de Miranda.

B7: Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas, aos 12-06-1774 matriz, Manoel Jose Godinho, f.l. Manoel Godinho e Maria Fernandes, n/b na freg. de S. Miguel do Souto Comarca da Feira Bispado do Porto; = cc. Ana Francisca Alexandrina Rios, f.l. Francisco Lobo Rios e Brizida da Silva de Miranda, n/b nesta.

Foram moradores em Nazaré, freguesia de Nossa Senhora do Pilar de São João del Rei. Manoel José faleceu aos 13-10-1785 com inventário aberto pela viúva no mesmo ano, em Nazaré.

Segundo o inventário, neste site, tiveram quatro filhas (idades pouco mais ou menos em 1785)

2-1 Thereza Perpétua dos Serafins, 12 anos, ainda solteira em 1797, ou Thereza Perpétua Alexandrina Rios como consta em seu testamento. Thereza casou com Francisco Dias Cravo, natural de Lavras, filho de outro e de Florência Maria da Silva, família “José Vieira da Cunha e Catarina Portes”, neste site.

Foram moradores no distrito de Nazaré em sua Fazenda do Brejo, onde ambos redigiram seus testamentos, ela em 1853 e ele em 1860 (neste site). Tiveram dois filhos que faleceram “de tenra idade” e portanto não deixaram sucessão. Francisco deixou por herdeiras sua irmãs, moradoras em Lavras do Funil:

  • Cândida Miquelina de Jesus
  • Rita Francisca da Conceição
  • Joana Maria da Conceição

2-2 Francisca de Paula Rios, 7 anos em 1785, em em 1797, solteira, vivia com sua mãe. Casou com Manoel Ferreira da Cruz, nascido na Freguesia de Unhão, Braga, filho de Custódio Ferreira da Cruz e Maria Ferreira Peixoto. Em 1831 moravam em Conceição da Barra, com três filhos solteiros:

Censo Nazare, freguesia de N.S. Conceição da Barra, 1831, fogo 7

MANOEL FERREIRA DA CRUS, chefe do fogo, branco, 60, casado

FRANCISCA DE PAULA, cônjuge, branco, 46, casado

ANTONIO FERREIRA, dependente, branco, 33, solteiro

FRANCISCO DE PAULA, dependente, branco, 24, solteiro

JOAQUINA FERREIRA, dependente, branco, 22, solteiro

Manoel ditou seu testamento em 22-11-1845 aberto aos 21-02-1847. Declarou naturalidade, filiação e os cinco filhos de seu casamento. Manoel e Francisca foram inventariados conjuntamente em 1848 (inventário neste site).

2-2-1 Antonio Ferreira da Cruz 33 anos e solteiro em 1831, segundo o censo. Provavelmente casou duas vezes. Com Ana Francisca da Conceição e em 08-10-1845 com Maria Silvéria do Carmo filha de Miguel José Naves e sua primeira mulher Maria Joaquina do Carmo; família “José Vieira da Cunha”.

B7: Igreja Nossa Senhora do Bom Sucesso (Bom Sucesso, Minas Gerais) cas – aos 08-10-1845 Antonio Ferreira da Cruz, branco 40 anos, viuvo de Ana Francisca da Conceição, da freg. de Nazare = cc Maria Silveria do Carmo, branca 16 anos, f.l. Miguel Jose Naves e a finada D. Maria Joaquina do Carmo, desta freguesia, test.: Mnaoel Antonio Naves e Francisco de Paula Ferreira.

2-2-2 Custódio Ferreira da Cruz. Em 1831 estava casado com Maria Barbosa e moravam em Conceição da Barra:

Censo Nazare, freguesia de N.S. Conceição da Barra, 1831, fogo 9

CUSTODIO FERREIRA DA CRUS, chefe do fogo, branco, 29, casado

MARIA BARBOSA, cônjuge, branco, 24, casado

JOSE, dependente, branco, 2

2-2-3 Francisco de Paula Ferreira 1º testamenteiro e herdeiro da tia Mariana abaixo, 24 anos em 1831. Provavelmente o casado com Joaquina Soares Ferreira, legatária de Mariana Josefa 2-3 abaixo. Joaquina era filha de Francisco Soares Ferreira inventariado em 22-04-1853 e Theresa Francisca de Paula falecida com testamento em 26-05-1863 e inventariada em 29-08-1864.

Francisco Soares e Theresa Francisca foram  pais de, segundo seus inventários neste site:

  • Francisca = Francisco = Iria = João e Francisca que faleceram em menor idade; e
  • José Soares Lopes, com 50 anos em 1864.
  • Joaquina Soares Ferreira (também Joaquina Francisca de Paula), com 48 anos em 1864. Em 1853 estava casada com Francisco de Paula Ferreira
  • Rita Francisca de Paula, com 44 anos em 1864. Em 1853 casada com João Evangelista da Silva, em 1864 era viúva.
  • Manoel Soares Lopes, com 40 anos em 1864.
  • Mariana Francisca de Paula, com 39 anos em 1864. Em 1853 estava casada com Joaquim José Nogueira
  • Mizael Soares Ferreira Lopes, com 34 anos em 1864.

Francisco de Paula faleceu em 10-09-1877 e Joaquina em 08 de Fevereiro, ambos inventariados em conjunto em 27-10-1877. Tiveram sete filhos todos maiores de 25 anos, segundo o inventário neste site:

2-2-3-1 Francisca de Paula Ferreira casada com João Soares Ferreira, moradores na Freguesia de Nazaré

2-2-3-2 José Honório Ferreira, casado

2-2-3-3 Manoel Honório Ferreira, casado;

2-2-3-4 Francisco Paulino Ferreira, solteiro

2-2-3-5 Joaquina de Paula Ferreira casada com Manoel Ferreira Cruz

2-2-3-6 João Paulino Ferreira, solteiro, morador na Freguesia de São Gonçalo da Ibituruna

2-2-3-7 Maria Clara Ferreira casada com Joaquim Soares Ferreira

2-2-4 Maria Clara Ferreira, casada com Francisco Fernandes Lima, filho do Alferes Francisco Fernandes de Lima e de Joaquina Antonia Pereira. Família “Manoel Martins Bahia”.

2-2-5 Joaquina Cândida Ferreira, 22 anos e solteira em 1831, casou depois com Miguel José Naves, de quem foi segunda mulher . Geração na família “João Naves Damasceno”.

2-3 Mariana Josefa Joaquina de Jesus, batizada na Matriz de São João Del Rei aos 04-04-1780, no mesmo dia que sua irmã Joaquina, que aparentemente faleceu na infância. Aos 6 anos Mariana morava com a mãe e as irmãs. Faleceu com testamento ditado na Capela de Nossa Senhora de Nazaré. Solteira, sem herdeiros necessários, instituiu por 1º testamenteiro e herdeiro o afilhado e sobrinho Francisco de Paula Ferreira (inventário neste site).

Mariana nomeou como 2º testamenteiro: Joaquim(?) Soares, filha de Francisco Soares Ferreira e de Theresa Francisca de Paula. Deixou de legado cinquenta mil réis a Joaquina Soares, filha de Francisco Soares.

São João del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, matriz aos 04-04-1780 Mariana, f.l. Guarda Mor Manoel Jose Godinho e Ana Francisca Alexandrina Rios, padr.: Antonio Caetano de Almeida Villas Boas, padre colado desta freguesia por pp ao Padre Jose da Silva Tavares, e Rosa Maria Angelica, solteira.

São João del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, cap. N. Sra de Nazare aos 04-04-1780 Joaquina, f.l. Guarda Mor Manoel Jose Godinho e Ana Francisca Alexandrina Rios, padr.: Dr. Antonio Tavares Rocha por pp ao Alf. Francisco Ferreira, e Maria da Silva Miranda

2-4 Escolástica Joaquina Rios, batizada em 30-09-1781. Com licença do Juiz dos ófãos e com o nome Escolástica Francisca Godinha, casou aos 15-11-1796 com Joaquim José da Silva Borges, filho de Mathias da Silva Borges e Francisca do Sacramento (Família “Domingos Borges da Silva”).

São João del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, cap. N. Sra de Nazare aos 30-09-1781 Escolastica, f.l. Guarda Mor Manoel Jose Godinho e Ana Francisca Alexandrina Rios, padr.: Francisco Lobo Rios e Brigida Teresa da Silva Rios.

3- Francisco Lobo da Silva Rios

Doutor em Direito, advogado por profissão, com 32 anos em 1782. Casou Joaquina Rosa da Conceição, de Lisboa, filha de Nicolau Teixeira e Maria Inácia ambos da freguesia de Santa Maria Maior comarca de Santarem Patriarcado de Lisboa.

Dr Francisco faleceu aos 18-04-1816 com inventário aberto em outubro do mesmo ano pela viúva na Vila de São João del Rei.

Em 1832, quando da abertura de seu próprio inventário, Joaquina Rosa já era falecida há anos.

Segundo os inventários de ambos, neste site, foram pais de seis filhos:

3-0 José, batizado em 30-07-1780, não comparece no inventário e sim seu irmão mais novo.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. Sto Antonio do Rio das Mortes aos 30-07-1780 Jose, f.l. Dr. Francisco Lobo da Silva Rios e D. Joaquina Rosa da Conceição, np Francisco Lobo Rios da freg. da Se do Bispado do Porto e Brigida da Silva de Miranda desta, nm Nicolau Teixeira e Maria Inacia ambos da freg. Santa Maria Maior das Almas comarca de Santarem do Patriarcado de Lisboa, padr.: Francisco Lobo Rios e Maria da Silva de Miranda.

3-1 Joaquim José da Silva Rios, batizado em 01-07-1781. Solteiro em 1832, morador na Vila de São João del Rei.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, aos 01-07-1781 Joaquim, f.l. Dr. Francisco Lobo da Silva Rios e D. Joaquina Rosa da Conceição, de Lisboa, padr.: Dr. Ouvidor desta Comarca Luiz Ferreira Araujo Azevedo e D. Laureana Joaquina de S. Jose, casada.

Faleceu aos 25-12-1855, com testamento redigido em São João del Rei aos 18-08-1852. Nunca se casou mas em testamento reconheceu quatro filhos naturais, havidos de mulheres solteiras (inventário neste site):

3-1-1 Cassiano Joaquim da Silva Rios, filho de D. Felicia Delfina, exposto ao próprio pai, com quem vivia e de quem foi inventariante

3-1-2 Ines Bárbara do Patrocínio, filha de Francisca Maria de Paula, também morava com o pai.

3-1-3 Ana Joaquina da Silva, irmã inteira de Inês, em 1852 morava com a mãe

3-1-4 Ana Martins da Silva Rios, filha de Mariana Martins. Em 1852 era viuva de Antonio Marcelino da Costa Batista.

3-2 Maria Bárbara Joaquina da Natividade ou do Monte do Carmo, batizada em 11-07-1785. Com 31 anos em 1816, casada com seu primo Carlos José da Silva Rios, filho de José da Silva Rios 5 deste, e Joaquina Lopes de Siqueira. Em 1839 vivia em Santo Antonio do Rio das .Mortes Pequeno, viúva com 52 anos.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, aos 11-07-1785 Maria, f.l. Dr. Francisco Lobo da Silva Rios e D. Joaquina Rosa da Conceição, padr.: Antonio Lobo Rios e D. Ana Claudia S. Bernardo, casada.

Faleceu com testamento redigido no Sitio da Pedreira aos 02-08-1843, aberto em seis de fevereiro de 1844. Não teve filhos, deixando por herdeiras Francisca e Mariana, filhas do irmão José, seu testamenteiro. Deixou também entre outros, um legado à sua prima Francisca de Paula Rios (inventário neste site).

3-3- Francisca Cândida dos Serafins, batizada em 01-12-1788. Solteira com 48 anos em 1832.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, aos 01-12-1788 Francisca, f.l. Dr. Francisco Lobo da Silva Rios e Joaquina Rosa da Conceição, par.: Cap. Jeronimo da Silva Pereira, solteiro e D. Francisca Maria de Paula, casada.

3-4- José da Silva Rios, batizado em 14-08-1790. Solteiro em 1816, casou depois com Joana Maria de Jesus.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, aos 14-08-1790 Jose, f.l. Dr. Francisco Lobo da Silva Rios e D. Joaquina Rosa da Conceição, padr.: Cap. Jeronimo da Silva Pereira, solteiro e Maria da Silva de Miranda, viuva.

Em 1832 moravam na Fazenda de Santo Antonio, no curato do Rio das Mortes Pequeno. José teve ao menos três filhos que em 1838 receberam legados do tio Carlos:

3-4-1 José, afilhado da tia Maria Bárbara, de quem tambem recebeu um legado.

3-4-2 Francisca, com sua irmã Mariana abaixo, foi herdeira da tia Maria Bárbara

3-4-3 Mariana

3-5- Ana Brizida, batizada em 03-06-1792. Solteira em 1832

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. Sto Antonio do Rio das Mortes aos 03-06-1792 Ana, f.l. Dr. Francisco Lobo da Silva Rios e D. Joaquina Rosa da Conceição, padr.: Cap. Joaquim Coelho de Souza e Brigida Teresa da Silva Rios.

3-6- Francisco Joaquim da Silva Rios, batizado em 15-08-1797.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. Sto Antonio do Rio das Mortes Pequeno aos 15-08-1797 Francisco, f.l. Dr. Francisco Lobo da Silva Rios e D. Joaquina Rosa da Conceição, padr.: Sarg. Mor Gabriel Antonio de Mesquita por pp ao Dr. Felisberto Gomes Couto, e D. Maria Joaquina da Silva por pp a Joaquim Jose da Silva.

Faleceu solteiro antes de 1832, deixando três filhos naturais, moradores na vila de São João del Rei que o representaram no inventário materno, e foram por ele mesmo habilitados em seu inventário: Eram filhos de Beatriz Maria da Assunção.

3-6-1 Maria Madalena de Jesus, batizada em São João del Rei aos 19-11-1828 (certidão no inventário do avô)

3-6-2 Francisco, batizado na Matriz de N Sra do Pilar aos 19-06-1830.

3-6-3 Romana, 3 meses

4- Brígida Teresa da Silva Rios

Nascida por volta de 1754, solteira 28 anos em 1782. Casou depois com João das Neves Alves Ferreira, filho de Pascoal Alves Rodrigues e Josefa Ferreira Barreta (família “Maria de Siqueira Paes”, § 2).

Brizida faleceu aos 29-09-1799, sem geração.

Livro de Óbitos da matriz de SJDR

Aos 29-09-1799 faleceu D. Brizida Thereza da Silva Rios

Test:Sou filha legitima de Francisco Lobo da Silva Rios e Brizida da Silva Miranda falecidos há muitos anos.

Sou casada com João das Neves Alves Ferreira, sem filhos nem herdeiros necessários.

Deixou um legado “ao meu sobrinho e afilhado Carlos, filho de meu irmão José Lobo da Silva Rios”

Deixou o resto da terça ao marido

5- José Lobo da Silva Rios

Solteiro com 26 anos em 1782, casou depois com Joaquina Lopes de Siqueira, de quem foi o segundo marido. Joaquina era filha de João Lopes de Siqueira e Ana da Fonseca Coutinha, ele portugues e ela filha de Maria Portes del Rei e seu segundo marido Feliciano da Silva Coutinho, SL 5, 181, 3-1. Havia sido casada em primeira nupcias com Vicente José da Silva, de quem teve seis filhos descritos na família “Lopes de Siqueira” cap 14º.

José e Joaquina tiveram cinco filhos, conforme o inventário dela, neste site, melhor descritos na família supra citada:

5-1 Joaquim, 5 anos em 1794 .

5-2 Theresa, provávelmente gêmea do acima

5-3 Carlos José da Silva Rios, nascido por 1790, afilhado e legatário da tia paterna Brizida Tereza. Casou com Barbara Joaquina da Natividade, filha do Dr Francisco Lobo da Silva Rios 3 desta família. Eram moradores em Santo Antonio do Rio das Mortes Pequeno.

5-4 Francisca, nascida por 1792

5-5 Maria, nascida em 1794, de cujo parto provavelmente morreu sua mãe.

6- Rosa da Silva Rios

Rosa nasceu por volta de 1758. Em 1782, aos 24 anos era solteira.

7- Maria Bárbara da Silva Rios

Maria Barbara, batizada em 16-12-1751. Casou aos 13-06-1774 com Manoel Soares Ferreira, natural da freguesia de Santo Adrião, filho de José Ferreira de Oliveira e Ana Soares do Couto.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. Sto Antonio aos 16-12-1751 Maria, f.l. Francisco Lobo Rios e Brigida da Silva de Miranda, padr.: Manoel Lopes Madeira, solteira e Maria Lemos por pp a seu marido Manoel Ferreira Pereira.

B7: Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas, aos 13-06-1774 matriz, Manoel Soares Ferreira, f.l. Jose Ferreira de Oliveira e Ana Soares do Coito, n/b freg. Santo Adrião comarca e bispado de Penafiel; = cc. Maria Barbara da Silva Rios, f.l. Francisco Lobo Rios e Brizida da Silva de Miranda, n/b nesta.

Maria faleceu entre 1780 e 1782 e foi representada no inventário do pai por seus quatro filhos (idades em 1782):

7-1- Teresa Francisca de Jesus, 7 anos. Legatária da tia Maria da Silva de Miranda. Aos 28-10-1789 casou com Manoel José Gomes, filho de Gabriel Gomes de Siqueira e Rosa Maria de Sampaio.

B7: Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas, aos 28-10-1789 Cap. N. Sra. Nazare, Manoel Jose Gomes, f.l. Gabriel Gomes de Siqueira e Rosa Maria de São Payo, n/b na freg. de N. Sra. da Conceição da vila do Facão Bispado de S. Paulo; = cc. Theresa Francisca de Jesus, f.l. de Manoel Soares Ferreira e Maria Barbara da Silva, n/b nesta freg.

7-2- Francisco, 5 para 6 anos de idade;

7-3- Antonio, de 4 para 5 anos em 1782. Antonio Soares Ferreira em 30-09-1807 casou com Adriana Rosa de Jesus, filha de Francisco Rodrigues de Jesus e Maria Caetana do Nascimento, família “Paes Godoy dos Passos”.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar e Capelas Filiadas, aos 30-09-1807 cap. Nazare test.: Antonio Leite Ribeiro e João Batista Ribeiro. Antonio Soares Ferreira, f.l. Manoel Soares Ferreira e Maria Barbara da Silva = cc Adriana Rosa de Jesus, f.l. Francisco Rodrigues de Jesus e Maria Caetana do Nascimento. Nts e bts nesta freguesia.

7-4- Joaquim, 1 para 2 anos.

OS BUENOS DA FONSECA , sócios do Capitão Pedro da Silva de Miranda em Lavras-MG

PROJETO COMPARTILHAR

Coordenação: Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira

www.projetocompartilhar.org

Os BUENO DA FONSECA em Lavras–MG

(atualizado em 27-fevereiro-2017)

Segundo Silva Leme, Genealogia Paulistana Vol 1º, 433, 2-2:

Francisco Bueno Luiz da Fonseca foi morador em Parnaíba por muitos anos e depois passou-se ao sitio de Vuturuna no Rio das Mortes, onde estava em 1729. Foi casado com Maria Jorge Velho, fª de Salvador Jorge Velho e de Margarida da Silva. Teve 3-1 a 3-8.

Regina Junqueira

Bartyra Sette

Este “Fonseca” era também grafado “Affonseca” conforme se vê em alguns bandos e provisões passados para o Capitão Manoel Bueno da Fonseca, irmão de Francisco, registrados no Arquivo Geral da Câmara de São Paulo.

Francisco Bueno da Fonseca requereu uma sesmaria em 1737 em conjunto com quatro de seus filhos e com o Capitão de Cavalos Pedro da Silva de Miranda.

Ele faleceu em 12-04-1752 sendo sepultado na Capela do Rosário da Cachoeira do Rio Grande (Não confundir essa Capela com a de N. Sra. do Rosário que existe no arraial de Lavras.) da qual era administrador. Vários de seus filhos moravam nas imediações da Capela que esta nas margens do Rio Capivari próxima a sua foz no Rio Grande. (atualmente pertence ao município de Itumirim) No mesmo ano de sua morte vários filhos pagaram dízimos na paragem chamada “Capivari” (conforme o documento APM_CC 2039 micro filmado no Arquivo Publico Mineiro)

Carrancas, mg Igreja N Sra da Conceição obitos – aos 12-04-1752 fal. Cap. Mor Francisco Bueno da Fonseca, fregues desta freguesia, natural da cidade de S. Paulo, de idade oitenta e tantos anos. Faleceu abintestado e esta sepultado dentro da sua capela do Rosario da Cachoeira do Rio Grande de que era administrador, filial da matriz de S. João del Rei.

“Isabel Bueno da Fonseca moradora em Capivari pagou 12 oitavas de ouro”;

“Diogo Bueno da Fonseca morador em Capivari pagou 10 oitavas”;

“Manoel Francisco Xavier morador em Capivari pagou nove oitavas”;

“Pascoal Leite Paes, morador em Lavras pagou 10 oitavas”

RAPM ano IV pg. 888 – “Ao Capitão Pedro da Silva de Miranda e outros: Martinho de Mendonça de Pina e Proença, etc. Faço saber aos que esta minha carta de sesmaria virem que tendo respeito a me representar o Capitão de Cavalos Pedro da Silva de Miranda, Francisco Bueno da Fonseca, Salvador Jorge Bueno, Pascoal Leite Paes, Diogo Bueno e Manoel Francisco Xavier Bueno, que eles suplicantes se achavam com grande numero de escravos sem terras nem matos em que os pudessem ocupar… e porque tinham posses e feitorias há mais de 7 anos no Funil do Rio Grande correndo Rio Abaixo ate onde atocinha um morro no mesmo rio e neste em pouca distancia faz barra o ribeirão das faisqueiras que serão três léguas de comprido desde o referido funil ate a barra do ribeirão e de testada ate o campo que será uma légua e meia…. Dada em Vila Rica a 15 de janeiro de 1737” (pesq. Moacyr Villela)

RAPM – livro de óbitos de Carrancas: “Aos 12 dias do mês de abril de 1752 faleceu da vida presente com os sacramentos da penitência e extrema unção o Capitão Mor Francisco Bueno da Fonseca freguês desta freguesia natural da cidade de São Paulo de idade de 80 e tantos faleceu abi intestado e esta sepultado dentro de sua capela do Rosário da Cachoeira do Rio Grande de que era administrador, filial da matriz de São João Del Rei…para constar fiz esse assento que por verdade assinei o Vigário Manoel Caetano de Figueiredo” (pesq. Moacyr Villela)

Dos descendentes de Francisco Bueno e Maria Jorge, encontramos em documentos vários, filhos dentre os primeiros povoadores de Lavras do Funil-MG, onde deixaram geração, que em parte documentamos nesta família.

Cap 1º – Diogo Bueno da Fonseca

Cap 2º – Manoel Francisco Xavier Bueno

Cap 3º – Pascoal Leite Paes

Cap 4º – Izabel Bueno da Fonseca

Cap 5º – Salvador Jorge Bueno

TESTAMENTO E INVENTÁRIO DO CAPITÃO PEDRO DA SILVA DE MIRANDA

PROJETO COMPARTILHAR

Coordenação: Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira

www.projetocompartilhar.org

Família “Lobo da Silva Rios”, neste site.

PEDRO DA SILVA DE MIRANDA, capitão

Inventário

Museu Regional de São João del Rei

Tipo de Documento: Inventário

Ano: 1745

Caixa: 580

Inventariado: Capitão Pedro da Silva de Miranda

Inventariante:Lázaro da Silva de Miranda

Local: São João del Rei

Nº de Páginas: mais ou menos 300

Transcrito por: Edriana Aparecida Nolasco a pedido de Regina Junqueira

fls. 01

Justificante Maria da Silva de Miranda, órfã que ficou do Capitão Pedro da Silva de Miranda já defunto, para efeito de recorrer ao Desembargo da B.ª (…).

Data: 26-10-1745

Local: Sítio e Roça de Santo Antonio do Rio das Mortes onde vivia e morava o Capitão de Cavalo Pedro da Silva de Miranda, já defunto.

fls. 02

Diz Maria da Silva de Miranda, filha do Cap.m P.º da Silva de Miranda e de Arcângela M.ª de Jesus (…).

Dizem Fran.co Lobo Rios, por cabeça de sua mulher Brizida da Silva de Miranda, e Maria da Silva de Miranda que o defunto pai das suplicantes (…).

Que faz Brizida da Silva de Miranda, casada com Francisco Lobo Rios; e seus irmãos Lázaro da Silva e Maria da Silva.

Auto de Inventário que foi fazer o Juiz Ordinário e órfãos pela lei Simão Moreira de Almeida, comigo Escrivão dos órfãos, dos bens que ficaram por falecimento do Capitão Pedro da Silva de Miranda, o que faleceu com seu solene Testamento, em a sua roça e casa no Rio das Mortes Pequeno aos 30 de Setembro de 1745 – Inventariante Lázaro da Silva de Miranda – dos bens que ficaram por falecimento de seu pai o Capitão Pedro da S.ª de Miranda.

Data: 25-10-1745

Local: Sítio e Roça do Rio das Mortes Pequeno onde vivia e morava o Capitão Pedro da Silva de Miranda.

Testamento

Saibam quantos este instrumento virem que no Ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil setecentos e quarenta e quatro anos, aos onze dias do mês de Novembro do dito ano nesta vila de São João del Rei, em casas de morada de Simão Moreira de Almeida, eu Pedro da Silva de Miranda estando em meu perfeito juízo e entendimento, temendo-me da morte e desejando por a minha alma no caminho da salvação por não saber o que Deus Nosso Senhor de mim quer fazer e quando será servido de me levar para si, faço este Testamento na forma seguinte:

(……………..)

Rogo a Simão Moreira de Almeida e a meu filho Lázaro da Silva de Miranda e a Diogo de Abreu que por serviço de Deus e por me fazerem mercê queiram ser meus Testamenteiros (…)

(……………..)

Declaro que sou natural do lugar de Santa Cruz do Termo da Vila de Passo Bispado de Miranda, filho legítimo de Manoel da Silva de Moraes e de sua mulher Maria de Miranda, já defuntos, e sou solteiro e que tenho três filhos naturais e legitimado por uma Provisão do Desembargador do Passo da cidade da Bahia, passada aos dezessete dias do mês de Maio de mil setecentos e quarenta e dois, os quais são Lázaro da Silva de Miranda, Brizida da Silva de Miranda e Maria da Silva de Miranda, os quais instituo por meus herdeiros nas duas partes do líquido de meus bens depois de pagas as minhas dívidas e da minha terça disponho (…).

(……………..)

Deixo e ordeno aos meus Testamenteiros façam entregar ao Reitor do Colégio da Companhia do Rio de Janeiro, duzentos e seis mil réis para que este me faça a esmola de os remeter ao Procurador Geral da mesma Companhia do Reino de Portugal para que este remeta ao Procurador do Colégio da cidade de Bragança para efeito de os fazer entregar no Convento de Santa Clara da Vila de Vinhais a minha prima Ana Maria de São José, religiosa no dito convento (…) caso seja falecida o dito Procurador distribuirá a dita quantia pelos parentes pobres da dita religiosa (…).

(……………..)

Deixo de esmola a Pedro da Silva, filho de Arcângela Maria, dois escravos que valem trezentos mil réis (…).

Deixo a Alexandre da Silva, filho da mesma, outros dois escravos do mesmo valor (…).

Deixo a João da Silva, da mesma forma filho da dita Arcângela, seiscentos mil réis (…).

Deixo pelo amor de Deus a Lucas, mulatinho filho de Rosa Mina, hoje liberta e casada com o meu escravo Bernardo Mina, a liberdade e duzentos mil réis.

Deixo a Antonio, mulatinho filho da mesma Rosa, também a liberdade e duzentos mil réis,

E caso que ambos de qualquer destes dois mulatinhos sejam falecidos ao tempo da minha morte, neste caso quero que qualquer deste dois legados passem a minha filha Brizida da Silva (…).

(……………..)

Mando que cumpridos todos os meus legados acima declarados, de todos os remanescentes da minha terça se façam três quinhões em partes iguais, e uma destas partes deixo de legado a minha filha Brizida da Silva de Miranda (…).

(……………..)

(…) roguei a Manoel de Andrade e Cunha que este me escrevesse (…).

Vila de São João del Rei, 11 de Novembro de 1744

Pedro da Silva

Abertura

Aos trinta dias do mês de Setembro de mil setecentos e quarenta e cinco (…) foi aberto este Testamento com que faleceu Pedro da Silva de Miranda.

Herdeiros:

01- Lázaro da Silva de Miranda, de idade de trinta e dois anos pouco mais ou menos.

02- Brizida da Silva de Miranda, de idade de vinte e oito anos, casada com Francisco Lobo.

03- Maria da Silva de Miranda, solteira, menor de vinte e três anos pouco mais ou menos.

Bens de Raiz:

  • uma terras de plantas e capoeiras e matos virgens, canaviais e toda a mais planta que se acharão nas ditas terras e roça valada  4:080$000
  • um serviço da Lagoa Verde  550$000
  • outro serviço com lavra aberta na dita Lagoa Verde, ao pé do Rio das Mortes Pequeno  1:400$000
  • outro serviço que foi do Capitão Antonio Rodrigues Coura e Lavras que foram do dito Coura  1:650$000

Monte Mor  20:069$327

Diz Maria da Silva de Miranda, órfã, moradora no sítio de Santo Antonio do Rio das Mortes Pequeno.

INVENTÁRIO DE ARCÂNGELA MARIA DE JESUS

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Coordenação: Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira

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Família “Lobo da Silva Rios”, neste site.

ARCÂNGELA MARIA DE JESUS

Inventário

Museu Regional de São João del Rei

Tipo de Documento: Inventário

Ano: 1745

Caixa: 111

Inventariada: Arcângela Maria de Jesus

Inventariante: Diogo de Abreu

Local: São João del Rei

Nº de Páginas: 82

Transcrito por: Edriana Aparecida Nolasco a pedido de Regina Junqueira

fls. 01

Auto de Inventário que manda fazer por comissão o Juiz Ordinário e Órfãos pela Lei Simão Moreira de Almeida dos bens que ficaram por falecimento de Arcângela Maria de Jesus dos quais está em posse e cabeça de casal e é inventariante deles seu marido Diogo de Abreu e faleceu a dita sem Testamento aos vinte e um dias do mês de Dezembro de mil setecentos e quarenta e cinco.

Data: 24-12-1745

Local: Sítio e Roça chamada a Paciência do Rio das Mortes Pequeno.

fls. 02v. – Filhos Naturais:

01- Pedro da Silva de Miranda, de idade de trinta e oito anos pouco mais ou menos.

02- João da Silva de Miranda, de idade de trinta e seis anos pouco mais ou menos.

03- Lázaro da Silva de Miranda, de idade de trinta e quatro anos pouco mais ou menos.

04- Izabel da Silva de Miranda de idade de trinta e dois anos pouco mais ou menos.

05- Brisida da Silva de Miranda de idade de trinta anos pouco mais ou menos.

06- Alexandre da Silva de Miranda de idade de vinte e oito anos pouco mais ou menos.

07- Maria da Silva de Miranda de idade de vinte e três anos pouco mais ou menos.

Filhos de Legítimo Matrimônio:

08- Antonia Maria de Abreu de idade de vinte e um anos pouco mais ou menos.

09- Silvestre Duarte de Abreu de idade de dezenove anos que os há de fazer dia de São Silvestre último deste presente mês de Dezembro do ano de 1745.

10- Antonio Duarte de Abreu de idade de dezesseis anos pouco mais ou menos.

fls. 08v. – Bens de Raiz:

  • uma rocinha de capoeiras com seu rancho de capim, de vivenda, com bastante uso  205$000

fls. 11

Diz Diogo de Abreu, morador no Rio das Mortes Pequeno (…). que faleceu sua mulher Arcângela Maria na companhia dele suplicante (…).

fls. 12

Dizem Lázaro, Pedro, Alexandre, João, Izabel, Maria e Brigida da Silva de Miranda e seu marido Francisco Lobo Rios (…).

Monte Mor  1:345$722

Assentada de Testemunhas – Extraídas de uma Justificação de Dívidas:

  • Lázaro da Silva de Miranda, morador em Santo Antonio do Rio das Mortes Pequeno, vive de sua roça, 34 anos.
  • Alexandre da Silva de Miranda, morador em Santo Antonio do Rio das Mortes Pequeno, vive de ser carpinteiro, 28 anos.

INVENTÁRIO DA MARIA DA SILVA DE MIRANDA

(Irmã da Izabel da Silva de Miranda)

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Coordenação: Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira

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MARIA DA SILVA DE MIRANDA

Inventário

Museu Regional de São João del Rei

Tipo de Documento: Inventário

Ano: 1793

Caixa: C-17

Inventariada: Maria da Silva de Miranda

Inventariante:Antonio Lobo da Silva Rios

Local: São João del Rei

Nº de Páginas: mais ou menos 144 (muito danificado)

Transcrito por: Edriana Aparecida Nolasco a pedido de Regina Junqueira

fls. 01

Diz Antonio Lobo da Silva Rios, testamenteiro de sua tia Maria da Silva de Miranda (…).

fls. 03 – Testamento

Maria da Silva de Miranda, filha natural do Capitão Pedro da Silva de Miranda e de Arcângela Maria de Jesus, católica romana, batizada na Capela de Santo Antonio do Rio das Mortes Pequeno, que estando em meu perfeito juízo e saúde no dia quatro do mês de Março do ano de mil setecentos e oitenta e nove e por ignorar quando será o dia tremendo em que Deus me chamará a pedir-me contas dos talentos que me entregou , me resolvo fazer o meu Testamento na forma seguinte:

(………………)

Meu corpo será amortalhado em o Hábito de Nossa Senhora do Monte do Carmo e serei sepultada na Matriz da Vila de São João del Rei (…).

(………………)

Sempre vivi no estado de solteira [ parte danificada] minha alma por minha universal herdeira.

Declaro que na partilha que se fez por falecimento de meu cunhado Francisco Lobo Rios, me tocou no caso desta Fazenda de Santo Antonio em que com ele era sócia, a quarta parte (…) como também de um sítio da Lagoa Verde que constam de terras de cultura e de minerar e outras também sitas no Pasto das Éguas no Rio Grande.

(………………)

Somados os meus bens, meus Testamenteiros farão da sua quantidade três partes, duas das quais se mandarão dizer em missas pela minha alma e pelas dos meus escravos (…) e a outra parte se fará dela igual divisão pelos meus sobrinhos: Antonio Lobo da Silva Rios; Francisco Lobo da Silva Rios; José Lobo da Silva Rios; Brizida Theresa da Silva Rios.

(………………)

Declaro mais que sou possuidora de dois crioulos, um por nome Luciano e outro por nome Martinho e ambos deixo a minha sobrinha Theresa Francisca, filha de Manoel Soares (…).

(………………)

(…) pedi ao Padre José de Souza Vieira que este me escrevesse

Maria da Silva de Miranda

Abertura

Abri este Testamento com que faleceu a Testadora Maria da Silva de Miranda no dia quinze de Julho, pelas duas horas da tarde pouco mais ou menos, nesta Fazenda de Santo Antonio do Rio das Mortes

Herdeiros da 3ª:

01- Antonio Lobo da Silva Rios.

02- Fran.co Lobo da Silva Rios.

03- José Lobo da Silva Rios.

04- João das Neves Alves Ferreira, por cabeça de sua mulher Brizida Theresa da Silva Rios.

Bens de Raiz:

  • a quarta parte do Engenho desta Fazenda de Santo Antonio do Rio das Mortes Pequeno, tanto no engenho como da fazenda  1:549$125
  • parte nas terras de cultura no sítio do Ribeirão chamado de Santo Antonio  67$714
  • parte nas terras minerais que ficam da parte do dito engenho  630$952
  • parte nas terras minerais chamadas do Ribeirão de Santo Antonio  347$023
  • parte de terras minerais sitas na Lagoa Verde,. nos morros  315$309
  • terras minerais no pasto das Éguas do Rio Grande  445$000
  • moinho desmantelado  10$000
  • cana plantada, já grande
  • metade de uma morada de casas sitas no Rio da Prata  450$000
  • metade de outra casa na mesma rua da Prata, anexa a anterior  200$000

fls. 37 – Procuração

Procuradores Nomeados: José Lobo da Silva Rios, José Fernandes de Souza.

Data: 09-09-1794

Local: Santo Antonio do Rio das Mortes Pequeno

Que Faz: Antonio Lobo da Silva Rios

Monte Mor  9:484$781

MAIS DOCUMENTOS E PISTAS SOBRE PEDRO DA SILVA MIRANDA

FUNDADORES DE LAVRAS-MG

Dados pesquisados pela prima Vânia Mendes Ramos da Silva.

Informação encontrada no livro  O Amanho do Ouro – elites econômicas da antiga comarca do Rio das Mortes, do século XVIII ao XIX – de Afonso de Alencastro Graça Filho.

280 anos do primeiro marco jurídico de Lavras 15 de janeiro de 1737, primeira Carta de Sesmaria
Nesta data comemora-se o estabelecimento oficial de Lavras, quando os primeiros colonizadores recebem carta de sesmaria do governador da capitania de Minas Gerais, citada ao fim. As sesmarias eram instrumentos jurídicos portugueses que normatizavam a distribuição de terras destinadas à produção agrícola. Ao receber o direito de explorar as novas terras, os sesmeiros tinham, em contrapartida, de fazê-lo dentro de determinado prazo, além de pagar os impostos devidos.

Quem eram os primeiros moradores?

Dos primeiros moradores, destacamos Francisco Bueno da Fonseca e seus filhos, bandeirantes paulistas
que vieram com “grande risco de suas vidas e despesas a descobrir e povoar o sertão do rio Grande abaixo, e Capivari, comarca do Rio das Mortes”, a partir de 1720.

Quanto ao capitão Pedro da Silva de Miranda, o outro sesmeiro, ao que se sabe este era português,
natural de Santa Cruz, termo da vila de Passos, bispado de Miranda. Teve um romance com Arcângela Maria de Jesus, da freguesia de Nossa Senhora da Pena, cidade de Lisboa, Portugal, legando aos filhos dela parte de sua herança. Morreu solteiro em seu sítio no curato de Santo Antônio do Rio das Mortes Pequeno (distrito de São João del-Rei), no dia 30 de setembro de 1745.
Onde ficavam suas terras?

Mapa de Lavras com fazenda Macaia do Capitao Pedro da Silva de Miranda - residencia da Vania 2022

Mapa modificado do município de Lavras, a partir do Album Chorografico (1927). Escala 1:200.000.

A linha laranja foi acrescentada a partir da descrição dos marcos de sesmaria de 1737. Este território
equivaleria hoje a toda região rural entre o rio Grande e zona norte da cidade. Note que o distrito de Conceição, no mapa de 1927, é hoje o município de Ijaci. Em 1753 novas cartas de sesmaria seriam dadas aos Bueno da Fonseca e outros moradores, estendendo ao sul os limites do povoado até a serra da Bocaina.
Carta de sesmaria
Ao Capitão Pedro da Silva de Miranda e outros
Martinho de Mendonça de Pina de Proença etc.
– Faço saber aos que esta minha carta de sesmaria virem, que tendo respeito a me representarem o capitão de cavalos Pedro da Silva de Miranda, Francisco Bueno da Fonseca, Salvador Jorge Bueno, Pascoal Leite Paes, Diogo Bueno, e Manoel Francisco Xavier Bueno, que eles suplicantes se achavam com grande número de negros, sem terras nem matos, em que os pudessem ocupar para se utilizarem à Fazenda de Sua Majestade, com aumento dos Reais Dízimos; e porque tinham posses e feitorias há mais de sete anos no funil do rio Grande, comarca do rio das Mortes, queriam por sesmaria as terras e matas que compreendem o dito funil do rio Grande, correndo rio abaixo até onde atocha um morro no mesmo rio, e neste em pouca distância faz barra o ribeirão das Faisqueiras que serão três léguas de comprido desde o referido funil até a barra do ribeirão, e de testada terá o campo que uma légua e meia; e para poderem possuir as ditas terras com justo título, me pediram que lhes mandasse passar sua carta de sesmaria delas dentro das confrontações acima mencionadas e na forma das ordens de Sua Majestade, atendendo ao requerimento dos suplicantes, e ordem do dito Senhor mandando primeiro informar o provedor da Fazenda Real, procurador dela, e a câmara daquela comarca que respondeu ser certa a dita paragem, e não haver inconveniente para que aos suplicantes se concedesse a graça que pediam. (…). Dada em Vila Rica, a quinze de janeiro de mil setecentos e trinta e sete. – o Secretário etc. Martinho de Mendonça de Pina e de Proença [RAPM, 1899: 888-889]. Tag: [Túnel do Tempo] [Bueno da Fonseca] [Sesmaria]

FRANCISCO VIEIRA & NATÁLIA DA MOTTA

(Meus Octavós. Pais de Bernardo Vieira da Motta cc Mariana Benedicta de São José)

Pesquisado por Juca – Jose Fernandes da Cunha, Adeilson Batista, Vânia Mendes Ramos da Silva, Clênia Oliveira dos Reis, Josi Baggio e Juliana Areias.

Francisco Vieira, (G9KF-PQT) nasceu em julho de 1683, em Magos, Braga, Portugal, e foi batizado em 1/8/1683 no mesmo local, filho de Domingo Vieira e Maria Francisca. Faleceu em 29/1/1731 e foi enterrado em 30/1/1731 no mesmo local Magos, Braga, Portugal. Casou-se em 16/11/1711 em Cantelães, Vieira do Minho, Braga, Portugal com Natalia da Motta.

Natália da Motta, (G8DN-8MJ) nasceu em agosto de 1688 em Cantelães, Vieira do Minho, Braga, Portugal e foi batizada em 22/8/1688 no mesmo local, filha de Domingo Antunes e Izabel da Motta. Faleceu em 12/7/1732 e foi enterrada em 13/7/1732 em Cantelães, Vieira do Minho, Braga, Portugal.

Segundo a extensiva e minuciosa pesquisa do Primo Juca, José Fernades de Castro, esse é o casal que dá origem a família Vieira da Motta em Minas Gerais, através de ao menos quatro de seus filhos que imigraram para Minas Gerais: Capitão-Mor Domingos Vieira da Motta,  Bernardo Vieira da Motta (meu septavô) , Francisco Vieira da Motta e José Vieira da Motta. Juca explica que certamente a influência do cargo de Capitão-Mor do filho Domingo Vieira da Motta, propiciou a vinda dos seus irmãos e a obtencão de terras deles, pois uma de suas funções de Domingos como Capitão-Mor da Coroa Portuguesa no Brasil, era distribuir terras, chamadas Sesmarias de 18km x 6 Km para pessoas capazes de desbravar os sertões mineiros do atual Triângulo Mineiro,  como extratégia de povoamento para controlar e combater o crescimento do poder de dois kilombos e tribos indíginas locais.  Dessa forma, as Sesmarias de Cachoeira, Macaúbas, Barreira, Cocaes e Santo Antonio,  foram dadas e herdadas por membros e descendentes dessa família.

ORDEM DOS FILHOS DE FRANCISCO VIEIRA E NATÁLIA DA MOTTA

Francisco Vieira e Natália da Motta tiveram ao menos os seguintes filhos:

  • Bernardo Vieira da Motta *antes de 1735 no Porto, Portugal e falecido em 1819 em São Bento do Tamanduá, Minas Gerais, Brasil. Foi casado com Mariana Benedicta de São José.

BASTISMO DE FRANCISCO VIEIRA 1/8/1683 – Magos, Braga, Portugal

Batismo de Francisco Vieira

Ao primeiro dia do mês de agosto de mil seiscentos e oitenta e três anos batizou o padre Antônio Ribeiro coadjunot desta freguesia a FRANCISCO, filho de DOMINGOS VIEIRA e de sua mulher MARIA FRANCISCA, da torre, do lugar de Villa Sequa, foi padrinho Francisco Gonçalves do paço, do lugar de Cetergaça era et supra

BATISMO NATALIA DA MOTTA

22/8/1688 em Cantelães, Vieira do Minho, Braga, Portugal

Batismo Natalia da Motta

Aos vinte e dois dias do mês de agosto de mil seiscentos e oitenta e cinco batizei a NATALIA, filha de DOMINGOS ANTUNES e de sua mulher, foram padrinho Sebastião Gt. do Alento e Natalia, filha de Sebastião Gt. do ?

CASAMENTO DE FRANCISCO VIEIRA E NATALIA DA MOTTA

16/11/1711 em Cantelães, Vieira do Minho, Braga, Portugal

Casamento de Francisco Vieira e Natalia da Motta

Aos 16 dias do mês de novembro do ano de mil setecentos e onze do dito ano receberam-se em presença do padre Amaro Pereira, cura desta igreja de Santo Estevão de Cantelães, e nela mesmo se receberam FRANCISCO VIEIRA, filho de DOMINGOS VIEIRA do lugar de Magos e MARIA FRANCISCA da freguesia de São João de Vieira, com NATÁLIA DA MOTTA, filha de DOMINGOS ANTUNES, do lugar de Crostas (<=?) S. Foram testemunhas João de Araújo e João da Motta e todos comigo aqui assinaram…
Assinatura: João da Motta de Arais

ÓBITO DE FRANCISCO VIEIRA

Óbito de Francisco Vieira

Aos 29 de janeiro de mil setecentos e trinta e um anos faleceu com todos os sacramentos da Santa Madre Igreja FRANCISCO VIEIRA, lagomidam, do lugar de Azevedo,desta freguesia de Vieira, não fez a resa testamento e está sepultado dentro desta igreja

ÓBITO DE NATÁLIA DA MOTTA

Óbito de Natália da Motta

Aos doze dias do mês de julho de mil setecentos e trinta e dois anos com todos os sacramentos Natália da Motta, viúva, do lugar do assento na escritura que fez ao seu filho Antônio da Motta, deixou os usos e os costumes e uma missa ao senhor, e outra a senhora,… cinco missas pelas bradas em testamento que fez que não foi apurado e que vai transladado no livro deles e para constar fiz este assento

TESTAMENTO DE NATÁLIA DA MOTTA

Testamento de Natália da Motta

Testemento de Natalia da Motta redigido em 20/03/1732 e averto em 21 de julho de 1732

ORDEM DOS FILHOS DE FRANCISCO VIEIRA & NATALIA DA MOTTA

Francisco Vieira e Natália da Motta tiveram os seguites filhos:

  1. Capitão-Mór Domingos Vieira da Motta *19/12/1715 em Magos, Braga, Portugal e falecido e enterrado em 13/10/1805 em São Francisco de Paula-MG.
  2. Manoel Vieira da Mota *29/3/1717 em Magos, Braga, Portugal e batizado em 30/3/1717 no memso local.
  3. Bernardo Vieira da Motta *20/5/1718 em Magos, Braga, Portugal, onde foi batizado em 22/5/1718. Imigrou para o Brasil e sabemos que se casou antes de 1765 em Sao Francisco de Paula-MG com Mariana Benedicta de Sao José, filha dos acorianos Alferes Antonio Machado Neto e Maria Clara de São José. Bernardo faleceu em 29/2/1804 em São Francisco de Paula-MG e foi sepultado em 1/3/1804 no mesmo local.
  4. Mariana * 13/4/1720, em Magos, Braga, Portugal.
  5. Anna * 5/1/1723, em Magos, Braga, Portugal.
  6. Thereza *25/6/1725 e batizada em 1/7/1725 em Magos, Braga, Portugal
  7. Francisco Vieira da Motta *em cerca de 1726 e falecido após 1804 em São Francisco de Paula, Oliveira-MG. Casou-se com Francisca Maria, com quem teve ao menos 4 filhos: Maria, Anna, Veríssimo e Joanna. (fonte: Rol dos confessados, Mariana, MG, imagem 105. Pesquisa feita pelo Primo Juca, José Fernandes da Cunha).
  8. José Vieira da Motta *8/4/1728 em Magos, Braga, Portugal e batizado em 11/4/1728 no mesmo local. Falecido antes de 1844, em Minas Gerais. Casou-se com Rita Maria, com quem teve ao menos duas filhas Marianna Vieira da Motta ( cc Francisco Jose de Menezes) e Anna Vieira da Motta (* cerca de 1784 em São Vicente Ferrer, Turvo-MG).
  9. Antonio Vieira da Motta *antes de 1732 em Magos, Braga, Portugal. Casou-se com Anna Maria da Maia, filha de Francisco Custodio Luiz da Costa e Maria Antonia da Costa. Antonio e Anna tiveram ao menos um filho, Antonio, nascido em cerca de 1783 em São Francisco de Paula-MG.

ANTÔNIO MACHADO NETO & MARIA CLARA DE SÃO JOSÉ

( Meus Octavós. Supostos pais de Mariana Benedicta de São José cc Bernardo Vieira da Motta)

Pesquisado por Juca – Jose Fernandes da Cunha, Adeilson Batista, Vânia Mendes Ramos da Silva, Clênia Oliveira dos Reis, Josi Baggio e Juliana Areias.

O Alferes Antonio Machado Neto (LDQL-H4J) nasceu em cerca de 1680 em Porto Judeu, Ilha Terceira, Açores, Portugal e morreu na mesma localidade em 1786, filho de Bartholomeu Machado Netto e de Maria Luis Ferreira. Casou-se primeiramente com Maria Borges Machado em 9/11/1698, falecida em 1706 com quem teve ao menos um filho, Antonio Machado Borges, nascido em 22/6/1702 e falecido em 3/3/1786. (Ver Genealogia da Ilha Terceira, Volume V MACHADO, fls 550;551 e site GeneaMinas).

Conforme consta no Projeto Compartilhar, a segunda esposa do açoriano Alferes Antonio Machado Neto foi Maria Clara de São José,  casaram-se em 31 de julho de 1707 em Porto Judeu, Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores.

Maria Clara de São José, (LDQL-HCF) nasceu após 1683 em Porto Judeu, Ilha Terceira, Açores, Portugal e faleceu no mesmo local antes de 1737, filha de Sebastião Rodrigo Pacheco e Izabel Dias.

Meu querido primo Juca – José Fernades da Cunha e amada amiga Josi Baggio perquisando o arquivo online de Porto Judeu, acharam todos os registros e links aqui colocados sobre essa família. Josi encontrou o casamento de um irmão de Antônio Machado Netto, de nome Manoel, em 1697, mas não localizou o nascimento entre 1666 e 1682. Talvez ele fosse nascido em outra localidade. Em Porto Judeu, infelizmente não há livros de casamento anteriores a 1672. Supostamente, os pais Bartholomeu e Maria teriam casado por volta de 1650; ele filho Pedro Machado Netto e Brites de Avila Dantona.  Josi comenta também que na internet há indícios de um ancestral colateral dessa família, que teve participação importante na guerra de independência dos EUA chamado Pedro Francisco Machado, ou simplesmente, Peter Francisco. Consta que os pais de Pedro Machado seriam Manuel Machado Ribeira Secca e Izabel de Azevedo Netto, este filho de Gaspar Gonçalves Machado e Clara Gil Fagundes. A ascendência paterna de Clara passa por Gil Eannes Curbo Borba *1445 (Family Search / Geni). Este último link tem genealogia até o século IX, o que é ótimo mas nem sempre confiável. Vai passar pela Casa de Bragança, vai ter Conde em Coimbra, vai ter nascimento na Galicia, nas Astúrias e por aí vai… Já a ascendência materna de Gaspar vai até a Espanha. (ver Mécia de Andrade Machado.) Essas duas vertentes da família dos Azores para o Brasil e para os EUA, coincide com a tragetória identificada pelo teste de DNA, que mostra grande quantidade de primos distantes, que compartilham DNA açoriano comigo nos EUA, particularmente na Califórnia.

No entanto existe um problema fundamental até agora. Não localizamos ainda a certidão de batismo Mariana Benedicta de São José como documentação extra que prove que ela seja realmente filha de Antônio Machado e Maria Clara de São José. Josi Baggio pesquisou o arquivo online de Porto Judeu e encontrou todos os filhos de Antonio Machado, menos Mariana, até 1740. Essa questão está sendo levantada também pelos primos Juca – José Fernandes da Cunha e Vânia Mendes Ramos da Silva. Juca pelo inventario do Bartholomeu Machado Diniz deduziu que Mariana fosse filha deles porque nesse inventário de Bartolomeu Machado Diniz cita-se as filhas de Bernardo Vieira, casado com Mariana Benedicta de São José, como “minhas sobrinhas”. Em Legados: As sobrinhas filhas “de meu falecido irmão Jose Machado Dinis três solteiras e Maria casadaAs sobrinhas filhas de Bernardo Vieira que se chamam Rosa, Felicia e Ana ” Como os dois não são irmãos, logo deduziu Juca, o mesmo é irmão de Mariana, esposa de Bernardo.

Juca verificou e também nao achou a certidao de batismo da Mariana em Porto Judeu e em outro documento indica que a suposta mãe da Mariana faleceu em 1737, mas se estima que a data de nascimento da Mariana como depois disso apartir de 1738. Então as opções, seriam:
 
– Mariana nasceu em outra localizade.
– Mariana era neta e não filha do casal,
– Mariana era irma de Antônia Maria do Sacramento ( esposa do Bartholomeu) e não irma do Bartholomeu em si.
 
Enfim, vamos ter que estudar essas hipóteses, e  realmente precisa-se encontrar mais documentos para poder ter certeza. O inventário original do Bartholomeu Machado Diniz e sua transcrição se encontram também nessa página.
 
Enquanto isso, segue os links pesquisados e presenteados por minha amada amiga Josi Baggio nos nossos cafezinhos virtuais:
 
Batismos:
Maria – b. 1699 – http://culturacores.azores.gov.pt/biblioteca_digital/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1698-1711/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1698-1711_item1/P14.html
Antonio – b. 1702 – http://culturacores.azores.gov.pt/biblioteca_digital/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1698-1711/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1698-1711_item1/P27.html
Catharina – b. 1705 – http://culturacores.azores.gov.pt/biblioteca_digital/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1698-1711/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1698-1711_item1/P44.html
Manoel – b. 1708 – http://culturacores.azores.gov.pt/biblioteca_digital/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1698-1711/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1698-1711_item1/P76.html
Josepha – b. 1711 – http://culturacores.azores.gov.pt/biblioteca_digital/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1711-1730/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1711-1730_item1/P4.html
Antal e Maria: b. 1714 – http://culturacores.azores.gov.pt/biblioteca_digital/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1711-1730/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1711-1730_item1/P22.html
Theresa – b: 1715 – http://culturacores.azores.gov.pt/biblioteca_digital/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1711-1730/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1711-1730_item1/P29.html
Francisco – b. 1717 – http://culturacores.azores.gov.pt/biblioteca_digital/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1711-1730/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1711-1730_item1/P49.html
Bartholomeo – b. 1720 – http://culturacores.azores.gov.pt/biblioteca_digital/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1711-1730/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1711-1730_item1/P69.html
Leonor – b. 1723 – http://culturacores.azores.gov.pt/biblioteca_digital/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1711-1730/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1711-1730_item1/P98.html
Getrudes – b. 1725 – http://culturacores.azores.gov.pt/biblioteca_digital/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1711-1730/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1711-1730_item1/P125.html
Silvestre – b. 1727 – http://culturacores.azores.gov.pt/biblioteca_digital/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1711-1730/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1711-1730_item1/P159.html
José – b. 1730 – http://culturacores.azores.gov.pt/biblioteca_digital/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1711-1730/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1711-1730_item1/P187.html
João – b. 1733 – http://culturacores.azores.gov.pt/biblioteca_digital/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1730-1751/TER-AH-PORTOJUDEU-B-1730-1751_item1/P35.html

 

Casamento:

 

CASAMENTO DE ANTÔNIO MACHADO NETO & MARIA BORGES MACHADO

9/11/1698 –  Porto Judeu, Ilha Terceira, Açores, Portugal

Casamento I do Antônio Machado Neto & Maria Clara de São José

Aos nove dias do mês de novembro de mil seissentos e noventa e oito, … ANTONIO MACHADO NETTO, filho legitimo de BARTHOLOMEU MACHADO NETTO e sua mulher MARIA LUIZ com MARIA BORGES MACHADO filha de SIMÃO VIEIRA MACHADO E BARBARA TOSTE, já defuntos. Todos fregueses dessa paroquia de José de Santo Antônio, do lugar do Porto Judeu. Foram testemunhas, o Capitão Alexandre de Laura, o Menezes, e Joseph do Carmo Mello.

CASAMENTO II DO ANTÔNIO MACHADO NETO & MARIA CLARA DE SÃO JOSÉ

31/7/1707 – Porto Judeu, Ilha Terceira, Açores, Portugal

Casamento II do Antônio Machado Neto & Maria Clara de São José

Em trinta e um dias do mes de Julho de mil setecento e sete anos sendo de tarde, nesta igreja de Sto. Antonio, lugar de Porto Judeu, precedendo as denunciações devidas na forma do sagrado concilio tridentino, sem descobrir impedimento algum, denso presentes o Capitão Jacinto Borges e Maria Borges Machado Vieira, por testemunhas, fregueses desta paroquia se casaram por palavras de presente em face da igreja ANTONIO MACHADO NETTO, viuvo de MARIA BORGES, com MARIA CLARA DE SÃO JOSÉ, filha de SEBASTIÃO RODRIGUES PACHECO. e de IZABEL “DIAS, sua mulher, fregueses da paroquia Nossa Senhora de São Matheus, lugar da Mata? e o contrahente fregues de Santo Antonio, lugar de Porto Judeu, de que fiz este termo que assino com as testemunhas. dia mes e ano et supra

ORDEM DOS FILHOS DE ANTONIO MACHADO NETO & MARIA CLARA DE SÃO JOSÉ

O Alferes Antonio Machado Neto com sua segunda esposa Maria Clara de São José tiveram ao menos os seguintes filhos, todos nascidos em Porto Judeu, Andra do heroísmo, Ilha Terceira, Açores. Porém alerta para as datas de nascimento declaradas no Family Search, pois para Maria Clara, estar dando a luz de 1708 a 1738, apenas possível, se ela tiver casado com cerca de 15 anos de idade (em torno de 1693):

  1. Manoel Machado * 28/10/1708 e batizado em 18/11/1708
  2. Josepha * 26/2/1709 e batizada em 4/3/1709
  3. Bartholomeu Machado Diniz *18/5/1720 e batizado em 26/5/1720, Falecido em 10/5/1799 em Oliveira-MG. Casou-se com Antonia Maria do Sacramento, com quem teve ao menos uma filha, Felicia Rosa de Jesus, nascida em 1767 em Tiradentes-MG e casada com Capitão José Ribeiro de Oliveira e Silva, nascido em 1744 em São João Dei Rei-MG. Felicia e Capitão José tiveram ao menos uma filha chamda Felizarda Rosa da Silva *1779 e casada com Pedro Luiz Ferreira, pais de Bartholomeu Ferreira da Silva *14/12/1800-28/8/1871 (cc Maria Rita de Paiva) e Pedro Ferreira da Silva (cc Joana Felica Ferreira da Silva).
  4. João Machado *3/4/1733 e batizado em 11/4/1733
  5. Mariana Benedicta de São José * após 1738 e falecida após 1824 em São Francisco de Paula-MG. Casou-se antes de 1765 com Bernardo Vieira da Motta.
  6. José Machado Diniz, falecido após 1786 em Minas Gerais. Foi casado com Mariana Vitoria da Silva, com quem teve ao menos 10 filhos: Manoel Machado Diniz (*1786 e falecido em 29/6/1818 em Paracatu-MG), Teodora (*1768 em Tiradentes-MG, cc Joao Dias de Souza), Antonia Machado Diniz (*8/7/1770 em Tiradentes-MG), Clemencia Machado Diniz (*12/12/1772 em Tiradentes-MG), Maria Clara do Nascimento (*15/8/1775 em Tiradentes-MG, casou-se em 11/4/1799 com Manoel da Fonseca Cardoso), Ana Machado Diniz (*30/12/1777 em Tiradentes-MG e faleciada em 1797), Jeronima Machado Diniz (*25/10/1778 em Tiradentes-MG e falecida em 1801), João Machado Diniz (*1780 e falecido em 1868 em Paracatu-MG. Em 1831 residia em Oliveira-MG), Vicente José dos Santos (*24/11/1782, casou-se em 25/5/1807 com Ana Rosa do Sacramento) e Antonio Machado Diniz (*8/10/1786 em Tiradentes-MG e falecido em 1826).
  7.  Thereza Antonia de Jesus, casou-se em Porto Judeu em 7/11/1745 com João Pacheco de Azevedo, nascido em Ribeirinha, Angrad o Heroísmo, Ilha Terceira, Açõres,  filho de João Vaz Pacheco e Maria da Conceição.

CAETANO DA CUNHA FERREIRA & ROSA MARIA DE SÃO JOSÉ

(Irmão de João da Cunha Ferreira cc Anna Maria dos Santos.)

Pesquisado por Geraldo Dutra de Andrade Neto, Juca – José Fernandes da Cunha, Vânia Mendes Ramos da Silva, Josi Baggio e Juliana Areias.

Fonte – Projeto Compartilhar  – Caetano da Cunha Ferreira (atualizado em 29/08/2012) por Bartyra Sette

Caetano da Cunha Ferreira, natural de Sabará-MG, casou em meados do século XVIII com Rosa Maria de São José, natural de Tiradentes, onde batizaram filhos e deixaram geração.

ORDEM DOS FILHOS DE CAETANO DA CUNHA FERREIRA & ROSA MARIA DE SÃO JOSÉ

Encontramos em documentos os seguintes descendentes do casal:

1- José, batizado aos 29-04-1753.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 29-04-1753 cap. Pilar, Joseph, f.l. Caetano da Cunha Ferreira e Rosa Maria de S. Jose, padr.: João da Cunha Ferreira e D. Maria Margarida Pessarra mulher de Manoel Mendes de Andrade.

2- Felix da Cunha Ferreira, batizado aos 06-04-1754. Casou com Francisca Maria de Jesus, filha de José Martins de Aguiar e Izabel Pedrosa de Brito.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 06-04-1754 na cap. do Pilar, Felis, f.l. Caetano da Cunha Ferreira e Rosa Maria de S. Jose, padr.: dr. Felis da Cunha Ferreira, morador na cidade do Rio de Janeiro, o qual mandou pp. a seu irmão Manoel Mendes de Andrade, e Madalena de Jesus moradora na freguesia dos Prados.

Tiveram filhos batizados em Tiradentes, q.d.:

2-1 Francisco, batizado aos 28-03-1785.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 28-03-1785 Oliveira, Francisco, f.l. Feliz da Cunha Ferreira e Francisca Maria, padr.: Caetano da Cunha Ferreira e Ursula Rosa.

2-2 Rita, em 21-06-1781

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 21-06-1781 Oliveira, Rita, f.l. Felix da Cunha e Francisca Maria, padr.: Jose Monteiro de Aguiar e Mariana Pedrosa de Brito.

2-3 Manoel, em 12-03-1783

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 12-03-1783 Oliveira, Manoel, f.l. Felix da Cunha Ferreira e Francisca Maria de Jesus, padr.: Jose Rodrigues da Silva, todos desta freguesia.

2-4 João, aos 19-06-1787

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 19-06-1787 Oliveira, João, f.l. Felix da Cunha Ferreora e Francisca Maria de Jesus, padr.: João Batista Pereira e Maria Jose, filha de Jose Martins de Aguiar.

2-5 Antonio, em 19-07-1789

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 19-07-1789 Oliveira, Antonio, f.l. Felix da Cunha Ferreira e Francisca Pedrosa de Jesus, padr.: Antonio Jose Alvares de Moura, casado e Felicia filha de Caetano da Cunha Ferreira.

2-6 Inácio, aos 31-01-1792

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 31-01-1792 Oliveira, Inacio n. aos 14, f.l. Felix da Cunha Ferreira e Francisca Maria de Jesus, npaterno de Caetano da Cunha Ferreira, n. da vila de Sabara e Rosa Maria de São Jose, n. desta freguesia, nmaterno de Jose Martins de Aguiar e Izabel Poderosa de Brito, padr.: Francsco Jose da Silva Matos e Inacia Maria dos Santos, todos da aplicação da dita capela.

2-7 José, em 23-04-1794.

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos aos 23-04-1794 Oliveira, Jose, f.l. Felix da Cunha Ferreira e Francisca Maria de Jesus, np Caetano da Cunha Ferreira e Rosa Maria de S. Jose, nm Jose Martins de Aguiar e Izabel Pedrosa de Brito, padr.: Jose Marques Palmeira e Maria Rosa mulher de Jose Rodrigues, todos  da  aplicação da dita capela.

2-8 Joaquim, batizado aos 30-10-1796, gemeo da abaixo.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 30-10-1796 Oliveira, Joaquim, gemeo n. aos 19, f.l. Felix da Cunha e Francisca Maria de Jesus, padr.: Joaquim Antonio Ferreira dos Santos e Maria Rosa dos Serafins.

2-9 Joaquina, gemea do supra.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos aos 30-10-1796 Oliveira, Joaquina, gemea n. aos 19, f.l. Felix da Cunha e Francisca Maria de Jesus, padr.: Manoel Jose dos Santos e Catarina Maria da Fonseca.

2-10 Mariana, batizada em 08-05-1799.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 08-05-1799 Oliveira, Mariana, f.l. Felix da Cunha e Francisca Maria, padr.: Manoel Mendes dos Santos e Ana filha de Francisco Jose da Silva Matos.

2-11 Felix,

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 04-01-1803(sic) Oliveira, Felix br, n. aos 04 do dito mês, f.l. Felix da Cunha Ferreira e Francisca Maria de Jesus, padr.: João Dias de Souza e Rosa Maria, mulher de João Bernardes do Espirito Santo.

3- Caetano da Cunha Ferreira, batizado aos 20-05-1756. Casou com Ana Maria Ferreira (ou de Jesus).

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 31-01-1756 cap. Pilar, Caetano, f.l. Caetano da Cunha Ferreira e Rosa Maria de S. Joseph, padr.: Manoel Pereira da Mota e Rosa de Santo Antonio, mulher de Manoel Martins.

Pais de, q.d.:

3-1 Josefa, batizada em 17-07-1781.

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 17-07-1781 Oliveira, Josefa, f.l. Caetano da Cunha Ferreira e Ana Maria Ferreira, padr.: Caetano da Cunha Ferreira e Ursula da Cunha, todos desta freguesia.

3-2 Manoel da Cunha Ferreira, batizado em 20-10-1782. Aos 28-02-1808 casou com Floriana Maria de Jesus, exposta.

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 20-10-1782 Oliveira, Manoel, f.l. Caetano da Cunha Ferreira e Ana Maria Ferreira, padr.: Jose Ferreira Barbosa e Mariana Ferreira.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, aos 28-02-1808 Oliveira; Manoel da Cunha Ferreira, f.l. Caetano da Cunha Ferreira e Ana Ferreira da Cunha; cc Floriana Maria de Jesus, exposta em casa de Antonio Alves Ferreira. Ambos nts/bts e moradores na aplicação da Oliveira; test.: Antonio Alves Ferreira e Alexandre Ferreira da Cunha.

3-3 Caetano, em 08-12-1783

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 08-12-1783 Oliveira, Caetano, f.l. Caetano da Cunha Ferreira e Ana Ferreira (riscado e colocado: Maria de Jesus), padr.: Jose da Cunha e Teresa de Souza.

3-4 João, batizado aos 20-05-1786

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 20-05-1786 Oliveira, João, f.l. Caetano da Cunha Ferreira, o moço, e Ana Maria Ferreira, padr.: Alf. Manoel Pinto de Barros e Teresa, filha de Caetano da Cunha, o velho.

3-5 Francisca, em 21-10-1787

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 21-10-1787 Oliveira, Francisca, f.l. Caetano da Cunha Ferreira moço, e Ana Maria Ferreira, padr.: Francisco Ferreira Barbosa e Ana Maria mulher de Fradique Marques Palmeira.

4- José da Cunha Ferreira, batizado aos 25-04-1757. Aos 04-06-1787 casou com Mariana Pedrosa de Jesus, batizada em 14-04-1766, irmã inteira de Francisca Maria de Jesus, 2 supra.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 25-04-1757 cap. Pilar, Joseph, f.l. Caetano da Cunha Ferreira e Rosa Maria de São Jose, padr.: Antonio de Matos e Maria do Nascimento mulher de Alexandre da Fonseca.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, cas. aos 04-06-1787; José da Cunha Ferreira; f. Caetano da Cunha Ferreira e Rosa Maria de São José; n. São José; = cc. Mariana Pedrosa de Jesus; f. José Martins de Aguiar e Isabel Pedrosa de Brito; n. São José

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 14-04-1766 Oliveira, Mariana, f.l. Jose Martins de Aguiar e Izabel Pedrosa de Brito, padr.: Francisco Gonçalves Machado, casado e Catarina Josefa mulher de Jose Martins.

Pais de, batizados em Tiradentes, q.d.:

4-1 Ana, em 14-05-1788

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 14-05-1788 Oliveira, Ana, f.l. Jose da Cunha Ferreira e Mariana Pedrosa, padr.: João Antonio Friaça e Ana Maria da Cunha.

4-2 Angélica, batizada aos 14-10-1792

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 14-10-1792 Oliveira, Angelica, f.l. Jose da Cunha Ferreira e Mariana Pedrosa, padr.: João Leite Guedes e Inacia Maria, mulher de Francisco Jose da Silva.

4-3 Maria, em 27-07-1794

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos –  aos 27-07-1794 Oliveira, Maria, f.l. Jose da Cunha Ferreira e Mariana Pedroza, padr.: Antonio Ferreira dos Santos e Jeronima Luiza mulher de Inacio da Cunha Ferreira,

4-4 José, em 29-10-1798

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 29-10-1798 Oliveira, Jose, f.l. Jose da Cunha Ferreira e Mariana Poderosa de Jesus, padr.: Lourenço Joaquim de Oliveira e Francisco Gonçalves Talhado.

4-5 Izabel, aos 18-10-1800

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 18-10-1800 Oliveira, Izabel n. aos 07, f.l. Jose da Cunha Ferreira e Mariana de Jesus, padr.: Pedro Martins Mondim e Joana Teresa de Jesus.

4-6 Inácio, aos 02-02-1802

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 02-02-1802 Oliveira, Inacio n. aos 09-01, f.l. Jose da Cunha e Mariana Poderoza de Jesus, padr.: João Bernardes do Espirito Santo e Joana Teresa de Jesus.

5- Ana, batizada aos 21-11-1758. Muito provalvelmente, Ana Maria da Cunha Ferreira foi a primeira mulher do Capitão João Antonio Friaça, geração na família “João Antonio Friaça”. Notar que Caetano e Rosa Maria aparecem apadrinhando o filho primogênito de João Antonio Friaça e Ana Maria da Cunha Ferreira.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 21-11-1758 cap. Pilar, Ana, f.l. Caetano da Cunha Ferreira e Rosa Maria de São Joseph, padr.: Manoel Martins Lopes e Joana Pereira da Mota.

6- Inácio da Cunha Ferreira, batizado em 09-07-1769. Aos 24-09-1793 casou com Jerônima Luiza de São José, filha de Manoel Pereira Gomes e Jerônima da Conceição. Família “Manoel Pereira Brandão”.

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 09-07-1769 matriz, Inacio, f.l. Caetano da Cunha Ferreira e Rosa Maria de São Joseph, padr.: Domingos Barbosa Pereira e Brigida Pereira.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, cas. aos 24-09-1793; Japão; Ignacio da Cunha Ferreira; f. Caetano da Cunha Ferreira e Rosa Maria de São Joseph; n. São José del Rei; = cc. Jeronima Luisa de São Joseph; f. Manoel Pereira Gomes e Jerônima da Conceição; n. São José del Rei

Pais de, batizados em Tiradentes, q.d.:

6-1 Silvério, em 30-03-1795.

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 30-03-1795 Carmo do Japão, Silverio, n. aos 14-04, f.l. Inacio da Cunha Ferreira e Jeronima Luiza de São Jose, np Caetano da Cunha Ferreira e Rosa Maria de São Jose, nm Manoel Pereira Gomes e D. Jeronima da Conceição; padr.: os ditos Caetano da Cunha Ferreira e D. Jeronima da Conceição.

6-2 Manoel, em 05-03-1797

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 05-03-1797 Carmo do Japão, Manoel, f.l. Inacio da Cunha Ferreira e Jeronima Luiza de São Jose, padr.: Manoel Barbosa(?) Guimarães e Felicia da Cunha Ferreira.

6-3 Ana, aos 23-08-1802

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 23-08-1802 Japão, Ana, f.l. Inacio da Cunha Ferreira e Jeronima Luiza de São Jose, padr.: João Leite Guedes e Francisca Rosa do Nascimento, moradores na aplicação de Oliveira.

6-4 Lourenço, aos 23-08-1802.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 23-08-1802 Japão, Lourenço, f.l. Inacio da Cunha Ferreira e Jeronima Luiza de São Jose, padr.: Revdo. Jose Pereira Guimarães e Ana Gertrudes da Conceição, todos da aplicação da Sra; do Carmo do Japão.

7- Teresa, batizada aos 22-06-1766. Madrinha do sobrinho João, 3-4.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 22-06-1766 cap. Pilar, Teresa, f.l. Caetano da Cunha Ferreira e Rosa Maria, padr.: Jose Franco de Carvalho e Ana da Fonseca da Cunha, solteira.

8- Felícia da Cunha Ferreira, batizada em 16-10-1763. Madrinha de 6-2 e 9-1.

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 16-10-1763 cap. Pilar, Felicia, f.l. de Caetano Ferreira e Rosa Maria de São Joseph, padr.: Antonio Fernandes Pa—-.

9- (provavelmente) Maria da Cunha Ferreira casou com Alexandre Ferreira Barbosa, pais de, q.d.:

9-1 Antonio, batizado em 24-06-1783.

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 24-06-1783 Oliveira, Antonio, f.l. Alexandre Ferreira Barbosa e Maria da Cunha, padr.: Caetano da Cunha Ferreira e Felicia da Cunha.

9-2 Alexandre Ferreira Barbosa, batizado aos 28-08-1784 em Tiradentes onde aos 28-02-1808 casou com Inácia Antonia de Jesus, filha de Antonio Alves Ferreira e Clara Maria de Jesus. Geração na família “Henrique Cardoso”.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 28-08-1784 Oliveira, Alexandre, f.l. Alexandre Ferreira Barbosa e Maria da Cunha, padr.: Felix Ferreira e Ursula Ferreira.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, aos 28-02-1808 Oliveira; Alexandre Ferreira Barbosa, f.l. Alexandre Ferreira Barbosa e D. Maria da Cunha Ferreira, n/b cap. Oliveira; cc Inacia Antonia de Jesus, f.l. Antonio Alves Ferreira e Clara Maria de Jesus, n/b nesta freguesia; test.: Antonio Alves Ferreira e João Nepomuceno Al—.

Em 1831 o casal comparece no censo com vários dependentes.

Mapa de População de Nossa Senhora da Oliveira do Termo de São Jose Del Rei – 1831, Quarteirão 9, fogo 14

CAPPITAM ALEXANDRE FERREIRA BARBOZA; chefe do fogo; masculino; 48; casado, agricultor

D IGNACIA; cônjuge; feminino; 46; casado

BONIFACIO; dependente; masculino; 21; solteiro

FELISBINO; dependente; masculino; 18; solteiro

JOZE; dependente; masculino; 16; solteiro

PROTEZIO; dependente; masculino; 15; solteiro

VIGILATO; dependente; masculino; 10; solteiro

MARIA; dependente; feminino; 20; solteiro

CAROLINA; dependente; feminino; 12; solteiro

BERMILES; dependente; masculino; 9; solteiro

4 escravos

9-3 Joana, batizada em 27-12-1786

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 27-12-1786 Oliveira, Joana, f.l. Alexandre Ferreira Barbosa e Maria da Cunha Ferreira, padr.: Manoel Gomes de Sá e Ana Maria, mulher de Fradique Marques.

9-4 Francisco Antonio Ferreira casou com Maria do Carmo de Jesus, viúva de Antonio José Teixeira e filha de Antonio Alves Ferreira e Clara Maria de Jesus; família “Henrique Cardoso”.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, cas. aos 14-04-18[danificado corria o ano de 1812] Oliveira; Francisco Antonio Ferreira, f.l. Alexandre Ferreira Barbosa e M[danificado] da Cunha Ferreira, n/b nesta freguesia; cc Maria do Carmo de Jesus, viuva do Alf. Antonio [danificado] Teixeira; test.: [danificado] Ferreira Barbosa e Felisberto Alves Ferreira.

10- Úrsula da Cunha que foi madrinha de Josefa, 3-1 acima e em 1772 com o pai:

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – Livro Suplementos, no ano 1772 Padre Gaspar, Maria, f.l. Custodio Jose dos Anjos e Eugenia Maria de S. Jose, padr.: Caetano da Cunha Ferreira e s/filha Ursula. Vila de S. Jose 25-01-1789

Ursula Ferreira da Cunha casou com Bento Carneiro de Mendonça, filho de Manoel Carneiro Figueira e Escolastica Maria do Espirito Santo (ou de Mendonça). Geração na família “Amaro de Mendonça Coelho”.

11 João da Cunha Ferreira casou com Ana Maria dos Santos. Pais de, pelo menos:

11-1 Ana, batizada em 22-09-1772, padrinho o tio paterno Caetano e madrinha a prima Maria Teresa da Fonseca abaixo.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – Livro Suplementos, aos 22-09-1772 Bichinho, Ana n.aos 14 dias do mes e ano, f.l. João da Cunha Ferreira e Ana Maria dos Santos, padr.: Caetano da Cunha Ferreira, tio paterno da batizada, e Maria Teresa da Fonseca, solteira filha legitima de Catarina da Cunha Ferreira, e prima irmã da dita batizada; todos naquele tempo moradores na aplicação da capela de N. Sra do Pilar do Padre Gaspar desta mesma fregusia. Vila de S. Jose 09-10-1791

11-2 Mariana da Cunha Ferreira, casada com José Vieira da Motta (*acrescentado por mim, Juliana Areias, descendente deles).

12 Catarina da Cunha Ferreira, mãe de:

12-1 Maria Teresa da Fonseca, madrinha da prima-irmã 11-1 supra.

TESTAMENTO DE ÚRSULA FERREIRA DA CUNHA

(Filha de Caetano da Cunha Ferreira e Rosa Maria de São José. Irmã do nosso João da Cunha Ferreira)

Informação encontrada dentro do Projeto Compartilhar pela minha amada amiga Josi Baggio.

 

PROJETO COMPARTILHAR

Coordenação: Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira

www.projetocompartilhar.org

Famílias “Amaro de Mendonça Coelho” Cap. 11º e “Caetano da Cunha Ferreira”, neste site.

Ursula Ferreira da Cunha

Testamento

Pesquisado e Disponibilizado por Geraldo Dutra de Andrade Neto

Fundação Cultural Calmon Barreto, Araxá, MG.

Fundo: Arquivo do Fórum Tito Fulgêncio – caixa 42

Testamento de Ursula Ferreira da Cunha

Autuação de um requerimento de Francisco de Paula Barreto contra Ignacio Carneiro de Mendonça testamenteiro de D. Ursula da Cunha Ferreira.

Data: 20-09-1843, nesta vila de S. Domingos do Araxa comarca do Parana Provincia de Minas Gerais

Diz Francisco de Paula Barreto por cabeça de sua mulher D. Vitória Thomasia Carneiro, uma das legatárias de D. Ursula da Cunha Ferreira, que tendo esta falecido ha quinze anos mais ou menos, com seu solene testamento e deixado ao seu testamenteiro Ignacio Carneiro de Mendonça o tempo de 4 anos para prestar Contas em Juizo, como tudo m.oz comprova a certidão que se oferecem em nº primeiro, acontece que até agora nem ao menos o dito testamento tinha sido registrado, como convinha, por que não o foi em tempo competente no Juizo da Sub Provedoria, e embora o fosse no Eclesiastico, contudo tal registro não aparece como demonstra a Certidão de nº 2º, é portanto o seu Requerimento a VS para que se digne mandar citar ao Suplicado para dentro do termo que lhe for assinado vir registrar o dito Testamento e apresenta-lo na competente Estação Fiscal, para que esta cumpra com o que a Lei lhe ordena.

Testamento

Em nome de Deus Trino e uno amem. Eu Ursula da Cunha Ferreira estando com saude e no perfeito juizo (…) ordeno meu testamento na forma e maneira seguinte. (…)

Sou natural e batizada na freguesia de São Jose da Comarca do Rio das Mortes, filha legitima de Caetano da Cunha Ferreira e Rosa Maria da Conceição, ambos falecidos. Fui casada em face da igreja com Bento Carneiro de Mendonça, já falecido, de cujo matrimônio tivemos os filhos seguintes: Ignacio = Manoel = Ana = João = Bento = Mariana = e Jose.

(…) No inventário do dito meu marido, a requerimento meu e por me achar avançada em idade e sempre molesta, se partiu entre eles as duas partes da minha meação, ficando-me tão somente a terça.

(…) Declaro que o remanescente das minhas disposições se partira em partes iguais ao meu filho Ignacio = Manoel = Bento, por ser esta a minha ultima vontade.

Declaro que as casas da Fazenda de São Mateus deixo a meu filho Ignacio em pagamento da quantia de 75$400 rs que pagou a várias pessoas por divida do falecido meu marido.

Declaro que possuo uma parte de terras que foram de Bento de Godoes Marins, cujas terras deixo ao meu filho Ignacio para que do seu valor que são 400$000 rs repartir por esmolas em igual parte que são 200$000 rs a cada uma de minhas netas Mariana e Vt. Tmazia, filhas de minha Mariana, viuva de Thomas Pinto Ribeiro, o que será obrigado o testamenteiro Inacio a dar 200$000 rs para ajuda dos seus casamentos; da mesma sorte deixo a minha afilhada Josefa 20$000 rs, e a Ana e Leonor, minhas sobrinhas, a cada uma 12$000 rs.

(…)

Testamenteiros: em 1º a meu filho Ignacio Carneiro, em 2º a meu filho Manoel, em 3º a meu filho Bento Carneiro.

Pedi a Manoel Teixeira da Fonseca que a meu rogo escrevesse o presente testamento e por não saber escrever a meu rogo assina Candido Jose Dias neste Julgado de S. Domingos do Araxa aos 19-07-1828. A rogo de Dona Ursula da Cunha Ferreira – Candido Jose Dias. Testemunha que este fiz a rogo da testadora, Manoel Teixeira da Fonseca – Joaquim de Almeida Ramos.

Aprovação: 19-07-1828

Abertura: Araxa 23-11-1828

Cumpra-se: Araxa 23-11-1828

Aceitação aos 21-01-1829 neste Arraial e Julgado de S. Domingos do Araxá – Ignacio Carneiro de Mendonça, testamenteiro.

Data: aos 25-09-1843 nesta Vila de S. Domingos do Araxá

Que Faz: Francisco de Paula Barreto e s/m D. Vitoria Tomasia Carneiro, esta legataria de sua avó D. Ursula da Cunha Ferreira

Por seu Procurador Domingos José de Almeida

TRISTÃO MENDES DA CUNHA & ÚRSULA FERREIRA DAS VIRGENS

(Meus Octavós. Pais de João da Cunha Ferreira cc Anna Maria dos Santos e também pais de Caetano da Cunha Ferreira cc Rosa Maria de São José)

Pesquisado por Juca – Jose Fernandes da Cunha, Geraldo Dutra de Andrade Neto, Vânia Mendes Ramos da Silva, Josi Baggio e Juliana Areias.

Tristão Mendes da Cunha, as vezes também chamado de Tristam Mendes da Cunha, nasceu aproximandamente em 1682 em Funchal, Ilha da Madeira, Portugal,  filho de João Mendes da Cunha e Maria dos Reis de Linhares. Casou-se primeiramente em 13/6/1707 em Funchal, com Thomazia de Andrade, nascida em Funchal em 17/7/1688. Depois emigra para o Brasil, onde se casa pela segunda vez com a baiana Úrsula Ferreira das Virgens, (nascida da freguesia de São Pedro da Cidade de Bahia , atual Salvador , BA, aproximadamente em 1705), quando Salvador era ainda a capital do Brasil. Sabemos com certeza que Tristão estava em Salvador-BA em 1714, quando aparece como padrinho de batismo de uma menina chamada Joanna, documento encontrado pelo nosso querido primo pesquisador Juca – José Fernandes da Cunha. Até onde se sabe, apenas a primeira filha deles nasceu em Salvador em 1720, a segunda já em Minas Gerais, em 1726 em Nova Lima-MG. Entre 1727 e 1732   tiveram 2 filhos nascidos em Sabará-MG, onde aparece declarado com morador em 30/5/1732. Apartir de 1740 os filhos nascem já no Rio de Janeiro , onde faleceu após 1740.

Possivelmente Úrsula Ferreira das Virgens era baiana, nascida em cerca de 1700 na Igreja Nossa Senhora da Conceição da Praia, Salvador.  Para ter certeza precisamos encontrar o assento de casamento dela com Tristão entre 1707 a 1720. Buscando por possíveis assentos de batismo de Úrsula nessa igreja e época de 1696 a 1706, encontrei ao todo 5 Úrsulas, mas muitas páginas estão muito apagadas. Das identificadas que parece ter mais chance de ser é essa, Úrsula nascida em 4/10/1702, filha de Antônio de Sampaio Ribeiro e Luzia da Silva. Padrinhos – Antônio Leitão de Souza e  sua mulher Ângela da França de Souza, por seus procuradores o Capitão Fernão de Souza Lobo e João de Bastos de Oliveira. Ou essa Úrsula nascida em 31/10/16?? , filha de Antonio Francisco da Cruz e de Francisca Da Silva, padrinhos – Manoel Afonso da Costa e Josefa da Silva, mulher de Manoel Francisco de Sá. Esses assentos tem maior probabilidade por serem os mais pomposos, tendo em vista que Tristão parece vir de uma classe social com certo privilégio econômico. As outras 3 possibilidades são ,Úrsula filha de Mariana, mãe solteira/ Úrsula filha de pais desconhecidos, exposta (abandonada) na casa de Bento Pereira da Silva / ou Úrsula, escrava de Bárbara Cabral de Brito.

ORDEM DOS FILHOS DE TRISTÃO MENDES DA CUNHA & ÚRSULA FERREIRA DAS VIRGENS

Tristão Mendes da Cunha e Úrsula Ferreira das Virgens, tiveram ao menos os seguintes filhos:

1) Thereza da Cunha Ferreira 1720, em Nossa Senhora da Conceição da Praia, Salvador, Bahia. Essa é área atual chamada Comércio, centro antigo de Salvador, onde agora está a Basílica Nossa Senhora da Conceição da Praia, igreja em estilo barroco e bem tombado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia, na cidade de Salvador, que tem vista para a Baía de Todos os Santos, situada no topé da montanha que liga a Cidade Alta a Cidade Baixa. A Basílica foi construída entre 1739-1849, embora obras tenham começado muito antes no local onde havia uma capela de taipa de pilão eregida em 1549 por determinação do primeiro governador-geral do Brasil, Tomé de Sousa. Portanto uma das paróquias mais antigas da Arquidiocese de Salvador. Thereza da Cunha Ferreira, casou-se em 30 de julho de 1740 na Igreja da Nossa Senhora da Candelária, no centro antigo do Rio de de Janeiro, com Manoel de Oliveira Pinto, Portugues de São Cristóvão de Lordelo, Guimarães, Braga, Portugal, filho de Antonio Moreira Pinto e de Custódia Magalhaes (1686).

2) Catarina da Cunha Ferreira em cerca de 1726 em Nova Lima-MG, na freguesia de N. S. do Pilar das Congonhas do Sabará, MG. Casou-se em 5/11/1740 na Igreja da Candelária no Rio de Janeiro-RJ, com o português Felipe Santiago da Fonseca, nascido em Santa Justa, Lisboa e, 1709, filho de Antonio Fernandes da Vila de Figueiró dos Vinhos e Maria Joseja. Neto paterno de Manoel Fernandes e de s/m Maria João , ambos da mesma Aldeia do Douro de Figueiró dos Vinhos.
Os ancestrais de Felipe Santiago de Afonseca seguem através do seguinte Blog. Catarina e Felipe, tiveram ao menos 5 filhos todos nascidos e batizados na Igreja da Nossa Senhora da Candelária: Ana Fonseca Cunha
1741,( batizada em 4/12/1741), Felicia da Fonseca Cunha 5/1/1743 (batizada em 14/1/1743, casada com Gonçalo Carneiro Figueira, nascido em 1746 em São João del Rei-MG), Maria Thereza da Fonseca *22/7/1744 (batizada em 3/8/1744 e falecida em 1820 na Fazenda da Barra de Santa Bárbara, em Araxá-MG. Casou-se com o Capitão José Joaquim Carneiro *1755 Tiradentes-MG. O casal teve ao menos 4 filhos: José Vicente Carneiro1780 e falecido em 26/11/1827 em Araxá cc Maria Antonia de Jesus, Anna Joaquina da Fonseca *1785, casada em 1802 em Araxá com Francisco de de Paula Freitas Pacheco, Maria Joaquina da Fonseca *1787 cc José Garcia Rosa e Felis da Cunha Carneiro *em cerca de 1794 cc Jacinta Cândida da Silveira), José *25/1/1746 (batizado em 5/2/1746), e Luiza da Fonseca Cunha *12/6/1747 (batizada em 20/6/1747).

3) Felis / Felix da Cunha Ferreira *1727 em Sabará-MG.

4) Marianna da Cunha Ferreira* 1729 (tia, com o mesmo nome de sua sobrinha, filha de seu irmão João acima , número 8).

5) Anna Maria da Cunha Ferreira, *cerca de 1730 falecida em 26/10/1799 no Rio de Janeiro-RJ

6) Caetano da Cunha Ferreira 1732 em Sabará-MG e falecido em 1828. Casou-se com Rosa Maria de São José (Rosa Maria da Conceição), nascida em  torno de 1730 em Tiradentes-MG e também falecida em 1828. Tiveram ao todo 9 filhos: Úrsula da Cunha Ferreira *após 1753 em São João del Rei ( e falecida em Araxá-MG em novembro de 1828, cc Bento Carneiro de Mendonça), Félix da Cunha Ferreira * em cerca de 1754 em Tiradentes-MG ( cc Francisca MAria de Jesus filha de Jose Martins de Aguiar e Isabel Pedroza de Brito), Caetano da Cunha Ferreira *1756 em Tiradentes-MG (cc Ana Maria Ferreira), José da Cunha Ferreira *1757 em Tiradentes-MG (cc Marianna Pedrosa de Jesus, filha de José Martins de Aguiar e Isabel Pedroza de Brito), Ana Maria da Cunha Ferreira ( batizada em 21/11/1758 em Tiradentes-MG, cc João Antonio Friaça ou Friussa), Felícia da Cunha Ferreira *1763 em Tiradentes-MG (casada em cerca de 1794 em Oliveira-MG com Antonio Ferreira dos Santos), Ignácio da Cunha Ferreira *1763 em Tiradentes (batizado em 9/7/1763, casado em 24/9/1793 em Japão, Oliveira-MG com Jerônima Luiza de São José1776 em Tiradentes-MG, filha de Manuel Pereira Gomes e Jerônima da Conceição Costa Guimarães, casal que se casou em 1/9/1762 em Conselheiro Lafaiete-MG), Joaquina da Cunha Ferreira (falecida em 15/5/1792 em São Francisco de Paula), Thereza da Cunha Ferreira, (falecida e sepultada em 7/11/1801 em São Francisco de Paula-MG) e Maria da Cunha Ferreira (cc Alexandre Ferreira Barbosa, ele falecido em São Francisco de Paula).

7) João da Cunha Ferreira, *cerca de 1734, falecido após 1801 em São Francisco de Paula-MG. Casou-se em cerca de 1768 em São Bento de Tamanduá-MG com Ana Maria dos Santos.

8) Úrsula Maria da Cunha Ferreira *em cerca de 1738- e falecida em cerca de 1800 também no Rio de Janeiro-RJ. Casou-se em 25 de março de 1757 no Rio de Janeiro com o português  de Braga, Antonio Luiz Ferreira, filho de Domingos Ferreira Barbosa e Francisca de Almeida. Tieram ao menos 3 filhos: Antonio Luis da Cunha Ferreira (cc Luzia Maria da Cunha com quem teve ao menos Tristão Ferreira, nascido em 11/2/1802 e batizado em 20/2/1802 em Nossa Senhora Madre de Deus, Porto Alegre-RS), Ana Joaquina Cunha Ferreira (cc Antonio da Rocha Ferreira), e Maria Rosa da Cunha Ferreira.

9) José da Cunha Ferreira *29/10/1740 e batizado em 29/10/1740.  Jose , deve ter falecido na infância , pois não foi citado no testamento de sua irmã Ana Maria da Cunha Ferreira.

PRIMEIRO CASAMENTO DE TRISTÃO MENDES DA CUNHA COM THOMÁSIA DE ANDRADE

Tristão Mendes da Cunha e Thomásia de Andrade tiveram os seguintes filhos:

  1. Manoel Mendes de Andrade *circa 1709

Batismo de Thomasia de Andrade 17/7/1688 – Madeira

Em dezessete dias do mês de Julho de 1688, eu Manoel da Silva Pereira Cura, nesta igreja de São Pedro batizei e pus os santos óleos a inocente Thomázia, filha de Manoel de Andrade, marceneiro e Anna da Costa Leria, sua mulher. Foi padrinho D. Bernardo de Bitecourtes.

Bat Thomasia de Andrade 1a esposa de Tristao Mendes da Cunha MAdeira

Casamento de Tristão Mendes da Cunha e Thomasia de Andrade

13/7/1707 Freguesia de São Pedro, Concelho de Funchal, Ilha da Madeira, Portugal.

Fonte: Arquivo de Madeira –  Livro 5.º de registo de casamentos de São Pedro (1669/1711), fls.112.

Cas Tristao mendes da Cunha e Thomasia 1707 Funchal Madeira PT

BATISMO DE JOANNA –  20/2/1714 – Salvador-BA, Brasil – fonte

(Afilhada de Tristão Mendes da Cunha)

Pesquisado por Juca – José Fernandes da Cunha

Aos 20 de fevereiro de 1714, nesta matriz de Nossa Senhora da Conceição da Praia, batizei e pus os santos oleos a Joanna, filha de “Ana ?” … de Damião Gonçalves da Silva.  Foram padrinhos Tristão Mendes da Cunha…. de Luiz da Rocha.

Bat Joana afilhada de Tristao Mendes da Cunha - 1714 Salvador Bahia Brasil

BATISMO DE ÚRSULA MARIA DA CUNHA

( Filha de Tristão Mendes da Cunha & Úrsula Ferreira das Virgens)

Pesquisado por Roberto Sandoval

Do livro de batismos dos anos de 1734 a 1762 da Igreja de Nossa Senhora da Candelária do Rio de Janeiro :

“Aos sinco de Janeiro de mil settecentos e trinta e nove nesta Parochial baptizou /o Reverendo Padre Coadjutor Antonio Ferreira da Cruz e pos os Sanctos Oleos a /Ursula filha legitima de Tristão Mendes da Cunha natural da Ilha da Madeira e /Ursula Ferreira das Virgens natural da Cidade da Bahia e moradores nesta freguesia : forão /padrinhos Joze Francisco Bolina e Mariana da Silva molher de Felipe de Souza.Vigr.o Ignacio Manoel”.

CASAMENTO DE ÚRSULA MARIA DA CUNHA & ANTONIO LUIZ FERREIRA – 25/3/1757 Rio de Janeiro-RJ

( Filha de Tristão Mendes da Cunha & Úrsula Ferreira das Virgens)

Transcrito por Roberto Sandoval

Dos registros de casamentos da Igreja da Candelária do RJ, Págs. 58 e 58 verso:

“Antonio Luiz Ferreira – Aos vinte e sinco de Março de mil settecentos e sincoenta e sete [25/3/1757] na Capella do Excellentissimo e Reverendissimo Senhor Bispo de Special Licença e na presença do Muito Reverendo Doutor Vigario Geral e Juiz de Casamentos Antonio Jose
Pág. 58 verso
dos Reis Pereyra e Castro e das testemunhas abaixo nomeadas , Se receberam em Matrimonio por palavras de prezente Antonio Luiz Ferreyra natural da Cidade de Braga filho Legitimo de Domingos Ferreyra Barbosa e de sua molher Francisca de Almeida , com Ursula da Cunha Ferreyra , digo , Ursula Maria da Cunha Ferreyra natural e baptizada e moradores nesta freguezia , filha legitima de Tristão Mendes da Cunha natural da Ilha da Madeira e de sua molher Ursula Ferreyra da Virgens da Cidade da Bahia , e o contrahente foi baptizado na freguezia de São João do Soutto da ditta Cidade de Braga , os contrahentes forão dispensados nos banhos ante matrimonium pello Excellentissimo Reverendissimo Senhor Bispo E por não constar de impedimento algum canonico e terem Se Confessado lhes assistio o sobre ditto Muito Reverendo Vigario Geral Sendo Testemunhas o Reverendo Padre Bernardo Duarte e o Tenente Coronel Francisco Xavier como tudo consta da Certidão que me aprezentarão e tomarão as bençoens nesta Parochial ao Primeiro de Mayo , de que tudo fiz este assento que assignarão con migo.
Bernardo Jose
F.co X.er
O Vig.o Ignacio Manuel”.
.

BATISMO DE JOSÉ DA CUNHA FERREIRA 29/10/1740 – Rio de Janeiro-RJ

( Filho de Tristão Mendes da Cunha & Úrsula Ferreira das Virgens)

Pesquisado por Roberto Sandoval

Do livro de batismos dos anos de 1734 a 1762 da Igreja de Nossa Senhora da Candelária do Rio de Janeiro :

“Jose . Aos vinte e nove de Outubro de mil e settecentos e corenta nesta Parochial baptizei /e pus os Sanctos Oleos a Jose filho legitimo de Tristam Mendes da Cunha natural /da Ilha da Madeira freguesia da Sé e de sua molher Ursula Ferreira das Virgens /natural da Cidade da Bahia freguezia de São Pedro e moradores nesta : forão /padrinhos Jose Francisco Bolina e Josepha de Souza molher do Alferes Francisco Pereira.
Vigr.o Ignacio Manoel”.

ÓBITO E TESTAMENTO DE ANNA MARIA DA CUNHA FERREIRA 26/10/1799 – Rio de Janeiro-RJ
( Filha de Tristão Mendes da Cunha & Úrsula Ferreira das Virgens)

Pesquisado por Roberto Sandoval

Do Livro de Óbitos da antiga Sé do Rio de Janeiro dos anos de 1797-1812 , Igreja do Santíssimo Sacramento :

“D. Anna da Cunha Ferr.aAos vinte e seis dias do mes de Outubro de mil setecentos e noventa e nove annos nesta freg.a / Rua da Valla faleceo D. Anna M.a da Cunha Ferr.a , solteira , com todos os Sacram.tos / Foi encomend.a por mim e doze Sacerdotes , amortalhada no habito de N. Sra do / Carmo , para onde foi acompanhada processionalm.te com os doze Sacerdotes onde se- /deo a sepultura por ser Irmam da Ordem 3.a da d.a Snr.a; fez tt.o solene. De que p.a / constar fiz este assentoe assignei.O Coadjutor Manoel Aff.o Costa”.

“Anna M.a da Cunha Ferr.a
Em nome da S.S. Trindade , Padre , Filho e Spto Santo/

Eu D. Anna Maria da Cunha Ferr.a [Ferreira] estando de cama , enferma , mas em meo / perfeito Juizo , por temer a morte e desejar por m.a [minha alma] no Caminho da Salvação , determinei / o meo tt.o [testamento] na maneira seg.te [seguinte] = Declaro que sou catholica Romana , que creio em tudo / quanto cre e ensina a Sta Madre Igreja de Roma , e que nesta fé espero salvar / a m.a alma , pelo que Rogo em primeiro Lugar ao Eterno Padre e queira receber q.do / do meo corpo sahir , senão pelos merecim.tos [merecimentos] pelos da Sagrada Morte , e paixão de / meo Senhor Jesus Christo , em segundo Lugar a Sempre Virgem Maria , Sta de meo / nome , e em ultimo Lugar a todos os Stos de m.a particular devoção peço e Rogo incessan / tem.te queirão enterceder p.r mim p.a q. m.a alma chegue a gozar da Bem aventu- / rança , como desejo = Declaro que sou n.al [natural] do Bispado de Minas , baptizada e fre- / g.a [freguesa] de N. Sra. do Pilar , f.a [filha] legitima de Tristão Mendes da Cunha e de D. Ursula / Ferr.a das Virgens , já fallecidos , q. sempre me conservei soltr.a [solteira] , e p.r / essa Razão não tive filhos nem descendentes alguns a q.m necessariam.te deva pertencer / a herança dos meos bens = e Peço , Rogo em pr.o [primeiro] Lugar ao S.or Joaquim Fran.co de Seixas Souto / Mayor , em segundo Lugar em minha Sobrinha D. Thereza Fran.ca de Olivr.a [Oliveira] Cunha caza- / da com o Coronel Jose Ant.o de Seixas Souto Mayor , em terceiro Lugar a m.a Irmam versoIrmam D. Marianna da Cunha Ferr.a quiserem p.r Serviço de DS [Deus] e p.r me fazerem / m.to ser os meos tt.ros [testamenteiros] , benfeitores , procuradores com livre e geral administração de / todos os meos bens , pois esta m.to me foi ja promettida pelo meo primeiro ttr.o no- / meada de q.m espero o dezempenho da promessa = O meo corpo deverá ser amorta- / lhado no habito de N. Sra do Monte do Carmo , de cuja veneravel Ordem sou Irmam / 3.a , Sepultado na Capella da m.ma [mesma] Ordem encomendado pelo meo R.do Parocho acom- / panhado por este e mais doze Sacerdotes = Ordeno que no dia do meo fallecimento / ou no seg.te Se digão de corpo prezente na Igreja Cathedral e nas mais freg.as [freguesias] e Con- / ventos desta Cidade , na Igr.a de S. Pedro e da Snr.a May dos Homens , e na Capella de n.a / Ordem 3.ra duzentas Missas de Corpo prezente , pela esmola de quatrocentos / r.s [reis] cada hua = Ordeno que mais se digão pela m.a alma de esmola ordin.te quatro- / centas Missas e pela alma de meos pays e irmaons Cem = Deixo a m.a Sobrinha / D. Thereza Fran.ca casada com o Coronel Jose Ant.o de Seixas a parte que tenho nas / casas da Rua da Valla em q. ora assisto com a declaração de q. m.a Irmam D. Marianna , que possue a outra metade , não pagará pelo aluguer do Sobrado mais de trez /mil e duzentos r.s cada mes , ficando-lhe outra tanta q.ta pela sua parte e meação / e os alugueres das Lojas dividirão igualm.te [igualmente] , como he de Razão , p.r ficarem Sociais / e meeiras = Deixo mais a d.a [dita] m.a Sobrinha D. Thereza Fran.ca a q.ta de oitocentos / mil r.s em dinheiro e he m.a Vontade q. assino o Legado das casas como do dinheiro / fique pertencendo a d.a [dita] m.a [minha] Sobrinha , sem que nelles tenha meação seo marido p.a q. / possa gozar e dispor dos mesmos como bem lhe parecer = Deixo a R.da Irmam D. / Ursula da Cunha Ferr.a casada com Ant.o Luiz Ferr.a Braga a q.ta de oito centos mil / r.s E a cada hua das suas duas filhas D. Maria Rosa e D. Anna Joaq.na da Cun- / nha Ferr.a viuva de Ant.o da Rocha Mor.a outra igual q.ta de oitocentos mil r.s com / a condiçao porem de q. orem a d.a [dita] m.a [minha] Irmam , nem suas filhas poderão jamais ceder destas / quantias em benef.o [beneficio] dos seos maridos , ou pays , pois he m.a Vontade q. so ellas possuão e go/zem sem q. comuniquem ou fassão penhoras alguns credores desses maridos ou pays = Deixo a meo Sobr.o o Tenente Luiz de Seixas Souto Mayor a q.ta de hum conto e duzentos / mil r.s e a outro sim a p.te que me pertencer nas casas da Paia (praia ?) , o meo anel de diamantes / mais a p.te q. tenho no escravo Domingos = Deixo a meo Sobr.o o Tenente Felix de / Seixas trezentos mil r.s , outra igual q.ta a meo Sobr.o o Cadete Jose de Seixas e da mesma / forma outra igual q.ta ao outro meo Sobr.o o Cadete Frn.co de Seixas todos f.os [filhos] da d.a [dita] m.a [minha] Sobr.a Thereza Fran.ca = Deixo a m.a Sobrinha D. Marianna Rita de Seixas / hum conto de reis e outro sim lhe deixo mais os feixos ou pulseiras de crisolitas [pedras semi-preciosas cobertas de prata] os brin-/cos , as rozetas e huns Raminhos tambem de crisolita , assim como todo ouro e roupa / de seda de meo uzo em sinal de amor , que lhe tenho , e se conservará tudo em poder de sua may a d.a [dita] m.a [minha] Sobrinha D.a Thereza Fran.ca p.a lhe entregar q.do cazar = Deixo / para outra Sobrinha D. Anna Leonor casada com o Sargt. Mor Fran.co Claudio Alvr.s de An / drade quatrocentos mil r.s p.a ajuda do dote da pr.a [primeira] filha q. tiver e logo se entregara / a quantia ao d.o [dito] seo marido p.a por em rendim.to [rendimento] e p.o futuro vir a se dotar =página seguinteDeixo a meo Irmao Caetano da Cunha Ferr.a duzentos mil r.s e aos f.os [filhos] de meo Irmao / João da Cunha Ferr.a Cem mil r.s e as m.as [minhas] quatro Sobrinhas D. Anna , D. Felicia / Maria Thereza e D. Luiza f.as [filhas] de m.a [minha] Irmam Catharina da Cunha Ferr.a Trezentos mil / r.s e a meo Irmao , digo , Sobrinho o Tenente Fran.co de Oliver.a Cunha Cincoenta mil r.s = Deixo para o culto dos Stos Lugares de Jeruzalem Cem mil r.s , p.a o Hospital da Sta Caza / da Miz.a Cincoenta mil r.s , e outros Cincoenta mil r.s p.a hua Menina p.r nome Ant.a Ro / cha , que vive na Caza de m.a Irmam D. Ursula p.a ajuda de seo dote e logo se lhe entre / gará = Deixo a m.a V.el [veneravel] Ordem 3a p.a culto da Senhora a quantia de Cincoenta e hum / e duzentos rs = Deixo a m.a Irmam D. Marianna da Cunha Ferr.a em sinal de / grande amor e amizade com q. sempre nos tratamos a quantia de Cem mil r.s , a Roupa / branca do meo uzo , e a p.te [parte] que tenho nos escravos q. possuimos em comum , assim como a parte que tenho nos trastes e alfaias que possuimos em comum com declara- / ção porem , que p.r sua morte , pagará a parte q. nos d.os trastes e alfaias tenho a meo So- / brinho o Tenente Luiz de Seixas Souto Mayor e a parte q. tenho na Imagem de Sto Christo a m.a / Sobrinha D. Thereza Fran.ca = Deixo ao S.r Joaq.m Fran.co de Seixas Souto Mayor a m.a / Salva de prata mayor , e logo se lhe entregará = Deixo as fivellas de ouro do meo / uzo a meo Sobr.o Luiz Alvr.s de Andrade f.o de m.a Sobrinha a D. Anna Leonor e de s.m [seu marido] Fran.co Claudio Alz de Andr.e e a d.a m.a Sobr.a [ dita minha sobrinha] D. Anna Leonor cinco camizas de Bretanha de / França = Ao comp.e Ant.o Machado Falcão perdoo pelo amor de Ds [Deus] o q. elle me deve = / Como as duas escravas Marianna e sua filha Palmira são de sociedade e comunião q. / tenho com m.a Irmam D. Marianna lhes dou Liberdade na parte que me pertencem som.te com a con- / dição de acompanharem e servirem a d.a [dita] m.a Irmam enq.to viva = Deixo a m.a Sobr.a D. Maria Rosa , f.a de minha Irmam D. Ursula da Cunha Ferr.a a ma crioula Esmeria = Depois / de cumpridos m.as [minhas] dispoziçoens e legados e nomeio p.r herdeira Universal de todos / os meos bens a m.a Sobr.a D. Thereza Fran.ca de Olivr.a Cunha m.er [mulher] do Coronel Jose / Antonio de Seixas Souto Mayor e he m.a Vontade q. assim os bens deixados a d.a m.a / Sobr.a p.r Legado como os deixados por herança não sejam em tempo algum comuniados / ao d.o seo marido , mas sim conservados particularm.te no dominio da d.a m.a Sobr.a , sem que / credores ou quaysq.r outras pessoas possão pertencer dos mesmos couza algúa = Outro sim ordeno , e he m.a Vontade , que em mão da d.a m.a Sobr.a e herdr.a conservem / os bens e dinheiros que deixo aos seos filhos athe que os Varoens cheguem a idade de trinta / annos completos , e as femeas athe q. cazem = Deixo p.a conta deste tt.o [testamento] o prazo de dois / annos.E peço as Justiças de S. Mag.es [Sua Magestade] o fação cumprir e guardar como no mesmo se contem / havendo p.r expressa e declarada qualq.er clausula necessaria p.a sua maior e inteira / validade e p.r não poder escrever , pedi e Roguei a Jose de França Miranda que este / p.a mim escrevesse e me assignei p.a sua firmeza com o sinal de q. uzo R.o de Janr.o/ nove de Ou.bro de 1799.D. Anna Maria da Cunha Ferr.a nada mais se con /tinha no dito tt.o de que fiz copia e me assignei.
Coadjutor Manoel Aff.o Costa. (Sic).

HABILITAÇÃO DE CASAMENTO DE ANNA MARIA DA CUNHA FERREIRA 13/10/1740 – Rio de Janeiro-RJ
( Filha de Tristão Mendes da Cunha & Úrsula Ferreira das Virgens)

Pesquisado por Roberto Sandoval

Processo de Dispensa Matrimonial de Felipe e Catharina , do Arquivo da Cúria do Rio de Janeiro :

“Em 13/10/1740, Felipe de Santiago de Fonseca apresenta uma petição junto a Câmara Eclesiástica do Rio de Janeiro. Ele esta contratado para casar com Catharina da Cunha Ferreira.
Como não possue a certidão de banhos de sua pátria, são apresentados os depoimentos de 4 pessoas que comprovassem serem verdadeiras as afirmações apresentada pelo mesmo.
Foram testemunhas: Antonio Pereira, natural da Freguesia de Santa Justa da cidade de Lisboa: João Camara, natural de Lisboa; Manoel [Correia] Leal, natural de São Miguel da cidade de Lisboa; e [?] da Silva, natural de Lisboa.
Neste processo ele diz ter 31 anos, ser solteiro, livre e desempidido, não fez voto de castidade ou de religião e que não possue nenhum impedimento para o casamento.
Veio para a cidade do Rio de Janeiro no ano de 1739. Em 02/11/1740, apresenta nova petição, depois de confirmados os depoimentos, paga uma fiança – o casamento será celebrado com caução por não ter apresentado a certidão.
Ele é filho legítimo de Antonio Fernandes e de Maria Jozepha (falecidos). Natural e batizado na Freguesia de Santa Justa do Patriarcado de Lisboa. Seu nome também aparece como Phillipe de Santhiago e Fonseca.
Ela é filha legítima de Tristam Mendes da Cunha e de Ursulla Ferreira das Virgens. Natural e batizada na Freguesia de Nossa Senhora do Pilar das Congonhas do Sabará.
Ambos são moradores na Freguesia de Nossa Senhora da Candelária. Onde provavelmente ocorreu a cerimônia do casamento. Espero ter atentido a solicitação da sua pesquisa.
Sílvia.
Arquivo da Cúria do Rio de Janeiro”.

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Dos registros eclesiásticos da Cúria do Rio de Janeiro :


“Philipi Samthiago Afonseca

Aos sinco de Novembro de mil e sette centos e corenta [5/11/1740] nesta Parochial e com minha presença e das testemunhas abaixo nomeadas Se recebeo em Matrimonio por palavras de prezente na forma do Sag. , digo , feitas as diligencias na forma do Sagrado Concilio Tridentino e Constituiçoens Philipi de Samthiago Afonseca natural e baptizado na freguezia de Santa Justa da Cidade de Lisboa filho legitimo de Antonio Fernandes e de Maria Josepha ; com Catharina da Cunha Ferreyra natural e baptizada na freguezia de Nossa Senhora do Pillar das Congonhas do Sabará filha legitima de Tristão Mendes da Cunha e de Ursula Ferreyra das Virgens , moradores ambos os contrahentes nesta freguezia. Como tudo me consta da Provisão que me aprezentou o Muito Reverendo Provisor e Juiz dos Casamentos o Doutor Gaspar Gonçalves de Araujo e por não me constar de impedimento algum canonico e terem se confessado e lhes dei as bençoens sendo testemunhas Antonio Ramalho e João Duarte Filgueira de que fiz este assento que assignou commigo.
O Vig.o Ignacio Marsel.
Antonio …
Jose …”.

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De documentos existentes na Torre do Tombo em Lisboa , sugere que Felipe entrou com processo de habilitação ao Santo Ofício :


Código Referência : PT-TT-TSO/CG/A/8/2/1571
Título : Diligência de habilitação de Filipe de Santiago da Fonseca
Datas : 1738
Nível Descrição : Documento Composto
Dimensão Suporte 2 f.; papel.
Cota Antiga : HI 34-108; NT 3677
Código Refer Altern Cota : Tribunal do Santo Ofício, Conselho Geral, Habilitações Incompletas, doc. 1571
Entidade Detentora : ANTT
Condições Acesso : Retirado da leitura.
Data Descrição : 14/12/2007
Aviso : Fechado

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Felipe Santiago de Afonseca e s/m Catarina da Cunha Ferreira deixaram , pelo menos , as seguintes filhas :

1) Felícia da Fonseca Cunha (*) , que segue no cap. seguinte
2) Ana da Fonseca Cunha
3) Luíza da Fonseca Cunha
4) Maria Thereza

(*) Dos testamentos das irmãs Ana e Luíza da Fonseca Cunha , arquivados no Museu Regional de São João del Rei , ambas eram solteiras , não tiveram filhos , em ambos os testamentos foi testamenteiro Antonio Gomes de Oliveira , que era casado com Ana Joaquina da Fonseca , sobrinha e herdeira das irmãs Ana e Luíza. Por ambos os testamentos , não pude descobrir os nomes dos pais da sobrinha Ana Joaquina da Fonseca , porém foi citado o nome de Felícia da Fonseca Cunha , que era proprietária da Fazenda denominada Campo Formoso dos Medeiros , Aplicação de Nossa Senhora das Candeias , Termo da Villa de São Bento do Tamanduá , Minas e Comarca do Rio das Mortes e por isto “adotei” a Felícia como mãe da Ana Joaquina da Fonseca , ficando este elo comprometido e sujeito à confirmação. Nos testamentos de Ana e Luíza , foi informado que os pais dela eram Felipe Santiago de Afonseca e Catarina da Cunha Ferreira , certamente eram os avós de Ana Joaquina da Fonseca , aqui indicada como sobrinha herdeira das tias solteiras. De qualquer forma , mesmo sem os nomes dos pais de Ana Joaquina da Fonseca , segue este estudo como correto através dos avós Felipe e Catarina.

Felícia da Fonseca Cunha , aqui representada como provável mãe de Ana Joaquina da Fonseca e seu marido , de nome desconhecido , deixaram os seguintes filhos , que tanto podem ser irmãos de Ana Joaquina da Fonseca ou primos.
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Complemento em 02/08/2011 :
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Dos registros da Diocese de Divinópolis de batismos , matrimônios e óbitos , imagem 17 de 149 :.
“Bartholomeu
Aos vinte e cinco dias do mes de Maio de mil oitocentos e quinze na Capella / de Semhora de Candeias , Filial desta Matriz de Sam Bento de Tamanduá , o / Revdo Capellão Antonio Ferreira de Miranda baptizou solemnemente / a Bartholomeu parvulo , Exposto em caza do Alf. Antonio Gomes / de Oliveira. Forão padrinhos o Cap.m Gonçalo Carneiro Figueira e sua / filha Anna Joaquina da Fonseca , todos desta Freguezia E para / constar mandei fazer este assento”.
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1) Ana Joaquina da Fonseca , por 1775 , que segue.
2) Maria Felizarda da Fonseca , cc Manoel de Souza Resendes.
3) Francisca Cândida da Fonseca , 1785 , cc Domingos Gonçalves Machado.
4) Luiz Antonio Carneiro.


Cap. III – Ana Joaquina da Fonseca :

Ana Joaquina da Fonseca , nascida por 1775 , casou-se por 1810 com o capitão Antonio Gomes de Oliveira , nascido por 1770 , que também segue pelo blog :
http://antoniogomesdeoliveira.blogspot.com/

Tiveram , Ana Joaquina da Fonseca e seu marido o cap. Antonio Gomes de Oliveira , os seguintes filhos , todos recenseados em 1832 em Candeias , Campo Belo , MG :


“Relação dos habitantes do Distrito de Nossa Senhora das Candeias , freguesia do Senhor Bom Jesus do Campo Belo , Termo da Villa de Tamanduá , MG , em 01 de Janeiro de 1832 :

Antonio Gomes de Oliveira – Branco – casado – 54 anos – lavrador.
Ana Joaquina – Branca – 53 – casada – fiandeira.
Filhos :
Reginaldo Gomes – Branco – 21 – solteiro
Mariano – Branco – 19 – solteiro
Pedro – Branco – 18 – solteiro
Maria – Branca – 17 – solteira – fiandeira
Escravos :
Francisco – Crioulo – Cativo – 61 – solteiro
Francisco – Preto – Cativo – 39 – solteiro
Floriano – Crioulo – Cativo – 36 – solteiro
Manoel – Preto – Cativo – 15 – solteiro
Florindo – Crioulo – 27 – solteiro
Esméria – Crioula – Cativa – 28 – solteiro – Fiandeira
Joana – Parda – Cativa – 17 – solteira
Thereza – Crioula – Cativa – 14 – solteira”.
(Este censo acima , está sob a guarda do Arquivo Público Mineiro – APM PP 1/10 cx 46 doc 2).

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Em 1832 , eram ainda moradores em Campo Belo , MG , conforme o censo acima. Em 1835 , seus filhos já foram recenseados em Caconde , SP , onde eram moradores no bairro ou Fazenda do Rio do Peixe , depois Sapecado e atualmente é a cidade de Divinolândia , onde , aos 14/7/1841 , faleceu Ana Joaquina da Fonseca , septuagenária , sendo sepultada no Cemitério do Espírito Santo do Rio do Peixe. (Livro de Óbitos de Caconde).


Seu marido o capitão Antonio Gomes de Oliveira faleceu aos 05/02/1864 na mesma localidade do Espírito Santo do Rio do Peixe , atual Divinolândia. Foi inventariado em Caconde e seguem algumas partes de seu inventário :


“Juizo Municipal da Villa de Caconde

1866

Inventario e Partilha amigavel nos bens que ficarão por falecimento de Antonio Gomes de Oliveira

Anno do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Christo de mil oito centos e sessenta e seis , aos quinze dias do mês de Outubro do dito anno nesta Villa de Caconde em meu cartorio me foi entregue uma petição com competentemente dispaxo o qual adiante segue de que fiz esta autuação. Eu Cândido José de Araujo escrivão interino o escrevi e assignei.
Cândido José de S.a

Anexo

Ilmo Snr D.r Juiz M.al do Termo de Caza Branca

Caconde 13 de 8.bro de 1866

Dizem os abaixo assignados todos moradores na Fazenda do Rio do Peixe que tendo se procedido amigavel o inventario do finado seu pai e sogro como mostra pelos documentos juntos , e como o referido seu pai e sogro falecera a 5 de Fevereiro de 1864 sem que deixasse legado algum e nem orfão de maneira que não tendo a respectiva Collectoria reclamação alguma pelos motivos apontados e nem deixou tambem menores e nem mentecaptos , resolveram todos os abaixo assignados herdeiros daquelle finado pai e sogro o Capp.am Antonio Gomes dOliveira a procederem amigavelmente o inventario , e como acham se todos bem satisfeitos , vem os abaixo assignados pedirem a V. S. o seu aprovamento proferindo o seu respeitavel dispacho de aprovação visto os supp.tes estarem satisfeitos , e não haverá reclamação alguma da parte da Collectoria por isto q. não houve legado.

P.a V. S. assim aprovar como for Justo.
E. R. M”.

“Termo de Concordia

Aos vinte e sinco dias do mes de Maio de mil oito centos e secenta e quatro annos nesta Freguezia de Caconde do Termo da Villa de Caza Branca da Provincia de São Paulo , e sendo ahi na Fazenda do Rio do Peixe , nos abaixo assignados filhos e genros do finado Capitão Antonio Gomes de Oliveira , por parte do mesmo e desejando fazer mos o nosso Inventario Amigavel e Partilhas nos Bens que ficarão por falecimento digo que ficarão com a igualdade de direito por não aver orfãos menores para cujo fim terras em commum ………………. nomeados e aprovados para Louvados e Partidores aos cidadãos Antonio Jose Dias , Jose Victor dos Santos e Jose Joaquim Ferreira e para escrivão a Cassiano Alves Moreira. E por achar mos assim ………….. mandamos

F. 2 v

mandamos lavrar o prezente Termo que todos assignamos. Eu Cassiano Alves Moreira escrivão que o escrevi.
Thomas Joze da Andr.e
A rogo por minha Mai Antonia Gomes ……
Thomas Joze de Andr.e
Pedro Gomes da Fonseca
Marianna …….. de Jesus
Por minha Mai Maria Joaquina de Oliveira
Jose de Moraes Machado
Reginaldo Gomes da Fonseca
……….. Mariano Gomes da Fon.ca
………. Mai Maria Cândida
Jose Gomes da Fon.ca

Relação dos Bens

  • João pardo …………. idade 36 annos por 1:500$000
  • Silvania crioula mulher do mesmo , idade 35 annos , por 1:400$000
  • Umbelina crioula , idade 16 annos por 1:700$000
  • Simião crioulo idade 13 annos por 1:000$000
  • Zacarias crioulo idade 11 annos por 700$000
  • Bernarda crioula (surda) idade 6 annos por 300$000
  • Rita crioula , idade 2 e meio por 400$000
  • Pocidonho crioulo , idade 20 annos por 1:500$000
  • 1 Taxo velho com remendos contendo 19 lb.as a 600 = 11$400
  • 1 Taxo mais novo com fundo contendo 14 lb.as a 600 = 8$400
  • Uma “Pega” contendo 7 lb.as = [em branco]
  • Huma Lavanca de ferro por 2$500
  • Hum Serrote de traçar madeiras por 4$000
  • Huma Balança g.de de ferro por 8$000

Página seguinte ([não mais há numeração nas páginas].

  • 1 Balança pequena , sem “Canela” por 1$000
  • 1 Balança de pezar ouro com dois “manos” por 10$000
  • 1 Corrente com Colar e Cadiado por 5$000
  • 1 Serra pequena com “Armação” por 1$000
  • 1 Sella Cavallar por 10$000
  • 1 Chocolateira de ferro por 2$000
  • 1 Espadim e duas dragonas por 2$000
  • 1 Jarro e Bacia de estanho por 4$000 (?)
  • 1 Par de Pedras p.a moinhos com ferragem por 40$000
  • 1 Caixa com Feixadura por 2$000
  • 1 Espada Velha Bainha de “Sola” por 1$000
  • 1 Roda com Rollo p.a mandioca por 3$000
  • 1 Tronco e sua ferragem por 8$000
  • 1 Morada de Cazas , Paihol , Engenhos , Hortalice , Aguada e Monjollo por 355$000.
  • 1 Maquina de Roça de “Capinsão” por 30$000
  • 40 Porcos de criar por 200$000
  • 668 Telhas por 15$000
  • 1 Caza na Capella , Assoalhada por 400$000
  • Meio Dote no valor da escrava Catharina por 200$000
  • Meio Dote no valor da escrava Marta por 200$000
  • Meio Dote no valor do escravo Paulo por 50$000
  • Meio Dote no valor da escrava Joanna por 200$000
  • Meio Dote no valor do escravo Antonio por 100$000
  • Meio Dote no valor da escrava “Flora” por 150$000
  • 1 Fazenda de Culturas denominada Santo Antonio do Rio do Peixe no valor de dez contos de reis = 10:000$000

Soma a Louvação 20:522$300

Dividas Activas

  • Que deve o Erdeiro Pedro Gomes da Fonseca = 1:243$000
  • Que deve Antonio Lourenço de Andrade , emprestimo = 560$300

Soma reis = 1:803$300

  • Em Somma o Monte Mor = 21:803$300

Antonio Jose Dias
Jose Victor dos Santos
Joze Joaquim Ferreira”.

“Titulo de Erdeiros

– Reginaldo Gomes da Fonseca
– Maria Joaquina de Oliveira , que segue
– Pedro Gomes da Fonseca
– Mariano Gomes da Fonseca
– Capitão Thomaz Jose de Andrade , por cabeça de sua mulher Antonia Gomes de Oliveira”.

Da lista dos moradores de Caconde , Maços de População de M. Mirim do ano de 1850 , fonte Arquivo Público do Est. SP , caixa 145 :.Nome – Antonio Gomes d’Oliveira.
Naturalidade – Minas.
Idade – 80 anos.
Cond.- B (branca).
Estado – V. (viuvo)
Comp. – L (lavoura).
Sabe ler ? – sabe.
numero – 1155.
Escravos – Rosindo , João , Izidoro , Esmeria , Antonia , estes de Minas Gerais ; Anna e Umbelina de Caconde. Todos com idades entre 50 e 60 anos.

Do Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo , no Livro de Registro de Posses , conforme RT No 6 , registro 10 :.“Relação dada pello capitão Antonio Gomes de Oliveira de sua fazenda denominada Santo Antonio do Rio do Peixe que ouve (sic) por compra de Manoel Chrispim da Costa , Francisco Teles (?) dos Santos , Ma …..
Principia sua divisa da Barra do Rio do Peixe asima (sic) divisando com o capitão Thomas Jose de Andrade , e outra athé …….. com o espigão subindo pello espigão asima (sic) athé o Vallo da Cova ……. divisando com os herdeiros do finado capitão Felis Jose de Noronha Negreiros e na …….. ………. divisando com Manoel Rodrigues da Costa e outros ….. divisando ……. capitão Thomas Jose de Andrade e outros e depois divisando com Jose Ferreira e outros e depois divisando com o sargento mor Romão Bastos e Nogueira e outros e depois divisando com Honorio Antonio Carneiro e outros e depois divisando com Joaquim Ribeiro e outros e depois divisando com tenente coronel Domiciano Jose de Souza e depois divisando com Fabricio Marinho de Moura …… athé o Rio Pardo …… e depois divisando com Francisco de Assis Nogueira pello Rio Pardo abaixo athé o lugar asima do Rio do Peixe e onde principiou a divisa.
Terá esta fazenda mil e quinhentos alqueires mais ou menos.
Freguezia de Caconde aos nove de Janeiro de mil e oitocentos e sincoenta e seis (sic) =
Antonio Gomes de Oliveira.
Nada mais e aos dous exemplares ……..
Freguezia de Caconde 19 de Janeiro de 1.856.
Vig.o …… Ant. Nog.a.
Pg custo de 2$080)”.

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Cap. IV – Maria Joaquina de Oliveira e seu marido Jose de Moraes Machado


Maria Joaquina de Oliveira nasceu em 1815 na Freguesia do Senhor Bom Jesus do Campo Belo , Distrito de Nossa Senhora das Candeias, MG. Pouco depois de 1832 , seguiu com seus irmãos e seus pais de Campo Belo , MG , a Caconde , SP , onde foram residir na Fazenda do Espírito Santo do Rio do Peixe (Divinolândia).
Por 1835 , casou-se com Jose de Moraes Machado , nascido em 1811 , natural de Minas , provavelmente nascido na Fazenda da Serra dos Santíssimos Corações de Jesus Maria Jose, Aplicação do Espírito Santo da Varginha , Freguesia das Lavras do Funil , onde hoje situa-se a cidade de Três Corações , MG.
Jose de Moraes Machado era filho do Alferes Jose de Moraes Machado , da Lagoa Dourada e de s/m Maria Cleofa de Jesus , de Lavras.

Jose de Moraes Machado faleceu na Fazenda do Rio do Peixe em 1851 e foi inventariado em 1853. Os ancestrais de Jose de Moraes Machado seguem no Blog seguinte :
http://barcelos-moraesmachado.blogspot.com/

Maria Joaquina de Oliveira faleceu aos 25/1/1889 , foi inventariada em Caconde no mesmo ano.

Deixaram os seguintes filhos :

1) Jose de Moraes Machado , 1837 , cc Antonia Gomes de Oliveira em 29/01/1863.
2) Maria Justina de Moraes , 1838 , cc Frederico Pedro de Alcântara em 06/06/1854 , que seguem.
3) Ana Hipólita de Moraes , 1839 , cc Jose Thomaz de Mesquita.
4) Mariana Luiza de Moraes , 1841 , falecida em 1873.
5) Amélia Cândida de Moraes , 1843.
6) Inocência Leopoldina de Moraes , 1845 , cc Jose Ribeiro do Nascimento.
7) Escolástica Cândida de Moraes , 1848 , cc Manoel Pereira de Mello.

Cap. V – Maria Justina de Moraes e seu marido Frederico Pedro de Alcântara

Maria Justina de Moraes nasceu em Caconde em 1838 e aos 06/06/1854 casou-se com Frederico Pedro de Alcântara. Maria Justina faleceu em Casa Branca , SP , por 1875. Era também conhecida por Maria Bonita devido sua rara beleza.

“Aos seis dias do mês de Junho de mil oitocentos e cincoenta e quatro annos , depois de feitas as admoestações Canônicas , sem impedimento , em minha presença e das testemunhas abaixo assignadas receberão em Matrimônio por marido e mulher a Frederico Pedro de Alcantara e Maria Justina de Moraes , aquele filho legítimo de Sebastião Pedro de Alcantara e de Maria Jose Felisbina , nascido e batizado na Cidade de Mogi Mirim , e ela nesta freguezia de Caconde , filha legítima de Jose de Moraes Machado e Maria Joaquina de Oliveira , nascida e batizada nesta Freguezia de Caconde ………. as bençãos Nupciais de que para constar faço este assento que assigno.
Vig. Prudenciano Antonio Nogueira”.

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Os ancestrais de Frederico Pedro de Alcântara seguem pelo blog :
http://alcantaravaledoriopardo.blogspot.com/

Maria Justina de Moraes e Frederico Pedro de Alcântara deixaram os filhos seguintes :

1) Braulina Gomes de Alcântara , c. 1855 , cc Jerônimo Pereira de Mello.
2) Maria Angelina Justina Gomes de Alcântara , 1861 , cc Antonio Bernardino de Seixas.
3) Ana Cândida Angelina Gomes de Alcântara , c. 1860 , cc Joaquim da Costa Guimarães , que seguem no Blog : http://anaangelinaalcantara.blogspot.com/
4) Hipólita Josefina Angelina Gomes de Alcântara , 1863 , cc Venâncio Gomes Porto , que seguem abaixo.
5) Sebastião Pedro de Alcântara , 1864 , cc Mariana Pereira de Melo.
6) Idalina . 1865.
7) Mariana , 1869.

Cap. VI – Hipólita Josefina Angelina Gomes de Alcântara e seu marido Venâncio Gomes Porto

Seguem através do seguinte Blog : http://gomesporto.blogspot.com/

ANTÔNIO MENDES & MARIA MARQUES

(Meus Nonavós. Pais de João Mendes cc Isabel da Costa)

Pesquisado por Pedro Miguel Ortiga de Sousa, Vânia Mendes Ramos da Silva, Josi Baggio e Juliana Areias.

Antônio Mendes, nasceu em torno de1633, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal. Casou-se com Maria Marques em torno de 1658.

Maria Marques, nasceu em torno de1633, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal.

ORDEM DOS FILHOS DE ANTÔNIO MENDES & MARIA MARQUES

Antônio Mendes & Maria Marques tiveram ao menos os seguintes filhos

1. João Mendes, nascido em torno de 1660, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal. Casou-se com Isabel da Costa em tornde 1688, em Telhado, Braga, Portugal. João Mendes faleceu primeiro que sua esposa, logo antes de novembro de 1704.

  1. Antônio Mendes Jr. , nascido em torno de maio de 1664, na Freguesia de Santa Maria do Telhado, Vila de Famalicão, Braga, Portugal.

DOMINGOS VIEIRA & MARIA FRANCISCA

(Meus Nonavós. Pais de Francisco Vieira cc Natália da Motta)

Pesquisado por Juca – Jose Fernandes da Cunha, Adeilson Batista, Vânia Mendes Ramos da Silva, Clênia Oliveira dos Reis, Josi Baggio e Juliana Areias.

Domingos Vieira nasceu antes de 1665 em Magos, Braga, Portugal. Casou-se com Maria Francisca, nascida antes de 1667 em São João Batista, Vieira do Minho, Braga, Portugal. Tiveram ao menos um filho:

ORDEM DOS FILHOS DE DOMINGOS VIEIRA & MARIA FRANCISCA

1) Francisco Vieira *julho de 1683, em Magos, Braga, Portugal, e batizado em 1/8/1683 no mesmo local. Casou-se com Natália da Motta. Faleceu em 29/1/1731 e foi enterrado em 30/1/1731 no mesmo local Magos, Braga, Portugal. Casou-se em 16/11/1711 em Cantelães, Vieira do Minho, Braga, Portugal com Natalia da Motta.

DOMINGOS ANTUNES & IZABEL DA MOTTA

( Meus Nonavós. Pais de Natália da Motta cc Francisco Vieira )

Pesquisado por Juca – Jose Fernandes da Cunha, Adeilson Batista, Vânia Mendes Ramos da Silva, Clênia Oliveira dos Reis, Josi Baggio e Juliana Areias.

Domingos Antunes, nasceu antes de 1667 em Cantelães, Vieira do Minho, Braga, Portugal. Casou-se com Izabel da Motta, falecida em 26 de Setembro de 1731 em Cantelães, Vieira do Minho, Braga, Portugal. Tiveram ao menos os seguintes filhos:

ORDEM DOS FILHOS DE DOMINGOS ANTUNES & IZABEL DA MOTTA

  1. Domingos Antunes * Abril de 1687 e batizado em 6/4/1687 em Cantelães, Vieira do Minho, Braga, Portugal.
  2.  Natália da Motta * nasceu em agosto de 1688 em Cantelães, Vieira do Minho, Braga, Portugal e foi batizada em 22/8/1688 no mesmo local. Casou-se com Francisco Vieira. Faleceu em 12/7/1732 e foi enterrada em 13/7/1732 em Cantelães, Vieira do Minho, Braga, Portugal.
  3. Senhorina da Motta *antes de 1703 em Cantelães, Vieira do Minho, Braga, Portugal.
  4. Francisco Antunes *em Cantelães, Vieira do Minho, Braga, Portugal.
  5. José da Motta *em Cantelães, Vieira do Minho, Braga, Portugal.

Óbito de Izabel da Motta

26/9/1731 em Cantelães, Vieira do Minho, Braga, Portugal

Obito Izabel da Mota 26 Sep 1771 em Castelaes Vieira do Minho Braga Portugal

BARTHOLOMEU MACHADO NETO & MARIA LUIS FERREIRA

(Meus Nonavós. Pais de Alferes Antônio Machado Neto cc Maria Clara de São José)

Pesquisado por Juca – Jose Fernandes da Cunha, Adeilson Batista, Vânia Mendes Ramos da Silva, Clênia Oliveira dos Reis, Josi Baggio e Juliana Areias.

Bartholomeu Machado Netto, nasceu em Porto Judeu, Ilha Terceira, Açores, Portugal, onde faleceu em torno de 1737. Casou-se primeiramente com Bárbara de Meneses falecida antes de 1729, com quem teve ao menos um filho Pedro Machado Neto, nascido em torno de 1685 na Ilha Terceira, Açores, Portugal. (Pedro casou-se com Catarina Machado Borges com quem teve ao menos três filhas: Maria de Jesus, Maria Antonia Borges e Francisca Antonia). Bartholomeu Machado Netto casou-se pela segunda vez  antes de 13/2/1708 na Ilha Tericaira, Açores, Portugal, com Maria Luis Ferreira, nascida em Porto Judeu, Açores, Portugal, com quem teve ao menos os seguintes filhos:

ORDEM DOS FILHOS DE BARTHOLOMEU MACHADO NETO & MARIA LUIS FERREIRA

  1. Maria Faleiro Machado *5/8/1666 em Porto Judeu, Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, Portugal, casada em 28/1/1687 no mesmo local, com Antonio Fernandes Pacheco de Aguiar, com quem teve ao menos 3 filhos Isabel da Conceição, Manoel Pacheco Aguiar e Maria Faleiro de Aguiar.
  2. Margarida Faleiro Machado *cerca de 1674. Casou-se em 25/4/1695 em Porto Judeu, Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Portugal, com Bernardo Machado Andrade, com quem teve ao menos um filho, Manoel Machado Ferreira, nascido em cerca de 1720 na Ilha Terceira, Açores, Portugal, e casado com Eufrazia Maria da Cruz, filha de Manuel da Costa Pinheiro e Vicencia da Cruz.

3) Alferes Antonio Machado Neto *cerca de 1680 em Porto Judeu, Ilha Terceira, Açores, Portugal e morreu na mesma localidade em 1786. Casou-se primeiramente com Maria Borges Machado, falecida em 1706 com quem teve ao menos um filho, Antonio Machado Borges, nascido em 22/6/1702 e falecido em 3/3/1698. (Ver Genealogia da Ilha Terceira, Volume V MACHADO, fls 550;551). Conforme consta no Projeto Compartilhar, a segunda esposa do açoriano Alferes Antonio Machado Neto foi Maria Clara de São José,  casaram-se em 31 de julho de 1707 em Porto Judeu, Anfra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores.

4) Francisco Machado Luis * na Ilha Terceira, Açores, Portugal.

5) Isabel Ferreira Machado * na Ilha Terceira, Açores, Portugal. Casou-se com Brás Vieira Machado, também nascido na Ilha Terceira, Açores, Portugal.

6) Manoel Machado Neto * na Ilha Terceira, Açores, Portugal.

SEBASTIÃO RODRIGUES PACHECO & IZABEL DIAS

(Meus Nonavós. Pais de Maria Clara de São José cc Alferes Antônio Machado Neto )

Pesquisado por Juca – Jose Fernandes da Cunha, Adeilson Batista, Vânia Mendes Ramos da Silva, Clênia Oliveira dos Reis, Josi Baggio e Juliana Areias.

Os pais de Maria Clara de São José não foram Simão Vieira Macchado cc Bárbara Toste, mas sim Sebastião Rodrigues Pacheco cc Izabel Dias, como pesquisou o primo Juca – José Fernandes da Cunha, que encontrou em Porto Judeu, Ilha Terceira, Açores, o assento de casamento de Maria Clara de São José com Alferes Antonio Machado Neto, onde consta os nomes dos pais de ambos os noivos. (ver documento acima).  Sebastião Rodrigues Pacheco e Izabel Dias tiveram ao menos uma filha:

ORDEM DOS FILHOS DE SEBASTIÃO RODRIGUES PACHECO & IZABEL DIAS

  1. Maria Clara de São José *após 1683 em Porto Judeu, Ilha Terceira, Açores, Portugal e faleceu no mesmo local antes de 1737. Casou-se em 31/7/1707 em Porto Judeu, Angra do heroi]ísmo, Ilha Terceira, Açores com o Alferes Antonio Machado Neto, com quem teve, ao menos sete filhos: Manoel Machado, Josepha, Bartholomeu Machado Diniz, João Machado, Mariana Benedicta de São José, José Machado Diniz e Thereza Antonia de Jesus.

JOÃO MENDES DA CUNHA & MARIA DOS REIS DE LINHARES

(Meus Nonavós. Pais de Tristão Mendes da Cunha cc Úrsula Ferreira das Virgens)

Pesquisado por Juca – Jose Fernandes da Cunha, Adeilson Batista, Vânia Mendes Ramos da Silva, Clênia Oliveira dos Reis, Josi Baggio e Juliana Areias.

João Mendes da Cunha, nasceu em cerca de 1660 em Funcha, Ilha da Madeira, Portugal e faleceu antes de 1707 no mesmo local. Casou-se com Maria dos Reis de Linhares, nascida e falecida antes de 1707 no mesmo local. Tiveram ao menos um filho:

ORDEM DOS FILHOS DE JOÃO MENDES DA CUNHA & MARIA DOS REIS DE LINHARES

  1. Tristão Mendes da Cunha* cerca de 1682em Funchal Ilha da Madeira, Portugal.As vezes também chamado de Tristam Mendes da Cunha. Casou-se primeiramente em 13/6/1707 em Funchal, com Thomazia de Andrade, falecida em Funchal em 17/7/1688. Depois emigra para o Brasil, onde se casa pela segunda vez com a baiana Úrsula Ferreira das Virgens, (nascida em Salvador-BA, aproximadamente em 1705, quando Salvador era ainda a capital do Brasil). Sabemos com certeza que Tristão estava em Salvador-BA em 1714, quando aparece como padrinho de batismo de uma menina chamada Joanna, documento encontrado pelo nosso querido primo pesquisador Juca – José Fernandes da Cunha.   Até onde se sabe, apenas a primeira filha deles nasceu em Salvador em 1720, a segunda já em Minas Gerais, em 1726 em Nova Lima-MG. Entre 1727 e 1732   tiveram 2 filhos nascidos em Sabará-MG, onde aparece declarado com morador em 30/5/1732. Apartir de 1740 os filhos nascem já no Rio de Janeiro , onde faleceu após 1740.

AINDA INDEFINIDOS PAIS DE ÚRSULA FERREIRA DAS VIRGENS

(Meus Nonavós. Pais de Úrsula Ferreira das Virgens cc Tristão Mendes da Cunha)

Pesquisado por Juca – Jose Fernandes da Cunha, Adeilson Batista, Vânia Mendes Ramos da Silva, Josi Baggio e Juliana Areias.

ORDEM DOS FILHOS DE

MISTÉRIOS SOBRE A CHEGADA DA FAMILIA RIBEIRO BRITO (ALVES DE SOUZA SOARES) EM PATROCÍNIO, VINDOS DE SÃO JOÃO DEL REI-MG

(ligados a minha tetravó Maria Alves de Souza cc José Cândido Ferreira)

Ainda não sabemos quem eram os pais de minha tetravó Maria Alves de Souza ( Maria Alves de Jesus), mas ela claramente está relacionada a família do Major Antônio Alves de Souza Soares (Alves Ribeiro quando jovem) e sua irmã Ana Joaquina Rosa (cc Antonio Vieira da Cunha ) que aparecem respectivamente como testemunha de casamento e madrinha de batismo de descendentes dela. Embora não exista nenhuma Maria oficialmente como filha deles nos inventários encontrados até agora referente aos herdeiros dos dois irmãos, existem ainda os outros irmãos do Major, incluindo, a irmã deles mais velha chamada Maria Quitéria que no inventário do pai deles, o Tenente João Lourenco Ribeiro Brito cc Sancha Ursula Alves de Souza de 1835 em Sao João del Rei, se diz que tinha 25 anos ( logo nascida em 1809-1810) morando em Patrocínio, Aplicação Villa de Araxá ( e não diz nome de nenhum esposo. Já para a irmã Ana Joaquina Rosa se diz que estava também em Patrocínio e casada com Antonio Vieira da Cunha.) Teria Maria Quiteria saído de São João Del Rei para Patrocínio para ter uma filha natural? A data estimada de nascimento de Maria Alves de Souza é de cerca de 1835 a 1842 ( provavelmente em 1838, já que tinha 48 anos em 18/8/1886, data do inventário de seu marido).

Como os assentos de batismo dos dois primeiros filhos de Maria Alves de Souza e Jose Cândido Ferreira (Antônio Ferreira Cândido e Quirino Ferreira Soares – nascidos respectivamente  entre 1856-1858) não estão nos arquivos paroquiais de Patrocínio, (pesquisado e não encontrado pelo Dr. Adeilson Baptista), pode significar que o casal tenha se casado em outra localidade antes de chegar em Patrocínio. Pesquisei em Dores de Indaiá, Nossa Senhora das Dores – Casamentos entre 1848 – 1883, (pois o primo de DNA Adenilson que descende dos Alves de Souza Resende, tem antepassados de lá) e de fato há nesse arquivo inclusive casamentos realizado na Capela do Patrocínio e muitos Alves de Souza, porém além dos assentos estarem fora de ordem, apartir da página 58, os assentos pulam de 1855 para 1865, daí na página 143 volta para 1850 e contem também alguns de 1848 e 1849.) Ou seja, o livro está incompleto e novamente faltando justamente o período que me interessa. Procurei igualmente no livro de assento de Batismos de Dores de Indaiá, Nossa Senhora das Dores – 1848-1878, precisamente da página 13 (1853) até página 73 (1861), tentando encontrar os assentos de batismos dos dois primeiros filhos do casal, e não encontrei. Observei que tem algumas folhas fora de ordem mas não faltando e que tem assentos marcados como realmente de Patrocínio. No índice dos casamentos de Indianópolis 1823-1892 ( Santana dos Rio das Velhas), diz que estão faltando os casamentos entre 1856 e 1860. Nos de 1855 não está. Procurei também nos assentos de Batismo de Araguari de 1855-1863, indo até  julho de 1860 e não achei. Os registros de casamento desse período não existem.

O primo e pesquisador Jose Aluísio Botelho também acredita que minha trisavó Maria de Souza Soares, filha de Maria Alves de Souza, deve descender da Família Souza Soares de Patrocínio. Mas adverte que é importante não confundir com outra família diferente de lá chamada Soares Souza.

Encontrei em 2019 a transcrição feita pelo pesquisador Adeilson Batista do   inventário do delegado e Coronel Antonio Alves de Souza Soares em Patrocínio, Minas Gerais em 1910, o filho que tem o mesmo nome  do pai o Major Antonio Alves de Souza Soares, que pode ser parente da nossa Maria de Souza Soares. Temos também o Inventário de Thereza Thomazia de Jesus, a esposa do Major, falecida em 1912, mas não ainda o inventário do próprio Major.

O deslocamento de alguns integrantes da Familia Ribeiro Brito de São João del Rei para Patrocínio é rodeado de mistérios. Consta no Inventário de 1835 de Tenente João Lourenco Ribeiro casado com Sancha Ursula Alves de Souza em São João del Rei, que nessa data ao menos 3 filhos do casal estavam residindo em Patrocínio: Maria Quitéria, a filha mais velha com 25 anos mais ou menos, Antonio Alves Ribeiro Brito, solteiro de 18 anos e Ana Joaquina Rosa de cerca de 17 anos e já casada com Antonio Vieira da Cunha, filho de José Vieira da Motta e Mariana da Cunha Ferreira (Mariana Ferreira da Cunha). Já nos documentos de Patrocínio, o Antônio, deixa de usar o sobrenome do pai e passa a ser chamado e conhecido com Major Antonio Alves de Souza Soares. Sabemos ser a mesma pessoa, pois na morte do seu cunhado Antonio Vieira da Cunha, ele faz a declaração do óbito e no inventário, vem declarado como tutor e tio dos menores filhos da sua irmã Ana Joaquina Rosa. Os filhos de Ana Joaquina no mesmo inventário, voltam a adotar o sobrenome Ribeiro do avô materno já falecido em São João del Rei. Por que será que o Major, abandonou o sobrenome de seu pai? Ao contrário da sua irma Ana Joaquina, vemos que nenhum dos filhos do Major adotou o sobrenome Ribeiro Brito do avo paterno, mas ele nomeou uma das sua filhas com o nome de sua mãe Sancha Ursula de Souza. (fonte: inventário do filho homônimo do Major, chamado Coronel Antonio Alves de Souza Soares Jr., casado com Theodora Jacintha de Castro, que morreu sem filhos em Patrocínio em 29/6/1910). Esse hábito de mudar de nome parecia ser corriqueiro nessa época e região, às vezes dá a impressão que só no casamento se definia o sobrenome adulto do noivo. Às vezes aparece também filhos ou sobrinhos mudando de sobrenomes para se diferenciar dos seus homônimos pais ou tios. Não é impossível de pensar também que a mudança de nome pudesse ser causada por desavenças familiares ou por fuga de dívidas e outras possíveis complicações.

Outro mistério está relacionado a minha tetravó Maria Alves de Souza, casada com José Cândido Ferreira, filho de José Ferreira da Cunha (cc Anna Ritta de Jesus) e neto de José Vieira da Motta e Mariana Ferreira da Cunha. Filhos e netos de Maria Alves de Souza tiveram como padrinhos e testemunha de casamento, o próprio Major Antônio Alves de Souza Soares, sua irmã Ana Joaquina Rosa e/ou filhas dela Sancha Ursula de Souza. Além desses indícios documentais, eu compartilho DNA com um descendente dos Ribeiro de Britto ( o primo Adriano Afonso) e com um primo chamado Alexandre Bernardes de Oliveira, que descende em linha direta de uma das tias do Major, irmã de sua mãe Sancha Úrsula Alves de Souza, chamada, Anna Mafalda Alves de Souza que é pentavó do Alexandre. Sancha Úrsula e Anna Mafalfa, ambas filhas de João Alves Antunes e Maria Caetana Ermelinda de Souza. Porém sabemos pelos testamentos do filho homônimo do Major e pelos testamentos de Ana Joaquina Rosa e seu marido, que eles não tiveram nenhuma filha chamada Maria. Sendo assim o mistério continua, sobre quem foram os pais da minha tetravó Maria Alves de Souza nascida em torno de 1838 (já que tinha 48 anos em 18/8/1886, data do inventário do seu marido),  casada com José Cândido Ferreira.  Já que não é  filha legítima nem do Major Antonio Alves de Souza Soares (cc Thereza Thomazia de Jesus) e nem da irmã do Major Ana Joaquina Rosa (cc Antônio Vieira da Cunha). Poder ser filha de algum dos outros irmãos do Major.

Outras possibilidade de quem foram os pais de minha tetravó Maria Alves de Souza:

1) A irma mais velha do Major, chamada Maria Quiteria nascida em torno de 1809. Será que ela se casou com um Vieira da Cunha ( Viera da Motta / Cunha Vieira) também? Ou será que foi mãe solteira de Maria, e morreu no parto? Em 1835 no inventário do pai, estranhamente não se declara se ela era casada ou solteira, apenas se diz que estava morando em outra cidade, em Patrocínio e que tinha 25 anos. Nesse período, era incomum uma mulher de 25 anos nao estar ainda casada. Talvez tivesse ido para outra cidade para manter a gravidez em segredo? Nos assentos de batismo de Sacramento ( Patrocínio) desponíveis online no Family Search, pesquisei os batismos entre 1836 a 1839 e não encontrei nenhuma Maria Quitéria como mãe de nenhuma Maria.

2) Alguma possibilidade da minha tetravô ser filha natural/ ilegitima do próprio Major ou de sua irma Ana Joaquina Rosa também?

3) Ou filha de algum dos outros irmãos do Major? Além de Maria Quitéria e Ana Joaquina Rosa, o Major Antônio Alves de Souza Soares (Ribeiro de Britto) teve os seguintes irmãos: João Lourenço Ribeiro Brito Jr, Gertrudes Felizarda, José Lourenço Ribeiro , Senhorinha Bárbara de Souza ( Senhorinha Alvares) , Joaquim Ribeiro Brito (ou Joaquim Alves de Souza Soares nascido em 25/4/1824) e Manuel Ribeiro Brito.  Nos assentos de batismo de Sacramento (Patrocínio) desponíveis online no Family Search, pesquisei os batismos entre 1836 a 1839 encontrei uma Maria, branca,  batizada em 21/9/1838, nascida em 16/9/1838 filha de Joaquim Matheus Silva e Senhorinha Alves de Jesus. Padrinhos: João de Dias Alves e Ignácia Maria de Jesus. Será essa Senhorinha Maria de Jesus , a mesma, irmã do Major?

Enquanto os mistérios continuam, segue abaixo documentação sobre a família do Major Antônio Alves de Souza Soares também chamado na juventude em São João del Rei como Antônio Alves Ribeiro Brito.

Sabemos que o Major Antônio Alves de Souza Soares nasceu em torno de 1716 em São João del Rei, pois ele vem descrito no inventário do Padre Crispiano Antonio do Santos de 1873 como procurador do inventário. Lá se diz que tinha 57 anos, casado, negociante, natural de S.João del Rei e morador em Patrocínio nesse ano de 1873. (ver DOC 2 abaixo)

Pelo inventário do Cel. Antonio Alves de Souza Soares em 1910 (filho do Major , ver DOC 1 abaixo) sabemos também que o Major Antonio Alves de Souza Soares era casado com Thereza Thomazia de Jesus e tiveram 8 filhos:

1) Francisca Alves de Souza nascida em 1841, (cc Gustavo Rabello de Souza em 15/8/1860)
2) Cel Antonio Alves de Souza Soares ( jr, cc Theodora Jacintha de Castro. Não tiveram filhos).
3) Luiza nascida em 9/8/1847
4) Sancha Ursula de Souza (casada em 26/10/1867 com Joao Machado Mendes da Silveira – filho do Capitão João Machado Rodrigues da Silveira cc Messias)
5) Carlos nascido em 17/11/1857
6) Rita nascida em 20/10/1859
7) Meliza Alves de Souza (cc Jacintho Nunes de Paula)
8) João Alves de Souza nascido em 20/2/1862.

  • 9) Jose Alves de Souza Ribeiro (cc. Maria Mariana Silveira) ( Informação do DOC 1 B – Inventário da esposa do Major. Ver abaixo).

Observamos que o  Major Antonio Alves de Souza Soares, deu a uma de suas filhas o nome de Sancha Ursula de Souza (casada em 26/10/1867 com Joao Machado Mendes da Silveira), logo nascida entre 1848-1852. Sancha Ursula de Souza aparece também como madrinha de dois irmãos homens da minha tataravó Maria de Souza Soares. ( do João nascido em 11/7/1862 e do José nascido em 31/7/1865).

No fabuloso website do Projeto Compartilhar coordenado por Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira, temos vários inventários e documentos de São João del Rei que falam de uma antiga Sancha Ursula Alves de Souza, que tudo indica deve ser a ancestral em comum do Major Antonio Alves de Souza Soares e da minha ancestral tetravó Maria Alves de Souza ( mãe de Maria de Souza Soares).  Nas páginas dedicadas as famílias Alves Antunes de São João Del Rei, Ribeiro de Brito e Padre Joaquim José Alves se fala da antiga Sancha Ursula e sua família. (ver Doc 3, 4 e 5 abaixo). Através desses documentos sabemos então que Sancha Ursula Alves de Souza nasceu em 21/10/1790 em São João del Rei-MG (e ainda estava viva em 7/1/1835 data do inventário do seu marido que morreu em 1828), filha do primeiro casamento de seu pai João Alves Antunes natural de Sao João Del Rei com sua primeira esposa Maria Caetana Ermelinda de Souza, portuguesa, de Coimbra.  O pai de Sancha Ursula Alves de Souza, foi o segundo filho do patriarca Sargento Mor Brás Alves Antunes (filho de Simão Alves e Ana Antunes – ou Fernandes) batizado aos 09-02-1716 na freguesia da Vila Nova da Muia, Termo da Vila da Barca, Arcebispado de Braga. O Padre Joaquim José Alves, foi um dos irmãos do João Alves Antunes, logo tio por parte de pai da Sancha Ursula Alves de Souza. No inventário do padre em 18/9/1833, aparece Sancha com seus irmãos todos do primeiro e segundo casamento de seu pai, como sobrinhos do padre.

Sobrinhos, filhos do falecido João Alves Antunes:

01- João, de idade de quarenta e quatro anos, pouco mais ou menos. (*nascido em torno de 1789)

02- Dona Sancha Ursula Alves de Souza, viúva. (*nascida  em 21/10/1790)

03- Dona Maria, casada com Luís José de Moraes Dantas Gouveia (*nascida em torno de 1791)

04- Domingos, de idade de quarenta anos, pouco mais ou menos. (*nascido em torno de 1793)

05- Dona Ana, casada com Manoel Felis de Faria Lobato (*nascida em torno de 1795)

06- Carlos, de idade de trinta e seis anos, pouco mais ou menos. (*nascido em torno de 1797)

07- Dona Delfina, solteira, de idade de trinta e seis anos, pouco mais ou menos. (*nascida em torno de 1797)

08- Francisco de Assis, solteiro, de idade de trinta e um anos, pouco mais ou menos. (*nascido em torno de 1802)

09- José, solteiro, de idade de trinta anos, pouco mais ou menos. (*nascido em torno de 1803)

10- Dona Micaela Jesuína da Anunciação, casada com José Marcelino Pereira (*nascido em torno de 1808)

11- Antonio, solteiro, de idade de vinte e um anos, pouco mais ou menos. (*nascido em torno de 1812)

12- Cândido, solteiro, de idade de dezenove anos, pouco mais ou menos. (*nascido em torno de 1814).

13- Dona Ana (?), de idade de dezoito anos, pouco mais ou menos, solteira. (*nascida em torno de 1815)

14- Belisário Camilo, solteiro, de idade de dezessete anos, pouco mais ou menos. (*nascido em torno de 1816)

15- Dona Belisária, solteira, de idade de dezessete anos, pouco mais ou menos. (*nascida em torno de 1816)

16- Dona Maria, solteira, de idade de quinze anos, pouco mais ou menos. (*nascido em torno de 1818)

Recapitulando então, pelo Inventário do filho do Major, publicado pelo pesquisador Adeilson Batista no Patrocínio Online, sabemos que a quarta filha do Major se chamava Sancha Ursula de Souza, casada em 26/10/1867 com João Machado Mendes da Silveira. (precisamos saber se ha ligação entre os Machados Mendes com os Mendes do Valle / Mendes do Nascimento).

Pesquisando nos arquivos online do Projeto Compartilhar ( www.projetocompartilhar.org ) em São João del Rei encontrei vasta informaçao sobre a senhora Sancha Ursula Alves de Souza, nascida lá em 21/10/1790, casada la em 1/6/1808 com Tenente João Lourenço Ribeiro de Brito. Dos 9 filhos desse casal, ao menos 3 se mudaram para Patrocínio e esses documentos mostram que em 1835 já residiam em Patrocínio.

Os filhos que sabemos que mudaram para Aplicação em Patrocínio foram:

1) Maria Quitéria, com cerca de 25 anos em 1835 e   ( logo nascida em cerca de 1809-1810)
4) Antônio Alves Ribeiro Brito com 18 anos (logo nascido em cerca de 1817) – data confere com o do nascimento do Major em torno de 1816.
5) Ana Joaquina Rosa, com 17 anos em 1835, ( nascida em torno de 1815- 1818), casada com Antônio Vieira da Cunha  (nascido em torno de 1817 e falecido em 31/5/1859 em Patrocínio.)

Outros filhos que não vem descritos como moradores de Patrocínio:
2) Joao Lourenco Ribeiro Brito
3) Gertrudes Felizarda
6) José Lourenco Ribeiro
7) Senhorinha Bárbara de Souza / Senhorinha Alvares ( talvez Senhorinha Alves de Jesus)
8) Joaquim Ribeiro Brito (ou Joaquim Alves de Souza Soares nascido em 25/4/1824)
9) Manuel Ribeiro Brito

Assim como esse Joaquim as vezes vem descrito com o sobrenome do pai, as vezes com o da mãe, é possível que o nosso Major Antônio Alves de Souza Soares seja esse memo acima descrito como Antônio Alves Ribeiro Brito. ( e o mesmo para os outros irmãos desse Joaquim).

Fiz as contas direitinho sobre a minha ancestral tetravó Maria Alves de Souza casada com José Cândido Ferreira. O primeiro filho do casal nasceu em 1856 (Antonio Ferreira Cândido), logo devem ter se casado entre 1850-1855. Se esse foi o primeiro casamento da Maria Alves de Souza em cerca de 1855 antes do nascimento do primeiro filho, ela deve ter nascido entre 1834-1842, então talvez seja sobrinha, prima ou filha natural do Major Antonio Alves de Souza Soares.

Se a teoria de que esse Antonio Alves Ribeiro Brito e o Major Antonio Alves de Souza Soares são de fato a mesma pessoa  estiver correta, minha ancestral Maria Alves de Souza deve ser parente de um dos irmãos do Major Antonio Alves de Souza Soares, a logíca seria ser de uma das irmãs do Major que sabemos vieram para Patrocínio tambem. Provavelmente da misteriosa Maria Guitéria (Maria Quitéria), ja que pelos inventarios pesquisados,  da Ana Joaquina Rosa casada com Antônio Vieira da Cunha, ela nao descende. Na informação pesquisada por Adeilson Batista no Fórum de Patrocínio em maio de 2021 sobre o inventário de Antonio Vieira da Cunha o nome dela não aparece na lista de filhos do casal Ana Joaquina Rosa (irmã do Major) casada com Antônio Vieira da Cunha ( filho de José Vieira da Motta e Mariana da Cunha Ferreira). Mas aparece um José, que pensei que poderia ser o José Cândido Ferreira, mas analisando o documento todo, provavelmente nao seja o mesmo, pois o do inventário assina como Jose Antonio Ribeiro, e nascera em torno de 1846 (tinha 13 anos em 1859). No inventário da mãe Ana Joaquina Rosa em 1897, se diz que Jose Antônio Ribeiro já estava falecido e tinha sido casado com Euflansina Cândida Guimarães, com quem teve três filhos:

  1. Anna *1875, 22 anos cc Caetano Jose de Almeida Gama
  2.  Maria *1877, 20 anos, cc Antonio Julio dos Santos Almeida
  3. Arthur Antonio Ribeiro *1880, 17 anos.

Sabemos que minha tataravó Maria de Souza Soares (filha da Maria Alves de Souza) no seu primeiro casamento em 25/5/1877 casou com seu primo primeiro Baldoino Vieira da Cunha, provavelmente então o pai do Baldoino seja irmão do pai da Maria, chamado José Cândido Ferreira, que sabemos foi José Ferreira da Cunha cc Anna Ritta de Jesus. Logo ambos Baldoino e Maria eram netos de Jose Vieira da Motta e Marianna Ferreira da Cunha. ( ver documento de subdivisão de terra da Fazenda Cocaes).

Seguem abaixo a sintese dos dois inventarios de Antonio Vieira da Cunha em 1859 e de sua esposa  Ana Joaquina Rosa em 1897, ambos em Patrocínio localizados pelo pesquisador Adeilson Batista.

BATISMO DE ANTONIO ALVES RIBEIRO BRITO 

São João del Rei-MG – 29/04/1816

(Supostamente em Patrocínio conhecido como Major Antonio Alves de Souza Soares) 

Assento encontrado pela minha amada amiga pesquisadora Josi Baggio via Family Search

Bat Antonio Alves Ribeito Brito depois Major Antonio Alves Souza Soares Sao Joao Del Rei

“Aos vinte nove de abril de mil oitocentos e dezesseis nesta Matriz de São João del Rei, battizei e pus os santos oleos a Antonio, filho legitimo do Tenente João Lourenço Ribeiro , de Donna Sancha Ursula. Forão padrinhos o Reverendo Antonio Ribeiro de Resende, vigario da matriz desta commarca  e Donna Francisca de São Joaquim, todos dessa freguesia. O Vigario Joaquim Massimo da Costa “

  1.  

CENSO DE 1831 – SÃO JOÃO DEL REI-MG – Acesso e pesquisa feita pelo primo Robson Guimarães.

Nesse senso de 1831, temos Sancha Ursula Alves de Souza (Sancha Urculla)  já viúva de João Lourenço Ribeiro Brito, mas com os filhos todos ainda em São João Del Rei. Ordem de nascença segundo este senso – Maria Guitéria (Guiteria 22 *1809), João Lourenço Ribeiro Brito (20  *1811), Gertrudes Felicia (Felizarda 18 *1813), Anna Alvares (Ana Joaquina Rosa 16 *1815), Antonio Ribeiro (Antonio Alves Ribeiro Brito 14  *1817), Senhorinha Alvares (Senhorinha Bárbara de Souza 12 *1819), Manuel Ribeiro Brito (11 *1820), José Lourenço Ribeiro (9 *1822), Joaquim Ribeiro Brito (8 *1823), Bernardo Ribeiro (6 *1825), Ignacio Ribeiro (2 *1829)

Relatorio referente ao domicílio de D. SANCHA URCULLA
Lista nominativa
Data: 6/12/1831  
Distrito: S. Miguel do CajuruCategoria Eclesiástica: Filial – capela curadaTopônimo Atual: Arcangelo
Categoria Administrativa: Distrito de pazFreguesia: Freguesia de S. João dei ReiCategoria Administrativa: Distrito
Termo: São João del Rei Município Pertecente: São João Del-Rei
Comarca: Comarca do Rio das Mortes  
“Q. = Quarteirão”, “F. = Fogo”, “Nº. = Número”
Censo 1831 Sancha Ursula Alves de Souza em Sao Joao Del Rei

ÓBITO DO TENENTE JOÃO LOURENÇO RIBEIRO BRITO

20/11/1828 em São João del Rei – MG

(marido de Sancha Ursula Alves de Souza)

Assento encontrado pela amada amiga Josi Baggio via  Family Search

  1. SOBRE SANCHA ÚRSULA ALVES DE SOUZA

Sancha Úrsula Alves de Souza, nascida aos 21-10 e batizada aos 28-11-1790, sendo seus padrinhos João Pinto de Souza, solteiro, morador em Vila Rica do Ouro Preto, e D. Sanxa Maria da Motta, viúva, moradora na Paragem da Camundonga, aplicação da Matriz de Santo Antonio da Vila de São José. Em 01-06-1808 casou com o Tenente João Lourenço Ribeiro de Brito, filho de Lourenço Ribeiro de Brito e Quitéria Correa de Almeida. Geração na família “Ribeiro de Brito”.

“São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos aos 28-11-1790 matriz, Sancha n. aos 21-10, f.l. Alf. João Alvares Antunes n. da vila de S. João del Rei e D. Maria Caetana Ermelinda de Souza n. freg. S. Tiago do Codal da vila da Ferira Bispado que foi de Coimbra e hoje do Aveiro e de presente moradores nesta dita vila de S. Jose, np Sarg. Mor Bras Alvares Antunes n. da freg. de Santa Maria da Vila Nova de Muia termo de Barcelos Arc. Braga e D. Luciana Clara de Santa Rosa n. da dita vila de São João del Rei, nm Dr. Domingos Jose de Souza e s/m D. Gertrudes Caetana Soares de Jesus nts da freg. de São Tiago do Codal; padr.: Cap. João Pinto de Souza, solteiro morador em vila Rica do Ouro Preto, e D. Sancha Maria da Motta, viuva moradora na paragem a Candonga da aplicação desta matriz de Santo Antonio.“

“B7: Casamentos – SJDRei, aos 01-06-1808 matriz, Tenente João Lourenço Ribeiro de Brito, n. desta freguesia, f.l. de Lourenço Ribeiro de Brito e D. Quiteria Correa de Almeida, não deram os nomes dos avós; = cc. Dona Sanxa Ursula Alves de Souza, f.l. do Ten. João Alves Antunes e D. Maria Caetana Hermelinda Soisa, n. da vila de S. Jose, materna do Dr. Domingos Jose Soiza desta vila e viúvo.“

Sancha Ursula Alves de Souza, foi casada com João Lourenço Ribeiro de Brito.

João Lourenço Ribeiro Brito, batizado em 09-04-1753. Aos 01-06-1808 casou com Sancha Úrsula Alves de Souza, filha do Tenente João Alves Antunes e Maria Caetana Hermelinda de Souza. Família “Os Alves Antunes”. (ver abaixo Doc 4 sobre a ascendência e irmãos do João Lourenço Ribeiro Brito.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. S. Miguel do Cajuru aos 09-04-1753 João, f.l. Lourenço Ribeiro de Brito e Quiteria Correa de Almeida, padr.: Jeronimo Ribeiro de Castro e Francisca Almeida, casada.

João faleceu aos 20-11-1828:

RMJ: SJDR – Óbitos, Matriz – Aos 20-11-1828 faleceu o tenente João Lourenço Ribeiro de Brito, casado, foi encomendado e acompanhado por oito sacerdotes. Sepultado dentro da matriz..

Tenente João foi inventariado em 07-01-1835 pela viúva Sauncha Úrsula de Souza que na ocasião já não se lembrava mais da data do óbito do marido. Deixou onze filhos, inventário neste site:

1- Maria Quitéria

2- João Lourenço Ribeiro Brito

3- Gertrudes Felizarda

4- Antonio Alves Ribeiro Brito

5- Ana Joaquina Rosa

6- José Lourenço Ribeiro

7- Senhorinha Bárbara de Souza

8- Joaquim Ribeiro Brito,

9- Manoel Ribeiro Brito

10- Bernardo Ribeiro Brito

11- Ignacio Ribeiro Brito

7-1 Maria Quitéria com cerca de 25 anos em 1835, moradora na Aplicação do Arraial do Patrocínio pertencente a vila do Araxá

7-2 João Lourenço Ribeiro Brito, casado. Provavelmente com Josefa Maria de Jesus, filha de Manoel José Gomes Sandim e sua primeira mulher Ana Joaquina de São José, com geração descrita na família “Gomes Sandim” Cap 2º.

Inventário de Ana Joaquina de São José, neste site:

Certifico que no dia vinte e quatro de Novembro de mil oitocentos e trinta e quatro pelas onze horas do dia o Padre Izidoro Correa de Carvalho, Vigário Encomendado desta Freguesia, recebeu em matrimônio a João Lourenço Ribeiro Brito e a Josefa Maria de Jesus e lhes conferiu as bênçãos nupciais do Ritual Romano, sendo presentes a este Rito o padre Gonçalo Correa de Carvalho e Francisco da Rocha Romeiro.

7-3 Gertrudes Felizarda casada com Antonio Ignacio de Azevedo. Pais de, q.d.:

7-3-1 José Marcelino Pereira, natural de S. João del Rei. Em S. Joaquim-RJ aos 13-02-1858 casou com Maria Clara dos Passos, filha de Luiz Antonio Soares e Ana Joaquina Soares.

  1. Joaquim da Barra Mansa, RJ aos 13-02-1858 Jose Marcelino Pereira, f.l. de Antonio Ignacio de Azevedo e Gertrudes Felizarda de Souza, n/b em S. João del Rei  = cc Maria Clara dos Passos, f.l. de Luiz Antonio Soares e Ana Joaquina Soares, n/b na freg. das Dores. A contraente moradora nesta freguesia.

7-4 Antonio Alves Ribeiro Brito, solteiro com 18 anos, morador na Aplicação do Arraial do Patrocínio pertencente a vila do Araxá

7-5 Ana Joaquina Rosa, solteira, com 17 anos. Depois casada com Antonio Vieira da Cunha, moradores na Aplicação do Arraial do Patrocínio pertencente a vila do Araxá

7-6 José Lourenço Ribeiro com 15 anos em 1835. Batizado aos 18-01-1820.

inventário paterno

Aos dezoito dias do mês de Janeiro de mil oitocentos e vinte nesta Matriz de Nossa Senhora do Pilar de São João del Rei o Reverendo Coadjutor Alexandre Joaquim do Amaral batizou e pôs os santos óleos a José, filho legítimo do Tenente João Lourenço Ribeiro Brito e sua mulher Dona Sancha Úrsula Alves de Souza. Foram padrinhos o mesmo Reverendo batizante e D. Francisca Maria Esperança de Mendonça por procuração que apresentou o Padre Sacristão Manoel Ferreira, todos desta freguesia (…).

7-7 Senhorinha Bárbara Soares de Souza, solteira, 14 anos.

inventário paterno

Consta-me que Dona Senhorinha Bárbara Soares de Souza fora batizada nesta matriz há vinte e seis anos pouco mais ou menos e que é filha legítima do Tenente João Lourenço Ribeiro de Brito e D. Sancha Úrsula Alves de Souza, tendo sido seus padrinhos o Doutor José Gonçalves Gomes e Dona Senhorinha Bárbara Soares de Souza, todos desta freguesia (…).

7-8 Joaquim Ribeiro Brito 12 anos. Batizado aos 25-04-1824. Também citado como Joaquim Alves de Souza Soares.

inventário paterno

Diz Joaquim Alves de Souza Soares, filho legítimo do Tenente João Lourenço Ribr.º Brito e D. Sancha Úrsula Alves de Souza que mostra-se achar com a idade maior de vinte e cinco anos (…).

Aos vinte e cinco de Abril de mil oitocentos e vinte e quatro nesta matriz de São João del Rei batizou e pôs os santos óleos a Joaquim, filho legítimo do Tenente João Lourenço Ribeiro Brito e Dona Sancha úrsula Alves de Souza. Foram padrinhos João Gonçalves Gomes e Dona Ana Felizarda de Souza, todos desta freguesia (…).

Já falecido em 1897, foi casado com Joaquina Maria, filha de Gabriel Antonio de Carvalho e Claudina Maria de Jesus. Geração na família “Antonio Ribeiro de Mattos”.

7-9 Manoel Lourenço Ribeiro Brito 10 anos. Batizado aos 18-02-1826

inventário paterno

Aos dezoito de Fevereiro de mil oitocentos e vinte e seis nesta Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar da Vila de São João del Rei, o Reverendo Coadjutor Francisco Antonio da Costa batizou solenemente e pôs os santos óleos a Manoel, filho legítimo do Tenente João Lourenço de Brito e Dona Sancha Úrsula Alves de Souza. Foram padrinhos Antonio Pereira da Costa e D. Ignez Carlota, esta viúva e aquele casado, todos desta freguesia (…).

Casou com sua parente Gertrudes Bernardina de Sene, filha de Floriano Gomes Sandim e Ana Antonia Bernardina de Sene.(família “Gomes Sandim” Cap 2º) Em 1846 o casal pediu dispensa de consaguinidade de 2º grau misto de 4º (processo neste site) A consaguinidade vinha por parte do avô materno da oradora embora o dito avô tenha “declarado em artigo de morte, que não era sua filha a Mãe dela Oradora”. Segundo o processo corrido em Mariana (neste site), o pai do orador era irmão da bisavó da oradora (Luzia, 2 acima). No processo comparecem entre outros, José Marcelino Pereira que declarou ser casado com uma tia do orador (Micaela Jesuína da Anunciação, irmã de Sancha Ursula, família “Os Alves Antunes”), e João Evangelista de Magalhães (filho de José Caetano de Paiva, 2-2 deste), tio da oradora.

7-10 Bernardo Lourenço Ribeiro Brito 8 anos em 1835

inventário paterno

Consta-me por pessoas fidedignas que Bernardo Lourenço Ribeiro Brito é filho legítimo de João Lourenço Ribeiro de Brito e Dona Sancha úrsula Alves de Souza, já falecidos, e que fora batizado nesta matriz pelo Reverendo Coadjutor Joaquim José de Souza Lira há vinte e dois anos pouco mais ou menos, tendo sido seus padrinhos Bernardo Xavier da Silva Ferrão e sua mulher Dona Francisca Erlina de Ávila Lobo Leite então moradores nesta freguesia (…).

7-11 Ignacio Ribeiro Brito 6 anos.

8- Maria Quitéria, solteira em 1781, herdeira da terça do Padre Gonçalo, juntamente com suas irmãs

9- Ana Joaquina, também citada no testamento do Padre Gonçalo.

Do Patriarca Sargento Mor Brás Alves Antunes até  a neta Sancha Ursula Alves de Souza e seus irmãos.

O  Sargento Mor Brás Alves Antunes, filho de Simão Alves e Ana Antunes (ou Fernandes) batizado aos 09-02-1716 na freguesia da Vila Nova da Muia, Termo da Vila da Barca, Arcebispado de Braga. Brás foi irmão de Gregório José Alves, tambem povoador do sul de Minas, com geração na família “Gregório José Alves”.

“Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1712-1725 fl 49-v. Aos 03-02-1716 nasceu um menino filho de Simão Alves e de sua mulher Ana Fernandes do lugal do Casal desta freguesia. Batizei em 09-02. Padrinhos Domingos Coelho de Araujo de Vila da Barca e madrinha Joana Luiza de Sá filha do Doutor Custodio Cerqueira de Sá da freguesia de São Lourenço de Touvedo.“

O Sargento Mor, na Matriz de N.Sra. do Pilar de S. João del Rei em 20-06-1757, casou-se com Luciana Clara de (Souza) Santa Rosa, filha de Francisco Xavier de Souza, natural da Vila de Guimarães e Joana Maria, natural da Freguesia de S. Nicolau da Cidade de Lisboa, família “Francisco Xavier de Souza”.

“(RMJ) Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas, 20-06-1757 – 5 hs da manhã – Braz Alves Antunes, nat da freg de Santa Maria de Muya Arc de Braga, fl leg de Simão Alves e Ana Antunes. C.c. Luciana Clara de Santa Rosa, f. de Francisco [–]- de Souza e  Joana Maria. Test: Dr Antonio José de Mello e Manoel de Jesus Pereira“

Foram moradores em São João del Rei onde possuíam casa na Rua da Prata. O Sargento mor faleceu em 26-06-1786 com inventário aberto aos 9 de agosto do mesmo ano em casas da viúva, na Vila de São João del Rei.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar de S. João del Rei, MG e capelas filiadas  obitos –  aos 26-06-1786 faleceu o Sargento Mor Bras Alves Antunes casado com D. Luciana Clara de Santa Rosa. Foi encomendado e sepultado dentro desta matriz, tudo na forma de seu testamento

No inventário do Sargento Mor comparecem oito filhos, dos quais o primogênito já era casado, os demais com idades variando entre 21 e 10 anos. Alguns faleceram antes de 1833, quando do inventário do Padre Joaquim José Alves, onde foram representados por seus filhos. O pai de Sancha Ursula Alves de Souza, foi o segundo filho do Sargento Mor Brás Alves Antunes.

2- João Alves Antunes, tenente, batizado na matriz de São João del Rei aos 15-02-1763, foram padrinhos o Capitão Manoel Antunes Nogueira e Francisca, filha de Francisco Xavier de Souza.

Certidão inserida no inventário do irmão Padre Joaquim:

15-02-1763, Matriz, João, filho legítimo do Sargento Mor Braz Alves Antunes e D. Luciana Clara de Santa Rosa, np de Simão Alves e Ana Antunes da freguesia da Vila Nova do Maia, Termo da Vila da Barca, Arc de Braga: nm de Francisco Xavier de Souza, natural da Vila de Guimarães e Joana Maria, natural da Freguesia de S. Nicolau da Cidade de Lisboa. Padrinhos: Cap. Manoel Antunes Nogueira e Francisca, filha de Francisco Xavier de Souza, todos desta Freguesia.

 

Solteiro com 21 anos em 1786 faleceu aos 19-021827 “de moléstia de peito”. Foi casado duas vezes. Na matriz de São José aos 20-09-1787 com Maria Caetana Hermelinda de Souza, filha do Dr Domingos José de Souza e de Gertrudes Caetana Soares de Jesus, naturais da Freguesia de S. Thiago do Codal, Comarca da Vila de Feira, Bispado que foi de Coimbra e hoje é de Aveiro.

Foram irmãs de Maria Caetana, filhas do Dr. Domingos José e Gertrudes Caetana:

I- Ana Felizarda de Souza casada com José Gonçalves Gomes. Família “Francisco Xavier de Souza”

II- Gertrudes Querubina de Souza Soares em 1791 estava casada com João Varella da Fonseca e Cunha

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

11-12-1791, nascida aos 30-11 – Maria, fl do Alferes João Alves Antunes, natural de São João del Rei, e Maria Caetana Hermelinda de Souza, da Freg. de São Tiago do Codal, da Vila da Feira,  Bispado que foi de Coimbra, de presente moradores nesta Vila de São José.  Np do Sargento Mor Braz Alves Antunes, natural da freguesia de Santa Maria da Vila Nova do Maia, Termo da Vila da Barca, Arc de Braga e D. Luciana Clara de Santa Rosa, natural da Vila de São João del Rei; nm do Dr Domingos José de Souza e D. Gertrudes Caetana Soares de Jesus, naturais da dita da Freguesia de S, Thiago do Codal. Padrinhos: Alferes Antonio Pedroso de Carvalho Galvão, solteiro e Gertrude Querubina de Souza Soares, tia materna da batizada, mulher do Professor (de latim) João Varella da Fonseca e Cunha.

 

III- Delfina Pocidonia de Souza Soares aos 08-02-1808 casou com seu cunhado João Varella da Fonseca e Cunha, natural da freguesia de S. Nicolau da cidade e Patriarcado de Lisboa, filho de Miguel João da Fonseca e Ignez Violante da Cunha.

B7: – Casamentos – SJDRei, aos 08-02-1808 matriz, João Varella da Fonceca e Cunha, f.l. de Miguel João da Fonceca e D. Ignez Violante da Cunha, n. da freg. de S. Nicolau da cidade e Patriarcado de Lisboa e viuvo de sua primeira mulher D. Gertrudes Querubina de Souza Soares; = cc. D. Delfina Possidonia de Souza Soares, f.l. do Dr. Domingos Jose de Souza e D. Gertudes Caetana Soares de Jesus, n/b na freg. de Santo Antonio da vila de S. Jose.

 

João casou em segundas, com dispensa de impedimento de afinidade, na Capela de N. Sra. das Merces aos 11-02-1812 com Sancha Maria Felizarda da Motta, natural de São José, filha do Capitão Antonio Vital Rifarte e Antonia Maria do Sacramento. Foram testemunhas o Cadete Antonio Vital Rifarte e D Sanxa Maria da Motta

Por ter falecido antes do Padre Joaquim José, João foi representado no inventário deste por seus filhos do primeiro e segundo casamento, que apresentaram as respectivas certidões de nascimento:

 

Filhos de João e Maria Caetana, todos batizados na Matriz de Santo Antonio da Vila de São José:

Antonio, batizado aos 12-06-1794. Não comparece no inventário do tio Pe. Joaquim.

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 12-06-1794 matriz, Antonio n. aos 27, f.l. Alf. João Alvares Antunes, n. da vila de S. João del Rei e D. Maria Caetana Ermelinda de Souza, n. da freg. de S. Tiago de Codal comarca da vila da Feira bispado que foi de Coimbra e hoje de Aveiro e de presente moradores nesta dita vila, np do Sarg. Mor Bras Alvares Antunes n. da freg. de Santa Maria da Vila Nova de Maia termo da Barca Arc. de Braga e D. Luciana Clara de Santa Rosa, n. da dita vila de S. João del Rei; nm. do Dr. Domingos Jose de Souza e D. Gertrudes Caetana Soares de Jesus naturais da dita freguesia de S. Tiago de Codal; padr.: Cap. Mnaoel Lobo de Castro e D. Delfina Pocidonia, ela tia materna do dito batizado, ambos solteiros e moradores na aplicação desta dita matriz.

Camilo, aos 26-07-1795. Idem.

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 26-07-1795 matriz, Camilo n. 16, f.l. Alf. João Alvares Antunes, n. da vila de S. João del Rei e D. Maria Caetana Ermelinda de Souza, n. da freg. de S. Tiago de Codal comarca da vila da Feira Bispado que foi de Coimbra e hoje do Aveiro e de presente moradores nesta dita vila de S. Jose; np Sarg. Mor Bras Alvares Antunes, n. da freg. de Santa Maria da vila Nova de Muia termo da Barca Arc. de Braga e de D. Luciana Clara de Santa Rosa, n. da dita vila de S. João del Rei; nm do Dr. Domingos Jose de Souza e D. Gertrudes Caetana Soares de Jesus, naturais da dita freguesia de S. Tiago do Codal; padr.: Cap. Manoel Jose Soares Pinheiro, solteiro irmão da avó materna acima dita, e D. Ana Felizarda de Souza Soares, tia materna do dito batizado, solteira moradora nesta dita vila.

Luiza, batizada aos 06-09-1808, gemea de 2-11. Idem.

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 26-07-1795 matriz, Camilo n. 16, f.l. Alf. João Alvares Antunes, n. da vila de S. João del Rei e D. Maria Caetana Ermelinda de Souza, n. da freg. de S. Tiago de Codal comarca da vila da Feira Bispado que foi de Coimbra e hoje do Aveiro e de presente moradores nesta dita vila de S. Jose; np Sarg. Mor Bras Alvares Antunes, n. da freg. de Santa Maria da vila Nova de Muia termo da Barca Arc. de Braga e de D. Luciana Clara de Santa Rosa, n. da dita vila de S. João del Rei; nm do Dr. Domingos Jose de Souza e D. Gertrudes Caetana Soares de Jesus, naturais da dita freguesia de S. Tiago do Codal; padr.: Cap. Manoel Jose Soares Pinheiro, solteiro irmão da avó materna acima dita, e D. Ana Felizarda de Souza Soares, tia materna do dito batizado, solteira moradora nesta dita vila.

 

2-1 João, nascido aos 06 e batizado aos 12-08-1789 , padrinhos os avós maternos.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 12-08-1789 matriz, João n. aos 06, f.l. Alf. João Alvares Antunes, n. da vila de S. João del Rei e D. Maria Caetana Hermelinda de Souza n. desta freguesia de Santo Antonio, npaterno do Sargento Mor Bras Alvares Antunes n. da freg. Santa Maria da Vila Nova de Muia termo da Barca Arc. de Braga e D, Luciana Clara de Santa Rosa n. freg. N. Sra do Pilar da vila de S. João del Rei, nmaterna do Dr. Domingos Jose de Souza e s/m D. Gertrudes Caetana Soares de Jesus ambos nts da freg. de Santiago de Codal comarca da vila da Feira Bispado que foi de Coimbra e hoje de Aveiro. Declaro que suposto acima se diz que a mãe do dito batizado D. Maria Caetana Hermelinda de Souza é natural desta freguesia de Santo Antonio da vila de São Jose, foi equivoção que houve, na verdade a dita D. Maria é natural da freg. de S. Tiago do Codal comarca da vila da Feira bispado que foi de Coimbra e hoje de Aveiro. Padrinhos os sobreditos avos maternos.

2-2 Sancha Úrsula Alves de Souza, nascida aos 21-10 e batizada aos 28-11-1790, sendo seus padrinhos João Pinto de Souza, solteiro, morador em Vila Rica do Ouro Preto, e D. Sanxa Maria da Motta, viúva, moradora na Paragem da Camundonga, aplicação da Matriz de Santo Antonio da Vila de São José. Em 01-06-1808 casou com o Tenente João Lourenço Ribeiro de Brito, filho de Lourenço Ribeiro de Brito e Quitéria Correa de Almeida. Geração na família “Ribeiro de Brito”.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos aos 28-11-1790 matriz, Sancha n. aos 21-10, f.l. Alf. João Alvares Antunes n. da vila de S. João del Rei e D. Maria Caetana Ermelinda de Souza n. freg. S. Tiago do Codal da vila da Ferira Bispado que foi de Coimbra e hoje do Aveiro e de presente moradores nesta dita vila de S. Jose, np Sarg. Mor Bras Alvares Antunes n. da freg. de Santa Maria da Vila Nova de Muia termo de Barcelos Arc. Braga e D. Luciana Clara de Santa Rosa n. da dita vila de São João del Rei, nm Dr. Domingos Jose de Souza e s/m D. Gertrudes Caetana Soares de Jesus nts da freg. de São Tiago do Codal; padr.: Cap. João Pinto de Souza, solteiro morador em vila Rica do Ouro Preto, e D. Sancha Maria da Motta, viuva moradora na paragem a Candonga da aplicação desta matriz de Santo Antonio.

 

B7: Casamentos – SJDRei, aos 01-06-1808 matriz, Tenente João Lourenço Ribeiro de Brito, n. desta freguesia, f.l. de Lourenço Ribeiro de Brito e D. Quiteria Correa de Almeida, não deram os nomes dos avós; = cc. Dona Sanxa Ursula Alves de Souza, f.l. do Ten. João Alves Antunes e D. Maria Caetana Hermelinda Soisa, n. da vila de S. Jose, nmaterna do Dr. Domingos Jose Soiza desta vila e viúvo.

2-3 Maria Saturnina Alves Antunes, nascida aos 30-11 e batizada aos 11-12-1791, sendo seus padrinhos Alferes Antonio Pedroso de Carvalho Galvão, solteiro e Gertrude Querubina de Souza Soares, tia materna da batizada, mulher do Professor (de latim) João Varella da Fonseca e Cunha. Aos 29-01-1809 casou com Luís José de Moraes Dantas e Gouvea, natural de S. João del Rei, filho do Ten. Cel. José Joaquim da Costa Gouvea e D. Ana Rosa Felicia de Vallois. (SL. 7, 6, 5-1).

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, aos 29-01-1809 matriz; Luiz Jose de Moraes Dantas e Gouveia, f.l. Ten.Cel. Jose Joaquim da Costa Gouveia e D. Ana Rosa Felicia de Vallois, n/b freg. Sra do Pilar da vila de S. João del Rei; cc D. Maria Saturnina Alves de Souza, f.l. João Alves Antunes e D. Maria Caetana Hermelinda de Souza, n/b matriz S. Jose; test.: Cap. Antonio Jose Moreira e o Advogado João Varella da Fonseca e Cunha, casados.

          Em 1840 eram moradores na Campanha de Toledo do Termo da Vila de Pouso Alegre.

Luís José e Maria Saturnina tiveram, q.d.:

2-3-1 Ana, batizada em S. João del Rei aos 18-08-1811.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas aos 18-08-1811 Ana, f.l. Luiz Jose de Moraes Dantas Gouvea e Maria Saturnina Alves de Souza, padr.: Cap. Joaquim Jose Fulgencio Carlos de Castro e s/m D. Ana Teresa de Jesus Villas Boas

 

2-4 Domingos Alves de Souza, nascido aos 25-03 e batizado aos 01-04-1793, sendo seus padrinhos Tenente Manoel Jorge Ribeiro, e a avó paterna.

2-5 Ana Mafalda Alves de Souza, nascida aos 17 e batizada aos 27-09-1796, sendo seus padrinhos Capitão Manoel Lobo de Castro, solteiro, e D. Clara Francisca de Jesus, filha do Capitão Matheus José de Faria. Foi madrinha dos irmãos Cândido e Belizário

          Em Fevereiro de 1816 casou com Manoel Felix de Faria Lobato, filho do Alf. Felix de Faria Lobato e Joana Teresa Alves de Magalhães, família “Caetano Alves de Magalhães e Araújo”.

          Tiveram, q.d., a filha:

2-5-1 Maria José de Faria, em Campo Belo-MG aos 30-04-1859, casou-se com Silvério Vaz Tosta, filho de Manoel Vaz Tosta e Mariana Cândida de Castro.

(B7) Matriz da Nova Freguesia do Bom Jesus do Campo Belo-MG (e capelas filiadas), aos 30-04-1859 na fazenda do Alferes Jose Rodrigues Neves. Silverio Vas Tosta, f.l. de Manoel Vas Tosta e D. Marianna Cândida de Castro = Maria José de Faria, f.l. do Tenente Manoel Feles de Faria Loubato e Anna Mafalda.

 

2-6 Carlos José Alves Antunes, nascido aos 21 e batizado aos 26-11-1797, sendo seus padrinhos o Coronel Carlos José da Silva e D. Tereza de Jesus Lopes, mulher do Tenente Coronel José Franco de Carvalho. Em 1834 era morador em Ouro Preto.

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 26-11-1797 matriz, Carlos n. aos 21, f.l. Alf. João Alvares Antunes e D. Maria Caetana Hermelinda de Souza, np SArg. Mor Bras Alvares Antunes e D. Luiza Clara de Santa Rosa, nm Dr. Domingos Jose de Souza e D. Gertrudes Caetana Soares de Jesus, padr.: Cel. Carlos Jose da Silva e D. Teresa de Jesus Lopes mulher do Ten. Cel. Jose Franco de Carvalho, estes todos desta freguesia e o padrinho de Vila Rica.

2-7 Gertrudes, nascida aos 17-02 e batizada aos 01-04-1799. Padrinhos: Reverendo Antonio José de Faria, da Freguesia de S. João del Rei e D. Bernarda Maria de Menezes, mulher de Pedro Gonçalves Montes, desta.

2-8 Delfina Pocidonia (ou Porcina) Hermelinda Alves (ou de Souza), nascida aos 15 e batizada aos 23-11-1800, sendo seus padrinhos Tenente Inácio Mauricio de Souza e Delfina Pocidônia de Souza, tia materna da batizada . Solteira em 1833 e em 1835 era moradora em São José.

2-9 Francisco de Assis Alves, nascido aos 25-12-1801 e batizado aos 13-01-1802, sendo seus padrinhos o Reverendo Francisco Dias de Oliveira e Ana Barbosa Jesuína de Mello, mulher de Tenente Francisco Antonio de Paula Nogueira da Gama. Solteiro em 1833.

2-10  José, nascido aos 14 e batizado aos 25-10-1803, sendo seus padrinhos o Capitão Manoel Gomes de Almeida Coelho e D. Joaquina Gonçalves Meirelles, mulher do Cap Antonio José Moreira. Solteiro em 1833

2-11 Micaela Jesuína da Anunciação, nascida aos 25-08 e batizada aos 06-09-1808, sendo seus padrinhos o Tenente João Lourenço e sua mulher D. Sanxa, irmã da batizada. Em 1833 estava casada com José Marcelino Pereira quando passam uma procuração na Vila de São João del Rei.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

06-09-1808, nascida aos 25-08- Micaela, gêmea, fl do tenente João Alves Antunes e Maria Hermelinda Caetana  de Souza Soares. Padrinhos: Tem João Lourenço e sua mulher D. Sanxa, irmã da batizada, moradores no Cajuru.

 

          Alferes José Marcelino, filho de pais incognitos, foi criado por Maria Pereira de Souza, crioula forra. Faleceu com testamento em 24-04-1877 casado segunda vez com Mariana Cândida de Jesus (família “João Gonçalves de Mello”). Sem geração de ambos os matrimônios (inventário neste site).

 

João e Sancha tiveram:

2-12 Antonio Carlos Alves Antunes, nascido aos 05 e batizado aos 20-05-1812, sendo seus padrinhos Capitão Mor Manoel da Costa Maia e D. Sancha Maria da Mota, viúva. Solteiro em 1833.

2-13 Cândido, nascido aos 04-12-1813 e batizado aos 18-01-1814, sendo seus padrinhos seu tio materno Furriel pago Antonio Vidal de Santana, e Ana Mafalda Álvares de Souza, irmã do batizando. Solteiro em 1833.

2-14 Aurea (?) ou Anna (?), de idade de dezoito anos, pouco mais ou menos, solteira.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

12-06-1815, nascida aos 08-05- Aurea (sic), fl do Tenente João Alves Antunes e D. Sancha Maria Felizarda. Padrinhos: Reverendo José Gonçalves Possa e D. Hipólita Jacinta Teixeira de Mello, ambos de Prados, p.p. apresentada por D. Maria Antonia da Conceição, mulher do Alferes Gualter José da Fonseca, desta.

2-15 Belisário Camilo, nascido aos 12-06 e batizado aos 07-07-1816, sendo seus padrinhos o Alferes Antonio Francisco Teixeira Coelho e Ana Mafalda Alves de Souza , irmã paterna do batizando. Solteiro em 1833.

2-16 Belisária, gemea do anterior, foram seus padrinhos o Alferes Gualter José da Fonseca e sua mulher Maria Antonia da Conceição, tia materna da batizanda. Solteira em 1833.

2-17 Maria, nascida aos 20-05 e batizada aos 21-06-1818, foram seus padrinhos Reverendo Inácio Correa Pamplona e D. Rosalia Inês dos Anjos, solteira, tia materna da batizanda . Também solteira em 1833.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

21-06-1818, nascida aos 20-05 Maria, fl do Tenente João Alves Antunes e D. Sancha Maria Felizarda. Padrinhos: Reverendo Inácio Correa Pamplona e D. Rosalia Inês dos Anjos, solteira, tia materna da batizada, o padrinho de Prados, os mais desta.

 

Ascendentes de Bras Alves Antunes e Gregorio José Alves

Moacyr Villela

Os irmãos Brás e Gregorio José nasceram e foram batizados na paroquia de Santa Maria da Vila Nova da Muía termo de Vila da Barca Provincia de Entre Douro e Minho, Norte de Portugal.

PAIS

2 e 3 Simão Alves natural da freguesia de São João Batista de Vila Chã, Termo de Ponte da Barca, casou na freguesia da Vila Nova da Muía com Ana Fernandes (tambem citada como Ana Antunes), ambos naturais da Vila Nova da Muía.

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1694-1713 fl 83-v. Aos 17-05-1703 casamento de Simão Alves filho legitimo de João Alves e sua mulher Marta Alves do lugar do Loureiro da Freguesia de São João Batista de Vila Chã, com Ana Fernandes filha legitima de Antonio Antunes e sua mulher Ana Fernandes do lugar do Casal desta freguesia estando presentes as testemunhas Francisco Leitão do Casal , Miguel Antão do Couto e Alexandre Rodrigues. Assina o cura Francisco Cerqueira.

O casal se fixou no lugar “do Casal” onde já morava a noiva. Alem do batismo dos filhos Brás e Gregório, encontramos mais o dos filhos:

2-1 Maria batizada em 09-03-1704;

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1694-1713 fl 26-v. Aos 09-03-1704 batismo de Maria  filha de Simão Alves e Ana Antunes.  Padrinhos Francisco Leitão e sua mulher Maria Cerqueira todos do lugar do Casal

2-2 Manoel em 09-01-1707

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1694-1713  fl 35. Aos 03-01-1707 nasceu Manoel  filho de Simão Alves e Ana Antunes .Batizado aos 09-01. Padrinhos Manoel filho de Francisco Leitão e de Maria Cerqueira do lugar do Casal e Maria filha de Miguel Antão e Maria Fernandes do mesmo lugar.

2-3 Teresa em 26-05-1710;

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1694-1713  fl 55-v.Aos 21-05-1710 nasceu Teresa  filha de Simão Alves e Ana Antunes do lugar do Casal.Batizada aos 26-05. Padrinhos reverendo Francisco Taveira e sua sobrinha Teresa Cerqueira do lugar da Muía. Assinou pela madrinha como testemunha Luis Antunes do Couto

2-4 Antonia em 12-03-1713

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1712-1725 fl 13. Aos 12-03-1713 batismo de Antonia filha de Simão Alves e Ana Antunes do lugar do Casal. Padrinhos Antonio Antunes solteiro do lugar do Couto e Maria solteira do lugar do Requeixo filha de João Cerqueira. Testemunhas presentes : Luis Antunes do lugar do Couto e João Cerqueira do Requeixo

Avós

4 e 5 João Alves e Marta Alves moradores na Vila Chã.

6 e 7 Antonio Antunes casou em 13-01-1664 com Ana Fernandes.

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1651-1679 fl 86. Aos 13-01-1664 Estevão de Barros cura desta freguesia recebi em matrimonio a Antonio Antunes do Couto com Ana Fernandes do Casal. Testemunha Padre Domingos Rodrigues

Antonio faleceu em 26-09-1709 e Ana em 13-12-1712

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1694-1713 fl 123-verso. Aos 26-09-1709 faleceu com todos os sacramentos Antonio Antunes do lugar do Casal. Fez testamento por escrito. Tomou por gastos de sua alma 12.000 reis. Ficou por seu testamenteiro seu genro Simão Alves. Se lhe fez um oficio com 9 padres e foi sepultado na matriz

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1694-1713 fl 133. Aos 13-12-1712 faleceu Ana Fernandes viuva do lugar do Casal, com todos os sacramentos. Ficaram testamenteiros Simão Alves, Luis Antunes do Couto e João Simões seus genros e filhos(sic) e foi sepultada dentro desta matriz e se fez oficio com 8 padres de missa. Cura Domingos Rodrigues Cerqueira

Encontramos registros de batizados de outros filhos deste casal:

6-1 Manoela batizada em 25-11-1665;

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1651-1679 fl 31-verso. Aos 25-11-1665 o padre Diogo Dias cura deste Mosteiro de Santa Maria da Vila Nova da Muía batizei a Manoela filha de Antonio Antunese sua mulher Ana Fernandes do Casal. Foi padrinho o padre Domingos Rodrigues e madrinha Madalena Francisca do Carvalhal, todos desta freguesia

6-2 Luis batizado em 23-12-1668. Luis Antunes do Couto casou em 20-04-1697 com Maria Rodrigues filha de Alexandre Rodrigues e Pascoa Gomes.

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1651-1679 fl 43-verso. Aos 23-12-1668 batismo de Luis filho de Antonio Antunes e sua mulher Ana Fernandes do lugar do Casal. Padrinhos o padre Luis Taveira e Maria Dias do mesmo lugar do Casal

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1694-1713 fl 94-v. Aos 20-04-1697 Luis Antunes filho legitimo de Antonio Antunes e Ana Fernandes do lugar do casal com Maria Rodrigues filha de Alexandre Rodrigues e Pascoa Gomes do lugar do Couto todos desta freguesia

Deste casal encontramos os filhos:

6-2-1 Antonio batizado em 06-05-1713

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1712-1725 fl 15. Aos 06-05-1713 batismo de Antonio filho de Luis Antunes e sua mulher Maria Rodrigues do lugar do Couto. Padrinhos Simão Alves do lugar do Casal e Joana filha de Isabel Rodrigues do lugar de|Entre Vinhas

6-2-2 Benta em 21-01-1717

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1712-1725 fl 60. Benta filha de Luis Antunes e Maria Rodrigues do lugar do Couto nasceu aos 16-01-1717 e foi batizada aos 21-01-1717. Padrinho Francisco Leitão e madrinha Benta Cerqueira sua filha do lugar do casal.

6-3 Maria em 25-10-1672

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1651-1679 fl 59-verso. Aos 25-10-1672 batismo de Maria filha de Antunes do Casal e sua mulher Ana Fernandes

6-4 Suzana em 11-10-1674;

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto  1651-1679 fl 65-verso. Aos 11-10-1674 batismo de Suzana filha de Antonio Antunes e Ana Fernandes da aldeia do Casal. Padrinhos Amador Antão e Suzana Alves mulher de João Gonçalves da Quintela de Baixo.

6-5 Ana batizada em 30-05-1677 casou em 17-05-1703 com Simão Alves acima referidos.

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1676-1697 fl 4-verso. Aos 30-05-1677 batismo de Ana filha de Antonio Antunes e sua mulher Ana Fernandes do lugar do Casal. Padrinhos João Gonçalves da Quintela de Baixo e comadre Ana Leitoa mulher de Amador Antão. Celebrante o cura Sebastião de Cerqueira Aranha

6-6 Domingas batizada em 05-02-1680

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto  1676-1697 fl 12-verso. Aos 05-02-1680 batismo de Domingas filha de Antonio Antunes e  Ana Fernandes do lugar do Casal. Padrinhos João Rodrigues do Carvalhal e Domingas Rodrigues mulher de Agostinho Cerqueira do Casal


DOC 1 – INVENTÁRIO DE ANTONIO ALVES DE SOUZA SOARES (filho) Data do Óbito: 29/06/1910

Fonte: Patrocinio Online publicado pelo pesquisador Dr. Adeilson Batista

Antonio Alves de Souza Soares natural de Patrocínio (Filho do Major Antonio Alves de Souza Soares já falecido cc Thereza Thomasia de Jesus) cc Theodora Jacintha de Castro (Filha de José Ribeiro da Silva cc Thereza Jacintha de Castro), não tiveram filhos.

Major Antonio Alves de Souza Soares cc Thereza Thomazia de Jesus.

Filhos:

1 – Francisca Alves de Souza nascida em 1841 casou em 15/08/1960 com Gustavo Rabello de Souza nascido em 1836, natural de Santana do Garambeo (filho de Domingos José Rabello cc Anna Joaquina de Souza).

2 – Cel Antonio Alves de Souza Soares nascido em 15/04/1843 cc Theodora Jacintha de Castro.

3 – Luiza nascida em 09/08/1847

4 – Sancha Ursula de Souza casou em 26/10/1867 com João Machado Mendes da Silveira (Filho do Capitão João Machado Rodrigues da Silveira cc Messias já falecida).

5 – Carlos nascido em 17/11/1856

6 – Rita nascida em 20/10/1859

7 – Meliza Alves de Souza casou em 02/08/1884 com Jacintho Nunes de Paula viúvo (Filho de João Nunes de Paula cc Anna Thereza de Jesus).

8 – João Alves de Souza nascido em 20/02/1862.

Neto:

José Alves de Souza

Processo Histórico.

Local: Fórum de Patrocínio.

Diretor Administrativo do Fórum: Valdir Ferreira Neves.

Código: 0087585 – 46.2015.

Data do Inventário: 02/09/1910.

Data do Óbito: 29/06/1910.

Inventariante e Viúva: Theodora Jacintha de Castro.

Residência Provisoria: Cidade do Carmo do Pranahyba Comarca de Patos.

Residência em Patrocínio: Praça Municipal esquina com o Beco de Santa Rita.

Escrivão: José Felippe de Paiva Lyra.

Juiz Municipal: Dr. Francisco de Assis de Torres Bandeira.

Segundo Escrivão do Judicial e Notas: Joaquim Pedro Barbosa.

Testamenteiros: 1º Olympio Alves de Souza, 2º Belmiro Ribeiro, 3º Xisto Alves de Souza.

Testamento escrito por: Arthur Fernandes Botelho.

Testemunhas do Testamento:

Capitão Fortunato da Silva Botelho, fazendeiro, natural de Patrocínio, residente em São Sebastião da Serra do Salitre;

Dr. Antonio Alves da Silva, natural de Pitangui;

Alferes Basílio Luiz da Silva, negociante, natural de São Francisco das Chagas;

Sabino de Deus Vieira, natural de Franca Estado de São Paula;

Timotheo Valladares, ourives, natural de São Gotardo;

Tabelião do Segundo Oficio: Edmundo Dantes dos Reis.

Juiz de Direito: Dr. João Nepomuceno de Faria Pereira.

Promotor de Justiça: Dr. Eurico da Silva Cunha

Avaliadores: José Cyrillo de Carvalho, Gervasio Bonifacio da Silveira, Augusto Velloso.

Louvados: Mario Chaves, José Cyrillo de Carvalho.

Partidores: Alferes José Marçal Rieiro.

Bens de Raiz:

Uma casa na Praça Municipal esquina do Beco de Santa Rita.

Uma casa situada na Rua Eloy Ottoni.

Uma casa na Rua Coronel Rabello, dividindo pelo fundo com a Rua Vinte e Dois de Abril.

Um pastinho na Rua Sete de Setembro.

Parte na Fazendo do Claudio.

Parte na Fazenda do Agudo.

Parte na Fazenda da Mata da Fortaleza;

Parte na Fazenda da Boa Vista;

Parte na Fazenda da Japycanda e Monte Alvão no Distrito de Abadia dos Dourados;

Parte na Fazenda Salitre no Lugar Braz Lopes;

Um Sitio na Fazenda da Serra Negra no lugar, Bucaina, Areão e Lanjeira;

Parte na Fazenda Serra Negra Lugar denominado Pires, Restinga;

Parte na Fazenda de são José dos Talhados, beira dos Dourados;

Parte na Fazenda chapadão de Ferro;

Parte na Fazenda Serradão;

Dividas de Ativa (Crédito) a receber:

Domingos José Rabello: 77$540;

Diolino Pinto da Silveira: 150$000;

Primo Ferreira Rosa: 200$000;

João Rabello: 200$000;

Manoel José Eugenio: 324$000;

Joaquim Luciano Vieira: 374$000;

Antonio Esteves dos Reis: 96$930;

José Gonçalves da Costa: 183$640;

Cyrino Gonçalves da Cunha: 32$380;

José Rabello da Fonseca: 214$190;

Silvano Dornellas da Costa: 80$000;

Capitão Felisbino Gonçalves dos Reis: 795$000;

Estevão José Romão: 116$000;

Francisco Machado de Miranda Patico: 646$460;

Bernardino Bento Raposo: 15$420;

João Baptista Romão: 12$320;

Augusto da Silva Leite: 5$000;

Severino Ferreira Mendes Badau: 171$000;

Domiciano Gonçalves da Cunha: 114$750;

Deziderio Martins de Araujo: 4$360;

Honorato Fernandes Botelho: 10$000;

Cândido Cotta Pacheco: 24$900;

Antonio Rodrigues da Silva: 105$540;

Honório Teixeira da Costa: 35$000;

Francisco Machado da Silva: 14$000;

Maria Torquata de Jesus: 10$000;

José Alves Pedroza (Filho de Misael): 20$070;

José Gertrudes de Oliveira: 11$400;

Antonio Manoel do Nascimento: 15$310;

José Carlos da Silva: 52$000;

José Maximinano de Arvellos: 10$000;

Silvestre Alves Pedroza: 12$000;

Camillo Coelho Marra: 12$000;

Rita Apolinaria da Silva: 22$720;

Leovigildo de Paula e Souza: 171$000;

Claudemiro Machado: 9$000;

Belarmina Theodora da Silva: 12$000;

Alexandre Geraldo: 2$000;

Silvano Dornellas da Costa: 12$000;

Josias Baptista Leite: 34$310;

Virgilio Ferreira Mendes: 68$500;

Thereza Thomasia de Jesus: 620$000;

João Alves de Souza: 200$000;

Jerônimo Antonio de Souza: 600$000;

Honorato Gonçalves da Cunha: 106$5000;

Joaquim Manoel do Nascimento: 74$4000;

Antonio Marra da Silva: 100$000;

Tobias de Faria Velloso: 48$760;

Mizael Mendes de Oliveira: 31$400;

José Dornellas de Souza: 2034260;

Tobias Machado de Freitas: 28$260;

Theodoro Pereira Caixeta: 27$000;

Alira Cândida de Oliveira: 75$270;

Francisco Severino da Silva: 448$700;

Domiciano Alves Vieira: 389$630;

José Manoel do Nascimento: 7$520;

João Borges Pinheiro: 86$070;

Mariano José da Silva: 107$530;

José Ezequiel de Freitas: 50$930;

Ozório Ferreira Marques: 131$000;

João Mendes Arruda: 234$240;

Nicolau Romualdo Vaz: 278$750;

José Cândido da Silva: 52$350;

Theophilo José Theodoro: 63$000;

Mario de Mendonça Bueno de Azevedo: 697$000;

Antonio Gonçalves de Oliveira: 78$000;

José Joaquim da Silva Botelho: 94$180;

Achilles Pereira de Mello: 50$000;

Antonio José Ferreira: 150$690;

Joaquim Felippe de Freitas: 136$640;

Manoel Marcelino dos Reis: 100$000;

Dividas ativas por conta do Livro:

Mariano Francisco de Souza: 22$240;

Antonio Rabello (Nico): 20$000;

José Antonio Valadão: 103$120;

Modesto Coelho Mendes: 17$310;

Manoel Bernardes Pereira: 76$310;

Joaquim de Souza rosa: 51$060;

José florentino Antunes: 61$150;

Pedro José de Lima: 17$660;

Joaquim Severiano da Silva: 23$240;

João José Nepomuceno: 37$200;

Jerônimo Gonçalves dos Reis: 4$000;

Juvêncio Fernandes da Silva: 81$000;

José Caetano da Silva: 30$810;

Antonino Fernandes de Miranda: 56$710;

Francisco de Paula Sobrinho: 36$580;

Antonio José Vieira: 53$000;

José Cândido da Silva: Rabello: 60$000;

Avelino Francisco de Souza: 16$730;

Joaquim José da Costa: 12$580;

Francisco Miguel de Lima: 50$850;

João Pinto Loures: 8$870;

Antonio Leopoldino de Oliveira: 14$650;

Cassiano Dias dos Reis: 21$280;

Manoel José Fernandes: 26$120;

Manoel Alves Pedroza Pachola: 3$500;

José Alves Pedroza Pachola: 2$500;

Joaquim Rodrigues da Silva: 8$950;

Nelson Antonio Caldeira: 34$800;

Victor Fernandes de Oliveira: 7$720;

João Pereira da Silva: 11$250;

Juvêncio Araujo de Oliveira: 5$000;

Felício Corrêa Machado: 14$500;

João Corrêa Machado: 14$000;

Juvêncio Martins dos Santos: 50$000;

Agostinho Gonçalves de Mello: 33$000;

Ângelo Fernandes da Silva: 46$310;

João José da Cruz: 48$930;

Clarimundo Pinto Loures: 113$140;

Agostinho Machado de Miranda: 410$000;

José Alves de Souza

João da Costa Miranda.

Medico do Coronel em 1910: Dr. Olympio Américo Lellis Ferreira,

Farmacêutico: Octavio Alves de Britto;

Coletor Estadual: Jacob Coelho Marra.

Monte Mor: 21:067$250

Monte Mor Liquido: 19:327$290.

Coletor Federal: José Silvestre de Novaes.


DOC 2 B – INVENTÁRIO DE THEREZA THOMAZIA DE JESUS (esposa do Major Antonio Alves de Souza Soares).

 Data do Óbito: 05 or 25/07/1912

Fonte: https://patrocinioonline.com.br/detalhes-blog/inventario-de-thereza-thomazia-de-jesus-1114.html

Publicado pelo pesquisador Adeilson Batista no seu site Patrocínio Online em 21/08/2021.

Processo Histórico.

Local: Fórum de Patrocínio.

Processo: 0410116-19.2016.

Data do Processo: 04/11/1912.

Diretor Administrativo do Fórum: Valdir Ferreira Neves.

Data do Óbito: 05/07/1912.

Juiz: Francisco de Assis de Torres Bandeira.

Louvado: Lucas Ribeiro do Amaral e Constantino Silva.

Coletor: Jacob Coelho Marra.

Monte Mor Liquido: 2:328$220

Major Antônio Alves de Souza Soares cc Thereza Thomazia de Jesus falecida em 25/07/1912 filha de Carlos José da Silva e Francisca Cândida de Jesus.

Filhos:

1 – Francisca Alves de Souza nascida em 1841 casou em 15/08/1860 com Gustavo Rabello de Souza nascido em 1836, natural de Santana do Garambeo (filho de Domingos José Rabello cc Anna Joaquina de Souza).

1.1 – Rita Fermina de Souza falecida em 29/07/1880 cc Manoel Antônio Rodrigues.

1.1.1 – Rita Fermina de Souza cc Francisco Ferreira Sucupira. Moradores em Coromandel.

1.2 – Domingos José Rabelo. Nascido em 1863 Morador em Estrela do Sul.

1.3 – Antônio José Rabelo nascido em 1865. Morador em Abadia dos Dourados.

1.4 – José Ildefonso Rabelo nascido em 1867. Morador em Patrocínio.

1.5 – João Rabelo nascido em 1869. Morador em Abadia dos Dourados.

1.6 – Joaquim Rabelo nascido em 1871. Morador em Patrocínio.

1.7 – Francisco José Rabelo nascido em 1873. Morador em Coromandel.

1.8 – Olímpia Alves de Souza nascida em 1877 cc Egídio Machado. Morador em Coromandel.

2 – Cel Antônio Alves de Souza Soares nascido em 15/04/1843 falecido em 29/06/1910 cc Theodora Jacintha de Castro filha de José Ribeiro da Silva cc Thereza Jacintha de Castro.

3 – Sancha Ursula de Souza nascida em 1845 casou em 26/10/1867 com João Machado Mendes da Silveira (Filho do Capitão João Machado Rodrigues da Silveira cc Messias já falecida). Moradores em Coromandel.

4 – Luiza Alves de Faria nascida em 09/08/1847 cc Gustavo de Faria Veloso.

5 – Meliza Alves de Souza casou em 02/08/1884 com Jacintho Nunes de Paula viúvo (Filho de João Nunes de Paula cc Anna Thereza de Jesus).

5.1 – Antônio Alves Nunes nascido em 1888.

5.2 – Manoel de Souza Nunes (Casas Manoel Nunes) nascido em 1891 casou em 29/05/1915 com Violeta Alves de Souza filha de José Alves de Souza e Maria Marciana da Silveira.

5.3 – João Alves Nunes nascido em 1892.

6 – Carlos Alves de Souza nascido em 17/11/1856.

6.1 – José Alves de Souza nascido em 1880 cc Anna de Castro Alves.

6.2 – Joaquim Alves de Souza nascido em 1882.

7 – Rita Alves de Souza nascida em 20/10/1859. Moradora em Abadia dos Dourados.

8 – João Alves de Souza nascido em 20/02/1862. Morador em Patrocínio.

9 – José Alves de Souza Ribeiro.cc Maria Mariana da Silveira.

9.1 – Floripes Alves de Souza nascida em 1889.

9.2 – Olindina Alves de Queiroz nascida em 1890 casou em 20/06/1908 José Pereira de Queiroz filho de Antônio Pereira de Queiroz e Anna Rosa do Carmo.

9.3 – Abel Alves de Souza nascido em 1893.

9.4 – Violeta Alves de Souza nascida em 1898 casou em 29/05/1915 com Manoel de Souza Nunes (Casas Manoel Nunes) filho de Meliza Alves de Souza e Jacintho Alves Pereira


DOC 2 – INVENTÁRIO DO PADRE ANTONIO DOS SANTOS citando o Major Antonio Alves de Souza Soares

Mais pesquisas precisam ser feitas para afirmar se nossa Maria de Souza  Soares, pertence a essa família ou não.

Sobre esse Major Antonio Alves de Souza Soares ( que pela idade de seus filhos, talve possa ser tio de Maria de Souza Soares), nesse outro inventário na cidade de Patrocínio de 1873, ele aparece como procurador e testemunha para habilitação da herdeira a filha de um vigário, Outorgante: Dona Luzia Maria de Jesus / Procurador: Major Antonio Alves de Souza Soares do inventário do padre Crispiniano Antonio dos Santos, pai ilegitimo de Dona Luzia Maria de Jesus.

Nesse inventário do padre em Patrocínio em 1873, o Major Antonio Alves de Souza Soares vem descrito como – Major Antonio Alves de Souza Soares, 57 anos, casado, negociante, natural de S.João del Rei e morador em Patrocínio, disse que sabia por ouvir dizer por Sebastião José de Arvellos, tio da Justificante …. (logo talvez o dito irmão uterino do padre, ver abaixo no testamento).

Fonte do Inventário – Museu Regional de São João del Rei , Caixa  232, Folhas104, Data: 11-9-1873, Inventariante : Francisco Ribeiro da Silva e Souza , Local : Santa Rita do Rio Abaixo Transcrito por: Edriana Aparecida Nolasco a pedido de Regina Moraes Junqueira. Website – http://www.projetocompartilhar.org/DocsMgAF/crispinianoantoniodossantos1873.htm

PROJETO COMPARTILHAR

Coordenação: Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira

www.projetocompartilhar.org

Família “Souza Monteiro – Monteiro Lopes” Cap. 5º, § 1º, neste site.

CRISPINIANO ANTONIO DOS SANTOS – Padre

Inventário e Testamento

Museu Regional de São João del Rei

Caixa  232

Folhas104

Data: 11-9-1873

Inventariante : Francisco Ribeiro da Silva e Souza

Local : Santa Rita do Rio Abaixo

Transcrito por: Edriana Aparecida Nolasco a pedido de Regina Moraes Junqueira

Fl 02

Dizem João Thomas de Souza; Francisco Ribeiro da Silva e Souza e sua mulher Dona Sabina Cândida dos Santos; João Basílio dos Santos e sua mulher Dona Maria Francisca de Azevedo; Luzia Maria de Jesus (…) e outros filhos e genros do falecido Vigário Crispiniano Antonio dos Santos (…)

ESCRAVOS: 5

BENS DE RAIZ

Terras no local denominado Lagoa neste arraial

Dois alqueires de terras de cultura perto do Engenho

Terras que foram de Antonio Felisberto dos Santos (90 Alqueires de culturas e 4 de Campos)

Moinho e monjolo na Cachoeirinha

Casas de sobrado no Arraial com paiol, rancho, quintal, arvoredos, pateo, três pastinhos unidos, tudo cercado de pedras

DIVIDAS ATIVAS

João Basílio dos Santos, por crédito…4:000$00

Viúva de Antonio Gomes Carneiro, pelo aluguel da escrava Fabiana (devia 6 ½ anos de jornadas)…260$000

Manoel José de Souza… 1:105$100

DIVIDAS PASSIVAS

Devia às Irmandades de S Francisco, do Santíssimo Sacramento, à Ordem do Carmo, todas de S João del Rei, a Gabriel Eleutério de Miranda.

DESPESAS DE FUNERAL: 362$330

MONTE MOR: 17:964$000

TESTAMENTO

Eu, o Padre Crispiniano Antonio dos Santos, nascido e batizado nesta Matriz de Santa Rita do Rio Abaixo e onde me casei com a finada Mariana Cândida dos Santos de cujo matrimônio nos ficaram dois filhos João Basílio e Sabina Cândida dos Santos. Falecendo a dita minha mulher ordenei-me residindo sempre neste Arraial de Santa Rita como capelão Cura, e ao presente de Parocho encomendado.

E achando-me de pé e em meu perfeito juízo mas com pouca saúde e temendo a morte faço este meu testamento na forma seguinte:

Rogo sejam meus testamenteiros em primeiro lugar João Thomas de Souza casado com minha neta Maria Francisca de Souza em segundo lugar minha neta Maria Custódia de Souza em terceiro lugar meu neto Crispiniano Antonio de Souza …..

………………………

…. minha sepultura será na Carneira que mandei fazer na porta da Capela do Rosário, sendo envolto nos Hábitos Sacerdotais velhos que tem a dita capela do Rozario …. e meu enterro será sem pompa alguma……

………………..

Declaro que no estado de solteiro conheci a uma mulher de nome Mariana Tereza parda, falecendo deixou uma filha por nome Luiza, dizendo proximamente a morte que era minha filha a qual se acha em companhia de meu Irmão uterino que mora no termo da Vila de Patrocínio e para sossego de minha consciência habilito por minha filha e herdeira a dita Luiza nas duas partes dos bens, digo, nas partes de meus bens iguais com os dois meus filhos João e Sabina.

Deixo a minha comadre Francelina casada com Francisco Rodrigues de Souza a quantia de duzentos e quarenta mil réis de esmola em atenção a qualquer responsabilidade que possa ter conforme o Conselho que tive de pessoa douta e religiosa.

Deixo de esmola a meus netos filhos de João Basílio duzentos mil réis.

(…………………..)

Declaro que há tempos passei uma doação a minha filha Sabina da escrava Inês parda para ter somente usufruto dela enquanto viver e por meu falecimento ser encostado o valor desta na minha terça seguindo-se tudo na forma declarada no dito papel ou doação.

Cumpridos os meus legados instituo por herdeira da minha terça a minha filha Sabina como usufrutuária enquanto viva for, que desfrutará da dita terça independentemente de seu marido sem que este tenha domínio algum e independentemente de comunhão. Por seu falecimento passará a seus filhos do primeiro e segundo Matrimonio.

Declaro afinal que emprestei a João Basílio quatro contos de Réis para se arranchar e tratar de seus filhos como consta da clareza que me passou e entrará com a dita quantia para a sua legitima.

(………………….)

Santa Rita, 12 de Agosto de 1872

Padre Crispiniano Antonio dos Santos

ABERTURA: 28-8-1873

Apresentado por João Thomás de Souza, morador do Distrito de Santa Rita do Rio Abaixo

PROCURAÇÃO

Data: 15-7-1873

Local: Vila de Patrocínio, Comarca de Rio Dourado

Outorgante: Dona Luzia Maria de Jesus

Procurador: Major Antonio Alves de Souza Soares

Inquirição de testemunhas para habilitação da herdeira

  1. Dona Maria Cipriana da Conceição – 50 anos, viúva, natural de São Tiago. Disse saber que Dona Luiza Maria é moradora deste distrito de Patrocínio em companhia de Sebastião José de Arvellos, e que é filha do Padre, sabe por ouvir dizer.
  2. Major Antonio Alves de Souza Soares, 57 anos, casado, negociante, natural de S.João del Rei e morador em Patrocínio, disse que sabia por ouvir dizer por Sebastião José de Arvellos, tio da Justificante ….
  3. Manoel de Souza Basto, 55 anos, casado, morador desta vila, disse que a Justificante é sobrinha de sua mulher.

DOC 3 – OS ALVES ANTUNES DE SÃO JOÃO DEL REI ( falando de Sancha Ursula Alves de Souza nascida em 21/10/1790  e seus filhos, ao menos tres deles, Maria Quitéria, Antonio Alves Ribeiro Brito e Ana Joaquina Rosa que ja residiam em Patrocínio em 1835).

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Os Alves Antunes de São João del Rei

(atualizado em 19-fevereiro-2016)

Bartyra Sette

Regina M. Junqueira

Os Alves Antunes da Vila de São João del Rei têm origem em um casal de portugueses do Reino, que se fixou na Vila de São João del Rei – MG. Embora a maioria de seus filhos e netos também residissem na Vila de São João del Rei, um de seus filhos foi morador da Vila de São José e netos, na diáspora da família, foram povoadores de Barra Mansa.

O tronco desta família foi o Sargento Mor Brás Alves Antunes, filho de Simão Alves e Ana Antunes (ou Fernandes) batizado aos 09-02-1716 na freguesia da Vila Nova da Muia, Termo da Vila da Barca, Arcebispado de Braga.

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1712-1725 fl 49-v. Aos 03-02-1716 nasceu um menino filho de Simão Alves e de sua mulher Ana Fernandes do lugal do Casal desta freguesia. Batizei em 09-02. Padrinhos Domingos Coelho de Araujo de Vila da Barca e madrinha Joana Luiza de Sá filha do Doutor Custodio Cerqueira de Sá da freguesia de São Lourenço de Touvedo

Brás foi irmão de Gregório José Alves, tambem povoador do sul de Minas, com geração na família “Gregório José Alves”, neste site.

Ascendentes de Bras Alves Antunes e Gregorio José Alves

O Sargento Mor, na Matriz de N.Sra. do Pilar de S. João del Rei em 20-06-1757, casou-se com Luciana Clara de (Souza) Santa Rosa, filha de Francisco Xavier de Souza, natural da Vila de Guimarães e Joana Maria, natural da Freguesia de S. Nicolau da Cidade de Lisboa, família “Francisco Xavier de Souza”.

(RMJ) Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas, 20-06-1757 – 5 hs da manhã – Braz Alves Antunes, nat da freg de Santa Maria de Muya Arc de Braga, fl leg de Simão Alves e Ana Antunes. C.c. Luciana Clara de Santa Rosa, f. de Francisco [–]- de Souza e  Joana Maria. Test: Dr Antonio José de Mello e Manoel de Jesus Pereira

Foram moradores em São João del Rei onde possuíam casa na Rua da Prata. O Sargento mor faleceu em 26-06-1786 com inventário aberto aos 9 de agosto do mesmo ano em casas da viúva, na Vila de São João del Rei (neste site).

Matriz de Nossa Senhora do Pilar de S. João del Rei, MG e capelas filiadas  obitos –  aos 26-06-1786 faleceu o Sargento Mor Bras Alves Antunes casado com D. Luciana Clara de Santa Rosa. Foi encomendado e sepultado dentro desta matriz, tudo na forma de seu testamento

No inventário do Sargento Mor comparecem oito filhos, dos quais o primogênito já era casado, os demais com idades variando entre 21 e 10 anos. Alguns faleceram antes de 1833, quando do inventário do Padre Joaquim José Alves, onde foram representados por seus filhos.

1- Francisco José Alves, capitão mor, batizado na matriz de São João del Rei em 1761, sendo seus padrinhos José de Souza Gonçalves e sua mulher Lauriana Joaquina de São José.

Francisco, aos 04-11-1783 na Matriz de S. João del Rei, casou-se com Ana Leonarda Ludovina de Mello, filha do Dr. Antonio José de Mello e Joana Teles da Silva.

(RMJ) Paróquias de SJDR – Matrimonios, 04-11-1783 – Matriz – 5h da tarde, Ten Francisco José Alves, f do Sargento Mor Braz Alves Antunes e Donna Luciana Clara de Santa Roza; c.c. Anna Leonarda Ludovina de Mello, f do Doutor Antonio José de Mello e de Donna Joana Teles da Silva. Ambos desta. Test: Reverendo Joaquim José de Souza e Capitão José de Souza Gonçalves

Capitão Francisco já era falecido em 1833, inventário de seu irmão Padre Joaquim José Alves, e foi representado por seus filhos:

1-1 Francisco Maximiano Alves de Mello, capitão, batizado aos 01-12-1775 na matriz de São João del Rei, sendo seus padrinhos General da capitanhia Luiz da Cunha Menezes, por procuração apresentada pelo Sargento Mor Brás Alves Antunes, e D. D. Luciana Clara de Santa Rosa, mulher do mesmo Sargento Mor. Em 1833 estava casado

1-2 Ana Bárbara Jesuína de Mello, nasceu em 01-10-1784 e batizada em S. João del Rei aos sete de novembro do mesmo ano.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas aos 07-11-1784 [danificado]torio do falecido Dr. Antonio Jose de Mello nas suas casas desta vila de S. João del Rei bat a Ana q nasceu em 01 de outubro, f.l. do Quartel Mestre Francisco Jose Alves e D. Ana Leonarda Ludovina de Mello, np do Sarg. Mor Bras Alves Antunes e D. Luciana Clara de Santa Rosa; foi padrinho o Ilustrissimo e Excelentissimo Luiz da Cunha e Menezes Governardor e Capitão General desta Capitania por pp que apresentou o dito Sargento Mor Bras Alves Antunes, e madrinha a sobredita D. Joana Felis da Silva, viuva, todos desta freguesia.

Em 07-01-1801, casou com o então Tenente de Dragões Francisco Antonio de Paula Nogueira da Gama, batizado em 1772, filho do Alferes Nicolau Antonio Nogueira e Ana Joaquina de Almeida e Gama.

Casamentos – SJDRei, fls 83 aos 07-01-1801 matriz, Tenente de Dragões Francisco Antonio de Paula Nogueira da Gama, f.l. do Alferes Nicolao Antonio Nogueira, já falecido, e D. Anna Joaquina de Almeida e Gama; = cc. D. Anna Barbara Jezuina de Mello, f.l. do Cap. Francisco Joze Alvares e D. Anna Leonarda Luduvina de Mello. Nts/bts nesta freguesia.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas [inicio danificado] de 1772 nesta matriz bat a Francisco, f.l. do Alf. Nicolau Antonio Noqueira e [——–] de Almeida, neto paterno do Cap. [———-] Funxal Ilha da Madeira e de D. [————-] da Piedade termo da vila de Guaratingueta, [———–] Manoel Gomes Villasboas n. da ilha de [———] e [——-]cia Quiteria de Almeida natural da [———] padinhos [————-]

Marechal de Campo Francisco Antonio de Paula Nogueira da Gama faleceu aos 05-06-1837 na cidade do Rio de Janeiro e foi sepultado na igreja dos Religiosos do Carmo:

Rio de Janeiro, RJ Igreja S;Jose obitos aos 05-06-1837 nesta matriz de S. Jose da Corte do Rio de Janeiro faleceu o Marechal de Campo Francisco Antonio de Paula Nogueira da Gama casado que era com D. Ana Barbara Jesuina de Mello e Gama. Foi encomendado em casa e sepultado na igreja dos Religiosos do Carmo a Lapa do Desterro e vestido de vestes de Cavaleiro da Ordem de Aviz.

Ana Barbara registrou terras em Valença-RJ em 1856, provenientes de sua legítima materna:

Registro de Terras -N.Sra, da Gloria, Valença, RJ (1854-1857) fls. 106, 180- D. Anna Barbara Jesuina de Mello e Gama, viuva do Marechal Francisco Antonio de Paula Nogueira da Gama, um terreno no lugar Fazenda de Santa Delfina, que me coube por legitima de meu falecido pai cap. mor Francisco Jose Alz., a metade do dito terreno já partilhei com meus filhos, e confronta com: fazenda do Bom Retiro, cap. Joaquim Gomes de Souza, com meu irmão Cap. Francisco Maximino Alz. de Mello, no terreno que ainda temos que partilhar que nos coube por legitima de minha falecida mãe D. Anna Leonarda Ludovina de Mello, 28 fev 1856.

O casal teve geração de oito filhos descritos em SL. 6º, 366, 7-6, entre eles:

1-2-3 Francisco de Paula Nogueira de Mello e Gama, batizado em São João del Rei em 06-01-1802. Em Porto Alegre-RS aos 21-08-1828 casou com Rita Paulina de Oliveira Bandeira, dai natural, filha do falecido José Inácio da Costa e Guiomar Antonia de Oliveira Bandeira.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas aos 06-01-1802 nesta matriz bat a Francisco, f.l. do Tenente de Tropa Regular desta Capitania de Minas Gerais Francisco Antonio de Paula Nogueira da Gama e de D. Ana Barbara Jezuina Alves de Mello, neto paterno do Alf. Nicolau Antonio Nogueira do O natural da freugesia de N. Sra do Monserrate de Baependi e de D. Ana Joaquina de Almeida, n. desta freguesia, neto materno do Cap. Francisco Jose Alves e de D. Ana Leonarda Jezuina de Mello, ambos naturais desta mesma freguesia. Foram padrinhos o Ilustrissimo e Excelentissimo Governador o Capitão Genearl desta capitania de Minas GErais Bernardo Jose de Lorena por pp que apresentou o Dr. Desembargador Intendente da Casa de Fundiç]ao desta vila Bartolomeu Alves da Costa.

Porto Alegre, Madre de Deus, Matrimônios. Aos 21/08/1828, no Oratório aprovado das casas de residência de Antônio José da Silva Guimarães, o Tenente do Terceiro Regimento de Cavalaria de primeira linha Francisco de Paula Nogueira de Melo e Gama, natural e batizado na vila de São João del Rei, f.l. do Brigadeiro Francisco Antônio de Paula Nogueira e Gama, e de D. Ana Bárbara Jesuína de Melo e Gama, com D. Rita Paulina de Oliveira Bandeira, natural desta cidade, f.l. do falecido José Inácio da Costa, e de D. Guiomar Antônia de Oliveira Bandeira. Testemunhas: Manoel da Silva Freire e Rodrigo José de Figueiredo Nogueira (pesq. Silvia Buttros).

2- João Alves Antunes, tenente, batizado na matriz de São João del Rei aos 15-02-1763, foram padrinhos o Capitão Manoel Antunes Nogueira e Francisca, filha de Francisco Xavier de Souza.

Certidão inserida no inventário do irmão Padre Joaquim:

15-02-1763, Matriz, João, filho legítimo do Sargento Mor Braz Alves Antunes e D. Luciana Clara de Santa Rosa, np de Simão Alves e Ana Antunes da freguesia da Vila Nova do Maia, Termo da Vila da Barca, Arc de Braga: nm de Francisco Xavier de Souza, natural da Vila de Guimarães e Joana Maria, natural da Freguesia de S. Nicolau da Cidade de Lisboa. Padrinhos: Cap. Manoel Antunes Nogueira e Francisca, filha de Francisco Xavier de Souza, todos desta Freguesia.

Solteiro com 21 anos em 1786 faleceu aos 19-021827 “de moléstia de peito”. Foi casado duas vezes. Na matriz de São José aos 20-09-1787 com Maria Caetana Hermelinda de Souza, filha do Dr Domingos José de Souza e de Gertrudes Caetana Soares de Jesus, naturais da Freguesia de S. Thiago do Codal, Comarca da Vila de Feira, Bispado que foi de Coimbra e hoje é de Aveiro.

Foram irmãs de Maria Caetana, filhas do Dr. Domingos José e Gertrudes Caetana:

I- Ana Felizarda de Souza casada com José Gonçalves Gomes. Família “Francisco Xavier de Souza”

II- Gertrudes Querubina de Souza Soares em 1791 estava casada com João Varella da Fonseca e Cunha

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

11-12-1791, nascida aos 30-11 – Maria, fl do Alferes João Alves Antunes, natural de São João del Rei, e Maria Caetana Hermelinda de Souza, da Freg. de São Tiago do Codal, da Vila da Feira,  Bispado que foi de Coimbra, de presente moradores nesta Vila de São José.  Np do Sargento Mor Braz Alves Antunes, natural da freguesia de Santa Maria da Vila Nova do Maia, Termo da Vila da Barca, Arc de Braga e D. Luciana Clara de Santa Rosa, natural da Vila de São João del Rei; nm do Dr Domingos José de Souza e D. Gertrudes Caetana Soares de Jesus, naturais da dita da Freguesia de S, Thiago do Codal. Padrinhos: Alferes Antonio Pedroso de Carvalho Galvão, solteiro e Gertrude Querubina de Souza Soares, tia materna da batizada, mulher do Professor (de latim) João Varella da Fonseca e Cunha.

III- Delfina Pocidonia de Souza Soares aos 08-02-1808 casou com seu cunhado João Varella da Fonseca e Cunha, natural da freguesia de S. Nicolau da cidade e Patriarcado de Lisboa, filho de Miguel João da Fonseca e Ignez Violante da Cunha.

B7: – Casamentos – SJDRei, aos 08-02-1808 matriz, João Varella da Fonceca e Cunha, f.l. de Miguel João da Fonceca e D. Ignez Violante da Cunha, n. da freg. de S. Nicolau da cidade e Patriarcado de Lisboa e viuvo de sua primeira mulher D. Gertrudes Querubina de Souza Soares; = cc. D. Delfina Possidonia de Souza Soares, f.l. do Dr. Domingos Jose de Souza e D. Gertudes Caetana Soares de Jesus, n/b na freg. de Santo Antonio da vila de S. Jose.

João casou em segundas, com dispensa de impedimento de afinidade, na Capela de N. Sra. das Merces aos 11-02-1812 com Sancha Maria Felizarda da Motta, natural de São José, filha do Capitão Antonio Vital Rifarte e Antonia Maria do Sacramento. Foram testemunhas o Cadete Antonio Vital Rifarte e D Sanxa Maria da Motta

Por ter falecido antes do Padre Joaquim José, João foi representado no inventário deste por seus filhos do primeiro e segundo casamento, que apresentaram as respectivas certidões de nascimento:

Filhos de João e Maria Caetana, todos batizados na Matriz de Santo Antonio da Vila de São José:

  • Antonio, batizado aos 12-06-1794. Não comparece no inventário do tio Pe. Joaquim.

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 12-06-1794 matriz, Antonio n. aos 27, f.l. Alf. João Alvares Antunes, n. da vila de S. João del Rei e D. Maria Caetana Ermelinda de Souza, n. da freg. de S. Tiago de Codal comarca da vila da Feira bispado que foi de Coimbra e hoje de Aveiro e de presente moradores nesta dita vila, np do Sarg. Mor Bras Alvares Antunes n. da freg. de Santa Maria da Vila Nova de Maia termo da Barca Arc. de Braga e D. Luciana Clara de Santa Rosa, n. da dita vila de S. João del Rei; nm. do Dr. Domingos Jose de Souza e D. Gertrudes Caetana Soares de Jesus naturais da dita freguesia de S. Tiago de Codal; padr.: Cap. Mnaoel Lobo de Castro e D. Delfina Pocidonia, ela tia materna do dito batizado, ambos solteiros e moradores na aplicação desta dita matriz.

  • Camilo, aos 26-07-1795. Idem.

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 26-07-1795 matriz, Camilo n. 16, f.l. Alf. João Alvares Antunes, n. da vila de S. João del Rei e D. Maria Caetana Ermelinda de Souza, n. da freg. de S. Tiago de Codal comarca da vila da Feira Bispado que foi de Coimbra e hoje do Aveiro e de presente moradores nesta dita vila de S. Jose; np Sarg. Mor Bras Alvares Antunes, n. da freg. de Santa Maria da vila Nova de Muia termo da Barca Arc. de Braga e de D. Luciana Clara de Santa Rosa, n. da dita vila de S. João del Rei; nm do Dr. Domingos Jose de Souza e D. Gertrudes Caetana Soares de Jesus, naturais da dita freguesia de S. Tiago do Codal; padr.: Cap. Manoel Jose Soares Pinheiro, solteiro irmão da avó materna acima dita, e D. Ana Felizarda de Souza Soares, tia materna do dito batizado, solteira moradora nesta dita vila.

  • Luiza, batizada aos 06-09-1808, gemea de 2-11. Idem.

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 26-07-1795 matriz, Camilo n. 16, f.l. Alf. João Alvares Antunes, n. da vila de S. João del Rei e D. Maria Caetana Ermelinda de Souza, n. da freg. de S. Tiago de Codal comarca da vila da Feira Bispado que foi de Coimbra e hoje do Aveiro e de presente moradores nesta dita vila de S. Jose; np Sarg. Mor Bras Alvares Antunes, n. da freg. de Santa Maria da vila Nova de Muia termo da Barca Arc. de Braga e de D. Luciana Clara de Santa Rosa, n. da dita vila de S. João del Rei; nm do Dr. Domingos Jose de Souza e D. Gertrudes Caetana Soares de Jesus, naturais da dita freguesia de S. Tiago do Codal; padr.: Cap. Manoel Jose Soares Pinheiro, solteiro irmão da avó materna acima dita, e D. Ana Felizarda de Souza Soares, tia materna do dito batizado, solteira moradora nesta dita vila.

2-1 João, nascido aos 06 e batizado aos 12-08-1789 , padrinhos os avós maternos.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 12-08-1789 matriz, João n. aos 06, f.l. Alf. João Alvares Antunes, n. da vila de S. João del Rei e D. Maria Caetana Hermelinda de Souza n. desta freguesia de Santo Antonio, npaterno do Sargento Mor Bras Alvares Antunes n. da freg. Santa Maria da Vila Nova de Muia termo da Barca Arc. de Braga e D, Luciana Clara de Santa Rosa n. freg. N. Sra do Pilar da vila de S. João del Rei, nmaterna do Dr. Domingos Jose de Souza e s/m D. Gertrudes Caetana Soares de Jesus ambos nts da freg. de Santiago de Codal comarca da vila da Feira Bispado que foi de Coimbra e hoje de Aveiro. Declaro que suposto acima se diz que a mãe do dito batizado D. Maria Caetana Hermelinda de Souza é natural desta freguesia de Santo Antonio da vila de São Jose, foi equivoção que houve, na verdade a dita D. Maria é natural da freg. de S. Tiago do Codal comarca da vila da Feira bispado que foi de Coimbra e hoje de Aveiro. Padrinhos os sobreditos avos maternos.

2-2 Sancha Úrsula Alves de Souza, nascida aos 21-10 e batizada aos 28-11-1790, sendo seus padrinhos João Pinto de Souza, solteiro, morador em Vila Rica do Ouro Preto, e D. Sanxa Maria da Motta, viúva, moradora na Paragem da Camundonga, aplicação da Matriz de Santo Antonio da Vila de São José. Em 01-06-1808 casou com o Tenente João Lourenço Ribeiro de Brito, filho de Lourenço Ribeiro de Brito e Quitéria Correa de Almeida. Geração na família “Ribeiro de Brito”.

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos aos 28-11-1790 matriz, Sancha n. aos 21-10, f.l. Alf. João Alvares Antunes n. da vila de S. João del Rei e D. Maria Caetana Ermelinda de Souza n. freg. S. Tiago do Codal da vila da Ferira Bispado que foi de Coimbra e hoje do Aveiro e de presente moradores nesta dita vila de S. Jose, np Sarg. Mor Bras Alvares Antunes n. da freg. de Santa Maria da Vila Nova de Muia termo de Barcelos Arc. Braga e D. Luciana Clara de Santa Rosa n. da dita vila de São João del Rei, nm Dr. Domingos Jose de Souza e s/m D. Gertrudes Caetana Soares de Jesus nts da freg. de São Tiago do Codal; padr.: Cap. João Pinto de Souza, solteiro morador em vila Rica do Ouro Preto, e D. Sancha Maria da Motta, viuva moradora na paragem a Candonga da aplicação desta matriz de Santo Antonio.

B7: Casamentos – SJDRei, aos 01-06-1808 matriz, Tenente João Lourenço Ribeiro de Brito, n. desta freguesia, f.l. de Lourenço Ribeiro de Brito e D. Quiteria Correa de Almeida, não deram os nomes dos avós; = cc. Dona Sanxa Ursula Alves de Souza, f.l. do Ten. João Alves Antunes e D. Maria Caetana Hermelinda Soisa, n. da vila de S. Jose, nmaterna do Dr. Domingos Jose Soiza desta vila e viúvo.

2-3 Maria Saturnina Alves Antunes, nascida aos 30-11 e batizada aos 11-12-1791, sendo seus padrinhos Alferes Antonio Pedroso de Carvalho Galvão, solteiro e Gertrude Querubina de Souza Soares, tia materna da batizada, mulher do Professor (de latim) João Varella da Fonseca e Cunha. Aos 29-01-1809 casou com Luís José de Moraes Dantas e Gouvea, natural de S. João del Rei, filho do Ten. Cel. José Joaquim da Costa Gouvea e D. Ana Rosa Felicia de Vallois. (SL. 7, 6, 5-1).

São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, aos 29-01-1809 matriz; Luiz Jose de Moraes Dantas e Gouveia, f.l. Ten.Cel. Jose Joaquim da Costa Gouveia e D. Ana Rosa Felicia de Vallois, n/b freg. Sra do Pilar da vila de S. João del Rei; cc D. Maria Saturnina Alves de Souza, f.l. João Alves Antunes e D. Maria Caetana Hermelinda de Souza, n/b matriz S. Jose; test.: Cap. Antonio Jose Moreira e o Advogado João Varella da Fonseca e Cunha, casados.

Em 1840 eram moradores na Campanha de Toledo do Termo da Vila de Pouso Alegre.

Luís José e Maria Saturnina tiveram, q.d.:

2-3-1 Ana, batizada em S. João del Rei aos 18-08-1811.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas aos 18-08-1811 Ana, f.l. Luiz Jose de Moraes Dantas Gouvea e Maria Saturnina Alves de Souza, padr.: Cap. Joaquim Jose Fulgencio Carlos de Castro e s/m D. Ana Teresa de Jesus Villas Boas

2-4 Domingos Alves de Souza, nascido aos 25-03 e batizado aos 01-04-1793, sendo seus padrinhos Tenente Manoel Jorge Ribeiro, e a avó paterna.

2-5 Ana Mafalda Alves de Souza, nascida aos 17 e batizada aos 27-09-1796, sendo seus padrinhos Capitão Manoel Lobo de Castro, solteiro, e D. Clara Francisca de Jesus, filha do Capitão Matheus José de Faria. Foi madrinha dos irmãos Cândido e Belizário

Em Fevereiro de 1816 casou com Manoel Felix de Faria Lobato, filho do Alf. Felix de Faria Lobato e Joana Teresa Alves de Magalhães, família “Caetano Alves de Magalhães e Araújo”.

Tiveram, q.d., a filha:

2-5-1 Maria José de Faria, em Campo Belo-MG aos 30-04-1859, casou-se com Silvério Vaz Tosta, filho de Manoel Vaz Tosta e Mariana Cândida de Castro.

(B7) Matriz da Nova Freguesia do Bom Jesus do Campo Belo-MG (e capelas filiadas), aos 30-04-1859 na fazenda do Alferes Jose Rodrigues Neves. Silverio Vas Tosta, f.l. de Manoel Vas Tosta e D. Marianna Cândida de Castro = Maria Jose de Faria, f.l. do Tenente Manoel Feles de Faria Loubato e Anna Mafalda.

2-6 Carlos José Alves Antunes, nascido aos 21 e batizado aos 26-11-1797, sendo seus padrinhos o Coronel Carlos José da Silva e D. Tereza de Jesus Lopes, mulher do Tenente Coronel José Franco de Carvalho. Em 1834 era morador em Ouro Preto.

B7: São José del Rei, Minas Gerais e capelas filiadas, batismos – aos 26-11-1797 matriz, Carlos n. aos 21, f.l. Alf. João Alvares Antunes e D. Maria Caetana Hermelinda de Souza, np SArg. Mor Bras Alvares Antunes e D. Luiza Clara de Santa Rosa, nm Dr. Domingos Jose de Souza e D. Gertrudes Caetana Soares de Jesus, padr.: Cel. Carlos Jose da Silva e D. Teresa de Jesus Lopes mulher do Ten. Cel. Jose Franco de Carvalho, estes todos desta freguesia e o padrinho de Vila Rica.

2-7 Gertrudes, nascida aos 17-02 e batizada aos 01-04-1799. Padrinhos: Reverendo Antonio José de Faria, da Freguesia de S. João del Rei e D. Bernarda Maria de Menezes, mulher de Pedro Gonçalves Montes, desta.

2-8 Delfina Pocidonia (ou Porcina) Hermelinda Alves (ou de Souza), nascida aos 15 e batizada aos 23-11-1800, sendo seus padrinhos Tenente Inácio Mauricio de Souza e Delfina Pocidônia de Souza, tia materna da batizada . Solteira em 1833 e em 1835 era moradora em São José.

2-9 Francisco de Assis Alves, nascido aos 25-12-1801 e batizado aos 13-01-1802, sendo seus padrinhos o Reverendo Francisco Dias de Oliveira e Ana Barbosa Jesuína de Mello, mulher de Tenente Francisco Antonio de Paula Nogueira da Gama. Solteiro em 1833.

2-10  José, nascido aos 14 e batizado aos 25-10-1803, sendo seus padrinhos o Capitão Manoel Gomes de Almeida Coelho e D. Joaquina Gonçalves Meirelles, mulher do Cap Antonio José Moreira. Solteiro em 1833

2-11 Micaela Jesuína da Anunciação, nascida aos 25-08 e batizada aos 06-09-1808, sendo seus padrinhos o Tenente João Lourenço e sua mulher D. Sanxa, irmã da batizada. Em 1833 estava casada com José Marcelino Pereira quando passam uma procuração na Vila de São João del Rei.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

06-09-1808, nascida aos 25-08- Micaela, gêmea, fl do tenente João Alves Antunes e Maria Hermelinda Caetana  de Souza Soares. Padrinhos: Tem João Lourenço e sua mulher D. Sanxa, irmã da batizada, moradores no Cajuru.

Alferes José Marcelino, filho de pais incognitos, foi criado por Maria Pereira de Souza, crioula forra. Faleceu com testamento em 24-04-1877 casado segunda vez com Mariana Cândida de Jesus (família “João Gonçalves de Mello”). Sem geração de ambos os matrimônios (inventário neste site).

João e Sancha tiveram:

2-12 Antonio Carlos Alves Antunes, nascido aos 05 e batizado aos 20-05-1812, sendo seus padrinhos Capitão Mor Manoel da Costa Maia e D. Sancha Maria da Mota, viúva. Solteiro em 1833.

2-13 Cândido, nascido aos 04-12-1813 e batizado aos 18-01-1814, sendo seus padrinhos seu tio materno Furriel pago Antonio Vidal de Santana, e Ana Mafalda Álvares de Souza, irmã do batizando. Solteiro em 1833.

2-14 Aurea (?) ou Anna (?), de idade de dezoito anos, pouco mais ou menos, solteira.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

12-06-1815, nascida aos 08-05- Aurea (sic), fl do Tenente João Alves Antunes e D. Sancha Maria Felizarda. Padrinhos: Reverendo José Gonçalves Possa e D. Hipólita Jacinta Teixeira de Mello, ambos de Prados, p.p. apresentada por D. Maria Antonia da Conceição, mulher do Alferes Gualter José da Fonseca, desta.

2-15 Belisário Camilo, nascido aos 12-06 e batizado aos 07-07-1816, sendo seus padrinhos o Alferes Antonio Francisco Teixeira Coelho e Ana Mafalda Alves de Souza , irmã paterna do batizando. Solteiro em 1833.

2-16 Belisária, gemea do anterior, foram seus padrinhos o Alferes Gualter José da Fonseca e sua mulher Maria Antonia da Conceição, tia materna da batizanda. Solteira em 1833.

2-17 Maria, nascida aos 20-05 e batizada aos 21-06-1818, foram seus padrinhos Reverendo Inácio Correa Pamplona e D. Rosalia Inês dos Anjos, solteira, tia materna da batizanda . Também solteira em 1833.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

21-06-1818, nascida aos 20-05 Maria, fl do Tenente João Alves Antunes e D. Sancha Maria Felizarda. Padrinhos: Reverendo Inácio Correa Pamplona e D. Rosalia Inês dos Anjos, solteira, tia materna da batizada, o padrinho de Prados, os mais desta.

3- Francisca Romana de São Joaquim, batizada aos 21-03-1765, tendo por padrinhos o padre batizante e madrinha Ana Claudia de São Bernardo, tia da batizanda.

Na Matriz do Pilar em S. João del Rei, aos 07-01-1789, casou-se com o Alferes Manoel Ferreira Neves, natural da Freguesia de Santo Antonio da Casa Branca, filho do Capitão Antonio Ferreira Neves e Maria Josefa de Jesus, neto paterno de Francisco das Neves e de Maria Ferreira, neto materno do Cap. Luiz de Figueiredo Leitão de Antonia Maria Caetana – família “Figueiredo Neves” neste site.

(RMJ) Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas, 07-01-1789 Matriz – 6h da manham, Alferes Manoel Ferreira Neves, f do capitão Antonio Ferreira Neves e Maria Josefa de Jesus, n e bat na Freguesia de Santo Antonio da Casa Branca; c.c. Francisca Romana de São Joaquim, desta, f do Sargento Braz Alves Antunes e Donna Luciana Clara de Santa Roza. Test: Capitão José de Souza Gonçalves e Capitão Thomas Carlos de Souza

Alferes Manoel já era falecido em 1833 quando Francisca foi inventariante do irmão Padre Joaquim. Três de seus filhos foram legatários do tio paterno Capitão Thomás de Aquino Figueiredo Neves. Em testamento ditado em 1830, o Capitão Thomas declarou sua filiação (filho do Capitão Antonio Ferreira Neves e Maria Josefa de Jesus, já falecidos em 10-02-1830) seu casamento com Manoela Justina Rosa de Proença, sem geração, e deixou legados para vários sobrinhos, entre eles: “Deixo a cada um de meus sobrinhos Antonio Celestino, Inácio e Carlos cem mil réis“ (testamento e inventário neste site).

3-1 Antonio Celestino de Figueiredo Neves, batizado em 08-12-1792 em São João del Rei. Aos 16-05-1827 casou com Maria Nogueira da Conceição, exposta a Margarida Joaquina Guerra. Antonio faleceu em 1869 com inventário (neste site) aberto aos 20-01-1870.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas aos 08-12-1789 Antonio, f.l. Alf. Manoel Ferreira Neves, da freguesia de Santo Antonio de Casa Branca e D. Francisca Romana de S. Joaquim, desta freguesia, np Cap. Antonio Ferreira Neves e Maria Josefa de Jesus, nm Sargento Mor Brás Alves Antunes, de Vila Nova de Maia Arc. Braga e D. Luciana Clara de Santa Rosa, desta freguesia; padr.: Cap. Antonio Ferreira Neves e D. Luciana Clara de Santa Rosa, viuva.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas aos 16-05-1827 Antonio Celestino de Figueiredo, f.l. Alf. Manoel Ferreira Neves e Francisca Romana de S. Joaquim = cc Maria Nogueira da Conceição, exposta a Margarida Joaquina Guerra, test.: Padre Manoel Joaquim de Castro Vianna e Batista Caetano de Almeida.

Tiveram.

3-1-1 Antonio Celestino de Figueiredo Neves, solteiro, com quarenta e um anos, pouco mais ou menos.

3-1-2 Salvina Hermelinda de Oliveira, batizada em 17-05-1829. Solteira em 1870.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas aos 17-05-1829, Salvina, f.l. Antonio Celestino de Figueiredo e D. Maria Joaquina Nogueira da Conceição, padr.: Batista Caetano de Almeida e s/m Mariana Alexandrina Teixeira de Almeida.

3-1-3 Rita Cristina de Oliveira, batizada em 24-10-1830. Em 1870 estava casada com Joaquim Pereira Godinho.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas aos 24-10-1830 Rita, f.l. Antonio Celestino de Figueiredo e D. Maria Joaquina Nogueira da Conceição, padr.: Dr. Domingos Jose da Cunha e D. Rita Carolina Nascentes Gomes da freguesia de Barbacena.

3-1-4 Tibério de Figueiredo Neves, batizado em 21-07-1833. Casado que foi com Mariana Onofre de Almeida, falecido antes do inventariado, deixou filhos.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas aos 21-07-1833 Tiberio, f.l. Antonio Celestino de Figueiredo e D. Maria Joaquina Nogueira da Conceição, padr.: Jose Coelho e Raimundo Vicente

3-1-4-1 João, com idade de treze para quatorze anos. João Tibério de Figueiredo Neves, batizado aos 01-12-1855, aos 26-02-1876 casou com Maria Antonia Lopes do Nascimento, filha natural de Mecias Lopes do Nascimento (ou Ana Maria de Jesus).

Certifico que de um dos Livros de Assentos de Batizados desta Freguesia, a folhas 31 consta:

Ao primeiro dia do mês de Dezembro de mil oitocentos e cinquenta e cinco batizei solenemente e pus os santos óleos a João, inocente, pardo, filho natural de Mariana Onofre de Almeida, nascido há oito dias. Foi padrinho Manoel dos Passos Coimbra. Foi legitimado por filho de Tibério de Figueiredo Neves, pelo casamento subsequente do mesmo com a supra Mariana. É o que consta do Assento.

P Cônego Francisco Amâncio de Assis.

Diz João Tibério de Figueiredo Neves, filho legítimo de seu finado pai Tibério de Figueiredo Neves, que se achando na idade de 21 anos incompletos (…) se tem contratado para casar com Maria, filha de Mecias Lopes do Nascimento (…).

Certifico que de um dos Livros de Assentos de Casamentos desta Freguesia, a folhas 62 e verso consta:

Aos vinte e seis de Fevereiro de mil oitocentos e setenta e seis o Reverendo Herculano José da Assunção assistiu a se receberem em Matrimônio na Igreja Matriz os contraentes canonicamnete preparados, João Tibério de Figueiredo Neves, filho legítimo de Tibério de Figueiredo Neves, já falecido, e de Mariana Onofre de Almeida – e Maria Antonia Lopes do Nascimento, filha natural de Ana Maria de Jesus e conferiu-lhes as bênçãos intra-Missam. Foram testemunhas além de outras, Manoel dos Passos Coimbra e Irineu Batista Lopes.

O Cônego Francisco Amâncio de Assis.

3-1-4-2 Ana, com oito anos.

3-1-4-3 Maria, com seis anos

3-1-4-4 Olímpio, com quatro anos

3-1-5 João Zuquim de Figueiredo Neves, casado com Hermelinda Maria do Nascimento. Em 1870 eram moradores na cidade do Turvo, Minas e Comarca de Paraibuna

3-2 Manoel, batizado em Casa Branca-MG aos 26-03-1790.

Glaura, MG Igreja de Santo Antonio aos 26-03-1790 nesta igreja matriz bat a Manoel, f.l. do Alf. Manoel Ferreira Neves e D.Francisca Romana de S. Joaquim, npaterno do Cap. Antonio Ferreira Neves, natural da freguesia de Santa Eulalia de Fermentões, Arc. Braga e Maria Josefa de Jesus, natural desta mesma freguesia, nmaterno do Sargento Mor Bras Alves Antunes do Arcebispadode Braga e de D. Luciana Clara de Santa Rosa, natural da freguesia de Nossa Sra do Pilar de S. João del ei deste bispado. Foi madrinha D. Teresa Iria mulher do Tenente Manoel Teixeira Murta da freguesia da Caxoeira do Campo.

3-3 Ignácio Mauricio de Figueiredo Neves, com 41 anos em 1833, casado com Teresa Bernardina de Andrade (família “Os Carvalho Duarte no Sul de Minas” Cap. 3º § 4º).

Inácio teve seu inventário aberto aos 19-01-1846 (neste site). Teve os filhos:

3-3-1 Francisca Bernardina de Figueiredo, solteira de idade de dezessete anos.

3-3-2 Maria Ignacia de Figueiredo, solteira, de idade de quinze anos.

3-3-3 Gustavo de Figueiredo Neves, de idade de onze anos mais ou menos.

3-3-4 Bernardino de Figueiredo Neves, de idade de nove anos pouco mais ou menos.

3-3-5 Luís de Figueiredo Neves, de idade de sete anos pouco mais ou menos.

3-4 Carlos Casemiro de Figueiredo Neves, batizado em 18-09-1791.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas aos 18-09-1791 Carlos, f.l. Alf. Manoel Ferreira Neves e D, Francisca Romana de S. Joaquim, padr.: Antonio Tomas de Figueiredo, da freg. de Casa Branca por pp a Jose Antonio da Costa, e D. Maria Josefa de Jesus, tambem da freg. de Casa Branca por pp a Luciana Fidelis Casemira de S. Joaquim.

3-5 José, batizado em 17-06-1795.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas aos 17-06-1795 Jose, f.l. Alf. Manoel Ferreira Neves e D. Francisca Romana de S. Joaquim, padr.: Jose Antonio da Costa e D. Luciana Bernarda de S. Jose.

3-6 Rita Dulcina (ou Delfina) de Santa Ana, batizada em 04-08-1799. Aos 05-02-1814 casou com o Alferes João Joaquim Pereira, filho do Sargento Mor João Pereira Duarte e Gertrudes Maria de Campos (família “João Pereira Duarte”).

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas aos 04-08-1799 Rita, f.l. Alf. Manoel Ferreira Neves e D. Francisca Romana de S. Joaquim, padr.: Cap. Luiz Cardoso Fontes, solteiro e D. Maria Jacinta dos Prazeres, solteira.

B7: Casamentos SJDRei, aos 05-02-1814 matriz, Alf. João Joaquim Pereira, f.l. Sargento Mor João Pereira Duarte e D. Gertrudes Maria de Campos; = cc. Dona Rita Dulcina de Santa Ana, f.l. Alf. Manoel Ferreira Neves e D. Francisca Romana de S. Joaquim, n/b nesta matriz.

4- Joaquim José Alves, padre, nascido aos 14 e batizado aos 24-02-1768, sendo seus padrinhos os avós maternos. Faleceu aos 06-08-1833 abintestado, sepultado na Igreja de São Francisco de São João del Rei. Foi sua inventariante a irmã Francisca, herdaram seus irmãos por si ou representados por filhos (inventário neste site). Foi proprietário de uma casa no Largo de São Francisco com fundos para a “praia” e de uma chácara nos subúrbios.

5- José (Joaquim) Alves Antunes, batizado aos 11-06-1769, sendo seus padrinhos Anastácio José de Souza e sua mulher Máxima Jesuína da Silveira. Aos 16-05-1812 casou com Emerenciana Bárbara* de Campos, filha do Sargento Mor João Pereira Duarte e Gertrudes Maria (ou Francisca) de Campos (família ”João Pereira Duarte”).

*Emerenciana é também nomeada como Emerenciana Barbosa de Campos.

B7: SJDRei, aos 16-05-1812 matriz, Jose Alves Antunes, f.l. Sargento Mor Bras Alves Antunes e D. Luciana Clara de Santa Rosa; = cc. D. Emerenciana Barboza de Campos, f.l. do Sargento Mor João Pereira Doarte e D. Gertrudes Maria de Campos. Nts/bts na matiz de S. João del Rei.

Em 1833 eram moradores no Turvo e passaram uma procuração na Fazenda das Safiras em Baependi, em casa de Manoel Tomás de Aquino.

Pais de, entre outros:

5-1 José Alves Antunes, aos 23-11-1852 no Amparo, Barra Mansa-RJ, casou com Maria da Glória Moreira de Mattos, aí batizada aos 02-04-1831 (padrinhos os tios paternos Capitão Antonio José de Mattos e Ângela Moreira de Mattos- pesquisa Terezinha de Jesus Nunes Souza), filha do Alferes Salvador José de Mattos, já falecido em 1856, e Ana Moreira de Mattos, neta paterna de Manuel Jose de Mattos e Ana da Costa Manso, neta materna de Antonio José de Mattos e Quitéria Moreira da Costa. Quitéria Moreira da Costa e Ana da Costa Manso eram filhas de João Moreira de Castilho e Ana da Costa Manso; família “Costa Manso – Portes del Rei” Cap. 1º.

José faleceu em S. Joaquim aos 08-01-1890 e Maria da Glória no Amparo aos 06-03-1897, com geração.

Igreja N.Sra. do Amparo, cas., lv. 1 Fls. 38 – Jozé com Maria.

Aos 23 novembro 1852 em oratório de D. Anna Moreira de Mattos, com provisão do vigário da Vara, ao meio dia.

Joze Alves Antunes com Maria da Gloria de Matos.

Ele f.l. de Joze Antunes e de Emerenciana Barbosa de Campos e ela f. l. de Salvdor Jose de Mattos e d. Anna Moreira de Mattos.

Testemunhas: Joze Carlos de Almeida e Francisco da Silva Nogueira.

Registro de Terras: N.Sra. do Amparo, Barra Mansa- RJ lv. 7 fls. 13, 15- Jose Alves Antunes, por herança de seu finado sogro Salvador Jose de Mattos, sitas no lugar  Sertão, confronta com: Francisco Rodrigues de Farias, Jose Carlos de Almeida, Ignacio Francisco da Silva, Manoel Ribeiro de Carvalho, Antonio Moreira de Mattos. 16 fev 1856.

Registro de Terras: S Joaquim, Barra Mansa, RJ, lv. 09, fls. 69, 85- no lugar Costão, por herança de meu finado sogro Salvador Jose de Mattos, e limitam com: Cândido José Alves, Ignácio Francisco da Silva, 25 fev 1856 José Alves Antunes.

Cartorio de Registro Civil São Joaquim, Barra Mansa, RJ Fls. 52 nº 5 aos 10 janeiro 1890 declarante Gustavo Marques Ribeiro de Mattos – genro-

Faleceu aos 08 do corrente de pneumonia, as 08 horas da noite em sua casa neste distrito, seu sogro JOSE ALVES ANTUNES, lavrador, 85 anos natural de Minas Gerais, residente neste distrito. Filho de Jose Alves Antunes e Emerenciana Barboza de Campos, naturais de Minas Gerais onde residiam e faleceram.

Casado com Maria da Gloria Mattos Alves deixa os filhos: Salvador Alves de Mattos, 39, Jose Alves Antunes Jr. 37, Olympia Alves de Mattos 35, Adolpho Alves de Mattos 33, Anna Alves Pimenta 30, Alberto de Mattos Alves 29, Emerenciana Alves Pimenta 27.

Não fez testamento, sepultado no cemiterio da capela de SantAnna neste distrito no dia 09 do corrente.

Cartorio de Registro Civil São Joaquim, Barra Mansa, RJ, lv. C-2, Fls. 67v. nº 12 aos 06 março de 1897 declarante Francisco Antonio da Silveira, como vizinho.

Faleceu hoje as 08 horas, de paralisia cronica, a lavradora Maria da Gloria Alves de Mattos, branca, 65 anos, natural deste estado e residente neste distrito. Filiação ignorada. Viúva de Jose Alves Antunes deixa os filhos: Salvador, Jose, Olympia, Adolpho, Anna, Alberto e Emerenciana, todos de maioridade. Sem testamento. Cemitério de Santa Anna neste distrito.

5-2 Senhorinha Cândida de São José, em Andrelândia aos 28-11-1835, casou-se com Joaquim Antonio do Patrocínio, viúvo de Ana Sofia.

(digitação e revisão de Sergio Lane de Mello disponib. por Marcos Paulo Souza Miranda) Igreja Matriz de Nossa Senhora do Porto – Andrelândia MG, Lv. 1º de Casamentos, fls 25  A vinte oito de 9br.o 1835 nesta Matris do Turvo as quatro horas da tarde o P.e Antonio Ferreira, precedidas as formalidades legaes, recebeo em Matrimonio p.r palavras de prezente e abençoou os Contrahentes Joaq.m Antonio do Patrocínio, e Senhorinha Cândida de S. Jozé, filha legítima de J.e Alves Antunes, e aquele Viúvo de Anna Sofia, todos moradores, que forão da Freg.a de S. João d’El Rey, em prez.ca das Test.as M.el Thomás d’Aquino e Antonio Belfort d’Arantes, de q~ p.a constar fis este assento.

Fran.co J.e de Sz.a Montr.o

Vig. Encõmd.o

5-3 Cândido José Alves, casado com Venância Cândida Nogueira, filha de João da Silva Nogueira e Delfina Maria de Jesus casados na Capela do Turvo aos 10-06-1809, neta paterna de João Francisco da Silva e Maria Custódia Nogueira, neta materna de João Ribeiro do Valle e Teresa Francisca de Jesus (família “Manoel Francisco da Silva” Cap. 1º)

Igreja N.Sra. da Conceição, Aiuruoca, MG, cas. – aos 10 junho 1809 cap. do Turvo – João da Silva Nogueira, f.l. de João Francisco da Silva e Maria Custodia Nogueira, n. e b. freg. de Baependi; c/ Delphina Maria de Jesus, f.l. de João Ribeiro do Valle e Theresa Francisca de Jesus, n. e b. nesta freguesia.

Em 1831 eram moradores no Turvo.

censo do Turvo 5-12-1831, 13º Quarteirão,  27

Cândido Jose Alz, branco, 25, casado

Venancia Nogueira, branco, 20, casado

Entre seus filhos:

5-3-1 Francisco Cândido Alves, No Amparo aos 24-04-1854 casou com Maria das Dores Nogueira (ou de Mattos), filha de Joaquim Antonio de Mattos e Maria Magdalena Nogueira, neta paterna de Francisco Joaquim de Mattos e Maria Clara da Silva, neta materna de João da Silva Nogueira e Delfina Maria de Jesus (avós citados no batismo de Galdino, irmão de Maria das Dores, pesquisa de Terezinha de Jesus Nunes Souza)

Igreja Nossa Senhora do Amparo, cas. de 1844-1880, lv. 1; 24-04-1854, no Oratório preparado em casa de Jose Carlos de Almeida. Test: Jose Carlos de Almeida e Francisco da Silva Nogueira. Francisco Cândido Alves fl Cândido Jose Alves e D Venancia Cândida Nogueira nat e bat na Freg do Turvo, Bispado de Minas com Maria das Dores Nogueira fl de Joaquim Antonio de Mattos e Maria Magdalena Nogueira nat e bat nesta Freg. Os contraentes foram dispensados do impedimento de segundo grao de consanguinidade na linha colateral igual.

5-3-2 Cândida, batizada em Barra Mansa aos 08-02-1845

Igreja de S. Sebastião, lv. 1, F 252, 08/02/1845, Cândida nascida a mes e meio mais e meio, filha de Cândido José Alves e Venância Cândida Nogueira. Neta paterna de José Alves Antunes falecido e Emerenciana Barbara de de Campos e neta materna de João da Silva Nogueira e Delfina Maria de Jesus, ambos falecidos. Padrinhos Jose Carlos de Almeida e Dona Angela Maria de Mattos. (pesquisa de Terezinha de Jesus Nunes Souza)

5-3-3 Joaquim Cândido Alves, no Amparo aos 20-06-1872 casou com Maria Madalena de Jesus, filha de João Mathias da Silva e Francisca Rosa de Jesus.

Igreja N. Sra. do Amparo, 20/06/1872, pelas 5 h da tarde, Test: Ignácio Caetano de Carvalho e Antonio do Espírito Santo. Joaquim Cândido Alves fl de Cândido José Alves e Venância Cândida Nogueira nas, bat na Freguesia de São Joaquim e morador na Freguesia de Passa Vinte Bispado de Minas com Maria Magdalena de Jesus fl de João Mathias da Silva e Francisca Rosa de Jesus nas. nesta Freguesia e batiz. na Freg de N S do Rosário dos Quatis e morador nesta. (pesquisa de Terezinha de Jesus Nunes Souza)

5-3-4 Antonio, batizado no Amparo aos 22-10-1848

Igreja N. Sra. do Amparo, lv.3,  bat. 1848 a 1855. Fl 33v, 22/10/1848, Antonio fl Cândido José (A______) e Venância Cândida Nogueira. Padr: José Leite de Aquino e Maria Rosa Nogueira. (pesquisa de Terezinha de Jesus Nunes Souza)

5-4 Francisco de Paula Alves, em Andrelândia aos 13-01-1839, casou-se com Leopoldina Laureana de Andrade, filha de Beraldo Jose Chaves e Laureana Esmeria de Andrade, neta materna de Francisco Pires de Andrade e Luzia Ignácia Ribeiro – família “Bento Ribeiro Salgado” § 12º.

(digitação e revisão de Sergio Lane de Mello disponib. por Marcos Paulo Souza Miranda) Igreja Matriz de Nossa Senhora do Porto – Andrelândia MG, Lv. 1º de Casamentos, fls 42  A treze de Janeiro de 1839 nesta Matris do Turvo as sinco horas da tarde, e em prezença das Testemunhas Bento Joze d’Andrade, e Joaquim Antonio do Patrocínio o Padre Antônio Ferreira d’Arantes de licença recebeo em Matrimônio os Contrahentes Francisco de Paula Alves, filho legitimo de Joze Alves Antunes, e Emerenciana Barbaro, natural da Cidade de S. João d’El Rey, e Leopoldina Lauriana d’Andrade filha legitima de Beraldo Joze Chaves, e Lauriana Ismeria d’Andrade, e lhes deo as bençãos nupciais, de que para constar fis este assento.

O Vig. Fran.co J.e de Sz.a  Montr.o

5-5 Rita de Cássia, em Andrelândia aos 16-01-1836, casou-se com José Ricardo de Gouvêa, filho de Antonio de Padua Pereira.

(digitação e revisão de Sergio Lane de Mello disponib. por Marcos Paulo Souza Miranda) Igreja Matriz de Nossa Senhora do Porto – Andrelândia MG, Lv. 1º de Casamentos, fls 25 A deseseis de Janr.o 1836 nesta Matris do Turvo as quatro horas da tarde o P.e An.to Ferr.a recebeo em Matr.o, e abençoou os Contrahentes Joze Ricardo de Gouvea f.o leg.o d’An.to de Padua Pr.a da Freg.a de Baependi, e Rita de Cacia d’Acéna f.a leg.a de Joze Alves Antunes, desta Freg.a, em prez.ca das Test.as João Gualberto de Carv.o, e João Joaq.m Pr.a da Freg.a de S. João de q~ p.a constar fis este assento.

Fran.co J.e de Sz.a Mtr.o

Vig. Encõmd.o

5-6 João Alves da Paixão, natural de São João del Rei, casou no Amparo-RJ com Francisca Cândida de Almeida (ou Nogueira), natural do Turvo, filha de João da Silva Nogueira e Delfina Maria (ou Cândida) de Jesus casados na Capela do Turvo em 10-06-1809, neta paterna de João Francisco da Silva e Maria Custódia Nogueira, neta materna de João Ribeiro do Valle e Teresa Francisca de Jesus (família “Manoel Francisco da Silva” Cap. 1º).

Igreja N.Sra. da Conceição, Aiuruoca, MG, cas. – aos 10 junho 1809 cap. do Turvo – João da Silva Nogueira, f.l. de João Francisco da Silva e Maria Custodia Nogueira, n. e b. freg. de Baependi; c/ Delphina Maria de Jesus, f.l. de João Ribeiro do Valle e Theresa Francisca de Jesus, n. e b. nesta freguesia..

Francisa faleceu no Amparo-RJ aos 20-04-1872.

Igreja N. Sra. do Amparo, lv. 5, Fl 15, 20/04/1872, Francisca Cândida Nogueira, 48 anos, cc João Alves da Paixão. (pesq. Terezinha de Jesus Nunes Souza)

João e Francisca tiveram, q.d., os filhos:

5-6-1 Elidia, nascida em 14-02-1845 e batizada aos 09-03 do mesmo ano.

Registro Paroquial São Joaquim, Barra Mansa, RJ, lv. 1, Folha 45 – 09/03/1845 –Elídia, nascida em 14/02/1845, filha de João Alves da Paixão, batizado em São João Del Rei, e de Francisca Nogueira, batizada no Turvo e casados no Amparo, NP de José Alves e Emerencianna; NM de João da Silva Nogueira e Delfina Cândida. Padrinhos: Joaquim Antonio de Mattos e Maria da Conceição Nogueira (pesq. Terezinha de Jesus Nunes Souza).

5-6-2 Emerenciana, batizada no Amparo-RJ aos 11-08-1846

Igreja N.Sra. do Amparo, lv. 2, F 11, 01/08/1846, Emerencianna, filha legitima de João Alves da Paixão e Francisca Cândida Nogueira. Padrinhos:  João Chrisostomo de Vargas e Anna Esmeria Nogueira. (pesq. Terezinha de Jesus Nunes Souza)

5-6-3 João, batizado em 21-11-1847

Igreja N.Sra. do Amparo, lv. 2,  Fl 21v, 21/11/1847, João. Filho legitimo de João Alves da Paixão e Francisca Cândida Nogueira. Padrinhos: Jose Carlos de Almeida e Justina Cândida. (pesq. Terezinha de Jesus Nunes Souza)

5-6-4 Modesto, batizado em São Joaquim aos 02-10-1853.

Registro Paroquial São Joaquim, Barra Mansa, RJ, lv. 1, Folha 121 – 02/10/1853 – Modesto, filho de João Alves da Pachão e Dona Francisca Cândida de Almeida. NP José Alves Antunes e  Emerencianna Barbara de Campos; NM João da Silva Nogueira e Delfina de Tal. Padrinhos: Jose Alves Antunes e Maria das Dores de Mattos  (pesq. Terezinha de Jesus Nunes Souza)

5-6-5 Basilio Alves Nogueira casou, aos 24-07-1875 em S. Joaquim, com Delfina Leite Nogueira, filha de Joaquim da Silva Nogueira e Maria Jacinta de Almeida Leite (famílias “Antonio Vieira de Moraes” Cap. 1º, § 3º e “Manoel Francisco da Silva” Cap. 1º).

Registro Paroquial São Joaquim, Barra Mansa, RJ, lv. 1, Folha 22v – 24/07/1875

Basilio Alves Nogueira, filho de João Alves da Paixão cc Francisca Candida Nogueira, e Delfina Leite Nogueira, filha de Joaquim da Silva Nogueira cc Maria Jacintha Leite Nogueira

Testemunhas: Ignacio Francisco da Silva e José Carlos de Almeida

5-7 Maria Carlota Alves aos 11-01-1845 casou com Francisco Antonio Justo, com 25 anos, filho de Antonio Rodrigues d’Oliveira Justo e Maria Angelica da Silva

Andrelandia, MG aos 11-01-1845 nesta matriz Francisco Antonio Justo, branco de 25 anos, f.l. Antonio Rodrigues d’Oliveira Justo e Maria Angelica da Silva = cc Maria Carlota, n. de S. João del Rei de 20 anos, f.l. Jose Alves, já falecido e Emerenciana Barbara de Campos. Test.: Joaquim Antonio Justo e Joaquim Antonio do Patrocínio.

6- Luciana Bernarda de São José, batizada aos 23-12-1770 na matriz de Nossa Senhora do Pilar de São João del Rei, sendo seus padrinhos Dr Bernardo da Silva Ferrão e Antonia Clara Casemira de Seixas.

Aos 27-04-1802, casou com o Alferes João das Neves Alves Ferreira, viúvo de Brizida Teresa da Silva Rios (família “Maria de Siqueira Paes” § 2º, neste site).

B7: Casamentos – SJDRei, aos 27-04-1802 matriz, Alferes João das Neves Alvares Ferreira, viuvo de Brizida Thereza da Silva Rios; = cc. D. Luciana Bernarda, f.l. do Sargento Mor Brás Alvares Antunes e D. Luciana Clara de Santa Barbara(sic). Nts/bts nesta freguesia.

Foram moradores no Engenho de Santo Antonio do Rio das Mortes Pequeno do qual eram proprietários de uma sétima parte. Nesse lugar, aos 21-08-1816 se deu início ao inventário dos bens de João, falecido em 21 de julho do mesmo ano.

Luciana redigiu seu testamento aos 26-10-1846, aberto aos 24-05-1847, deixando a metade dos mesmos bens arrolados no inventário do marido, entre eles, metade da sétima parte nas Fazendas Santo Antonio do Rio das Mortes, Ribeirão de Santo Antonio, Bananal da Lagoa Verde, e terras minerais nos morros da Lagoa Verde, em sociedade com os herdeiros de Gonçalo Correa Neto.

Segundo seus inventários (neste site), João e Luciana Bernarda tiveram três filhas:

6-1 Constância Cândida de Jesus, batizada em 18-11-1804.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. Sto Antonio do Rio das Mortes aos 18-11-1804 Constancia, f.l. Alf. João das Neves Alves Ferreira e D. Luciana Bernarda de S. Jose, padr.: Cap. Francisco Carvalho Duarte e Maria Jacinta dos Prazeres, solteiros.

6-2 Maxima Delguita de São Bernardo, batizada em 26-06-1808. Em 1839 estava casada com José Justino da Silva Rios. Geração na família “Lobo da Silva Rios”

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. Sto Antonio do Rio das Mortes aos 26-06-1808 Maxima, f.l. João das Neves Alves Ferreira e D. Luciana Bernarda de S. Jose, padr.: Padre João Ferreira Leite e D. Mariana Bernarda do Sacramento.

Entre seus filhos:

6-2-1 João das Neves, herdeiro da terça da avó materna

6-2-2- Ana,legatária da avó materna “um caixilho com trancelim de ouro”.

6-3 Floriana Balbina das Neves, sete anos em 1816. Casou duas vezes. Primeiro aos 27-11-1826 com José Inácio da Silva Souto Maior de quem foi a segunda mulher, falecido aos 16-04-1838, com inventário aberto na fazenda da Lagoa Verde em S. Antonio do Rio das Mortes Pequeno.

B7: Casamentos – SJDRei, aos 27-11-1826 Cap. S. Caetano, Alf. Jose Ignacio da Silva, viuvo de D. Maria Victoria de Jesus; = cc. D. Floriana Balbina das Neves, f.l. Alf. João das Neves Alves Ferreira e D. Luciana Bernarda de S. Jose

José Inácio era natural de Sabará, filho do Capitão Inácio da Silva Souto Maior e Josefa Senhorinha da Costa. Casou primeira vez 10-10-1809 com Maria Vitória Ferreira de Jesus, filha de Antonio Lobo da Silva Rios e Vitória Maria Ferreira (família “Lobo da Silva Rios”).

B7: Casamentos – SJDRei, aos 10-10-1809 matriz, Jose Ignacio da Silva, f. natural do Capitão Ignacio da Silva Souto Maior e Josefa Senhorinha da Costa, n/b na freg. Santa Luzia de Sabara; = cc. Maria Victoria Thereza de Jesus, f.l. Antonio Lobo da Silva Rios e Victoria Maria Ferreira de Jesus, n/b nesta freguesia.

Maria Vitória faleceu na Fazenda da Lagoa Verde, da qual eram co-proprietários, aos 20-02-1821. Entre seus bens, Maria Vitória deixou metade das terras e águas minerais do Pasto das Eguas, havidas por herança de seu irmão Antonio Lobo e terras e águas minerais havidas por herança do Capitão Vicente Ferreira da Silva (inventário neste site).

Viúvo, José Inácio teve três filhos naturais que reconheceu em testamento, havidos de sua escrava Thereza, crioula. Faleceu aos 16-04-1838, com testamento escrito a rogo quatro dias antes por Silvestre Correa de Carvalho. Segundo seu inventário, neste site, Alferes José Inácio teve oito filhos antes de se casar com Floriana Balbina:

Com Maria Vitória, cinco filhos legítimos melhor descritos na família “Lobo da Silva Rios”.

  • Carlota Jesuína da Silva.
  • José Inácio da Silva
  • Francisco José da Silva Souto
  • Mariana Coralina da Silva
  • Antonio Carlos da Silva.

Com Tereza, três filhos naturais (idades em 1838):

  • Paulina, 16 anos, solteira. Paulina Inácia da Silva em 13-01-1844 casou com Manoel Justino do Nascimento, filho natural de Justina Caetana de Souza.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas, cap. Santo Antonio do Rio das Mortes aos 13-01-1844 Manoel Justino do Nascimento, pardo, da Conceição da Barra, f. natural Justina Caetana de Souza = cc Paulina Inacia da Silva, de Santo Antonio do Rio das Mortes, filha do falecido Alf. José Inacio da Silva. Test.: Francisco da Rocha Romeiro e Jose Iancio da Silva.

  • Delfina Inácia da Silva, 15 anos.  Aos 18-04-1839 casou com Francisco José das Chagas, filho de José Nunes Alves e Maria Magdalena – família “Cunha Viegas”.
  • Francisca Inácia da Silva, 12 anos. Aos 30-09-1840 casou com José Lopes da Silva, filho de Anacleto Lopes Pereira e Maria Theodora da Silva, pais tambe, de Gonçalo Lopes Pereira casado com Fortunata Manoela do Espírito Santo – família “Cunha Viegas”.

Pouco depois da morte de seu primeiro marido, Floriana iniciou um longo relacionamento com Francisco Pereira da Malta Lodares, nascido aos 02-05-1805, filho de José Pereira Gomes e Rosa Joaquina Ribeira (casados aos 27-07-1789), todos naturais da Freguesia de Santa Marinha de Lodares, Concelho de Lousada, Comarca de Penafiel-PT, neto paterno de Alexandre José Pereira e Maria de Faria, neto materno de Antonio Ribeiro e Custódia Maria. Por Alexandre, bisneto de João Gomes e Maria Freire, por Maria de Faria bisneto de Domingos de Faria e Catarina de Souza. Por Antonio, bisneto de Maria Francisca e por Custódia, bisneto de Manoel Ribeiro e Ana Teixeira.

Aos 04-11-1851 Francisco estava mortalmente enfermo. O vigário de S João Del Rei foi chamado às pressas, porque ele queria se casar com D. Floriana e legitimar os filhos de ambos. Cercado dos cuidados necessários, o vigário celebrou o casamento em frente às testemunhas e no mesmo dia escreveu o assento no livro paroquial. Passados alguns dias, Francisco já falecido e sepultado, o termo foi refeito, explicando em detalhes como e porque foi possível ter certeza que o enfermo queria mesmo se casar, já que estava impossibilitado de falar e mal movia uma mão. Este termo ocupou uma e meia página e vai abaixo resumido:

Paróquia de São João Del Rei em casa do contraente, 11:30 da manham – Aos 04-11-1851, Francisco Pereira da Malta Lodares = D. Florianna Balbina das Neves, viúva de José Inácio da Silva Souto. – O contraente estava mortalmente enfermo sem poder falar, mas em seu perfeito juízo conforme atestado por muitas testemunhas presentes, queria casar com a mãe natural de seus 3 filhos. Mostrou querer se casar com D. Floriana por gestos de carinho com a própria (por exemplo, perguntado se queria casar com ela segurou a sua mão junto ao peito e depois levou aos lábios etc). Com ela estavam os 3 filhos que foram beijados pelo pai: Joaquim de 11 anos, Venâncio de 10 e Francisca de 5. Foram testemunhas: Domingos José da Cunha, José Martinho das Neves, Modesto Antonio de Paiva e outros.

Francisco faleceu poucas horas depois e teve seu inventário aberto aos 07-01-1853. A viúva renunciou à herança. Francisco deixou testamento datado de 07-04-1839, quando ainda era solteiro, nomeando por herdeiros da terça os irmãos que viviam em Portugal e a seu sobrinho Antonio Joaquim Pereira da Malta, assistente em São João Del Rei que era o caixeiro do tio. Geração dos dois matrimônios de Antonio Joaquim nas famílias “Maria Teixeira de Carvalho, Miranda Ramalho – Gonçalves da Costa § 4º” e “Origens dos Carneiros e Costa Rios”.

Em seu testamento Francisco reconheceu dois filhos naturais que se apresentaram no inventário (neste site):

  • Maria Pereira da Malta Lodares, filha de Antonia, nascida aos 28-05-1828 e batizada na Freguesia de Santo Idelfonso-PT. Em 1853 era solteira e vivia na cidade do Porto
  • Carlos Pereira da Malta Lodares, nascido em 30-03-1836, criado em São João Del Rei na casa de Emerenciana de Tal já falecida em 1839. Em 1853 Carlos morava na cidade do Rio de Janeiro.

Floriana Balbina faleceu aos 18-07-1872, com inventário aberto no mesmo ano (neste site).

Filhos de Floriana e seu primeiro marido José Inácio da Silva Souto Maior:

6-3-1 Maria Inacia da Silva Soares, batizada em 01-12-1830. Aos 26-07-1851 casou com Antonio Soares da Silva Moreira, natural da freguesia de Silvares Arcebispado de Braga, filho de José Soares Moreira e Dona Mathildes Rosa Pereira. Antonio já era falecido em Setembro de 1872.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas, aos 01-12-1830 Maria, f.l. Alf. Jose Inacio da Silva e Floriana Balbina das Neves, padr.: Com. Francisco de Paula Magalhães, solteiro e D. Francisca de Paula Magalhães, casada.

6-3-2 Domiciano Inácio da Silva, nasceu aos 01-12-1831 e foi batizado aos 30 do mesmo mês. Casou com Izabel Soares Ferreira da Silva, em 1872 eram moradores na Cidade de Valença, RJ

6-3-3 Emilia Balbina da Silva Magalhães, com 3 anos em 1838. Casou aos 27-02-1855 com José Antonio da Silva Magalhães, natural do Minho, Porto-PT, filho de Alexandre da Silva Magalhães e Francisca Maria de Magalhães.

RMMJ: Paróquias de São João Del Rei – Matrimônios, José Antonio da Silva Magalhães, natural do Minho Bisp do Porto, f de Alexandre da Silva Magalhães e Francisca Maria de Magalhães = D. Emilia Balbina da Silva, f de José Inácio da Silva Souto e Floriana Balbina das Neves. Matriz – 27-02-1855

Floriana e Francisco tiveram:

6-3-4 Joaquim Pereira da Malta Lodares, batizado aos 20-08-1839, em 1860 vivia na cidade de São Sebastião-RJ. Em 1872 estava casado com Maria Claudina Gonçalves da Malta.

Joaquim faleceu aos 03-12-1893 e foi inventariado em 1895 por seu genro. Compareceram no inventário (neste site) a viúva e quatros filhos:

6-2-4-1 Maria Claudina, casada com Domingos Fernandes Pires

6-3-4-2 Joaquim Thomás da Malta, solteiro, com 28 anos, ausente “residente que foi na Capital de São Paulo donde se mudou para Caxambu do qual não tem noticia alguma há cerca de um ano”.

6-3-4-3 Francisco Pereira da Malta, solteiro, com 26.

6-3-4-4 Henriqueta Pereira, casada com o Inventariante Olympio Ferreira da Silva.

6-3-5 Venâncio Pereira da Malta, batizado em 1841. Casou aos 16-07-1864 com Herminia Salomé das Neves, filha de Antonio José das Neves, portugues e Gertrudes Magna de Jesus, natural do Rio de Janeiro, casados em 09-07-1846, neta paterna de outro Antonio José das Neves e Ana Joaquina de Jesus, neta materna do Alf. João Antonio Duarte e Maria Salomé de Jesus.

RMMJ: Venâncio Pereira da Malta Lodares, f de Francisco Pereira da Malta Lodares e Floriana Balbina das Neves = Herminia Salomé das Neves, f de Antonio José das Neves e Gertrudes Magna de Jesus. Matriz, 5h da tarde – 16-07-1864.

Matriz de Nossa Senhora do Pilar SJDR e capelas filiadas, aos 09-07-1846 Antonio Jose das Neves, . Portugal, f.l. Antonio Jose das Neves e Ana Joaquina de Jesus = cc Gertrudes Magna de Jesus, do Rio de Janeiro, f.l. Alf. João Antonio Duarte e Maria Salomé de Jesus. Test.: Cap. Pedro Alves de Andrade e Antonio Teixeira do Carmo, casados.

6-3-6 Francisca Pereira da Malta, 5 anos em 1851. Casou aos 27-07-861 com o portugues Justino Antonio Pereira.

RMMJ – Paróquias de São João Del Rei – Matrimônios, Justino Antonio Pereira, nat de Portugal, f de Manoel Antonio Pereira e Maria Joaquina Pereira = Francisca Balbina da Malta, f legitima de Francisco Pereira da Malta Lodares e Floriana Balbina das Neves. Matriz – 27-07-1861

7- Maria Jacinta dos Prazeres, batizada aos 28-10-1773 na mesma matriz, sendo seus padrinhos o Tenente Coronel José Ferreira Vila Nova, da Freguesia de S. José e Rita Bustamante Sá, mulher do Capitão Mor de São João del Rei Manoel Antunes Nogueira. Solteira com 60 anos em 1833.

8- Ana Custódia Engracia de São Francisco, batizada aos 01-06-1775 também na Matriz do Pilar, sendo seus padrinhos Dr Desembargador Thomaz Pedro da Rocha, por procuração o Dr Intendente da Comarca Manoel Caetano Monteiro Guedes e D. Tereza Fidelis da Silveira, casada. Casou aos 06-04-1799 com o Capitão Francisco Rodrigues da Costa, natural de Barbacena, filho do Coronel Manoel Rodrigues da Costa e D. Joana Thereza de Jesus (família “Miguel Rodrigues da Costa”).

Casamentos – SJDRei – Matriz – 06-04-1799, Francisco Rodrigues da Costa, f.l. Cel. Manoel Rodrigues da Costa e D. Joanna Thereza de Jesus, n/b freg. Barbacena; = cc. D. Anna Custodia Engracia, f.l. S. Mor Braz Alves Antunes e D. Luciana Clara de Santa Roza, n/b nesta freguesia.

Foram moradores na Fazenda do Registro Velho, Termo de Barbacena. Suas quatro filhas foram legatárias da tia paterna Leonor Claudina da Costa. Tiveram ao menos:

8-1 Lucianna Dulcelina da Costa, em 1831 casada  com o Sargento mor Manoel Francisco Pereira de Andrade, tambem legatário de Leonor.

8-2 Cândida Flausina da Costa, com 41 anos em 1831.

8-3 Ana Isabel da Costa, em 1831 estava casada com Domingos Francisco Pereira de Andrade

8-4 Maria Laurinda da Costa, com 24 anos em 1831.

8-5 Francisco, batizado aos 07-05-1807.

Batismos Barbacena- Registro aos 07-05-1807 FRANCISCO, f.l. de Francisco Roiz da Costa e Anna Custodia Engracia, padr.: Antonio Joaquim da Costa e D. Leonor Claudina da Costa.


Ascendentes de Bras Alves Antunes e Gregorio José Alves

Moacyr Villela

Os irmãos Brás e Gregorio José nasceram e foram batizados na paroquia de Santa Maria da Vila Nova da Muía termo de Vila da Barca Provincia de Entre Douro e Minho, Norte de Portugal.

PAIS

2 e 3 Simão Alves natural da freguesia de São João Batista de Vila Chã, Termo de Ponte da Barca, casou na freguesia da Vila Nova da Muía com Ana Fernandes (tambem citada como Ana Antunes), ambos naturais da Vila Nova da Muía.

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1694-1713 fl 83-v. Aos 17-05-1703 casamento de Simão Alves filho legitimo de João Alves e sua mulher Marta Alves do lugar do Loureiro da Freguesia de São João Batista de Vila Chã, com Ana Fernandes filha legitima de Antonio Antunes e sua mulher Ana Fernandes do lugar do Casal desta freguesia estando presentes as testemunhas Francisco Leitão do Casal , Miguel Antão do Couto e Alexandre Rodrigues. Assina o cura Francisco Cerqueira.

O casal se fixou no lugar “do Casal” onde já morava a noiva. Alem do batismo dos filhos Brás e Gregório, encontramos mais o dos filhos:

2-1 Maria batizada em 09-03-1704;

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1694-1713 fl 26-v. Aos 09-03-1704 batismo de Maria  filha de Simão Alves e Ana Antunes.  Padrinhos Francisco Leitão e sua mulher Maria Cerqueira todos do lugar do Casal

2-2 Manoel em 09-01-1707

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1694-1713  fl 35. Aos 03-01-1707 nasceu Manoel  filho de Simão Alves e Ana Antunes .Batizado aos 09-01. Padrinhos Manoel filho de Francisco Leitão e de Maria Cerqueira do lugar do Casal e Maria filha de Miguel Antão e Maria Fernandes do mesmo lugar.

2-3 Teresa em 26-05-1710;

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1694-1713  fl 55-v.Aos 21-05-1710 nasceu Teresa  filha de Simão Alves e Ana Antunes do lugar do Casal.Batizada aos 26-05. Padrinhos reverendo Francisco Taveira e sua sobrinha Teresa Cerqueira do lugar da Muía. Assinou pela madrinha como testemunha Luis Antunes do Couto

2-4 Antonia em 12-03-1713

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1712-1725 fl 13. Aos 12-03-1713 batismo de Antonia filha de Simão Alves e Ana Antunes do lugar do Casal. Padrinhos Antonio Antunes solteiro do lugar do Couto e Maria solteira do lugar do Requeixo filha de João Cerqueira. Testemunhas presentes : Luis Antunes do lugar do Couto e João Cerqueira do Requeixo

Avós

4 e 5 João Alves e Marta Alves moradores na Vila Chã.

6 e 7 Antonio Antunes casou em 13-01-1664 com Ana Fernandes.

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1651-1679 fl 86. Aos 13-01-1664 Estevão de Barros cura desta freguesia recebi em matrimonio a Antonio Antunes do Couto com Ana Fernandes do Casal. Testemunha Padre Domingos Rodrigues

Antonio faleceu em 26-09-1709 e Ana em 13-12-1712

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1694-1713 fl 123-verso. Aos 26-09-1709 faleceu com todos os sacramentos Antonio Antunes do lugar do Casal. Fez testamento por escrito. Tomou por gastos de sua alma 12.000 reis. Ficou por seu testamenteiro seu genro Simão Alves. Se lhe fez um oficio com 9 padres e foi sepultado na matriz

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1694-1713 fl 133. Aos 13-12-1712 faleceu Ana Fernandes viuva do lugar do Casal, com todos os sacramentos. Ficaram testamenteiros Simão Alves, Luis Antunes do Couto e João Simões seus genros e filhos(sic) e foi sepultada dentro desta matriz e se fez oficio com 8 padres de missa. Cura Domingos Rodrigues Cerqueira

Encontramos registros de batizados de outros filhos deste casal:

6-1 Manoela batizada em 25-11-1665;

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1651-1679 fl 31-verso. Aos 25-11-1665 o padre Diogo Dias cura deste Mosteiro de Santa Maria da Vila Nova da Muía batizei a Manoela filha de Antonio Antunese sua mulher Ana Fernandes do Casal. Foi padrinho o padre Domingos Rodrigues e madrinha Madalena Francisca do Carvalhal, todos desta freguesia

6-2 Luis batizado em 23-12-1668. Luis Antunes do Couto casou em 20-04-1697 com Maria Rodrigues filha de Alexandre Rodrigues e Pascoa Gomes.

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1651-1679 fl 43-verso. Aos 23-12-1668 batismo de Luis filho de Antonio Antunes e sua mulher Ana Fernandes do lugar do Casal. Padrinhos o padre Luis Taveira e Maria Dias do mesmo lugar do Casal

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1694-1713 fl 94-v. Aos 20-04-1697 Luis Antunes filho legitimo de Antonio Antunes e Ana Fernandes do lugar do casal com Maria Rodrigues filha de Alexandre Rodrigues e Pascoa Gomes do lugar do Couto todos desta freguesia

Deste casal encontramos os filhos:

6-2-1 Antonio batizado em 06-05-1713

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1712-1725 fl 15. Aos 06-05-1713 batismo de Antonio filho de Luis Antunes e sua mulher Maria Rodrigues do lugar do Couto. Padrinhos Simão Alves do lugar do Casal e Joana filha de Isabel Rodrigues do lugar de|Entre Vinhas

6-2-2 Benta em 21-01-1717

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1712-1725 fl 60. Benta filha de Luis Antunes e Maria Rodrigues do lugar do Couto nasceu aos 16-01-1717 e foi batizada aos 21-01-1717. Padrinho Francisco Leitão e madrinha Benta Cerqueira sua filha do lugar do casal.

6-3 Maria em 25-10-1672

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1651-1679 fl 59-verso. Aos 25-10-1672 batismo de Maria filha de Antunes do Casal e sua mulher Ana Fernandes

6-4 Suzana em 11-10-1674;

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto  1651-1679 fl 65-verso. Aos 11-10-1674 batismo de Suzana filha de Antonio Antunes e Ana Fernandes da aldeia do Casal. Padrinhos Amador Antão e Suzana Alves mulher de João Gonçalves da Quintela de Baixo.

6-5 Ana batizada em 30-05-1677 casou em 17-05-1703 com Simão Alves acima referidos.

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto 1676-1697 fl 4-verso. Aos 30-05-1677 batismo de Ana filha de Antonio Antunes e sua mulher Ana Fernandes do lugar do Casal. Padrinhos João Gonçalves da Quintela de Baixo e comadre Ana Leitoa mulher de Amador Antão. Celebrante o cura Sebastião de Cerqueira Aranha

6-6 Domingas batizada em 05-02-1680

Paroquia de Vila Nova da Muía livro mixto  1676-1697 fl 12-verso. Aos 05-02-1680 batismo de Domingas filha de Antonio Antunes e  Ana Fernandes do lugar do Casal. Padrinhos João Rodrigues do Carvalhal e Domingas Rodrigues mulher de Agostinho Cerqueira do Casal


DOC 4 – FAMILIA RIBEIRO BRITO ( Familia do marido da Sancha Ursula Alves de Souza nascida em 21/10/1890 em Sao Joao del Rei-MG)

PROJETO COMPARTILHAR

Coordenação: Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira

www.projetocompartilhar.org

RIBEIRO DE BRITO

(atualizado em 04-agosto-2014)

Regina Moraes Junqueira

Os Ribeiro de Brito do sul de minas descendem do casal Lourenço Ribeiro Brito e Quitéria Correa de Almeida, moradores em São João Del Rei, onde se casaram aos 27-02-1737.

Processo de Genere do Padre Gonçalo Ribeiro de Brito, fl 147/148

(…) Aos 27/02/1737 (…) nesta Paróquia e Nossa Senhora do Pillar/ de Sam Joam de El Rey (…) se casaram em face da Igreja solenemente por pala/vras Lourenço Ribeyro Britto filho legítimo de Joam Ribeyro e de Domingas Vieyra natural da freguesia de Sam Joam de Britto termo da Villa de  [Guimaraens] e Arcebispado de Braga com Quiteria de Almeida Correa filha legítima de Joam de Almeida Silva, e de Luiza Correa natural da freguesia de Nossa Senhora da Candelaria, do Rio de Janeiro (…)

Lourenço Ribeiro de Brito nasceu na Freguesia de São João de Brito do termo da Vila de Guimarães, arcebispado de Braga, onde foi batizado aos 08-12-1698, filho de João Ribeiro e Domingas Vieira, ela da citada freguesia.

De genere do Padre Gonçalo Ribeiro de Brito, fl257v

Aos 08-12-1698 batizei nesta Igreja  de São João de Britto a Lourenço filho legítimo  de João Ribeyro, e de sua mulher Domingas de/ Vieyra do lugar do  Paço: foram padrinhos Lourenço solteiro fi/ho de João Francisco de Cavanelhos e Mariana  Correa mulher de Martinho Vieira do Paço (…)

João Ribeiro, batizado aos 21-12-1669, e Domingas Vieira, batizada aos 27-07-1669, se casaram aos 15-07-1690, ele filho natural do Padre Jerônimo Ribeiro e Maria Lages, ela filha Domingos Vieira e Jeronima Martins. Domingos Vieira, filho não legitimo da viúva Francisca Gonçalves, e Jeronima Martins, filha de Antonio Martins e Ana Dias, se casaram aos 02-08-1660.

De genere do Padre Gonçalo Ribeiro de Brito

(…) Aos 21/12/1669 batizei a João filho de Maria  solteira do Paço: foram padrinhos Jeronimo filho de João Jorge de Outeiro, e Madrinha Francisca filha de Marcos Fernandes  da Lameira (…)

Aos 27/07/[1669] batizei nesta  Igreja a Domingas filha legítima de Domingos Vieyra, e de Geronima Martins do  Paço: foram padrinhos Martinho Vieira/ solteiro e Gracia Gonçalves da Ribeira (…)

Aos 15/07/1690 se receberam em minha presença  na forma do sagrado Concilio Tridentino João Ribeiro filho natural do Padre Jeronimo Ribeiro Vigário da freguesia de São Pedro de [Azurer], e de Maria Lages  já defunta da freguesia de São Christovão do lugar do Outeiro Levado, e Domingas Vieira filha de Domingos Vieira, e de sua  mulher Jeronima Martins já defunta desta freguesia lugar de Paço (…)

Aos 02/08/1660 anos se receberam por palavras presente Do.mingos Vieira filho não legítimo de Francisca Gonçalves viúva do Loureiro com Jeroma [sic] Martins, filha de Antonio Martins, já  [defunto] [palavra corroída], e de Anna de Dias (…)

Quitéria Correa de Almeida nasceu e foi batizada na freguesia de Nossa Senhora da Candelaria do RJ, filha de João de Almeida Silva e de sua mulher Luiza/Luzia Correa da Silva, natural e batizada na freguesia de Nossa Senhora da Candelaria  da cidade e Bispado do Rio de Janeiro. João e Luiza/Luzia se casaram na Igreja da Candelária, RJ aos 05-10-1715, ele natural da freguesia de São Bartholomeu do Monte Redondo, termo dos Arcos de Valdevez, Arcebispado de Braga, ela natural da citada freguesia da Candelária, filha de João Mendes de Leão e Francisca Correa. Familia “João Mendes de Leão”.

De Genere do Padre Gonçalo Ribeiro de Brito, fl 239/240

(…) Em 05/10/1715 nesta Igreja de Nossa Senhora da Cande/laria Recebi na forma do Sagrado Conci/lio Tridentino a João de Almeida Sylva natural do lugar de Monte Redondo  termo  (…) de Arcos de Valadares bati/zado na Freguesia de São Bartholomeu do dito lugar Arce/bispado de Braga filho legitimo de [Pedro] de Almeida já defunto, e de sua mulher / Maria de Amorim com Luiza Correa da Silva / natural desta cidade batizada na Fregue/sai de Nossa Senhora da Candelaria filha / legitima de João Mendes [delam] já defunto / e de sua mulher Francisca Correa, (…)

Encontramos nove filhos de Lourenço e Quitéria:

1- Gonçalo Ribeiro de Brito, padre. Batizado aos 10-02-1738, em 1757 habilitou-se às ordem sacerdotais. Processo neste site, onde estão as certidões de batismo e casamento de seus pais e avós, bem como a de seu batismo e o de seu irmão Antonio.

Cópia do registro de batismo do habilitando Gonçalo]

(…) Aos 10/02/1738 na Capela de Sam Gonçallo desta freguesia de Nossa Senhora do Pilar de São João de El Rey (…) pôs os Santos óleos (…) o Padre Dionízio  Ferreyra a Gonçallo filho legítimo de  Lourenço Ribeyro e de Quiteria Correa de  Almeyda, batizado em necessidade por  João da Costa Lima casado (…)

Faleceu aos 12-10-1799 com testamento redigido em São João Del Rei aos 15-05-1781, transcrito no livro de óbito da Matriz:

RMJ: SJDR – Matriz – óbitos – Aos 12-10-1799 faleceu o Reverendo Gonçalo Ribeiro de Brito, Sacerdote do Habito de São Pedro. Sepultado na Capela da Ordem Terceira de São Francisco desta vila.

Testamento, resumo

Filho Legitimo de João Ribeiro de Britto e D. Quitéria Corrª de Almeida. Herdeira de 2/3 de seus bens a mãe D. Quitéria. Herdeiras da terça, pago o funeral, as irmãs Luzia, casada com Manoel de Paiva Muniz, Maria Quitéria, solteira, Ana Joaquina e Rita Antonia, estas herdeiras universais caso a mãe seja falecida. Testamenteiros pela ordem “meu irmão Antonio Ribeiro de Brito, João Lourenço Ribeiro de Brito e Lourenço Ribeiro de Brito. SJDR, 15-05-1781

2- Luzia Ribeira de Almeida, batizada em 01-10-1739. casou aos 12-06-1769 com Manoel de Paiva Muniz, filho de Luiz de Almeida Ramos e Helena Josefa da Gama.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, aos 01-10-1739 Luzia, f.l. Lourenço Ribeiro de Brito e Quiteria Correa de Almeida, padr.: Manoel Ribeiro da Silva, morador na cidade do Rio de Janeiro e Rita Correa de Almeida mulher de Domingos Ferreira Guimarães, todos desta freguesia.

RMJ: SJDR, casamentos- Capela de São Miguel do Cajuru – Aos 12-06-1769, Manoel de Paiva Moniz, nascido e batizado na Freguesia de Santo Antonio da Vila de São José, filho leg. de Luiz de Almeida Ramos e Helena Josefa da Gama = Luzia Quitéria de Almeida, natural da freguesia de Nossa Sra do Pilar da Vila de SJDR, filha leg de Lourenço Ribeiro de Brito e Quitéria Correa de Almeida. Celebrante: Pe Gonçalo Ribeiro de Brito

Luiz de Almeida Ramos e sua mulher Helena Josefa da Gama (SL. 6º, 362, 6-1) foram moradores em São José, atual Tiradentes. Helena nasceu na “nova Colonia do Sacramento da Provincia de São Pedro do Sul” conforme está em SL e no processo de habilitação sacerdotal de um seu neto. Alem de Manoel supra tiveram mais q.d:

  • Inácia Quitéra da Gama, casada com Manoel Gomes Villas Boas, pais de Caetano José de Almeida, este sobrinho do João abaixo ( (Família “Maria de Siqueira Paes”, § 1º e SL  6º, 362, 6-1)
  • João de Almeida Ramos Telles da Gama, casado com Thereza Bernarda Joaquina Theodora de Almeida, filha do Capitão Manoel de Almeida Moreira e de Luiza Maria da Conceição. Foram proprietários e moradores em uma chácara no Arraial de Matozinhos, onde foi aberto o inventário conjunto do casal (neste site). João faleceu aos 28-07-1792, com testamento redigido dias antes e copiado no livro de óbitos da Matriz. Não tiveram filhos, herdaram por disposição testamentária o Ajudante Luís Manoel de Almeida e Souza e Lizarda Florisbela Augusta Jacinta Teodora da Gama, irmão e sobrinha de Thereza Bernarda.

RMJ: Igreja Nossa Senhora do Pilar, São João del Rei-MG Óbitos: Aos 28-07-1792 faleceo João de Almeida Ramos Telles da Gama casado com D. Thereza Bernarda Joaquina Theodora de Almeida. Foi sepultado na Matriz em 29-07 dentro da Capella de Nossa Senhora do Monte do Carmo dos terceiros desta Villa na forma de seu testamento.

Testamento: Em nome da Santisima Trindade (…) = Eu João de Almeida Ramos Telles da Gama (..) natural da Villa de São José do Bispado de Mariana filho do Capitão Luiz de Almeida Ramos e de D. Helena Josepha da Gama, casado com Thereza Theodora Bernarda Joaquina de Almeida. Sem filhos. Testamenteiros: Manoel de Souza e Almeida junto com minha mulher D. Thereza Theodora Bernarda Joaquina, —(rasura) Augusta Jacinta Theodora da Gama fazendo dos trez um só. Nomeou por herdeiros da sua meação o Ajudante Luiz Manoel de Souza e Almeida e a dita D. Lizandra (lizarda?) Florisbella Augusta Jacinta Theodora da Gama. Deixou um escravo para Esméria Fortunata da Gama, mulher parda, assistente em sua casa. Deixou (um moleque) para José (Declesiano?) filho de meu sobrinho Caetano José de Almeida. 02-07-1792

  • Ana Josefa Tereza, casada com Luiz Dias Raposo, casal tronco da familia “Luiz Dias Raposo”..

Manoel foi inventariado em 1801. Em seu inventário, no site de Luis Antonio Villas Boas, comparecem quatro filhos do casal. Alem desses, encontramos mais dois:

2-1 João, batizado em 16-07-1773, gemeo de Maria abaixo. Provavelmente falecido antes de 1778.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, aos 16-07-1773 cap. S. Miguel do Cajuru bat.. João, f.l. Manoel de Paiva Muniz n/b na freg. da vila de S. Jose deste bispado de Mariana e Luzia Ribeiro de Almeida n. desta mesma freguesia, np Cap. Luiz de Almeida Ramos n. freguesia de Ferrerim Bispado de Lamego e Helena Josefa da Gama n. Nova Colonia do Sacramento, nm Lourenço Ribeiro de Brito n. freg. S. João de Brito termo de Guimarães Arc. Braga e Quiteria Correa de Almeida, n/b freg. da Cadelaria do Rio de Janeiro. Padr.: Dr. Antonio Tavares da Rocha, solteiro por pp que apresentou Antonio Ribeiro de Brito e Maria Quiteria de Almeida, solteira, todos desta freguesia.

2-2 Maria Bárbara Ribeira da Gama, gemea de João supra. Maior de 25 anos em 1801.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, aos 16-07-1773 cap. S. Miguel do Cajuru bat. Maria, gemea com João acima declarado, f.l. Manoel de Paiva Muniz e Luzia Ribeira de Brito, foram padrinhos o Revdo Gonçalo Ribeiro de Brito e Rita Antonia de Almeida, solteira,

2-3 José Caetano de Paiva casou aos 13-01-1804 com Ana Josefa de Magalhães, filha de Jose Alves de Magalhães e Maria Josefa de Magalhaes. Seus filhos foram legatários da tia Rita. Geração na família “Bento Pinto de Magalhães”.

José Caetano foi tido por pai de Ana Antonia Bernadina de Sene, casada com Floriano Gomes Sandim, porém em artigo de morte negou esta paternidade. Geração de Ana Antonia na família “Gomes Sandim”

2-4 Ana Quitéria de Almeida, legatária da tia Rita Ribeira. Ana Quitéria Ribeiro de Paiva faleceu com testamento redigido em São João del Rei aos 14-09-1839, aberto no Cajuru aos 12-04-1840 (neste site). Instituiu por primeiro testamenteiro a Mariano Leopoldino de Paiva Sandim e por herdeira Antonia Felisbina de Jesus, mulher de Mariano, este filho de Floriano Gomes Sandim e Ana Antonia Bernadina de Sene supra citados. (família “Gomes Sandim”)

2-5 João José de Paiva, batizado em 14-09-1778. Inventariante paterno, seus filhos foram legatários da tia Rita. Foi casado com Rita, falecida em 18-05-1835.

João José em 1839, com 62 anos, habilitou-se em São Paulo às ordens sacerdotais:

ACMSP-  ano 1839 – Processo de Habilitação Sacerdotal de João José de Paiva

Anotações de Regina Junqueira

Fl 03

“Diz João Jose de Paiva natural da Cidade de São João del Rey Bispado de Marianna filho legitimo de Manoel de Paiva Muniz e D Luiza Ribeiro de Almeida …”Atende e é morador da Capela de São Sebastião do Areado a mais ou menos 5 anos e por isso precisa se habilitar em São Paulo.

Depoimento do JustificanteJoão Jose de Paiva, viúvo, natural da Freguesia de São Miguel do Cajuru da Cidade de São João del Rei, 62 anos, disse que tem bens suficientes para seu patrimônio.

Fls 15 – Genere por fraternidade

09-11-1839 – “Diz João Jose de Paiva natural da Cidade de São João del Rey Bispado de Marianna filho legitimo de Manoel de Paiva Muniz e D Luiza Ribeiro de Almeida ambos naturaes de São João del Rei, Netto pela parte Paterna de Luiz de Almeida Ramos natural de Portugal e Helena da Gama natural da nova Colonia do Sacramento da Provincia de São Pedro do Sul e pela materna de Lourenço Ribeiro de Britto natural de Guimarães Reino de Portugal e de Quiteria Correa dAlmeida natural da Corte do Rio de Janeiro.. “ que ele quer tomar o Estado Sacerdotal seguindo sua vocação. Que tem por irmão o Padre Manoel de Paiva Muniz e também é seu Tio o Padre Gonçalo Ribeiro de Britto e o Padre Antonio Caetano de Almeida Villas Boas é filho de uma sua irmã tia do habilitando. Por isso pede que seu “genere” seja apurado em São João del Rei onde o irmão e tios são conhecidos.

Foi confirmado por testemunhos e declarações que João Jose de Paiva era irmão germano do Padre Manoel de Paiva Muniz e sobrinho do Padre Gonçalo Ribeiro de Brito.

fls. 30: Certifico que não aparecendo nos livros desta matriz o assento de batismo que se segue, por informações fidedignas o passei no livro dos suplementos na forma seguinte: Aos 14-09-1778 na capela de S. Miguel do Cajuru o reverendo capelão da mesma bat. João, f.l. Manoel de Paiva Muniz e Luiza Ribeira de Almeida, foram padrinhos o Revdo Vigario Antonio Caetano de Almeida Vilas Boas e Quiteria Correa de Almeida, todos desta freguesia. (…) Cidade de S. João 7 de 10bro de 1839

fls. 31 Certifico que entre os assentos de obitos da Capela do Sr. Jesus dos Perdões se acha um do teor seguinte:  No adro desta capela do Sr. Bom Jesus dos Perdões, filial de Santo Antonio do Amparo sepultaram-se e encomendei aos 18-05-1835 Rita Pulxenia(?) casada com João Jose de Paiva, de idade de 40 anos, sem sacramentos por não chamarem. Santo Antonio do Amparo 08-12-1838

2-6 Manoel de Paiva Muniz, padre. Não vem no inventário do pai mas foi confirmado como irmão germano de João José no processo “de genere” corrido em São Paulo em 1839.

3- Antonio Ribeiro de Brito, batizado aos 22-09-1743, habilitou-se ao sacerdócio juntamente com seu irmão Gonçalo, de quem foi testamenteiro.

[Cópia do registro de batismo do habilitando Antônio:]

(…) Aos 22/09/1743 nesta Matriz de Sam Joam  de El Rey batizei (…) com minha licença o Padre Dionizio Ferreyra Alves a Antônio filho legítimo de Lourenço Ribeyro Britto e de Quiteria Correa de Almeida foram Padrinhos Antonio de Freytas Soares casado e Francisca de Almeida casada (…)

4- Rita Antonia Ribeira de Almeida, batizada em 13-01-1749 e falecida solteira em 01-11-1819. Sem descendentes deixou legados a diversos sobrinhos.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. S. Miguel do Cajuru aos 13-01-1749 Rita, f.l. Lourenço Ribeiro de Brito e Quiteria Correa de Almeida, padr.: Pedro Amorim Dantas e Rita Correa de Almeida, casada.

RMJ: Óbitos SJDR Matriz – Aos 01-11-1819 faleceu D. Rita Antonia Ribeira de Almeida.

Testamento: Sou natural e batizada na freguesia de São Miguel do Cajuru, filhal legitima de Lourenço Ribeiro de Brito e D. Quitéria Correa de Almeida. Solteira, nunca teve filhos. Testamenteiros pela ordem: Minha sobrinha, Anna Quitéria de Almeida, filha de meu cunhado Manoel de Paiva Moniz e minha irmã Luzia Ribeira de Almeida, falecidos. Marianna Delfina de Jesus, minha exposta. Meu irmão João Ribeiro de Brito, c.c. Sancha.

Legados: Aos filhos de meu sobrinho João José. Aos filhos de meu sobrinho José Caetano. A meu afilhado Antonio Gregório filho de meu irmão Lourenço Ribeiro de Brito

5- Lourenço Ribeiro de Brito. Aos 16-06-1788 casou com Esméria Clara de Santa Rosa, filha de José Ribeiro de Carvalho e Ignacia Caetana, família “José da Costa Fialho”.

RMJ: SJDR, casamentos- Capela de San Thiago Mayor- aos 16-06-1788, Lourenço Ribeiro de Britto, filho de Lourenço Ribeiro de Brito e Quitéria Correa de Almeida = Esméria Clara de Santa Roza, filha leg de José Ribeiro de Carvalho e Ignácia Caetana de —–, batizada na capela de S Miguel do Cajuru.

Lourenço teve pelo menos:

5-1 José Marçal, batizado em 12-08-1789.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. S. Tiago aos 12-08-1789 Jose Marçal, f.l. Lourenço Ribeiro de Brito e Esmeria Clara de Santa Rosa, padr.: Revdo. Jose Manoel Rosa e Ana Joaquina de Almeida, solteira.

5-2 Maria, em 19-04-1792.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. S. Tiago aos 19-04-1792 Maria, f.l. Lourenço Ribeiro de Brito e Esmeria Clara de Santa Rosa, padr.: Antonio Ribeiro de Carvalho e Quiteria Correa,

5-3 Lourenço, em 27-11-1793.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. S. Tiago aos 27-11-1793 Lourenço, f.l. Lourenço Ribeiro de Brito e Esmeria Clara de Santa Rosa, padr.: Antonio Ribeiro de Brito e Inacia Caetana de Souza.

5-4 Joaquim, em 03-08-1795.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. S. Tiago aos 03-08-1795 Joaquim, f.l. Lourenço Ribeiro de Brito e Esmeria Clara de Santa Rosa, padr.: Padre Gonçalo Ribeiro Brito e Maria Quiteria.

5-5 Antonio, em 10-12-1799.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. S. Tiago aos 10-12-1799 Antonio, f.l. Lourenço Ribeiro de Brito e Esmeria Clara de Santa Rosa, padr.: Alf. Antonio Luiz de Noronha.

5-6 Antonio Gregório, afilhado e legatário da tia Rita.

6- Izabel, batizada em novembro de 1751:

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. S. Miguel do Cajuru em novembro de 1751 Izabel, f.l. Lourenço Ribeiro de Brito e Quiteria Correa de Almeida, padr.: Padre Andre Almeida Silva e Izabel de Almeida Silva.

7- João Lourenço Ribeiro Brito, batizado em 09-04-1753. Aos 01-06-1808 casou com Sancha Úrsula Alves de Souza, filha do Tenente João Alves Antunes e Maria Caetana Hermelinda de Souza. Família “Os Alves Antunes”.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. S. Miguel do Cajuru aos 09-04-1753 João, f.l. Lourenço Ribeiro de Brito e Quiteria Correa de Almeida, padr.: Jeronimo Ribeiro de Castro e Francisca Almeida, casada.

João faleceu aos 20-11-1828:

RMJ: SJDR – Óbitos, Matriz – Aos 20-11-1828 faleceu o tenente João Lourenço Ribeiro de Brito, casado, foi encomendado e acompanhado por oito sacerdotes. Sepultado dentro da matriz..

Tenente João foi inventariado em 07-01-1835 pela viúva que na ocasião já não se lembrava mais da data do óbito do marido. Deixou onze filhos, inventário neste site:

1- Maria Quitéria

2- João Lourenço Ribeiro Brito

3- Gertrudes Felizarda

4- Antonio Alves Ribeiro Brito

5- Ana Joaquina Rosa

6- José Lourenço Ribeiro

7- Senhorinha Bárbara de Souza

8- Joaquim Ribeiro Brito,

9- Manoel Ribeiro Brito

10- Bernardo Ribeiro Brito

11- Ignacio Ribeiro Brito

7-1 Maria Quitéria com cerca de 25 anos em 1835, moradora na Aplicação do Arraial do Patrocínio pertencente a vila do Araxá

7-2 João Lourenço Ribeiro Brito, casado. Provavelmente com Josefa Maria de Jesus, filha de Manoel José Gomes Sandim e sua primeira mulher Ana Joaquina de São José, com geração descrita na família “Gomes Sandim” Cap 2º.

Inventário de Ana Joaquina de São José, neste site:

Certifico que no dia vinte e quatro de Novembro de mil oitocentos e trinta e quatro pelas onze horas do dia o Padre Izidoro Correa de Carvalho, Vigário Encomendado desta Freguesia, recebeu em matrimônio a João Lourenço Ribeiro Brito e a Josefa Maria de Jesus e lhes conferiu as bênçãos nupciais do Ritual Romano, sendo presentes a este Rito o padre Gonçalo Correa de Carvalho e Francisco da Rocha Romeiro.

7-3 Gertrudes Felizarda casada com Antonio Ignacio de Azevedo. Pais de, q.d.:

7-3-1 José Marcelino Pereira, natural de S. João del Rei. Em S. Joaquim-RJ aos 13-02-1858 casou com Maria Clara dos Passos, filha de Luiz Antonio Soares e Ana Joaquina Soares.

  1. Joaquim da Barra Mansa, RJ aos 13-02-1858 Jose Marcelino Pereira, f.l. de Antonio Ignacio de Azevedo e Gertrudes Felizarda de Souza, n/b em S. João del Rei  = cc Maria Clara dos Passos, f.l. de Luiz Antonio Soares e Ana Joaquina Soares, n/b na freg. das Dores. A contraente moradora nesta freguesia.

7-4 Antonio Alves Ribeiro Brito, solteiro com 18 anos, morador na Aplicação do Arraial do Patrocínio pertencente a vila do Araxá

7-5 Ana Joaquina Rosa, solteira, com 17 anos. Depois casada com Antonio Vieira da Cunha, moradores na Aplicação do Arraial do Patrocínio pertencente a vila do Araxá

7-6 José Lourenço Ribeiro com 15 anos em 1835. Batizado aos 18-01-1820.

inventário paterno

Aos dezoito dias do mês de Janeiro de mil oitocentos e vinte nesta Matriz de Nossa Senhora do Pilar de São João del Rei o Reverendo Coadjutor Alexandre Joaquim do Amaral batizou e pôs os santos óleos a José, filho legítimo do Tenente João Lourenço Ribeiro Brito e sua mulher Dona Sancha Úrsula Alves de Souza. Foram padrinhos o mesmo Reverendo batizante e D. Francisca Maria Esperança de Mendonça por procuração que apresentou o Padre Sacristão Manoel Ferreira, todos desta freguesia (…).

7-7 Senhorinha Bárbara Soares de Souza, solteira, 14 anos.

inventário paterno

Consta-me que Dona Senhorinha Bárbara Soares de Souza fora batizada nesta matriz há vinte e seis anos pouco mais ou menos e que é filha legítima do Tenente João Lourenço Ribeiro de Brito e D. Sancha Úrsula Alves de Souza, tendo sido seus padrinhos o Doutor José Gonçalves Gomes e Dona Senhorinha Bárbara Soares de Souza, todos desta freguesia (…).

7-8 Joaquim Ribeiro Brito 12 anos. Batizado aos 25-04-1824. Também citado como Joaquim Alves de Souza Soares.

inventário paterno

Diz Joaquim Alves de Souza Soares, filho legítimo do Tenente João Lourenço Ribr.º Brito e D. Sancha Úrsula Alves de Souza que mostra-se achar com a idade maior de vinte e cinco anos (…).

Aos vinte e cinco de Abril de mil oitocentos e vinte e quatro nesta matriz de São João del Rei batizou e pôs os santos óleos a Joaquim, filho legítimo do Tenente João Lourenço Ribeiro Brito e Dona Sancha úrsula Alves de Souza. Foram padrinhos João Gonçalves Gomes e Dona Ana Felizarda de Souza, todos desta freguesia (…).

Já falecido em 1897, foi casado com Joaquina Maria, filha de Gabriel Antonio de Carvalho e Claudina Maria de Jesus. Geração na família “Antonio Ribeiro de Mattos”.

Bat Joaquim Ribeiro Britto SJDR 25Apr1824

7-9 Manoel Lourenço Ribeiro Brito 10 anos. Batizado aos 18-02-1826

inventário paterno

Aos dezoito de Fevereiro de mil oitocentos e vinte e seis nesta Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar da Vila de São João del Rei, o Reverendo Coadjutor Francisco Antonio da Costa batizou solenemente e pôs os santos óleos a Manoel, filho legítimo do Tenente João Lourenço de Brito e Dona Sancha Úrsula Alves de Souza. Foram padrinhos Antonio Pereira da Costa e D. Ignez Carlota, esta viúva e aquele casado, todos desta freguesia (…).

Casou com sua parente Gertrudes Bernardina de Sene, filha de Floriano Gomes Sandim e Ana Antonia Bernardina de Sene.(família “Gomes Sandim” Cap 2º) Em 1846 o casal pediu dispensa de consaguinidade de 2º grau misto de 4º (processo neste site) A consaguinidade vinha por parte do avô materno da oradora embora o dito avô tenha “declarado em artigo de morte, que não era sua filha a Mãe dela Oradora”. Segundo o processo corrido em Mariana (neste site), o pai do orador era irmão da bisavó da oradora (Luzia, 2 acima). No processo comparecem entre outros, José Marcelino Pereira que declarou ser casado com uma tia do orador (Micaela Jesuína da Anunciação, irmã de Sancha Ursula, família “Os Alves Antunes”), e João Evangelista de Magalhães (filho de José Caetano de Paiva, 2-2 deste), tio da oradora.

Bat Manoel Ribeiro Britto SJDR A 18Feb1826
Bat Manoel Ribeiro Britto SJDR B

7-10 Bernardo Lourenço Ribeiro Brito 8 anos em 1835

inventário paterno

Consta-me por pessoas fidedignas que Bernardo Lourenço Ribeiro Brito é filho legítimo de João Lourenço Ribeiro de Brito e Dona Sancha úrsula Alves de Souza, já falecidos, e que fora batizado nesta matriz pelo Reverendo Coadjutor Joaquim José de Souza Lira há vinte e dois anos pouco mais ou menos, tendo sido seus padrinhos Bernardo Xavier da Silva Ferrão e sua mulher Dona Francisca Erlina de Ávila Lobo Leite então moradores nesta freguesia (…).

7-11 Ignacio Ribeiro Brito 6 anos.

8- Maria Quitéria, solteira em 1781, herdeira da terça do Padre Gonçalo, juntamente com suas irmãs

9- Ana Joaquina, também citada no testamento do Padre Gonçalo.


DOC 5 – INVENTÁRIO DO PADRE JOAQUIM JOSÉ ALVES (tio paterno de Sancha Úrsula Alves de Souza nascida em 21/10/1790 em São João del Rei-MG)

PROJETO COMPARTILHAR

Coordenação: Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira

www.projetocompartilhar.org

Família “ Os Alves Antunes” de São João del Rei, neste site

JOAQUIM JOSÉ ALVES, padre

Inventário

Museu Regional de São João del Rei

Tipo de Documento: Inventário

Ano: 1833

Caixa: 376

nº de Páginas: 370

Inventariado: Padre Joaquim José Alves

Inventariante: Francisca Romana de São Joaquim

Local: São João del Rei

Transcrito por Edriana Aparecida Nolasco a pedido de Regina Junqueira

fls. 01

Inventário dos bens do Abintestado Padre Joaquim José Alves de quem é Inventariante sua irmã Dona Francisca Romana de São Joaquim.

Data: 18-09-1833

Local: Vila de São João del Rei

fls. 02v. – Declaração

(…) e logo declarou que o Reverendo Inventariado havia falecido sem Testamento no dia seis do mês de Agosto do corrente ano de mil oitocentos e trinta e três (…).

fls. 05 – Bens de Raiz

  • uma morada de casas cobertas de telha sitas no Largo São Francisco desta vila, com seus pátios, quintal com fundos e portão para a praia: 1:600$000
  • uma chácara sita no lugar denominado São Caetano, subúrbios desta vila, com casas de telha, pátio, quintal com árvores de café e outros, cercado de muros e valos, com água dentro e campos de cercar:  500$000

fls. 31 e ss – Setença de Habilitação

Data: 18-09-1833

Local: São João del Rei

Habilitantes: José Alves Antunes e outros irmãos do Reverendo Joaquim José Alves.

(…) o Sargento Mor Brás Alves Antunes foi casado em face da Igreja com Dona Luciana Clara de Santa Rosa.

Filhos destes:

01- Capitão Mor Francisco José Alves

02- João Alves Antunes

03- Dona Francisca Romana de São Joaquim

04- o Reverendo Joaquim José Alves (o inventariado)

05- José Alves Antunes

06- Dona Luciana Bernarda de São José

07- Dona Maria Jacinta dos Prazeres

08- Dona Ana Custódia

  • o Capitão Mor Francisco José Alves foi casado com Dona Ana Alves de Mello

Filhos destes:

01- Capitão Francisco Maximiano

02- Dona Ana, casada com o Brigadeiro Francisco Antonio Nogueira da Gama

  • o Tenente João Alves Antunes foi casado pela primeira vez com Dona Maria Ursula de Souza e pela segunda vez com Dona Sanxa Maria da Motta – teve vários filhos; faleceu antes do inventarido.

Procuração

Data: 07-09-1833

Local: Fazenda das Safiras em o Curato do Turvo, Freguesia da Aiuruoca Termo da Vila de Santa Maria de Baependi, Minas e Comarca do Rio das Mortes, em casas de residência de Manoel Thomas de Aquino.

Que Fazem: José Alves Antunes e sua mulher Dona Emerenciana Barbosa de Campos (irmão do inventariado)

Procuradores Nomeados: José Maria da Câmara, Florêncio Antonio da Fonseca, José Alcebiades Carneiro, Joaquim Bibiano Soares Batista, Desidério Antonio de Jesus Silva, Luís da Cunha Barros, Inácio Mauricio de Figueiredo Neves.

fls. 41 – Procuração

Data: 11-09-1833

Local: Fazenda do Registro Velho

Que Fazem: Capitão Francisco Rodrigues da Costa e sua mulher Dona Ana Custódia Engracia de São Francisco.

Procuradores Nomeados: Reverendo João Ferreira Leite, Joaquim Inácio Palmela, Desidério Antonio de Jesus, Joaquim Bibiano Soares Batista, Antonio Solertino de Figueiredo.

fls. 43 – Procuração

Data: 16-09-1833

Local: Vila de São João del Rei, Minas e Comarca do Rio das Mortes

Que Fazem: Dona Francisca Romana de São Joaquim; Dona Luciana Bernarda de São José; Dona Maria Jacinta dos Prazeres.

Procuradores Nomeados: José Maria da Câmara, Florêncio Antonio da Fonseca, José Alcebiades Carneiro, Joaquim Bibiano Soares batista, Desidério Antonio de Jesus e Silva e Luís da Cunha Barros.

fls. 44v.

Diz o Capitão Francisco Maximiano Alves de Mello, filho legítimo do falecido Capitão Francisco José Alves, e sobrinho do Inventariado o Reverendo Joaquim José Alves.

fls. 45v. – Procuração

Procuradores Nomeados: Gomes da Silva Pereira, Antonio José de Oliveira Barreto, Igncio Mauricio de Figueiredo Neves, Desidério Antonio de Jesus Silva, Luís da Cunha Barros.

Data: 21-09-1833

Local: Fazenda do Brumado

Que Faz: Francisco Maximiano Alves de Mello (capitão), filho do Capitão Mor Francisco José Alves, sobrinho do inventariado.

fls. 49

Dizem, Antonio Carlos Antunes e outros, filhos legítimos de João Alves Antunes (…) tanto do primeiro como do segundo matrimônio.

fls. 60v. – Procuração

Procuradores Nomeados: José Maria da Câmara, Florêncio Antonio da Fonseca, José Alcebiades Carneiro, Joaquim Bibiano Soares Batista, Desidério Antonio de Jesus Silva, Luis da Cunha Barros.

Data: 28-09-1833

Local: Vila de São João del Rei, Minas e Comarca do Rio das Mortes.

Que Faz: José Marcelino Pereira e sua mulher Dona Micaela Jesuína da Anunciação (genro e filha do falecido João Alves Antunes, irmão do Inventariado).

fls. 61v. Procuração

Procuradores Nomeados: José Maria da Câmara, Florêncio Antonio da Fonseca, José Alcebiades Carneiro, Joaquim Bibiano Soares Batista, Desidério Antonio de Jesus Silva, Luis da Cunha Barros.

Data: 19-09-1833

Local: Vila de São João del Rei

Que Faz: Dona Sancha Ursula Alves de Souza (filha do falecido João Alves Antunes)

fls. 63v. – Procuração

Procuradores Nomeados: José Maria da Câmara, João Rodrigues Silva, Florêncio Antonio da Fonseca, Nicolau José de Souza Vieira, Luis da Cunha Barros e Jacinto Ferreira Fontes, Caetano Alves de Magalhães.

Data: 08-10-1833

Local: Vila de São José

Que Faz: Dona Sancha Maria Felizarda, viúva do finado João Alves Antunes, e Dona Delfina Purcina Hermelinda de Souza e seu irmão Antonio Carlos Alvs Antunes.

fls. 84 – Herdeiros

01- Capitão Mor Francisco José Alves, que foi casado, hoje é falecido, deixou filhos

02- João Alves Antunes, foi casado e hoje é falecido, deixou filhos.

03- Dona Francisca Romana de São Joaquim, viúva.

04- José Alves Antunes, casado, morador no curato do Turvo.

05- Dona Luciana Bernarda de São José, viúva

06- Dona Maria Jacinta dos Prazeres, solteira, de idade de sessenta anos.

07- Dona Ana Custódia Engracia de São Francisco, casada com o Capitão Francisco Rodrigues da Costa, moradora no Termo de Barbacena.

fls. 84v. – Sobrinhos, filhos do Capitão Mor Francisco José Alves:

01- Capitão Francisco Maximiano Alves Mello, casado.

02- Dona Ana, casada com o Brigadeiro Francisco Antonio Nogueira da Gama.

Sobrinhos, filhos do falecido João Alves Antunes:

01- João, de idade de quarenta e quatro anos, pouco mais ou menos.

02- Dona Sancha Ursula Alves de Souza, viúva.

03- Dona Maria, casada com Luís José de Moraes Dantas Gouveia

04- Domingos, de idade de quarenta anos, pouco mais ou menos.

05- Dona Ana, casada com Manoel Felis de Faria Lobato

06- Carlos, de idade de trinta e seis anos, pouco mais ou menos.

07- Dona Delfina, solteira, de idade de trinta e seis anos, pouco mais ou menos.

08- Francisco de Assis, solteiro, de idade de trinta e um anos, pouco mais ou menos.

09- José, solteiro, de idade de trinta anos, pouco mais ou menos.

10- Dona Micaela Jesuína da Anunciação, casada com José Marcelino Pereira

11- Antonio, solteiro, de idade de vinte e um anos, pouco mais ou menos.

12- Cândido, solteiro, de idade de dezenove anos, pouco mais ou menos.

13- Dona Ana (?), de idade de dezoito anos, pouco mais ou menos, solteira.

14- Belisário Camilo, solteiro, de idade de dezessete anos, pouco mais ou menos.

15- Dona Belisária, solteira, de idade de dezessete anos, pouco mais ou menos.

16- Dona Maria, solteira, de idade de quinze anos, pouco mais ou menos.

fls. 87

Diz Ignacio Mauricio de Figueiredo Neves que a herança do falecido seu tio padre Joaquim José Alves (…).

fls. 96

Diz Ana Narcisa de Jesus que tendo servido por espaço de 9 anos, em casa do Reverendo Vigário Joaquim José Alves fazendo-lhe todas as costuras, tanto de roupa branca como de alfaiate, tratando dele como dos seus escravos nas suas enfermidades, fazendo todos os mais serviços domésticos sem salário certo, e só promessa daquele falecido de ser recompensada, sucede falecendo ele repentinamente e sem Testamento (…).

fls. 102 – Parentes – extraído de uma Justificação:

  • Ignacio Mauricio de Figueiredo Neves, branco, casado, natural desta freguesia, e morador desta vila, vive de negócio, 41 anos de idade, sobrinho do Inventariado.

Monte Mor – 2:533$487

fls. 160 – Procuração

Procurador Nomeado: Ignacio Mauricio de Figueiredo

Data: 30-10-1834

Local: Rio de Janeiro

Que Faz: Francisco de Assis Alves morador nesta cidade.

fls. 163

Digo eu Domingos Alves de Souza, filho legítimo do Tenente João Alves Antunes e de Dona Maria Caetana, já falecidos, que por morte de meu tio Padre Joaquim jose Alves (…).

fls. 165 – Procuração

Procurador Nomeado: Reverendo Gonçalo Correa de Carvalho

Data: 19-02-1835

Local: Curato de Santo Antonio do Rio das Mortes Pequeno – Termo da Vila de São João del Rei, Comarca do Rio das Mortes, em casas de morada de Dona Luciana Bernarda de São José e Dona Maria Jacinta dos Prazeres.

Que Fazem: as mesmas Dona Luciana Bernarda de São José e Dona Maria Jacinta dos Prazeres.

fls. 166 – Procuração

Procuradores Nomeados: Capitão José Moreira da Rocha e Antonio Gomes Mafra

Data: 14-11-1834

Local: Ouro Preto

Que Faz: Carlos José Alves Antunes, morador nesta cidade de Ouro Preto.

fls. 169 – Procuração

Procuradores Nomeados: Alferes Desidério Antonio de Jesus Silva, Alferes Antonio Carlos Alves Antunes

Data: 1835

Local: Vila de São José, Minas e Comarca do Rio das Mortes, em casas de morada de Dona Delfina Pocidonia Alves

Que Faz: Dona Delfina Pocidonia Alves, filha legítima do Capitão João Alves Antunes, falecido – sobrinha do Inventariado.

fls. 174 – Procuração

Procurador Nomeado: Francisco de Paula Miranda

Data: 13-10-1835

Local: Arraial e Freguesia do Turvo Termo da Vila de Aiuruoca em casas de residência de José Alves Antunes

Que Faz: José Alves Antunes (irmão do inventariado)

fls. 179 – Procuração

Procurador Nomeado: Sargento Mor José Joaquim Correia

Data: 08-04-1835

Local: Registro Velho

Que Faz: Francisco Rodrigues da Costa (capitão)

fls. 181 – Procuração

Procuradores Nomeados: Senhor Tenente Caetano Alves de Magalhães e Joaquim Saraiva Nogueira

Data: 25-01-1835

Local: Vila de São José

Que Faz: Francisco de Paula Justiniano da Gama.

fls. 184 – Procuração

Procurador Nomeado: Francisco Joaquim Pereira da Silva

Data: 14-08-1840

Local: Campanha de Toledo do Termo da Vila de Pouso Alegre

Que Faz: Luís José de Moraes Dantas Gouvea, por cabeça de sua mulher Maria Saturnina Alves Antunes.

Resumo das certidões anexadas ao inventário do Padre Joaquim José Alves

Óbito

Aos 26-6-1786, faleceu com todos os Sacramentos o Sargento Mor Braz Alves Antunes, casado com Luciana Clara de Santa Rosa, sepultado na matriz.

Óbito– Matriz de São João del Rei

Aos 03-09-1809 faleceu D. Luciana Clara de Santa Rosa, viúva do Sargento Mor Braz Alves Antunes, encomendada de corpo presente no dia seguinte e sepultada na Ordem terceira de São Francisco.

Batismo– por depoimentos

Nesta matriz em 1761 pouco mais ou menos, foi batizado Francisco, filho legítimo do Sargento Mor Braz Alves Antunes e D. Luciana Clara de Santa Rosa pelo Ver.Padre Vigário Mathias Antonio Salgado. Padrinhos: José de Souza Gonçalves e Lauriana Joaquina de São José.

Batismo

15-02-1763, Matriz, João, filho legítimo do Sargento Mor Braz Alves Antunes e D. Luciana Clara de Santa Rosa, np de Simão Alves e Ana Antunes da freguesia da Vila Nova do Maia, Termo da Vila da Barca, Arc de Braga: nm de Francisco Xavier de Souza, natural da Vila de Guimarães e Joana Maria, natural da Freguesia de S. Nicolau da Cidade de Lisboa. Padrinhos: Cap. Manoel Antunes Nogueira e Francisca, filha de Francisco Xavier de Souza, todos desta Freguesia.

Batismo – Matriz de São João del Rei

21-03-1765 – Francisca, filha legítima do Tenente Braz Alves da Cunha (sic) e D. Luciana Clara de Santa Rosa, “fui padrinho e madrinha Ana Claudia de São Bernerdo, tia da batizanda, todos desta vila”.

Batismo – Matriz de Nossa Senhora do Pilar, Vila de São João del Rei

24-02-1768 (nascido aos 14-02), Joaquim, fl. do Sargento Mor Braz Alves Antunes e D. Luciana Clara de Santa Rosa, . Padrinhos: Francisco Xavier de Souza e Joana Maria do Espírito Santo, avós do batizando, todos moradores desta.

Batismo  – Matriz de Nossa Senhora do Pilar, Vila de São João del Rei

11-06-1769, José, fl. do Tenente Braz Alves Antunes, natural da freguesia da Vila Nova do maia, Termo da Vila da Barca, e D. Luciana Clara de Santa Rosa, natural da Freguesia de São João del Rei, , np de Simão Alves natural da freguesia da Vila Nova do Maia, Termo da Vila da Barca, Arc de Braga: nm de Francisco Xavier de Souza, natural da Vila de Guimarães e Joana Maria, natural da Freguesia de S. Julião (sic) da Cidade de Lisboa. Padrinhos:Anastácio José de Souza e sua mulher Máxima Jesuína da Silveira.

Batismo  – Matriz de Nossa Senhora do Pilar, Vila de São João del Rei

23-12-1770 – Luciana, fl. do Capitão Braz Alves Antunes e D. Luciana Clara de Santa Rosa. Padrinhos: Dr Bernardo da Silva Ferrãoo e D. Antonia Clara Casemira de Seixas, p.p. apresentada por João Carlos da Silva Ferrão, todos desta, exeto a madrinha que é de Vila Rica.

Batismo  – Matriz de Nossa Senhora do Pilar, Vila de São João del Rei

28-10-1773 – Maria, fl. do Capitão Braz Alves Antunes e D. Luciana Clara de Santa Rosa. Padrinhos: Tenente Cel. José Ferreira Vila Nova, da Freguesia de S. José, e Rita Bustamante Sá, mulher do Capitão Mor de São João del Rei Manoel Antunes Nogueira, todos desta exceto o padrinho.

Batismo  – Matriz de Nossa Senhora do Pilar, Vila de São João del Rei

01-06-1775 – Ana, fl. do Capitão Braz Alves Antunes e D. Luciana Clara de Santa Rosa. Padrinhos: Dr Desembargador Thomaz Pedro da Rocha, p.p. o Dr Intendente da Comarca Manoel Caetano Monteiro Guedes, e D. Tereza Fidelis da Silveira, casada, todos desta.

Óbito

06-08-1833, nesta Vila de São João del Rei, faleceu sem Sacramentos por não chamarem a tempo, o Reverendo Vigário Encomendado desta Freguesia Joaquim José Alves, da idade de sessenta e quatro anos. “idropico”. Sepultado em São Francisco.

Batismo  – Matriz de São João del Rei

01-12-1785- Francisco, filho legítimo do Quartel Mestre Francisco José Alves e Leonarda Ludovina de Mello. Padrinhos: General da capitanhia Luiz da Cunha Menezes, p.p. apresentada pelo Sargento Mor Braz Alves Antunes, e D. D. Luciana Clara de Santa Rosa, mulher do mesmo Sargento Mor. Todos desta exceto o padrinho.

Casamento– Matriz da Vila de São José

20-09-1787 pelas 6hs da manhã, sem impedimento – João Alves Antunes, fl. do S.Mor Braz Alves Antunes e D. Luciana Clara de Santa Rosa, natural e batizado na Matriz de São João del Rei, e Maria Caetana Hermelinda de Souza, fl do Dr Domingos José de Souza e D. Gertrudes Caetana Soares de Jesus, natural e batizada na Freg. De São Tiago do Codal, Bispado de Angra, ambos fregueses da matriz da Vila de S. José.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

12-08-1789 nascido aos 06, mesmo mês e ano – João, fl do Alferes João Alves Antunes, natural de São João del Rei, e Maria Caetana Hermelinda de Souza, da Freg. De São Tiago do Codal, Bispado de Angra; np do Sargento Mor João (sic) Alves Antunes, natural da freguesia da Vila Nova do Maia, Termo da Vila da Barca, Arc de Braga e D. Luciana Clara de Santa Rosa, natural da Freguesia de N.Sra do Pilar; nm do Dr Domingos José de Souza e D. Gertrudes Soares Caetana de Jesus, ambos naturais da Freguesia de S. Thiago do Codal, Comarca da Vila de Feira, Bispado que foi de Coimbra e hoje é de Aveiro. Padrinhos: os avós maternos.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

01-04-1793, nascido aos 25-03-1793 – Domingos, fl do Alferes João Alves Antunes, natural de São João del Rei, e Maria Caetana Hermelinda de Souza, da Freg. De São Tiago do Codal, Bispado de Coimbra (hoje de Aveiro), de presente moradores nesta Vila de São José.  Np do Sargento Mor Braz Alves Antunes, natural da freguesia de Santa Maria da Vila Nova do Maia, Termo da Vila da Barca, Arc de Braga e D. Luciana Clara de Santa Rosa, natural da Freguesia de N.Sra do Pilar; nm do Dr Domingos José de Souza e D. Gertrudes Soares Caetana de Jesus, naturais da dita da Freguesia de S, Thiago do Codal. Padrinhos: Tenente Manoel Jorge Ribeiro, morador nesta vila, e D. Luciana Clara de Santa Rosa, viúva, moradora na Vila de S. João del Rei, avó paterna do batizando.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

27-09-1796, nascido aos 17 mesmo mes – Ana, fl do Alferes João Alves da Antunes, natural de São João del Rei, e Maria Caetana Hermelinda de Souza,.  Np do Sargento Mor Braz Alves Antunes, e D. Luciana Clara de Santa Rosa;; nm de Domingos José de Souza e D. Gertrudes Soares de Jesus.. Padrinhos: Cap Manoel Lobo de Castro, solteiro, e D. Clara Francisca de Jesus, fl do Cap. Matheus José de Faria, todos desta.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

20-11-1797, nascido aos 21 do dito mes – Carlos, fl do Alferes João Alves Antunes, e Maria Caetana Hermelinda de Souza,.  Np do Sargento Mor Braz Alves Antunes, e D. Luciana Clara de Santa Rosa, natural da Freguesia de N.Sra do Pilar; nm do Dr Domingos José de Souza e D. Gertrudes Caetana Soares de Jesus. Padrinhos: Cel Carlos José da Silva, p.p. apresentada pelo dito Dr Domingos José, e D. Tereza de Jesus Lopes, mulher do Ten. Cel José Franco de Carvalho, todos desta.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

11-12-1791, nascida aos 30-11 – Maria, fl do Alferes João Alves Antunes, natural de São João del Rei, e Maria Caetana Hermelinda de Souza, da Freg. de São Tiago do Codal, da Vila da Feira,  Bispado que foi de Coimbra, de presente moradores nesta Vila de São José.  Np do Sargento Mor Braz Alves Antunes, natural da freguesia de Santa Maria da Vila Nova do Maia, Termo da Vila da Barca, Arc de Braga e D. Luciana Clara de Santa Rosa, natural da Vila de São João del Rei; nm do Dr Domingos José de Souza e D. Gertrudes Caetana Soares de Jesus, naturais da dita da Freguesia de S, Thiago do Codal. Padrinhos: Alferes Antonio Pedroso de Carvalho Galvão, solteiro e Gertrude Querubina de Souza Soares, tia materna da batizada, mulher do Professor (de latim) João Varella da Fonseca e Cunha.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

01-04-1799, nascida aos 17-02, Gertrudes, filha do Tenente João Alves Antunes e Maria Hermelinda Caetana  de Souza Soares. Padrinhos: Reverendo Antonio José de Faria da Freguesia de S. João del Rei, e D. Bernarda Maria de Menezes, mulher de Pedro Gonçalves Montes, desta.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

13-01-1802, nascido aos 25-12-1801- Francisco de Assis, fl do tenente João Alves Antunes e Maria Hermelinda Caetana  de Souza Soares. Padrinhos:Reverendo Francisco Dias de Oliveira p.p. apresentada pelo Reverendo Joaquim Ferreira dos Santos e D. Ana Barbosa Jesuína de Mello, mulher de ten. Francisco Antonio de Paula Nogueira da Gama.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

25-10-1803, nascido aos 14 do dito mes- José, fl do tenente João Alves Antunes e Maria Hermelinda Caetana  de Souza Soares. Padrinhos: Cap Manoel Gomes de Almeida Coelho e D. Joaquina Gonçalves Meirelles, mulher do Cap Antonio José Moreira, desta.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

23-11-1800, nascido aos 15 do dito mes- Delfina, fl do tenente João Alves Antunes e Maria Hermelinda Caetana  de Souza. Padrinhos: Tem Inácio Mauricio de Souza p.p. apresentada por Carlos José de Souza e Delfina Pocidônia de Souza, tia materna da batizada, moradores em S. João del Rei.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

06-09-1808, nascida aos 25-08- Micaela, gêmea, fl do tenente João Alves Antunes e Maria Hermelinda Caetana  de Souza Soares. Padrinhos: Ten. João Lourenço e sua mulher D. Sanxa, irmã da batizada, moradores no Cajuru.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

28-11-1790, nascida aos 21-10- Sanxa, fl do Tenente João Alves Antunes e Maria Hermelinda Caetana  de Souza Soares. Padrinhos: João Pinto de Souza, solteiro, morador em Vila Rica do Ouro Preto, e D. Sanxa Maria da Motta, viúva, moradora na paragem chamada Candonga desta Matriz.

Casamento – Capela de N. Sra das Merces

11-02-1812, pelas 5hs da manhã, com dispensa de afinidade transversal -Tenente João Alves Antunes, viúvo de D.Maria Hermelinda Caetana  de Souza Soares com D. Sancha Maria Felizarda, fl do Cap Antonio Vital Rifarte e D. Antonia Maria do Sacramento, natural e batizada na Matriz de Santo Antonio da Vila de São José. Testemunhas: Cadete Antonio Vital Rifarte e D Sanxa Maria da Motta.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

20-05-1812, nascido aos 05 do dito mes- Antonio, fl do tenente João Alves Antunes e D. Sancha Maria Felizarda. Padrinhos: Capitão Mor Manoel da Costa Maia e D. Sancha Maria da Mota, viúva, moradores nesta.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

18-01-1814, nascido aos 04-12-1813- Cândido, fl do tenente João Alves Antunes e D. Sancha Maria Felizarda. Padrinhos: Furriel pago Antonio Vidal de Santana, tio materno do batizado, e D. Francisca Cândida de Rezende mulher do Sargento Mor Gervásio Pereira Alvim, p.p. de D. Ana Mafalda Álvares de Souza, filha do dito Ten. João Alves Antunes.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

07-07-1816, nascido aos 12-06- Belizário, fl do tenente João Alves Antunes e D. Sancha Maria Felizarda. Padrinhos: Alferes Antonio Francisco Teixeira Coelho e D. Ana Mafalda Alves de Souza, mulher do Tenente Manoel Felix de Faria Lobato, irmã paterna do batizado, o padrinho da Freguesia de Prados.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

07-07-1816, nascida aos 12-06- Belizária, fl do tenente João Alves Antunes e D. Sancha Maria Felizarda. Padrinhos: Alferes Gualter José da Fonseca e sua mulher D. Maria Antonia da Conceição, tia materna da batizada, todos desta.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

12-06-1815, nascida aos 08-05- Aurea, fl do tenente João Alves Antunes e D. Sancha Maria Felizarda. Padrinhos: Reverendo José Gonçalves Possa e D. Hipólita Jacinta Teixeira de Mello, ambos de Prados, p.p. apresentada por D. Maria Antonia da Conceição, mulher do Alferes Gualter José da Fonseca, desta.

Batismo – Matriz de Santo Antonio da Vila de São José

21-06-1818, nascida aos 20-05- Maria, fl do tenente João Alves Antunes e D. Sancha Maria Felizarda. Padrinhos: Reverendo Inácio Correa Pamplona e D. Rosalia Inês dos Anjos, solteira, tia materna da batizada, o padrinho de Prados, os mais desta.

Óbito

19-02-1827 faleceu com todos os sacramentos de moléstia de peito o Tenente João Alves Antunes casado com D. Sancha Maria Felizarda moradora nesta vila, já de segundo Matrimonio amortalhado em Habito da Senhora do Carmo (…)


DOC 6 – ANCESTRAIS DE SANCHA URSULA ALVES DE SOUZA

Sancha Ursula Alves de Souza na internet, encontrei o nome de sua mãe Maria Caetana de Hermelinda de Souza listado na árvore de Alexandre Bernardes de Oliveira, do website Geni. Ao contacta-lo Alexandre (kit A189134 Gedmatch) me contou que Maria Caetana é sua hexavó, ele descende pela filha dela chamada Anna Mafalda. Se minha teoria for comprovada, Maria Caetana seria minha Sectavó pela sua filha Sancha Ursula.  Pelo website Gedmatch, vemos que o DNA da sua Tia-avó Eny Bernardes (kit BH5320514 Gedmatch), que também descendende de Maria Caetana,  tem segmentos em comum com meu pai José Wilson Areias Mendes (kit H542563), que também acredito descenda da Maria Caetana pela filha Sancha Ursula.

GEDmatch® Q-Matching One-to-One Comparison – V1.0

Software Version Mar 22 2021 10 50 48
Comparing Kit H542563 (Jose Wilson Areias Mendes) [Migration – F2 – H] and Kit BH5320514 (Eny Bernardes) [Genera]

total shared

Precision: 30
cM threshold: 7
Maximum cM: No Limit
Gap threshold: 2 cMs
All SNPs Used.

 

Individual marker indications:

Validity of segments:

Chr B37 Start Pos’n B37 End Pos’n Centimorgans (cM) SNPs Q
3 185610274 190621019 13.4 390 31
 
ChrB37 Start Pos’nB37 End Pos’nCentimorgans (cM)SNPsQ
1775253724770850817.31590
Total CM: 20.69
Largest segment cM: 13.4
Total segments: 2
Total gap-induced breaks: 2
Max gap: 2.04
….. gap: 7007415-8105359 on chromosome 8
Top 1 Q scores:
Q-score: 31

Total CM: 20.69
Largest segment cM: 13.4
Total segments: 2
Total gap-induced breaks: 2
Max gap: 2.04
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Top 1 Q scores:
Q-score: 31

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Alessandre compartilhou o site GENEARC onde tem uma página dedicada ao nosso possível casal de ancestrais em comum

JOÃO ALVES ANTUNES e MARIA CAETANA HERMELINDA DE SOUZA

(pais de Sancha Ursula Alves de Souza e de Anna Mafalda)

Tenente João Alves Antunes

Nascimento: 15-Fev-1763
Origem: São João Del Rey, MG

Nasceu em 1763, em São João Del Rey, MG (batizado em 15 de Fevereiro de 1763).

Bat Joao Alves Antunes 15 Fev 1763 Sao Joao Del Rei pai de Sancha Ursula

Aos quinze dias do mez de Fevreiro de mil e sete centos e sessenta e trez, nesta Matriz, bautizei e pus os santos oleos a JOÃO, filho legitimo de Bras Alves Antunes e de Luciana Clara de Santa Roza, neto pella parte paterna de Simão Alvres e de Anna Antunes, da freguezia de Villa Nova de Muya, termo da Villa da Barca, Arcebispado de Braga, e pella materna de Francisco Xavier de Souza, natural da villa de Guimarãis, e de Joana Maria, da freguezia de São Nicolao da cidade de Lisboa; forão padrinhos o Cappitam Manoel Antunes Nogueira e Francisca, filha de Francisco Xavier de Souza, todos desta freguezia, de que fis este assento.

Foi o segundo dentre os oito filhos dos portugueses Sargento-mor Brás Alves Antunes e Luciana Clara de Sousa Santa Rosa.

Casou-se em 20 de Setembro de 1787, em São João Del Rey, com Maria Caetana Hermelinda de Sousa, filha dos portugueses Doutor Domingos José de Sousa e Gertrudes Caetana Soares de Jesus. Após a morte de Maria Caetana, João casou-se pela segunda vez, em 10 de Fevereiro de 1812, com sua prima, Sancha Maria Felizarda da Motta, nascida em São José, filha do Capitão Antonio Vital Rifarte e de Antonia Maria do Sacramento.

João faleceu em 19 de Fevereiro de 1827, em São João Del Rey, de “moléstia de peito”.

Foi pai de oito filhos e nove filhas [todos nascidos em São José, MG]:

[do primeiro casamento]:

1.1. João, nascido em 6 de Agosto de 1789.

1.2. Sancha Úrsula Alves de Souza, nascida em 21 de Outubro de 1790. Casou-se em 1º de Junho de 1808 com o Tenente João Lourenço Ribeiro de Brito, filho de Lourenço Ribeiro de Brito e de Quitéria Correia de Almeida.

Em 1808, João e Sancha foram padrinhos de batismo de Micaela [citada em 1.11.].

1.3. Maria Saturnina Alves Antunes, nascida em 30 de Novembro de 1791. Casou-se em 29 de Janeiro de 1809, em São João Del Rey, com Luís José de Moraes Dantas Gouveia, nascido em São João Del Rey, filho do Tenente-Coronel José Joaquim da Costa Gouveia e de Dona Anna Rosa Felícia de Vallois.

1.4. Domingos Alves de Souza, nascido em 25 de Março de 1793.

1.5. Anna Mafalda Alves de Souza, nascida em 17 de Setembro de 1796. Casou-se antes de 1816, com Manoel Félix de Faria Lobato.

Anna foi madrinha de batismo de seus irmãos Cândido e Belizário [citados em 2.13. e 2.15.].

1.6. Carlos José Alves Antunes, nascido em 21 de Outubro de 1797.

Em 1834, Carlos residia em Ouro Preto, MG.

1.7. Gertrudes, nascida em 17 de fevereiro de 1799.

1.8. Delfina Pocidônia (ou Porcina) Hermelinda Alves (ou de Souza), nascida em 15 de Novembro de 1800. Era solteira em 1833.

Em 1835, Delfina residia em São José.

1.9. Francisco de Assis Alves, nascido em 25 de Dezembro de 1801. Era solteiro em 1833.

1.10.  José, nascido em 14 de Outubro de 1803. Era solteiro em 1833.

1.11. Micaela Jesuína da Anunciação, nascida em 25 de Agosto de 1808. Casou-se antes de 1833 com o Alferes José Marcelino Pereira, filho de pais incógnitos, criado por Maria Pereira de Souza, crioula forra. Após a morte de Micaela, José casou-se pela segunda vez, com Mariana Cândida de Jesus. Sem filhos. José faleceu em 24 de Abril de 1877.

 [do segundo casamento]:

1.12. Antonio Carlos Alves Antunes, nascido em 5 de Maio de 1812. Era solteiro em 1833.

1.13. Cândido, nascido em 4 de Dezembro de 1813, sendo seus padrinhos seu tio materno Furriel pago Antonio Vidal de Santana, e Ana Mafalda Álvares de Souza, irmã do batizando. Solteiro em 1833.

1.14. Áurea (ou Anna), nascida por volta de 1815. Era solteira em 1833.

1.15. Belisário Camilo, nascido em 12 de Junho de 1816. Gêmeo de Belisária [citada em 1.16.]. Era solteiro em 1833.

1.16. Belisária, nascida em 12 de Junho de 1816. Gêmea de Belisário [citado em 1.15.]. Era solteira em 1833.

1.17. Maria, nascida em 20 de Maio de 1818. Era solteira em 1833.

[-] Fontes e comentários

  1. Igreja Católica. Livro de Batismos de São João Del Rey, MG (1762 – 1767), pág. 15 (17).
  2. Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira. Os Alves Antunes de São João Del Rey.

Maria Caetana Hermelinda de Sousa (mãe de Sancha Ursula Alves de Souza)

Nascimento: ~ 1770
Origem: São Tiago do Codal, Portugal

Nasceu por volta de 1770, provavelmente em São Tiago do Codal (atual Codal), no concelho de Vale de Cambra, no distrito de Aveiro, em Portugal.

Foi a mais velha dentre as quatro filhas dos portugueses Doutor Domingos José de Sousa e Gertrudes Caetana Soares de Jesus.

Casou-se em 20 de Setembro de 1787, em São João Del Rey, MG, com o Tenente João Alves Antunes, filho dos portugueses Sargento-mor Brás Alves Antunes e Luciana Clara de Sousa Santa Rosa.

Foi mãe de cinco filhos e seis filhas, citados acima [todos nascidos em São José, MG].

Maria faleceu antes de 1812.

Após a morte de Maria Caetana, João casou-se pela segunda vez, em 10 de Fevereiro de 1812, com Sancha Maria Felizarda da Motta, filha do Capitão Antonio Vital Rifarte e de Antonia Maria do Sacramento.

Filhos do casal encontrados no índice de batismos de São José del Rei (Tiradentes) do Projeto Marcopolo

Batismos listados

  • João 12.08.1789 248-248v8alferes João Álvares Antunes dona Maria Caetana Ermelinda de
    Sousa
  • Sancha Ursula Alves de Souza 28.11.1790 311v8alferes João Álvares Antunes dona Maria Caetana Ermelinda de
    Sousa
  • Ana 27.09.1796 519v9alferes João Álvares Antunes Maria Caetana Ermelinda de Sousa
  • Antônio 12.06.1794 4289alferes João Álvares Antunes Maria Caetana Ermelinda de Sousa
  • Camilo 26.07.1795 467-467v9alferes João Álvares Antunes Maria Caetana Ermelinda de Sousa
  • Carlos 26.11.1797 5659alferes João Álvares Antunes Maria Caetana Ermelinda de Sousa
  • Domingos 01.04.1793 3909alferes João Álvares Antunes Maria Caetana Ermelinda de Sousa
  • Gertrudes 01.04.1799 609-609v9alferes João Álvares Antunes Maria Caetana Ermelinda de Sousa
  • Maria 11.12.1791 3459alferes João Álvares Antunes Maria Caetana Ermelinda de Sousa

CASAL SARGENTO BRÁS ALVES ANTUNES e LUCIANA CLARA DE SOUZA SANTA ROSA

(pais de João Alves Antunes e avôs paternos de Sancha Ursula Alves de Souza).

Sargento-mor Brás Alves Antunes

Nascimento: 03-Fev-1716
Origem: Vila Nova de Muía, Portugal

Nasceu em 3 de Fevereiro de 1716, em Vila Nova de Muía, no concelho de Ponte da Barca, em Portugal (batizado em 9 de Fevereiro de 1716).

BRAS. Aos tres de Fevereiro de mil e setecentos e dezaseis, nasceu um menino filho de Simão Alves e de sua mulher Anna Fernandes, do lugar do Casal desta freguesia. Batizei em nove de Fevereiro. Foram padrinhos Domingos Coelho de Araujo, de Vila da Barca, e madrinha Joana Luiza de Sa, filha do Doutor Custodio Cerqueira de Sa, da freguesia de São Lourenço de Touvedo.

[Transcrição do registro de batismo de Brás Alves Antunes – Projeto Compartilhar]

Foi o quinto dentre os seis filhos de Simão Alves e de Anna Antunes.

Cas Sargento Mor Bras Alves Antunes avo de Sancha Ursula

Aos vinte dias do mes de Junho de mil e sete centos e sincoenta e sete annos, nesta Matriz, pellas cinco horas da manh, feitas as denunciaçois na forma do Sagrado Concilio Tridentino sem se descubrir impedimento algum, como constava da Provizão do Reverendo Doutor Vigario da vara, na minha prezenca e das testemunhas Doutor Antonio Joze de Mello e Manoel de Jesus Pereira, se casarão por palavras BRAZ ALVES ANTUNES, natural e batizado na freguezia de Santa Maria da Maya, termo da Villa da Barca, Arcebispado de Braga, filho legitimo de Simão Alves e de Anna Antunes, [fregues] desta, com LUCIANA CLARA DE SANTA [ROSA], natural e batizada [……………..] [rece]berão as bençois na forma dos Ritos [e Cerimonias da] Sancta Madre Igreja, de que fiz [este assento] que assignei.

Casou-se em 20 de Junho de 1757, na Igreja Matriz de São João Del Rey, MG, com Luciana Clara de Sousa Santa Rosa, filha dos portugueses Francisco Xavier de Sousa e Joanna Maria.

Brás mudou-se para o Brasil, em data desconhecida.

Brás e Luciana residiram em São João Del Rey, onde possuíam casa na Rua da Prata.

Em seu testamento, a casa é descrita como “uma morada de casas, as quais são assoalhadas e forradas e pintadas, cobertas de telhas, com sua cozinha e mais salas em áreas, tudo coberto de telha, com seus fundos que têm saída para o Chafariz desta mesma vila”.

Obt Sargento Mor Bras Alves Antunes avo de Sancha Ursula 26 Jun 1786

Aos vinte e seis de Junho de mil e setecentos e oitenta e seis, faleceo com todos os savramentos o Sargento Mor BRAS ALVES ANTUNES, cazado com Dona Luciana Clara de Santa Rosa, foi encomendado e sepultado dentro desta Matriz, tudo na forma de seu testamento.

Brás faleceu em 26 de Junho de 1786, em casas da viúva, na Vila de São João Del Rey.

Foi pai de quatro filhos e quatro filhas:

1.1. Capitão-mor Francisco José Alves, nascido em 1761, em São João Del Rey. Casou-se em 4 de Novembro de 1783, em São João Del Rey, com Anna Leonarda Ludovina de Mello, filha do Doutor Antonio José de Mello e de Joanna da Silva. Francisco faleceu antes de 1833.

1.2. Tenente João Alves Antunes, nascido em 15 de Fevereiro de 1763, em São João Del Rey. Casou-se em 20 de Setembro de 1787, em São João Del Rey, com Maria Caetana Hermelinda de Sousa, filha dos portugueses Doutor Domingos José de Sousa e Gertrudes Caetana Soares de Jesus. Após a morte de Maria Caetana, João casou-se pela segunda vez, em 10 de Fevereiro de 1812, com sua prima, Sancha Maria Felizarda da Motta, nascida em São José, MG, filha do Capitão Antonio Vital Rifarte e de Antonia Maria do Sacramento. Faleceu em 19 de Fevereiro de 1827, em São João Del Rey.

1.3. Francisca Romana de São Joaquim, nascida em 21 de Março de 1765, em São João Del Rey. Casou-se em 7 de Janeiro de 1789, Em São João Del Rey, com o Alferes Manoel Ferreira Neves, nascido em Casa Branca, SP, filho do Capitão Antonio Ferreira Neves e Maria Josefa de Jesus. Manoel faleceu antes de 1833. Em 1833, Francisca foi inventariante de seu irmão Joaquim.

1.4. Padre Joaquim José Alves, nascido em 14 de Fevereiro de 1768. Joaquim faleceu em 6 de Agosto de 1833, e foi sepultado na Igreja de São Francisco, em São João Del Rey.

Joaquim foi proprietário de uma casa no Largo de São Francisco com fundos para a “praia” e de uma chácara nos subúrbios.

1.5. José Joaquim Alves Antunes, nascido em 11 de Junho de 1769, em São João Del Rey. Casou-se em 16 de Maio de 1812 com Emerenciana Bárbara (ou Barbosa) de Campos, filha do Sargento-mor João Pereira Duarte e de Gertrudes Maria Francisca de Campos.

Em 1833, José e Emerenciana eram moradores no Turvo.

1.6. Luciana Bernarda de São José, nascida em 23 de Dezembro de 1770, em São João Del Rey. Casou-se em 27 de Abril de 1802, com o Alferes João das Neves Alves Ferreira, viúvo de Brígida Theresa da Silva Rios. João faleceu em 21 de Julho de 1816. Luciana faleceu em 1846.

João e Luciana foram moradores no Engenho de Santo Antonio do Rio das Mortes Pequeno, do qual eram proprietários de uma sétima parte.

No testamento de Luciana, constam a metade dos mesmos bens arrolados no inventário do marido, entre eles, metade da sétima parte nas Fazendas Santo Antonio do Rio das Mortes, Ribeirão de Santo Antonio, Bananal da Lagoa Verde, e terras minerais nos morros da Lagoa Verde, em sociedade com os herdeiros de Gonçalo Correa Neto.

1.7. Maria Jacinta dos Prazeres, nascida em 28 de Outubro de 1773, em São João Del Rey. Era solteira em 1833.

1.8. Anna Custódia Engracia de São Francisco, nascida em 1º de Junho de 1775, em São João Del Rey. Casou-se em 6 de Abril de 1799, em São João Del Rey, com o Capitão Francisco Rodrigues da Costa, nascido em Barbacena, MG, filho do Coronel Manoel Rodrigues da Costa e de Joana Theresa de Jesus.

Francisco e Anna foram moradores na Fazenda do Registro Velho, em Barbacena.

[-] Fontes e comentários

  1. Igreja Católica. Livro de Matrimônios de São João Del Rey, MG (1756 – 1762), pág137 – 137verso [ 19-20].
  2. Igreja Católica. Livro de Óbitos de São João Del Rey, MG (1786 – 1790), pág. (3).
  3. Igreja Católica. Livro de Óbitos de São João Del Rey, MG (1808 – 1811), pág. 49 (89).
  4. Site da Internet do Projeto Compartilhar (Bartyra Sette e Regina Junqueira), citando como fonte o livro misto de Vila Nova da Muía (1712-1725), pág. 49-verso.
  5. Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira. Os Alves Antunes de São João Del Rey.

6 Projeto Compartilhar. Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira. Testamento de Brás Alves Antunes.

Luciana Clara de Sousa Santa Rosa 

Nascimento: ~ 1735
Origem: Portugal

Nasceu por volta de 1735, em Portugal.

Filha de Francisco Xavier de Sousa e de Joanna Maria.

Aos vinte dias do mes de Junho de mil e sete centos e sincoenta e sete annos, nesta Matriz, pellas cinco horas da manh, feitas as denunciaçois na forma do Sagrado Concilio Tridentino sem se descubrir impedimento algum, como constava da Provizão do Reverendo Doutor Vigario da vara, na minha prezenca e das testemunhas Doutor Antonio Joze de Mello e Manoel de Jesus Pereira, se casarão por palavras BRAZ ALVES ANTUNES, natural e batizado na freguezia de Santa Maria da Maya, termo da Villa da Barca, Arcebispado de Braga, filho legitimo de Simão Alves e de Anna Antunes, [fregues] desta, com LUCIANA CLARA DE SANTA [ROSA], natural e batizada [……………..] [rece]berão as bençois na forma dos Ritos [e Cerimonias da] Sancta Madre Igreja, de que fiz [este assento] que assignei.

Casou-se em 20 de Junho de 1757, na Igreja Matriz de São João Del Rey, MG, com o português Sargento-mor Brás Alves Antunes, nascido em 3 de Fevereiro de 1716, em Vila Nova de Muía, filho de Simão Alves e de Anna Antunes. Brás faleceu em 1786.

Foi mãe de quatro filhos e quatro filhas, citados acima.

Obt Luciana Clara de Santos Rosa 3 Sep 1809 em Sao Joao Del Rei

Luciana faleceu em 3 de Setembro de 1809, em São João Del Rey.

Francisco Xavier de Sousa (pai de Luciana Clara de Souza Santa Rosa)

Nascimento: ~ 1705
Origem: Guimarães, Portugal

Nasceu por volta de 1705, na vila de Guimarães, em Portugal.

Casou-se em Portugal com Joanna Maria.

Francisco e Joanna mudaram-se para o Brasil, e residiram em Minas Gerais.

Em 1768, Francisco e Anna foram padrinhos de batismo de seu neto Joaquim, filho de Brás e Luciana.

Foi pai de pelo menos uma filha:

1.1. Luciana Clara de Sousa Santa Rosa, casada em 1757, em São João Del Rey, MG, com o português Sargento-mor Brás Alves Antunes, filho de Simão Alves e de Anna Antunes.

[-] Fontes e comentários

  1. Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira. Os Alves Antunes de São João Del Rey.

Joanna Maria (mãe de Luciana Clara de Souza Santa Rosa acima)

Nascimento: ~ 1710
Origem: Lisboa, Portugal

Nasceu por volta de 1710, na freguesia de São Nicolau, em Lisboa, Portugal.

Casou-se com Francisco Xavier de Sousa.

Foi mãe de pelo menos uma filha, citada acima.


CASAL SIMÃO ALVES E ANNA ANTUNES

(pais do Sargento Brás Alves Antunes e bisavós de Sancha ursula Alves de Souza)

Simão Alves

Nascimento: ~ 1675
Origem: Vila Chã, Portugal

Nasceu por volta de 1675, provavelmente em São João Batista de Vila Chã, no concelho de Ponte da Barca, em Portugal.

Filho de João Alves e de Martha Alves.

Aos dezasete de maio de mil sete centos e tres, casamento de SIMÃO ALVES, filho legitimo de João Alves e sua mulher Marta Alves, do lugar do Loureiro da Freguesia de São João Batista de Vila Chã, com ANNA FERNANDES, filha legitima de Antonio Antunes e sua mulher Anna Fernandes, do lugar do Casal desta freguesia, estando presentes as testemunhas Francisco Leitão, do Casal, Miguel Antão do Couto e Alexandre Rodrigues.

[Transcrição do registro de casamento de Simão e Anna – Projeto Compartilhar]

Casou-se em 17 de Maio de 1703, Vila Nova de Muía, com Anna Antunes, filha de Antonio Antunes e de Anna Fernandes.

Foi pai de três filhos e três filhas:

1.1. Maria, nascida em 1704, em Vila Nova de Muía (batizada em 9 de Março de 1704).

1.2. Manoel, nascido em 1707, em Vila Nova de Muía (batizado em 9 de Janeiro de 1707).

1.3. Theresa, nascida em 1710, em Vila Nova de Muía (batizada em 26 de Maio de 1710).

1.4. Antonia, nascida em 1713, em Vila Nova de Muía (batizada em 12 de Março de 1713).

1.5. Sargento-mor Brás Alves Antunes, nascido em 3 de Fevereiro de 1716, em Vila Nova da Muía. Casou-se em 20 de Junho de 1757, em São João Del Rey, MG, com Luciana Clara de Sousa Santa Rosa, filha dos portugueses Francisco Xavier de Sousa e Joanna Maria.

1.6. Gregório José Alves, nascido em 12 de Março de 1719, em Vila Nova da Muía. Casou-se em 29 de Outubro de 1760, na Igreja Matriz de São João Del Rey, MG, com Catharina do Espírito Santo (Catharina de Jesus), nascida na Ilha do Faial, no Arquipélago dos Açores, filha de Diogo Garcia e Júlia Maria da Caridade.

Gregório, como seu irmão Brás, foi povoador do sul de Minas

[-] Fontes e comentários

  1. Site da Internet do Projeto Compartilhar (Bartyra Sette e Regina Junqueira e Moacyr Villela), citando como fonte o livro misto de Vila Nova de Muía (1676 – 1697), pág. 4-verso, e o livro misto de Vila Nova de Muía (1694 – 1713), pág. 83-verso.
  2. Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira. Os Alves Antunes de São João Del Rey.

Anna Antunes

Nascimento: 30-Mai-1677
Origem: Vila Chã, Portugal

Nasceu em 1677, em São João Batista de Vila Chã, no concelho de Ponte da Barca, em Portugal (batizada em 30 de Maio de 1677).

Também chamada de Anna Fernandes.

Aos trinta de maio de mil seiscentos e setenta e sete, batismo de ANNA, filha de Antonio Antunes e sua mulher Anna Fernandes, do lugar do Casal, foram padrinhos João Gonçalves, da Quintela de Baixo, e comadre Anna Leitoa, mulher de Amador Antão.

[Transcrição do registro de batismo de Anna – Projeto Compartilhar]

Filha de Antonio Antunes e de Anna Fernandes.

Aos dezasete de maio de mil sete centos e tres, casamento de SIMÃO ALVES, filho legitimo de João Alves e sua mulher Marta Alves, do lugar do Loureiro da Freguesia de São João Batista de Vila Chã, com ANNA FERNANDES, filha legitima de Antonio Antunes e sua mulher Anna Fernandes, do lugar do Casal desta freguesia, estando presentes as testemunhas Francisco Leitão, do Casal, Miguel Antão do Couto e Alexandre Rodrigues.

[Transcrição do registro de casamento de Simão e Anna – Projeto Compartilhar]

Casou-se em 17 de Maio de 1703, Vila Nova de Muía, com Simão Alves, filho de João Alves e de Martha Alves.

Foi mãe de três filhos e três filhas, citados acima.

[-] Fontes e comentários

  1. Arquivo Distrital de Braga. Livro de Batismos de São Paio de Fão (1628 – 1666), pág. 64-verso (66).
  2. Arquivo Distrital de Braga. Livro de Matrimônios de São Paio de Fão (1601 – 1675), pág. 36 (70).
  3. Site de Genealogia de Luís Felipe Moraes Rossetto (não cita suas fontes).

Obs: No registro de casamento de Antonio Rodrigues Fam e Maria Antonia, a data está como 21 de Junho de 1661. Porém, o livro segue a ordem cronológica, e este registro está entre o de 24 de Maio de 1664 e o de 22 de Junho de 1664. Suponho, portanto, que o pároco que transcreveu o registro tenha se equivocado ao escrever o ano como 1661.

Antonio Antunes (pai de Ana Antunes acima)

Nascimento: ~ 1640
Origem: Vila Nova de Muía, Portugal

Nasceu por volta de 1640, provavelmente em Vila Nova de Muía, no concelho de Ponte da Barca, em Portugal.

Aos treze de janeiro de mil seiscentos e sessenta e quatro, Estevão de Barros, cura desta freguesia, recebi em matrimonio a ANTONIO ANTUNES, do Couto, com ANNA FERNANDES, do Casal. Testemunha Padre Domingos Rodrigues.

[Transcrição do registro de casamento de Antonio e Anna – Projeto Compartilhar]

Casou-se em 13 de Janeiro de 1664, em Vila Nova de Muía, com Anna Fernandes.

Aos vinte e seis de setembro de mil setecentos e nove, faleceu com todos os sacramentos ANTONIO ANTUNES, do lugar do Casal. Fez testamento por escrito. Tomou por gastos de sua alma doze mil reis. Ficou por seu testamenteiro seu genro Simão Alves. Se lhe fez um oficio com nove padres e foi sepultado na matriz.

[Transcrição do registro de óbito de Antonio Antunes – Projeto Compartilhar]

Antonio faleceu em 26 de Setembro de 1709, em Vila Nova de Muía.

Foi pai de um filho e cinco filhas:

1.1.  Manoela, nascida em 1665, em Vila Nova de Muía (batizada em 25 de Novembro de 1665).

1.2.  Luís Antunes do Couto, nascido em 1668, em Vila Nova de Muía (batizado em 23 de Dezembro de 1668). Casou-se em 20 de Abril de 1697, em Vila Nova de Muía, com Maria Rodrigues, filha de Alexandre Rodrigues e de Páschoa Gomes.

1.3.  Maria, nascida em 1672, em Vila Nova de Muía (batizada em 25 de Outubro de 1672).

1.4.  Suzana, nascida em 1674, em Vila Nova de Muía (batizada em 11 de Outubro de 1674).

1.5.  Anna Antunes, nascida em 1677, em Vila Nova de Muía (batizada em 30 de Maio de 1677). Casou-se em 17 de Maio de 1703, em Vila Nova de Muía, com Simão Alves, filho de João Alves e de Martha Alves.

1.6. Domingas, nascida em 1680, em Vila Nova de Muía (batizada em 5 de Fevereiro de 1680).

[-] Fontes e comentários

  1. Site da Internet do Projeto Compartilhar (Moacyr Villela), citando como fonte o livro misto de Vila Nova de Muía (1651 – 1679), pág. 86, e o livro misto de Vila Nova de Muía (1694 – 1713), pág. 123-verso e 133.

Anna Fernandes (mãe de Anna Antunes acima)

Nascimento: ~ 1645
Origem: Vila Nova de Muía, Portugal

Nasceu por volta de 1645, provavelmente em Vila Nova de Muía, no concelho de Ponte da Barca, em Portugal.

Aos treze de janeiro de mil seiscentos e sessenta e quatro, Estevão de Barros, cura desta freguesia, recebi em matrimonio a ANTONIO ANTUNES, do Couto, com ANNA FERNANDES, do Casal. Testemunha Padre Domingos Rodrigues.

[Transcrição do registro de casamento de Antonio e Anna – Projeto Compartilhar]

Casou-se em 13 de Janeiro de 1664, em Vila Nova de Muía, com Antonio Antunes.

Foi mãe de um filho e cinco filhas, citados acima.

Aos treze de dezembro de mil setecentos e doze, faleceu ANNA FERNANDES, viuva, do lugar do Casal, com todos os sacramentos. Ficaram testamenteiros Simão Alves, Luis Antunes, do Couto, e João Simões, seus genros e filhos, e foi sepultada dentro desta matriz e se fez officio com oito padres de missa.

[Transcrição do registro de óbito de Anna Fernandes – Projeto Compartilhar]

Anna faleceu em 13 de Dezembro de 1712, em Vila Nova de Muía.

João Alves (pai de Simão Alves acima)

Nascimento: ~ 1650
Origem: Vila Chã, Portugal

Nasceu por volta de 1650, provavelmente em São João Batista de Vila Chã, no concelho de Ponte da Barca, em Portugal.

Casou-se com Martha Alves.

Foi pai de pelo menos um filho:

1.1. Simão Alves, casado em 17 de Maio de 1703, em Vila Nova de Muía, com Anna Antunes, filha de Antonio Antunes e de Anna Fernandes.

[-] Fontes e comentários

  1. Site da Internet do Projeto Compartilhar (Moacyr Villela).

Martha Alves (mãe de Simão Alves acima)

Nascimento: ~ 1655
Origem: Vila Chã, Portugal

Nasceu por volta de 1655, provavelmente em São João Batista de Vila Chã, no concelho de Ponte da Barca, em Portugal.

Casou-se com João Alves.

Foi mãe de pelo menos um filho, citado acima.


CASAL DOUTOR DOMINGOS JOSÉ DE SOUZA E GERTRUDES CAETANA SOARES DE JESUS

(pais Maria Caetana Hermelinda de Souza e avós maternos de Sancha ursula Alves de Souza)

Doutor Domingos José de Sousa

Nascimento: 02-Mai-1748
Origem: São Tiago do Codal, Portugal

Nasceu em 2 de Maio de 1748, na freguesia de São Tiago do Codal (atual Codal), no concelho de Vale de Cambra, no distrito de Aveiro, em Portugal (batizado em 12 de Maio de 1748).

Bat Dr Domingos Jose de Souza 2 May 1748 avo de Sancha Ursula em Cordal Aveiro

Aos doze dias do mes de Maio de mil e sete centos e quarenta e oito annos, eu o Pe Bernardo de Campos Borges, Comissro do Sto Offo e Prior desta Igra de S. Tiago do Codal, Bispado de Coimbra, baptizei DOMINGOS, filho legitimo de Manoel de Souza e de sua molher Josepha João, do lugar do Serrado desta frega, neto paterno de Francisco Rodrigues e de Mariana de Souza, soltra, desta frega, e neto materno de Domingos João e de sua molher Dominguas João, do lugar de Lourizella, frega da Va do Couto de Esteves, Bispado de Vizeu, forão padrinhos Domingos Alvres da Sylva, soltro, e madrinha Maria Alvra, filha de Domingos Francisco, desta frega, e tocou por ella seu pai Domingos Francisco por procurassão, forão testenhas Domingos Jorges e Anto Tavares e outras mais pessoas q estavão prezentes, e nasseo a dois do dto mes, e por verde fiz este assento q assinei hoie dia mes e anno ut supra.

Filho de Manoel de Sousa (Rodrigues) e de Josefa João.

Aos dois dias do mes de Dezembro de mil e sete centos e secenta e nove annos, se receberão em face de Igra na forma do Sagrado Conco Tr. Const. e pastorais deste Bispado, o Dr. DOMINGOS JOZE DE SOUZA, filho lego de Mel de Souza e de Josepha João, da Ladra, desta frega, com GERTRUDES CAETANA SOARES DE JESUS, fa lega de Frenando Pinhero e de Antonia Soares, de Fundo da Aldeia, desta frega, forão ttas Dos Alvares da Sylva e Mel Joze , todos desta frega, e por verde fiz este assento q assignoe anno ut supra.

Casou-se em 2 de Dezembro de 1769, em São Tiago do Codal, com Gertrudes Caetana Soares de Jesus, filha de Fernando Pinheiro e de Antonia Maria Soares.

Foi pai de quatro filhas:

1.1. Maria Caetana Hermelinda de Sousa, casada em 20 de Setembro de 1787, em São João Del Rey, MG, com o Tenente João Alves Antunes, nascido em 15 de Dezembro de 1763, em São João Del Rey, filho dos portugueses Sargento-mor Brás Alves Antunes e Luciana Clara de Sousa Santa Rosa. Após a morte de Maria Caetana, João casou-se pela segunda vez, com sua prima, Sancha Maria Felizarda da Motta, nascida em São José, filha do Capitão Antonio Vital Rifarte e de Antonia Maria do Sacramento. João faleceu em 19 de Fevereiro de 1827.

1.2. Gertrudes Querubina de Sousa Soares, casada antes de 1791 com o português João Varella da Fonseca e Cunha, filho de Miguel João da Fonseca e de Inês Violante da Cunha [citados em 1.4.].

João foi professor de Latim.

1.3. Ana Felizarda de Sousa, casada em 11 de Maio de 1800 com o Doutor José Gonçalves Gomes, filho de João Gonçalves Gomes e de Francisca Escholástica de Santa Theresa.

1.4. Delfina Pocidônia de Sousa Soares, casada em 8 de Fevereiro de 1808 com o português João Varella da Fonseca e Cunha, viúvo de Gertrudes Querubina de Sousa Soares, e filho de Miguel João da Fonseca e Inês Violante da Cunha [citados em 1.3.].

[-] Fontes e comentários

  1. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Batismos de São Tiago do Codal, Vale de Cambra (1744 – 1789), pág. 12, 12-verso (13, 14).
  2. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Matrimônios de Codal, Vale de Cambra (1730 – 1820), pág. 30-verso (30).
  3. Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira. Os Alves Antunes de São João Del Rey.
  4. Projeto Compartilhar. Bartyra Sette. João Gonçalves Gomes.
  5. Site da Internet sobre a Família Camargo.

Gertrudes Caetana Soares de Jesus

(mãe de Maria Caetana Hermelinda de Souza e avó materna de Sancha Úrsula de Aves de Souza)

Nascimento: ~ 1743
Origem: São Tiago do Codal, Portugal

Nasceu por volta de 1743, na freguesia de São Tiago do Codal (atual Codal), no concelho de Vale de Cambra, no distrito de Aveiro, Portugal.

Filha de Fernando Pinheiro e de Antonia Maria Soares.

Aos dois dias do mes de Dezembro de mil e sete centos e secenta e nove annos, se receberão em face de Igra na forma do Sagrado Conco Tr. Const. e pastorais deste Bispado, o Dr. DOMINGOS JOZE DE SOUZA, filho lego de Mel de Souza e de Josepha João, da Ladra, desta frega, com GERTRUDES CAETANA SOARES DE JESUS, fa lega de Frenando Pinhero e de Antonia Soares, de Fundo da Aldeia, desta frega, forão ttas Dos Alvares da Sylva e Mel Joze , todos desta frega, e por verde fiz este assento q assignoe anno ut supra.

Casou-se em 2 de Dezembro de 1769, em São Tiago do Codal, com o Doutor Domingos José de Sousa, nascido em 2 de Maio de 1748, em São Tiago do Codal, filho de Manoel de Sousa (Rodrigues) e de Josefa João.

Foi mãe de quatro filhas, citadas acima.


CASAL MANOEL DE SOUZA (RODRIGUES) E JOSEFA JOÃO

(pais de Doutor Domingos José de Souza, e bisavós de Sancha ursula Alves de Souza)

Manoel de Sousa (Rodrigues)

Nascimento: 23-Out-1720
Origem: São Tiago do Codal, Portugal

Nasceu em 1720, na freguesia de São Tiago do Codal (atual Codal), no concelho de Vale de Cambra, no distrito de Aveiro, em Portugal (batizado em 23 de Outubro de 1720).

Bat Manoel de Sousa Rodrigues 1720 Codal Aveiro bisavo de Sancha Ursula

Aos vinte e tres dias do mes de outubro de mil e sete sentos e vinte annos, nesta minha Igra de S. Tiago do Codal, eu o Prior Manoel Quaresma Almeida, fis os exorcismos a MANOEL, filho de Mariana, solteira, desta minha frega, moradora no Souto, forão padrinhos João Soares Mendes, filho de Manoel Soares, do Fundo da Aldea, Speranca, filha de Manoel Roiz, dos Negrais, o qual foi baptizado por necesisida pello Ldo Manoel de Azevedo aos vinte e tres do mes de outubro, e lhe fis os exorcismos aos vinte e sete do dito mes, para na verdade era ut supra.

Filho natural de Francisco Rodrigues (Sousa) e de Marianna de Sousa.

Cas Manoel de Souza Rodrigues com Josefa Joao bisas da Sancha Ursula

Aos vinte e sinco dias do mes de setembro de mil e sete centos e quarenta e dois annos, se receberão em minha prezença na forma do Sagrado Conssilio Tridentino e Const. deste Bispado, e por huma licença q me aprezentou do Mto R. Dr. Provizor deste Bispado de Coimbra, MANOEL DE SOUZA, do lugar de Souto desta frega de S. Thiago do Codal deste Bispado, filho de Francisco Rodrigues, desta frega, e de Mariana de Souza, soltra, desta mesma frega, com JOZEPHA JOÃO, do lugar de Louricalla, frega do Couto de Esteves, Bispado de Vizeu, filha de Domingos Joam e de sua molher Domingas João, do mesmo lugar e frega, forão testas Manoel Rodrigues e Francisco de Oliveira e o Ldo […] de Almeida e Sylva, todos desta frega, e por verde fis este assento q assigno hoie dia mes e anno ut supra.

Casou-se em 25 de Setembro de 1742, em São Tiago do Codal, com Josefa João, nascida em Couto de Esteves, filha de Domingos João (Manoel) e de Domingas João.

Foi pai de cinco filhos e sete filhas:

1.1. Maria, nascida em 1744, em São Tiago do Codal (batizada em 2 de Agosto de 1744).

1.2. Theresa, nascida em 1746, em São Tiago do Codal (batizada em 9 de Janeiro de 1746).

1.3. Lourença, nascida em 1747, em São Tiago do Codal (batizada em 18 de Março de 1747).

1.4. Doutor Domingos José de Sousa, nascido em 2 de Maio de 1748, em São Tiago do Codal (batizado em 12 de Maio de 1748). Casou-se em 2 de Dezembro de 1769, em São Tiago do Codal, com Gertrudes Caetana Soares de Jesus, filha de Fernando Pinheiro e de Antonia Maria Soares.

1.5. Antonio, nascido em 25 de Novembro de 1749, em São Tiago do Codal (batizado em 25 de Novembro de 1749).

1.6. Theresa, nascida em 10 de Março de 1751, em São Tiago do Codal (batizada em 23 de Março de 1751).

1.7. Josefa, nascida em 1752, em São Tiago do Codal (batizada em 24 de Dezembro de 1752).

1.8. Isabel, nascida em 1754, em São Tiago do Codal (batizada em 1º de Dezembro de 1754).

1.9. João, nascido em 25 de Junho de 1756, em São Tiago do Codal (batizado em 29 de Junho de 1756).

1.10. Rita, nascida em 8 de Abril de 1758, em São Tiago do Codal (batizada em 16 de Abril de 1758).

1.11. Paulino, nascido em 1º de Outubro de 1759, em São Tiago do Codal (batizado em 7 de Outubro de 1759).

1.12. Manoel, nascido em 20 de Dezembro de 1761, em São Tiago do Codal (batizado em 12 de Dezembro de 1761).

[-] Fontes e comentários

  1. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Batismos de São Tiago do Codal, Vale de Cambra (1687 – 1731), pág. 67-verso (70).
  2. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Matrimônios de São Tiago do Codal, Vale de Cambra (1730 – 1820), pág. 13, 13-verso (12, 13).

Josefa João

Nascimento: ~ 1720
Origem: Couto de Esteves, Portugal

Nasceu por volta de 1720, na freguesia de Couto de Esteves, no concelho de Sever do Vouga, no distrito de Aveiro, em Portugal.

Filha de Domingos João (Manoel) e de Domingas João.

Aos vinte e sinco dias do mes de setembro de mil e sete centos e quarenta e dois annos, se receberão em minha prezença na forma do Sagrado Conssilio Tridentino e Const. deste Bispado, e por huma licença q me aprezentou do Mto R. Dr. Provizor deste Bispado de Coimbra, MANOEL DE SOUZA, do lugar de Souto desta frega de S. Thiago do Codal deste Bispado, filho de Francisco Rodrigues, desta frega, e de Mariana de Souza, soltra, desta mesma frega, com JOZEPHA JOÃO, do lugar de Louricalla, frega do Couto de Esteves, Bispado de Vizeu, filha de Domingos Joam e de sua molher Domingas João, do mesmo lugar e frega, forão testas Manoel Rodrigues e Francisco de Oliveira e o Ldo […] de Almeida e Sylva, todos desta frega, e por verde fis este assento q assigno hoie dia mes e anno ut supra.

Casou-se em 25 de Setembro de 1742, em São Tiago do Codal, com Manoel de Sousa (Rodrigues), filho natural de Francisco Rodrigues (Sousa) e de Marianna de Sousa.

Foi mãe de cinco filhos e sete filhas, citados acima.

Francisco Rodrigues (Sousa) – (pai natural de Manoel de Souza acima)

Nascimento: ~ 1685
Origem: São Tiago do Codal, Portugal

Nasceu por volta de 1685, na freguesia de São Tiago do Codal (atual Codal), no concelho de Vale de Cambra, no distrito de Aveiro, em Portugal.

Francisco não se casou, mas teve um filho natural com Marianna de Sousa.

Foi pai de pelo menos dois filhos:

1.1. Manoel de Sousa (Rodrigues), nascido em 1720, em São Tiago de Codal (batizado em 23 de Outubro de 1720).. Casou-se em 29 de Setembro de 1742, em São Tiago do Codal, com Josefa João, nascida em Couto de Esteves, filha de Domingos João (Manoel) e de Domingas João.

1.2. Francisco, nascido em 1725, em São Tiago do Codal (batizado em 4 de Dezembro de 1725). Francisco foi crismado em 1741, em São Tiago do Codal. Francisco teve uma filha natural com Antonia […].

[-] Fontes e comentários

  1. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Matrimônios de Codal, Vale de Cambra (1730 – 1820), pág. 13, 13-verso (12, 13).

Marianna de Sousa (mãe de Manoel de Souza acima)

Nascimento: ~ 1690
Origem: São Tiago do Codal, Portugal

Nasceu por volta de 1690, na freguesia de São Tiago do Codal (atual Codal), no concelho de Vale de Cambra, no distrito de Aveiro, em Portugal.

Marianna não se casou, mas teve um filho natural com Francisco Rodrigues (Sousa).

Foi mãe de pelo menos dois filhos, citados acima.

Domingos João (Manoel) (pais de Joseja João e tetravós de Sancha Ursula Alves de Souza)

Nascimento: 15-Dez-1680
Origem: Couto de Esteves, Portugal

Nasceu em 1680, na freguesia de Couto de Esteves, no concelho de Sever do Vouga, no distrito de Aveiro, em Portugal (batizado em 15 de Dezembro de 1680).

Bat Domingos Joao Manoel tretaavo de Sancha Ursula 1680 Aveiro

Em os quinze dias do mês de Dezembro de mil e seis sentos e oitenta @ baptizou o Rdo Pe Joam Soares do Couto a DOMINGOS, fo de Joam Manoel, de Parada, e de sua mer Ma Jorge, foram padrinhos Joam Tavares, de Lourizello, e Catarina, soltra, fa de Dos Tavares, do Loureiro, em fee do q eu o Pe Cura Luis de Sampayo fis e asinei este termo, dia mes era ut supra.

Filho de João Manoel e de Maria Jorge (Manoel).

Cas Domingo Joao Manoel e Domingas Joao tretavos de Sancha Ursula 1708 Aveiro

Aos vinte tres dias do mes de Junho de mil e sete centos e outo annos, nesta Igra do Coutto de Esteve, na minha prezença e das testemunhas abaixo nomiadas, se reçebeo DOMINGOS JOÃO, filho de Joam Mel e de sua mer Maria Jorge, do lugar de Parada, desta frega, com DOMINGAS JOÃO, fa de Mel João e de sua mer Catharina Mel, ia defuncta, do lugar de Lourizella, e se receberam na forma do Sagrado Comssil. Trid. e Const. deste Bispdo, testas q prezentes estavam Joam Tavares, da margim da va, Domingos Frz, de Parada, Franco Jorge, Po Roiz, Po Henriques, todos do mesmo lugar, e outro mais povo, e por verde fiz este termo este termo q assignei, era ut supra.

Casou-se em 23 de Junho de 1708, em Couto de Esteves, com Domingas João, filha de Manoel João e de Catharina Manoel.

Foi pai de pelo menos uma filha:

1.1. Josefa João, nascida em Couto de Esteves. Casou-se em 29 de Setembro de 1742, em São Tiago do Codal, com Manoel de Sousa (Rodrigues), filho natural de Francisco Rodrigues (Sousa) e de Marianna de Sousa.

[-] Fontes e comentários

  1. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Batismos de Couto de Esteves, Sever do Vouga (1668 – 1780), pág. 32-verso (37).
  2. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Batismos de Couto de Esteves, Sever do Vouga (1668 – 1780), pág. 36 (40).
  3. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Matrimônios de Couto de Esteves, Sever do Vouga (1705 – 1781), pág. (7, 7-verso).

João Manoel (pai de Domingos João acima, e Tetravo de Sancha Ursula Alves de Souza)

Nascimento: ~ 1655
Origem: Couto de Esteves, Portugal

Nasceu por volta de 1655, na freguesia de Couto de Esteves, no concelho de Sever do Vouga, no distrito de Aveiro, em Portugal.

Casou-se com Maria Jorge (Manoel).

Foi pai de cinco filhos e sete filhas:

1.1. Catharina, nascida em 1677, em Couto de Esteves (batizada em 29 de Abril de 1677).

1.2. Serafina, nascida em 1678, em Couto de Esteves (batizada em 22 de Maio de 1678).

1.3. Domingos João (Manoel), nascido 1680, em Couto de Esteves (batizado em 15 de Dezembro de 1680). Casou-se em 23 de Junho de 1708, em Couto de Esteves, com Domingas João, filha de Manoel João e de Catharina Manoel.

1.4. Isabel Manoel, casada em 14 de Outubro de 1709, em Couto de Esteves, com Manoel Henriques, filho de Domingos Henriques e de Maria João.

1.5. Catharina, nascida em 1683, em Couto de Esteves (batizada em 29 de Março de 1683).

1.6. João, nascido em 1685, em Couto de Esteves (batizado em 19 de Fevereiro de 1685).

1.7. Jorge, nascido em 1687, em Couto de Esteves (batizado em 11 de Março de 1687).

1.8. Francisca, nascida em 1689, em Couto de Esteves (batizada em 20 de Fevereiro de 1689).

1.9. Antonio, nascido em 1691, em Couto de Esteves (batizado em 5 de Junho de 1691).

1.10. Vicencia, nascido em 1694, em Couto de Esteves (batizado em 18 de Julho de 1694).

1.11. José João, nascido em 1696, em Couto de Esteves (batizado em 18 de Abril de 1696). Casou-se com Catharina Rodrigues, filha de Manoel Rodrigues e de Domingas Rodrigues.

1.12. Antonia, nascida em 1699, em Couto de Esteves (batizado em 24 de Novembro de 1699).

[-] Fontes e comentários

  1. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Batismos de Couto de Esteves, Sever do Vouga (1668 – 1780), pág. 32-verso (37).
  2. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Matrimônios de Couto de Esteves, Sever do Vouga (1705 – 1781), pág. (7, 7-verso).

Maria Jorge (Manoel) (mãe de Domingos João acima, e tetravó de Sancha Ursula Alves de Souza)

Nascimento: ~ 1658
Origem: Couto de Esteves, Portugal

Nasceu por volta de 1658, na freguesia de Couto de Esteves, no concelho de Sever do Vouga, no distrito de Aveiro, em Portugal.

Casou-se com João Manoel.

Foi mãe de cinco filhos e sete filhas, citados acima.

Domingas João (mãe de Josefa João, e Tetravó de Sancha Ursula Alves de Souza)

Nascimento: 01-Out-1681
Origem: Couto de Esteves, Portugal

Nasceu em 1681, na freguesia de Couto de Esteves, no concelho de Sever do Vouga, no distrito de Aveiro, em Portugal (batizada em 1º de Outubro de 1681).

Bat Domingas Joao 1681 tetravo de Sancha ursula Alves de Souza

No primeiro de outubro do Anno de mil e seis sentos e oitenta e hum, baptizou o Pe Joam Soares, da frega de Roge, Bpdo de Coimbra, aqui morador, a DOMINGAS, fa de Manoel Joam e de sua mer Catarina Mel, mores no lugar de Lourisella. Foram padrinhos Joam Frz, do Couto de Baixo, seu irmão, e Das Joam, mer de Mel Tavares, mor no ditto lugar de Lourisella. E por verdade, eu o Pe Cura Luis de Sampayo Vidal, fis e asinei este termo, dia mes era ut supra.

Filha de Manoel João e de Catharina Manoel.

Aos vinte tres dias do mes de Junho de mil e sete centos e outo annos, nesta Igra do Coutto de Esteve, na minha prezença e das testemunhas abaixo nomiadas, se reçebeo DOMINGOS JOÃO, filho de Joam Mel e de sua mer Maria Jorge, do lugar de Parada, desta frega, com DOMINGAS JOÃO, fa de Mel João e de sua mer Catharina Mel, ia defuncta, do lugar de Lourizella, e se receberam na forma do Sagrado Comssil. Trid. e Const. deste Bispdo, testas q prezentes estavam Joam Tavares, da margim da va, Domingos Frz, de Parada, Franco Jorge, Po Roiz, Po Henriques, todos do mesmo lugar, e outro mais povo, e por verde fiz este termo este termo q assignei, era ut supra.

Casou-se em 23 de Junho de 1708, em Couto de Esteves, com Domingos João (Manoel), filho de João Manoel e de Maria Jorge (Manoel).

Foi mãe de pelo menos uma filha, citada acima.

Manoel João (pai de Domingos João, e Tetravô de Sancha Ursula Alves de Souza)

Nascimento: 19-Nov-1650
Origem: Couto de Esteves, Portugal

Nasceu em 1650, na freguesia de Couto de Esteves, no concelho de Sever do Vouga, no distrito de Aveiro, em Portugal (batizado em 19 de Novembro de 1650).

Bat Manoel joao 1650 Aveiro quadravo de Sancha Ursula Alves de Souza

Aos dezanove dias do mes de Novembro de seis centos e sincoenta annos, baptizei eu o Pe Anto Dias, Cura da Igra de S. Estevão do Couto d’Esteves, a MEL, fo de João Frz e de sua mer, do lugar da Lourizella, forão padrinhos Mel Coutinho, fo de Anto Coutinho, do Couto de Baixo.

Filho de João Fernandes (Marques) e de Domingas Marques (Fernandes).

Cas Manoel Joao e Catharina Manoel 1674 Aveiro quadravos de Sancha Ursula

[Em os dezaoito dias do mes de Abril do Anno de mil e seis sentos e setenta e quatro …]

E logo recebeo mais o d. Rdo Vigro, MANOEL JOÃO, filho de João Frz e de sua mer Das Marques, mores no lugar de Lourezilla, com CATARINA MEL, filha de Mel Des e de sua mer Barbara Mel, ja defunctos, do lugar do Couto de Baixo, tudo na forma asima, do que forão testas Mel Tavares, Anto, fo de Das Ribro, Ma Frco, Martim Pra, Mel Gil, todos do lugar do Couto de Baixo, e Agostinho Frz e Mel Tavares, do lugar de Lourizella, e João Frz […] desta Villa, em fee do q eu Pe Luis de Sampayo Vidal, Cura que de pzente sou desta Igra de Sto Estevão da Villa do Couto de Esteve, fis este termo q assinei, dia mes era ut supra.

Casou-se em 18 de Abril de 1674, em Couto de Esteves, com Catharina Manoel, filha de Manoel Domingues (Fernandes) e de Bárbara Manoel (Pires).

Manoel faleceu após 1708.

Foi pai de três filhos e uma filha:

1.1. Manoel, nascido em 1676, em Couto de Esteves (batizado em 3 de Maio de 1676).

1.2. Domingos, nascido em 1677, em Couto de Esteves (batizado em 27 de Abril de 1677).

1.3. Domingas João, nascida em 1681, em Couto de Esteves (batizada em 1º de Outubro de 1681). Casou-se em 23 de Junho de 1708, em Couto de Esteves, com Domingos João (Manoel), filho de João Manoel e de Maria Jorge (Manoel).

1.4. Domingos, nascido em 1683, em Couto de Esteves (batizado em 9 de Junho de 1683).

[-] Fontes e comentários

  1. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Batismos de Couto de Esteves, Sever do Vouga (1633 – 1678), pág. 102-verso (98).
  2. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Matrimônios de Couto de Esteves, Sever do Vouga (1668 – 1780), pág. 98 (103).

João Fernandes (Marques) (pai de Manoel João acima, Pentavô de Sancha Ursula Alves de Souza)

Nascimento: ~ 1615
Origem: Couto de Esteves, Portugal

Nasceu por volta de 1615, na freguesia de Couto de Esteves, no concelho de Sever do Vouga, no distrito de Aveiro, em Portugal.

Casou-se com Domingas Marques (Fernandes), filha de […] e de Helena Marques.

Em 13 de Janeiro de 1642, em Couto de Esteves, faleceu Maria, solteira, tia de João Fernandes.

Obt Joao Fernandes Marques 1615 Aveiro Pentavo de Sancha Ursula

Em os dezaceis dias do mes de Abril do anno de 1664, faleceo JOÃO FRZ, o Lajo, de Lourizella; esta enterrado dentro na Igra; sua mer he obrigada ao bem de sua alma; e por verdade fis este termo q asinei.

João faleceu em 16 de Abril de 1664, em Couto de Esteves.

Foi pai de pelo menos três filhos e uma filha:

1.1. Maria nascida em 1642, em Couto de Esteves (batizada em 9 de Dezembro de 1642).

1.2. João Fernandes, nascido em Couto de Esteves. Casou-se em 18 de Abril de 1674, em Couto de Esteves, com Domingas Manoel, filha de Manoel Domingues (Fernandes) e de Bárbara Manoel (Pires) [citados em 1.2.].

1.3. Manoel João, nascido em Couto de Esteves. Casou-se em 18 de Abril de 1674, em Couto de Esteves, com Catharina Manoel, filha de Manoel Domingues (Fernandes) e de Bárbara Manoel (Pires) [citados em 1.1.]. Manoel faleceu após 1708.

1.4. Domingos, nascido em 1660, em Couto de Esteves (batizado em 30 de Julho de 1660).

[-] Fontes e comentários

  1. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Óbitos de Couto de Esteves (1633 – 1678), pág. 41 (27).
  2. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Matrimônios de Couto de Esteves, Sever do Vouga (1668 – 1780), pág. 98 (103).

Domingas Marques (Fernandes) (mãe de Manoel Joao acima, pentavó de Sancha Ursula Alves de Souza)

Nascimento: ~ 1620
Origem: Couto de Esteves, Portugal

Nasceu por volta de 1620, na freguesia de Couto de Esteves, no concelho de Sever do Vouga, no distrito de Aveiro, em Portugal.

Filha de […] e de Helena Marques.

Casou-se com João Fernandes (Marques).

Foi mãe de pelo menos três filhos e uma filha, citados acima.

Domingas faleceu após 1674.

Helena Marques (mãe de Domingas Marques acima, hexavó de Sancha Ursula Alves de Souza)

Nascimento: ~ 1590
Origem: Couto de Esteves, Portugal

Nasceu por volta de 1590, provavelmente na freguesia de Couto de Esteves, no concelho de Sever do Vouga, no distrito de Aveiro, em Portugal.

Casou-se com […].

Obt Helena Marques Illena sexavo de Sancha Ursula Alves de Souza 1651

Aos vinte e hum dias do mes dee dezbro de 651 annos, faleceo ILLENA MARQUES, va, de Lourizela; esta enterrada no adro desta Igra; seu filho João, digo, seu genro João Frz, o Lajo, he obrigado ao bem fazer de sua alma; e não fes manda; e por verdade fis este termo e assinei dia mes e era ut s.

Helena faleceu em 21 de Dezembro de 1651, em Couto de Esteves.

Foi mãe de pelo menos uma filha:

1.1. Domingas Marques (Fernandes), casada com João Fernandes (Marques). João faleceu em 16 de Abril de 1664, em Couto de Esteves, e Domingas faleceu após 1664.

[-] Fontes e comentários

  1. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Óbitos de Couto de Esteves (1633 – 1678), pág. 33 (19).

Catharina Manoel (mãe de Domingos João, Tetravó de Sancha Ursula Alves de Souza)

Nascimento: ~ 1655
Origem: Couto de Esteves, Portugal

Nasceu por volta de 1655, na freguesia de Couto de Esteves, no concelho de Sever do Vouga, no distrito de Aveiro, em Portugal.

Filha de Manoel Domingues (Fernandes) e de Bárbara Manoel (Pires).

[Em os dezaoito dias do mes de Abril do Anno de mil e seis sentos e setenta e quatro …]

E logo recebeo mais o d. Rdo Vigro, MANOEL JOÃO, filho de João Frz e de sua mer Das Marques, mores no lugar de Lourezilla, com CATARINA MEL, filha de Mel Des e de sua mer Barbara Mel, ja defunctos, do lugar do Couto de Baixo, tudo na forma asima, do que forão testas Mel Tavares, Anto, fo de Das Ribro, Ma Frco, Martim Pra, Mel Gil, todos do lugar do Couto de Baixo, e Agostinho Frz e Mel Tavares, do lugar de Lourizella, e João Frz […] desta Villa, em fee do q eu Pe Luis de Sampayo Vidal, Cura que de pzente sou desta Igra de Sto Estevão da Villa do Couto de Esteve, fis este termo q assinei, dia mes era ut supra.

Casou-se em 18 de Abril de 1674, em Couto de Esteves, com Manoel João, nascido em 1650, em Couto de Esteves, filho de João Fernandes (Marques) e de Domingas Marques (Fernandes).

Foi mãe de três filhos e uma filha, citados acima.

Catharina faleceu antes de 1708.

[+] Fontes e comentários

Manoel Domingues (Fernandes) (pai de Catharina Manoel, pentavô de Sancha Ursula Alves de Souza)

Nascimento: ~ 1610
Origem: Couto de Esteves, Portugal

Nasceu por volta de 1610, na freguesia de Couto de Esteves, no concelho de Sever do Vouga, no distrito de Aveiro, em Portugal.

Filho de Domingos Fernandes (Mendes) e de Beatriz Mendes (Fernandes).

Cas Manoel Domingues e Barbara Manoel 1636 Aveiro - pentavos de Sancha Ursula

Aos vinte e sete dias do mes de ianeiro de seis centos e trinta e seis annos, recebi eu o Pe Anto Dias, Cura nesta frega e igra de Sancto Estevam do Couto, em face de igreia, na forma do Sagrado Concillio Trind. e constituiçois deste bispado, a MANOEL DOMINGES, fo de Dos Frz e de sua mer Beatriz Mendes, do Couto de Baixo, cõ BARBARA MEL, fa de Mel Piz e de sua mer Anna Frz, do lugar e frega de Fraguas, foram recebido ao domingo, prezente a mor parte do povo, forão padrinhos Anto Coutinho e sua mer, do Couto de Baixo, e por verdade fis e assinei este, oie, dia mes e era ut supra.

Casou-se em 27 de Janeiro de 1636, em Couto de Esteves, com Bárbara Manoel (Pires), filha de Manoel Pires (Fernandes) e de Anna Fernandes (Pires).

Obt Manoel Domingues pentavo de Sancha Ursula 1673

Em os vinte e nove dias do mes 9bro do anno de 673, falesceo MANOEL DOMINGUES, do Couto de Baixo; suas filhas são obrigadas ao bem de sua alma; esta enterrado no Adro; dice a missa do corpo pzente, em fe do q fis e assinei este termo, dia mes era ut supra.

Manoel faleceu em 29 de Novembro de 1673, em Couto de Estves.

Foi pai de pelo menos três filhas:

1.1. Maria Domingues, nascida em 1642, em Couto de Esteves (batizada em 31 de Agosto de 1642). Casou-se em 19 de Abril de 1667, em Couto de Esteves, com João Fernandes.

1.2. Domingas Manoel nascida em Couto de Esteves. Casou-se em 18 de Abril de 1674, em Couto de Esteves, com João Fernandes, filho de João Fernandes (Marques) e de Domingas Marques (Fernandes) [citados em 1.2.].

1.3. Catharina Manoel, nascida em Couto de Esteves. Casou-se em 18 de Abril de 1674, em Couto de Esteves, com Manoel João filho de João Fernandes (Marques) e de Domingas Marques (Fernandes) [citados em 1.1.]. Manoel faleceu após 1708.

[-] Fontes e comentários

  1. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Matrimônios de Couto de Esteves, Sever do Vouga (1633 – 1678), pág. 72 (61).
  2. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Óbitos de Couto de Esteves (1633 – 1678), pág. 44-verso (31).
  3. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Óbitos de Couto de Esteves (1633 – 1678), pág. 49-verso (35).

Domingos Fernandes (Mendes) ( pai de Manoel Domingues Fernandes acima, hexavô de Sancha Ursula Alves de Souza)

Nascimento: ~ 1580
Origem: Couto de Esteves, Portugal

Nasceu por volta de 1580, na freguesia de Couto de Esteves, no concelho de Sever do Vouga, no distrito de Aveiro, em Portugal.

Casou-se com Beatriz Mendes (Fernandes).

Foi pai de pelo menos um filho:

1.1. Manoel Domingues (Fernandes), nascido em Couto de Esteves. Casou-se em 27 de Janeiro de 1636, em Couto de Esteves, com Bárbara Manoel (Pires), filha de Manoel Pires (Fernandes) e de Anna Fernandes (Pires). Manoel e Bárbara faleceram antes de 1674.

[-] Fontes e comentários

  1. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Matrimônios de Couto de Esteves, Sever do Vouga (1633 – 1678), pág. 72 (61).

Beatriz Mendes (Fernandes) ( mãe de Manoel Domingues Fernandes, e hexavó de Sancha Ursula Alves de Souza)

Nascimento: ~ 1585
Origem: Couto de Esteves, Portugal

Nasceu por volta de 1585, na freguesia de Couto de Esteves, no concelho de Sever do Vouga, no distrito de Aveiro, em Portugal.

Casou-se com Domingos Fernandes (Mendes).

Foi mãe de pelo menos um filho, citado acima.

Bárbara Manoel (Pires) (mãe de Catharina Manoes, e pentavó de Sancha Ursula Alves de Souza )

Nascimento: ~ 1615
Origem: Couto de Esteves, Portugal

Nasceu por volta de 1615, na freguesia de Couto de Esteves, no concelho de Sever do Vouga, no distrito de Aveiro, em Portugal.

Filha de Manoel Pires (Fernandes) e de Anna Fernandes (Pires).

Aos vinte e sete dias do mes de ianeiro de seis centos e trinta e seis annos, recebi eu o Pe Anto Dias, Cura nesta frega e igra de Sancto Estevam do Couto, em face de igreia, na forma do Sagrado Concillio Trind. e constituiçois deste bispado, a MANOEL DOMINGES, fo de Dos Frz e de sua mer Beatriz Mendes, do Couto de Baixo, cõ BARBARA MEL, fa de Mel Piz e de sua mer Anna Frz, do lugar e frega de Fraguas, foram recebido ao domingo, prezente a mor parte do povo, forão padrinhos Anto Coutinho e sua mer, do Couto de Baixo, e por verdade fis e assinei este, oie, dia mes e era ut supra.

Casou-se em 27 de Janeiro de 1636, em Couto de Esteves, com Manoel Domingues (Fernandes), filho de Domingos Fernandes (Mendes) e de Beatriz Mendes (Fernandes).

Foi mãe de pelo menos três filhas, citadas acima.

Obt Barbara Manoel Pires1669 Aveiro pentavo de Sancha Ursula Alves de Souza

Em o segundo dia do mes de Abril do anno de 1669, faleceo BARBARA MEL, do Couto de Baixo; esta enterrada no Adro; logo lhe dice a missa do corpo prezente; seu marido Mel Domingues he obrigado ao bem da alma; em fee do que fis este termo q assinei, dia mes era ut supra.

Bárbara faleceu em 2 de Abril de 1669, em Couto de Esteves.


ASCENDÊNCIA DE GERTRUDES CAETANA SOARES DE JESUS (avó materna de Sancha Ursula Alves de Souza)

Gertrudes Caetana Soares de Jesus, filha de Fernando Pinheiro e Antonia Maria Soares

Fernando Pinheiro (pai de Gertrudes Caetana Soares de Jesus, e bisavô materno de Sancha Ursula Alves de Souza)

Nascimento: ~ 1695
Origem: Santiago do Codal, Portugal

Nasceu por volta de 1695, na freguesia de São Tiago do Codal (atual Codal), no concelho de Vale de Cambra, no distrito de Aveiro, em Portugal.

Filho de Domingos João (Pinheiro) e de Maria Pinheiro.

Cas Fernando Pinheiro e Antonia Maria Soares 1723 Aveiro bisavos Sancha Ursula

Aos vinte dias do mes de julho de mil e sete sentos e vinte e tres annos, se receberão por marido e mulher em minha prezensa e das testemunhas abaixo nomeadas, nesta minha Igra de São Tiago do Codal, no altar, recebeo ANTA MA SOARES, filha legitima de Manoel Soares de Alexandre e sua mer Appollonia Mel Mendes, moradores em Armental, recebeo por seu marido legitimo FERNANDO PINHEIRO, fo legitimo de Dos Joam e sua mer Ma Pinheira, moradores em S, Martinho, frega de São Pedro de Bella, os quais forão denunciados na forma da Const. deste Bispado, e lhe não sahio impedimento algum, e como manda a Const. […], forão mais testas q presentes estavão o Rdo Pe Dos Fernandes, o Pe Anto da Costa, o Pe Anto Pinheiro, todos da da frega de Bella, de que fis este assento que asinamos era ut supra.

Casou-se em 20 de Julho de 1723, em São Tiago de Codal, com Antonia Maria Soares, filha de Manoel Soares de Alexandre e de Apollonia Manoel Mendes.

Foi pai de pelo menos dois filhos e cinco filhas:

1.1. Maria Soares, casada em 31 de Julho de 1746, em São Tiago do Codal, com Domingos de Pinho, filho de Domingos de Pinho e de Maria Rodrigues.

1.2. Romaria, crismada em 1747, em São Tiago do Codal.

1.3. Fernando, crismado em 1747, em São Tiago do Codal.

1.4. Bibiana, crismada em 1747, em São Tiago do Codal.

1.5. Gertrudes Caetana Soares de Jesus, nascida em São Tiago do Codal. Casou-se em 2 de Dezembro de 1769, em São Tiago do Codal, com o Doutor Domingos José de Sousa, filho de Manoel de Sousa (Rodrigues) e de Josefa João.

1.6. Manoel, nascido em 1745, em São Tiago do Codal (batizado em 24 de Janeiro de 1745).

1.7. Joanna, nascida em 1747, em São Tiago do Codal (batizada em 21 de Maio de 1747).

[-] Fontes e comentários

  1. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Batismos de Codal, Vale de Cambra (1687 – 1731), pág. 24 (27).
  2. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Matrimônios de Codal, Vale de Cambra (1687 – 1731), pág. 57, 57-verso (60, 61).

Domingos João (Pinheiro) (trivavô de Sancha Ursula Alves de Souza)

Nascimento: ~ 1665
Origem: São Pedro de Bela, Portugal

Nasceu por volta de 1665, em São Pedro de Bela, em Portugal.

Casou-se com Maria Pinheiro.

Foi pai de pelo menos um filho:

1.1. Fernando Pinheiro, casado em 20 de Julho de 1723, em São Tiago de Codal, com Antonia Maria Soares, filha de Manoel Soares de Alexandre e de Apollonia Manoel Mendes.

[-] Fontes e comentários

  1. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Matrimônios de Codal, Vale de Cambra (1687 – 1731), pág. 57, 57-verso (60, 61).

Maria Pinheiro ( trisavó de Sancha Ursula Alves de Souza)

Nascimento: ~ 1670
Origem: São Pedro de Bela, Portugal

Nasceu por volta de 1670, em São Pedro de Bela, em Portugal.

Casou-se com Domingos João (Pinheiro).

Foi mãe de pelo menos um filho, citado acima.

Antonia Maria Soares (mãe de Gertrudes Caetana Soares de Jesus, e bisavó de Sancha Ursula Alves de Souza)

Nascimento: 16-Out-1704
Origem: São Tiago do Codal, Portugal

Nasceu em 1704, na freguesia de São Tiago do Codal (atual Codal), no concelho de Vale de Cambra, no distrito de Aveiro, em Portugal (batizada em 16 de Outubro de 1704).

Bat Antonia Maria Soares 1704 Cordal Aveiro - bisavo de Sancha Ursula Alves de Souza

Em os desasseis dias do mes de outubro do anno de 704, baptisei eu o Pe Manoel Pacheco Siqra, a ANTA MARIA, filha de Manoel Soares e de sua mer, do lugar de Fundo de Aldea, de q forão padrinhos o Capitão Manoel Barbosa e Anta Barbosa, filha de João Barbosa Soares, e por assim ser verdade passei esta q assignei, hoie 16 de outubro de 704.

Filha de Manoel Soares de Alexandre e de Apollonia Manoel Mendes.

Aos vinte dias do mes de julho de mil e sete sentos e vinte e tres annos, se receberão por marido e mulher em minha prezensa e das testemunhas abaixo nomeadas, nesta minha Igra de São Tiago do Codal, no altar, recebeo ANTA MA SOARES, filha legitima de Manoel Soares de Alexandre e sua mer Appollonia Mel Mendes, moradores em Armental, recebeo por seu marido legitimo FERNANDO PINHEIRO, fo legitimo de Dos Joam e sua mer Ma Pinheira, moradores em S, Martinho, frega de São Pedro de Bella, os quais forão denunciados na forma da Const. deste Bispado, e lhe não sahio impedimento algum, e como manda a Const. […], forão mais testas q presentes estavão o Rdo Pe Dos Fernandes, o Pe Anto da Costa, o Pe Anto Pinheiro, todos da da frega de Bella, de que fis este assento que asinamos era ut supra.

Casou-se em 20 de Julho de 1723, em São Tiago de Codal, com Fernando Pinheiro, filho de Domingos João (Pinheiro) e de Maria Pinheiro.

Foi mãe de pelo menos dois filhos e cinco filhas, citados acima.

Manoel Soares de Alexandre (pai de Antonia Maria Soares, e trisavô de Sancha Ursula Alves de Souza)

Nascimento: ~ 1675
Origem: São Tiago do Codal, Portugal

Nasceu por volta de 1675, na freguesia de São Tiago do Codal (atual Codal), no concelho de Vale de Cambra, no distrito de Aveiro, em Portugal.

Cas Manoel Soares de Alexandre e Apollonia Manoel Mendes 1701 trisavos Sancha Ursula

Em os doze dias do mes de Setembro de mil e sete sentos e hum, se receberão em minha presenssa MANOEL SOARES com POLLONIA MANOEL MENDES, de q forão testemonhos Silvestre Soares, João Manoel, Domingos de Alexandre , Domingos Rois, Luiz da Siqra, e por assim passar a verdade passei este q assignei, hoie 12 de Setembro de 701 @.

Casou-se em 12 de Setembro de 1701, em São Tiago de Codal, com Apollonia Manoel Mendes.

Foi pai de três filhos e quatro filhas:

1.1. João, nascido em 1702, em São Tiago de Codal (batizada em 26 de Junho de 1702).

1.2. Antonia Maria Soares, nascida em 1704, em São Tiago de Codal (batizada em 16 de Outubro de 1704). Casou-se em 20 de Julho de 1723, em São Tiago de Codal, com Fernando Pinheiro, filho de Domingos João (Pinheiro) e de Maria Pinheiro.

1.3. Antonio, nascido em 1706, em São Tiago de Codal (batizada em 14 de Novembro de 1706).

1.4. Marianna, nascida em 1708, em São Tiago de Codal (batizada em 27 de Janeiro de 1709).

1.5. Antonia, nascida em 1709, em São Tiago de Codal (batizada em 12 de Junho de 1709).

1.6. Brígida, nascida em 1711, em São Tiago de Codal (batizada em 17 de Setembro de 1711).

1.7. José, nascido em 1714, em São Tiago de Codal (batizado em 21 de Março de 1714).

[-] Fontes e comentários

  1. Arquivo Distrital de Aveiro. Livro de Matrimônios de Codal, Vale de Cambra (1687 – 1731), pág. 46 (49).

Apollonia Manoel Mendes (mãe de Antonia Maria Soares, e trisavó de Sancha Ursula Alves de Souza)

Nascimento: ~ 1680
Origem: São Tiago do Codal, Portugal

Nasceu por volta de 1680, na freguesia de São Tiago do Codal (atual Codal), no concelho de Vale de Cambra, no distrito de Aveiro, em Portugal.

Em os doze dias do mes de Setembro de mil e sete sentos e hum, se receberão em minha presenssa MANOEL SOARES com POLLONIA MANOEL MENDES, de q forão testemonhos Silvestre Soares, João Manoel, Domingos de Alexandre , Domingos Rois, Luiz da Siqra, e por assim passar a verdade passei este q assignei, hoie 12 de Setembro de 701 @.

Casou-se em 12 de Setembro de 1701, em São Tiago de Codal, com Manoel Soares de Alexandre.

Foi mãe de três filhos e quatro filhas, citados acima.


DOC 7 – INVENTÁRIO DO TENENTE JOÃO LOURENÇO RIBEIRO DE BRITO ( marido de Sancha Ursula Alves de Souza)

O Tenente João Lourenço Ribeiro Brito, filho de Lourenço Ribeiro Brito e de Quitéria Correa de Almenida

João Lourenço Ribeiro Brito, batizado em 09-04-1753. Aos 01-06-1808 casou com Sancha Úrsula Alves de Souza, filha do Tenente João Alves Antunes e Maria Caetana Hermelinda de Souza. Família “Os Alves Antunes”.

Matriz N. Sra do Pilar de S. João del Rei e capelas filiadas, cap. S. Miguel do Cajuru aos 09-04-1753 João, f.l. Lourenço Ribeiro de Brito e Quiteria Correa de Almeida, padr.: Jeronimo Ribeiro de Castro e Francisca Almeida, casada.

João faleceu aos 20-11-1828:

RMJ: SJDR – Óbitos, Matriz – Aos 20-11-1828 faleceu o tenente João Lourenço Ribeiro de Brito, casado, foi encomendado e acompanhado por oito sacerdotes. Sepultado dentro da matriz..

Tenente João foi inventariado em 07-01-1835 pela viúva que na ocasião já não se lembrava mais da data do óbito do marido. Deixou onze filhos, inventário abaixo (ver também DOC 3 e DOC 4)

PROJETO COMPARTILHAR

Coordenação: Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira

www.projetocompartilhar.org

Família “Ribeiro de Brito”, neste site.


JOÃO LOURENÇO RIBEIRO DE BRITO
, tenente

Inventário

Museu Regional de São João del Rei

Tipo de Documento: Inventário

Ano: 1835

Caixa: C-05

Inventariado: Tenente João Lourenço Ribeiro de Brito

Inventariante: Sanxa Úrsula Alves de Souza

Local: Vila de São João del Rei

Transcrito por: Edriana Aparecida Nolasco a pedido de Regina Junqueira

fls. 01

Inventário dos bens do falecido Tenente João Lourenço Ribeiro Brito de que é inventariante sua mulher Dona Sanxa Úrsula Alves de Souza

Data: 07-01-1835

Local: Vila de São João del Rei

fls. 02v. Declaração

Declarou a inventariante que o inventariado seu marido havia falecido sem Testamento, mas que não se lembrava o dia mês e ano que falecera (…).

fls. 03 – Filhos

01- Dona Maria Quitéria, de idade de vinte e cinco anos mais ou menos.

02- João Lourenço Ribeiro Brito, casado

03- Dona Gertrudes Felizarda, casada com Antonio Ignacio de Azevedo

04- Antonio Alves Ribeiro Brito, solteiro de idade de dezoito anos mais ou menos.

05- Dona Ana Joaquina Rosa, solteira, de idade de dezessete anos mais ou menos (depois casada com Antonio Vieira da Cunha).

06- José Lourenço Ribeiro, de idade de quinze anos.

07- Dona Senhorinha Bárbara de Souza, solteira, de idade de quatorze anos.

08- Joaquim Ribeiro Brito, solteiro, de idade de doze anos mais ou menos.

09- Manoel Ribeiro Brito, de idade de dez anos pouco mais ou menos.

10- Bernardo Ribeiro Brito, de idade de oito anos pouco mais ou menos.

11- Ignacio Ribeiro Brito, de idade de seis anos pouco mais ou menos.

Bens de Raiz:

  • um quintal na Rua da Prata desta vila, com uma meia água coberta de telha, por detrás do Passo, tudo coberto com muros de adobos  300$000
  • terras minerais  500$000

Diz Dona Sancha Úrsula Alz de Sz.ª, viúva do T.e João Lourenço Ribr.º Brito que no inventário feito por falecimento deste se mandou proceder as Partilhas e como as herdeiras Dona Maria Quitéria, Dona Ana Joaquina e Ant.º Alves Ribr.º Brito todos se acham morando na Aplicação do Arraial do Patrocínio pertencente a vila do Araxá (…).

Monte Mor  1:407$850

Diz José Lourenço Ribeiro, homem branco, solteiro, filho legítimo do falecido João Lourenço Ribeiro Brito e de D. Sancha úrsula Alves de Souza, que tendo completado a idade maior de vinte e um anos (…).

Aos dezoito dias do mês de Janeiro de mil oitocentos e vinte nesta Matriz de Nossa Senhora do Pilar de São João del Rei o Reverendo Coadjutor Alexandre Joaquim do Amaral batizou e pôs os santos óleos a José, filho legítimo do Tenente João Lourenço Ribeiro Brito e sua mulher Dona Sancha Úrsula Alves de Souza. Foram padrinhos o mesmo Reverendo batizante e D. Francisca Maria Esperança de Mendonça por procuração que apresentou o Padre Sacristão Manoel Ferreira, todos desta freguesia (…).

Diz Joaquim Alves de Souza Soares, filho legítimo do Tenente João Lourenço Ribr.º Brito e D. Sancha úrsula Alves de Souza que mostra-se achar com a idade maior de vinte e cinco anos (…).

Aos vinte e cinco de Abril de mil oitocentos e vinte e quatro nesta matriz de São João del Rei batizou e pôs os santos óleos a Joaquim, filho legítimo do Tenente João Lourenço Ribeiro Brito e Dona Sancha úrsula Alves de Souza. Foram padrinhos João Gonçalves Gomes e Dona Ana Felizarda de Souza, todos desta freguesia (…).

Diz Manoel Lourenço Ribeiro Brito, filho legítimo do Tenente João Lourenço Ribeiro Brito e D. Sancha Úrsula Alves de Souza, que mostra estar com mais de vinte e três anos (…).

Aos dezoito de Fevereiro de mil oitocentos e vinte e seis nesta Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar da Vila de São João del Rei, o Reverendo Coadjutor Francisco Antonio da Costa batizou solenemente e pôs os santos óleos a Manoel, filho legítimo do Tenente João Lourenço de Brito e Dona Sancha Úrsula Alves de Souza. Foram padrinhos Antonio Pereira da Costa e D. Ignez Carlota, esta viúva e aquele casado, todos desta freguesia (…).

Diz Dona Senhorinha Bárbara de Souza Soares, filha legítima do Tenente João Lourenço Ribeiro que tendo chegado a idade maior de vinte e seis anos (…).

Consta-me que Dona Senhorinha Bárbara Soares de Souza fora batizada nesta matriz há vinte e seis anos pouco mais ou menos e que é filha legítima do Tenente João Lourenço Ribeiro de Brito e D. Sancha Úrsula Alves de Souza, tendo sido seus padrinhos o Doutor José Gonçalves Gomes e Dona Senhorinha Bárbara Soares de Souza, todos desta freguesia (…).

Diz Bernardo Lourenço Ribeiro Brito filho legítimo do falecido Tenente João Lourenço Ribeiro de Brito que mostra achar-se com mais de vinte e dois anos (…).

Consta-me por pessoas fidedignas que Bernardo Lourenço Ribeiro Brito é filho legítimo de João Lourenço Ribeiro de Brito e Dona Sancha úrsula Alves de Souza, já falecidos, e que fora batizado nesta matriz pelo Reverendo Coadjutor Joaquim José de Souza Lira há vinte e dois anos pouco mais ou menos, tendo sido seus padrinhos Bernardo Xavier da Silva Ferrão e sua mulher Dona Francisca Erlina de Ávila Lobo Leite então moradores nesta freguesia (…).

1- Maria Quitéria

2- João Lourenço Ribeiro Brito

3- Gertrudes Felizarda

4- Antonio Alves Ribeiro Brito

5- Ana Joaquina Rosa

6- José Lourenço Ribeiro

7- Senhorinha Bárbara de Souza

8- Joaquim Ribeiro Brito,

9- Manoel Ribeiro Brito

10- Bernardo Ribeiro Brito

11- Ignacio Ribeiro Brito



  • Outros Censos e inventários de membros da Familia Souza Soares de Sao Joao Del Rei, Minas Gerais encontrados até agora, (28/4/2021) embora não definido se haja parentenco com Maria de Souza Soares.

1) Guarda Mor Bartolomeu de Souza Soares – falescido em 7 de maio de 1823 em Fazenda da Boa Vista da Aplicação da Lage do Termo da Vila de São José, Minas e Comarca do Rio das Mortes em casas do falecido Guarda Mor Bartolomeu de Souza Soares. natural da Vila de São João del Rei, filho legítimo de Marcos de Souza Magalhães e de sua mulher Dona Mariana de Almeida e Silva, ambos já falecidos. Fonte – http://www.projetocompartilhar.org/DocsMgAF/bartolomeudesouzasoares1823.htm

2) Juliana de Souza Soares – data do inventário 22 de dezembro de 1791, (data da morte 28) viúva que foi do falecido Antonio Moreira Ribeiro de quem foi Inventariante seu Testamenteiro Marcos de Souza Magalhães. Local: Paragem chamada o Mundo Vira da Capela de São Gonçalo da Freguesia e Termo da Vila de São João del Rei, Minas e Comarca do Rio das Mortes, em casas de morada da falecida Dona Juliana de Souza Soares. Filhos 01- Antonio Moreira de Souza, de idade de dezesseis anos. e 02- Dona Mariana Moreira de Souza, de idade de treze anos.

Fonte – http://www.projetocompartilhar.org/DocsMgGL/julianadesouzasoares1791.htm

Com a preciosa ajuda do primo Robson Guimarães, pude fazer uma pesquisa no Senso de 1831 de Minas Gerais e achei a seguinte familia abaixo que poderia corresponder aos pais do Major Antonio Alves de Souza Soares e da minha ancestral Maria Alves de Souza.  A data do Major coincide, 15 anos em 1831. Porem os nomes dos outros filhos parecem muito vagos, e nao se repetem entre os descendentes da familia, entao talves nao seja a mesma familia, precisamos cruzar com outros documentos mais para comprovar. A composição desta familia em 1831 em São João Del Rei era Casal Antonio Alves de Souza (56) e Felicia(38), com 10 filhos na seguinte de nascença – Anna (18), Antonio (16), Mecias (14), Jose (11), Maria (9), Marianna (7), Aleixo (6), Manuel (4), Joaquim (3) e Francisco (2).

Relatorio referente ao domicílio de ANTONIO ALVES DE SOUZA
Lista nominativa
Data: 30/10/1831  
Distrito: S. João BatistaCategoria Eclesiástica: Filial – capela curadaTopônimo Atual: Morro do Ferro
Categoria Administrativa: Distrito de pazFreguesia: Freguesia de S. JoséCategoria Administrativa: Distrito
Termo: São José del Rei Município Pertecente: Oliveira
Comarca: Comarca do Rio das Mortes  
“Q. = Quarteirão”, “F. = Fogo”, “Nº. = Número”
0551Antonio Alves de Souza56brancoCasadoS/ inf.lavrador
  2Felicia38brancoCasadoS/ inf.fiadeira
  3Antonio16brancoSolteiroS/ inf.roceiro
  4Joze11brancoS/ inf.S/ inf. 
  5Aleixo6brancoS/ inf.S/ inf. 
  6Manoel4brancoS/ inf.S/ inf. 
  7Joaquim3brancoS/ inf.S/ inf. 
  8Francisco2brancoS/ inf.S/ inf. 
  9Anna18brancoSolteiroS/ inf.costureira
  10Mecias14brancoSolteiroS/ inf.roceiro
  11Maria9brancoS/ inf.S/ inf. 
  12Marianna7brancoS/ inf.S/ inf. 
  13Jacinto70criouloViúvoescravoroceiro
  14Miguel30africano/pretoCasadoescravoroceiro
  15Joze30africano/pretoSolteiroescravoroceiro
  16Jeronimo20africano/pretoSolteiroescravoroceiro
  17Joaquim20africano/pretoSolteiroescravoroceiro
  18Francisco6criouloS/ inf.escravo 
  19Thome3criouloS/ inf.escravo 
  20Antonia25africano/pretoCasadoescravofiadeira
  21Joanna40africano/pretoSolteiroescravofiadeira
  22Hevio16criouloSolteiroescravofiadeira
  23Germana8criouloS/ inf.escravo 
Censo de Minas Gerais 1831 Busca por Antonio Alves de Souza e Felicia
Censo de Minas Gerais 1831 Familia de Antonio Alves de Souza e Felicia contendo filhos Major Antonio Alves de Souza Soares e Maria Alves de Souza

DOC 8 – RECORTES DE JONAIS SOBRE O MAJOR ANTÔNIO ALVES DE SOUZA SOARES

  • 17/7/1866 – Nomeação do Major Antônio Alves de Souza ao cargo de 3o suplente de Juiz municial e de órfaos de Bagagem – Parnaíba – Jornal Diário de Minas.
Art 1866 Nomeação do Major Antônio Alves de Souza ao cargo de 3o suplente de Juiz municial e de órfaos de Bagagem - Parnaíba - Jornal Diário de Minas

  • 29/9/1866 – O Major Antônio Alves de Souza Soares é demitido do cargo de delegado de Patrocínio pelo vice-presidente da provincia – Jornal Diário de Minas.
Art 19Set1866 major Antonio Alves de Souza Soares demitido do cargo de delegado de patrocinio pelo vice-presidente da provincia

  • 7/10/1866 – Comentário do jornal congratulando a polícia que conseguiu prender o assassino que o Major Antônio Alves de Souza Soares tinha deixado fugir da cadeia.
Art 7Oct1866 Major Antonio Alves de Souza Soares prisao do Africano Francisco fugido da cadeia - Diario de Minas

  • 6/2/1867 – Ação contra juiz Joao Nunes Ramalho, adversário do Major Antônio Alves de Souza Soares e ofício sobre a demissão do próprio Major Antônio Alves de Souza Soares do cargo de delegado de Patrocínio. – Jornal Diário de Minas.
Art 6Feb1867 acao contra juiz Joao Nunes Ramalho e oficio sobre a demissao do Major Antonio Alves de Souza Soares

  • 7/4/1867 – A Pedido, o Major Antônio Alves de Souza Soares, se defende publicamento no Jornal Diário de Minas.
Art 7 Apr 1867 a Pedido o Major Antonio Alves de Souza Soares faz sua defesa no jornal

  • 10/4/1867 – Comentário do jornal sobre a segunda demissão do Major Antônio Alves de Souza Soares do Cargo de delegado de Patrocínio deixando fugir da cadeia vários criminais homicidas. – Diário de Minas.
art 10Abr1867 Diario de Minas A - Jornal rebate defesa do Major Antonio Alves de Souza Soares

art 10Abr1867 Diario de Minas B - Jornal rebate defesa do Major Antonio Alves de Souza Soares

  • 27/8/1868 – Introdução da polêmica judicial envolvendo o Dr. João Nunes Ramalho (juiz municipal de órfãos de Patrocínio) contra o  Major Antônio Alves de Souza Soares e outros – Jornal Constitucional, Ouro Preto, Minas Gerais. Edição 00103. (continua).

Segundo graves denúncias do Dr. João Nunes Ramalho (juiz municipal de órfãos de Patrocínio), as autoridades locais de Patrocínio, encabeçadas pelo poderoso e abastardo Major Antônio Alves de Souza Soares e seus compadres, incluindo o delegado Tenente Coronel Matheus José da Silva (chamado pelo acusador de analfabeto e postiço cunhado do major) – estariam se colocando acima da lei, abusando de seu poder, agindo criminosamente, acobertando homicídios, corrupção, estupros dentro da cadeia, eles mesmo mandando matar adversários – e criando uma verdadeira situação de conflito armado,  colocando 60 homens para guerrear contra as autoridades que tinham mandato de prisão contra eles – e mesmo assim sairam impunes graças ao Predidente da Província Costa Machado de Souza, que os protegia em troca de votos. Ou seja, o típico sistema de coronelismo dos sertões mineiros, não diferentes dos nordestinos.

Art 27Ago1868 Constitucional A polemica judicial envolvendo o Major Antonio Alves de Souza Soares e outros

Art 27Ago1868 Constitucional B polemica judicial envolvendo o Major Antonio Alves de Souza Soares e outros

Art 27Ago1868 Constitucional C polemica judicial envolvendo o Major Antonio Alves de Souza Soares e outros

  • 5/9/1868 – Polêmica judicial envolvendo o Dr. João Nunes Ramalho (juiz municipal de órfãos de Patrocínio) contra o  Major Antonio Alves de Souza Soares e outros – Jornal Constitucional, Ouro Preto, Minas Gerais. Edição 00104(continua).
At 5Sep1868 Constitucional A polemica judicial envolvendo o Major Antonio Alves de Souza Soares e outros

At 5Sep1868 Constitucional B polemica judicial envolvendo o Major Antonio Alves de Souza Soares e outros

At 5Sep1868 Constitucional C polemica judicial envolvendo o Major Antonio Alves de Souza Soares e outros

  • 12/9/1868 – Continuação – Polêmica judicial envolvendo o Dr. João Nunes Ramalho (juiz municipal de órfãos de Patrocínio) contra o  Major Antonio Alves de Souza Soares e outros – Jornal Constitucional, Ouro Preto, Minas Gerais. Edição 00105. (fim).
Art 12Sep1868 Constitucional A polemica judicial envolvendo o Major Antonio Alves de Souza Soares e outros

Art 12Sep1868 Constitucional B polemica judicial envolvendo o Major Antonio Alves de Souza Soares e outros

Art 12Sep1868 Constitucional C polemica judicial envolvendo o Major Antonio Alves de Souza Soares e outros

Art 12Sep1868 Constitucional D polemica judicial envolvendo o Major Antonio Alves de Souza Soares e outros

  • 22/4/1869 – Nota sobre o filho do Major, também chamado Antônio Alves de Souza Soares, atuando também como delegado de Patrocínio.
Art 22Apr1869 filho do Major, também chamado Antônio Alves de Souza Soares também delegado de Patrocínio

  • 25/2/1882 – Denúncia do Curador Geral dos órfaos e promotor de capela e resíduos de Patrocínio feita ao chefe de polícia sobre tratamento violento recebido pelo Major Antônio Alves de Souza Soares e outros. Investigação para ser levada ao Ministério da Justiça. – Notícia de Jornal Liberal Mineiro de Ouro Preto-MG.

FAMÍLIAS TEIXEIRA ALVARES

( MELLO ALVARES, RORIZ, FRANÇA, ARAUJO MELLO, ARAUJO LEITE, ROCHA, SOUZA AMBAR)

& AFFONSECA E SILVA

(CIRILLA BARBOSA, COSTA BRAGA, LOUREIRO, GONÇALVES, SILVA, MELO, DIAS, LOPES, TOME, FERNANDES, FERREIRA)

(Pelo lado da bisa Mariquinha – mãe de Geraldo e de meu avô Ascelino Teixeira Mendes)

MARIA TEIXEIRA ALVARES ( AFFONSECA E SILVA)

cc GETULIO MENDES

Mariquinha, Maria Teixeira Alvares  (Affonseca e Silva), esposa de Getúlio Mendes e mãe de Geraldo e Ascelino Teixeira Mendes, nasceu em 23 de janeiro de 1894 em Araguari, Minas Gerais e faleceu em 28 de outubro de 1973 em Pindamonhangaba, São Paulo, Brasil, data da Primeira Comunhão de sua neta Maria de Lourdes Areias Mendes. Tia Maria se lembra bem desse dia que deveria ter sido um dia feliz, mas que a morte da avó abalou. Tia Maria conta que Mariquinha ficava furiosa com ela por ficar brincando só de shortinho e descalça, toda suja no quintal, feito moleque (afinal tinha quatro irmãos mais velhos, todos homens) e no final do dia, as 5 da tarde quando achava que era hora de criança dormir, cruelmente, puxava Tia Maria pelos seus cabelos bem longos e lhe arrastava para o banheiro para ir tomar banho.

Mariquinha era filha de Raphael de Affonseca e Silva e de Josephina Teixeira Alvares, e irmã de Dolores, Joel (Joelita) e Augusta. Foi seguramente uma mulher forte e valente, que andava a cavalo e segurando em chifre de boi e foi dona garimpo em Cristalina, Goiás e de casa de produtos agrícolas em Campinas. Corajosa também em aturar a vida toda as infidelidades do marido mulherengo e jogador de cartas, que perdia fortunas com mulheres e cassino. Tanto os Affonseca e Silva, quanto os Teixeira Alvares, famílias abastardas do sertão mineiro e goiano – que fizeram fortuna em exporação de minas de ouro e pedras preciosas, criação de gado e comércio, compondo a casta política, religiosa e militar da região. Mariquinha tinha minas de garimpo em Cristalina-GO e era prima direta de Pedro Ludovico Teixeira, governador de Goiás, ambos netos do Padre João Teixeira Alvares, vigário de Santa Luzia (Luziana-GO), nascido em Ouro Fino-GO, que como a maioria dos padres católicos do seu tempo, deixou descendente. O Padre João Teixeira Alvares, filhode José Teixeira Alvares e Thereza da Silva França e neto paterno de Antônio Teixeira Alvares e Clara Maria de Jesus, e neto materno de João da Silva Teixeira Braga e Quitéria Dias de França. O Padre João Teixeira Alvares, engravidou uma moça chamada Maria Thereza de Jesus (Roriz), filha de Thereza Maria de Jesus – que pertenciam a família Roriz, logo prováveis descendentes de Gabriel Fernandes Roriz que foi casado com Joanna Telles de Mendonça, embora não esteja claro se essa descendência venha de dentro ou fora do seu casamento. O filho do padre João Teixeira Alvares com Maria Thereza Roriz, chamado José Benedicto Teixeira Alvares, por sua vez se casa com Maria Clara de Araujo Rocha, filha de José Joaquim de Araujo Leite e de Maria da Rocha ( ambos descritos como pardos). há indícios no livro Genealogia Luziania de Gelmores Reis que levam a crer que José Joaquim de Araujo Leite também fosse filho de um outro padre sacerdote chamado Antonio Joaquim de Araujo Mello (Leite), provavelmente com uma mulher de ascendência negra ou indígina. O Padre Antônio Joaquim de Araujo Mello (Leite), filho de Manoel Joaquim de Araujo Leite e Maria de Mello Alvares, sendo neto materno de Lázaro de Mello Alvares e Thereza Maria de Jesus.

O primo José Aluísio Botelho, grande pesquisador e historiador da região, em seu livro Os Botelhos de Paracatu: Percursos de uma Linhagem nos Sertões de Minas, nos da um panorama interessante do qual comum eram padres não respeitarem o celibato da igreja católica deixando descendentes em suas paróquias: ” […] um padre típico do sertão mineiro: fazendeiro abastardo, político influente e mulherengo, como quase todos os padres de seu tempo.” (p.76). Como minha bisa Mariquinha (Maria Teixeira Alvares) nasceu em 1894 em Araquari-MG, mas tinha minas de garimpo em Cristalina-GO, ela deve ter sido contemporânea de Caetano Botelho (Tatão Botelho), pai do primo José Aluísio Botelho, que como ele conta em seu livro, nasceu em Paracatu-MG em 1911 e foi um tradicional fazendeiro da micro-região entre Paracatu e Unái em Minas Gerais e Cristalina, em Goiás – também parte da velha oligarquia rural mineira da região de Araxá, ainda jovem adotou Cristalina para criar suas raízes, e lá viveu por quarenta anos, onde casou na igreja matriz de São Sebastião da Cristalina Velha em 1950. Na década de 1940, no auge da Segunda Guerra Mundial, quando Cristalina apresentava uma expansão na produção de cristal-rocha, bem como um surto significativo de crescimento e desenvolvimento. Faleceu aos 70 anos em Brasília-DF em 17/9/1981.

Certidão de Nascimento do meu avô Ascelino Teixeira Mendes

(filho de Getúlio Mendes & Maria Teixeira Alvares – Mariquinha)

Onde consta os nomes de seus pais e avós. João Mendes de Miranda e Maria de Souza Soares (pais de Getúlio Mendes), e Raphael de Affonseca e Silva e Josephina Teixeira Alvares (pais de Maria Teixeira – Mariquinha)

Certidão de casamento de Getulio Mendes e Maria Teixeira Alvares (Affonseca e Silva)

( Pais de Geraldo e Ascelino Teixeira Mendes)

19/7/1914 – Sacramento-MG

PDF Cas Getulio Mendes e Maria Teixeira Alvares em Sacramento

Cas Getulio Mendes e Maria Teixeira Alvares em Sacramento
Mariquinha – Maria Teirxeira Alvares
Mariquinha – Maria Teixeira descontraidamente em Goiás.
Mariquinha – Maria Teixeira descontraidamente em Goiás.
Mariquinha – Maria Teixeira andando a cavalo, a direita, em Goiás.
Mariquinha – Maria Teixeira andando a cavalo, a direita, em Goiás.
Mariquinha – Maria Teixeira (a direita ao fundo pilotando o barco) em Goias.
Mariquinha – Maria Teixeira segurando o chapéu com duas mulheres ao lado. Foto no seu garimpo em Cristalina, Goías. Nesse local atualmente é o Distrito Federal e a cidade de Brasília, afirma o Primo Tadeu. O Município de Cristalina atual fica a 68km sul-leste de Luziânia ( antiga Santa Luzia, onde seu bisavô João Teixeira Alvares foi Vigário). Luziânia é meio caminho do município de Cristalina para Brasília.
Mariquinha, Maria Teixeira, já avó em Itumbiara, Goiás. Itumbiara é a cidade onde seu marido Getulio Mendes foi interventor além de contador, ou seja uma espécie de prefeito.
Mariquinha – Maria Teixeira (a direita ao fundo) na Cachoeira Dourada em Itumbiara, Goiás.
Mariquinha – Maria Teixeira a direita segurando neto Tadeu ( Benedito Tadeu César Mendes), com sua nora Beni a direita e o filho Geraldo Teixeira Mendes segurando a filha Regina ao centro, em Colina.
Mariquinha – Maria Teixeira em Campinas
A esquerda, Mariquinha – Maria Teixeira, com seu filho Geraldo Teixeira Mendes ao centro e familiares, quando seu marido Getúlio Mendes já havia falecido. Foto em Campinas. Descreve o Primo Tadeu – Na ordem, da esquerda para a direita, Vó Mariquinha, um amigo de meu irmão Paulo, minha irmã Regina, minha mãe BENI, Geraldo, meu irmo Paulo, a irmã de minha mãe (Teca) e Jose Francisco filho de Ligia, uma outra irmã de minha mãe.
A esquerda, Mariquinha – Maria Teixeira, com seu filho Geraldo Teixeira Mendes ao centro e familiares, quando seu marido Getúlio Mendes já havia falecido. Foto em Campinas.
Mariquinha – Maria Teixeira em Campinas
Uma das últimas fotos de Mariquinha (Maria Teixeira) com a família completa de seu filho Geraldo Teixeira Mendes (irmão do meu avô Ascelino Teixeira Mendes. Da esquerda para direita – Paulo, Regina, Beni, Geraldo, Mariquinha e Tadeu ( primo Benedito Tadeu César Mendes, que nos presenteou todas as fotos relacionadas ao seu pai e nossos ancestrais em comum, o casal Getúlio Mendes e Mariquinha – Maria Teixeira ( descendente dos Teixeira Alvares e dos Afonseca e Silva). Super Obrigada querido Primo Tadeu!
As irmãs Rosa Gomes Areias, Laura Gomes Areias (Lola) e Jacintha Gomes Areias com Maria Teixeira Mendes (sogra da minha avó Lola).

FAMÍLIA AFFONSECA E SILVA

(De São Mamede de Valongo, Porto, Portugal para Paracatu, Minas Gerais, Brasil)

Pesquisado por José Aluísio Botelho, César de Affonseca e Silva, Josi Baggio e Juliana Areias.

Certidão de nascimento da Maria Teixeira Alvares (Maria da Fonseca Silva / Affonseca e Silva)

23/1/1894 – Araguari-MG – fonte

RAFAEL AFONSECA E SILVA –  pai de Maria Teixeira Alvares

CAPITÃO FRANCISCO AFONSECA E SILVA (Menhô) – pai de Rafael Afonseca e Silva

Os avanços dessa pesquisa acontecem graças ao trabalho primoroso, dedicado e generoso do primo querido José Aluísio Botelho, que disponibiliza todas as suas descobertas no seu excelente website A raposa da Chapada – Genealogia Paracatuense. Eternamente grata querido primo Aluísio por todos esses tesouros!

Raphael de Affonseca e Silva, pai de Mariquinha (Maria Teixeira) nasceu em cerca 1865 em Paracatu, Minas Gerais, era filho de Francisco de Affonseca e Silva (Capitão Menhô), nascido em Paracatu, Minas Gerais em 4 de agosto de 1814, que teve ao todo 20 filhos, sendo Raphael um dos caçulas dos 17 filhos que teve com sua sobrinha e esposa Balbosa Barbosa de Affonseca e Silva (filha de seu irmão Antonio de Affonseca e Silva e Laureana Cirilla Barbosa, supostamente descendente de índios Araxas) (leia sobre os Araxas) e mais 3 filhos registrados com três de suas escravas. O Capitão Menhô e seu irmão Antonio, ambos filhos de João de Affonseca e Silva, português de São Mamede de Valongo no Porto, que junto com outros membros de sua família fizeram fortuna nas minas de Paracatu em Minas Gerais.

Certidão de Óbito de Raphael de Affonseca e Silva

Nascimento de Francisco de Affonseca e Silva ( Menho)

(Imagem presenteada pelo querido primo José Aluísio Botelho)

A melhor fonte de pesquisa sobre a Genealogia de Paracatu é o website A RAPOSA DA CHAPADA – GENEALOGIA PARACATUENSE realizado pelo meu querido primo, José Aluísio Botelho, também descendente dos Affonseca e Silva que tem feito um trabalho genealógico bem apurado e belíssimo sobre a genealogia de Paracatu como um todo, revendo, corrigindo, aprimorando estudos antigos além de se dedicar a tantos estudos novos. Por exemplo encontrou vários erros no trabalho genealógico deixado pelo próprio Capitão Menhô, impresso pelo Instituto Genealógico de Minas filiado ao Instituto Genealógico Brasileiro. Uma cópia dessa revista que me foi presenteada pelo querido primo César de Afonseca e Silva Neto em 2005. Segue abaixo as páginas relevantes dessa revista citando a linha direta entre João Affonseca e Silva e meu avô Ascelino Teixeira Mendes

Revista Genealógica Brasileira Ano VIII número 15/16, 1947, elaborada por Francisco de Afonseca e Silva (Menhô) e atualizada por Olímpio Gonzaga (com severas restrições feitas pelo primo e pesquisador José Aluísio Botelho.) – Livreto completo / Transcrição revisada.

Revisão sobre os Affonseca e Silva feita pelo primo e pesquisador José Aluísio Botelho em seu website A Raposa da Chapada – Genealogia Paracatuense

OS AFFONSECA E SILVA

DE PARACATU E ARAXÁ EM MINAS GERAIS, BRASIL

ASCENDÊNCIA E DESCENDÊNCIA

Ascendência começando no casal Antônio Tomé & Maria Antônia

naturais de São Mamede de Valongo, Porto, Portugal

Transcrição e diagramação produzidas por Juliana Areias (Juliana Vasconcellos Mendes) em 2015 www.tinosgen.com ,  apartir das seguintes publicacões:

  1. Revista Genealógica Brasileira Ano VIII , número 15/16, 1947, elaborado por Francisco de Affonseca Silva – conhecido como Capitão Menhô , (tetravô de Juliana Areias ), atualizado por Olímpio Gonzaga com retificações.  Fotocópia do livreto presenteado pelo primo César de Afonseca e Silva Neto ( neto do escritor e historiador Sebastião d’Affonseca e Silva e também trisneto do Capitão Menhô).

Introdução feita por Francisco de Afonseca e Silva (Menhô)

Três irmãos portugueses  – Manuel, João e José de Afonseca e Silva, vieram para o Brasil, entre 1780 e 1790 e fizeram fortuna na mineração de Paracatu, onde sempre residiram os dois últimos. Seguem os três os quais ignoramos os nomes dos pais.

  • Sobre a Origem das Famílias Afonseca e Silva, páginas 5 e 6 de O Trem da História, número 29, de dezembro de 1999, boletim informativo do setor de pesquisa e publicações da Fundação Cultural Calmon.
  • Descoberta da ascendência portuguesa, com atualizações, verificações,  ressalvas e correções feitas pelo primo pesquisador, historiador e autor José Aluísio Botelho em A Raposa da Chapada, seu website de Genealogia de Paracatu, link visitado em 2015 ・ www.araposadachapada.blogspot.com 

Introdução feita por José Aluísio Botelho

Os portugueses, originários da freguesia de São Mamede da cidade de Valongo, Bispado do Porto – Manuel, Domingos, José (?) e João de Afonseca e Silva*, parentes próximos, imigraram para o Brasil por volta de 1772 e se estabeleceram no arraial de São Luiz e Santana das Minas do Paracatu em Minas Gerais, aonde fizeram fortuna na mineração do ouro e deixaram numerosa descendência. 
Nota: Em um documento de Aplica
ção Sacerdotal do padre Eustáquio José de Carvalho, datado de 1796, Manoel e Domingos da Afonseca e Silva foram arrolados como testemunhas no processo, onde Manoel declara ser solteiro e ter 40 anos pouco mais, pouco menos, enquanto Domingos declara ser branco, casado, morador no arraial há 24 anos, de idade de 45 anos, ambos naturais de São Mamede de Valongo, Bispado do Porto.

*N obtivemos provas documentais para comprovao do grau de parentesco entre eles.
O tronco ascendente e descendente de Domingos de Afonseca e Silva
o que transcreveremos a seguir: https://araposadachapada.blogspot.com/2006/10/genealogia-paracatuense-i-affonseca-e.html

MODO DE LER E ENTENDER A DIAGRAMAÇÃO

DESCENDANT BOOK NUMBERING EXAMPLE

The following example shows the most common numbering conventions which can appear in the Descendant Book. Your Descendant Book may print some or all of these numbers and symbols depending upon which report options you select.

 ————— Example Only —————

1. John3 Smith6 [17] (Robert2, Scott1) Born 17 Feb 1849 in New York, NY, Died 3 Jan 19307. He married 30 Jun 1870 Mary Jones, Daughter of Albert and Samantha Wiggins.

Their children were:

+    2          i           Bobby4 [43]

      3          ii          Susan4 [44], Born 25 Dec 1871.

_________________________

6Smith Family Bible, p. 2

7U.S. Social Security Death Index

Explanation:

John3                     John Smith is a third generation ancestor (3).

Smith6                   Citation6 Referring to source of information.

[17]                        P (PIN)

Died 3 Jan 19307 Referring to source of information7 Referring to source of information for this event.

(Robert2, Scott1)      )Lineage: John is son of Robert. Robert is son of Scott.

+    2          i           Bobby4 [43]

                              Bobby had issue (+). His paragraph number is two (2), he is the first (i) child in the family, and of the fourth (4) Generation  Bobby’s PIN number is [43].

 ————— Example Only —————

Descendants of

Antonio Tome and Maria Antonia (—)

1. AntonioTome, born abt. 1600 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal. He married Maria Antonia (—), born abt. 1600 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal.

      Children of Antonio Tome and Maria Antonia (—) were as follows:

+    2          i           ManoelTome.

Generation 2

2. ManoelTome (Antonio1), born 30/06/1633 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal. He married in 5 Ocotber 1651 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal Maria Antonia (—), born 23/09/1635 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal, daughter of Domingos Antonio (—) and Maria Manoel (—).

      Children of Manoel Tome and Maria Antonia (—) were as follows:

+    3          i           Manoelde Afonseca.

Generation 3

3. Manoelde Afonseca (Manoel2 Tome, Antonio1), born 19/03/1653 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal; died 25/05/1725 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal. He married on 11/07/1672 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal Luzia Manoel (—), born 03/05/1651 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal; died 23/04/1723, daughter of Damiao Manoel (—) and Catarina Andre (—).

      Children of Manoel de Afonseca and Luzia Manoel (—) were as follows:

+    4          i           Joaode Afonseca.

Generation 4

4. Joaode Afonseca (Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 22/04/1687 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal; died 02/November. He married Catarina Goncalves (—), born abt. 1680 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal, daughter of Manoel Goncalves and Maria Joao (—).

      Children of Joao de Afonseca and Catarina Goncalves (—) were as follows:

      5          i           CatarinaGoncalves, born abt. 1710.

+    6          ii          Antoniode Afonseca ( pai de Domingos e Manuel que emigraram para Paracatu -MG, Brasil. Pai, avo ou tio de Joao, que tambem emigrou ao Brasil).

Generation 5

6. Antoniode Afonseca ( pai de Domingos e Manuel que emigraram para Paracatu -MG, Brasil. Pai, avo ou tio de Joao, que tambem emigrou ao Brasil) (Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 01/01/1712 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal; died 28/11/1756. He married Josefa da Silva Loureiro (—), born 21/07/1713 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal, daughter of Antonio da Silva and Catarina Loureiro.

      Children of Antonio de Afonseca ( pai de Domingos e Manuel que emigraram para Paracatu -MG, Brasil. Pai, avo ou tio de Joao, que tambem emigrou ao Brasil) and Josefa da Silva Loureiro (—) were as follows:

+    7          i           Joaode Afonseca.

      8          ii          Terezada Silva Loureiro, born circa 1740-1760 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal. She married Joao Dias Pinto, born abt. 1760 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal.

      9          iii         Mariada Silva Loureiro ( Nao emigrou parao Brasil. Com descendencia em Portugal), born 04/02/1745 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal; died in Portugal. She married Jose Marques das Neves, born abt. 1770 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal.

      10        iv         Antoniode Afonseca Loureiro (Nao emigrou para o Brasil. Casado em em Valongo em 1766. Com descendencia em Portugal)., born 13/11/1746 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal; died in Portugal.

      11        v          Anada Silva Loureiro ( nao emigrou para o Brasil. Com dewcendencia em Portugal), born 1748 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal; died in Portugal. She married Antonio Duarte de Figueiredo, born abt. 1750 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal.

      12        vi         Bernardinode Afonseca, born 1750 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal.

+    13        vii        Matiasde Afonseca Loureiro.

+    14        viii       Domingosd’Affonseca e Silva (previous believed to be son of Jose d’Affonseca e Silva. Real ascendance discovered by Jose Aluisio Botelho – see link).

      15        ix         Margaridade Afonseca, born 1754 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal.

+    16        x          Manueld’Affonseca e Silva 1.

+    17        xi         Josed’Affonseca e Silva 1 (No descendants found in Paracatu-MG, Brazil, although it was believed on 1940’s he emigrate to there. See research of Jose Alui.

+    18        xii        Joaod’Affonseca e Silva 1 ( ver nota sobre ser abolicionista).

Generation 6

7. Joaode Afonseca (Antonio5, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1739 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal. He married Maria Antonia (—), born abt. 1740 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal.

      Children of Joao de Afonseca and Maria Antonia (—) were as follows:

      19        i           Joaode Afonseca, born after 1759 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal.

13. Matiasde Afonseca Loureiro (Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1750 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal. He married in 1775 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal Ana Martins Goncalves, born abt. 1750 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal.

      Children of Matias de Afonseca Loureiro and Ana Martins Goncalves were as follows:

      20        i           Antonio( de Afonseca  ), born 1776 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal.

      21        ii          Joao( de Afonseca ), born 1777 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal.

14. Domingosd’Affonseca e Silva (previous believed to be son of Jose d’Affonseca e Silva. Real ascendance discovered by Jose Aluisio Botelho – see link) (Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 3 November 1741 or 1751 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal; died in Minas Gerais, Brazil. He married Ana Maria Cordeiro, born abt. 1795.

      Children of Domingos d’Affonseca e Silva (previous believed to be son of Jose d’Affonseca e Silva. Real ascendance discovered by Jose Aluisio Botelho – see link) and Ana Maria Cordeiro were as follows:

+    22        i           Joaquimd’Affonseca e Silva.

      23        ii          Josed’Affonseca e Silva Neto 3, born abt. 1815; died in Alegres, hoje Joao Pinheiro, Minas Gerais, Brazil.

      24        iii         Mariad’ Affonseca e Silva (falesceu solteira), born abt. 1817.

      25        iv         Rosad’Affonseca e Silva ( falesceu solteira), born abt. 1817.

+    26        v          Maximianod’Affonseca e Silva.

+    27        vi         Caetanad’Affonseca e Silva.

+    28        vii        BertaBenta /d’Affonseca e Silva.

+    29        viii       Matiasd’Affonseca e Silva.

16. Manueld’Affonseca e Silva 1 (Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1756 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal; died in Minas Gerais, Brazil. He married unknown.

      Children of Manuel d’Affonseca e Silva 1 were as follows:

      30        i           Josed’Affonseca e Silva 2, born abt. 1790.

17. Josed’Affonseca e Silva 1 (No descendants found in Paracatu-MG, Brazil, although it was believed on 1940’s he emigrate to there. See research of Jose Alui (Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1763 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal; died in Paracatu, Minas Gerais, Brasil. He married unknown.

      Children of Jose d’Affonseca e Silva 1 (No descendants found in Paracatu-MG, Brazil, although it was believed on 1940’s he emigrate to there. See research of Jose Alui were as follows:

      31        i           Anonimo Ajosed’Affonseca e Silva, born abt. 1783.

      32        ii          Anonimo Bjosed’ Affonseca e Silva, born abt. 1784.

      33        iii         Anonimo Cjosed’Affonseca e Silva, born abt. 1785.

      34        iv         Anonimo Djosed’Affonseca e Silva, born abt. 1786.

18. Joaod’Affonseca e Silva 1 ( ver nota sobre ser abolicionista) (Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1764 in Sao Mamede de Valongo, Porto, Portugal; died in Paracatu, Minas Gerais, Brasil. He married Maria da Costa Braga, born 1777; died April/1865, daughter of Anonimo Pai da Costa Braga.

      Children of Joao d’Affonseca e Silva 1 ( ver nota sobre ser abolicionista) and Maria da Costa Braga were as follows:

+    35        i           Antoniod’Affonseca e Silva 1.

+    36        ii          Anad’Affonseca e Silva.

+    37        iii         Franciscod’Affonseca e Silva ( Menho ).

+    38        iv         Marianad’Affonseca e Silva.

      39        v          Robertad’Affonseca e Silva, born abt. 1816 in Paracatu, Minas Gerais, Brasil. She married Joaquim Pimentel Barbosa 1 (see 0), born abt. 1810.

+    40        vi         Maria Beneditada Costa.

Generation 7

22. Joaquimd’Affonseca e Silva (Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1700. He married Ana Goncalves de Carvalho, born abt. 1700.

      Children of Joaquim d’Affonseca e Silva and Ana Goncalves de Carvalho were as follows:

+    41        i           Franciscod’Affonseca e Silva 2.

26. Maximianod’Affonseca e Silva (Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1818; died 06/07/1844. He married Simplicia da Costa Braga, born abt. 1818; died 09/09/1848.

      Children of Maximiano d’Affonseca e Silva and Simplicia da Costa Braga were as follows:

      42        i           LuizGonzaga de Jesus, born abt. 1838.

+    43        ii          Joanada Costa Braga.

+    44        iii         Antonioda Costa Braga.

      45        iv         Teresada Costa Braga, born abt. 1841. She married Francisco d’Affonseca e Silva 2 (see 45), born abt. 1816, son of Joaquim d’Affonseca e Silva and Ana Goncalves de Carvalho.

+    46        v          Joaquinada Costa Braga.

27. Caetanad’Affonseca e Silva (Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1820; died 1847. She married Antonio Joaquim da Costa (escrivao da ouvidoria em 1823), born abt. 1810 in Portugal; died 15 APR 1844 or 31 December 1839 in Araxa, Minas Gerais, Brazil.

      Children of Caetana d’Affonseca e Silva and Antonio Joaquim da Costa (escrivao da ouvidoria em 1823) were as follows:

+    47        i           Ana Izadorada Costa.

+    48        ii          Maria Madalenada Costa (tronco materno da Familia Macedo de Paracatu, Minas Gerais, Brasil).

      49        iii         Beatriz Elizianada Costa, born 26/01/1815; died after 1839.

+    50        iv         Luiza de Jesusde Afonseca Costa.

+    51        v          HenriquetaLourenco da Costa.

      52        vi         Jacintada Costa, born abt. 1841. She married Ricardo Serafim de Sousa Pinto, born abt. 1841.

      53        vii        Luiz Antonioda Costa, born abt. 1842; died September/1895 in Paracatu, Minas Gerais, Brasil.

+    54        viii       Caetana Josefinada Costa.

28. BertaBenta /d’Affonseca e Silva (Domingos6 d’Affonseca e Silva, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1822. She married Anonimo Batista, born abt. 1822.

      Children of Berta Benta /d’Affonseca e Silva and Anonimo Batista were as follows:

+    55        i           Jose LeonardoBatista de Afonseca (Cazuza).

29. Matiasd’Affonseca e Silva (Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1825. He married Francisca Goncalves da Cunha ( ou Roquete), born abt. 1800.

      Children of Matias d’Affonseca e Silva and Francisca Goncalves da Cunha ( ou Roquete) were as follows:

      56        i           Josed’Affonseca e Silva, born 1817. He married on 10/11/1839 Ana dos Reis Calcado, born abt. 1820, daughter of Agostinho Jose dos Reis Calcado Alferes.

      57        ii          Joao (Joao Paulo) Amarod’Affonseca e Silva, Padre, born abt. 1820.

      58        iii         Luciod’Affonseca e Silva, born 1822. He married on 24/10/1844 Francisca Carolina da silva (filha natural), born abt. 1820, daughter of Frutuoso Jose da silva and Teresa Maria Peixoto.

+    59        iv         Ana Norbertad’Affonseca e Silva.

+    60        v          Verissimad’Affonseca e Silva.

      61        vi         Torquatod’Affonseca e Silva, born 26/02/1848.

35. Antoniod’Affonseca e Silva 1 (Joao6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1810 in Paracatu, Minas Gerais, Brasil; died 18/08/1865 in Paracatu, Minas Gerais, Brasil. He married (1) Maria Teresa Cardoso Palhares, born abt. 1815 in Sao Francisco das Chagas, “MG”, Brasil; died 09/12/1890, daughter of Jose Cardoso Palhares and Teresa de Jesus Palhares; (2) Laureana Cirilla Barbosa, born abt. 1812.

      Children of Antonio d’Affonseca e Silva 1 and Laureana Cirilla Barbosa were as follows:

+    62        i           Cassianod’Affonseca e Silva 1.

      63        ii          BalbinaBarbosa d’Affonseca e Silva, born abt. 1834 in “Paracatu”, Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil; died bef. 1902. She married on 31/10/1846 in Matriz de Santo Antonio da Manga, Paracatu, Minas Gerais, Brasil Francisco d’Affonseca e Silva ( Menho ) (see 37), born 04/08/1814 in Paracatu, Minas Gerais, Brasil; christened in Paracatu, Minas Gerais, Brasil; died 08/11/1902 in Mompolinho (entre Minas e Goias), Paracatu, Minas Gerais, Brasil; buried after 8 November 1902 in Cemiterio de Santa Cruz, Paracatu, Minas Gerais, Brasil; buried 12/11/1902 in Cem. Sta Cruz de Paracatu, Minas Gerais, Brasil, son of Joao d’Affonseca e Silva 1 ( ver nota sobre ser abolicionista) and Maria da Costa Braga.

36. Anad’Affonseca e Silva (Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1812 in Paracatu, Minas Gerais, Brasil. She married abt. 1835 in Paracatu, Minas Gerais, Brasil Pedro Rodrigues Cordeiro, born abt. 1810.

      Children of Ana d’Affonseca e Silva and Pedro Rodrigues Cordeiro were as follows:

+    64        i           JoaoRodrigues Cordeiro.

+    65        ii          MartinianoRodrigues Cordeiro.

+    66        iii         Gerniciano (Girciano ou Genciano)Rodrigues Cordeiro.

+    67        iv         AnaRodrigues Cordeiro.

      68        v          JoseRodrigues Cordeiro, born abt. 1839.

      69        vi         SilvaniaRodrigues Cordeiro, born abt. 1840.

37. Franciscod’Affonseca e Silva ( Menho ) (Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 04/08/1814 in Paracatu, Minas Gerais, Brasil; christened in Paracatu, Minas Gerais, Brasil; died 08/11/1902 in Mompolinho (entre Minas e Goias), Paracatu, Minas Gerais, Brasil; buried after 8 November 1902 in Cemiterio de Santa Cruz, Paracatu, Minas Gerais, Brasil; buried 12/11/1902 in Cem. Sta Cruz de Paracatu, Minas Gerais, Brasil. He married (1) Escrava do Capitao Menho 1, born abt. 1840; (2) Escrava do Capitao Menho 2, born abt. 1840; (3) Escrava Maria Jeronima do Capitao Menho 3, born abt. 1840; (4) on 31/10/1846 in Matriz de Santo Antonio da Manga, Paracatu, Minas Gerais, Brasil Balbina Barbosa d’Affonseca e Silva (see 37), born abt. 1834 in “Paracatu”, Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil; died bef. 1902, daughter of Antonio d’Affonseca e Silva 1 and Laureana Cirilla Barbosa.

      Children of Francisco d’Affonseca e Silva ( Menho ) and Escrava do Capitao Menho 1 were as follows:

      70        i           Martinianod’Affonseca e Silva, born abt. 1860; died bef. 1946. He married Candida Gonȧlves, born abt. 1860; died bef. 1946.

      Children of Francisco d’Affonseca e Silva ( Menho ) and Escrava do Capitao Menho 2 were as follows:

+    71        i           Ciprianod’Affonseca e Silva.

      Children of Francisco d’Affonseca e Silva ( Menho ) and Escrava Maria Jeronima do Capitao Menho 3 were as follows:

+    72        i           Feliciad’Affonseca e Silva.

      Children of Francisco d’Affonseca e Silva ( Menho ) and Balbina Barbosa d’Affonseca e Silva were as follows:

+    73        i           Antonina (Antonia)d’ Affonseca e Silva.

+    74        ii          Franciscad’Affonseca e Silva 1.

+    75        iii         Bartholina (Bertolina)d’Affonseca e Silva.

+    76        iv         Joao Maximianod’Affonseca e Silva.

      77        v          Mariad’ Affonseca e Silva, born abt. 1853 in “Paracatu”, Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil; died bef. 1946. She married Luiz de Franȧ Pinheiro, born abt. 1853; died bef. 1946.

+    78        vi         Joanad’Affonseca e Silva 1.

      79        vii        Antoniod’Affonseca e Silva 3, born abt. 1855 in “Paracatu”, Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil.

+    80        viii       Virgilatod’Affonseca e Silva.

+    81        ix         Leandrod’Affonseca e Silva.

+    82        x          Thomazd’Affonseca e Silva.

      83        xi         Izidro (Isidoro)d’Affonseca e Silva, born abt. 1859 in “Paracatu”, Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil.

      84        xii        Anad’Affonseca e Silva 2, born abt. 1860; died bef. 1946. She married abt. 1880 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil Joaquim Silverio Pereira Cardoso, born abt. 1860; died bef. 1946.

      85        xiii       Candidod’Affonseca e Silva, born abt. 1861 in “Paracatu”, Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil; died bef. 1946.

      86        xiv       Juliad’Affonseca e Silva, born abt. 1862 in “Paracatu”, Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil; died bef. 1946. She married Antonio Franȧ Pinheiro, born abt. 1862; died bef. 1946.

+    87        xv        Candidad’Affonseca e Silva.

+    88        xvi       Rafaeld’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros Contador. Falesceu de Tuberculose)..

+    89        xvii      Cassiano Raphaeld’Affonseca e Silva.

38. Marianad’Affonseca e Silva (Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1815 in Paracatu, Minas Gerais, Brasil. She married Francisco Rodrigues Cordeiro, born abt. 1810.

      Children of Mariana d’Affonseca e Silva and Francisco Rodrigues Cordeiro were as follows:

+    90        i           Augustode Afonseca e Silva.

+    91        ii          Aurelianode Afonseca e Silva.

+    92        iii         Herculinode Afonseca e Silva.

      93        iv         Severianade Afonseca e Silva, born abt. 1840. She married Antonio da Costa Braga (see 93), born abt. 1840, son of Maximiano d’Affonseca e Silva and Simplicia da Costa Braga.

40. Maria Beneditada Costa (Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1817 in Paracatu, Minas Gerais, Brasil. She married Joaquim Pimentel Barbosa 1 (see 39), born abt. 1810.

      Children of Maria Benedita da Costa and Joaquim Pimentel Barbosa 1 were as follows:

+    94        i           Melchior InacioPimentel Barbosa.

+    95        ii          JoaquimPimentel Barbosa Junior 2.

+    96        iii         JoaoPimentel Barbosa.

+    97        iv         FranciscaPimentel Barbosa.

+    98        v          OdoricoPimentel Barbosa.

Generation 8

41. Franciscod’Affonseca e Silva 2 (Joaquim7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1816. He married Teresa da Costa Braga (see 45), born abt. 1841, daughter of Maximiano d’Affonseca e Silva and Simplicia da Costa Braga.

      Children of Francisco d’Affonseca e Silva 2 and Teresa da Costa Braga were as follows:

      99        i           Antoniod’Affonseca e Silva 2, born abt. 1845. He married Maria Jose Luiz, born abt. 1845.

      100       ii          Manueld’Affonseca e Silva 2, born abt. 1846.

+    101       iii         Franciscad’Affonseca e Silva 2.

      102       iv         Maria 3d’ Affonseca e Silva, born abt. 1848.

+    103       v          Rosad’Affonseca e Silva 2.

      104       vi         Joanad’Affonseca e Silva 2, born abt. 1885. She married Joao d’Affonseca e Silva 2 (see 271), born abt. 1885, son of Felisbino da Costa Braga and Maria Nunes de Siqueira.

43. Joanada Costa Braga (Maximiano7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1839. She married Manuel Severino Botelho, born abt. 1839.

      Children of Joana da Costa Braga and Manuel Severino Botelho were as follows:

      105       i           JoseBotelho, born abt. 1859.

      106       ii          CandidoBotelho, born abt. 1860.

      107       iii         InacioBotelho, born abt. 1861.

44. Antonioda Costa Braga (Maximiano7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1840. He married Severiana de Afonseca e Silva (see 93), born abt. 1840, daughter of Francisco Rodrigues Cordeiro and Mariana d’Affonseca e Silva.

      Children of Antonio da Costa Braga and Severiana de Afonseca e Silva were as follows:

      108       i           Marianada Costa Braga, born abt. 1855. She married Gerniciano (Girciano ou Genciano) Rodrigues Cordeiro (see 66), born abt. 1837, son of Pedro Rodrigues Cordeiro and Ana d’Affonseca e Silva.

+    109       ii          Felisbinoda Costa Braga.

46. Joaquinada Costa Braga (Maximiano7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1842. She married Jose Maria Cardoso, born abt. 1842.

      Children of Joaquina da Costa Braga and Jose Maria Cardoso were as follows:

+    110       i           ManuelCardoso.

47. Ana Izadorada Costa (Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1810; died bef. 1839. She married unknown.

      Children of Ana Izadora da Costa were as follows:

      111       i           Caetana( da Costa), born abt. 1836.

48. Maria Madalenada Costa (tronco materno da Familia Macedo de Paracatu, Minas Gerais, Brasil) (Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 03/08/1813; died 04/12/1879. She married (1) on 02/08/1836 in Paracatu, Minas Gerais, Brasil Joao Rufino Xavier Balieiro, born abt. 1810 in Paracatu, Minas Gerais, Brasil, son of Francisco Rufino Xavier Balieiro and Maria de Souza Correia Ladim; (2) on 23/11/1850 Francisco Goncalves de Carvalho, born abt. 1790, son of Severino Goncalves de Carvalho and Ana de Souza Tavares.

      Children of Maria Madalena da Costa (tronco materno da Familia Macedo de Paracatu, Minas Gerais, Brasil) and Joao Rufino Xavier Balieiro were as follows:

+    112       i           Regosina RufinaBalieiro.

50. Luiza de Jesusde Afonseca Costa (Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 21/06/1816; died After 1839. She married Joao Jose de Sant’Ana (capitalista, comerciante e fazendeiro), born abt. 1810, son of Joaquim Jose de Sant’Ana, Tenente and Maria Peixoto.

      Children of Luiza de Jesus de Afonseca Costa and Joao Jose de Sant’Ana (capitalista, comerciante e fazendeiro) were as follows:

      113       i           Joaode Sant’Ana, born abt. 1866.

      114       ii          Miguelde Sant’Ana, born abt. 1867.

      115       iii         Luizde Sant’Ana, born abt. 1868.

      116       iv         Luizade Sant’Ana, born abt. 1869.

      117       v          Teofilode Sant’Ana, born abt. 1870.

      118       vi         Mariade Sant’Ana, born abt. 1871.

      119       vii        Honoriode Sant’Ana, born abt. 1872.

51. HenriquetaLourenco da Costa (Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 1818; died 08/03/1883. She married (1) Joaquim Felipe ( Felix) da Silveira, Capitao da Guarda Nacional, born 1825 in Formiga, Minas Gerais, Brasil; buried in Cemiterio de Santa Cruz, Paracatu, Minas Gerais, Brasil, son of Joao Felipe da Silveira, Major and Felicidade de Sao Jose (—); (2) on 23/07/1834 Joao Jose de Carvalho, Alferes, born abt. 1810; died possibly before 1851, son of Joaquim Jose de Carvalho, capitao and Rita Maria de Moura.

      Children of Henriqueta Lourenco da Costa and Joaquim Felipe ( Felix) da Silveira, Capitao da Guarda Nacional were as follows:

+    120       i           PlisioPrisco Henrique /da Silveira.

      121       ii          FelicidadeCosta da Silveira,, born 30/01/1852.

+    122       iii         EmiliaCosta da Silveira.

      Children of Henriqueta Lourenco da Costa and Joao Jose de Carvalho, Alferes were as follows:

      123       i           Secundinode Carvalho, born abt. 1840.

+    124       ii          Joaquim Josede Carvalho.

+    125       iii         Antonia Josefinade Carvalho.

      126       iv         Henriquetade Carvalho, born abt. 1844; died bef. 1946.

      127       v          Maria Cassianade Carvalho, born 05/03/1845. She married abt. 1891 in Pouso Alegre, Distrito de Paracatu, Minas Gerais, Brasil Joao Mariano de Almeida, born abt. 1871.

      128       vi         Caetanada Carvalho, born 10/02/1848.

54. Caetana Josefinada Costa (Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1849. She married Fabiao Jose Pereira Guimaraes, born abt. 1849.

      Children of Caetana Josefina da Costa and Fabiao Jose Pereira Guimaraes were as follows:

+    129       i           Miguel FabiaoPereira Guimaraes.

+    130       ii          MariaPereira Guimaraes.

+    131       iii         EmiliaPereira Guimaraes.

      132       iv         LauroPereira Guimaraes, born abt. 1878. He married Altina de Paula Guimaraes, born abt. 1880.

55. Jose LeonardoBatista de Afonseca (Cazuza) (Berta7 Benta /d’Affonseca e Silva, Domingos6 d’Affonseca e Silva, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1842. He married Manuela Batista Franco (Troco materno da Familia Vargas e Camera de Paracatu, Minas Gerias, Brasil), born abt. 1842, daughter of Maria Rufina Xavier Balieiro.

      Children of Jose Leonardo Batista de Afonseca (Cazuza) and Manuela Batista Franco (Troco materno da Familia Vargas e Camera de Paracatu, Minas Gerias, Brasil) were as follows:

+    133       i           AlvaroBatista de Afonseca.

+    134       ii          JoseBatista de Afonseca 1.

      135       iii         PolicenaBatista de Afonseca, born abt. 1864.

      136       iv         AlziraBatista de Afonseca, born abt. 1865.

      137       v          GustavoBatista de Afonseca, born abt. 1866.

      138       vi         AlonsoBatista de Afonseca, born abt. 1867.

59. Ana Norbertad’Affonseca e Silva (Matias7, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 1829. She married on 20/01/1844 Manoel Domingues Fernandes de Ornelas (filho natural), born abt. 1825 in Santo Amaro, Bahia, Brazil, son of Francisca Luiza da Conceicao (—).

      Children of Ana Norberta d’Affonseca e Silva and Manoel Domingues Fernandes de Ornelas (filho natural) were as follows:

      139       i           AurelianoDomingues Fernandes de Ornelas, born 21/04/1849.

      140       ii          FranciscaDomingues Fernandes de Ornelas, born 28/11/1850.

60. Verissimad’Affonseca e Silva (Matias7, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1832. She married abt. 1870 in Paracatu, Minas Gerais, Brasil Joaquim Alves Ribeiro ( Joaquim Perfeito), born abt. 1827 in Portugal; died in Estrela do Sul, Minas Gerais, Brazil, son of Joao Manoel Ribeiro and Maria Antonia Alves (—).

      Children of Verissima d’Affonseca e Silva and Joaquim Alves Ribeiro ( Joaquim Perfeito) were as follows:

      141       i           TeofiloPerfeito, born 03/03/1848. He married Maria Teodora Perfeito, born abt. 1870.

      142       ii          TerezaAlves Perfeito (Teresinha Perfeito), born 11/06/1850. She married Francisco Marra, born abt. 1871.

      143       iii         AugustaPerfeito, born abt. 1873. She married Olimpio Plijoca, born abt. 1873.

      144       iv         JoaoPerfeito, born abt. 1874. He married Mariana Monteiro, born abt. 1874.

      145       v          JulietaPerfeito, born abt. 1875. She married Bernardo Cupertino, born abt. 1875.

      146       vi         AbilioPerfeito, born abt. 1877. He married Maria Senhorinha, born abt. 1877.

      147       vii        TeofredoPerfeito, born abt. 1879. He married Carmelita Lopes, born abt. 1879.

      148       viii       LauraPerfeito, born abt. 1881. She married Modestino dos Santos, born abt. 1881.

      149       ix         JoaquimPerfeito, born abt. 1883. He married Amelia Santos, born abt. 1883.

      150       x          AmancioPerfeito, born abt. 1885. He married Francisca Pinheiro, born abt. 1885.

62. Cassianod’Affonseca e Silva 1 (Antonio7, Joao6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1833. He married Maria do Carmo, born abt. 1837.

      Children of Cassiano d’Affonseca e Silva 1 and Maria do Carmo were as follows:

+    151       i           Balbinad’Affonseca e Silva.

64. JoaoRodrigues Cordeiro (Ana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1835. He married Maria de Araujo Ferreira, born abt. 1840.

      Children of Joao Rodrigues Cordeiro and Maria de Araujo Ferreira were as follows:

      152       i           SecundinoRodrigues Cordeiro, born abt. 1860; died bef. 1946. He married Mercedes Cordeiro, born abt. 1865.

+    153       ii          Francisca EmiliaRodrigues Cordeiro.

+    154       iii         MariaRodrigues Cordeiro.

      155       iv         PedroRodrigues Cordeiro, born abt. 1863; died bef. 1946. He married Ana de Faria, born abt. 1870.

+    156       v          Ana 2Rodrigues Cordeiro.

      157       vi         JoanaRodrigues Cordeiro, born abt. 1866; died bef. 1946.

      158       vii        LuizaRodrigues Cordeiro, born abt. 1867.

65. MartinianoRodrigues Cordeiro (Ana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1836. He married Roberta Rodrigues Barbosa, born abt. 1840.

      Children of Martiniano Rodrigues Cordeiro and Roberta Rodrigues Barbosa were as follows:

      159       i           CandidoRodrigues Cordeiro, born abt. 1865; died bef. 1946.

+    160       ii          OliviaRodrigues Cordeiro.

      161       iii         FranciscaRodrigues Cordeiro, born abt. 1867; died bef. 1946.

      162       iv         FranciscoRodrigues Cordeiro, born abt. 1868. He married Odorila Pimentel Barbosa (see 251), born abt. 1865, daughter of Odorico Pimentel Barbosa and Maria Teresa Rodrigues Barbosa.

66. Gerniciano (Girciano ou Genciano)Rodrigues Cordeiro (Ana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1837. He married Mariana da Costa Braga (see 66), born abt. 1855, daughter of Antonio da Costa Braga and Severiana de Afonseca e Silva.

      Children of Gerniciano (Girciano ou Genciano) Rodrigues Cordeiro and Mariana da Costa Braga were as follows:

      163       i           LaurindaRodrigues Cordeiro, born abt. 1870; died bef. 1946.

67. AnaRodrigues Cordeiro (Ana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1838. She married Maximiano Rodrigues Barbosa, born abt. 1830.

      Children of Ana Rodrigues Cordeiro and Maximiano Rodrigues Barbosa were as follows:

      164       i           JoseRodrigues Barbosa, born abt. 1853; died 1942.

+    165       ii          ManuelRodrigues Barbosa.

      166       iii         Maria TeresaRodrigues Barbosa, born abt. 1855. She married Odorico Pimentel Barbosa (see 98), born abt. 1850, son of Joaquim Pimentel Barbosa 1 and Maria Benedita da Costa.

      167       iv         ClaraRodrigues Barbosa, born abt. 1856; died 14/08/1895. She married on 30/03/1895 Alberto Laboissiere, born abt. 1850; died July/1895.

      168       v          IsabelRodrigues Barbosa, born abt. 1857; died bef. 1946.

      169       vi         Candida da PaixaoRodrigues Barbosa, born abt. 1858; died bef. 1946.

      170       vii        AmaliaRodrigues Barbosa, born abt. 1859; died bef. 1946.

      171       viii       CristinoRodrigues Barbosa, born abt. 1860.

71. Ciprianod’Affonseca e Silva (Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1860. He married Catarina Alves da Cunha, born abt. 1860.

      Children of Cipriano d’Affonseca e Silva and Catarina Alves da Cunha were as follows:

+    172       i           Maria 3d’ Affonseca e Silva.

+    173       ii          Cassianod’Affonseca e Silva 2.

      174       iii         Jeremiasd’Affonseca e Silva, born abt. 1883. He married Idalina de Oliveira Fonseca, born abt. 1883.

72. Feliciad’Affonseca e Silva (Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1860. She married Antonio Gonȧlves de Araujo Primo, born abt. 1860.

      Children of Felicia d’Affonseca e Silva and Antonio Gonȧlves de Araujo Primo were as follows:

      175       i           SebastiaoGonȧlves de Araujo Primo, born abt. 1880.

      176       ii          FranciscoGonȧlves de Araujo Primo, born abt. 1881.

      177       iii         GaldinoGonȧlves de Araujo Primo, born abt. 1882.

      178       iv         LindolfinaGonȧlves de Araujo Primo, born abt. 1883.

73. Antonina (Antonia)d’ Affonseca e Silva (Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1849 in “Paracatu”, Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil; died 19/03/1913. She married Marȧl de Paula Ribeiro, born abt. 1849.

      Children of Antonina (Antonia) d’ Affonseca e Silva and Marȧl de Paula Ribeiro were as follows:

      179       i           Celso Clementinode Paula Ribeiro, born abt. 1867; died 11/10/1895 in Paracatu, Minas Gerais, Brasil.

74. Franciscad’Affonseca e Silva 1 (Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1850 in “Paracatu”, Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil. She married Francisco Pereira Mundim, born abt. 1850.

      Children of Francisca d’Affonseca e Silva 1 and Francisco Pereira Mundim were as follows:

+    180       i           MariaPereira Mundim.

75. Bartholina (Bertolina)d’Affonseca e Silva (Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1851 in “Paracatu”, Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil; died 07/09/1883 in “Paracatu”, Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil. She married bef. 1879 in Santa Luzia, atual Luzińia, Gois̀, Brasil Augusto Teixeira  Alvares, born 1848 in Santa Luzia, atual Luzińia, Gois̀, Brasil; died 1899 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil, son of Jose Benedito Teixeira Alvares (Roriz) and Clara (Maria Clara) de Araujo Rocha (Teixeira).

      Children of Bartholina (Bertolina) d’Affonseca e Silva and Augusto Teixeira  Alvares were as follows:

+    181       i           AugustaTeixeira Alvares (Goulart).

76. Joao Maximianod’Affonseca e Silva (Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 21/02/1852 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil; died 23/06/1930 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil. He married on 12/02/1872 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil Francisca de Paula Eremita, born 17/07/1854; died 09/11/1925, daughter of Antonio Julio de Figueiredo and Laureana Cirilla Barbosa.

      Children of Joao Maximiano d’Affonseca e Silva and Francisca de Paula Eremita were as follows:

+    182       i           Theodorad’Affonseca e Silva.

+    183       ii          Sebastiaod’Affonseca e Silva 1.

+    184       iii         Ritad’Affonseca e Silva.

+    185       iv         Maria BeneditaEremita.

78. Joanad’Affonseca e Silva 1 (Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1854 in “Paracatu”, Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil; died 06/06/1895. She married Luiz Rodrigues Barbosa, born abt. 1854; died 04/07/1919.

      Children of Joana d’Affonseca e Silva 1 and Luiz Rodrigues Barbosa were as follows:

+    186       i           FranciscoRodrigues de Afonseca.

      187       ii          ArmindaRodrigues Barbosa, born abt. 1880. She married Virgilato d’Affonseca e Silva (see 80), born abt. 1856 in “Paracatu”, Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil, son of Francisco d’Affonseca e Silva ( Menho ) and Balbina Barbosa d’Affonseca e Silva.

+    188       iii         LeaoRodrigues de Afonseca 1.

80. Virgilatod’Affonseca e Silva (Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1856 in “Paracatu”, Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil. He married (1) Augusta Carneiro, born abt. 1856; (2) Maria Franȧ Pinheiro, born abt. 1856; died August/1876; (3) Arminda Rodrigues Barbosa (see 80), born abt. 1880, daughter of Luiz Rodrigues Barbosa and Joana d’Affonseca e Silva 1.

      Children of Virgilato d’Affonseca e Silva and Augusta Carneiro were as follows:

      189       i           Anonimo Avigd’Affonseca e Silva, born abt. 1880.

      190       ii          Anonimo Bvigd’Affonseca e Silva, born abt. 1882.

      Children of Virgilato d’Affonseca e Silva and Maria Franȧ Pinheiro were as follows:

+    191       i           Josede Afonseca Pinheiro.

      Children of Virgilato d’Affonseca e Silva and Arminda Rodrigues Barbosa were as follows:

      192       i           RodeRodrigues, born 01/02/1901. She married Ricardo Severino Botelho, born abt. 1900.

      193       ii          AristotelesRodrigues Barbosa, born April/1902.

+    194       iii         IsaiasRodrigues Barbosa.

      195       iv         TobiasRodrigues Barbosa, born abt. 1905.

      196       v          PedroRodrigues Barbosa, born abt. 1907.

      197       vi         EduardoRodrigues Barbosa, born abt. 1909. He married Maria das Dores Barbosa, born abt. 1910.

      198       vii        MariRodrigues, born abt. 1911.

      199       viii       AntonietaRodrigues, born abt. 1913.

      200       ix         DoloresRodrigues, born abt. 1915.

      201       x          LidiaRodrigues, born abt. 1917; died bef. 1946. She married Adelino de Castelo, born abt. 1915.

81. Leandrod’Affonseca e Silva (Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1857 in “Paracatu”, Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil; died bef. 1946 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil. He married Joana Alves Bastos, born abt. 1857; died bef. 1946 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil.

      Children of Leandro d’Affonseca e Silva and Joana Alves Bastos were as follows:

      202       i           Eleonord’Affonseca e Silva, born abt. 1877; died bef. 1946 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil.

      203       ii          Paulod’ Affonseca e Silva 1, born abt. 1878; died bef. 1946 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil.

      204       iii         Rafaeld’Affonseca e Silva 2, born abt. 1879; died bef. 1946 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil.

82. Thomazd’Affonseca e Silva (Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1858 in “Paracatu”, Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil; died bef. 1946. He married in September/1886 Ana da Silva Pereira, born abt. 1858; died bef. 1946, daughter of Jose da Silva Pereira and Rita Pereira.

      Children of Thomaz d’Affonseca e Silva and Ana da Silva Pereira were as follows:

      205       i           Mariad’ Affonseca e Silva, born abt. 1887.

      206       ii          Mateusd’Affonseca e Silva, born abt. 1889.

      207       iii         Laurindad’Affonseca e Silva, born abt. 1891.

      208       iv         Claudiod’Affonseca e Silva, born abt. 1892.

      209       v          Paulod’Affonseca e Silva 2, born abt. 1894.

      210       vi         Armindad’Affonseca e Silva, born abt. 1896.

87. Candidad’Affonseca e Silva (Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1863 in “Paracatu”, Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil. She married on 04/06/1891 in Paracatu, Minas Gerais, Brasil Antonio Tiburcio Lopes, born abt. 1863.

      Children of Candida d’Affonseca e Silva and Antonio Tiburcio Lopes were as follows:

+    211       i           EvangelinaTiburcio Lopes.

      212       ii          ArlindoTiburcio Lopes, born abt. 1893. He married Maria dos Reis Lopes, born abt. 1895.

+    213       iii         MariaLopes da Trindade.

      214       iv         LidiaLopes, born abt. 1895.

88. Rafaeld’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros Contador. Falesceu de Tuberculose). (Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 1865 in Paracatu, Minas Gerais, Brazil; died 24/09/1898 in Uberaba, Minas Gerais, Brasil. He married Josephina (Dulce?) Teixeira Alvares (morreu de gripe cronica, atestado pelo Dr. Joao Teixeira ALvares em Uberaba-MG), born 1868 in Vila Boa de Goias, (Goias Velha), antiga capital do Goias, Brasil; died 17/01/1923 in Conquista, Minas Gerais, Brasil, daughter of Jose Benedito Teixeira Alvares (Roriz) and Clara (Maria Clara) de Araujo Rocha (Teixeira).

      Children of Rafael d’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros Contador. Falesceu de Tuberculose). and Josephina (Dulce?) Teixeira Alvares (morreu de gripe cronica, atestado pelo Dr. Joao Teixeira ALvares em Uberaba-MG) were as follows:

+    215       i           DoloresTeixeira d’Affonseca e Silva.

+    216       ii          Joel (Joelita)d’Affonseca e Silva Teixeir.

+    217       iii         Augustade Affonseca e Silva.

+    218       iv         MariaTeixeira d’Affonseca e Silva (Mariquinha).

89. Cassiano Raphaeld’Affonseca e Silva (Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 1870 in “Paracatu”, Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil; died 06/10/1906 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil. He married Severiana Jose Luiz, born abt. 1870.

      Children of Cassiano Raphael d’Affonseca e Silva and Severiana Jose Luiz were as follows:

+    219       i           Joanad’Affonseca e Silva 3.

      220       ii          Jonasd’Affonseca e Silva, born abt. 1892; died abt. 1910.

90. Augustode Afonseca e Silva (Mariana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 13/02/1836. He married on 09/09/1859 Carlota da Silva Canedo, born 19/04/1840.

      Children of Augusto de Afonseca e Silva and Carlota da Silva Canedo were as follows:

+    221       i           Jose Augustode Afonseca e Silva.

+    222       ii          Ormesindade Afonseca e Silva.

      223       iii         Emidiode Afonseca, born 06/02/1863; died bef. 1882.

+    224       iv         Emidiade Afonseca e Silva.

      225       v          Antonio Augustode Afonseca e Silva, born 23/02/1869; died bef. 1946. He married on 31/03/1894 Angelina de Afonseca e Silva (see 235), born July/1879; died bef. 1946, daughter of Herculino de Afonseca e Silva and Martinha de Jesus Campos.

      226       vi         Isabelde Afonseca e Silva, born 18/11/1871; died November/1897.

      227       vii        Augustode Afonseca Junior, born 21/01/1873. He married on 09/07/1899 Dionisia de Afonseca e Silva, born 09/10/1883.

      228       viii       Juliode Afonseca e Silva 1, born 01/01/1874; died bef. 1892.

      229       ix         Julio Augustode Afonseca e Silva, born 13/03/1876; died bef. 1946. He married Maria da Silva Neiva, born abt. 1880; died bef. 1946, daughter of Virgilio de Camargo.

      230       x          Bernardino Augustode Afonseca e Silva, born 23/06/1878; died bef. 1946 in Santa Rita de Cs̀sia, Minas Gerais, Brasil.

      231       xi         Marianade Afonseca e Silva, born 14/06/1880; died bef. 1900.

+    232       xii        Fernanditade Afonseca e Silva.

91. Aurelianode Afonseca e Silva (Mariana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1838. He married Olimpia Alves de Sousa, born abt. 1840.

      Children of Aureliano de Afonseca e Silva and Olimpia Alves de Sousa were as follows:

      233       i           Humbertode Afonseca e Silva, born abt. 1860. He married abt. 1880 in Urucima, Minas Gerais, Brasil Anonima Esposa Rocha, born abt. 1860, daughter of Higino da Rocha.

      234       ii          Corinade Afonseca e Silva, born abt. 1861. She married Jose dos Reis Calȧdo Junior, born abt. 1860.

92. Herculinode Afonseca e Silva (Mariana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1840. He married Martinha de Jesus Campos (see 92), born abt. 1911, daughter of Jose de Campos 1 and Maria d’Affonseca e Silva.

      Children of Herculino de Afonseca e Silva and Martinha de Jesus Campos were as follows:

      235       i           Angelinade Afonseca e Silva, born July/1879; died bef. 1946. She married on 31/03/1894 Antonio Augusto de Afonseca e Silva (see 235), born 23/02/1869; died bef. 1946, son of Augusto de Afonseca e Silva and Carlota da Silva Canedo.

      236       ii          Marianode Afonseca, born 02/10/1881.

      237       iii         Dionisiade Afonseca, born abt. 1882. She married Augusto Fonseca, born abt. 1880.

      238       iv         Adaode Afonseca e Silva, born abt. 1883. He married Maria da Gloria Pereira, born abt. 1885.

94. Melchior InacioPimentel Barbosa (Maria Benedita7 da Costa, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1837. He married (1) Julia Lopes, born 1840, daughter of Isidoro Lopes; (2) unknown.

      Children of Melchior Inacio Pimentel Barbosa were as follows:

      239       i           RicardoPimentel Barbosa, born abt. 1855.

95. JoaquimPimentel Barbosa Junior 2 (Maria Benedita7 da Costa, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1839. He married unknown.

      Children of Joaquim Pimentel Barbosa Junior 2 were as follows:

+    240       i           JosefinaPimentel.

      241       ii          ClarindoPimentel Barbosa, born abt. 1960.

96. JoaoPimentel Barbosa (Maria Benedita7 da Costa, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1840. He married Juventina Rodrigues Cordeiro, born abt. 1840.

      Children of Joao Pimentel Barbosa and Juventina Rodrigues Cordeiro were as follows:

      242       i           Anonimo AjoaPimentel Barbosa, born abt. 1860.

97. FranciscaPimentel Barbosa (Maria Benedita7 da Costa, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1841. She married unknown.

      Children of Francisca Pimentel Barbosa were as follows:

+    243       i           OtiliaPimentel Barbosa.

      244       ii          GeorginaPimentel Barbosa, born abt. 1860. She married Antonio Ludovico da Costa, born abt. 1860.

      245       iii         EsterPimentel Barbosa, born abt. 1862.

      246       iv         AugustoParanhos, born abt. 1864. He married Amasilia Costa, born abt. 1864.

      247       v          TomeParanhos, born abt. 1865. He married Mariana Paranhos, born abt. 1865.

      248       vi         CoraliaPimentel, born abt. 1867. She married Joao Rocha, born abt. 1867; died bef. 1946 in Paracatu, Minas Gerais, Brasil.

      249       vii        HenriquePimentel Barbosa, born 1870; died bef. 1946.

      250       viii       JoanaPimentel Barbosa, born abt. 1870.

98. OdoricoPimentel Barbosa (Maria Benedita7 da Costa, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1850. He married Maria Teresa Rodrigues Barbosa (see 98), born abt. 1855, daughter of Maximiano Rodrigues Barbosa and Ana Rodrigues Cordeiro.

      Children of Odorico Pimentel Barbosa and Maria Teresa Rodrigues Barbosa were as follows:

      251       i           OdorilaPimentel Barbosa, born abt. 1865. She married Francisco Rodrigues Cordeiro (see 251), born abt. 1868, son of Martiniano Rodrigues Cordeiro and Roberta Rodrigues Barbosa.

      252       ii          AdolfidoPimentel Barbosa, born abt. 1866; died bef. 1946.

      253       iii         AdalgisaPimentel Barbosa, born abt. 1867. She married Leao Rodrigues Barbosa (see 253), born abt. 1870, son of Cecilio Rodrigues Barbosa and Otilia Pimentel Barbosa.

      254       iv         GenšioPimentel Barbosa, born abt. 1875; died 1942 in Mato Grosso, Brasil. He married Coralina Gonȧlves de Ulhoa, born abt. 1880.

Generation 9

101. Franciscad’Affonseca e Silva 2 (Francisco8, Joaquim7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1847. She married Manuel Jose Luiz, born abt. 1847.

      Children of Francisca d’Affonseca e Silva 2 and Manuel Jose Luiz were as follows:

      255       i           Antonio10 Luiz, born 1867.

      256       ii          Basilio10 Luiz, born abt. 1868.

      257       iii         Vitalina10 Luiz, born abt. 1869.

      258       iv         Malaquias10 Luiz, born abt. 1870.

      259       v          Manuel10 Luiz, born abt. 1871.

      260       vi         Henrique10 Luiz, born abt. 1872.

      261       vii        Marcelino10 Luiz, born abt. 1873.

103. Rosad’Affonseca e Silva 2 (Francisco8, Joaquim7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1849. She married unknown.

      Children of Rosa d’Affonseca e Silva 2 were as follows:

+    262       i           Felisbino10 d’Affonseca e Silva.

      263       ii          Speridio10 d’Affonseca e Silva, born abt. 1870.

      264       iii         Anonima Arosa10 (—), born abt. 1872.

      265       iv         Anonima Brosa10 (—), born abt. 1874.

109. Felisbinoda Costa Braga (Antonio8, Maximiano7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1857. He married Maria Nunes de Siqueira, born abt. 1857.

      Children of Felisbino da Costa Braga and Maria Nunes de Siqueira were as follows:

+    266       i           Belmira10 da Costa Braga.

      267       ii          Francisco10 da Costa Braga, born abt. 1881.

+    268       iii         Olimpia10 da Costa Braga.

      269       iv         Elvira10 da Costa Braga, born abt. 1883. She married Max Rasberger, born abt. 1883.

+    270       v          Maria10 d’Affonseca e Silva.

+    271       vi         Joao10 d’Affonseca e Silva 2.

110. ManuelCardoso (Joaquina8 da Costa Braga, Maximiano7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1862. He married Luiza Soares de Oliveira, born abt. 1862.

      Children of Manuel Cardoso and Luiza Soares de Oliveira were as follows:

      272       i           Emilia10 Cardoso, born abt. 1890. She married Gil Gonȧlves dos Santos, born abt. 1890.

112. Regosina RufinaBalieiro (Maria Madalena8 da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1870. She married Alexandre Lourenȯ de Macedo, born abt. 1870.

      Children of Regosina Rufina Balieiro and Alexandre Lourenȯ de Macedo were as follows:

+    273       i           Americo10 de Macedo.

+    274       ii          Joao10 de Macedo.

+    275       iii         Alexandre10 Macedo.

+    276       iv         Ana10 Macedo.

+    277       v          Jorge10 Macedo.

      278       vi         Amelia10 Macedo, born abt. 1898; died bef. 1946.

+    279       vii        Virginia10 Lourenȯ de Macedo.

120. PlisioPrisco Henrique /da Silveira (Henriqueta8 Lourenco da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1851; died bef. 1946. He married Francisca Ribeiro, born abt. 1867; died bef. 1946.

      Children of Plisio Prisco Henrique /da Silveira and Francisca Ribeiro were as follows:

      280       i           Georgeta10 da Silveira, born abt. 1887; died bef. 1946. She married Salvador dos Santos (see 0), born abt. 1887.

      281       ii          Esmeralda10 da Silveira, born abt. 1888.

      282       iii         Violeta10 da Silveira, born abt. 1889. She married Miguel dos Santos, born abt. 1889.

      283       iv         Maria da Conceiȧo10 da Silveira, born abt. 1890. She married Salvador dos Santos (see 280), born abt. 1887.

122. EmiliaCosta da Silveira (Henriqueta8 Lourenco da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 28/02/1854; died bef. 1946. She married Frederico (—), born abt. 1868.

      Children of Emilia Costa da Silveira and Frederico (—) were as follows:

      284       i           Anonima Afred10 (Filha de Emilia Silveira), born abt. 1888. She married Augusto Albernaz, born abt. 1888.

124. Joaquim Josede Carvalho (Henriqueta8 Lourenco da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1841. He married Felicidade da Silveira, born abt. 1868.

      Children of Joaquim Jose de Carvalho and Felicidade da Silveira were as follows:

      285       i           Henriqueta10 de Carvalho, born abt. 1888.

125. Antonia Josefinade Carvalho (Henriqueta8 Lourenco da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1843. She married Joao Carlos da Costa Pinto, born abt. 1840.

      Children of Antonia Josefina de Carvalho and Joao Carlos da Costa Pinto were as follows:

      286       i           Henrique10 da Costa Pinto, born abt. 1889. He married Leonor Augusta Viana, born abt. 1889.

+    287       ii          Maria10 da Costa Pinto.

      288       iii         Roberta10 da Costa Pinto, born abt. 1891. She married Miguel Fabiao Pereira Guimaraes (see 129), born abt. 1875, son of Fabiao Jose Pereira Guimaraes and Caetana Josefina da Costa.

129. Miguel FabiaoPereira Guimaraes (Caetana Josefina8 da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1875. He married Roberta da Costa Pinto (see 129), born abt. 1891, daughter of Joao Carlos da Costa Pinto and Antonia Josefina de Carvalho.

      Children of Miguel Fabiao Pereira Guimaraes and Roberta da Costa Pinto were as follows:

+    289       i           Ediminilda10 Guimaraes.

+    290       ii          Laura10 Fabiao.

      291       iii         Jose Fabiao10 Guimaraes, born abt. 1912; died bef. 1946. He married Emerita Batista Leite, born abt. 1912.

      292       iv         Edla10 Fabiao, born abt. 1913. She married Ilidio de Oliveira, born abt. 1913.

+    293       v          Henrique Fabiao10 Guimaraes.

+    294       vi         Joao Fabiao10 Guimaraes.

+    295       vii        Demerval Fabiao10 Pereira Guimaraes.

130. MariaPereira Guimaraes (Caetana Josefina8 da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1876. She married unknown.

      Children of Maria Pereira Guimaraes were as follows:

      296       i           Anonima Amar10 Pereira Guimaraes, born 1892. She married Jose Prates, born abt. 1890 in Montes Claros, Minas Gerais, Brasil.

131. EmiliaPereira Guimaraes (Caetana Josefina8 da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1877; died bef. 1946. She married unknown.

      Children of Emilia Pereira Guimaraes were as follows:

      297       i           Raul10 Guimaraes, born abt. 1895.

133. AlvaroBatista de Afonseca (Jose Leonardo8, Berta7 Benta /d’Affonseca e Silva, Domingos6 d’Affonseca e Silva, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1862. He married Ana Batista Leite, born abt. 1862.

      Children of Alvaro Batista de Afonseca and Ana Batista Leite were as follows:

+    298       i           Maria10 Batista de Afonseca.

134. JoseBatista de Afonseca 1 (Jose Leonardo8 Batista de Afonseca, Berta7 Benta /d’Affonseca e Silva, Domingos6 d’Affonseca e Silva, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1863. He married Joana Machado de Freitas, born abt. 1863.

      Children of Jose Batista de Afonseca 1 and Joana Machado de Freitas were as follows:

      299       i           Maria 210 Batista de Afonseca, born abt. 1883.

      300       ii          Antonio10 Batista de Afonseca, born abt. 1884.

      301       iii         Jose10 Batista de Afonseca Filho 2, born abt. 1885.

      302       iv         Gustavo10 Batista de Afonseca (Sobrinho, born abt. 1886.

      303       v          Anita10 Batista de Afonseca, born abt. 1887. She married Pedro Rabelo, born abt. 1887.

      304       vi         Maria 310 Batista de Afonseca, born abt. 1888.

+    305       vii        Manuelita10 Batista de Afonseca.

151. Balbinad’Affonseca e Silva (Cassiano8 d’Affonseca e Silva 1, Antonio7, Joao6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 1851. She married Francisco de Araujo, born abt. 1845.

      Children of Balbina d’Affonseca e Silva and Francisco de Araujo were as follows:

+    306       i           Isolina10 de Araujo.

+    307       ii          Cesario10 de Araujo.

153. Francisca EmiliaRodrigues Cordeiro (Joao8, Ana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1861. She married Miguel Alves de Sousa 1, born abt. 1855.

      Children of Francisca Emilia Rodrigues Cordeiro and Miguel Alves de Sousa 1 were as follows:

+    308       i           Benedita10 Alves de Sousa.

+    309       ii          Josino10 Alves de Sousa 1.

+    310       iii         Antonio10 Alves de Sousa.

+    311       iv         Maria10 Alves de Sousa.

      312       v          Miguel10 Alves de Sousa Junior 2, born abt. 1884. He married Maria Moreira do Vale, born abt. 1890.

154. MariaRodrigues Cordeiro (Joao8, Ana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1862. She married unknown.

      Children of Maria Rodrigues Cordeiro were as follows:

      313       i           Evangelina10 Cordeiro, born abt. 1882.

156. Ana 2Rodrigues Cordeiro (Joao8, Ana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1865; died bef. 1946. She married Rafael Justiniano de Sousa, born abt. 1860.

      Children of Ana 2 Rodrigues Cordeiro and Rafael Justiniano de Sousa were as follows:

      314       i           Antonio10 Justiniano de Sousa, born abt. 1885.

      315       ii          Umbelina10 Justiniano de Sousa, born abt. 1886.

      316       iii         Ernestina10 Justiniano de Sousa, born abt. 1887.

160. OliviaRodrigues Cordeiro (Martiniano8, Ana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1866. She married (1) Augusto Alves de Sousa, born abt. 1860; (2) Jose Porfirio de Almeida e Silva, born abt. 1860.

      Children of Olivia Rodrigues Cordeiro and Augusto Alves de Sousa were as follows:

      317       i           Deocleciano10 Alves de Sousa, born abt. 1885.

      318       ii          Cristovao10 Alves de Sousa, born abt. 1886.

      319       iii         Augusta10 Alves de Sousa, born abt. 1887.

      Children of Olivia Rodrigues Cordeiro and Jose Porfirio de Almeida e Silva were as follows:

      320       i           Oscarlina10 de Almeida e Silva, born abt. 1888.

165. ManuelRodrigues Barbosa (Ana8 Rodrigues Cordeiro, Ana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1854. He married Anonima Esposa Melo Franco, born abt. 1860, daughter of Bernardo de Melo Franco.

      Children of Manuel Rodrigues Barbosa and Anonima Esposa Melo Franco were as follows:

+    321       i           Antonieta10 Rodrigues Barbosa.

172. Maria 3d’ Affonseca e Silva (Cipriano8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1880. She married Geraldo Pires de Oliveira, born abt. 1880.

      Children of Maria 3 d’ Affonseca e Silva and Geraldo Pires de Oliveira were as follows:

      322       i           Argemiro10 Pires de Oliveira, born abt. 1900.

      323       ii          Agenor10 Pires de Oliveira, born abt. 1901.

173. Cassianod’Affonseca e Silva 2 (Cipriano8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1882. He married Romualda da Paz, born abt. 1882.

      Children of Cassiano d’Affonseca e Silva 2 and Romualda da Paz were as follows:

      324       i           Americo10 d’ Affonseca e Silva, born abt. 1900.

      325       ii          Herminia10 d’Affonseca e Silva, born abt. 1901.

180. MariaPereira Mundim (Francisca8 d’Affonseca e Silva 1, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1875. She married Teofilo Pereira Caixeta, born abt. 1870.

      Children of Maria Pereira Mundim and Teofilo Pereira Caixeta were as follows:

      326       i           Josefina10 Pereira Caixeta, born abt. 1900. She married abt. 1925 in Paracatu, Minas Gerais, Brasil Ataualpa Valadares de Sant’Ana, born abt. 1895; died abt. 1925 in Paracatu, Minas Gerais, Brasil.

      327       ii          Sebastiao10 Pereira Caixeta, born abt. 1901.

181. AugustaTeixeira Alvares (Goulart) (Bartholina (Bertolina)8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 1879 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil. She married in September/1894 Joaquim Pereira Goulart 1, born abt. 1879.

      Children of Augusta Teixeira Alvares (Goulart) and Joaquim Pereira Goulart 1 were as follows:

      328       i           Joao10 Pereira Goulart 1, born abt. 1896; died bef. 1946.

      329       ii          Joaquim 210 Pereira Goulart, born abt. 1897; died bef. 1946.

      330       iii         Belma10 Pereira Goulart, born abt. 1898; died bef. 1946.

+    331       iv         Clodomiro (Clodomir)10 Pereira Goulart.

182. Theodorad’Affonseca e Silva (Joao Maximiano8, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 07/01/1876; died 18/04/1921. She married on 20/04/1895 Osorio Porfirio Alvares Machado, born abt. 1876.

      Children of Theodora d’Affonseca e Silva and Osorio Porfirio Alvares Machado were as follows:

      332       i           Oswaldo10 Porfr̕io, born 29/02/1896; died 29/10/1930.

+    333       ii          Zoraida10 Porfirio.

+    334       iii         Francisca10 Porfirio.

+    335       iv         Maria10 Porfirio.

      336       v          Jose10 Porfirio da Paz, born 24/01/1903. He married Ana Dinorat (Dinorah) Porfirio da Paz, born abt. 1910.

+    337       vi         Benvinda10 Porfirio Alvares Machado.

      338       vii        Joao10 Porfirio Alvares Machado, born 15/02/1917. He married Julieta Novais, born abt. 1915.

183. Sebastiaod’Affonseca e Silva 1 (Joao Maximiano8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 12/09/1877 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil; died 09/08/1968 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil. He married on 19/12/1896 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil Prosolina Porfirio d’Affonseca (da Silv, born 28/09/1881, daughter of Ernesto Affonso (Evaristo) da Silva and Maria (1) Porfr̕io (da Rocha).

      Children of Sebastiao d’Affonseca e Silva 1 and Prosolina Porfirio d’Affonseca (da Silv were as follows:

      339       i           Sebastiao 210 d’Affonseca e Silva Junior, born 08/11/1898; died 24/09/1899.

      340       ii          Dom Jose Gaspar10 d’Affonseca e Silva Arcebispo de Sao Paulo, born 06/01/1901 in Araxa, Minas Gerais, Brazil; died 27/08/1943 in Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

+    341       iii         Celidonio10 d’Affonseca e Silva.

+    342       iv         Cesar10 d’Affonseca e Silva.

+    343       v          Saul10 d’Affonseca e Silva.

      344       vi         Maria (2)10 d’Affonseca e Silva, born 28/12/1910.

      345       vii        Agar10 d’Affonseca e Silva, born 06/05/1913.

      346       viii       Clelio10 d’Affonseca e Silva, born 06/07/1915. He married on 19/01/1941 Josefina Pires de Oliveira, born abt. 1911, daughter of Josefina Lopes Perfeito.

      347       ix         Filotea10 d’Affonseca e Silva 1, born 02/05/1917; died 07/11/1917.

      348       x          Filotea10 d’Affonseca e Silva 2 4, born 29/01/1919.

      349       xi         Jesus10 d’Affonseca e Silva, born 21/06/1920. He married Suzana Afonso, born abt. 1913.

      350       xii        Sebastiao10 d’Affonseca e Silva Filho 2, born 11/09/1922. He married Arquidamia de Almeida Castro, born abt. 1914.

      351       xiii       Terezinha10 d’Affonseca e Silva, born 04/11/1925; died 26/07/1926.

184. Ritad’Affonseca e Silva (Joao Maximiano8, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1878. She married on 12/05/1903 Dercilio Candido de Oliveira, born abt. 1878, son of Eugenio Candido de Oliveira and Rosina Luzia.

      Children of Rita d’Affonseca e Silva and Dercilio Candido de Oliveira were as follows:

+    352       i           Clara das Neves10 Oliveira.

+    353       ii          Jose da Cruz10 Oliveira.

      354       iii         Maria das Dores10 Oliveira, born 26/09/1906 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil; died bef. 1946.

+    355       iv         Joao Maximiano10 de Oliveira.

185. Maria BeneditaEremita (Joao Maximiano8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 30/12/1890. She married on 15/01/1910 Cassiano de Paula Nascimento, born abt. 1890; died 12/02/1938.

      Children of Maria Benedita Eremita and Cassiano de Paula Nascimento were as follows:

      356       i           Jose10 de Paula Nascimento, born 10/11/1910; died bef. 1946.

      357       ii          Maria de Lourdes10 do Nascimento, born 09/03/1912; died bef. 1946.

      358       iii         Geraldina10 do Nascimento, born 10/07/1913. She married Jose Dias Paes, born abt. 1910.

+    359       iv         Francisco10 de Paula Menho 1.

      360       v          Joao Evangelista10 de Paula, born 01/06/1916. He married on 28/07/1934 Maria Madalena de Paula, born abt. 1912.

+    361       vi         Benedito10 de Paula Nascimento.

      362       vii        Cassiano10 de Paula Nascimento Filho, born 02/03/1922. He married Maria de Lourdes Mendes, born abt. 1914.

      363       viii       Domingos10 de Paula Nascimento, born 29/07/1924.

      364       ix         Maria 210 de Paula Nascimento, born abt. 1926.

      365       x          Maria 310 de Paula Nascimento, born abt. 1928.

186. FranciscoRodrigues de Afonseca (Joana8 d’Affonseca e Silva 1, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 26/05/1878. He married on 26/05/1910 Alexandrina Rodrigues da Cunha, born 23/03/1893, daughter of Aureliano Simoes da Cunha and Elisia Evangelista da Cunha.

      Children of Francisco Rodrigues de Afonseca and Alexandrina Rodrigues da Cunha were as follows:

+    366       i           Celso10 Rodrigues (Menho).

+    367       ii          Alvaro10 Rodrigues (Menho).

+    368       iii         Elisa10 Rodrigues.

      369       iv         Edil10 Rodrigues, born 01/01/1916; died 08/02/1916.

      370       v          Samuel10 Rodrigues, born 01/02/1917; died 25/12/1936.

      371       vi         Wilson10 Rodrigues, born 02/05/1919.

      372       vii        Aluizio10 Rodrigues, born 15/04/1921; died 15/12/1924.

      373       viii       Celio10 Rodrigues, born 13/06/1923.

      374       ix         Perola10 Rodrigues, born 26/10/1925.

      375       x          Sulamita10 Rodrigues, born 20/07/1927.

      376       xi         Edson10 Rodrigues, born 01/06/1929.

      377       xii        Clelia10 Rodrigues, born 26/06/1931.

      378       xiii       Lanir10 Rodrigues, born 05/09/1933.

188. LeaoRodrigues de Afonseca 1 (Joana8 d’Affonseca e Silva 1, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 11/04/1882. He married Guilhermina Vieira da Silva, born abt. 1885, daughter of Domingos Vieira da Silva and Maria Gonȧlves Pereira.

      Children of Leao Rodrigues de Afonseca 1 and Guilhermina Vieira da Silva were as follows:

      379       i           Joana10 Rodrigues de Afonseca 1, born abt. 1910; died March/1912.

      380       ii          Aristoteles10 Rodrigues de Afonseca, born abt. 1911.

+    381       iii         Luiz10 Rodrigues de Afonseca.

+    382       iv         Joana10 Rodrigues de Afonseca 2.

+    383       v          Antonia10 Rodrigues de Afonseca.

      384       vi         Wilson10 Rodrigues de Afonseca, born abt. 1917.

+    385       vii        Maria10 Rodrigues de Afonseca.

+    386       viii       Francisca10 Rodrigues de Afonseca.

      387       ix         Leao10 Rodrigues de Afonseca Junior, born abt. 1923; died 17/05/1930.

      388       x          Erasmo10 Rodrigues de Afonseca, born abt. 1927.

      389       xi         Eli10 Rodrigues de Afonseca, born 30/01/1931; died 14/01/1943.

      390       xii        Noemi10 Rodrigues de Afonseca, born abt. 1933.

      391       xiii       Anjinho cau̇la10 Rodrigues de Afonseca, born abt. 1935.

191. Josede Afonseca Pinheiro (Virgilato8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 06/08/1876. He married on 20/07/1910 Joana Landim, born abt. 1880, daughter of Alexandre de Sousa Landim and Maria 1 de Araujo.

      Children of Jose de Afonseca Pinheiro and Joana Landim were as follows:

      392       i           Lourival10 de Afonseca Pinheiro, born abt. 1900. He married Anesia Pinheiro, born abt. 1905.

      393       ii          Durval10 de Afonseca Pinheiro, born abt. 1902. He married Maria Jose dos Santos, born abt. 1905.

      394       iii         Maria Durvalina10 de Afonseca Pinheiro, born abt. 1904.

      395       iv         Vigilato10 de Afonseca Pinheiro, born abt. 1906.

      396       v          Clodoval10 de Afonseca Pinheiro, born abt. 1908.

      397       vi         Juval10 de Afonseca Pinheiro, born abt. 1910.

194. IsaiasRodrigues Barbosa (Virgilato8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born September/1903. He married Antonia Caldeira Brant, born abt. 1905.

      Children of Isaias Rodrigues Barbosa and Antonia Caldeira Brant were as follows:

      398       i           Candida10 Rodrigues Barbosa, born abt. 1925.

      399       ii          Anonimo Aisa10 Rodrigues Barbosa, born abt. 1926.

211. EvangelinaTiburcio Lopes (Candida8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1892. She married Antonio Tolentino de Castro, born abt. 1890.

      Children of Evangelina Tiburcio Lopes and Antonio Tolentino de Castro were as follows:

      400       i           Dolores10 de Castro, born abt. 1910.

213. MariaLopes da Trindade (Candida8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1894. She married on 20/05/1915 Carlindo Pereira Tavares, born abt. 1890.

      Children of Maria Lopes da Trindade and Carlindo Pereira Tavares were as follows:

      401       i           Osvaldo10 Pereira Tavares, born 24/11/1916.

      402       ii          Abel10 Pereira Tavares, born 29/03/1919.

      403       iii         Domingos10 Pereira Tavares, born 23/02/1922.

      404       iv         Vilmar10 Pereira Tavares, born 07/04/1924.

      405       v          Pedro10 Pereira Tavares, born 30/03/1926.

      406       vi         Elza10 Pereira Tavares, born 15/05/1928.

      407       vii        Maria10 Pereira Tavares, born 30/03/1929.

      408       viii       Clarinda10 Pereira Tavares, born 02/10/1932.

      409       ix         Luiz10 Pereira Tavares, born 15/12/1934.

      410       x          Francisco10 Pereira Tavares, born 09/07/1936.

      411       xi         Nadir10 Pereira Tavares, born 29/01/1937.

      412       xii        Carlindo10 Pereira Tavares Junior, born 07/10/1940.

215. DoloresTeixeira d’Affonseca e Silva (Rafael8 d’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 1888 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil; died 04/12/1965 in Londrina, Paran, ̀ Brasil. She married Alberto Teixeira, born abt. 1880 in Formiga, Minas Gerais, Brasil.

      Children of Dolores Teixeira d’Affonseca e Silva and Alberto Teixeira were as follows:

      413       i           Maria Dolores10 Teixeira, born 13/01/1912.

      414       ii          Moacyr10 Teixeira, born 15/12/1913.

216. Joel (Joelita)d’Affonseca e Silva Teixeir (Rafael8 d’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 30/04/1891 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil. She married Manuel Batista Pereira, born abt. 1885.

      Children of Joel (Joelita) d’Affonseca e Silva Teixeir and Manuel Batista Pereira were as follows:

+    415       i           Sebastiao10 Batista Pereira.

      416       ii          Antonio10 Batista Pereira, born abt. 1914 in Jaguara, Minas Gerais, Brasil.

217. Augustade Affonseca e Silva (Rafael8 d’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 1892 in “Paracatu”, Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil; died 01/07/1940 in Est. Barô Atalita Nogueira, Itapira, Sô Paulo, Brasil. She married Julio Estellita Machado, born 1892 in Lorena, Sô Paulo, Brasil; died 11/02/1945 in Est. Barô Atalita Nogueira, Itapira, Sô Paulo, Brasil, son of Francisco Jose da Costa Machado and Octavia Honoria Machado.

      Children of Augusta de Affonseca e Silva and Julio Estellita Machado were as follows:

+    417       i           Nadir10 Teixeira Machado.

      418       ii          Kardecina10 Teixeira Machado Gonȧlves, born abt. 1923.

      419       iii         Ruth10 Teixeira Machado Furlan, born abt. 1924.

      420       iv         Belma10 Teixeira Machado, born abt. 1925.

      421       v          Luiz10 Teixeira Machado, born abt. 1926.

      422       vi         Eleusa10 Teixeira Machado, born abt. 1927.

      423       vii        Jose10 Teixeira Machado, born abt. 1928.

      424       viii       Rubens (e10 ou Antn̥io), born abt. 1929.

      425       ix         Celia10 Teixeira Machado Torres, born abt. 1930. She married Luiz Torres, born abt. 1930.

      426       x          Irene10 Estellita Machado, born abt. 1931.

218. MariaTeixeira d’Affonseca e Silva (Mariquinha) (Rafael8 d’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 23/01/1894 in Araguari, Minas Gerais, Brasil. She married Getulio Mendes/ (quarda-livros contador), born 13/06/1891 in Patrocinio ou Sacramento, Minas Gerais, Brasil; died 09/07/1963 in Campinas, Sao Paulo, Brazil, son of Joao Mendes de Miranda and Maria de Souza Miranda ( Soares Mendes).

      Children of Maria Teixeira d’Affonseca e Silva (Mariquinha) and Getulio Mendes/ (quarda-livros contador) were as follows:

+    427       i           Geraldo10 Teixeira Mendes/ (Advogado Lawyer).

+    428       ii          Ascelino10 Teixeira Mendes ( Celo ), bancario, representante comercial.

219. Joanad’Affonseca e Silva 3 (Cassiano Raphael8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1890. She married Benedito da Paixao Correa, born abt. 1885.

      Children of Joana d’Affonseca e Silva 3 and Benedito da Paixao Correa were as follows:

      429       i           Guilherme10 da Paixao Correa, born abt. 1910.

      430       ii          Dulce10 da Paixao Correa, born abt. 1912.

+    431       iii         Zulmira10 da Paixao Correa.

+    432       iv         Zaqueu10 da Paixao Correa.

      433       v          Sansao10 da Paixao Correa, born abt. 1918.

      434       vi         Jairo10 da Paixao Correa, born abt. 1920.

      435       vii        Anonimo A10 da Paixao Correa, born abt. 1922.

221. Jose Augustode Afonseca e Silva (Augusto8, Mariana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born April/1860. He married Tereza da Silva Canedo, born abt. 1860.

      Children of Jose Augusto de Afonseca e Silva and Tereza da Silva Canedo were as follows:

      436       i           Benjamin10 de Afonseca e Silva, born abt. 1880.

      437       ii          Sebastiao10 de Afonseca e Silva 3, born abt. 1881. He married (1) Adelaide Firmina Viuna, born abt. 1890; (2) Genesia Teixeira (see 437), born abt. 1885, daughter of Joao Teixeira Vitalicio (ou Vitali and Olimpia da Costa Braga.

222. Ormesindade Afonseca e Silva (Augusto8, Mariana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 08/02/1862. She married Joao Pinheiro da Costa 1, born abt. 1860.

      Children of Ormesinda de Afonseca e Silva and Joao Pinheiro da Costa 1 were as follows:

      438       i           Amelia 110 Pinheiro da Costa, born abt. 1890.

      439       ii          Augusta10 Pinheiro da Costa, born abt. 1890. She married Marcos Lopes da Trindade, born abt. 1880.

+    440       iii         Amelia 210 Pinheiro da Costa.

      441       iv         Eduardo10 Pinheiro da Costa, born abt. 1893; died 1942.

+    442       v          Jovita10 Pinheiro da Costa.

      443       vi         Elisa10 Pinheiro da Costa, born 10/05/1896.

+    444       vii        Isabel10 Pinheiro da Costa.

224. Emidiade Afonseca e Silva (Augusto8, Mariana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 15/05/1865; died 1911. She married Melchior Batista Franco, born abt. 1860.

      Children of Emidia de Afonseca e Silva and Melchior Batista Franco were as follows:

      445       i           Antinarabe10 Batista Franco, born abt. 1880.

232. Fernanditade Afonseca e Silva (Augusto8, Mariana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 10/08/1882; died bef. 1946. She married Joao Alves de Sousa 1, born abt. 1880; died bef. 1946.

      Children of Fernandita de Afonseca e Silva and Joao Alves de Sousa 1 were as follows:

      446       i           Joao10 Alves de Sousa Filho 2, born abt. 1902; died bef. 1946.

240. JosefinaPimentel (Joaquim8 Pimentel Barbosa Junior 2, Maria Benedita7 da Costa, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1861. She married Antonio Tiburcio Lopes, born abt. 1860.

      Children of Josefina Pimentel and Antonio Tiburcio Lopes were as follows:

+    447       i           Francisca10 Tiburcio Lopes.

+    448       ii          Georgina10 Lopes.

      449       iii         Luiz10 Tiburcio Lopes, born abt. 1882; died bef. 1946.

+    450       iv         Josefina10 Tiburcio Lopes.

243. OtiliaPimentel Barbosa (Francisca8 Pimentel Barbosa, Maria Benedita7 da Costa, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1855. She married Cecilio Rodrigues Barbosa, born abt. 1850, son of Bernardo Rodrigues Barbosa and Camila Pinto Brochado.

      Children of Otilia Pimentel Barbosa and Cecilio Rodrigues Barbosa were as follows:

+    451       i           Leao10 Rodrigues Barbosa.

      452       ii          Bernardo10 Rodrigues Barbosa Neto, born abt. 1872.

      453       iii         Camila10 Rodrigues Barbosa, born abt. 1874.

      454       iv         Clarina10 Rodrigues Barbosa, born abt. 1874.

+    455       v          Cicero10 Rodrigues Barbosa.

      456       vi         Matilde10 Rodrigues Barbosa, born abt. 1877. She married Domingos Martins Ferreira, born abt. 1877.

      457       vii        Desinha10 Rodrigues Barbosa, born abt. 1878. She married Julio Martins Ferreira, born abt. 1878.

Generation 10

262. Felisbino10 d’Affonseca e Silva (Rosa9 d’Affonseca e Silva 2, Francisco8, Joaquim7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1869. He married unknown.

      Children of Felisbino d’Affonseca e Silva were as follows:

      458       i           Herculano11 d’Affonseca e Silva, born abt. 1885. He married Maria da Silva Neiva, born abt. 1885.

266. Belmira10 da Costa Braga (Felisbino9, Antonio8, Maximiano7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1880. She married Feliz da Cunha Chaves, born abt. 1880.

      Children of Belmira da Costa Braga and Feliz da Cunha Chaves were as follows:

      459       i           Virgilio11 da Cunha Chaves, born abt. 1900.

      460       ii          Risoleta11 da Cunha Chaves, born abt. 1901.

      461       iii         Vera11 da Cunha Chaves, born abt. 1902.

      462       iv         Jorge11 da Cunha Chaves, born abt. 1903; died bef. 1946. He married Isabel Neto Carneiro Leao, born abt. 1903.

      463       v          Maria da Conceiȧo11 Chaves, born abt. 1904.

268. Olimpia10 da Costa Braga (Felisbino9, Antonio8, Maximiano7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1882. She married Joao Teixeira Vitalicio (ou Vitali, born abt. 1860.

      Children of Olimpia da Costa Braga and Joao Teixeira Vitalicio (ou Vitali were as follows:

      464       i           Genesia11 Teixeira, born abt. 1885. She married Sebastiao de Afonseca e Silva 3 (see 437), born abt. 1881, son of Jose Augusto de Afonseca e Silva and Tereza da Silva Canedo.

270. Maria10 d’Affonseca e Silva (Felisbino9 da Costa Braga, Antonio8, Maximiano7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1884. She married Jose de Campos 1, born abt. 1884.

      Children of Maria d’Affonseca e Silva and Jose de Campos 1 were as follows:

      465       i           Jose11 de Campos Filho 2, born abt. 1910.

      466       ii          Martinha de Jesus11 Campos, born abt. 1911. She married Herculino de Afonseca e Silva (see 92), born abt. 1840, son of Francisco Rodrigues Cordeiro and Mariana d’Affonseca e Silva.

271. Joao10 d’Affonseca e Silva 2 (Felisbino9 da Costa Braga, Antonio8, Maximiano7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1885. He married (1) Joana d’Affonseca e Silva 2 (see 271), born abt. 1885, daughter of Francisco d’Affonseca e Silva 2 and Teresa da Costa Braga; (2) Anonima AxJoao d’Affonseca e Silva, born abt. 1885.

      Children of Joao d’Affonseca e Silva 2 and Anonima AxJoao d’Affonseca e Silva were as follows:

      467       i           Elvira11 d’Affonseca e Silva, born abt. 1905.

      468       ii          Emilia11 d’Affonseca e Silva, born abt. 1905.

273. Americo10 de Macedo (Regosina Rufina9 Balieiro, Maria Madalena8 da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1890. He married Adelina da Silveira, born abt. 1890 in Aiuruoca, Minas Gerais, Brasil.

      Children of Americo de Macedo and Adelina da Silveira were as follows:

      469       i           Jose Americo11 de Macedo, born abt. 1915.

274. Joao10 de Macedo (Regosina Rufina9 Balieiro, Maria Madalena8 da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1891. He married Joana Torres, born abt. 1891; died bef. 1946.

      Children of Joao de Macedo and Joana Torres were as follows:

      470       i           Alexandre11 Macedo Sobrinho, born 1915.

      471       ii          Agnaldo11 Macedo, born abt. 1916.

      472       iii         Raul11 de Macedo, born abt. 1917.

275. Alexandre10 Macedo (Regosina Rufina9 Balieiro, Maria Madalena8 da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1892. He married Maria Torres, born abt. 1892 in Bambu, ̕ Minas Gerais, Brasil, daughter of Antonio Torres.

      Children of Alexandre Macedo and Maria Torres were as follows:

      473       i           Marieta11 Macedo, born abt. 1915.

      474       ii          Saul11 Macedo, born abt. 1916.

      475       iii         Regosino11 Macedo, born abt. 1917.

276. Ana10 Macedo (Regosina Rufina9 Balieiro, Maria Madalena8 da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1893. She married Leopoldo de Faria Pereira, born abt. 1893, son of Bernardino de Faria Pereira and Amalia Carneiro de Mendonȧ.

      Children of Ana Macedo and Leopoldo de Faria Pereira were as follows:

      476       i           Amalia11 de Faria Pereira, born abt. 1915. She married Nelson Oliveira, born abt. 1915; died bef. 1946.

277. Jorge10 Macedo (Regosina Rufina9 Balieiro, Maria Madalena8 da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1895. He married Dorvalina Avelina Pereira de Castro, born abt. 1895, daughter of Joaquim Avelino Pereira de Castro.

      Children of Jorge Macedo and Dorvalina Avelina Pereira de Castro were as follows:

      477       i           Paulo11 Macedo, born abt. 1920.

      478       ii          Jose11 Macedo, born abt. 1921. He married Elza da Mota, born abt. 1921.

      479       iii         Carlos11 Macedo, born abt. 1922.

      480       iv         Milton11 Macedo, born abt. 1923.

+    481       v          Olga11 Macedo.

      482       vi         Ivo11 Macedo, born abt. 1925.

      483       vii        Marta11 Macedo, born abt. 1926.

279. Virginia10 Lourenȯ de Macedo (Regosina Rufina9 Balieiro, Maria Madalena8 da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1900. She married Joao Climaco Cordeiro, born abt. 1900.

      Children of Virginia Lourenȯ de Macedo and Joao Climaco Cordeiro were as follows:

      484       i           Alice11 Climaco Cordeiro, born abt. 1902. She married Jose da Silva Neiva (see 555), born abt. 1902, son of Joao Crisostomo da Silva Neiva and Antonieta Rodrigues Barbosa.

      485       ii          Aurora11 Climaco Cordeiro, born abt. 1920. She married Jose Machado Barbosa, born abt. 1910.

      486       iii         America11 Climaco Cordeiro, born abt. 1921.

      487       iv         Luiza11 Climaco Cordeiro, born abt. 1923.

      488       v          Maria Rosa11 Climaco Cordeiro, born 1924.

      489       vi         Mario11 Climaco Cordeiro, born abt. 1925.

      490       vii        Jose11 Climaco Cordeiro, born abt. 1926.

287. Maria10 da Costa Pinto (Antonia Josefina9 de Carvalho, Henriqueta8 Lourenco da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1890. She married Antonio de Siqueira Torres, born abt. 1890.

      Children of Maria da Costa Pinto and Antonio de Siqueira Torres were as follows:

      491       i           Otilia11 de Siqueira Torres, born abt. 1910; died abt. 1946.

      492       ii          Aquiles11 de Siqueira Torres, born abt. 1911; died bef. 1946.

289. Ediminilda10 Guimaraes (Miguel Fabiao9 Pereira Guimaraes, Caetana Josefina8 da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1910. She married Pedro Rabelo de Sousa, born abt. 1900; died bef. 1946.

      Children of Ediminilda Guimaraes and Pedro Rabelo de Sousa were as follows:

      493       i           Virgilio11 Rabelo, born 1930. He married Olga Guimaraes (see 502), born abt. 1930, daughter of Henrique Fabiao Guimaraes and Laudelina da Rocha Guimaraes.

      494       ii          Antonio11 Rabelo, born abt. 1931. He married Leda Porto, born abt. 1931.

      495       iii         Geraldo11 Rabelo, born abt. 1932. He married Hilda Mundim, born abt. 1932.

      496       iv         Manuel11 Rabelo, born abt. 1933.

      497       v          Jose11 Rabelo, born abt. 1934.

      498       vi         Pedro11 Rabelo de Sousa Filho, born abt. 1935.

      499       vii        Ana11 Rabelo, born abt. 1936. She married Benedito Laboissiere, born abt. 1936.

      500       viii       Maria da Conceiȧo11 Rabelo, born abt. 1937.

290. Laura10 Fabiao (Miguel Fabiao9 Pereira Guimaraes, Caetana Josefina8 da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1911. She married Olimpio Tavares, born abt. 1911.

      Children of Laura Fabiao and Olimpio Tavares were as follows:

      501       i           Anonima Aoli11 Tavares, born abt. 1930.

293. Henrique Fabiao10 Guimaraes (Miguel Fabiao9 Pereira Guimaraes, Caetana Josefina8 da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1914. He married Laudelina da Rocha Guimaraes, born abt. 1914.

      Children of Henrique Fabiao Guimaraes and Laudelina da Rocha Guimaraes were as follows:

      502       i           Olga11 Guimaraes, born abt. 1930. She married Virgilio Rabelo (see 502), born 1930, son of Pedro Rabelo de Sousa and Ediminilda Guimaraes.

      503       ii          Roberta11 Guimaraes, born abt. 1935.

294. Joao Fabiao10 Guimaraes (Miguel Fabiao9 Pereira Guimaraes, Caetana Josefina8 da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1915. He married Palmira Cavalares, born abt. 1915.

      Children of Joao Fabiao Guimaraes and Palmira Cavalares were as follows:

      504       i           Edla11 Guimaraes, born abt. 1935.

      505       ii          Alan Kardec11 Guimaraes, born abt. 1936.

      506       iii         Wanderley11 Guimarês, born abt. 1937.

      507       iv         Euripedes11 Guimaraes, born abt. 1938.

295. Demerval Fabiao10 Pereira Guimaraes (Miguel Fabiao9, Caetana Josefina8 da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1916. He married Isoleta de Castro, born abt. 1916.

      Children of Demerval Fabiao Pereira Guimaraes and Isoleta de Castro were as follows:

      508       i           Paulo11 Pereira Guimaraes, born abt. 1936.

298. Maria10 Batista de Afonseca (Alvaro9, Jose Leonardo8, Berta7 Benta /d’Affonseca e Silva, Domingos6 d’Affonseca e Silva, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1882. She married Jose Soter Gonzaga, born abt. 1882.

      Children of Maria Batista de Afonseca and Jose Soter Gonzaga were as follows:

      509       i           Joanita11 Soter Gonzaga, born abt. 1902. She married Luiz Gottib, born abt. 1902.

      510       ii          Anita11 Soter Gonzaga, born abt. 1903; died bef. 1946. She married Antonio Candido Lopes, born abt. 1903.

      511       iii         Esmeraldina11 Soter Gonzaga, born 1905. She married Pedro Manduca, born abt. 1905.

+    512       iv         Arnaldo11 Soter Gonzaga.

      513       v          Maria11 Soter Gonzaga, born abt. 1908. She married Quintino Vargas, born abt. 1908.

      514       vi         Evilasio11 Soter Gonzaga, born abt. 1910; died bef. 1946. He married Maria Bispo, born abt. 1910.

      515       vii        Violeta11 Soter Gonzaga, born abt. 1911. She married Joao Vargas, born abt. 1911.

      516       viii       Ilda11 Soter Gonzaga, born abt. 1913. She married Joaquim da Cḿara Filho, born abt. 1913.

305. Manuelita10 Batista de Afonseca (Jose9 Batista de Afonseca 1, Jose Leonardo8 Batista de Afonseca, Berta7 Benta /d’Affonseca e Silva, Domingos6 d’Affonseca e Silva, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1890; died bef. 1946. She married Afranio Pimentel Barbosa, born abt. 1890.

      Children of Manuelita Batista de Afonseca and Afranio Pimentel Barbosa were as follows:

      517       i           Joaquim11 Pimentel Barbosa 3, born abt. 1910.

306. Isolina10 de Araujo (Balbina9 d’Affonseca e Silva, Cassiano8 d’Affonseca e Silva 1, Antonio7, Joao6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 1866. She married Manuel Daniel da Rocha Freitas, born abt. 1860.

      Children of Isolina de Araujo and Manuel Daniel da Rocha Freitas were as follows:

+    518       i           Francisca11 da Rocha Freitas.

      519       ii          Manuel11 da Rocha Freitas, born abt. 1891.

+    520       iii         Ana11 da Rocha Freitas Vieira.

+    521       iv         Etelvina11 da Rocha Freitas.

      522       v          Frederico11 da Rocha Freitas, born abt. 1894; died bef. 1946.

+    523       vi         Clarinda11 da Rocha Freitas.

+    524       vii        Salomao11 da Rocha Freitas 1.

      525       viii       Joel11 da Rocha Freitas, born abt. 1897; died bef. 1946.

+    526       ix         Sancha11 da Rocha Freitas.

      527       x          Drazila11 da Rocha Freitas, born abt. 1899.

+    528       xi         Enoque11 da Rocha Freitas.

      529       xii        Anizio11 da Rocha Freitas, born abt. 1901.

      530       xiii       Virgilio11 da Rocha Freitas, born abt. 1902.

307. Cesario10 de Araujo (Balbina9 d’Affonseca e Silva, Cassiano8 d’Affonseca e Silva 1, Antonio7, Joao6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1867. He married Carolina de Deus Araujo, born abt. 1870.

      Children of Cesario de Araujo and Carolina de Deus Araujo were as follows:

      531       i           Joao11 de Araujo, born abt. 1890; died bef. 1946.

      532       ii          Cirilo11 de Araujo, born abt. 1891.

      533       iii         Maria11 de Araujo, born abt. 1892.

      534       iv         Marieta11 de Araujo, born abt. 1892.

308. Benedita10 Alves de Sousa (Francisca Emilia9 Rodrigues Cordeiro, Joao8, Ana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1880. She married Jose Avelino Pereira de Castro, born abt. 1875; died bef. 1946.

      Children of Benedita Alves de Sousa and Jose Avelino Pereira de Castro were as follows:

      535       i           Miguel11 Avelino de Castro, born abt. 1895; died bef. 1946. He married Hermelinda Moreira do Vale, born abt. 1895.

      536       ii          Maria11 Avelino de Castro, born abt. 1897; died bef. 1946. She married Levino do Carmo Alves, born abt. 1890.

      537       iii         Elpidia11 Avelino de Castro, born abt. 1899. She married Domingos Caetano de Oliveira (see 552), born abt. 1890, son of Joao Caetano de Oliveira and Maria Alves de Sousa.

      538       iv         Aurora11 Avelino de Castro, born abt. 1911.

      539       v          Violeta11 Avelino de Castro, born abt. 1913; died abt. 1915.

      540       vi         Diva11 Avelino de Castro, born abt. 1915. She married on 05/12/1936 Celso Rodrigues (Menho) (see 366), born 17/05/1911, son of Francisco Rodrigues de Afonseca and Alexandrina Rodrigues da Cunha.

      541       vii        Jose11 Avelino de Castro Filho 2, born abt. 1917.

309. Josino10 Alves de Sousa 1 (Francisca Emilia9 Rodrigues Cordeiro, Joao8, Ana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1881. He married Hermelinda Gomes Batista, born abt. 1885.

      Children of Josino Alves de Sousa 1 and Hermelinda Gomes Batista were as follows:

      542       i           Pedro11 Alves de Sousa, born abt. 1905.

      543       ii          Maria11 Alves de Sousa, born abt. 1906.

      544       iii         Jorge11 Alves de Sousa, born abt. 1907.

      545       iv         Elza11 Alves de Sousa, born abt. 1908.

      546       v          Rosalia11 Alves de Sousa, born abt. 1909.

      547       vi         Josino11 Alves de Sousa Filho 2, born abt. 1910.

      548       vii        Joao11 Alves de Sousa 4, born abt. 1911.

      549       viii       Jose11 Alves de Sousa, born abt. 1912.

      550       ix         Lucas11 Alves de Sousa, born abt. 1913.

310. Antonio10 Alves de Sousa (Francisca Emilia9 Rodrigues Cordeiro, Joao8, Ana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1882; died bef. 1946. He married (1) Fernandita da Fonseca e Silva, born abt. 1885; (2) Maria Salomao, born abt. 1890.

      Children of Antonio Alves de Sousa and Fernandita da Fonseca e Silva were as follows:

      551       i           Joao11 Alves de Sousa 3?, born abt. 1905.

311. Maria10 Alves de Sousa (Francisca Emilia9 Rodrigues Cordeiro, Joao8, Ana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1883; died bef. 1946. She married Joao Caetano de Oliveira, born abt. 1880.

      Children of Maria Alves de Sousa and Joao Caetano de Oliveira were as follows:

+    552       i           Domingos Caetano11 de Oliveira.

321. Antonieta10 Rodrigues Barbosa (Manuel9, Ana8 Rodrigues Cordeiro, Ana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1880. She married Joao Crisostomo da Silva Neiva, born abt. 1875.

      Children of Antonieta Rodrigues Barbosa and Joao Crisostomo da Silva Neiva were as follows:

      553       i           Guiomar11 Neiva, born abt. 1900. She married Adilio Tolentino de Castro, born abt. 1895.

      554       ii          Maria11 Neiva, born abt. 1901. She married Manuel Caetano Pereira da Rocha, born abt. 1895; died bef. 1946.

+    555       iii         Jose11 da Silva Neiva.

331. Clodomiro (Clodomir)10 Pereira Goulart (Augusta9 Teixeira Alvares (Goulart), Bartholina (Bertolina)8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1938. He married Maria Albertina Batista Pereira Goulart, born abt. 1938.

      Children of Clodomiro (Clodomir) Pereira Goulart and Maria Albertina Batista Pereira Goulart were as follows:

      556       i           Augusta11 Pereira Prismo, born abt. 1963.

      557       ii          Joaquim11 Pereira Goulart 2, born abt. 1964.

      558       iii         Joao11 Pereira Goulart 2, born abt. 1965.

      559       iv         Jose11 Pereira Goulart, born abt. 1966.

      560       v          Paulo11 Pereira Goulart, born abt. 1967.

      561       vi         Mario (Marcio)11 Pereira Goulart, born abt. 1968.

      562       vii        Fabio11 Pereira Goulart, born abt. 1969.

      563       viii       Luiz11 Pereira Goulart, born abt. 1970.

      564       ix         Eleusa11 Pereira Goulart, born abt. 1971.

      565       x          Maria de Lourdes11 Pereira Goulart, born abt. 1972.

333. Zoraida10 Porfirio (Theodora9 d’Affonseca e Silva, Joao Maximiano8, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 20/04/1897. She married on 20/04/1914 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil Melchiades da Cunha Soares 1, born 27/08/1893 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil; died 31/01/1968 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil, son of Jose da Cunha Soares and Maria Augusta Parreira.

      Children of Zoraida Porfirio and Melchiades da Cunha Soares 1 were as follows:

+    566       i           Yolanda11 Cunha Soares.

      567       ii          Maria Jose11 Cunha Soares, born 16/06/1918.

      568       iii         Pln̕io11 Cunha Soares, born 05/12/1919.

      569       iv         Lourdes11 Cunha Soares, born 23/12/1920.

      570       v          Oswaldo11 Cunha Soares, born 21/10/1922.

      571       vi         Olga11 Cunha Soares, born 30/10/1923.

      572       vii        Teresinha11 da Cunha Soares, born 13/11/1924; died bef. 1946.

      573       viii       Jose11 Cunha Soares 2, born 10/05/1926.

      574       ix         Vera11 Cunha Soares 1, born 18/05/1927; died bef. 1946.

      575       x          Roberto11 Cunha Soares, born 27/10/1929.

      576       xi         Carlos11 Cunha Soares, born 03/08/1931.

      577       xii        Maria do Rosario11 Cunha Soares, born 14/10/1932.

      578       xiii       Vera11 da Cunha Soares 2, born 25/07/1934.

      579       xiv       Melchiades11 da Cunha Soares Junior 2, born 17/12/1937.

      580       xv        Sebastiao11 Cunha Soares, born 12/01/1939.

334. Francisca10 Porfirio (Theodora9 d’Affonseca e Silva, Joao Maximiano8, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 28/04/1899. She married on 25/07/1915 Agenor Braga de Araujo, born 1888, son of Marciano Jose de Araujo and Maria Luiza Carneiro dos Santos.

      Children of Francisca Porfirio and Agenor Braga de Araujo were as follows:

      581       i           Celia11 Braga de Araujo 1, born 14/08/1914.

      582       ii          Helio11 Braga de Araujo, born 25/07/1916; died bef. 1946.

+    583       iii         Maria da Conceiȧo11 Braga de Araujo.

      584       iv         Dalva11 Braga de Araujo 1, born 20/03/1920. She married Heitor Clementino Rocha, born abt. 1925.

      585       v          Oswaldo11 Braga de Araj︢o, born 05/05/1921. He married Irene Marcondes Braga, born abt. 1921.

      586       vi         Celio11 Braga de Araujo, born 12/04/1922. He married Maria Aparecida Reis de Araujo, born abt. 1923.

      587       vii        Enio11 Braga de Araujo, born 24/07/1923.

      588       viii       Julio11 Braga de Araujo, born 11/08/1924. He married Maria Madalena de Araujo, born abt. 1924.

      589       ix         Dalva11 Braga de Araujo 2, born 25/07/1925.

      590       x          Celia11 Braga de Araujo 2, born 28/07/1926. She married Avelino Nascimento Filho, born abt. 1926.

      591       xi         Carlos11 Braga de Araj︢o, born 14/07/1927. He married Olinda Silva Araj︢o, born abt. 1927.

      592       xii        Teresinha11 Braga de Araujo, born 24/06/1928.

      593       xiii       Alda11 Braga de Araujo, born 25/06/1930. She married Clorindo Gouvea Pessoa de Mello, born abt. 1928.

      594       xiv       Marlene11 Braga de Araujo, born 04/04/1932. She married Jose Custodio Guimaraes, born abt. 1929, son of Jose Caputo and Ambrosina Custodio Guimaraes.

      595       xv        Leila11 Braga de Araujo, born 11/07/1933.

      596       xvi       Henrique11 Braga de Araujo, born 09/09/1934. He married Maria Regina Braga de Araujo, born abt. 1930.

335. Maria10 Porfirio (Theodora9 d’Affonseca e Silva, Joao Maximiano8, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 05/02/1901. She married on 08/07/1918 Jason de Oliveira, born abt. 1908.

      Children of Maria Porfirio and Jason de Oliveira were as follows:

      597       i           Olga11 de Oliveira, born 23/04/1920.

      598       ii          Jose11 de Oliveira, born 13/09/1924.

      599       iii         Nice11 de Oliveira, born 21/10/1925.

      600       iv         Jose11 de Oliveira 2, born abt. 1928; died bef. 1946.

      601       v          Cesar11 de Oliveira, born abt. 1928; died bef. 1946.

      602       vi         Domingos11 de Oliveira, born abt. 1928; died bef. 1946.

      603       vii        Lourdes11 de Oliveira, born abt. 1928; died bef. 1946.

      604       viii       Maria Auxiliadora11 de Oliveira, born abt. 1928; died bef. 1946.

      605       ix         Maria de Lourdes11 de Oliveira, born abt. 1928; died bef. 1946.

      606       x          Mario Angelo11 de Oliveira, born abt. 1928; died bef. 1946.

      607       xi         Omias11 de Oliveira, born abt. 1928; died bef. 1946.

      608       xii        Sairo11 de Oliveira, born abt. 1928; died bef. 1946.

      609       xiii       Teresinha11 de Oliveira, born abt. 1928; died bef. 1946.

      610       xiv       Luiz11 de Oliveira, born 04/04/1930.

      611       xv        Maria Cristina11 de Oliveira, born 24/07/1935.

      612       xvi       Maria Estela11 de Oliveira, born 27/07/1939.

337. Benvinda10 Porfirio Alvares Machado (Theodora9 d’Affonseca e Silva, Joao Maximiano8, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 19/09/1907. She married on 06/12/1939 Benedito Nery (ou Ney), born abt. 1941.

      Children of Benvinda Porfirio Alvares Machado and Benedito Nery (ou Ney) were as follows:

      613       i           Lucia Maria11 Nery (ou Ney), born 09/09/1940.

341. Celidonio10 d’Affonseca e Silva (Sebastiao9 d’Affonseca e Silva 1, Joao Maximiano8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 23/09/1903. He married in 1924 Silvia Pereira Marques, born 23/01/1904 in Sao Jeronimo dos Poȯes, Sao Gotardo, MG, Brasil, daughter of Joao Pereira Marques and Josina Marques.

      Children of Celidonio d’Affonseca e Silva and Silvia Pereira Marques were as follows:

      614       i           Ilca11 d’Affonseca e Silva, born 17/03/1926.

      615       ii          Jose Maria11 d’Affonseca e Silva, born 24/05/1927.

      616       iii         Luiz Ciro11 d’Affonseca e Silva, born 24/09/1928.

      617       iv         Lucio Natal11 d’Affonseca e Silva, born 26/12/1933.

      618       v          Fausto Emilio11 d’Affonseca e Silva, born 01/03/1936.

      619       vi         Carlos Cesar11 d’Affonseca e Silva, born 16/02/1938.

      620       vii        Silvio11 d’Affonseca e Silva, born 10/09/1940.

342. Cesar10 d’Affonseca e Silva (Sebastiao9 d’Affonseca e Silva 1, Joao Maximiano8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 03/08/1906 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil. He married on 23/08/1932 Maria Luiza dos Reis Novaes, born abt. 1906.

      Children of Cesar d’Affonseca e Silva and Maria Luiza dos Reis Novaes were as follows:

+    621       i           Cesar Augusto11 de Afonseca.

343. Saul10 d’Affonseca e Silva (Sebastiao9 d’Affonseca e Silva 1, Joao Maximiano8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 25/11/1908 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil. He married on 25/11/1932 in Sao Paulo, SP, Brasil Lucy Fonseca, born abt. 1908.

      Children of Saul d’Affonseca e Silva and Lucy Fonseca were as follows:

      622       i           Maria Jose11 d’Affonseca e Silva, born 29/08/1933.

      623       ii          Maria Cecl̕ia11 d’Affonseca e Silva, born 21/11/1934.

      624       iii         Jose Roberto11 d’Affonseca e Silva, born 12/04/1941.

352. Clara das Neves10 Oliveira (Rita9 d’Affonseca e Silva, Joao Maximiano8, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 12/08/1904; died bef. 1946. She married on 04/07/1923 Achiles Franȧ, born abt. 1904.

      Children of Clara das Neves Oliveira and Achiles Franȧ were as follows:

      625       i           Luiz11 Franȧ, born 06/01/1925.

      626       ii          Margarida11 Franȧ, born 08/04/1926.

      627       iii         Antonio11 Franȧ, born 22/04/1927.

353. Jose da Cruz10 Oliveira (Rita9 d’Affonseca e Silva, Joao Maximiano8, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 14/09/1905; died bef. 1946. He married Ligia de Oliveira, born abt. 1905.

      Children of Jose da Cruz Oliveira and Ligia de Oliveira were as follows:

      628       i           Maria Agnes11 Oliveira, born 05/12/1934.

      629       ii          Maria Ligia11 Oliveira, born 05/12/1934.

355. Joao Maximiano10 de Oliveira (Rita9 d’Affonseca e Silva, Joao Maximiano8, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 06/03/1913. He married (1) Alecir Alves de Oliveira, born abt. 1907; (2) Valdira Oliveira, born abt. 1913.

      Children of Joao Maximiano de Oliveira and Valdira Oliveira were as follows:

      630       i           Jorge11 de Oliveira, born 01/08/1935.

      631       ii          Osvaldo11 de Oliveira, born 20/10/1936.

359. Francisco10 de Paula Menho 1 (Maria Benedita9 Eremita, Joao Maximiano8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 03/02/1915. He married on 29/02/1936 Maria Caixeta, born abt. 1911.

      Children of Francisco de Paula Menho 1 and Maria Caixeta were as follows:

      632       i           Atilio11 de Paula Menho, born 09/07/1937.

      633       ii          Francisco11 de Paula Menho Filho 2, born 09/07/1939.

361. Benedito10 de Paula Nascimento (Maria Benedita9 Eremita, Joao Maximiano8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 01/01/1919. He married on 27/12/1940 Alzira Duarte (ou Rodrigues), born abt. 1913.

      Children of Benedito de Paula Nascimento and Alzira Duarte (ou Rodrigues) were as follows:

      634       i           Araceli11 de Paula Nascimento, born 02/05/1941.

366. Celso10 Rodrigues (Menho) (Francisco9 Rodrigues de Afonseca, Joana8 d’Affonseca e Silva 1, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 17/05/1911. He married on 05/12/1936 Diva Avelino de Castro (see 366), born abt. 1915, daughter of Jose Avelino Pereira de Castro and Benedita Alves de Sousa.

      Children of Celso Rodrigues (Menho) and Diva Avelino de Castro were as follows:

      635       i           Aluisio11 Rodrigues (Menho), born 16/09/1937.

      636       ii          Candida11 Rodrigues (Menho), born abt. 1940.

      637       iii         Hebes11 Rodrigues (Menho), born 06/01/1943.

367. Alvaro10 Rodrigues (Menho) (Francisco9 Rodrigues de Afonseca, Joana8 d’Affonseca e Silva 1, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 07/11/1912. He married on 11/06/1941 in Uberaba, Minas Gerais, Brasil Anita Mondim, born 28/12/1914, daughter of Agenor Mondim and Candida de Freitas.

      Children of Alvaro Rodrigues (Menho) and Anita Mondim were as follows:

      638       i           Telma11 Rodrigues (Menho), born 06/06/1942 in Pirapora, Minas Gerais, Brasil.

368. Elisa10 Rodrigues (Francisco9 Rodrigues de Afonseca, Joana8 d’Affonseca e Silva 1, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 02/10/1914. She married Joao da Paixao Correa, born abt. 1910, son of Pedro da Paixao Correa and Maria Alves da Cunha.

      Children of Elisa Rodrigues and Joao da Paixao Correa were as follows:

      639       i           Alvaro11 da Paixao Correa, born abt. 1934.

      640       ii          Dileta11 da Paixao Correa, born abt. 1937.

      641       iii         Joao Sesostris11 da Paixao Correa, born abt. 1940.

      642       iv         Hilda11 da Paixao Correa, born 16/03/1943.

381. Luiz10 Rodrigues de Afonseca (Leao9 Rodrigues de Afonseca 1, Joana8 d’Affonseca e Silva 1, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1912. He married Mariana Rodrigues, born abt. 1915.

      Children of Luiz Rodrigues de Afonseca and Mariana Rodrigues were as follows:

      643       i           Aluizio11 Rodrigues de Afonseca, born abt. 1935.

      644       ii          Guaraci11 Rodrigues de Afonseca, born abt. 1936.

382. Joana10 Rodrigues de Afonseca 2 (Leao9 Rodrigues de Afonseca 1, Joana8 d’Affonseca e Silva 1, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1913. She married Aristoteles dos Santos, born abt. 1910.

      Children of Joana Rodrigues de Afonseca 2 and Aristoteles dos Santos were as follows:

      645       i           Anonimo A11 dos Santos, born abt. 1933.

      646       ii          Anonimo B11 dos Santos, born abt. 1934.

      647       iii         Anonimo C11 dos Santos, born abt. 1935.

383. Antonia10 Rodrigues de Afonseca (Leao9 Rodrigues de Afonseca 1, Joana8 d’Affonseca e Silva 1, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1915. She married Joao de Sousa, born abt. 1910.

      Children of Antonia Rodrigues de Afonseca and Joao de Sousa were as follows:

      648       i           Anonimo A11 de Sousa, born abt. 1930.

      649       ii          Anonimo B11 de Sousa, born abt. 1931.

      650       iii         Anonimo C11 de Sousa, born abt. 1932.

385. Maria10 Rodrigues de Afonseca (Leao9 Rodrigues de Afonseca 1, Joana8 d’Affonseca e Silva 1, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1919. She married Gelmires Vieira da Silva, born abt. 1915.

      Children of Maria Rodrigues de Afonseca and Gelmires Vieira da Silva were as follows:

      651       i           Anonimo A11 Vieira da Silva, born abt. 1940.

386. Francisca10 Rodrigues de Afonseca (Leao9 Rodrigues de Afonseca 1, Joana8 d’Affonseca e Silva 1, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1921. She married Absalao Vieira da Silva, born abt. 1915.

      Children of Francisca Rodrigues de Afonseca and Absalao Vieira da Silva were as follows:

      652       i           Anonimo Abs11 Vieira da Silva, born abt. 1940.

415. Sebastiao10 Batista Pereira (Joel (Joelita)9 d’Affonseca e Silva Teixeir, Rafael8 d’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 1913 in Rifaina/Pedregulho, Comarc Igarapava-SP, Brasil; died 25/04/1960 in Igarapava, Sô Paulo, Brasil; buried 1960 in Ribeirô Preto, Sô Paulo, Brasil. He married in Ribeirô Preto, Sô Paulo, Brasil Mercedes Etchebehere Pereira, born abt. 1914.

      Children of Sebastiao Batista Pereira and Mercedes Etchebehere Pereira were as follows:

      653       i           Joelita Helena11 (Etchebehere) Pereira Mattar, born 28/02/1947 in Ribeirô Preto, Sô Paulo, Brasil. She married on 23/12/1967 in Igarapava, Sô Paulo, Brasil Joao Fued Mattar, born 08/01/1931, son of Fouad Wadih Mattar and Saide Nicolas Saad.

417. Nadir10 Teixeira Machado (Augusta9 de Affonseca e Silva, Rafael8 d’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 1922 in Sacramento, Minas Gerais, Brasil; died 13/04/1968 in Campinas, Sô Paulo, Brasil. She married unknown.

      Children of Nadir Teixeira Machado were as follows:

      654       i           Silvio Rogerio11 Machado, born 20/03/1957 in Itapira, Sô Paulo, Brasil.

      655       ii          Sergio Roberto11 Machado, born 21/09/1961 in Itapira, Sô Paulo, Brasil.

427. Geraldo10 Teixeira Mendes/ (Advogado Lawyer) (Maria9 Teixeira d’Affonseca e Silva, Rafael8 d’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1918 in Rifaina/Pedregulho, Comarc Igarapava-SP, Brasil. He married Beni (—), born abt. 1925.

      Children of Geraldo Teixeira Mendes/ (Advogado Lawyer) and Beni (—) were as follows:

      656       i           Tadeu11 Mendes, born abt. 1950.

      657       ii          Paulo11 Mendes, born abt. 1951.

      658       iii         Regina11 Mendes, born abt. 1952.

428. Ascelino10 Teixeira Mendes ( Celo ), bancario, representante comercial (Maria9 Teixeira d’Affonseca e Silva, Rafael8 d’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 20/05/1919 in Rifaina/Pedregulho, Comarc Igarapava-SP, Brasil; died 06/09/1998 in Hosp. Mons. Walfredo Gurgel, Natal, Rio Grande do Norte, Brasil; buried 07/09/1998 in Cem do Bom Pastor I, Rua S. Miguel Q9 prox recep, ̂̇ Natal RN, Brasil. He married on 23/01/1947 in Colina, Sô Paulo, Brasil Laura Gomes Areias ( Lola ), professora, born 09/10/1921 in Bebedouro, SP, Brasil; christened in Bebedouro, SP, Brasil; died 18/09/2003 in Sao Paulo, SP, Brasil; buried 19/09/2003 in Cem de Sto Amaro, Sao Paulo, SP, Brasil, daughter of Luiz Gomes Areias, / empresario industrial and Marcellina Tinos.

      Children of Ascelino Teixeira Mendes ( Celo ), bancario, representante comercial and Laura Gomes Areias ( Lola ), professora were as follows:

+    659       i           Jose Wilson11 Areias Mendes ( Ze Wilson ), economista.

+    660       ii          Ascelino11 Teixeira Mendes Junior ( Ninho ) , arquiteto, empresario, construtor.

+    661       iii         Luis Fernando11 Areias Mendes ( Nando ), administrador, representante comercial.

+    662       iv         Paulo Henrique11 Areias Mendes, bancario.

+    663       v          Maria de Lourdes11 Areias Mendes ( Cassis ), ( Me), professora universitaria da USP (departamento de educacao fisica, natacao).

+    664       vi         Silvia Cassia11 Areias Mendes, interior designer.

431. Zulmira10 da Paixao Correa (Joana9 d’Affonseca e Silva 3, Cassiano Raphael8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1914. She married Joao Moreira da Silva, born abt. 1910.

      Children of Zulmira da Paixao Correa and Joao Moreira da Silva were as follows:

      665       i           Ester11 Moreira da Silva, born abt. 1934.

432. Zaqueu10 da Paixao Correa (Joana9 d’Affonseca e Silva 3, Cassiano Raphael8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1916. He married Antonia Lemos do Prado, born abt. 1920.

      Children of Zaqueu da Paixao Correa and Antonia Lemos do Prado were as follows:

      666       i           Anonimo Azaq11 da Paixao Correa, born abt. 1940.

      667       ii          Anonimo Bzaq11 da Paixao Correa, born abt. 1941.

440. Amelia 210 Pinheiro da Costa (Ormesinda9 de Afonseca e Silva, Augusto8, Mariana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born January/1893. She married Otacilio de Novais, born abt. 1890.

      Children of Amelia 2 Pinheiro da Costa and Otacilio de Novais were as follows:

      668       i           Valdir11 de Novais, born abt. 1910.

      669       ii          Edite11 de Novais, born abt. 1911.

      670       iii         Jose11 de Novais, born abt. 1912.

442. Jovita10 Pinheiro da Costa (Ormesinda9 de Afonseca e Silva, Augusto8, Mariana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 27/08/1894. She married unknown.

      Children of Jovita Pinheiro da Costa were as follows:

      671       i           Helmo Helio11 Pinheiro, born 28/08/1922.

      672       ii          Ormezinda11 Pinheiro, born 15/07/1928.

      673       iii         Joao11 Pinheiro da Costa 2, born abt. 1930.

      674       iv         Jose11 Pinheiro da Costa, born abt. 1932.

      675       v          Heli11 (—), born abt. 1936.

444. Isabel10 Pinheiro da Costa (Ormesinda9 de Afonseca e Silva, Augusto8, Mariana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born March/1898; died bef. 1946 in Patrocn̕io, Minas Gerais, Brasil. She married unknown.

      Children of Isabel Pinheiro da Costa were as follows:

      676       i           Moacir11 Pinheiro, born abt. 1920.

447. Francisca10 Tiburcio Lopes (Josefina9 Pimentel, Joaquim8 Pimentel Barbosa Junior 2, Maria Benedita7 da Costa, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1880. She married Cesario da Paixao Correa, born abt. 1880.

      Children of Francisca Tiburcio Lopes and Cesario da Paixao Correa were as follows:

      677       i           Ester11 da Paixao, born abt. 1900. She married Antonio Pereira da Costa, born abt. 1900.

      678       ii          Estilita11 da Paixao, born abt. 1902. She married Manuel Martins de Siqueira, born abt. 1902.

      679       iii         Joao11 da Paixao Correa Junior 2, born abt. 1904.

      680       iv         Rosa11 da Paixao, born abt. 1906. She married Jose Zama Lopes, born abt. 1906.

448. Georgina10 Lopes (Josefina9 Pimentel, Joaquim8 Pimentel Barbosa Junior 2, Maria Benedita7 da Costa, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1881. She married Marcelino da Mota Pinto, born abt. 1881.

      Children of Georgina Lopes and Marcelino da Mota Pinto were as follows:

      681       i           Marcilia11 da Mota Pinto, born abt. 1900. She married Bento Pereira Mundim, born abt. 1900.

      682       ii          Hirtes11 da Mota, born abt. 1901. She married Salvador Caldas, born abt. 1901.

      683       iii         Magnolia11 da Mota Pinto, born abt. 1902.

      684       iv         Carlila11 da Mota Pinto, born abt. 1903.

      685       v          Antonio11 Lopes, born abt. 1904.

450. Josefina10 Tiburcio Lopes (Josefina9 Pimentel, Joaquim8 Pimentel Barbosa Junior 2, Maria Benedita7 da Costa, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1883. She married Leao Guimaraes, born abt. 1883; died bef. 1946.

      Children of Josefina Tiburcio Lopes and Leao Guimaraes were as follows:

      686       i           Jose11 Guimaraes, born abt. 1900. He married Anonima Irma de Esmeraldo Gonȧlves de Carvalho, born abt. 1900.

      687       ii          Alvaro11 Guimaraes, born abt. 1901.

      688       iii         Anonima A11 Guimaraes, born abt. 1902. She married Roldao Pereira Mundim, born abt. 1902.

      689       iv         Anonima B11 Guimaraes, born abt. 1903. She married Gustavo Meireles, born abt. 1903.

      690       v          Anonima C11 Guimaraes, born abt. 1904. She married Pedro Paulo (—), born abt. 1904.

      691       vi         Anonima D11 Guimaraes, born abt. 1905. She married Esmeraldo Gonȧlves de Carvalho, born abt. 1905.

451. Leao10 Rodrigues Barbosa (Otilia9 Pimentel Barbosa, Francisca8 Pimentel Barbosa, Maria Benedita7 da Costa, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1870. He married Adalgisa Pimentel Barbosa (see 253), born abt. 1867, daughter of Odorico Pimentel Barbosa and Maria Teresa Rodrigues Barbosa.

      Children of Leao Rodrigues Barbosa and Adalgisa Pimentel Barbosa were as follows:

      692       i           Celuta11 Rodrigues Barbosa, born abt. 1890.

      693       ii          Pedro11 Rodrigues Barbosa, born abt. 1891.

      694       iii         Rute11 Rodrigues Barbosa, born abt. 1892.

      695       iv         Zila11 Rodrigues Barbosa, born abt. 1893.

455. Cicero10 Rodrigues Barbosa (Otilia9 Pimentel Barbosa, Francisca8 Pimentel Barbosa, Maria Benedita7 da Costa, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1876. He married Camila Rodrigues Barbosa (prima), born abt. 1880.

      Children of Cicero Rodrigues Barbosa and Camila Rodrigues Barbosa (prima) were as follows:

      696       i           Anonima Acic11 Rodrigues Barbosa, born abt. 1900.

Generation 11

481. Olga11 Macedo (Jorge10, Regosina Rufina9 Balieiro, Maria Madalena8 da Costa, Caetana7 d’Affonseca e Silva, Domingos6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1924. She married Anfilofio Jordao de Carvalho, born abt. 1924.

      Children of Olga Macedo and Anfilofio Jordao de Carvalho were as follows:

      697       i           Maria12 de Carvalho, born abt. 1944.

      698       ii          Dacio12 de Carvalho, born abt. 1945.

512. Arnaldo11 Soter Gonzaga (Maria10 Batista de Afonseca, Alvaro9, Jose Leonardo8, Berta7 Benta /d’Affonseca e Silva, Domingos6 d’Affonseca e Silva, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1907. He married Heroina da Piedade Diniz, born abt. 1907.

      Children of Arnaldo Soter Gonzaga and Heroina da Piedade Diniz were as follows:

      699       i           Clovis12 Soter Gonzaga, born abt. 1930.

518. Francisca11 da Rocha Freitas (Isolina10 de Araujo, Balbina9 d’Affonseca e Silva, Cassiano8 d’Affonseca e Silva 1, Antonio7, Joao6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1890. She married Francisco Borja, born abt. 1885.

      Children of Francisca da Rocha Freitas and Francisco Borja were as follows:

      700       i           Tito12 Borja, born abt. 1910; died bef. 1946.

      701       ii          Ciro12 Borja, born abt. 1911.

      702       iii         Abner12 Borja, born abt. 1912.

      703       iv         Otir12 Borja, born abt. 1913.

      704       v          Cedro12 Borja, born abt. 1914.

      705       vi         Libano12 Borja, born abt. 1915.

520. Ana11 da Rocha Freitas Vieira (Isolina10 de Araujo, Balbina9 d’Affonseca e Silva, Cassiano8 d’Affonseca e Silva 1, Antonio7, Joao6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1892. She married Genaro Vieira, born abt. 1887.

      Children of Ana da Rocha Freitas Vieira and Genaro Vieira were as follows:

      706       i           Abranchos12 Vieira, born abt. 1912.

      707       ii          Urias12 Vieira, born abt. 1913.

      708       iii         Neftalis12 Vieira, born abt. 1914.

      709       iv         Manuel12 Vieira, born abt. 1915.

      710       v          Joaquim12 Vieira, born abt. 1916.

      711       vi         Norma12 Vieira, born abt. 1917.

      712       vii        Isolina12 Vieira 2, born abt. 1918.

      713       viii       Ibraim12 Vieira, born abt. 1919.

521. Etelvina11 da Rocha Freitas (Isolina10 de Araujo, Balbina9 d’Affonseca e Silva, Cassiano8 d’Affonseca e Silva 1, Antonio7, Joao6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1893; died bef. 1946 in Monte Carmelo. She married Jose Soares do Amaral Junior 2, born abt. 1890.

      Children of Etelvina da Rocha Freitas and Jose Soares do Amaral Junior 2 were as follows:

      714       i           Alfa12 Soares do Amaral, born abt. 1913.

      715       ii          Miguel12 Soares do Amaral, born abt. 1914.

      716       iii         Oto12 Soares do Amaral, born abt. 1915.

      717       iv         Algina12 Soares do Amaral, born abt. 1916.

      718       v          Joel12 Soares do Amaral, born abt. 1917.

      719       vi         Jose12 Soares do Amaral Neto 3, born abt. 1918.

      720       vii        Eduvaldo12 Soares do Amaral, born abt. 1919.

      721       viii       Joao12 Soares do Amaral, born abt. 1920.

523. Clarinda11 da Rocha Freitas (Isolina10 de Araujo, Balbina9 d’Affonseca e Silva, Cassiano8 d’Affonseca e Silva 1, Antonio7, Joao6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1895; died bef. 1945 in Rio Paranab̕a, “MG”, Brasil. She married Eugenio Vieira, born abt. 1890.

      Children of Clarinda da Rocha Freitas and Eugenio Vieira were as follows:

      722       i           Isaltina12 Vieira, born abt. 1915.

      723       ii          Violeta12 Vieira, born abt. 1916.

      724       iii         Elza12 Vieira, born abt. 1917.

      725       iv         Isolina12 Vieira 3, born abt. 1918.

      726       v          Dulce12 Vieira, born abt. 1919.

524. Salomao11 da Rocha Freitas 1 (Isolina10 de Araujo, Balbina9 d’Affonseca e Silva, Cassiano8 d’Affonseca e Silva 1, Antonio7, Joao6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1896. He married Juvelina Araujo, born abt. 1900.

      Children of Salomao da Rocha Freitas 1 and Juvelina Araujo were as follows:

      727       i           Manuel12 da Rocha Freitas, born abt. 1920.

      728       ii          Frederico12 da Rocha Freitas, born abt. 1921.

      729       iii         Jose12 da Rocha Freitas, born abt. 1922.

      730       iv         Maria12 da Rocha Freitas, born abt. 1923.

      731       v          Salomao12 da Rocha Freitas Junior 2, born abt. 1924.

      732       vi         Getulio12 da Rocha Freitas, born abt. 1925.

      733       vii        Dulce12 da Rocha Freitas, born abt. 1926.

      734       viii       Debora12 da Rocha Freitas, born abt. 1927.

526. Sancha11 da Rocha Freitas (Isolina10 de Araujo, Balbina9 d’Affonseca e Silva, Cassiano8 d’Affonseca e Silva 1, Antonio7, Joao6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1898. She married abt. 1918 in Rio Paranab̕a, “MG”, Brasil Orozimbo Gonȧlves Boaventura, born abt. 1895.

      Children of Sancha da Rocha Freitas and Orozimbo Gonȧlves Boaventura were as follows:

      735       i           Dalgisa12 Gonȧlves Boaventura, born abt. 1918.

      736       ii          Damira12 Gonȧlves Boaventura, born abt. 1919.

      737       iii         Elza12 Gonȧlves Boaventura, born abt. 1920.

      738       iv         Isolina12 Gonȧlves Boaventura 4, born abt. 1921.

      739       v          Enoque12 Gonȧlves Boaventura, born abt. 1922.

      740       vi         Maria12 Gonȧlves Boaventura, born abt. 1923.

      741       vii        Luiza12 Gonȧlves Boaventura, born abt. 1924.

528. Enoque11 da Rocha Freitas (Isolina10 de Araujo, Balbina9 d’Affonseca e Silva, Cassiano8 d’Affonseca e Silva 1, Antonio7, Joao6, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1900. He married Rita Purcina, born abt. 1905.

      Children of Enoque da Rocha Freitas and Rita Purcina were as follows:

      742       i           Enis12 da Rocha Freitas, born abt. 1925.

      743       ii          Anazio12 da Rocha Freitas, born abt. 1926.

      744       iii         Edi12 da Rocha Freitas, born abt. 1927.

      745       iv         Jose12 da Rocha Freitas 2, born abt. 1928.

      746       v          Edite12 da Rocha Freitas, born abt. 1929.

552. Domingos Caetano11 de Oliveira (Maria10 Alves de Sousa, Francisca Emilia9 Rodrigues Cordeiro, Joao8, Ana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1890. He married Elpidia Avelino de Castro (see 552), born abt. 1899, daughter of Jose Avelino Pereira de Castro and Benedita Alves de Sousa.

      Children of Domingos Caetano de Oliveira and Elpidia Avelino de Castro were as follows:

      747       i           Severino12 de Oliveira, born abt. 1925.

      748       ii          Florinda12 de Oliveira, born abt. 1926.

555. Jose11 da Silva Neiva (Antonieta10 Rodrigues Barbosa, Manuel9, Ana8 Rodrigues Cordeiro, Ana7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 1902. He married Alice Climaco Cordeiro (see 555), born abt. 1902, daughter of Joao Climaco Cordeiro and Virginia Lourenȯ de Macedo.

      Children of Jose da Silva Neiva and Alice Climaco Cordeiro were as follows:

      749       i           Luiza12 da Silva Neiva, born abt. 1920.

      750       ii          Maria Rosa12 da Silva Neiva, born abt. 1921.

      751       iii         Mario12 Climaco Cordeiro Neiva, born abt. 1922.

      752       iv         Jose12 Climaco Cordeiro Neiva, born abt. 1923. He married Lourdes da Silva Neiva, born abt. 1923.

566. Yolanda11 Cunha Soares (Zoraida10 Porfirio, Theodora9 d’Affonseca e Silva, Joao Maximiano8, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 04/01/1917 in Arax, ̀ Minas Gerais, Brasil. She married on 08/09/1938 Horacio Varela, born abt. 1915.

      Children of Yolanda Cunha Soares and Horacio Varela were as follows:

      753       i           Maria Auxiliadora12 Varela, born 20/06/1939.

583. Maria da Conceiȧo11 Braga de Araujo (Francisca10 Porfirio, Theodora9 d’Affonseca e Silva, Joao Maximiano8, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 02/11/1918. She married in June/1939 Oswaldo Afonso da Silva (ou de Almeida), born abt. 1920.

      Children of Maria da Conceiȧo Braga de Araujo and Oswaldo Afonso da Silva (ou de Almeida) were as follows:

      754       i           Maria Fani12 da Silva (ou de Almeida), born 09/09/1940.

621. Cesar Augusto11 de Afonseca (Cesar10 d’Affonseca e Silva, Sebastiao9 d’Affonseca e Silva 1, Joao Maximiano8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 13/01/1934 in Campinas, Sô Paulo, Brasil; died 13/09/1979 in Niteri̤, Rio de Janeiro, Brasil. He married Myriam Alida Volpe, born 30/11/1937 in Sao Paulo, SP, Brasil, daughter of Joao Volpe and Alida de Mutiis.

      Children of Cesar Augusto de Afonseca and Myriam Alida Volpe were as follows:

+    755       i           Denise12 de Afonseca.

+    756       ii          Cesar12 de Afonseca e Silva Neto.

659. Jose Wilson11 Areias Mendes ( Ze Wilson ), economista (Ascelino10 Teixeira Mendes, Maria9 Teixeira d’Affonseca e Silva, Rafael8 d’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 08/03/1948 in Rua 7 de setembro, 750, Colina, Sao Paulo, Brasil. He married (1) Rene Esther Boechat de Lacerda, born 21/01/1944 in 15h 30min, Itaperuna, Rio de Janeiro, Brasil, daughter of Jose Fernandes de Lacerda and Aldina Boechat de Lacerda; (2) Eliane Elisabeth Mauler, born 19/08/1958; (3) Regina Celli Prado, born in Ceara, Brazil; (4) on 18/03/1972 in Sao Paulo, SP, Brasil, divorced  Eidineise Vasconcellos, born 17/07/1950 in Sao Paulo, SP, Brasil, daughter of Orlando Vasconcellos and Luiza Nascimento Vasconcellos.

      Children of Jose Wilson Areias Mendes ( Ze Wilson ), economista and Rene Esther Boechat de Lacerda were as follows:

      757       i           Marcel12 Boechat de Lacerda Mendes, born 14/12/1981 in 18h05m Centro mďico homeopt̀ico de SP(, Sô Paulo, SP, Brasil.

+    758       ii          Luna12 Boechat de Lacerda Mendes.

      759       iii         Clara12 Boechat de Lacerda Mendes, born 09/02/1987 in 19h45m  Cln̕icas Parab̕a do Sul, Parab̕a do Sul, RJ, Brasil.

      Children of Jose Wilson Areias Mendes ( Ze Wilson ), economista and Eidineise Vasconcellos were as follows:

+    760       i           Juliana12 Vasconcellos Mendes/ ( Juliana Areias ), singer song-writer.

660. Ascelino11 Teixeira Mendes Junior ( Ninho ) , arquiteto, empresario, construtor (Ascelino10 Teixeira Mendes, Maria9 Teixeira d’Affonseca e Silva, Rafael8 d’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 13/08/1953 in Sao Paulo, SP, Brasil. He married on 25/08/1982 in Porto Velho, Rondn̥ia, Brasil Maria das Gracas Carvalho Cabral Mendes, born 02/06/1952 in Santarem, Para, Brazil.

      Children of Ascelino Teixeira Mendes Junior ( Ninho ) , arquiteto, empresario, construtor and Maria das Gracas Carvalho Cabral Mendes were as follows:

      761       i           Felicio12 Cabral Mendes, born 10/08/1984 in Porto Velho, Rondn̥ia, Brasil.

+    762       ii          Joao Luiz12 Cabral Mendes.

      763       iii         Marilia12 Cabral Mendes, born 01/02/1988 in Parab̕a do Sul, Rio de Janeiro, Brasil.

661. Luis Fernando11 Areias Mendes ( Nando ), administrador, representante comercial (Ascelino10 Teixeira Mendes, Maria9 Teixeira d’Affonseca e Silva, Rafael8 d’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 19/10/1954 in Sao Paulo, SP, Brasil. He married on 21/09/1985 in Sao Paulo, SP, Brasil Helena Utiama Mendes, born 26/11/1958 in Sao Paulo, SP, Brasil.

      Children of Luis Fernando Areias Mendes ( Nando ), administrador, representante comercial and Helena Utiama Mendes were as follows:

      764       i           Carolina Massumi12 Utiama Mendes, born 17/08/1986 in Sao Paulo, SP, Brasil.

      765       ii          Victor Takao12 Utiama Mendes, born 12/02/1989 in Sao Paulo, SP, Brasil.

662. Paulo Henrique11 Areias Mendes, bancario (Ascelino10 Teixeira Mendes, Maria9 Teixeira d’Affonseca e Silva, Rafael8 d’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 15/06/1958 in Sao Paulo, SP, Brasil. He married (1) Sueli Nunes Rego, born abt. 23/12/1954 in Sao Paulo, SP, Brasil; (2) Ana Paula Santos Oliveira, born 22/05/1978 in Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Brazil.

      Children of Paulo Henrique Areias Mendes, bancario and Sueli Nunes Rego were as follows:

      766       i           Roberto12 Rego Mendes, born 24/02/1988 in Sao Paulo, SP, Brasil.

      767       ii          Elisa12 Rego Mendes ( engineer ), born 10/07/1990 in Sao Paulo, SP, Brasil.

      768       iii         Andrea12 Rego Mendes, born 30/06/1992 in Sao Paulo, SP, Brasil.

      Children of Paulo Henrique Areias Mendes, bancario and Ana Paula Santos Oliveira were as follows:

      769       i           Pedro Henrique12 Areias de Oliveira Mendes, born 09/02/2013 in Brasilia, Distrito Federal, Brazil.

663. Maria de Lourdes11 Areias Mendes ( Cassis ), ( Me), professora universitaria da USP (departamento de educacao fisica, natacao) (Ascelino10 Teixeira Mendes, Maria9 Teixeira d’Affonseca e Silva, Rafael8 d’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 04/01/1961 in Sao Paulo, SP, Brasil. She married on 27/12/1990 in Sao Paulo, SP, Brasil Milton Cassis, born 10/02/1959 in Sao Paulo, SP, Brasil.

      Children of Maria de Lourdes Areias Mendes ( Cassis ), ( Me), professora universitaria da USP (departamento de educacao fisica, natacao) and Milton Cassis were as follows:

      770       i           Marcela12 Areias Cassis, born 24/04/1995 in Sao Paulo, SP, Brasil.

      771       ii          Rafaela12 Areias Cassis, born 04/11/1997 in Sao Paulo, SP, Brasil.

664. Silvia Cassia11 Areias Mendes, interior designer (Ascelino10 Teixeira Mendes, Maria9 Teixeira d’Affonseca e Silva, Rafael8 d’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born abt. 04/10/1963 in Sao Paulo, Sao Paulo, Brazil. She married (1) Luis Fernando Brunacio Chalita, born abt. 1965; (2) Dimas Roberto Gorgulho, born 15/06/1953 in Mogi das Cruzes, Sao Paulo, Brazil.

      Children of Silvia Cassia Areias Mendes, interior designer and Dimas Roberto Gorgulho were as follows:

      772       i           Bartira12 Mendes Gorgulho, nutricionist, born 03/01/1986 in Sao Paulo, SP, Brasil; christened 12/11/1995 in Sao Paulo, SP, Brasil.

Generation 12

755. Denise12 de Afonseca (Cesar Augusto11, Cesar10 d’Affonseca e Silva, Sebastiao9 d’Affonseca e Silva 1, Joao Maximiano8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 16/10/1962. She married Helio de Azevedo Junior, born abt. 1960.

      Children of Denise de Afonseca and Helio de Azevedo Junior were as follows:

      773       i           Andre13 de Azevedo Junior, born 06/03/1995.

756. Cesar12 de Afonseca e Silva Neto (Cesar Augusto11 de Afonseca, Cesar10 d’Affonseca e Silva, Sebastiao9 d’Affonseca e Silva 1, Joao Maximiano8 d’Affonseca e Silva, Francisco7, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 25/08/1967 in Rio de Janeiro, RJ, Brasil. He married on 12/09/1996 in Sao Paulo, SP, Brasil Adriana Sondermann, born 15/08/1969 in Sao Paulo, SP, Brasil, daughter of Aaron Sondermann and Sonia Cutchuck.

      Children of Cesar de Afonseca e Silva Neto and Adriana Sondermann were as follows:

      774       i           Sofia13 Sondermann de Afonseca, born 18/09/2002 in Sao Paulo, SP, Brasil.

      775       ii          Alan13 Sondermann de Afonseca, born 23/11/2004 in Sao Paulo, SP, Brasil.

758. Luna12 Boechat de Lacerda Mendes (Jose Wilson11 Areias Mendes, Ascelino10 Teixeira Mendes, Maria9 Teixeira d’Affonseca e Silva, Rafael8 d’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 04/02/1983 in 14h 37m Hosp Adventista de SP (Aclima, ̂̇ Sô Paulo, SP, Brasil. She married unknown.

      Children of Luna Boechat de Lacerda Mendes were as follows:

      776       i           Pedro  da Luna13 (—), born in Brasilia, Distrito Federal, Brazil.

760. Juliana12 Vasconcellos Mendes/ ( Juliana Areias ), singer song-writer (Jose Wilson11 Areias Mendes, Ascelino10 Teixeira Mendes, Maria9 Teixeira d’Affonseca e Silva, Rafael8 d’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 07/02/1975 in H. de S. Paulo, Sao Paulo, SP, Brasil. She married (1) Carlos Augusto dos Santos Silva Franco, born 25/07/1968 in Salvador, Bahia, Brasil, son of Pastor Franco and Teresa Maria Linhares dos Santos Silva ( Teco ); (2) Rogerio Teixeira da Mata, born 16/04/1966 in H.e m. S. B do Campo, Sô Bernado do Campo, SP, Brasil, son of Francisco Teixeira da Mata ( Camarao ) and Antonia (Cassiano) Ribeiro da Mata; (3) Geoffrey Francis Drake-Brockman ( Geoffy ), Artist, born 01/03/1964 in Woomera, South Australia, Australia, son of Paris Morton Drake-Brockman and Ann Forman ( Drake-Brockman ).

Juliana Vasconcellos Mendes/ ( Juliana Areias ), singer song-writer

Life:  .  Current address:1 RIN: MH:N7601.

      Children of Juliana Vasconcellos Mendes/ ( Juliana Areias ), singer song-writer and Rogerio Teixeira da Mata were as follows:

      777       i           Jobim13 Areias da Mata, born 27/04/2002 in National Women Hospital, Auckland, New Zealand.

      778       ii          Lilas13 Areias da Mata, born 26/10/2005 in National Women Hospital, Auckland, New Zealand.

762. Joao Luiz12 Cabral Mendes (Ascelino11 Teixeira Mendes Junior, Ascelino10 Teixeira Mendes, Maria9 Teixeira d’Affonseca e Silva, Rafael8 d’Affonseca e Silva 1/ (guarda-livros, Francisco7 d’Affonseca e Silva, Joao6 d’Affonseca e Silva 1, Antonio5 de Afonseca, Joao4, Manoel3, Manoel2 Tome, Antonio1), born 30/10/1986 in Porto Velho, Rondn̥ia, Brasil. He married Ludmila Rios (—), born 1986 in Fortaleza, Ceara, Brasil.

      Children of Joao Luiz Cabral Mendes and Ludmila Rios (—) were as follows:

      779       i           Petala Maria13 Rios Mendes, born 19/05/2013 in Fortaleza, Ceara, Brazil.

      780       ii          Joao Benicio13 Rios Mendes, born 09/09/2014 in Fortaleza, Ceara, Brazil.

EVALUATION VERSION, Progeny Genealogy Inc., http://progenygenealogy.com,    – Criado em 2015

FAMÍLIA TEIXEIRA ALVARES

Pesquisado por Duda – Eduardo Antunes de Paiva, Maria Dulce Loyola Teixeira,  Josi Baggio e Juliana Areias.

Todos nós, descendentes do casal José Benedicto Teixeira Alvares (Roriz) e Maria Clara de Araujo Rocha, descendemos de dois padres católicos goianos.

Pelo lado paterno, do padre João Teixeira Alvares, Vigário de Santa Luzia (atual Luziânia) e Antas, ambas em Goiás, que era o pai de José Benedicto, engravidando uma Roriz chamada Maria Thereza de Jesus, (provavelmente descendente de Gabriel Fernandes Roriz). O padre João Teixeira Alvares, era filho de José Teixeira Alvares e de Thereza da Silva França. José Teixeira Alvares era filho de Antonio Teixeira Alvares e de Maria Clara de Jesus (paulistas). Thereza da Silva França era filha de João da Silva Teixeira e de Quitéria Dias de França.

Pelo lado materno, do padre sacerdote Antonio Joaquim de Araujo Mello (Leite), que era avô de Maria Clara de Araújo Rocha. Maria Clara era filha de José Joaquim de Araujo Leite e de Maria da Rocha, ambos pardos. O pai de José Joaquim de Araujo Leite era o padre sacerdote Antonio Joaquim de Araujo Mello (Leite) que deve ter engravidado uma mulher de ascendência negra ou indígina. Antonio Joaquim de Araujo Mello (Leite) era filho de Manoel Joaquim de Araujo Leite e de Maria de Mello Alvares. Maria de Mello Alvares, por sua vez, filha de Lázaro de Mello Alvares e de Thereza Maria de Jesus (carioca, nascida em 8/7/1744 no Rio de Janeiro, filha de Francisco da Costa Barros e Ignácia de Souza). Francisco da Costa Barros era filho de Roque Coelho da Gama (carioca, 24/8/1682-7/1/1735) e de Ignes Maria de Barros (filha de Gregório De Barros Ramires e de Isabel Cabral de Mello). Roque era filho Manoel Coelho da Gama Jr. e Maria de Queiroz. Manoel, filho de Manoel Coelho da Gama e de Helena da Fonseca. Maria de Queiroz, filha de Miguel do Couto e de Catharina de Queiroz. Miguel do Couto era filho de . Catharina de Queiros era filha de Antonio Dias e Catharina de Queiroz. Catharina de Queiroz era filha de Domingos de Queiroz e de Aplolonia Delgada. Ignácia de Souza era filha de Lourenço Vieira e Francisca da Costa. Lourenço era filho de Francisco Lopes e Lourença Vieira. (Fonte principal sobre os ascendentes e descendentes de Lázaro de Mello Álvares, páginas 115 e 313-324 do livro Os Botelhos de Paracatu: Percursos de uma Linhagem nos Sertões de Minas, do querido primo pesquisador Jo´se Aluísio Botelho).

Casamento de Roque Coelho da Gama & Ignês Maria de Barros

20/5/1708 – Rio de Janeiro-RJ, Brasil – fonte

(Bisavós de Maria de Mello Álvares casada com Manoel Joaquim de Araujo Leite)

Aos 24 de setembro de 1708 receberam-se em matrimônio Roque Coelho da Gama e Ignês ( Ignês maria de Barros). Roque, filho de Manoel Coelho da Gama e Maria (Maria de Barros). Ignês, batizada nessa freguesia, filha de Gregório de Barros (Gregório de Barros Ramires) e d. Isabel (Isabel Cabral de Mello). Testemunhas – Antônio Cardoso e seu escrivão Salvador Domingues Agostinho.

DE VOLTA AO PADRE JOÃO TEIXEIRA ALVARES

Praticamente toda a pesquisa que conclui a ascendencia ao padre João Teixeira Alvares, foi assiduamente realizadas in locco pelo meu querido primo Eduardo Antunes Paiva (Duda, Dudinha querido, gratidão e amizade sem fim, figurinha carimbada!). Duda, filho de Aroldo Eliseu de Paiva e Maria de Lourdes Teixeira. Desde 2001 fizemos trocas animadas de emails entre nós e também com Maria Dulce Loyola Teixeira, esposa de Ubiratan Estivallet Teixeira, filho de Mauro Ludovico Borges Teixeira (Governador e Senador Mauro Borges). Já a conclusão de que descendemos pelo lado materno, também do padre sacerdote Antonio Joaquim de Araujo Mello (Leite), é a dedução que tenho ao analizar minuciosamente o livro Genealogia Luziana. (ver abaixo).

Minha trisavó Josephina Teixeira Alvares – esposa de Raphael de Affonseca e Silva e mãe de Maria Teixeira (minha bisavó Mariquinha), Dolores, Joelita e Augusta – nasceu em 1868 em Vila Boa de Goiás, Goiás Velha, antiga capital do Estado de Goiás e faleceu em 17 de janeiro de 1923 em Conquista, Minas Gerais. Era filha de José Benedito Teixeira Alvares e de Maria Clara de Araújo Rocha. Seus irmãos eram – Augusto, Amélia, Maria Tereza, Theolinda, João (João Teixeira Alvares pai do Governador Pedro Ludovico Teixeira), Ignácio, Theresa e José Benedito Teixeira Filho. Na década de 1870, José Benedito Teixeira Álvares era agente fiscal do Porto de Faustino Lemos, localizado no rio São Marcos, divisa de Paracatu/Cristalina, Goiás. Aí faleceu em 1876. – Informação presenteada pelo querido primo e super pesquisador José Aluísio Botelho.

Maria Clara de Araújo Rocha, mãe de Josephina Teixeira Alvares, nasceu em 22 de julho de 1825 em Santa Luzia, atual Luziânia, Estado de Goiás e faleceu em 25 de maio de 1896 em Araguari, Minas Gerais. No assento de batismo de Maria Clara, ambos seus pais José Joaquim de Araújo Leite e Maria da Rocha vem declarados como pardos. Ou seja tinham a pele mais escura, sendo provavelmente descendentes de negros africanos ou indígenas. A genealogia mestiça do Brasil em geral é feita de homens brancos engravidando nativas indígenas ou negras.

Na pesquisa do primo José Aluísio Botelho sobre a família Melos Álvares, descendentes do Lázaro de Melo Álvares aparece:

6 – Maria de Melo Álvares, nascida em 07/12/1777 em Luziânia; foi casada com Manoel Joaquim de Araújo Leite; filhos descobertos:
6.1 – Eulália Joaquim de Araújo;
6.2 – Lázaro de Melo Álvares Neto, nascido em 1797 em Luziânia; dele se cabe que foi o primeiro chefe do poder executivo de Formosa, em Goiás, em 1844; Aí deixou descendência;
6.3 – Ana Joaquim de Araújo;
6.4 – Antonio Joaquim de Araújo Melo (padre);
6.5 – Manoel Joaquim de Araújo.

O primo e pesquisador José Aluísio Botelho acredita que  José Joaquim de Araújo Leite, certamente era parente próximo do Manoel Joaquim de Araujo Leite, (concluo ser neto através do padre Antônio Joaquim de Araujo Mello) mas não há fonte primária de batismo que prove ser filho do padre. Generosamente o primo me passou esse link, que contém batismos de Luziânia, entre 1749 e 1775 – para eu dar uma olhada, (nesses livros achou alguns filhos do Lázaro de Melo Álvares), até agora, não encontrei como filho de Lázaro, o que reforça mesmo ser neto dele através do padre.

http://www.recordspreservation.org/cgi-bin/list_directory_1.cgi?directory=%2CBrasil%2CGoi%C3%A1s%2CLuzi%C3%A2nia%2CSanta+Luzia&submit_directory=

Esse estudo História: a ciência do passado no presente, de Frederico Celestino Barbosa (DOI: 10.37423/2024.edcl977), também sugere que o Padre Antônio Joaquim de Araujo Mello deixou descendência, quando afirma que – A árvore genealógica da atual família Melo tem como raiz um personagem curioso, Antônio Joaquim de Araújo Mello, que foi um religioso que chegou a Santa Luzia no ano de 1815 e deixou a batina para se casar com “a mais linda donzela da Vila de Santa Luzia, da família Roriz” (MELLO, 1996, p. 94).

Fonte – CAPÍTULO 1 ……………………………………………………………………………………………. 5
AS FAMÍLIAS TRADICIONAIS EM LUZIÂNIA/GO: IMPACTOS HISTÓRICOS E URBANOS NA
CONFIGURAÇÃO DO MUNICÍPIO
Reinaldo de Lima Reis Júnior
Victor Vieira da Rocha
DOI 10.37423/240709127

Ascendência e descendência de Lázaro de Mello Álvares e Maria Thereza de Jesus pesquisadas pelo primo José Aluísio Botelho, pesquisa contida no seu livro Os Botelhos de Paracatu: Percursos de uma Linhagem nos Sertões de Minas.

José Benedito Teixeira Alvares, pais de Josephina, nasceu em 3 de april de 1817 em Santa Luzia, atual Luziânia, no Estado de Goiás e faleceu em 1876. José Benedito era filho do padre João Teixeira Alvares ( Vigário de Santa Luzia e Antas em Goiás) e de Maria Tereza de Jesus (Roriz), que literalmente caiu no “Conto do Vigário”. Na década de 1870, José Benedito Teixeira Álvares era agente fiscal do Porto de Faustino Lemos-MG, localizado no rio São Marcos, divisa de Paracatu/Cristalina, Goiás. Aí faleceu em 1876. (Informação presenteada pelo querido primo e super pesquisador José Aluísio Botelho ( eu sabia apenas que tinha sido antes do outubro de 1891 e pensava ser em Araxá-MG).

Sobre Maria Tereza de Jesus (Roriz) sabemos até agora o nome de sua mãe Thereza Maria de Jesus (nascida em torno de 1770) e que vivera 100 anos, de acordo com essa nota de jornal pesquisada pelo primo José Aluísio Botelho, me enviada por email em 13/2/2019.

“A concubina do padre João Teixeira Álvares, Maria Teresa de Jesus viveu cem anos, nascida em 1794 e falecida em 1894 – notícia de sua morte dada no Gazeta de Uberaba, comprova ser ela avó de Augusto e do Dr. João TA.”

O teste de DNA do meu pai José Wilson Areias Mendes, também aponta ancestrais açorianos. Em Minas Gerais houve imigração de açorianos, incluindo os troncos chamado Três Ilhoas e em Goiás os Melos Álvares, descendentes do Lázaro de Melo Álvares (pesquisa do primo José Aluísio Botelho) com Tereza Maria de Jesus, carioca nascida em 8/7/1744 que casou com o Lázaro de Melo Álvares, tronco da família em Santa Luzia-GO. O primo José Aluísio Botelho observa que sua antepassada Teresa Maria de Jesus (esposa do Lázaro de Melo Álvares), veio do Rio de Janeiro com os pais e irmãos para Luziânia.

O padre João Teixeira Alvares, pai de José Benedito Teixeira Alvares, nasceu em 1783 no arraial de Ouro Fino, antiga Vila Boa de Goiás, hoje chamada cidade de Goiás e faleceu em 18/09/1928 no Rio de Janeiro. Era filho de José Teixeira Alvares e Thereza da Silva França, também ambos do Arraial do Ouro Fino, de Goiás. Importante não confundir com o Município de Ouro Fino em Minas Gerais. Era neto paterno de Antônio Teixeira Alvares e Clara Maria de Jesus e neto materno de João da Silva Teixeira (de Braga, Portugal) e de Quitéria Dias de França (de São Paulo).

TRANSCRIÇÃO DE DOCUMENTOS PESQUISADOS IN LOCCO PELO PRIMO EDUARDO ANTUNES PAIVA

HABILITAÇÃO DE GÊNERE DE JOÃO TEIXEIRA ALVARES – 10/7/1795

Arquivo da Cúria Metropolitana do Rio de Janeiro (subsolo da Catedral) Av. Chile, 245 – Centro, Rio de Janeiro – a/c Silvia http://www.catedral.com.br/arquivoCuria.phpAberto: terças, quartas e quintas das 13:30 às 17:00 Habilitação de Genere do Padre João Teixeira Álvares Anotação: HS3885 – Habilitação Sacerdotal – Caixa 634 – 40 + 40 páginas Data Pesquisa: 28/10/2009 Atividades: Leitura do documento (não podia fazer cópia) TRANSCRIÇÃO POR EDUARDO ANTUNES DE PAIVA PRIMEIRO DOCUMENTO:1795 – GENERE – 10 de julho

JOÃO TEIXEIRA ALVES Natural e batizado na Freguesia da Senhora do Pilar do Ouro Fino, filial da Matriz de Villa Boa de Goyaz deste bispado, filho legítimo de JOSE TEIXEIRA ALVARES e de THEREZA DA SILVA FRANÇA, ambos naturais e batizados na mesma freguesia, que ele tem aplicado aos estudos para conseguir o estado eclesiástico, que sempre tem desejado e porque não pode conseguir sua habilitação de genere. Neto pela parte paterna de ANTONIO TEIXEIRA ALVARES e de CLARA MARIA DE JESUS, natural e batizado na cidade de São Paulo e neto materno de JOÃO DE SILVA (ilegível) e de QUITÉRIA DIAS DE FRANÇA, natural e batizados na cidade de São Paulo.

…………………………………………………

Diz JOÃO TEIXEIRA ALVARES familiar a V. Exc. Rma que ele se acha admitido por V. Exc. a fazer sua Inquisição de Genere nas origens de seus ascendentes, porém como os avós do supe se passarão das suas terras para os contornos de Villa Boa de Goyaz ainda de menor idade e aki se cazarão, onde restão algumas pessoas que bem o conhecerão pelo tempo que os ditos avós achi viverão…..e por esta causa é verossímil que não haja nos lugares de nascimento dados quem possa jurar respeito ao seu ……e pq o supe já se acha em idade suficiente para seguir o estado e desisti como qualquer de mora lhe se nociva, suplica.

………………………………………………

Termo de apresentação que manda fazer o reverendo Doutor Salvador dos Santos Batista e Costa, vigário 12/11/1795, nesta Villa Boa de Senhora Santa Anna de Minas de Goyaz, em casa de morada do Reverendo Doutor Salvador dos santos Batista e Costa, presbítero de hábito de São Pedro, bacharel formado pela Universidade de Coimbra, vigário.

………………………………………………

BATISMO DE JOÃO TEIXEIRA ALVARES *3/1/1772 – Ouro Fino-GO

Assentos de Batismos na Capella da Senhora do Pillar do Ouro Fino no ano de 1772 Aos 2 (?) dias de fevereiro de 1772

Inocente JOÃO que nasceu aos 3 de janeiro de 1772, filho legítimo de JOSÉ TEIXEIRA ALVARES e THEREZA DA SILVA FRANÇA, neto paterno de ANTONIO TEIXEIRA ALVARES e CLARA MARIA DE JESUS e materno de JOÃO DA SILVA E QUITÉRIA DIAS DE FRANÇA. Foi padrinho Manoel da Costa Santos – capelão Antonio José Taleigo Ramalho

………………………………………………

BATISMO DE JOSÉ TEIXEIRA ALVARES – 10/4/1740

(pai do padre João Teixeira Alvares)

JOSE TEIXEIRA ALVARES Reverendo vigário Matheus Machado Homem, Filho legítimo de ANTONIO TEIXEIRA ALVARES e CLARA MARIA. Foram padrinhos Domingos Martins …. solteiro, natural da freguesia de São Mateus da Grimalheira (Seria São Mateus da Graciosa?) e Apolinária de Oliveira, mulher de Francisco Cardoso, natural da cidade de Santos deste bispado. 10/04/1740

………………………………………………

BATISMO DE THEREZA DA SILVA FRANÇA – 2/5/1751 – São Paulo-SP

(mãe do padre João Teixeira Alvares)

THEREZA DA SILVA FRANÇA Vigário José Correa Leitão (?) Filha legítima de JOÃO DA SILVA TEIXEIRA (?), natural desta cidade arcebispado de Braga e de sua mulher QUITÉRIA DIAS DE FRANÇA, natural do bispado de São Paulo. Foram padrinhos Alexandre Teixeira da Silva, arcebispado de Braga e Ana Pires de Barros, mulher de Antonio Dias, ambos da cidade de São Paulo. 02/05/1751

………………………………………………

CASAMENTO DE JOSÉ TEIXEIRA ALVARES & THEREZA DA SILVA FRANÇA – 25/8/1768 – Ouro Fino-GO

CASAMENTO JOSE TEIXEIRA ALVARES e THEREZA DA SILVA FRANÇA 1768 Capela de Ouro Fino, em 25/08/1768 pelas 4 horas da manhã na forma do Sagrado Concílio de Trento, com licença do reverendo doutor vigário Matheus Domingos Rodrigues de Carvalho

………………………………………………

Não foi achado o batismo de JOÃO DA SILVA TEIXEIRA e QUITÉRIA DIAS DE FRANÇA ………………………………………………

03/09/1740 – Casamento de JOÃO DA SILVA TEIXEIRA e QUITÉRIA DIAS DE FRANÇA ………………………………………………

03/01/1737 – Ouro Fino – casamento de ANTONIO TEIXEIRA ALVARES e CLARA MARIA DE JESUS, moradores da freguesia

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SEGUNDO DOCUMENTO: 1798 – PATRIMONIAL

1798 – INTERSTÍCIOS 18/05/1798 Que o supe se acha examinado e aprovado em mesa sinodal para receber as ditas ordens. Que neste bispado na falta de clérigos principalmente na Capitania de Goyaz, donde o supe pretende residir.

………………………………………………

Inquirição de Vita et Moribus

………………………………………………

Dom José Joaquim Justiniano Mascarenhas Castel-Branco2, por mercê de Deos e da Santa Sé Apostólica, Bispo do Rio de Janeiro e do Conselho de Sua Magestade Fidelíssima, &c Mandamos ao Reverendo Pároco da Freguesia de Santa Rita que visto este em hum dia festivo a estação de missa conventual, denuncie e admoeste aos seus fregueses, em como o habilitando JOÃO TEIXIERA ALVARES, natural e batizado na freguesia de Santa Anna da Villa Boa de Goyaz, filho legítimo de JOÃO TEIXEIRA ALVARES e de THEREZA DA SILVA FRANÇA, neto pela parte paterna de …. e ….. e pela mterna de ….. e de ….. pretende ser promovido às ordens menores e sacras para que todos os que souberem se o dito habilitando tem algum canônico impedimento para receber as ordens que pretende, debaixo da pena de obediência o descubrão a elle reverendo pároco no termo de três dias, o qual lhe declarará os impedimentos que vier descobrir, pelas interrogativas seguintes: 1 – Se o habilitado he filho de pais e neto de avos nomeados 2 – Se é christão batizado e crismado 3 – Se é ou foi herege ou apóstata de Nossa Santa Sé 4 – Não é filho ou neto de pais e avós paternos que cometeram crime de lesa majestade, divina ou humana, pelo qual foram sentenciados com as penas estabelecidas nas leis do Reino 5 – Se tem algum defeito ou deformidade corporal, porque não possa bem e sem escândalo exercitar as funções de suas ordens 6 – Se padece alguma enfermidade contagiosa, queixas ou acidentes, que o privem de regente do seu juízo ou o fação cair sem sentido no chão 7 – Se tem incorrido em alguma irregularidade, excomunhão, suspensão ou interdicto 8 – Se cometeu algum homicídio ou cortou membro principal a alguma pessoas, ou para isso deu conselho, ajuda ou favor, não sendo sem justa e necessária defesa ……………………………………………… [testemunhas várias] ………………………………………………

SEMINÁRIO DE SÃO JOSÉ – 1799 2 bispo do Rio de Janeiro (c.1731 – 1805)

JOÃO TEIXEIRA ALVARES – AUTO DE RECADAÇÃO APÓS SUA MORTE

Fundação Cultural Calmon Barreto

Rua Presidente Olegário Maciel, 143 – Araxá – MG

Outubro/2001 Transcrição do documento feita por Eduardo Antunes de Paiva

CAIXA 25 1828

Sob Provedoria Comipania do Aracha O Thezoureiro do Juizo da Sobprovedoria Comipania de Auzentes Joaquim Telles Caldeira1

Auto de Recadação feita nos bens do finado Padre Joam Teixeira Alvares falecido na Corte do Rio de Janeiro

AUTO DE RECADAÇAM

Anno do nascimento de Nosso Senhor Jezus Christo de mil oitocentos e vinte e oito anos o septimo da Independencia do Imperio do Brazil aos dezoito dias do mês de novembro do dito anno neste Arrayal e Julgado de Sam Domingos do Arachá Comarca da Villa do Paracatu do Principe Provincia de Minas Gerais em cazas de morada de Sotero Ribeiro Roza onde eu escrivam da SobProvedoria Comipania de Auzentes fui digo diante nomeado fui vindo junto como Thezoureiro de Auzentes desta Comissaria Joaquim Telles Caldeira para efeito de se proceder em a recadaçam dos que digo em arrecadação dos bens do finado Joam Teixeira Alvares que se achavam em poder do sobre dito Sotero Ribeiro Roza por bem de notificação que por este Juizo lhe foi ahi por ele dito Roza foi apresentada huma caixa feixada dizendo que ali era onde se achavam os bens de que o Thezoureiro fazia mençam em seu requerimento o qual foi logo aberta pelo dito Thezoureiro foram achados os bens constantes do Termo de Juramento que adiante se segue que em cujos bens mandou ele dito Thezoureiro fazer a recadaçam por bem do Mandado do Meritissimo Juiz Ordinario e SubProvedor Comiphania dos Bens e Fazendas dos Defuntos e Auzentes o Capitam Antonio Caetano de Paiva cujos bens o dito Thezoureiro os pos em guarda e depósito em seu poder para se proceder em avaliação venda e rematação na forma das leis faço esta autuação. E eu Escrivam Francisco José de Queiroz na seção dessa Comiphania de Auzentes que o escrevi.

…………………………………………………..

Diz o Thezro de Auztes desta Comiphania q na Corte do Rio de Janeio feleceo o Rmo Vigo de Santa Luzia de Goiaz Joâo Texra Alvares e como na passagem q por aqui fes aqle Rmo Parocho deixou em poder de Sotero Ribro Roza vários bens a saber um cavalo e duas outras caixas requerem a V. Sa se sirva mandar passar mandado para se fazer recadação do ditos moveis e semoventes q se achavam em poder daqle sendo deferido por V.Sa juramento e o mesmo para declarar o que pede mercê como requer mais tem pertencentes ao dito Joam Teixeira Alvares como Vigr para que se sirva assim mandar. Arachá 14 de 9bro de 1828 Assinam: Paiva e Joaqm Telles Caldeira

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O Capitam Antonio Caetano de Paiva cidadão Juiz Ordinario no civel e crime neste Julgado de Sam Domingos do Arachá e ser termo servindo também de SubProvedoria Comissario dos Bens e Fazendas dos Defuntos e Auzentes neste mesmo julgado.

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Mando ao Escrivão da Comissaria deste Julgado Francisco Joze de Queiroz que em observância deste meu Mandado de Arrecadação indo primeiramente por mim assignado e em seu cumprimento vá a caza de Sotero Ribeiro Roza e o notifique para dar a descrever a Recadação dos bens de que fiz menção a Petição retro diferindo os Juramentos precisos e necessários para o que dou Comissão do Thezoureiro a fim o cumpra. Dado e passado neste sobredito Julgado de San Domingos do Arachá aos 14 de 9bro de 1828 e Eu Francisco Jozé de Queiroz Escrivão q o escrevi. D.120. [assina]

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Certifico quanto e por tudo que notifiquei a Sotero Ribeiro Roza para todo digo em sua própria pessoa para todo o conteúdo na petição declarado, Todo o referido he verdade em fé daq. Paço o prezente. Araxá, 19 9bro 1828 O Escrvm Francco Je de Queiroz D400

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Termo de Juramento Aos dezoito dias do mês de novembro de mil oitocentos e vinte e oito anos neste Arrayal e Julgado de San Domingos de Arachá, Comarca da Villa do Paractu do Principe em o Cartorio de mim Escrivam digo em Caza de morada de Sotero Ribeiro Roza onde eu escrivam adiante nomeado fui vindo junto com o Thezoureiro de Auzentes Joaquim digo de Auzentes deste Julgado de San Domingos de Aracha e seu termo o juiz Joaquim Telles Caldeira para efeito de se proceder a recadaçam nos bens do finado Vigário Joam Teixeira Alvarez falecido na Corte do Rio de janeiro e sendo ahy que deferiu o dito Thezoureiro juramento aos Santos Evangelhos

por comissão do Meretissimo Juiz Ordinario e SobProvedor dos Bens e Fazendas dos Defuntos e Auzentes o Capitam Antonio Caetano de Paiva a Sotero Ribeiro Roza que bem verdadeiramente sem dolo malícia e afeição jurasse os bens que se achavam em seo poder pertencentes a herança do dito finado e de baixo do dito juramento dos Santos Evangelhos em que pos sua mão direita sob cargo do qual lhe foi encarregado e disse que se achava em seo poder pertencente ao dito falecido vigário huma caixa feixada na qual sendo aberta pelo sobredito Thezoureiro supra nomeado com assistencia de mim Escrivam achou ele dito Thzoureiro constavam de trinta e seis livros de varias sortes que adiante se fará mais carga expressa e declarada menção bem como assim mais dez cadernos, digo vinte folhetos de pouca monta assim mais quatro pares de botinas usadas uma caixa frasqueira sem fechadura e de como assim o disse o presente termo assinou depois de ser por mim lido o qual assinou junto com o dito ministro. E eu Francisco José de Queiroz escrivão, escrevi.

…………………………………………………..

Auto de Recadação [à partir deste ponto com ajuda de Antonio Cesar Caldas Pinheiro – IPEHBC] em novembro/2009 Ano de nascimento do Nosso Senhor Jesus Cristo de mil oitocentos e vinte e oito anos do sétimo da independência do Império do Brasil aos dezoito dias do mês de novembro do dito ano nesse arraial e julgado de São Domingos do Araxá comarca de Vila do Paracatu do Príncipe, província de Minas Gerais em casa de morada de Sotero Ribeiro Rosa onde eu escrivão da Subprovedoria Comissaria de Ausentes e o diante nomeado fui vindo junto com o tesoureiro do respectivo Juizo Joaquim Telles caldeira para efeito de se proceder a arrecadação constante da petição retro e seu mandado passado a requerimento do supra recorrido tesoureiro e despachada pelo atual juiz ordinário e subprocurador comissário deste julgado e seu termo o Capitão Antonio Caetano de Paiva e sendo aí fez ele o dito tesoureiro arrecadação em os bens pertencentes ao finado vigário João Teixeira Alvares falecido em a Corte do Rio de Janeiro cujos bens assim recadados foram entregues ao dito acima tesoureiro de que tomou conta e entrega e se sujeita as leisdaquele tesoureiro que passo conta, exarei a presente ata de recadação no qual assinou depois de ter sido lido por mim, Francisco José de Queiroz, escrivão da subprovedoria comissária que o escrevi.

…………………………………………………..

Diz Joaquim Telles Caldeira tesoureiro de ausentes dessa comissária que procedeu-se a recadação em uma partida de livros pertencente a herança do finado Teixeira Alvares que passou da vida presente na cidade corte do Rio de Janeiro e achavam os ditos livros nesse julgado. E para bem de serem arrematados precisa se proceder a avaliação e por não haver louvados do [?] meio para louvado por parte da herança ao reverendíssimo Padre Manoel Antonio da Silva por ser gramático latino, sem embrago do privilegio de seu foro mas sim na qualidade de cidadão e por parte do juízo nomeará um suficiente que ser por esse fim notificado. Passando-se edital de praça com os dias de estilo pede se digne assim o mandar e receber mercê. E como requer e nomeio por parte do juízo a Joaquim Felix Rodrigues que jurará. Araxá, 15 de janeiro de 1829

[assina Paiva] Nomeio para porteiro a Eugenio Machado o escrivão o notifique. Hera et supra. [assina Paiva]

…………………………………………………..

Certifico e ponho fé que notifiquei aos louvados nomeados o reverendíssimo Manoel Antonio da Silva e Joaquim Felix Rodrigues Fraga para tudo o quanto conter na petição retro de que ficou ciente. Todo referido é verdade e que dou minha fé judicial cartório 12 de janeiro de 1829 Escrivão Francisco José de Queiroz

…………………………………………………..

Termo de juramento aos Louvados Aos doze dias do mês de janeiro de mil oitocentos e vinte e nove anos nesse arraial de São Domingos de Araxá, Comarca da Villa do Paracatu do Principe em casas de aposentadoria dos ditos louvados e sendo aí pelo dito tesoureiro lhes foi deferido o juramento dos Santos Evangelhos sobre os seus cargos para bem proceder a avaliação dos livros recadados por esse juízo pertencentes aos bens do finado Padre Joao Teixeira Alvares o que prometeram assim cumprir o que para constar faço este termo de juramento em que assinaram comigo Francisco Jose de Queiroz, escrivão da subprovedoria e comissária que escrevi. [assinam Manoel Antonio da Silva e Joaquim Felix Rodrigues Fraga]

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Termo de Avaliação [relaciona os livros]

Treze volumes em francês …………………………………………………………………….. 8$000 (oito mil réis)

Três breviários romanos em 3 volumes …………………………………………………… 3$000

Dicionário de agricultura em 5 volumes ………………………………………………….. 4$000

Novo método da língua francesa em 1 volume

Memórias de Agricultura 3 em 2 volumes …………………………………………………. 5 patacas

Thomas Munficier (?) da academia francesa em 4 volumes

Diálogos sobre a Eloquencia em geral em 1 volume

Elementos da Filosofia racional e moral

Resumos de orações fúnebres em francês em 1 volume Instituições retóricas em português em 1 volume

Dicionário de concílio em latim Instituições retóricas em latim em 1 volume

1 caderno intitulado “bem da ordem” 1 Vieira Abreviado em português

1 Pregoeiro Lusitano em português

1 Justino Febronio em latim 16 cadernos de sermões e orações fúnebres e outros noticiosos [há mais texto – acima foi resumido]

…………………………………………………..

* Notas feitas por Eduardo Antunes de Paica sobre esse documento e os livros

1 Este tem sítio em Santa Luzia (vide livro Bertran)

2Herança jacente é aquela cujos herdeiros ainda não são conhecidos, ou, se conhecidos, renunciaram à herança, não havendo outros. A herança jacente possui duas fases que sao: Na primeira fase: Arrecadação dos bens: verificado o óbito, deve o juiz do domicilio do falecido, fazer a arrecadaçao de todos os seus bens. O juiz vai nomear um curador para administrar e conservar os bens. Na impossibilidade do juiz nao comparecer para fazer a arrecadaçao, ele nomeará autoridade policial para que o faça. A autoridade responsável pela arrecadação dos bens tem que listar os bens e depois fazer um auto de arrecadação. Tem que ter com o policial,

2 testemunhas que assinaram com ele o auto de arrecadação.

3“As Memorias de Agricultura, premiadas pela Academia Real das Sciencias de Lisboa em 1787, e 1788, e as Memorias… premiadas… em 1970 foram reunidas em dois tomos e impressas na Officina da mesma Academia em 1788 e 1791, respectivamente.

4 1 Pataca – 320 réis

5FENELON (Francisco Salignac). DIALOGOS sobre a Eloquencia em Geral e a do Pulpito em Particular. Lisboa. 1761

6Heineccius, Johann Gottlieb (1681 – 1741) Também dito Heinecke. Autor próximo de Pufendorf. Um dos mais destacados jusracionalistas, com profunda influência no ensino do direito em Portugal.

7 1794 (Coimbra / em português) Quintiliano, Marcus Fabius. Os três livros das Instituições Rhetoricas de M. Fab. Quintiliano accommodadas aos que se aplicam ao estudo da eloquência / Pedro José da Fonseca; trad. João Rozado de Villa Lobos e Vasconcellos.

81781 (latim, Lisboa) Quintiliano, Marcus Fabius. Institutionum Rhetoricarum libri três ex. M. Fab. Quinctiliani …. accomodati a Pedro Josepho A Fonseca.

9Vieira Abreviado Em Cem Discursos Moraes, E Politicos, Divididos Em Dous Tomos / Anselmo Caetano Munhoz ; Ofercido Ao Senhor Francisco De Almeida Jordam…Por Manoel Da Conceiçam – Lisboa : Na Officina De Miguel Rodrigues, 1746

10O pregoeiro lusitano: historia circunstanciada da regeneração portugueza desde o Porto, seu Illustre Berço, até á ultima conclusão das Côrtes, com varios discursos tendentes ao mesmo objeto – Clemente José de Mendonça – Typographia da Academia das Sciencias, 1822 – 398 páginas

11Pseudônimo de Johann Nikolaus von Hontheim (Tréveris [Trier], 1701- Luxemburgo, 1790

CANÇÕES SOBRE A OURO FINO-GO

Existem dois classicos sertanejos, – de verdade – que falam sbre as duas localidades diferentes. O Menino da Porteira (Luiz Raymundo / Teddy Vieira De Azevedo), de 1955 regravada por Sérgio Reis em 1996, parece se referir a Ouro Fino em Minas Gerais

O Menino da Porteira

Toda vez que eu viajava pela Estrada de Ouro Fino
De longe eu avistava a figura de um menino
Que corria abrir a porteira e depois vinha me pedindo
Toque o berrante seu moço que é pra eu ficar ouvindo
Quando a boiada passava e a poeira ia baixando
eu jogava uma moeda e ele saía pulando
Obrigado boiadeiro, que Deus vá lhe acompanhando
pra aquele sertão à fora meu berrante ia tocando
Nos caminhos desta vida muitos espinhos eu encontrei
mas nenhum calou mais fundo do que isso que eu passei
Na minha viagem de volta qualquer coisa eu cismei
Vendo a porteira fechada o menino não avistei
Apeei do meu cavalo e no ranchinho a beira chão
Ví uma mulher chorando, quis saber qual a razão
– Boiadeiro veio tarde, veja a cruz no estradão
Quem matou o meu menino foi um boi sem coração
Lá pras bandas de Ouro Fino levando gado selvagem
quando passo na porteira até vejo a sua imagem
O seu rangido tão triste mais parece uma mensagem
Daquele rosto trigueiro desejando-me boa viagem
A cruzinha no estradão do pensamento não sai
Eu já fiz um juramento que não esqueço jamais
Nem que o meu gado estoure, e eu precise ir atrás
Neste pedaço de chão berrante eu não toco mais
 
 
 
 
Já a moda de viola, o clássico sertanejo Chico Mineiro (Francisco Ribeiro Barbosa / Joao Salvador Perez), dos nas 1940, imortalizado pela dupla sertaneja Tonico e Tinoco, se refere claramente a Ouro Fino em Goiás.
 
 
Cada vez que me alembro
Do amigo Chico Mineiro
Das viage que nois fazia
Era ele meu companheiro
Sinto uma tristeza
Uma vontade de chorar
Alembrando daqueles tempos
Que não mais há de voltar
Apesar de eu ser patrão
Eu tinha no coração
O amigo Chico Mineiro
Caboclo bom decidido
Na viola era dolorido e era o peão dos boiadeiro
Hoje porém com tristeza
Recordando das proeza
Da nossa viage motin
Viajemo mais de dez anos
Vendendo boiada e comprando
Por esse rincão sem fim
Caboclo de nada temia
Mas porém, chegou um dia
Que Chico apartou-se de mim
Fizemos a última viagem
Foi lá pro sertão de Goiás
Fui eu e o Chico Mineiro
Também foi o capataz
Viajamos muitos dias
Pra chegar em Ouro Fino
Aonde nós passemo a noite
Numa festa do Divino
A festa tava tão boa
Mas antes não tivesse ido
O Chico foi baleado
Por um homem desconhecido
Larguei de comprar boiada
Mataram meu companheiro
Acabou-se o som da viola
Acabou-se o Chico Mineiro
Despois daquela tragédia
Fiquei mais aborrecido
Não sabia da nossa amizade
Porque nois dois era unido
Quando vi seu documento
Me cortou meu coração
Vim saber que o Chico Mineiro
Era meu legítimo irmão
 

https://www.youtube.com/watch?v=Sp3NnkpBqJc

OURO FINO EM GOIAS – Livro Povoações abandonadas no Brasil – Nestor Razende

Ouro Fino e o Arraial do Ferreiro, fundados por Bartolomeu Bueno da Silva e seus amigos de bandeira no ano de 1726, no sertão de Goiás, hoje pouco restam a serem visitadas, somente ruínas. Mas estão na lembrança do povo e imortalizados na música do “Chico …

Arraial de Ouro Fino foi um dos primeiros povoados do Brasil Central, teve grande importância na história de Goiás, mas restou apenas ruínas.
Foi fundado no ciclo do ouro em 1926, por Bartolomeu Bueno da Silva Filho (O Anhangüera). Nessa época essa região ainda pertencia à Capitania de São Paulo.
Em 31-07-1845, é criado o distrito de Ouro Fino e anexado ao município de Goiás.

Esse povoado tinha mais de 20 casas de residência, uma igreja (Igreja de Nossa Senhora do Pilar de Ouro Fino) e um seminário (Seminário Episcopal de Férias de Santa Cruz).

Ouro Fino ficou famosa pela música: Chico Mineiro, cantada por Tonico e Tinoco.

 

Cidades vizinhas: Silvânia, Goianésia, Cocalzinho de Goiás

Coordenadas:   15°56’30″S   50°1’59″W

http://wikimapia.org/33934576/pt/Ouro-Fino-Ru%C3%ADnas

Obs. A prima Maria Dulce Loyola Teixeira da cidade de Goiás, esposa do Bira (Ubiratan Estivallet Teixeira), cidade de nossos antepassados, em maio de 2020 faz correção sobre essa informação do wikipedia. Ela diz que Ouro fino  fica a 10 minutos de carro de Goiás, no sentido norte, indo para Aruanã. Ouro Fino de Goiás fica a menos de 10 km da cidade de Goiás e não perto de Goianésia, Cocalzinho, que estão distantes mais de 200 km, ao norte e uma da outra estão distantes, também, mais de 200 km.

GOAIS – GOAIS VELHO – VILA BOA DE GOYAZ fundacao 25 Julho 1732

https://pt.wikipedia.org/wiki/Goi%C3%A1s_(cidade)

Antes da chegada dos europeus ao continente americano, a porção central do Brasil era ocupada por indígenas do tronco linguístico macro-jê, como os acroás, os xacriabás, os xavantes, os caiapós, os javaés etc.[7]

Descobertas as Minas Gerais de um lado e as minas de Cuiabá, de outro, no século XVII, uma ideia renascentista (a de que os filões de metais preciosos se dispunham de forma paralela em relação ao equador) iria alimentar a hipótese de que, entre esses dois pontos, também haveria do mesmo ouro. Assim, foram intensificadas as investidas bandeirantes, principalmente paulistas, em território goiano, que culminariam tanto com a descoberta quanto com a apropriação das minas de ouro dos índios goiases, que seriam extintos dali mais rapidamente que o próprio metal. Ali, onde habitava a nação Goiá, Bartolomeu Bueno da Silva fundaria, em 1727, o Arraial de Sant’Anna.

Pouco mais de uma década depois, em 1736, o local seria elevado à condição de vila administrativa, com o nome de Vila Boa de Goyaz (ortografia arcaica). Nesta época, ainda pertencia à Capitania de São Paulo. Em 1748, foi criada a Capitania de Goiás, mas o primeiro governador, dom Marcos de Noronha, o Conde dos Arcos, só chegaria ali cinco anos depois.

Com ele, instalou-se um “Estado mínimo” e, logo, a vila transforma-se em capital da comarca. Noronha manda construir, então, entre outros prédios, a Casa de Fundição, em 1750, e o Palácio que levaria seu nome (Conde dos Arcos), em 1751. Décadas depois, outro governador – Luís da Cunha Meneses, que ficou no cargo de 1778 a 1783-, cria importantes marcos, fazendo a arborização da vila, o alinhamento de ruas e estabelecendo o primeiro plano de ordenamento urbano, que delineou a estrutura mantida até hoje.

Com o esgotamento do ouro, em fins do século XVIII, Vila Boa teve sua população reduzida e precisou reorientar suas atividades econômicas para a agropecuária, mas ainda assim cultural e socialmente sempre esteve sintonizada com as modas do Rio de Janeiro, então capital do Império. Daí até o início do século XX, as principais manifestações seriam de arte e cultura, com sarais, jograis, artes plásticas, literatura, arte culinária e cerâmica – além de um ritual único no Brasil, a Procissão do Fogaréu, realizada na Semana Santa.

Entretanto, a grande mudança, que já vinha sendo ventilada há muito tempo, foi a transferência da capital estadual para Goiânia, nos anos trinta e quarenta, coordenada pelo então interventor do Estado, Pedro Ludovico Teixeira. De certa forma, foi essa decisão que preservou a singular e exclusiva arquitetura colonial da cidade de Goiás.

Goias Velho, Vila Boa de Goias, atual municipio de Goias
Ruínas do Arraial de Ouro Fino, em Goias Velho, Vila Boa de Goias, atual municipio de Goias
Goias Velho, Vila Boa de Goias, atual municipio de Goias
Goias Velho, Vila Boa de Goias, atual municipio de Goias – Coreto da Praça da Matriz

DESCOBERTAS, PISTAS e MITOS SOBRE O VIGÁRIO JOÃO TEIXEIRA ALVARES

Sobre o misterioso Padre João Teixeira Alvares, no começo das trocas de emails desde 2001 entre o querido Primo Duda – Eduardo Antunes de Paiva , Maria Dulce Loyola Teixeira e eu, havia a idéia de que era português e que ele teria chegado junto com a comitiva de D. João VI em 1808. Essa hipótese foi descatada como improvável pelas pesquisas in locco do Duda, porque a comitiva chegou em março de 1808 , mas há registro da posse do Vigário em Santa Luzia em 21/2/1808.

Depois surgiu a possibilidade de ter nascido em Ouro Fino-MG, como transcreveu no Fórum Gen Minas Flávio Júnio, tirado da Grande Enciclopédia Portuguesa Brasileira:

” Padre Joao Teixeira Alvares, sacerdote, n. em Ouro Fino e m. no Rio de Janeiro em 1825. Ordenou-se em 1798, tendo sido vigario de Anta e, depois, de Santa Luzia. Homem de grande ilustracao – dominava o latim, o frances, o espanhol, o italiano, e era profundo conhecedor de todo o movimento literário do seculo XVI – toda a sua ação se desenvolveu no sentido de radicar nos seus paroquianos o amor pelo trabalho e de conseguir que este se libertasse dos processos de rotina que aplicavam a agricultura. A sua figura e ação civilizadora se referiram em termos assaz lisonjeiros Saint Hilaire, Cunha Matos e Pohl. Deixou manuscrita uma notável memoria sobre a justiça de Santa Luzia.”

Sabemos que essa informação é parcialmente incorreta, o Padre João Teixeira Álvares morreu só em 1828, já que o primo Duda pesquisou in locco quando morava em Brasília, os seguintes fatos:

1827 09/set: O Padre João TA visita a igreja. Santa Luzia – GO
1828 Últimos registros do Padre João TA no livro paroquial: Casamentos(27/jan) e Batismos (22/abr). Santa Luzia – GO
19/nov: Início do processo de arrecadação dos bens do Padre João TA, falecido na corte no Rio de Janeiro. Araxá – MG

Maria Dulce, uma vez, encontrou essa informação, onde se diz Ouro fino no Oeste de Minas Gerais, quando na verdade é no sul do Minas. Haveria uma outra localizade com nome semelhante no Oeste Mineiro?

“Antonio Luiz Teixeira e Alvares, que chegou ao Brasil em 1760 e obteve sesmarias no oeste de Minas Gerais, Ouro Fino.”

Mais sentido faz de que fosse nascido do Estado de Goiás mesmo, provavelmente em Santa Luzia ( Luziânia) ou Vila Boa de Goiás (hoje Goiás), local do Seminário de Santa Cruz, onde estudou o médico João Teixeira Álvares ou proximidades. Abaixo, email enviado por Duda em 2008.

A verdade

No verbete do padre ainda é mencionado que ele foi vigário de Anta.

Leia-se Arraial Santa Rita do Anta, também um dos primeiros arraiais de ouro. Onde fica? Próximo a Villa Boa….

Outra coincidência?

Ainda naqueles idos de 2001, encontrei nos livros paroquiais de Santa Luzia, um registro curioso, datado de 02/06/1808, do batismo de Maria, filha de Salvador de Souza Âmbar (natural de Senhor Bom Jesus das Antas) e Brígida Rufina Teixeira, (natural de Villa Boa).

Num outro registro, esta Brígida constava como Teixeira Álvares.

Neste mesmo assento, constava que a tal Brígida era filha de José Teixeira Álvares e Thereza da Silva França (naturais da freguesia de Santa Anna de Villa Boa).

No livro de Saint Hillaire, “Viagem a Província de Goiás” (1819), é mencionado que o Padre João morava com a mãe, suas irmãs, várias sobrinhas e um irmão aleijado.

Por isso sempre fiquei cismado com aquele registro. Brígida poderia ser irmã do Padre.

Enfim, a informação mais importante que posso passar para vocês, encontrei há muito pouco tempo, no Google.

Por conta daquela antiga cisma minha, pesquisando o nome de “Thereza da Silva França”, encontrei uma única referência, um texto em PDF de uma edição da revista Interação, da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás, onde consta o artigo “Inocentes expostos – o abandono de crianças na Província de Goiás no século XIX”, da historiadora Diane Valdez.

A referência é:

“Os inocentes eram todos depositados “em porta de casa de…”. Nenhum foi encontrado na porta da Igreja, porém uma criança, com o nome de Felicidade, foi deixada na porta da casa da mãe do padre, em Antas, no ano de 1804: “foi exposta sem ser do lar em casa de D. Thereza da Silva França minha mãe” (LIVRO N. 4, Paróquia Santa Rita D’Antas, 1802).

Não é citado o nome do padre. Mas é tudo muito óbvio.

Junte este texto, o registro paroquial e deduz-se que o Padre João Teixeira Álvares é irmão de Brígida e filho de José Teixeira Álvares e Thereza da Silva França, naturais da freguesia de Santa Anna de Villa Boa, atual Goiás (Velho). Ponto.

Ele é brasileiro. Filho de brasileiros.

Onde poderíamos avançar as pesquisas?

Encontrando seu processo Genere et Moribus nos arquivos da Arquidiocese de Mariana, onde imagino, tenha se ordenado em 1798, já que o Seminário de Nossa Senhora da Boa Morte, em Mariana, foi criado em 20/dez/1750 (e era o mais próximo de Goiás Velho). Os outros seminários existentes nesta época no país  ficavam muito mais distantes: no Pará (São Alexandre – 17/abr/1749) e Rio de Janeiro [(São José – 05/set/1739) e (Nossa Senhora da Lapa – 29/jul/1752)]. Os seminários de Nossa Senhora das Graças (Olinda) e São Damaso (Salvador) foram criados após 1798.

Há uma possibilidade dele ter se ordenado no Rio de Janeiro. Mesma cidade onde morreu em 1828 e não 1825, conforme consta da Enciclopédia.

Há quatro meses atrás, estive pela primeira vez na cidade de Goiás. Cidade linda, maravilhosa. Fui turistar apenas.

Mas dei um pulo na Diocese da cidade, e me informaram que lá estão arquivados todos os livros paroquiais do início da cidade -fonte inclusive dos dados da historiadora Ana Maria Nunes, que é sobrinha de um parente em comum nosso, o Geraldo Teixeira Álvares. Na época, troquei muitas mensagens com ela e tive a oportunidade de falar com o Sr. Geraldo, advogado, na época tinha quase 90 anos (desconheço se faleceu) e era filho de uma relação conflituosa entre o Dr. João Teixeira Álvares e Alípia Pereira Prado (história longa essa).

Mensagem da Maria Dulce em 2008 sobre informação coletana no Fórum Genealbr na época

família

Teixeira Alvares, que inicia com:

João Teixeira Alvares, de Celorico de Basto, Corgo, São Romão, n, 21.06.1655,

  • filho de Gonçalo Teixeira de Carvalho (1607/1678) e Maria Braz

Azevedo (1612/1695).

Casou com Maria Neiva e Lemos, tiveram um filho, que tambem se tornou

Padre, mas não o nosso de Luziania, João Teixeira Alvares, n. 21.01.1680.

Depois tenho:

  • Teixeira Alvares da Freguesia de Santo Andre dos Molares – Conselho

Celorico, Bastos – Braga – Portugal,

  • Francisco Alvares casado com Margarida Teixeira em 1695, pais do

médico  * Miguel Teixeira Alvares, que era pai de

  • Antonio Luiz Teixeira e Alvares, que chegou ao Brasil em 1760 e

obteve sesmarias no oeste de Minas Gerais, Ouro Fino.

Provavelmente pai de nosso Padre. Não sei se o Eduardo teria

concluído esta etapa. Você tem como ver com ele?

Mesmo a crença de que o Vigário de Santa Luzia João Teixeira Álvares, teve esse filho José Benedito “Roriz” (Teixeira Álvares) com  Maria Tereza de Jesus, filha de Thereza Maria de Jesus é obviamente difícil de confirmar. O seu estudo abre a possibilidade da mãe do José Benedito  –  a  Maria Tereza de Jesus ser ela mesma uma Álvares  se houver documento mostrando que a avó Thereza Maria de Jesus descende do Lázaro de Melo Álvares. Possibilidade a ser pesquisada.

No entanto, até agora permance a idéia de  que o Vigário seja mesmo o pai do José Benedito. Eis a transcrição do assento de batismo do José Benedito pesquisado pelo Duda em Santa Luzia.

“Aos 17 dias do mes de abril de 1817, nesta Igreja Matriz de Santa Luzia, Prelazia de Goyas, com licenca minha o Reverendo Simplicio Pereira da Silva batisou e pos os santos oleos do inocente Jose Benedicto, que nasceu em 03/04/1817, filho legitimo de Maria Tereza de Jesus, filha de Thereza Maria de Jesus, foram padrinhos Joao Teixeira Alvares e a mesma Thereza Maria. E para de tudo constar fiz este assento que por verdade assinei. O Paroco collado Joao Teixeira Alvares.

Observações que o levam a crer que o Padre fosse mesmo o pai de Jose Benedicto:

  • o padre autoriza um outro padre a celebrar o batismo para ser um dos padrinhos ( Obs: a menos que o padrinho seja um homônimo);
  • o padre afirma que o filho é legitimo, e não natural, como usualmente eram descritos os filhos de mãe solteira.
  • Coincidencia? Jose Benedicto deu o nome do Padre, de sua mãe e de sua avó a 3 de seus 8 filhos.(Obs: 9 – Augusto, Amélia, Maria Teresa, Theolinda, Joao, Ignacio, Thereza, Josephina e Jose Benedito Filho).
  • o “Almanaque de Santa Luzia para o Ano de 1923 – “Efemerides Luzianas” de Gelmires Reis, diz que em 4/4/1894, falece Dona Maria Thereza, mae de Jose Benedicto, casada com Ignacio de Souza.

José Benedicto Teixeira Alvares casou-se com Maria Clara de Araujo Rocha nascida em 22/7/1825. Sobre os pais de Maria Clara, se diz no assento de seu batismo dela: Jose Joaquim de Araujo, pardo e Maria da Rocha, parda.

E o sobrenome Roriz viria de onde?

Cronologia feita pelo primo Duda, Eduardo Antunes Paiva em torno de  2003 e que eu Juliana Areias atualizo agora em dezembro de 2025:

CRONOLOGIA – SANTA LUZIA

PADRE JOÃO TEIXEIRA ALVARES – Ascendência e descendência

e demais personalidades e acontecimentos de Santa Luzia – Goiás, Brasil

(atual Luziânia e redondezas – Crystais /Cristalina, Antas / Anápolis, Orizona / Campo Formoso, Silvânia / Bonfim, Valparaíso, Novo Gama, Brasília, cidade de Goiás/ Goiás Velha / Villa Boa de Goiás e Catalão)

Fontes:

1) Pesquisa do Primo Duda Eduardo Antunes de Paiva com dados adicionados por mim Juliana Areias.

***Habilitação de Genere do Padre João Teixeira Alvares – de 10/6/1795 pesquisado in locco e transcrito pelo Primo Duda – Eduardo Antunes de Paiva – Arquivo da Cúria Metropolitana do Rio de Janeiro (subsolo da Catedral) Av. Chile, 245 – Centro, Rio de Janeiro – a/c Silvia http://www.catedral.com.br/arquivoCuria.php Habilitação de Genere do Padre João Teixeira Álvares Anotação: HS3885 – Habilitação Sacerdotal – Caixa 634 – 40 + 40 páginas Data Pesquisa: 28/10/2009 Atividades: Leitura do documento – não podia fazer cópia).

2) Publicações de Gelmires Reis – Genealogia Luziania e Almanaque de Santa Luzia – Ephemerides Luzianas (1929) – referentes a cidade de Santa Luzia, atual Luziana-GO e proximidades tais como São Sebastião dos Cristais (Cristalina, onde a bisa Mariquinha tinha seu garimpo).

3) Ascendência e descendência do casal Lázaro de Melo Alvares e Tereza Maria de Jesus aprofundada por Juliana Areias através do livro Os Botelho de Paracatu: Percursos de uma Linhagem dos Sertões de Minas – do querido primo e meticuloso pesquisador José Aluísio Botelho – páginas 115, 313-324.

4) Tese de Mestrado em Catalão de Amanda Moreira de Amorim – Encomendei e fiz dar a sepultura Dinâmicas Lexicais da morte em documentos manuscritos do século XIX em Goiás.

5) Histórico da Fazenda Boa Esperança – Mikaela Monteiro Moraes (30/10/2023). Município de Santa Luzia – Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

OBS. Quando não mencionada a localização, os verbetes se referem a Santa Luzia, atual Luziania-GO, Brasil. Partes das terras originais de Santa Luzia, foram transferidas para a construção de Brasília, a nova capital do Distrito Federal brasileiro.


“Padre João Teixeira Álvares, sacerdote, n. em Ouro Fino (Goiás) e m. no Rio de Janeiro em 1825 (na verdade 1828). Ordenou-se em 1798, tendo sido vigário de Anta (Anápolis-GO) e, depois, de Santa Luzia (Luziânia-GO) . Homem de grande ilustração – dominava o latim, o francês, o espanhol, o italiano, e era profundo conhecedor de todo o movimento literário do século XVI – toda a sua ação se desenvolveu no sentido de radicar nos seus paroquianos o amor pelo trabalho e de conseguir que este se libertasse dos processos de rotina que aplicavam à agricultura. À sua figura e ação civilizadora se referiram em termos assaz lisonjeiros Saint Hilaire, Cunha Matos e Pohl. Deixou manuscrita uma notável memória sobre a justiça de Santa Luzia.”

(Sapo – Fórum Português de Genealogia)

DATA/ EVENTO/LOCAL

1700s

19 Ago 1732 – Antônio da Silva Caldeira Pimentel passa o governo da Capitania a d. Antônio Luiz Tavora, conde de Sarzedos.

1736-9 – O Bandeirante Anhanguera funda o Arraial de Santana, futura Vila Boa de Goiás (Goiás-GO): “Acerca das bandeiras que percorreram o território goiano, convencionou-se atribuir àquela liderada por Bartolomeu Bueno da Silva (1672-1740), alcunhado por índios como Anhanguera, a autoria do descobrimento de Goiás, uma vez que, a partir daí, descobriram-se os primeiros veios auríferos goianos, dando início ao processo de povoamento territorial (CASTRO, 2009). Entretanto, a prática de atribuir o descobrimento a Bueno “[…] não significa que ele fosse o primeiro a chegar na região, mas sim que ele foi o primeiro a ir a Goiás com intenção de se fixar nas terras” (PALACÍN; MORAES, 2008, p. 20). […] Percebemos, então, a presença do escravo no território goiano desde as bandeiras que deram origem à sua ocupação. Mattoso (2003) pontua que a descoberta e a exploração do ouro em Minas Gerais, no final do século XVII, resultaram em uma nova demanda de mão de obra escrava, elevando, assim, o tráfico de africanos. Com as novas descobertas em Goiás não foi diferente e a lida nas minas aumentou, significativamente, a demanda de mão de obra cativa. (AMORIM, 2020, p.25). / O primeiro núcleo urbano fundado por Anhanguera em solo goiano foi o Arraial de Nossa Senhora de Sant’Anna, na região próxima ao Rio Vermelho, posteriormente denominada Vila Boa, capital da capitania/estado por cerca de 200 anos, até a construção de Goiânia, em 1930 (PALACÍN; MORAES, 2008; POLONIAL, 2013)6. Nas margens dos rios com ouro de aluvião desenvolviam-se novas aglomerações, em decorrência do garimpo, e
assim surgiram os arraiais de Barra, Ferreiro, Anta, Ouro Fino e Santa Rita, conforme expressa Palacín (1972).[…] O primeiro registro oficial que se tem sobre a quantidade de escravos em Goiás são os
dados da capitação de 1736, conforme Palacín e Moraes (2008). Neste ano, cerca de dez anos
após o início da exploração aurífera goiana, registram-se aproximadamente 12.000 escravos
adultos.” (AMORIM, 2020, p.31).

10/4/1740 – Nascimento de José Teixeira Alvares (futuro pai do Padre João Teixeira Alvares), filho de Antônio Teixeira Alvares e Clara Maria. Foram padrinhos Domingos Martins …. solteiro, natural da freguesia de São Mateus da Grimalheira1 (?) e Apolinária de Oliveira, mulher de Francisco Cardoso, natural da cidade de Santos deste bispado. (***Fonte – Habilitação de Genere do Padre João Teixeira Alvares).

8 Nov 1744 – É criada a capitania de Goiás.

15 Ago 1746 – Antônio Bueno de Azevedo, a frente de volumosa bandeira, sai de Paracatu rumo noroeste, em busca de minas auríferas.

24 Ago 1746 Antonio Bueno de Azevedo chega a margem esquerda de um rio, a que denomina São Bartholomeu, em louvor ao santo do dia, em cuja margem trata de abrir grandes roças.

23 Dec 1746 – Uma turma de caçadores da gente de Antônio Bueno de Azevedo, a 23 kilometros do acampamento, ao ocidente, encontra o Corumbá.

25 Mar 1747 – O padre Luiz da Gama Mendonça reza a primeira missa nas minas de Santa Luzia, assistida por 600 pessoas.

1749 – Em decorrência de seu descobrimento, Goiás pertenceu à capitania de São Paulo até 1749, quando se tornou capitania independente (AMORIM 2020, p.31).

Década de 1750 – Chegada em Paracatu-MG e Santa Luzia-GO do açoriano Lázaro de Melo Álvares, nascido em 23/10/1725 e batizado em 31/10/1725 na freguesia de Nossa Senhora da Estrela, vila de Ribeira Grande, Ilha de São Miguel. Filho de Manoel Álvares Correia e de Joseja de Mello Machado. Posteriormente vai se casar em Santa Luzia-GO com Tereza Maria de Jesus, carioca.

1750 – O número de escravos eleva-se para 20.000, atingindo 24.000 em 1823, dentre um
total de 61.000 habitantes. (AMORIM, 2020, p.31).

24 Dec 1750 – Horroroso combate entre índios (indígenas, povos nativos) e uma bandeira que foi captura-los, havendo 38 mortes, no lugar que, por isso, ficou chamado Deus-me-livre.

2/5/1751 – Nascimento de Thereza da Silva França (mãe do futuro Padre João Teixeira Alvares), filha de João da Silva Teixeira, natural desta cidade arcebispado de Braga e sua mulher Quitéria Dias de França, natural de São Paulo. Foram padrinhos Alexandre Teixeira da Silva, arcebispado de Braga e Ana Pires de Barros, mulher de Antonio Dias, ambos da cidade de São Paulo. Não foram encontrados os batismos de João da Silva Teixeira e Quiteria Dias de França. (***Fonte – Habilitação de Genere do Padre João Teixeira Alvares).

12 Jul 1752 – O visitador Antônio Pereira da Costa reconcilia o templo sagrado que foi profanado pela sedição de 25 de março deste ano.

30 Ago 1755 – D. Marco de Noronha passa o governo da capitania a Álvaro Xavier Botelho, conde de São Miguel. D. Luiz de Marcarenhas governou a capitania de 1739 a 1748 e Gomes Freire de Andrade até 1749.

2 Sep 1755 – Vindo da Bahia, chega José Pereira Lisboa, com 148 escravos novos.

2 Oct 1756 – Chega o dr. Antônio da Cunha Souto Maior, ouvidor de Villa Boa (de Goiás), sendo o primeiro magistrado que, em exercício de seu cargo, penetra no arraial.

4 Oct 1756 – Santa Luzia é provida de vigário.

18 Nov 1756 – Chega a notícia do terremoto de Lisboa em 1 de outubro deste ano.

27 Apr 1757 – O cel. Antônio Ferreira Mendes e padre José Francisco de Oliveira tomam posse do cargo de coadjuctores.

7 Jul 1758/1759 – João Mendes de Mello toma posse da Capitania, sucedendo ao conde de São Miguel. Álvaro Xavier Botelho.

1760 – Falece João do Vale Peixoto. Listagem do século XVII acusa que João do Vale Peixoto, esposo de Dona Quitéria Duarte de Meirelles, (avós do padre Manoel Antônio de Freitas Caldas, e proprietários da Fazenda do Carmo), recebeu a concessão de sesmaria no ano de 1760. Sua esposa Quitéria, a avó que deixará de legado a Fazenda do Carmo ao seu neto padre Manoel Antônio de Freitas Caldas , tinha propriedades na Rua Direita, uma das quais doará, em 1777, 17 anos após ficar viúva, para a Capela de Nossa Senhora do Carmo, que ela mesma mandará erigir (MORAES, 2023, p.3).

15 May 1762 – É posta em execução a carta régia de 19 de junho de 1761, mandando extinguir a raça muar.

22 Mar 1763 – É descoberta a riquíssima mina de ouro do Morro.

13 Nov 1763 – São nomeados juiz de órfãos – Manoel de Bastos Nerva, juízes ordinários Manoel José de Andrade e Bento de Souza Menezes , e escrivão José Coelho de Siqueira Rondon.

1765 – Por volta desse ano, casamento de Lázaro de Mello Álvares com Tereza Maria de Jesus. Ele, açoriano, nascido em 23/10/1725 e batizado em 31/10/1725 na freguesia de Nossa Senhora da Estrela, vila de Ribeira Grande, Ilha de São Miguel, filho de Manoel Álvares Correia e de Joseja de Mello Machado. Ela, carioca, batizada na matriz da Candelária no Rio de Janeiro em 8/7/1744, filha do soldado Francisco de Costa Barros e de Ignácia de Souza, (pais casados lá em 16/7/1735). Neta paterna de Roche Coelho da Gama e de Ignês da Costa. Neta materna de Lourenço Vieira e de Francisca da Costa.

1 May 1765 – Inicia-se a construção da Matriz (Igreja Católica).

22 Oct 1766 – Mais de 400 pessoas da raça negra consertam o plano de erigirem a capela de Nossa Senhora do Rosário.

25/8/1768 – Casamento de José Teixeira Alvares e Thereza da Silva França (pais do futuro padre João Teixeira Alvares) na Capela de Ouro Fino-GO, pelas 4 horas da manhã na forma do Sagrado Concílio de Trento, com licença do reverendo doutor vigário Matheus Domingos Rodrigues de Carvalho – (***Fonte – Habilitação de Genere do Padre João Teixeira Alvares).

11 Feb 1771 – Casamento de Antonio de Freitas Caldas e Angélica Vicencia Duarte de Meireles – futuros pais do padre Manoel Antônio de Freitas Caldas. Antonio Freitas Caldas era minerador, homem de negócios e proprietário de terras, natural de São João das Caldas de Vizela (São João Baptista), Guimarães, em Portugal. Era filho de Jerônimo de Freitas e Luzia Vaz; neto paterno de Antônio de
Freitas e Margarida Vieira, e neto materno do padre Manoel Vaz e Maria Ribeiro.
Casou-se em 11 de fevereiro de 1771, na Capela de Santa Luzia, com Angélica Vicência
Duarte de Meireles, natural de Sabará das Minas Gerais, filha do ajudante João do Vale
Peixoto e de Quitéria Duarte de Meireles. Seus avós paternos eram Domingos Dias
Pereira e Rosa do Vale Peixoto; e seus avós maternos eram o alferes João Duarte do
Vale e Maria de Jesus da Incarnação. Um dado importante é que João Duarte do Vale,
pai de dona Quitéria, e bisavô materno do Padre Manoel Antonio de Freitas Caldas era
irmão do Capitão-mor das Minas Gerais, Francisco Duarte de Meireles (MORAES, 2023, p.3).

12 Jul 1771 – Nasce Joaquim, filho de Manoel de Campos Oliveira e d. Maria Feny de Toledo. Manoel era filho de Pedro Va de Campos e d. Escolastica Paes de Oliveira, paulistas. Maria era filha de João de Toledo Piza Castelhano e d. Maria Poderosa, de São Paulo.

5 Oct 1771 – Falece Lourenço José Lisboa, filho de José Pereira Lisboa e d. Ignacia Maria, naturais de Nossa Senhora da Conceição da Praia, termo da cidade da Bahia.

3/1/1772– Nascimento do futuro padre João Teixeira Alvares na Capella da Senhora do Pillar do Ouro Fino , Goiás, Brasil, filho de José Teixeira Alvares e Thereza da Silva França, neto paterno de Antônio Teixeira Alvares e Clara Maria de Jesus, e materno de João da Silva Teixeira (João da Silva /Siva) e Quitéria Dias de França. Foi Padrinho Manoel da Costa Santos. Capelão Antônio José Taleigo Ramalho. (***Fonte – Habilitação de Genere do Padre João Teixeira Alvares).

25 Jul 1772 – Antônio Carlos Furtado de Mendonça passa o governo da capitania a José de Vasconcellos Soveral de Carvalho, barão de Mossamedes, e conde da Lapa.

19 Mar 1775 – Falece José Coelho de Siqueira Rondon, tabelião, natural de Mariana, Minas.

22/9/1777 – Dona Quitéria Duarte de Meirelles, viúva de João do Vale Peixoto (falecido em 1760) , e futura avó do padre Manoel Antônio de Freitas Caldas, ao qual deixará de legado a Fazenda do Carmo – doa suas propriedades na Rua Direita, 17 anos após ficar viúva, para a Capela de Nossa Senhora do Carmo, que ela mesma manda erigir. Escritura de Doação (casa na Rua Direita/Ar. Sta. Luzia/ Capela de N. Sra do Monte do Carmo/Ar. Sta Luzia) – Vila Real (22.09.1777). Livro de Notas (CPON) 21 (67) 12, fl. 42. Casa Borba Gato – Museu do Ouro, Sabará/MG. Transcrição do trecho aludido: “Saibam quantos este público instrumento de escritura de a doação do patrimônio ou como em direito melhor nome e lugar haja virem que sendo no ano do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil setecentos e setenta e sete anos, aos vinte e dois dias do mês de setembro do dito ano neste Arraial de Santa Luzia, freguesia de Roça Grande do termo da Villa Real do Sabará, […] Dona Quitéria Duarte de Meirelles, viúva que ficou do Ajudante Tenente João do Valle Peixoto e presente a mesma Dona viúva que ficou, digo, que reconheço pela própria de que trato e dou fé para qual me foi dito presentes as testemunhas adiante nomeadas e assinados que entre os mais bens que possuía livres e desembargados (leva) bem assim uma morada de casas térreas cobertas de telha(situadas) na Rua Direita desse dito arraial de Santa Luzia que (parte) de cima dividem com casas de Diogo Medeiros Torres (na) e da parte de baixo partem com casas (dessa) ela outorgante que de sua própria e livre vontade, sem constrangimento de pessoa alguma fazia doação delas para patrimônio de sua capela que mandou erigir neste dito arraial (em coroação) de Nossa Senhora do Monte do Carmo e nela (traspassava) todo o seu direito, posse e senhorio que tinha nas ditas casas do qual é por bem (possuído) a dita capela pela causa (constituinte) para por seus rendimentos se possa conservar a dita capela […]”. (MORAES, 2023, p.3).

12 May 1777 – Falece Antônio Bueno de Azevedo, descobridor e primeiro guarda-mor das minas de Santa Luzia. Nasceu em Atibaia, cidade paulista, sendo filho de Francisco Correia Lima e d. Joanna Baptista Bueno. Casou-se com d. Maria da Rocha Bueno. Não deixa filhos.

8 Dec 1777 – Nasce Maria, filha de Lázaro de Mello Alvares e d. Thereza Maria de Jesus. Lazaro era filho de Manoel Alves Correia e d. Josepha de Mello, naturais da freguesia de Nossa Senhora da Gloria da Ribeira Grande, bispado de Angra (Açores). Thereza era filha de Francisco da Costa Barros e d. Ignacia de Souza, naturais do Rio de Janeiro. (De Lázaro e Thereza também descende o primo pesquisador José Aluísio Botelho).

1780 – Nasce o futuro padre Manuel Antônio de Freitas Caldas, morador e atuante no ministério sacerdotal em Santa Luzia. Nasceu por volta de 1780 e faleceu em 1853. Em seu testamento há menção da Fazenda do Carmo (Boa Esperança) que possuía enquanto herança de sua avó, Quitéria Duarte de Meireles. Manuel Antônio de Freitas Caldas era filho único de seu pai Antonio Freitas Caldas e Angélica Vicência Duarte de Meirelles. Neto materno de Quitéria Duarte de Meirelles, de quem herdam a fazenda do Carmo (MORAES, 2023, p. 3).

1787 – Dona Quitéria Duarte de Meireles possuía uma propriedade que mais tarde foi dividida em 7 fazendas. No final de sua vida, conta-se que se arrependeu de suas obras e deixou a maior parte de sua fortuna vinculada, em benefício de instituições religiosas. Como resultado, foi promulgado o Alvará de Regimento e Instrução da Junta a administração dos bens do Vínculo da Jaguara em 1787, que dizia, em seu Art. 3º, que todos os bens vinculados a partir da data do regimento seriam regidos e administrados
por uma junta trienal composta de sete deputados, um dos quais serviria de presidente
da mesma junta. O Art. 5º especificava quem seriam os sete escolhidos: três eclesiásticos do hábito de São Pedro e três senhores, estes últimos, versados na extração do ouro, estabelecidos e moradores na comarca do Sabará. O diretor-geral ou presidente da junta poderia ser eclesiástico ou senhor, desde que digno deste cargo. Era possível reconduzir os mesmos deputados ao próximo período de gerenciamento do Vínculo, e eles receberiam um ordenado (MORAES, 2023, p. 5).

30 Ago 1788 – Falece d. Francisca Nicácia, casada com o tabelião Januario Alves da Cunha.

1791 – Estimativa do nascimento de Beatriz de Souza Ambar (já que na sua certidão de óbito consta que tinha 70 anos em 1761). Se ela for mesmo filha de Salvador de Souza Ambar, das Antas, e d. Brígida Rufina Teixeira (Brígida Teixeira Alvares), de Villa Boa (Goias), estranho sua irmã Maria ter nascido bem mais tarde entre 1808-1810 e Electra não sabemos a data ainda. Se Beatriz nasceu mesmo em 1791, poderia ser também sobrinha, prima ou irmã de Salvador. Pela data de nascimento das filhas de Beatriz leva a crer que tenha nascido ao redor de 1810. Observe que Salvador morre em 1813. Salvador, era filho de Manoel de Souza Ambar, de portugal, e d. Anna de Brito Lima, de Pitangui. D. Brígida, (irmã do padre João Teixeira Alvares) era filha de José Teixeira Alvares e d. Thereza da Silva França, ambos naturais de Villa Boa (Goiás). Beatriz de Souza Ambar vai se casar com Manoel Ignácio de Meirelles e ter ao mesnos duas filhas – Maria Ignacia Meirelles e Francisca de Paula Meirelles.

9 Apr 1796 – Manoel Alves de Souza Machado obtém provisão de advogado.

19 Feb 1798 – Gabriel Fernandes Roriz e d. Joanna Telles de Mendonça. Obtem provisão para se casarem de noite. (Esse casal é provavelmente ancestral da Maria Thereza de Jesus, que foi engravidada pelo Padre João Teixeira Alvares. já que se sabe, que ela era uma Roriz. Conta-se que Maria Thereza de Jesus era filha de Thereza Maria de Jesus). Segundo o Family Search, mas sem apresentar fonte, Gabriel era filho de Affonso Fernandes Roriz e de Maria Martins. Joanna, segundo o livro Genealogia Luziania e Ephemerides Luzianias, filha de Manoel da Cunha Telles e de d. Antônia Maria de Mendonça). Observa-se que no seu óbito, ao invés de ser chamada como Joanna Telles de Mendonça, em 29 Nov 1815 o author Gelmires Reis a descreve como Joanna da Cunha Telles ( de fato não era incomum as pessoas serem descritas com sobrenomes diferentes em documentos diferentes, variando do batismo, para o casamento, óbito e em testamentos e inventários, fora os nomes religiosos atribuídos as mulheres, todas essas inconsistências, dificultando o avanço de linhas ancestrais e a exatidão das pesquisas).

16 Apr 1798 – Escritura de doação do casal Antonio de Freitas Caldas e Angélica Vicencia Duarte de Meireles a seu filho padre Manoel Antonio de Freitas Caldas, incorporava os bens dos seus
pais ao patrimônio do filho único: um sítio em que viviam e moravam no Arraial de Santa Luzia, com casas, terras de agricultura, pastos e criações, como também alguns escravos.

23 Ago 1799 – Manoel Alves de Souza Machado é provido solicitador.

1800s

17 May 1801 – João de Souza Vasques Soares é provido juiz de órfãos.

1804 – O Padre João Teixeira Alvares é vigário de Antas- GO. “Os inocentes eram todos depositados “em porta de casa de…”. Nenhum foi encontrado na porta da Igreja, porém uma criança, com o nome de Felicidade, foi deixada na porta da casa da mãe do padre, em Antas, no ano de 1804: “foi exposta sem ser do lar em casa de D. Thereza da Silva França minha mãe” (LIVRO N. 4, Paróquia Santa Rita D’Antas, 1802 – texto em PDF de uma edição da revista Interação, da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás, onde consta o artigo “Inocentes expostos – o abandono de crianças na Província de Goiás no século XIX”, da historiadora Diane Valdez).

7/5/1805 – A Junta da administração dos bens vinculados do Jaguara (que administravam as doações feitas por Quitéria Duarte de Meirelles a Igreja), elegeu para deputado o reverendo Manoel Antônio de Freitas Caldas (neto da Quitéria), a fim de ocupar o lugar do reverendo Antônio da Rocha Franco, que havia sido nomeado como Vigário da Paróquia de São Bartolomeu. (MORAES, 2023, p.5).

23/7/1807 – O reverendo Manoel Antonio de Freitas Caldas (neto de Quitéria Duarte de Meirelles) foi eleito presidente do Vínculo do Jaguara por maioria dos votos dos deputados, o que previa o Regimento por ocasião da morte de Francisco de Abreu Guimarães (MORAES, 2023, p. 6).

21 Feb 1808 – O Padre João Teixeira Alvares toma posse do cargo de vigário. Santa Luzia – GO

7 Mar 1808 – Chegada da comitiva de D. João VI. Rio de Janeiro – RJ

23 Apr 1808 – Antônio de Mello Alvares obtem provisão de escrivão do juízo eclesiástico.

2 Jun 1808 – Batismo de Maria, filha de Salvador de Souza Âmbar (natural de Senhor bom Jesus das Antas) e Brígida Rufina Teixeira, (natural de Villa Boa).Num outro registro, esta Brígida constava como Teixeira Álvares. Neste mesmo assento, constava que a tal Brígida era filha de José Teixeira Álvares e Thereza da Silva França (naturais da freguesia de Santa Anna de Villa Boa). Logo, Brígida é irmã do Padre João Teixeira Alvares. (fonte, pesquisa in locc na Igreja de Luziania do primo Duda em 2001, mas livro Genealogia Luziania, diz ser 2/6/1810).

21 Jun 1808 – Nasce Edwiges, filha de João Antônio dos Prazeres, natural de Melgaço, ascebispado de Braga, e de d. Marianna Ferreira da Silva, desta freguesia. João era filho de Domingos de Araujo dos Prazeres e d. Anna Rosa de São José, ambos de Melgaço. D. Marianna era filha de José da Silva Ferreira, natural da Ilha Terceira, bispado de Angra (Açores) e d. Maria de Oliveira Moraes, de Paracatu.

20 Sep 1808 – Nasce Manoela, filha de Gabriel Fernandes Roriz e d. Joanna Telles de Mendonça.

11 Apr 1809 – Casamento de Gabriel Fernandes Roriz com d. Antonia Machado de Faria. (Quem é esse Gabriel homônimo e contemporânio ao patriarca Gabriel Fernandes Roriz casado com Joanna Telles de Mendonça?)

3 May 1809 – Existem alguns registros sobre a sua atuação do padre Manoel Antônio de Freitas Caldas no período em que permaneceu no cargo de Presidente do Vínculo do Jaguara (administrando as doações que sua avó Quitéria Duarte de Meirelles fez a Igreja), um dos quais pede que viesse do Rio de Janeiro provimento de recursos para as despesas e o que mais for “a bem do Vínculo”. A data do documento remete ao dia 03 de maio de 1809 (MORAES, 2023, p.7).

29 Jun 1809 – Nasce José, filho de José Alvares Vianna, natural da villa de Vianna, arcebispado de Braga, e d. Rita Alvares de Mello, desta freguesia. José era filho de João Alvares Lagoa e d. Thereza Maria de Jesus, da villa de Vianna. D. Rita era filha de Lázaro de Mello, da ilha de São Miguel, bispado de Angra (Açores), e d. Thereza Maria de Jesus, do Rio de Janeiro.

8 Ago 1809 – Nasce Marianna, filha de Antônio dos Reis, de Pilar, Bahia e d. Thereza Rodrigues de Jesus, de Santa Cruz. Antônio era filho de Balthazar dos Reis, natural da freguesia de N. S. Dos Martyres, do patriarcado de Lisboa, e d. Marianna da Silva de Almeida, natural da Freguesia de Santo Amaro da Purificação da Bahia. Thereza era filha de Manoel Alvares Rodrigues, natural da freguesia de Santa Anna do Couto, de Vimieiro, arcebispado de Braga, e d. Anna de Souza Ramos de Santa Cruz.

27 Oct 1809 – O Padre João Teixeira Alvares é nomeado vigário collado. Santa Luzia – GO

1810 – CENSUS – mostrando como o extermínio da população indígina diminuiu a população entre 1763 a 1810. Nesse ano Santa Luzia contava 442 fogos, 2967 almas entre maiores e menores. Em 1811, 350 fogos e 3704 almas. Em 1812, 557 fogos e 3106 almas. Em 1813, 571 fogos e 3117 almas. Em 1815, 612 fogos e 3207 almas. Em 1856, 2519 homens livres, 2718 mulhers livres, 310 escravos e 260 escravas. Em 1763, o distrito de Santa Luzia contava 16529 pessoas, sendo 12984 captivos.

2 Jun 1810 – Nasce Maria de Souza Ambar, filha de Salvador de Souza Ambar, das Antas, e d. Brígida Rufina Teixeira (Brígida Teixeira Alvares), de Villa Boa (Goias). Salvador, era filho de Manoel de Souza Ambar, de portugal, e d. Anna de Brito Lima, de Pitangui. D. Brígida, (irmã do padre João Teixeira Alvares) era filha de José Teixeira Alvares e d. Thereza da Silva França, ambos naturais de Villa Boa (Goiás). Observe que segundo o Primo Duda, foi em 2/6/1808 e não 1810, mas que no livro Genealogia Luzinia diz ser 1810. Ou uma das duas datas está errada, ou o nome da filha está errado, ou realmente houveram duas Marias, a primeira morrendo na infância e a segunda ganhando o mesmo nome da irmã falecida, o que era mesmo o costume da época – o próximo filho homenagear o que não sobreviveu.

20 Sep 1810 – Nasce Gabriel, filho de Gabriel Fernandes Roriz, natural da freguesia de S. Pedro de Roriz, ascebispado de Braga, e d. Joanna Telles de Mendonça. Gabriel era filho de Affonso Fernandes, natural do arcebispado de Braga (ignora-se freguesia), e d. Maria Martins, da freguesia de Roriz. Joanna era filha de Manoel da Cunha Telles, da freguesia de Santa Maria do Corvilho, bispado do Porto, e d. Antônia Maria de Mendonça, da mesma freguesia do Corvilho.

16 Dec 1810 – Antônio de Mello Alvares é nomeado escrivão eclesiástico.

1811-1812 – Estimativa do nascimento de Electa de Souza Ambar, filha de Salvador de Souza Ambar, das Antas, e d. Brígida Rufina Teixeira (Brígida Teixeira Alvares), de Villa Boa (Goias). Salvador, era filho de Manoel de Souza Ambar, de portugal, e d. Anna de Brito Lima, de Pitangui. D. Brígida, (irmã do padre João Teixeira Alvares) era filha de José Teixeira Alvares e d. Thereza da Silva França, ambos naturais de Villa Boa (Goiás).

31 Jan 1811 – Nasce Pedro Nolasco, filho de Antônio de Mello Alvares e de d. Anna Julia Maxima Umbellina de Mello. Antônio era filho de Lázaro de Mello Alvares, da Ilha de Madeira (errado de Angra, nos Açores), e de d. Thereza Maria de Jesus, do Rio de Janeiro. D. Anna Julia, era filha de Ignácio Lobo e Mello, do Rio de Janeiro, e de d. Anna Ribeiro, do arraial de Cavalcanti, de Goiás.

4 Apr 1811 – Falece d. Ursula Maria Raposo, com 112 anos.

6 Jul 1811 – Falece Ignácio Lobo de Mello, natural do Rio de Janeiro, casado com Anna Maria de Jesus.

27 Oct 1812 – Nasce Joaquim, filho de João José Alvares Lagoa Vianna, da villa de Vianna, ascebispado de Braga, e d. Rita de Mello Alvares, de Santa Luzia. João era filho de José Alvares Lagoa Vianna e d. Thereza Maria de Jesus, de Vianna. Rita era filha de Lázaro de Mello Alvares, da ilha de São Miguel, arcebispado do Porto, e d. Thereza Maria de Jesus, do Rio de Janeiro.

1813 – Nesse ano, os índios carajós e carajahys destroem o presídio de Santa Maria, no Araguaya, fundado por Fernando Delgado Freire de Castilho.

13 Jul 1813 – Nasce Ignácio, filho do dr. Joaquim Ignácio Silveira da Motta, natural de Lisboa, e d. Anna Luiza Gama, natural da villa de Cuiabá. O dr. Joaquim era filho de dr. Ignácio Francisco Silveira da Motta, natural da Bahia, e d. Joaquina Margarida Ruth da Costa Soares, natural de Lisboa. Anna Luiza era filha de Joaquim José da Gama, natural de Lisboa, e d. Dorothea Maria da Conceição. Da villa de Cuiabá.

16 Jul 1813 – Antonio Alves de Souza arremata o conserto da ponte do arraial.

22 Sep 1813 – Falece Salvador de Souza Ambar, casado com d. Brígida Teixeira Alvares.

17 Feb 1814 – Nasce Áurea, filha de Gabriel Fernandes Roriz, natural da freguesia de Roriz, arcebispado de Braga, e d. Joanna Telles de Mendonça. Gabriel, era filho de Affonso Fernandes Roriz e d. Maria Martins. Joanna era filha de Manoel da Cunha Telles, natural da villa de Pennafiel, e d. Antônia Maria de Mendonça.

28 Mar 1814 – Nasce Joaquim, filho de Manoel Fernandes Roriz, natural de Roriz, Braga, e d. Faustina dos Reis, natural dessa freguesia. Manoel era irmão de Gabriel Fernandes Roriz. Faurtina era filha de Antônio dos Reis, natural da Bahia, e d. Thereza Rodrigues de Jesus, natural dessa frequesia.

17 Sep 1814 – Nasce Manoel, filho de Francisco de Assis Leite de Barros, de Santa Cruz, e d. Anna Margarida da Silva Reis, desta freguesia. Francisco era filho de Francisco Xavier de Siqueira Barros, de São Paulo, e d. Maria Pedrosa de Jesus, de Meia-Ponte. Anna era filha de Antônio dos Reis da Bahia, e d. Thereza Rodrigues Jesus, desta freguesia.

1815 – Afirmação curiosa a ser averiguada – “A árvore genealógica da atual família Melo tem como raiz um personagem curioso, Antônio Joaquim de Araújo Mello, que foi um religioso que chegou a Santa Luzia no ano de 1815 e deixou a batina para se casar com “a mais linda donzela da Vila de Santa Luzia, da família Roriz” (MELLO, 1996, p. 94). – (BARBOSA, 2024, p. 8).

1815 – Estimado ano de nascença do pardo José Pereira de Souza, filho de Manoel Pereira e Quitéria de Souza, que será preso, declaradamente com 40 anos em 9/7/1855 por planejar a morte de um erto conde que era marido de sua amante Maria Quiteria, 18 anos mais nova que José. José será a ultima pessoa oficialmente condenada a pena de morte no Brasil, sendo enforcado em 30/10/1861.

7 Feb 1815 – Nasce Maria, filha de Antônio de Mello Alvares e d. Anna Julia Maxima Umbellina Mello.

16 Nov 1815 – Gabriel Fernandes Roriz é nomeado juiz de órfãos.

29 Nov 1815 – Falece d. Joanna da Cunha Telles, casada com Gabriel Fernandes Roriz. (Joanna aparece anteriormente chamada como Joanna Telles de Mendonça, filha de Manoel da Cunha Telles e de d. Antônia Maria de Mendonça).

11 Jun 1816 – Falece Antônio dos Reis, casado com d. Thereza Rodrigues de Jesus.

3 Abr 1817: Nascimento de José Benedicto Teixeira Alvares, filho do Padre João Teixeira Alvares e Maria Thereza de Jesus. Santa Luzia – GO. Transcrição do assento de batismo do José Benedito pesquisado pelo Duda em Santa Luzia: “Aos 17 dias do mes de abril de 1817, nesta Igreja Matriz de Santa Luzia, Prelazia de Goyas, com licenca minha o Reverendo Simplicio Pereira da Silva batisou e pos os santos oleos do inocente Jose Benedicto, que nasceu em 03/04/1817, filho legítimo de Maria Tereza de Jesus, filha de Thereza Maria de Jesus, foram padrinhos João Teixeira Alvares e a mesma Thereza Maria. E para de tudo constar fiz este assento que por verdade assinei. O Paroco collado João Teixeira Alvares.

Observações que o levam a crer que o Padre fosse mesmo o pai de José Benedicto:

  • o padre autoriza um outro padre a celebrar o batismo para ser um dos padrinhos ( Obs: a menos que o padrinho seja um homônimo);
  • o padre afirma que o filho é legitimo, e não natural, como usualmente eram descritos os filhos de mãe solteira.
  • Coincidência? José Benedicto deu o nome do Padre, de sua mãe e de sua avó a 3 de seus 8 filhos.(Obs: 9 – Augusto, Amélia, Maria Teresa, Theolinda, Joao, Ignacio, Thereza, Josephina e Jose Benedito Filho).
  • o “Almanaque de Santa Luzia para o Ano de 1923 – “Efemerides Luzianas” de Gelmires Reis, diz que em 4/4/1894, falece Dona Maria Thereza, mãe de José Benedicto, casada com Ignácio de Souza.

7 Jan 1818 – Casamento de José Joaquim de Araujo Leite (pardo) com dona Maria da Rocha. (José Joaquim, filho ilegítimo do sacerdote padre Antonio Joaquim de Araujo Mello (Leite) e mãe incognita de origem indígina ou africana (já que o filho é pardo). Padre Antônio Joaquim, era filho de Manoel Joaquim de Araujo Leite (Mello) e de d. Maria de Mello Alvares.Maria nascida em 7/12/1777, filha de Lázaro de Mello Alvares e Thereza Maria de Jesus. (fonte – pagina 108, n 898 e 899 do livro Genealogia Luziana de Germires Reis).

10 Feb 1818 – Falece d. Maria Thereza, viuva de Antônio Rodrigues Barbosa.

22 Apr 1818 – Casamento de Domingo Alves Ferreira com d. Anna de Spindola.

10 Ago 1818 – Nasce José, filho de Manoel Fernandes Roriz, natural de Roriz, arcebispado de Braga, e d. Faustina dos Reis, desta freguesia. Manoel era filho de Affonso Fernandes Roriz e d. Maria Martins, naturais de Roriz. Faustina era filha de Antonio dos Reis e d. Thereza Rodrigues.

Jun a Ago 1819: viagem pela província de Goiás do naturalista Saint-Hilaire, com referências ao Padre João Teixeira Alvares. Santa Luzia – GO. No livro de Saint Hillaire, “Viagem a Província de Goiás” (1819), é mencionado que o Padre João morava com a mãe, suas irmãs, várias sobrinhas e um irmão aleijado.

16 Feb 1820 – Nasce Candida, filha de Joaquim de Mello e d. Candida Peregrina de Almeida. Joaquim era filho de Lázaro de Mello (Alvares) e d. Thereza Maria de Jesus. Candida era filha de Manoel Thomaz de Almeida , de Trairas , e d. Francisca de Mendonça, da Bahia.

1822 – Uma relação nominal de 1822 colocava o nome do padre Manoel Antônio Freitas Caldas (herdeiro da sua avó Quitéria Duarte de Meirelles) entre aqueles da Vila do Sabará que contribuíram com donativos pecuniários para as precisões da Província da Bahia no Termo da Fidelíssima Villa do Sabará em 1822, no contexto das guerras de independência que tiveram lugar naquela província. O seu nome constava entre tantos nomes ilustres da localidade, como o do coronel Quintiliano Rodrigues da Rocha Franco, Vigário Manoel Pires de Miranda, entre outros. O padre Manoel Antônio Freitas Caldas teria remetido a quantia de 6$400 réis, o que o atrelou, mesmo à distância, aos resultados das guerras contra os portugueses, cujo ápice foi a independência às margens do Ipiranga. Fundação Biblioteca Nacional:
Abelha do Itaculumy, Minas Gerais, Ano 1824. Edição 11, pág. 44, 56
(MORAES, 2023, p. 7-8).

8 Apr 1822: Padre João Teixeira Alvares presente a votação. Goiás – GO

5 Jun 1822 – Nasce Maria, filha de Serafim da Cunha Telles e d. Mathildes Martins de Vasconcellos. Serafim era filho de Manoel da Cunha Telles e d. Antônia Maria de Mendonça. Mathildes era filha de Francisco Martins de Vasconcellos e d. Francisca Ribeiro.

2 Sep 1823 – Nasce Gertrudes, filha de Ignácio Lopes Zedes. Era filha natural delle com Letra de Tal. Foi exposta em casa de d. Brígida Alves Meirelles que a baptisou e criou.

13 Sep 1824 – A capitania de Goiás é considerada como uma das províncias do império e o governo da junta provisória passa a sua administração a Caetano Maria Lopes da Gama.

15 Jun 1825 – Falece Antônio de Mello Alves, casado com d. Anna Julia.

22 Jul 1825: Nascimento de Clara de Araújo Rocha, filha de José Joaquim de Araújo Leite e Maria da Rocha. Santa Luzia – GO

12 oct 1826 – Falece Manoel Ferreira Ribeiro, casado com d. Maria de Santana Martins, natural do arraial da Conceição, distrito de São joão del Rei.

1827 – Residia em Santa Luzia o padre Antônio Joaquim de Araujo Mello.

25 Mar 1827 – Falece d. Thereza Maria de Jesus. (Talvez a mãe de Maria Thereza de Jesus engravidada pelo padre João Teixeira Alvares).

9 Sep 1827 – O Padre João Teixeira Alvares visita a igreja. Santa Luzia – GO

1828: Últimos registros do Padre João Teixeira Alvares no livro paroquial: Casamentos(27/jan) e Batismos (22/abr). Santa Luzia – GO

18/9/1828 – Morre no Rio de Janeiro o Padre João Teixeira Alvares. (não 1825, conforme consta da Enciclopédia).

3 Oct 1828 – Nasce Edwiges, filha de Gabriel de Souza e Silva e d. Maria da Conceição Reis. Gabriel era filho de Custódio de Souza e Silva da cidade do Porto, e de. Juliana da Cunha Bastos, de Meia-Ponte. Maria era filha de Antônio dos Reis e d. Thereza Rodrigues de Jesus.

3 Nov 1828 – Nasce Carlota, filha de Francisco Fernandes Roriz e d. Marianna dos Reis. Francisco era filho de Gabriel Fernandes Roriz e d. Joanna Telles de Mendonça. Marianna era filha de Antonio dos Reis e d. Thereza Rodrigues de Jesus.

4 Nov 1828 – Nasce João, filho de Manoel José da Costa e d. Maria Isidora Roriz. Manoel era filho de Domingos José da Costa, natural do termo de Lima, ascebispado de Braga, e d. Brigida Alves Meirelles. Maria era filha de Gabriel Fernandes Roriz e d. Joanna Telles Mendonça.

19 Nov 1828: Início do processo de arrecadação dos bens do Padre João Teixeira Alvares, falecido na corte no Rio de Janeiro. Araxá – MG

17 Jul 1829 – Nasce Tristão, filho de Joaquim Alves da Costa e d. Manoella de Mendonça Roriz. Joaquim era filho de Domigos Alves da Costa, desta frequesia, e d. Margarida Rodrigues Alves, de Santa Cruz. Manoella era filha de Gabriel Fernandes Roriz e d. Joanna Telles de Mendonça.

16 Ago 1829 – Falece Gabriel Fernandes Roriz.

8 Sep 1829 – O padre Antônio Joaquim de Araujo Mello (Leite) toma posse do cargo de vigário coligado. / Entre 1836 a 1873, seu nome está nos registros de Santa Luzia. Sanches (2011) afirma que, no livro nº 2 de registros de batismos oriundo da Igreja do Bonfim, datado de 1846, há o registro de uma carta em que o padre Antônio Joaquim de Araújo Mello repassa a função de vigário para o padre
Antônio Evaristo da Costa Campos, vigário que assinou parte dos registros de sepultamento
do códice aqui analisado, entre os anos de 1864 e 1876 (AMORIM, 2020, p. 44).

9 Nov 1829 – Nasce José, filho de Francisco Elias dos Reis, d. Aurea de Abbadia Roriz. Francisco era filho de Antonio dos Reis e d. Thereza Rodrigues de Jesus. Aurea era filha de Gabriel Fernades Roriz e de d. Joanna Telles de Mendonça.

19 Mar 1830 – Nasce José, filho de Francisco Fernandes Roriz e d. Marianna da Silva Reis. Francisco era filho de Gabriel Fernandes Roriz e d. Joanna Telles de Mendonça. Marianna era filha de Antonio dos Reis e d. Thereza Rodrigues de Jesus.

25 Sep 1830 – É permitido o uso de calças largas ao clero goiano.

2 Oct 1830 – Nasce Joaquim, filho de Manoel Jose da Costa Meirelles e d. Maria Isidora Roriz. Manoel era filho de Domingos José da Costa e d. Brigida Alves Meirelles. Maria era filha de Gabriel Fernandes Roriz e d. Joanna Telles Mendonça.

26 Dec 1830 – Nasce Thereza, filha de Gabriel de Souza e Silva e d. Maria da Conceição Reis. Gabriel era filho de Custodio de Souza e Silva, da villa de Rifara, arcebispado de Braga, e d. Juliana da Cunha Bastos, de Meia-ponte (Meya-Ponte), Maria era filha de Antônio Reis e d. Thereza Rodrigues de Jesus.

24 Feb 1831 – Nasce Antônio, filho de Sarafim da Cunha Telles e d. Mathildes Martins de Vasconcellos. Serafim era filho de Manoel da Cunha Telles, de Pennafiel, Portugal, e de d. Antonia Maria de Mendonça, desta freguesia. Mathildes era filha de Francisco Martins de Vasconcellos , da Ilha de São Miguel, (Açores), e de d. Anna Francisca, de São Romão, bispado de Pernambuco.

12 Apr 1831 – Nasce Margarida, filha de Francisco Elias dos Reis e d. Aurea de Abbadia Roriz. Francisco era filho de Antonio dos Reis e d. Thereza Rodrigues de Jesus. Aurea era filha de Gabriel Fernandes Roriz e d. Joanna Telles de Mendonça.

19 Apr 1831 – Nasce Francisco, filho de João de Oliveira Rodrigues e d. Electa de Souza Ambar. João era filho de João de Oliveira Rodrigues e Sá e d. Anna Maria da Conceição. Electa era filha de Salvador de Souza Ambar e d. Brígida Teixeira Alvares (irmã do padre João Teixeira Alvares).

16 May 1832 – Nasce Domingos, filho de Manoel José da Costa Meirelles e d. Maria Isidora Roriz. Manoel era filho de Domingos José da Costa e d. Brigida Alves Meirelles. Maria era filha de Gabriel Fernandes Roriz e d. Joanna Telles de Mendonça.

1833 – Nasce Maria Nicácia, a cabra (de ascendência indígina), de Santa Rosa, filha de Paula Cardoso e pai incógnito que quando adulta será presa supostamente por planejar a morte de seu marido conde junto ao seu amante pardo José Pereira de Souza, ambos residentes em Pouso Alegre. (Nicácia sendo teoricamente 18 anos mais nova que seu amante, que deve ter nascido em 1855, se tinha 40 anos em 9/7/1855 quando vai para a cadeia.

2 Apr 1833 – A arraial de Santa Luzia é elevado a categoria de villa.

22 Jul 1833 – O município de Santa Luzia é separado do da capital de Goiás.

12 Nov 1833 – São nomeados vereadores e seus suplentes … Manoel Joaquim de Araujo Leite ( entre outros).

11 Apr 1834 – São nomeados interinamente, juiz municipal , Manoel da Costa Moreira e Souza, juiz de orfãos Manoel Joaquim de Araujo Leite, promotor público, Manoel Ferreira Ribeiro.

28 Apr 1834 – Prestam juramento de juizes de paz Gabriel José Roriz, Manoel Ferreira Ribeiro, Francisco Elias dos Reis e José Camello de Mendonca. Lázaro de Mello Alvares é nomeado promotor público.

22 Ago 1834 – São nomeados… juiz de órfão – Manoel Joaquim de Araujo Leite.

10 Jun 1835 – A camera cria o distrito de Angicos (dimensões na página 87).

2 Jul 1835 – Manoel Joaquim de Araujo Leite toma posse do cargo de vereador.

16 Ago 1836 – A camera recebe uma representação dos habitantes de Pindahiba / Pindaiba, com sessenta assinaturas, pedindo a nexação daquele território ao município de Santa Luzia, sendo por isso desmembrado do de Trahiras / Trahyras.

19 Mar 1837 – Nasce Joseph, filho de Modesto de Mello Alvares e d. Antonia Euphrosina Mello.

15 May 1837 – Nasce Joaquim, filho de Tristão da Cunha Roriz e d. Maria Ignacia Meirelles.

12 Ago 1838 – Falece Manoel Ignacio Meirelles, casado com d. Beatriz de Souza Ambar Meirelles. (Beatriz provável irmã ou filha de Salvador de Souza Ambar, marido de Brígida Teixeira Alvares. Brígida, irmã do padre João Teixeira Alvares).

26 Sep 1838 – São promovidos a capitão – Leocádio Ferreira da Silva e Domingos Antunes de Souza, tenente Ignacio Vieira dos Santos, João Franscico Ribeiro e Lázaro de Mello Alvares, alferes José Alves de Souza e Manoel Monteiro do E. Santo, sargento – José Monteiro Guimarães e ajudante Francisco Lopes da Trindade.

8 Oct 1838 – Joaquim Ferreira Ribeiro é nomeado agente do correio. Dionisio / Dionysio Alves meirelles, promotor publico interino.

23 Nov 1838 – Nasce Maria, filha de Tristão da Cunha Roriz e d. Maria Ignacia Meirelles.

2 Nov 1838 – São promovidos – sargento-mor Tristão da Cunha Roriz … (dentre outros).

27 Jun 1839 – Falece d. Thereza da Silva França. (mãe do Padre João Teixeira Alvares e de Brígida).

22 Ago 1839 – São nomeados – juiz municipal – Manoel Joaquim de Araujo Leite

23 Ago 1839 – São nomeados – Juiz municipal – Lázaro de Mello Alvares.

28 Ago 1839 – Nasce José, filho de Gabriel da Cunha Roriz e d. Josephina Teixeira Alvares.

20 Nov 1839 – Nasce Antônio, filho de Manoel José da Costa Meirelles, e d. Maria Isidora Roriz.

29 Nov 1839 – Manoel Joaquim de Araujo Leite é nomeado juiz municipal.

8 May 1840 – Nasce Anna, filha de Tristão da Cunha Roriz e d. Maria Ignácia Meirelles.

8 Jun 1840 – Nasce Libânia, filha de Modesto de Mello Alvares e d. Antonia Euphosina de Siqueira.

7 Sep 1840 – Lista de vereadores eleitos incluindo Modesto de Mello Alvares (pagina 136), Reeleito também em 1848, 1852 (tambem juiz de paz em 1852 e 1864).

18 Sep 1840 – São iluminadas todas as casas pelo motivo de ter sido reconhecida a maioridade de D. Pedro II.

15 Jul 1841 – Luiz Alves de Souza é promovido a alferes.

7 May 1842 – A camera recebe comunicação de ter Francisco Ferreira dos Santos Azevedo, no dia 22 de março deste ano, tomado posse da presidência da província.

21 May 1842 – Falece Maria Isidora Roriz, casada Manoel José da Costa Meirelles.

19 Jun 1842 – São nomeados subdelegado de polícia e seus suplentes – Modesto de Mello Alvares… Manoel Ferreira Ribeiro… – eguas cargos para o termo de Couros …. Lázaro de Mello Alvares...

20 Aug 1842 – Adicional fator de importância com relação ao padre Manoel Antonio Freitas Caldas (neto e herdeiro de Quitéria Duarte de Meirelles), remete à representação de sua pessoa e de suas terras no mapa de Halfeld. A Planta do Arraial de Santa Luzia e suas imediações representava “as posições ocupadas pelos rebeldes e as tropas imperiais no combate de 20 do mês de agosto de 1842”, o que implica na posição estratégica das terras de Manoel Antonio no conflito, e de seu provável envolvimento no mesmo (MORAES, 2023, p. 7).

5 Oct 1842 – A camera faz circunstanciada representação ao presidente da província sobre o conflito de jurisdição entre Santa Luzia, Paracatu e Catalão, esclarecendo as divisas entre esses municípios.

8 Oct 1842 – Segue para a capital o major Pacifico Antônio Xavier de Barros, por julgar finda a sua missão neste município na repressão dos chimangos, rebeldes de Paracatu, que queriam invadí-lo.

24 Oct 1842 – São nomeados delegado de polícia, seus suplentes e do juiz municipal Manuel José da Costa Meirelles, Manoel Joaquim de Araujo Leite… Tristão da Cunha Roriz e Francisco Fernandes Roriz. Subdelegado e seus suplentes Modesto de Mello Alvares, Manoel Sardinha da Siqueira, Gabriel Ferreira Ribeiro… Gabriel José Roriz. Para o julgado dos Couros, suplentes do luiz municipal, Lázaro de Mello Alvares… (dentre outros).

9 Nov 1842 – Francisco Ferreira dos Santos Azevedo toma posse da presidência da província.

5 Dec 1842 – Manoel Joaquim de Araujo Leite presta juramento de delegado… (dentre outros).

15 Jul 1843 – Ignácio Vieira dos Santos presta juramento de subdelegado suplente dos Couros.

14 Oct 1843 – O Vínculo do Jaguara foi extinto pelo Decreto nº 306 de 14 de outubro de 1843; entre as causas estavam as dificuldades na administração e dívidas decorrentes do baixo percentual de receitas em relação às despesas. O Vínculo do Jaguara que havia administrado por décadas as doações feitas por Quitéria Duarte de Meirelles a Igreja, avó do padre Manoel Antônio de Freitas Caldas, que presidiu o Vínculo do Jaguara também, com suas atuações lembradas, mesmo 20 anos após sua morte, por exemplo, em 4/11/1894, o reverendo Manoel Antonio de Freitas Caldas foi lembrado como aquele que intentou ações de reivindicação contra o coronel Abreu, sobrinho de Antonio de Abreu Guimarães, para reaver algumas terras que pertenceriam ao Vínculo, sem no entanto, conseguir êxito aparente. (MORAES, 2023, p. 7).

18 Oct 1843 – Francisco Ferreira dos Santos Azevedo deixa a presidência da província.

19 Sep 1844 – Francisco Ferreira dos Santos Azevedo, deixa a presidência da província.

5 Nov 1846 – O dr. Estevam Ribeiro de Rezende toma posse do cargo de auditor de guerra da província.

23 Feb 1847 – É instalado o Liceu de Goiás, por ser aniversário do principe D. Affonso.

21 Apr 1847 – José Benedicto Teixeira Alvares presta juramento de vereador. Santa Luzia – GO

1848: Nascimento de Augusto Teixeira Alvares, filho de José Benedicto Teixeira Alvares e Clara de Araújo Rocha. Santa Luzia – GO

15 Nov 1848 – Modesto de Mello Alvares é nomeado delegado de polícia. E presta juramento em 23 de novembro deste ano. Toma posse em 23 de dezembro deste ano.

24 Jun 1850 – É supressa a cadeira de latim desta villa.

6 Jul 1850 – Pela lei n. 19 desta cidade, o termo de Santa Luzia é incorporado à comarca de Santa Cruz.

16 Apr 1851 – Falece o padre Antonio Joaquim de Araujo Mello (Leite), parroco, provisor e vereador.

24 Apr 1852 – Manoel Joaquim de Souza exonera-se do cargo de fiscal, sendo nomeado Flaviano Felippe Nery.

26 Jun 1852 – Modesto de Mello Alvares presta juramento de juiz de paz.

7 Jul 1852: José Benedicto Teixeira Alvares é eleito vereador suplente de Modesto de Mello Alvares. Santa Luzia – GO

7 Sep 1852 – Lista de vereadores eleitos incluindo José Benedito Teixeira Alvares ( tambem em 1860), e Modesto de Melo Alvares (ver 7 Sep 1840).

5 Apr 1853 – Gabriel do E. S. Cerqueira e José Benedicto Teixeira Alvares prestam juramente de vereadores.

6 Apr 1853: José Benedicto Teixeira Alvares presta juramento de vereador. Santa Luzia – GO

23 Apr 1853 – Data do inventário do padre Manoel Antônio de Freitas Caldas, (neto e herdeiro de Quitéria Duarte de Meirelles que doou boa parte de suas propriedades e bens para a Igreja). Manoel, por sua vez, teoricamente por ser padre católico sem herdeiros, deixa seus bens, incluindo a Fazenda do Carmo para a sua amiga, a baronesa de Santa Luzia, Maria Alexandrina de Almeida, casada em primeira núpcias com coronel comendador barão Manoel Ribeiro Vianna. A amizade de décadas do padre com o casal é evidenciada nos assentos de batismo onde os três estavam presentes entre 1827 a 1847 (arquivo da Mitra Arquidiocese de Belo Horizonte). Tal proximidade faz-se relevante ao o padre Manoel constituir como sua testamenteira e herdeira a Baronesa de Santa Luzia, fiando-se na amizade que tiveram, e no bem que lhe fizera, a ela e aos seus maridos. Assim, após descrever os encaminhamentos de seu velório e de seus bens, declara que: “[…] esta minha Fazenda intitulada do Carmo, que se acha unida ao meu
patrimônio foi arrematada por mim em (praça) da Fazenda Real, com protestos de outra execução do falecido meu pai por dívida muito maior do seu valor, de sorte que ficou extinta a herança da falecida minha avó a quem ela pertencia; a qual fazenda é minha vontade que fique possuindo minha Comadre testamenteira e herdeira a Excelentíssima Senhora Baronesa de Santa Luzia, assim como também o meu patrimônio no qual se conserva licença Régia para dizer Missa, e todos utensílios necessários, Imagens
grandes, e pequenas, muitos quadros, e o mais que constará, pois tudo só para ela pode bem servir. (Inventáriado do Pe. Manoel Antônio de Freitas Caldas – Termo do Arraial de Santa Luzia
(23.04.1853). Livro de Registro de Testamentos LT (CPO) 102 (04) 1851, fl. 110v. Casa Borba Gato –
Museu do Ouro, Sabará/MG.), (MORAES, 2023, p. 8-9).

13 May 1854 – Nasce Pedro, filho de Gabriel da Cunha Roriz e d. Josephina Teixeira Alvares.

6 Dec 1854 – Modesto de Mello Alvares exonera-se do cargo de coletor de rendas gerais.

31 Dec 1854 – Nasce Manuela, filha de Tristão Alves da Costa e d. Margarida Camello dos Reis.

22 Feb 1855 – Nasce Tristão, filho de Tristão da Cunha Roriz e d. Maria Ignacia Meirelles.

28 Jun 1855 – Falece Modesto de Mello Alvares.

9 Jul 1855 – É recolhido a cadeia o réu José Pereira de Souza, pardo, natural deste município, residente no Pouso Alegre, filho de Manoel Pereira e Quitéria de Souza, com 40 anos, altura ordinária, cabelos lisos, rosto sapecado de ointas e vive de lavoura. No mesmo dia é presa Maria Nicácia, cabra, viúva, natural de Santa Rosa, residente no Pouso Alegre, com 22 anos, teceloa, filha de Paula Cardoso e de pai ignorado, cebelos grenhos, olhos grandes, baixa e magra.

13 Jul 1855 – Falece d. Brígida Teixeira Alvares.

28 Jul 1855 – Falece Modesto de Mello Alvares.

21 Ago 1855 – Nasce Thereza, filha de Francisco Elias dos Reis, e d. Aurea de Abbadia.

15 Dec 1855 – Nasce Antônio, filho de João José da Costa Meirelles e d. Maria Alves Roriz.

21 Dec 1855 – Nascimento de Theolinda Teixeira Alvares, filha de José Benedicto Teixeira Alvares e Clara de Araújo Rocha. Santa Luzia – GO

27 Mar 1856 – Casamento de Antônio Francisco de Araujo e d. Libânia de Mello Alvares.

15 Apr 1856 – O Padre Manoel Xavier do Valle Abreu e Costa envia ao governo da província circumstanciado relatório sobre as minas de ferro do Angicos.

7 Sep 1856 – Lista de vereadores eleitos incluindo Jose Alvares de Mello ( e Jose de Mello Alvares em 1860), e tambem em 1864.

25 Sep 1856 – Casamento de José Camello de Mendonça com d. Maria Thereza de Mello.

21 Dec 1856 – São eleitos eleitores – vigário Delfino Machado de Faria, Manoel José da Costa Meirelles, Manoel Sardinha Siqueira, Delfino Machado de Araujo, Pedro Paulo de Araujo, Antônio José Da Costa Santana, Joseph de Mello Alvares, Fidêncio Machado de Araujo, Antônio Francisco de Araujo, João Gualberto Teixeira, José Caetano do Nascimento, Delfino Pereira Braga, José de Souza e Silva e David Claudino da Silva.

29 Jan 1857 – Nasce Antônia, filha de Antônio Francisco de Araujo e de Libânia de Mello Alvares.

27 Apr 1857 – Maria Nicácia é presa novamente.

19 Ago 1857 – Seis militares levaram José Pereira (de Souza) e Maria Nicácia (Cardoso) da cidade de Goiás para Santa Luzia, em 29 de agosto de 1857. Tendo sido presos na antiga capital do estado (hoje conhecida como Goiás Velho), os réus esperavam o julgamento, que ocorreu no mesmo ano. Condenados, voltaram para Goiás, em 29 de setembro. Presos na cadeia local e sem um tribunal superior, eles apelaram ao imperador D. Pedro II. José e Maria pediram o perdão, poder restrito ao monarca. Caso conseguissem, teriam a morte substituída pela prisão perpétua. Aguardaram por 4 anos o veredito final em 1861 (Jornal Correio Brasiliense 13/12/2016).

8 Jan 1858 – Nasce Eulália, filha de de Jose Camello de Mendonça e de d. Maria Thereza de Araujo.

8 Feb 1858 – Falece Lázaro de Mello Alvares.

12 May 1858 – Nasce João, filho de Tristão da Cunha Roriz e d. Maria Ignácia Meirelles.

10 Jul 1858 – Nascimento de João Teixeira Alvares, filho de José Benedicto Teixeira Alvares e Clara de Araújo Rocha. Santa Luzia – GO

29 Oct 1858 – A camera de Corumbá é encarregada de administrar a construção da ponte sobre o rio Areias.

20 Nov 1858 – Nasce Maria, filha de Antônio Francisco de Araujo e d. Libânia de Mello Alvares.

29 Apr 1859 – No seu expediente, o presidente da Província declara ao juiz de direito desta comarca para seu conhecimento, que nesta data, solicita do exmo. Conselheiro presidente daquele tribunal (relação) suas providências afim de que seja decidida a sorte dos referidos réus (Maria Nicácia e José Pereira de Souza), que há quase dois anos, acham-se presos na cadeia desta capital (Gazeta Oficial de Goias de 25 de junho de 1859).

2 May 1859 – Nasce Valeriano, filho de José Camello de Mendonça e d. Maria Thereza de Araujo.

13 Jun 1859 – Nasce Libânia, filha de José da Costa Meirelles e d. Anna Candida Roriz.

10 Nov 1859 – A camera dirige ao presidente da província … (informacão sobre)… a linha divisora deste munic[ipio e parochia (de Santa Luzia com)… a cidade de Bomfim, Villa de Santa Cruz, Fazenda dos Vieira, Corumba, Catalão… (página 172).

21 Mar 1860 – Nasce Brígida, filha de Antonio Alves Meirelles e d. Maria de Jesus.

22 Apr 1860 – D. Domingos Quirino de Souza é nomeado bispo de Goiás.

7 Jul 1860: José Benedicto Teixeira Alvares é eleito vereador suplente. Santa Luzia – GO

28 Jul 1860: Nascimento de Ignácio Teixeira Alvares, filho de José Benedicto Teixeira Alvares e Clara de Araújo Rocha. Santa Luzia – GO

7 Jan 1861 – Prestam juramento de vereadores – Delfino Machado de Araujo, Antônio Francisco de Araujo, David Claudino da Silva, Jose de Souza e Silva, Delfino Pereira Braga, Jose Benedicto Teixeira (Alvares) e Tristao Alves da Costa. De juizes de paz – Pedro Paulo de Araujo, Francisco Pereira de Mello e Joseph de Mello Alvares. José Benedicto Teixeira Alvares presta juramento de vereador. Santa Luzia – GO

2 Feb 1861 – Casamento de Modesto fr Mello Alvares com d. Januaria Thereza do Amor Divino.

6 Sep 1861 – Joseph de Mello Alvares é nomeado secretário da camera.

30 Oct 1861 – Falece Beatriz Meirelles. (Provavelmente Beatriz de Souza Ambar Meirelles, viúva de Manoel Ignácio de Meirelles e provável filha ou cunhada de Brígida Teixeira Alvares casada com Salvador de Souza Ambar. Brígida, irmã do padre João Teixeira Alvares).

30 Oct 1861 – Enforcado em praça pública, o réu José Pereira de Souza, última pena de morte oficial do Brasil, segundo matéria no Jornal Correio Brasiliense de 13/12/2016 por Renato Alves. Segundo diz a matéria, teria sido condenado por arquitetar a morte de um certo conde, marido de sua amante Maria Nicácia, junto com ela. Ela consegue escapar da sentença fatal, mas ele não. Sendo ambos os amantes respectivamente ele pardo e ela cabra (sangue indígino) – o réu foi selpultado dentro da Igreja do Rosário, tendo sido obrigado a cavar o próprio buraco da sua sepultura. Disse-se que Maria Nicácia nascera em 1833 e era filha de Paula Cardoso e pai incógnito e que José Pereira de Souza era filho de Manoel Pereira e Quitéria de Souza.

Descrição do caso feita pelo jornal Correio Brasiliense – O andamento dos recursos dos julgamento dos réus supostos amantes José Pereira de Souza e Maria Nicácia Cardodo, durou quatro anos, até que veio o veredito, em 1861. Maria conseguiu o abrandamento da pena. José, não. Como seria o primeiro caso de enforcamento no arraial, as autoridades tiveram que preparar um espaço para o cumprimento da pena. Escravos levantaram a forca no centro, na área descampada de cerrado que até hoje conserva o mesmo nome. Atualmente ocupado por casas, é onde se localiza o bairro Vila Santa Luzia. Por décadas, esse mesmo lugar era conhecido como Campo da forca.

Todo o arraial acordou cedo em 30 de outubro de 1861. Os moradores estavam ansiosos pelo momento histórico. Eles assistiriam à primeira e única execução oficial do lugar. José Pereira de Souza deixou a cadeia do povoado logo após almoçar. Ele fez todo o percurso, do presídio até a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, acompanhado por uma silenciosa multidão. Dentro do templo, o obrigaram a cavar a própria sepultura. Em seguida, o levaram ao patíbulo, onde se confessou e recebeu a comunhão. Às 13h, o condenado se voltou em direção ao lugar da forca e foi empurrado para a morte.

Sepultura – A Igreja Nossa Senhora do Rosário é a mais famosa construção de Luziânia. Restaurada pelo Iphan em 2011, mantém as características originais, incluindo os túmulos de dezenas de moradores sepultados sob seu assoalho de madeira. Os mortos podem ser identificados pelo número escrito à faca no piso de tábua corrida. A sepultura número 9 é a do lavrador José Pereira de Souza. Ela fica em frente à porta do templo, erguido e frequentado só por negros, até depois da abolição. No entanto, não há documento nem testemunha que explique a razão de Souza ter sido enterrado na Igreja do Rosário, pois ele era um homem livre. (Livre, mas pardo, descendente de negros escravizados). Historiadores sustentam que seria um castigo a mais ser enterrado ao lado de escravos. O tablado de suplício foi demolido logo após a execução, conforme determinava a lei. Já os documentos sobre a execução do lavrador foram queimados, por ordem de um delegado que queria os arquivos da cadeia limpos, para receber novos papéis.

A história da última condenação de um homem livre à pena de morte no Brasil foi recuperada, por meio de alguns documentos e relatos de moradores antigos no início do século 20, pelo professor e historiador Gelmires Reis (leia Para saber mais), principal documentarista de Luziânia. Com a proclamação da República, em 1889, o Brasil extinguiu a pena de morte. As exceções ocorreram na ditadura militar. Caso haja outras, dentro das leis atuais, elas só poderão ser aplicadas durante uma guerra no país.

Corpo suspensoTambém chamado de cadafalso, é uma estrutura de madeira, usada para a execução em público, seja por enforcamento, degolação ou outra forma. Na primeira, o modelo mais comum consiste de um L invertido (ou a letra grega ), em que uma corda é pendurada na parte superior. Ela é amarrada em volta do pescoço do condenado que, após perder o apoio para os pés, tem o corpo suspenso. Ele morre pela quebra do pescoço ou por asfixia.

SegregaçãoA primeira grande edificação de Luziânia foi a Matriz, construída de 1765 a 1767. Mas só a população branca podia frequentá-la. Com isso, os negros começaram a erguer, em 2 de junho de 1769, a Igreja do Rosário. Os dois templos continuam de pé, mas apenas o dos negros mantém a estrutura original. Ele fica no ponto mais alto da Rua do Rosário, onde se concentram os prédios históricos da cidade. (Jornal Correio Brasiliense 13/12/2016).

15 Nov 1861 – (CENSUS) – Santa Luzia contem 3129 homens livres e 289 escravos, 3412 mulheres livres e 292 escravas.

26 Jun 1862 – José Martins Pereira Alencastre passa a presidência da província ao dr. Caetano Alves de Souza Filgueiros.

26 Ago 1862 – Nasce Libânia, filha de d. Candida Alves Meirelles.

10 Oct 1862 – São nomeados substitutos do juiz municipal … Tristão da Cunha Roriz…Joseph de Mello Alvares, (dentre outros).

19 May 1863: Nascimento de Thereza Teixeira Alvares, filha de José Benedicto Teixeira Alvares e Clara de Araújo Rocha. Santa Luzia – GO

27 Dec 1863 – Nasce Libânia, filha de Manoel José da Costa Meirelles e d. Rosaura Maria de Souza.

8 Ago 1864 – Nasce José, filho de José Camello de Mendonça e d. Maria Thereza de Mello.

14 Dec 1864 – O dr. Augusto Ferreira França é nomeado presidente da Província.

15 Dec 1864 – Nasce Adelaide, filha de Antônio Francisco de Araujo e d. Libânia de Mello Alvares.

1865: Nascimento de Raphael D’Affonsecca e Silva em Paracatu – MG (falecido em 24 Sep 1898 – Uberaba-MG).

27 Apr 1865 – O dr. João Bonifácio Gomes de Siqueira passa a presidência da província ao dr. Augusto Ferreira França.

22 Feb 1866 – Nasce Gabriel, filho de Bernardino Telles e d. Joanna Telles.

20 Jul 1866 – Nasce Tristão, filho de Francisco José da Costa e d. Deolinda Amelia Roriz.

30 Jul 1866 – Joseph de Mello Alvares presta juramento de deputado provincial.

24 Jan 1867 – Nasce Marcolino, filho de Antônio Francisco de Araujo e Libânia de Mello Alvares.

29 Apr 1867 – O dr. Augusto Ferreira França passa a presidencia da Provincia ao dr. João Bonifácio Gomes de Siqueira.

5 Oct 1867 – Pela resolução provincial n. 393, desta data, a villa de Santa Luzia é elevada a categoria de cidade.

31 Dec 1867 – É instalada a cidade de Santa Luzia.

1868 – Nasce Josephina Teixeira Alvares, em Goiás Velha, Villa Boa de Goias, antiga capital do estado de Goiás, filha de Josè Benedicto Teixeira Alvares (Roriz) e Maria Clara de Araujo Rocha. (adicionado por Juliana Areias). Goiás – GO

15 Sep 1868 – O presidente da Província comunica a camera de Santa Luzia que, no dia 25 de julho p. p. a fortaleza de Humaita caiu em poder dos exércitos aliados, com toda sua artilharia e grande cópia de petrechos bélicos, ficando a respectiva quarnição, perto de 4 mil homens, prestes a render-se pela apertada situação em que foi colocada pelo lado do Chaco.

13 Oct 1868 – Joaquim Ferreira Ribeiro é nomeado sacristão-mor.

12 Apr 1869 – Nasce Maria, filha de Joaquim Mendonça Roriz e d. Januaria Thereza do Amor Divino.

28 May 1869 – Nasce Augusta, filha de Gabriel Fernandes Roriz (jr ou neto) e d. Candida Fernandes Roriz.

12 Jun 1869 – Ofício dirigido ao imperador Dom Pedro II, coclnamando que os habitantes da idade de Santa Luzia de Goiás foram os que mais lutaram para defender a província de Mato Grosso da Guerra do Paraguai. (ver página 88).

2 Jul 1869 – O inspetor da tesouraria da fazenda é autorizado a lavrar contrato com Gabriel Fernandes Roriz (jr ou neto) que se propoe a construir a ponte do rio Areias por 3.170$000.

13 Sep 1869 – A camera felicita o imperador pelos brilhantes feitos da nossa armada no Paraguai ( Guerra do Paraguai).

14 Nov 1869 – Joseph de Mello Alvares presta juramento de comissário vacinador.

3 Feb 1870 – Nasce Olympia, filha de Jose Joaquim Teixeira e d. Maria Jovita Teixeira Junior.

20 Nov 1870: Elias Theodoro Rodrigues Carrijo foi padrinho de um batizado. Araxá – MG

1871: Nascimento de Luiza Teixeira Alvares, filha de Maria Thereza Teixeira Alvares (filha do Jose Benedicto Teixeira Alvares) e desconhecido. Santa Luzia – GO

12 Feb 1871 – Nasce Arthur, filho fe d. Thereza de Jesus Roriz.

25 Dec 1871 – Nasce Aprígio, filho de José de Souza e d. Brígida Alves.

6 Jan 1872 – João Teixeira Alvares (neto) entra para o seminário de Santa Cruz em Goiás, fundado e nessa data inaugurado por d. Joaquim Goncalves de Azevedo. João Teixeira Alvares (neto) entra para o seminário episcopal de Santa Cruz. Goiás – GO

7 Sep 1872 – Lista de vereadores eleitos incluindo Joseph de Mello Alvares.

25 Jul 1873 – Casamento de Nestório de Paula Ribeiro com d. Josephina Teixeira Roriz.

26 Nov 1873 – Nasce Pedro, filho de João José da Costa Meirelles e d. Maria Alves.

31 Dec 1873 – Nasce Joaquim, filho de José de Mendonça Roriz e d. Maria Thereza Pereira de Abreu.

31 Ago 1874 – Nasce Libânia, filha de Joaquim de Mendonça Roriz e d. Januaria do Amor Divino.

12 Oct 1874 – Nasce Elyseu, filho de Antônio Francisco de Araujo e d. Libania de Araujo Mello.

20 Ago 1875 – A camera mada numerar as casas da cidade.

1876: Amélia Teixeira Alvares e Veríssimo Costa Pereira foram padrinhos de um batizado. Araxá – MG

28 Feb 1876 – Nasce Josephino, filho de José de Mendonça Roriz e d. Maria Thereza de Abreu Roriz. (ou 17 Mar 1876).

3 Oct 1876 – São reconhecidos vereadores Joseph de Mello Alvares, Gabriel Fernandes Roriz ( jr ou neto)… (dentre outros).

4 Nov 1876 – O bispo d. Joaquim Gonçalves de Azevedo deixa a diocese de Goiás, por ter sido nomeado arcebispo da Bahia, primaz do Brasil, levando para o Rio de Janeiro, o santa luziano João Teixeira Alvares (neto), seu protegido. D. Joaquim Gonçalves de Azevedo viaja, levando seu protegido João Teixeira Alvares (neto). Rio de Janeiro – RJ

28 Nov 1876 – Nasce Delfino, filho de de José Camello de Mendonça e d. Maria Thereza de Mello.

2 Dec 1876 – Nasce Libânia, filha de d. Thereza Fernandes Roriz.

1877: Amélia Teixeira Alvares e seu irmão Augusto Teixeira Alvares foram padrinhos de um batizado. Araxá – MG


05 Mar 1877: Nascimento de Teophilo Teixeira Alvaresde Azevedo, filho de Theolinda Teixeira Alvares e João José de Azevedo. Goiás – GO

6 Mar 1877 – Prestam juramento de delegado de polícia e seus suplentes – Joseph de Mello Alvares, Gabriel Machado de Araujo e José Pereira Braga.

9 Apr 1877 – Nasce Joaquim, filho de Antônio Francisco de Araujo e d. Libânia de Mello Alvares.

21 Jul 1877 – Nasce Maria, filha de Nestório de Paula Ribeiro, e d. Josephina Teixeira Ribeiro Roriz.

1 Ago 1877 – Neste mês nasce Clarimundo, filho de s. Brígida Meirelles.

18 Mar 1878 – Nasce Gabriel, filho de d. Thereza de Jesus.

24 Apr 1878 – Nasce Franklina, filha de Gabriel Fernandes Roriz (jr or neto) e d. Candida Fernandes Roriz.

1879 – Falece a baronesa de Santa Luzia Maria Alexandra de Almeida, viúva primeiramente do barão Manoel Ribeiro Vianna, e herdeira da Fazenda Boa Esperança, Fazenda do Carmo, que ela herdou em 1853 do seu amigo padre Manoel Antônio de Freitas Caldas (neto e herdeiro de Quitéria Duart de Meirelles). Maria Alexandrina de Almeida, a Baronesa de Santa Luzia, por sua vez, teria
perdido a filha ainda pequena, ao que sugerem as fontes, ficando também sem herdeiros. Trecho documental sobre sua morte – Na cidade da Barra, província da Bahia, falleceu no dia 2 do mez próximo findo a baroneza de Santa Luzia, tia do Dr. Frederico de Almeida. Em seu testamento deixou livres todos os seus escravos. Fundação Biblioteca Nacional: O Repórter, Rio de Janeiro, Ano 1879. Edição 187, pág. 1 (MORAES, 2023, p. 9).

4 Mar 1879: Augusto Teixeira Alvares e sua esposa Bartholina foram padrinhos de um batizado. Araxá – MG. Nascimento de Augusta Teixeira Alvares, filha de Augusto Teixeira Alvares e Bartholina D’ Affonseca e Silva. Araxá – MG

26 Jun 1879 – Falece Gabriel da Cunha Roriz, casado com Josephina Teixeira Alvares.

10 Nov 1879 – Antonio Francisco de Araujo Mello exonera-se do cargo de inspetor escolar, sendo nomeado Joseph de Mello Alvares.

3 Apr 1880 – Joseph de Mello Alvares, Antônio Machado de Araujo, Luiz Gonzaga da Siqueira são nomeados suplentes do juiz municipal.

31 May 1880: Augusto Teixeira Alvares obtem a tutela do menor Pedro Antônio Albino. Araxá – MG

7 Dec 1880 – Nasce Arthur, filho de Nestório de Paula Ribeiro e d. Josephina Teixeira Alvares Ribeiro.

19 Dec 1880 – Nasce Sigismundo, filho de Antonio Francisco de Araujo e d. Libânia de Mello Alvares.

26 Dec 1880 – Nasce Libania, filha de Honorato Garcez de Mendonça e d. Margarida Alves Meirelles.

13 Mar 1881 – João Teixeira Alvares (neto) segue para o Rio de Janeiro afim de se matricular na academia de medicina. João Teixeira Alvares (neto) viaja para matricular-se na Academia de Medicina. Rio de Janeiro – RJ

21 Apr 1881 – É fundada a colonia Blasiana, dirigida por Joseph de Mello Alvares.

13 May 1881 – Nasce Adelina, filha de d. Brigida Meirelles.

21 May 1881 – Nasce Benedicto, filho de Francisco da Costa Aguiar e d. Engracia de Mello Alvares.

18 Jun 1881 – A câmera atesta que Joseph de Mello Alvares foi provedor de N. S. Dos passos e da irmandade do Santissimo Sacramento, foi juiz de N. S. Da Abaddia, estabelceu em 1872 um hospital nesta cidade, exerceu os cargos de juiz de paz, vereador, eleitor, coletor das rendas gerais e provinciais, exerce atualmente os cargos de vacinador municipal, inspetor de instrução publica, e suplente de juiz municipal. Foi delegado de policia e deputado provincial e ultimamente fundou uma colonia agricola e industrial na Fazenda Conceição.

2 Mar 1882 – Nasce Benedicto, filho de Joaquim de Mendonça Roriz e d. Januaria Thereza do Amor Divino.

30 Mar 1882 – Nasce Zenôbia, filha de Antônio Francisco de Araujo Mello e d. Libânia de Mello Alvares.

17 May 1882 – Nasce Joanna, filha de Manoel do E. Santo e d. Thereza de Vasconcellos.

5 Nov 1882 – Nasce Isabel, filha de José Camello de Mendonça e d. Maria Thereza de Araujo.

12 Nov 1882 – Baptisa-se Celisa, filha de Nestorio de Paula Ribeiro e d. Josephina Alvares Teixeira Roriz.

17 Nov 1882: Augusto Teixeira Alvares nomeou seu procurador Elias Theodoro R. Carrijo (seu cunhado) em processo de dívida. Araxá – MG

7 Set 1883: Falecimento de Bartholina D’ Affonseca e Silva, viúva de Augusto Teixeira Alvares. Araxá – MG. Nascimento de Amélia Gonçalves Teixeira, filha de Thereza Teixeira Alvares e José Gonçalves Ferreira. Araxá – MG

30 Oct 1883 – Nasce Dorilla, filha de d. Brigida Meirelles.

12 Feb 1884 – Joseph de Mello Alvares e Luiz Gonzaga de Siqueira são nomeados suplentes do juiz municipal.

21 Apr 1884: Casamento em segundas núpcias de Augusto Teixeira Alvares e Maria Severiana Rocha da Silva. Araxá – MG

19 May 1884 – Joseph de Mello Alvares e Luiz Gonzaga de Siqueira prestam juramento de suplentes do juiz municipal.

4 Jun 1884 – Baptisa-se Maria, filha de Antonio Francisco de A. Mello e d. Libania de Mello Alvares.


19 Set 1884: Nascimento de Augusta Gonçalves Teixeira, filha de Thereza Teixeira Alvares e José Gonçalves Ferreira. Araxá – MG

27 Ago 1885 – Falece Dorilla, filha de d. Brigida Meirelles.

21 Nov 1885 – Nasce Osório, filho de d. Brigida Alves Meirelles.

21 Dec 1885 : João Teixeira Alvares (neto) recebe a investidura de doutor em medicina. Rio de Janeiro – RJ. João Teixeira Alvares (neto), sua formatura e até 1888 permanece clinicando em Goiás. Goiás – GO

30 Dec 1885 – João Teixeira Alvares (neto) recebe a investidura de doutor em medicina, no Rio de Janeiro, em presença de Dom Pedro II e da família imperial, e do seu protetor visconde do Ouro Preto.

29 Jun 1886 – Nasce Eneas, filho de Manoel Rufino de Souza e d. Candida dos Anjos Araujo.

5 Ago 1886: Augusto Teixeira Alvares e Raphael D’Affonseca e Silva emitem recibo dando quitação em dívidas para inventário. Araxá – MG


8 Oct 1886: João Teixeira Alvares (neto) e seu pai José Benedicto Teixeira Alvares foram padrinhos de batizado da sobrinha e neta Judith. Araxá – MG

23 Jun 1887 – Nasce Thereza, filha de Carlos Jose da Rocha e d. Manoella Moreira de Souza.

8 Nov 1887 – Gabriel Fernades Roriz (jr. ou neto) empreita a construção da ponte do Alagado por 1.547$400 e o conserto da do Areias por 642$000.

24 Nov 1887: José Benedicto Teixeira Alvares é condenado a 6 meses e 15 dias de prisão, por motivo ignorado. Araxá – MG

22 Jan 1888 – Batismo de Clarimundo, filho de Brigida Alves Meirelles.

4 May 1888: João Teixeira Alvares resolve trabalhar em Araxá, onde já residia seu irmão Augusto Teixeira Alvares . Araxá – MG

6 Ago 1888: Nascimento de Dulce Teixeira Alvares, filha de João Teixeira Alvares e Josephina Ludovico de Almeida. Goiás – GO

31 Dec 1888 – Gabriel Fernades Roriz (jr ou neto) entrega a camera a ponte do Alagado e conserto da ponte do Arreias (Areias).

2 Sep 1889: Concedido a Ignácio Teixeira Alvares a tutela do menor Josino. Araxá – MG

2 Feb 1890 –Falece Pedro, filho de José Joaquim de d. Maria da Rocha. (Pedro, irmão de Maria Clara de Araujo Rocha, esposa de Jose Benedicto Teixeira Alvares).

Mar 1890: João Teixeira Alvares (neto) viaja para o Rio de Janeiro e Ouro Preto, para reintegrar seu irmão Augusto ao cargo de coletor de rendas. Rio de Janeiro – RJ

1 Jul 1890 – Nasce Francisca, filha de Manoel Rufino de Souza e d. Candida de Araujo.

Ago 1890: Registrado na Junta Comercial contrato entre João Teixeira Alvares (neto) e Eduardo Prevost para custeio de casa saúde em Araxá. Rio de Janeiro – RJ


16 Ago 1890: Casamento de Luiza Teixeira Alvares e Theodoro Blumenthal. Araxá – MG


2 Dec 1890: Nascimento de Augusto Teixeira Alvares, filho de Augusto Teixeira Alvares e Maria Severiana Rocha da Silva. Araxá – MG


1891 João Teixeira Alvares (neto) visita a Europa. Europa.

4 May 1891 – Francisco Roriz Junior exonera-se do cargo de presidente da intendência, sendo nomeado Joseph de Mello Alvares.


30 Apr 1991: Nascimento de Joel D’Affonseca e Silva, filho de Josephina Teixeira Alvares e Raphael de Affonseca e Silva. Araxá – MG

25 Jun 1891 – Joseph de Mello Alvares presta juramento de presidente da intendencia.

12 Oct 1891 – Nasce Georgeta, filha de Albino Teixeira Pinto e d. Maria Teixeira de Jesus.

23 Oct 1891: Nascimento de Pedro Ludovico, filho de João Teixeira Alvares (neto) e Josephina Ludovico de Almeida. Goiás – GO

1892: Elias Theodoro R. Carrijo foi vereador da Câmara Municipal no triênio 1892/1895. Araxá – MG

23 Apr 1892 – O dr. João Teixeira Alvares (neto) em Paris, reunida a Societe Obstreticale de France, presidida por Tarnier, apresenta seu instrumento embriotomo rachidiano, fabricado na casa Luer e é proclamado membro correspondente da mesma sociedade. Dr. João Teixeira Alvares (neto) é proclamado membro da Societé Obstetricale de France. Paris – França

27 Apr 1892 – Benedicto de Araujo Teixeira exonera-se do cargo de procurador, sendo nomeado João Paulo Roriz.

8 May 1892 – Falece Gabriel Alves da Costa, filho de Gabriel Alves da Costa e d. Anna de Souza e Silva.

8 Jun 1892 – Nasce Thereza, filha de Florentino de Alcantara Chaves e d. Antonia Henriqueta Roriz.

18 Jun 1892 – A camera pede ao administrador dos correios que as viagens postais desta cidade a Formosa sejam 36 anuais, aventa a ideia da fundação de uma biblioteca municipal e solicita da camera dos deputados a concessão das terras devolutas no plateau denominado Serra dos Cristais para patrimonio da municipalidade.

25 Jun 1892 – Casamento de Benedicto Machado de Araujo com d. Libania de Araujo Roriz.

19 Jul 1892 – Joaquim Fernandes de Carvalho e Manoel Alves de Castro prestam compromisso de vice-presidentes do estado.

30 Nov 1892: Dr. João Teixeira Alvares (neto) encontrava-se em Uberaba, de passagem para São Paulo, onde passou a clinicar por 3 anos. São Paulo – SP . Nascimento de Augusta D’ Affonseca e Silva, filha de Josephina Teixeira Alvares e Raphael de Affonseca e Silva. Paracatu – MG

24 Apr 1893 – Joseph de Mello Alvares é eleito intendente. (junto com mais pessoas).

3 Jun 1893 – Pedro José do Amaral Louly, proprietário da fazenda Riacho Frio, empreita com Gabriel Fernandes Roriz (jr. or neto) a construção da ponte sobre o rio São Bartholomeu, na estrada que vai desta cidade para aquela fazenda, devendo ter a ponte 45 m. de cumprimento, 3.55m de largura e 4.5m. De altura do fundo da agua.

23 Jun 1893 – Gabriel Fernandes Roriz (jr, or neto) inicia a construção da ponte do Riacho, no rio de São Bartholomeu.

14 Jul 1893 – Nasce Gelmires, filho de João Paulo dos Reis e d. Hozanna Erminia de Mendonça. / Breve bibliografia de Gelmires Reis publicada pelo Jornal Correio Brasiliense em 13/12/2016Autoridade, historiador, escritorGelmires Reis nasceu em 14 de julho de 1893, em Luziânia. Em 1910, começou a trabalhar na tipografia do semanário O Planalto. Depois, mudou-se com a família para o sítio Aroeira, na fazenda Catalão, dedicando-se à lavoura e à criação de gado. Em 1913, seguiu para Bonfim, atual Silvânia, para estudar como interno. Três anos mais tarde, o presidente da República, Wenceslau Brás, o nomeou tenente da Guarda Nacional.

Como funcionário público, exerceu os cargos de professor municipal; escrevente do Cartório do 1; Ofício; juiz municipal; conselheiro municipal; promotor de Justiça; escrivão do Cartório de Órfãos; coletor municipal de Vianópolis; delegado municipal do recenseamento, aposentando-se como promotor público e professor da Escola Normal de Luziânia. Ainda foi intendente municipal de Luziânia de 1; de novembro de 1927 a 24 de novembro de 1930.

Como empresário e jornalista, Reis fundou a revista Planalto (com publicação mensal por 10 anos) e o jornal Folha de Luziânia. Ele também publicou obras como História de Santa Luzia (1920), Efemérides goianas (1925), Dez contos desordenados (1947), O Pombo branco (1948), Páginas da roça (1948), Efeméri des Brasiliana (1960) e Luzianidades (1969). Ocupou a cadeira n; 12 da Academia Goiana de Letras. Gelmires morou em um casarão centenário, em Luziânia, com a família, até a morte, em 11 de novembro de 1983.

28 Sep 1893 – Gabriel Fernandes Roriz (jr. or neto) termina a ponte do Riacho, no rio São Bartholomeu.

25 Oct 1893 – É plantada uma urubella a direita da matriz, (igreja católica).

28 Oct 1893 – Nasce Thereza, filha de Florentino de Alcantara Chaves e d. Antonia Henriqueta Roriz.

1894 – Residia em Santa Luzia o padre José Alves Ferreira.

23 Jan 1894 – Nasce Maria Teixeira Alvares (d’Affonseca e Silva), minha bisa Mariquinha, em Araguari-MG, filha de Raphael dAffoseca e Silva e Josephina Teixeira Alvares (Dulce). Raphael, filho de Capitão Menhô, Francisco d’Affonseca e Silva e Balbina Barbosa d’Affonseca e Silva. Balbina era sobrinha do seu marido. Josephina, filha de Jose Benedicto Teixeira Alvares e Maria Clara de Araujo Rocha. José, filho do padre vigário de Santa Luiza-GO, João Teixeira Alvares e Maria Thereza de Jesus Roriz – que depois se casará com Ignácio de Souza. (adicionado por Juliana Areias).

4 Apr 1894 – Falece d. Maria Thereza de Jesus, mãe de José Benedicto (Teixeira Alvares), casada com Ignácio de Souza. Falecimento de Maria Thereza de Jesus, viúva de Ignácio de Souza (mãe de José Benedicto Teixeira Alvares). Ignorado João Teixeira Alvares (neto) visitando a família em Araxá no período de abril a maio. Araxá – MG.

20 Jul 1894 – Nasce João, filho de Candido Hygino de Lima e d. Libania de Mendonça Meirelles.

14 Sep 1894 – O dr. Celestino Alves Bastos, membro da comissão exploradora do Planalto, chega nesta cidade.

27 Feb 1895 – Falece d. Maria Ignácia Meirelles, viúva de Tristão da Cunha Roriz.

21 May 1895 – São eleitos… conselheiro Joseph de Mello Alvares… suplente Gabriel José Roriz…

8 Jun 1895 – Casamento de Modesto de Mello Alvares com d. Avelina Alves Meirelles.

14 Jun 1895 – O conselho pede a camera dos deputados a concessão de um terreno de 324 km quadrados, para patrimônio desse município, no valle de Angicos, fora da área demarcada para o futuro distrito federal.

27 Nov 1895 – Falece Maria, filha de Candido Hygino de Lima e d. Libania de M. Meirelles.

1 Dec 1895 – Nasce Affonso, filho de Candido Hygino de Lima e d. Libania de M, Meirelles.

9 Mar 1896: Processo de emancipação de Teophilo Teixeira Alvares Azevedo, filho de Theolinda Teixeira Alvares, viúva. Araxá – MG

18 May 1896 – Falece Affonso, filho de Candido Hygino de Lima e d. Libania de Mendonça Meirelles.

25 May 1896 – Falece em Araguari d. Clara Teixeira de Araujo, (Maria Clara de Araujo Rocha), viúva de Jose Benedicto Teixeira Alvares. Falecimento de Maria Clara de Araújo Rocha, viúva de José Benedicto Teixeira Alvares. Araguari – MG

3 Jul 1896 – Nasce Beatriz, filha de dr. Celestino Alves Bastos e d. Ignez Dutra Bastos.

17 May 1897 – Falece d. Francisca de Paula Meirelle, filha de Manoel Ignácio Meirelles e d. Beatriz de Souza Ambar.

18 Jun 1897 – O reverendo Carlos R Morton visita esta cidade e faz pregações evangélicas.

25 Jun 1897 – Francisco Cotta Pacheco, Albino Teixeira Pinto e Aleixo Braz de Queiroz obtém privilégio de construção, uso e gozo de uma ponte sobre o rio São Bartholomeu, abaixo do porto de Ouro Fino, na estrada geral de Santa Luzia para Entre Rios e Catalão.

13 Jul 1897 – Falece Modesto de Araujo Mello, filho de Modesto de Araujo Mello e d. Januaria Thereza do Amor Divino.

24 Jul 1897 – Nasce Alonso, filho de Candido Hygino de Lima e d. Libania de Mendonça Meirelles.

8 Nov 1897 – Joaquim Alves Ferreira presta compromisso de procurador fiscal da Serra dos Cristais.

2 Jul 1898 – Falece Anna de Mello Alvares, viuva de Euclero Nogueira.

5 Ago 1898 – Nasce Joseph, filho de Modesto de Mello Alvares e d. Avelina Alves Meirelles, mas a mãe Avelina morre no parto.

19 Ago 1898 – Falece Joseph, filho de Modesto de Mello Alvares e d. Avelina Alves Meirelles.

24 Sep 1898 – Falece Raphael d’Affonseca e Silva em Uberaba, deixando viúva sua esposa Josephina Teixeira Alvares (Dulce) Uberaba-MG. Raphael filho de Capitão Menhô – Francisco d’Affonseca e Silva e Balbina Barbosa d’Affonseca e Silva. Josephina filha de José Benedicto Teixeira Alvares e Maria Clara de Araujo Rocha. (adicionado por – Juliana Areias).

23 Nov 1898 – Casamento de Abílio de Campos Meirelles com d. Jacintha de Mello Alvares.

26 Jan 1899: João Teixeira Alvares (neto) participa que fixara residência provisoriamente na casa de Elias Carrijo, casado com Amelia Teixeira Alvares. Uberaba – MG. Falecimento de Augusto Teixeira Alvares. Araxá – MG

12 Apr 1899 – Nasce Julieta, filha de Candido Hygino de Lima e d. Libânia de Mendonça Meirelles.

14 May 1899 – Nasce Carolina, filha de José de Mello Alvares Junior e d. Ambrosina Teixeira de Araujo.

31 Ago 1899 – Nasce Maria, filha de Benedicto Machado de Araujo e d. Libania de Araujo Roriz.

20 Sep 1899 – Joseph de Mello Alvares eleito intendente…

25 Sep 1899 – Falece d. Libânia da Conceição Roriz, casada com Antonio Fernandes Roriz.

1900s

28 May 1901 – Falece Maria, filha de Abílio de Campos Meirelles e d. Jacintha de Mello Alvares.

22 Jun 1901 – O reverendo Alfredo Teixeira visita esta cidade e faz pregações evangélicas.

24 Oct 1901 – Nasce Libânia, filha de Joaquim de Araujo Mello e d. Zenôbia Afra Roriz.

2 Nov 1901 – Casamento de Nestorio Nonato da Silva com d. Henriqueta Teixeira de Araujo.

13 May 1903 – O conselho representa ao ministro da guerra, marechal Francisco de Paula Argolo, sobre a necessidade da execulão da lei n. 183, de 20 de setembro de 1893, que manda construir a estrada federal de Catalão a Cuiabá passando pela capital Goiás.

13 May 1903: Dr. João Teixeira Alvares (neto) perde sua paciente Maria da Costa, durante operação, sendo acusado de sua morte. Uberaba – MG

25 Jun 1903 – O conselho declara-se solidário com o de Santanna das Antas, pedindo a câmera dos deputados a criação da comarca de Bomfim, composta dos termos de Bomfim, Santa Luzia e Antas.

2 Jul 1903 – Falece Balduino, filho de Benedicto Machado de Araujo e d. Libânia de Araujo Roriz.

20 Ago 1903: Concedido a João Teixeira Alvares (neto) e Joaquim Pereira Goulart o privilégio de explorar as águas de Araxá. Araxá – MG

9 Sep 1903 – A igreja presbiteriana de Santa Luiza se declara independente da Maçonaria.

14 Oct 1903 – Falece d. Candida Fernandes Roriz, casada com Gabriel Fernandes Roriz.

10 Dec 1903 – Falece d. Maria Thereza de Mello, viuva de José Camello de Mendonça.

30 Mar 1904 – É criado o cordão sanitário no rio Paracanjuba para evitar a invação da varíola.

28 Apr 1904: Dr. João Teixeira Alvares (neto) apresenta defesa na Academia Nacional de Medicina referente processo da morte de sua paciente. Rio de Janeiro – RJ

14 May 1904 – A Academia Nacional de Medicina, do Rio de Janeiro, proclama o dr. João Teixeira Alvares (neto) seu membro correspondente.

7 Jun 1904 – Nasce Maria, filha de Jose Francisco de Mello e d. Adelaide de Mello Alvares.

2 Jul 1904 – Falece Antonio Francisco de Araujo Mello, viuvo de d. Libânia de Mello Alvares.

4 Oct 1904 – São nomeados delegado de policia Joseph de Mello Alvares e seus suplentes Olimpio / Olympio de Araujo Leite… (dentre outros).

21 Nov 1904 – Prestam compromisso de suplentes de delegado, Modesto de Araujo Machado, sub-delegado Olimpio / Olympio de Araujo Leite.

1 Jan 1905 – O dr. Joao Teixeira Alvares (neto) funda em Uberaba uma casa de saude. Dr. João Teixeira Alvares (neto) funda a Casa de Saúde Nossa Senhora de Lourdes. Uberaba – MG

4 May 1905: Dr. João Teixeira Alvares (neto) é convidado pela ANM- Academia Nacional de Medicina para ser membro desta instituição. Rio de Janeiro – RJ

25 Jul 1905 – Nasce Rosa, filha de Benedicto Machado de Araujo e d. Libania de Araujo Roriz.

30 Jul 1905 – Casamento de Rozendo Ribeiro de Britto e d. Cristina Umbellina Chaves.

2 Nov 1905 – É plantada uma casuarina a esquerda da matriz, (igreja católica).

2 Jul 1906 – Nasce Thereza, filha de d. Joanna Roriz.

29 Sep 1906 – Nasce Antônia, filha de Abílio de Campos Meirelles e d. Jacintha de Mello Alvares.

21 Feb 1907 – Nasce Violeta, filha de Benedicto Machado de Araujo e d. Libânia de Mendonça Roriz.

21 Mar 1907 – Nasce Bento, filho de Urias Pereira do Couto e d. Benedicta Alvares de Mello.

12 Apr 1907 – Casamento de Florisbello Joquim Flores com d. Rita Thereza de Jesus.

6 Ago 1907 – Casamento de Evangelino Meirelles com d. Thereza Nabia de Mello.

20 Sep 1907 – Olimpio / Olympio de Araujo Leite eleito conselheiros e seus suplentes…

20 Nov 1907 – Nasce Maria, filha de Manoel Alves de Souza e d. Maria do Carmo Gonçalves.

9 Ago 1908: Dr. João Teixeira Alvares (neto) entrega protesto junto ao Cartorio de 1º Ofício referente concessão das águas. Araxá – MG

31 Dec 1908 – Casamento de W. Henrique de Campos Meirelles com d. Januaria Thereza de Araujo Roriz.

27 Apr 1909 – O cel. Francisco Bertholdo de Souza passa a presidencia do Estado ao cel. Joaquim Rufino Ramos Jubé.

23 Jun 1910 – Falece Deodato Meirelles, casado com d. Maria Candida de Araujo Mello.

24 Jun 1910 – Chega a tipografia do O Planalto, sendo a primeira que entra nesta cidade.

30 Jun 1910 – Olimpio / Olympio de Araujo Leite é nomeado procurador fiscal.

30 Jul 1910 – Casamento de Olimpio / Olympio de Araujo Leite com d. Maria Afra Filha.

24 Oct 1910 – Olimpio / Olympio de Araujo Leite exonera-se do cargo de procurador fiscal.

28 Oct 1910 – José de Campos Meirelles planta duas palmeiras imperiais em frente a matriz, (igreja católica).

20 Nov 1910 – Falece Albino Teixeira Pinto, casado com d. Maria Teixeira de Jesus.

11 Apr 1911 – Nasce Maria, filha de Abilio de Campos Meirelles e d. Jacintha de Mello Alvares.

17 Apr 1911 – Falece Maria, filha de W. Henrique de Campos Meirelles e d. Januaria Thereza de Araujo Roriz.

6 Jun 1911 – Falece d. Maria Isidora Roriz, filha de Domingos José da Costa Meirelles e d. Aurea d’Abbadia Roriz.

7 Jub 1911 – Falece d. Rufina de Souza Ribeiro, viuva de Francisco Dias de Oliveira.

20 Jul 1911 – Nasce Joaquim, filho de Olimpio / Olympio de Araujo Leite e d. Maria Afra Roriz.

30 Jul 1911 – Conselho provisório constituido por … Modesto de Mello Alvares … ( e em 20 Sep 1911 eleito conselheiro).

1 Nov 1911 – Aparece o Marimbondo, folha crítica, humorística e literária.

3 Nov 1911 – São nomeados, procurador fiscal, Modesto de Mello Alvares e secretário da intendência, José Ignácio Brasil.

30 Nov 1911 – Nasce Dulce, filha de José de Souza Braga e d. Malvina Gomes Curado.

1912 – Na conclusão do inventário de Augusto Teixeira Alvares, sua viúva Maria Severiana diz morar com os filhos em Uberaba. Uberaba – MG

6 Jul 1912 – Falece Joseph de Mello Alvares.

20 Jul 1912 – A camera dos deputados estaduais vota uma moção de pesar pelo falecimento de Joseph de Mello Alvares.

2 Oct 1912 – Casamento de Abílio Rodrigues com d. Maria Thereza de Jesus.

28 Nov 1912 – O dr. Alberto Lacute requer ao conselho uma area de 10 mil metros quadrados para colocação do posto metereológico.

26 Dec 1912 – Falece d. Carolina de Mello Alvares, viuva de Joseph de Mello Alvares.

18 April 1913 – Falece Rosa, filha de Abílio de Campos Meirelles e d. Jacintha de Mello Alvares.

6 May 1913 – Nasce Lourdes, filha de Limirio Rodrigues e d. Theobalda Maria de Jesus.

9 May 1913 – Falece Genserico, filho de W. Henrique de Campos Meirelles e d. Januaria Thereza de A. Roriz.

21 Jun 1913 – Casamento de Clarimundo Meirelles com d. Maria Lica de Mello Alvares.

7 Sep 1913 – Nasce Brasil, filho de Jose Francisco de Mello e d. Adelaide de Mello Alvares.

29 Dec 1913 – Falece Libania, filha de Agnello da Costa Meirelles e d. Maria Brasilina Machado.

6 Jan 1914 – falece Arthur Roriz, filho de dona Thereza de Jesus Roriz.

16 Mar 1914 – Nasce Thereza, filha de Brás Soares Queiroz e d. Luzia Nascimento de Jesus.

31 Mar 1914 – Falece João Teixeira Roriz, filho de Gabriel da Cunha Roriz e d. Josephina Teixeira Alvares Roriz.

Jul 1914: João Teixeira Alvares (neto) representa o bispo de Uberaba, Dom Eduardo Duarte Silva no Congresso Eucarístico em Lourdes. Lourdes – Portugal

26 Jul 1914 – Termina o congresso eucharistico em Londres, onde o dr. João Teixeira Alvares (neto) representou o bispo de Uberaba, d. Eduardo Duarte Silva.

25 Sep 1914 – Falece Maria, filha de Abilio Rodrigues e d. Maria Thereza de Jesus.

14 Nov 1914 – Dourado, Ribeiro e Compania, obtem privilégio por 60 anos para o serviço telefônico do município.

16 Dec 1914 – Nasce Maria, filha de Olimpio / Olympio de Araujo Leite e d. Maria Afra Roriz.

27 Dec 1914 – Entra nesta cidade a linha telegráfica.

17 May 1915 – É inaugurada a estação telegráphica desta cidade, pelo Auxiliar Benedicto José de Azevedo.

22 Jul 1915 – Gelmires Reis é nomeado professor da escola primária.

27 Jul 1915 – Nasce Adolpho, filho de Abílio Rodrigues e d. Maria Thereza de Jesus.

21 Ago 1915 – Aparece o Cinema, subistituindo o Marimbondo e o Morcego.

13 Sep 1915 – Falece Anna Alves Meirelles, filha de Antônio Alves Meirelles e d. Maria Alves de Jesus.

18 Jul 1916 – Pela lei n. 533 desta data, é desmembrado do município de Santa Luzia o distrito de São Sebastião dos Cristais (Cristalina) que se constitui município independente.

19 Nov 1916 – Festa cívica da bandeira, organizada pelo telegrafista Felicissimo do Espirito Santo Filho.

1 Mar 1917 – Exoneram-se dos cargos de procurador fiscal Olimpio / Olympio de Araujo Leite, professor de instrução primária – felicissimo do E. S. Netto.

6 Jun 1917 – Falece d. Euphozina de Mello Alvares, filha de Carolina Barbosa.

31 May 1918 – Pela lei n. 577, desta data, a villa de São Sebastião dos Crystais (Cristais) passa denominar-se villa Crystalina (Cristalina).

24 Jun 1918 – Nasce Lybia (Libia), filha de Olimpio/ Olympio de Araujo Leite e d. Maria Afra Roriz.

13 Jul 1918 – Nasce Geraldo Teixeira Mendes, em Rifaina, Pedregulho, comarca de Igarapava-SP, filho primeiro de Getúlio Mendes e Maria Teixeira Mendes. Get[ulio era filho de João Mendes de Miranda e Maria de Souza Soares. Maria era filha de Raphael d’Affonseca e Silva e Josephina Teixeira Alvares (Dulce). (Adicionado por Juliana Areias).

9 Dec 1918 – Fernando Nery por escrito, agradece a Gelmires Reis por suas contribuições ao Dicionário Histórico, Geográfico e Etnográfico do Brasil. (página 184).

1 Mar 1919 – Casamento de Antônio Machado de Araujo com d. Libania de Araujo Mello.

20 May 1919 – Nasce Ascelino Teixeira Mendes (avô materno de Juliana Areias / Juliana Vasconcellos Mendes), em Rifaina, Pedregulho, comarca de Igarapava-SP, filho de Getúlio Mendes e Maria Teixeira Mendes. Getúlio era filho de João Mendes de Miranda e Maria de Souza Soares. Maria era filha de Raphael d’Affonseca e Silva e Josephina Teixeira Alvares (Dulce). Ascelino, meu avô se casou com Laura Gomes Areias em Colina-SP, onde nasceu seu primeiro filho, Jose Wilson Areias Mendes em 8 de março de 1948, que é meu pai. (Adicionado por Juliana Areias).

4 Jun 1919: João Teixeira Alvares (neto) agride sua amásia Alípia, mãe de 4 de seus filhos. Uberaba – MG

1 Ago 1919 – Falece d. Maria Ambar Roriz.

7 Ago 1919 – É incinarado o tronco que existia na cadeia (Tronco era a madeira onde escravizados eram amarados e castigados, chicoteados).

20 Sep 1919 – Eleito vice entendente Olimpio / Olympio de Araujo Leite…

24 Feb 1920 – Nasce Annita, filha de Olimpio / Olympio de Araujo Leite e d. Maria Afra Roriz.

27 Feb 1920 – Nasce Amanda, filha de Abilio Rodrigues e d. Maria Thereza de Jesus.

6 May 1920 – Evangelino Meirelles obtem privilégio do governo do Estado, por 30 anos, para construção, uso e gozo de uma estrada de automóveis de Formosa a Tavares, passando por Planaltina e Santa Luzia.

5 Jun 1920 – Nasce Alzira, filha de W. Henrique de Campos Meirelles e d. Januaria Thereza de Jesus.

15 Jun 1920 – Entra o primeiro automóvel nessa cidade, sendo guiado por Adolpho Herz.

1 Mar 1921 – Falece Candido Hygino de Lima, casado com d. Libânia da Costa Meirelles.

19 Mar 1921 – Falece José, filho de João Gonçalves Soares e d. Thereza Chaves Roriz.

12 Apr 1921 – Germano Roriz adquire a tipografia do Planalto.

24 Jun 1921: Falecimento de José Gonçalves Ferreira, ficando viúva sua esposa Thereza Teixeira Alvares. Araxá – MG

25 Jul 1921 – Gelmires Reis, juiz municipal, instala a inspetoria comercial.

25 Ago 1921 – Nascem Libânia e Margarida, filhas de Marcolino de Araujo Mello e d. Eulalia Elias dos Reis.

22 Sep 1921 – Evangelino Meirelles, Alfredo Machado de Araujo e Gelmires Reis são nomeados membros da comissão da exposição do centenário.

5 Oct 1921 – Gabriel Fernandes Roriz (jr. ou neto) termina a ponte do Palmital.

27 Dec 1921 – Inaurura-se a linha de automóveis que vai desta cidade a Formosa, passando por Planaltina.

22 May 1922 – Nasce Maria, filha de Nestorio Ribeiro e d. Maria Alves Ribeiro.

4 Jun 1922 – Germano Roriz inaugura o cine-luziano.

30 Jul 1922 – Nasce Wanda, filha de Abílio Rodrigues e d. Maria Thereza de Jesus.

21 Ago 1922 – Primeira Sessão do Jury em Cristalina / Crystalina.

7 Sep 1922 – Distante 3 kilometros de Planaltina, ao meio dia em ponto, é colocada solenemente a pedra basilar da capital do Brasil. ( Pedra fundamental da futura capital do país – Brasília – no Planalto Central de Goiás. Gelmires Reis esteve presente na solenidade, que tinha sido decretada pelo então presidente da república Epitácio Pessoa no seu decreto n.4494 de 18 de Janeiro de 1922).

15 Sep 1922 – Terminam-se as férias da Independência (Brasil).

24 Sep 1922 – O padre José de Paula Rosa celebra missa campal em comemoração da passagem do centenário da independência.

2 Nov 1922 – Benedicto Pereira Braga é nomeado auxiliar do posto meteorológico.

18 Feb 1923 – Nasce Elza, filha de Olimpio / Olympio de Araujo Leite e d. Maria Afra Roriz.

5 Mar 1923 – Germano Roriz fecha o cine-luziana.

11 Jul 1923 – Nasce Josephina, filha de Alberto de Paiva e d. Isidora da Silva Roriz.

4 Sep 1923 – Falece Nestorio Ribeiro, intendente municipal, casado com d. Maria Alves Ribeiro.

19 Jan 1923 – Falece Josephina Teixeira Alvares. Uberaba-MG ( ou 17 Jan 1923 – Conquista-MG), que foi casada com Raphael d’Affonseca e Silva e com Ismael Sanches. Josephina foi filha de Jose Benedicto Teixeira Alvare (Roriz) e Maria Clara de Araujo Rocha. Segundo atestado de óbito assinado por seu irmão e médico dr. João Teixeira Alvares (neto), morreu de gripe crônica. (adicionado por Juliana Areias).

26 Sep 1923 – Falece Gabriel Fernandes Roriz (jr. ou neto), viuvo de d. Candida Fernandes Roriz.

10 Dec 1923 – Sebastiao Lewergger abre a estação telegráfica.

19 Apr 1924 – Chega o piano das professoras do grupo escolar Rocha Lima, sendo o primeiro que entra nesta cidade.


10 Jul 1927: João Teixeira Alvares (neto) funda a Sociedade de Medicina e Cirurgia de Uberaba, a qual presidiu até sua morte. Uberaba – MG


25 Oct 1934: Falecimento de Amélia Teixeira Alvares, viúva de Elias Theodoro Rodrigues Carrijo. Uberaba – MG


24 Ago 1940: Falecimento de Dr. João Teixeira Alvares (neto). Uberaba – MG

8 Apr 1943 – BRASIL. Decreto nº 12.208 de 08 de abril de 1943. Autoriza o cidadão brasileiro Redelvin Andrade a pesquisar argila e associados no município de Santa Luzia do Rio das Velhas, do Estado de Minas Gerais. (Diário Oficial da União – Seção 1 – 13/4/1943, Página 5564). Essa exploração aconteceu no local denominado Fazenda da Boa Esperança, distrito e município de Santa Luzia do Rio das
Velhas, numa área de 25 hectares. (Fazenda originária de Quitéria Duarte de Meirelles que ela transferiu ao seu sobrinho padre Manoel Antônio de Freitas Caldas e esse a sua amiga baronesa de Santa Luzia Maria Alexandrina de Almeida que morre teoricamente sem herdeiros em 1879). Segundo alguns relatos de familiares, Redelvim teria adquirido a Fazenda Boa Esperança numa permuta com um amigo, (qual o nome desse amigo?), que ficara como seu antigo terreno, às margens da Avenida Beira Rio. Redelvim interessou-se pela Fazenda Boa Esperança, de modo que residiu nela durante longos anos. E o local, além de ter sido a sua casa, e ter propiciado a atividade de mineração, foi também uma referência na criação de gado em todo o estado.
Redelvim, este outro proprietário da Fazenda Boa Esperança, também era um homem ilustre, que marcava os locais por onde passava. Nasceu em Diamantina, em 1880, e após ter-se formado no curso de Farmácia em Ouro Preto, retornou à sua cidade natal e alcançou destaque na profissão: montou ali um laboratório e desenvolveu diversos produtos farmacêuticos, de forma que recebeu o prêmio na exposição
industrial, realizada em 1913. Exerceu também o ofício de tabelião e presidente da Câmara Municipal.

A Fazenda tinha uma área considerável de 7.695,600 m². Adquirindo o terreno, Redelvim fez muitas melhorias: o local possuía muitas árvores frutíferas: mangueiras, jambeiros, parreiras, uma piscina adornando o fundo da casa, vários pastos e matas espalhadas, bem como o famoso curral, onde o empreendedor aprimorou a sua construção. A casa sede, hoje tombada, tinha uma estrutura aconchegante e roceira, inclusive para receber amigos e convidados de Redelvim. Para aqueles que fossem tratar de negócios, havia um espaço separado, com mesa, poltrona e cadeiras, o qual ficou conhecido como “escritório”. Este local não dava acesso ao restante do imóvel, à privacidade da família. Outra edificação, à frente da casa sede, era a casa do administrador ou caseiro, que cuidava do espaço enquanto os donos estivessem fora; esta responsabilidade ficou confiada a um mesmo funcionário por 30 anos. Atrás da casa sede havia a edificação onde se acomodavam os funcionários, e uma serralheria. Como se tratava de um empreendedor, Redelvim utilizou o espaço da Fazenda para fomentar outras atividades, entre elas, a criação de gado zebu, seguindo a tradição dos primeiros ocupantes do território de Santa Luzia, que desenvolveram atividade no ramo da agropecuária como também na mineração. Instalações e moderna engenharia da Fazenda Boa Esperança visitadas e elogiadas em 1944 por Benedito Valadares, o então governador do Estado. Redelvim lançou um olhar também para o redor de sua fazenda. Quando aqui chegou, a Rua do Carmo era estreita e toda de terra. O empreendedor fez a sua
duplicação e asfaltamento, direcionando a obra para a prefeitura. Para além, pensou uma ligação maior da avenida Raul Teixeira da Costa Sobrinho com a avenida do Carmo. Como fica patente, sua atuação nas melhorias locais não se circunscreveu somente ao interior de sua propriedade (MORAES, 2023, p.9-12, 20-21).


15 Jun 1943: Falecimento de Thereza Teixeira Alvares. Araxá – MG

28 May1947 – Quando Redelvim faleceu, em 28 de maio de 1957, deixou como espólio a área da
sede, Vargem da Olaria, para a sua esposa, Maria Salomé Brandão de Andrade. (Ainda em vida também dividiu a Fazenda Boa Esperança em lotes igualitários para os seus 11 filhos). Após a morte de Maria Salomé, alguns dos filhos e netos administraram a sede, até que em 15 de fevereiro de 1980 o mesmo imóvel, conhecido como Vargem da Olaria, foi adquirido pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado de Minas Gerais (CODEURB) – (MORAES, 2023, p. 22).

9 Feb 1982 – Aprovada a Lei nº 907/82 que “Autoriza o chefe do poder executivo a permutar área de terreno com a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado de Minas Gerais- CODEURB”, referente a Fazenda do Carmo depois chamada Fazenda Boa Esperança, origináriamente propriedade de Quitéria Duarte de Meirelles, passada ao seu neto padre Manoel Antônio de Freitas Caldas, que a passou para a baronesa de Santa Luzia Maria Alexandrina de Almeida que morreu em 1879 teoricamente sem deixar herdeiros e que décadas depois é misteriosamente permutada com Redelvim em 1942 até viram propriedade municipal (MORAES, 2023, p. 23).

1989-1990 – No final do ano de 1989 foi promulgado o Decreto nº 772/89 que “Dispõe sobre o
tombamento de bens integrantes do acervo histórico, cultural e artístico do município de Santa Luzia”, entre os quais estava a Fazenda Boa Esperança. Este foi o ato que acautelou o conjunto conhecido como “Fazenda”, e que posteriormente foi reforçado pela Lei Orgânica do Município (Art. 222). Um ano após o Decreto de acautelamento, a Prefeitura de Santa Luzia desapropriou o imóvel de propriedade da CODEURB para construção do Parque de Exposição Agropecuário, através do Decreto nº 790/1990. A área desapropriada não equivalia a toda a área do imóvel “Vargem da Olaria”, a que se refere a matrícula 10.404, mas a 247.444 m², que rapidamente foi retificada no Decreto nº 800/90 para 238.810 m², ou seja, medida aproximada ou exata31 ao perímetro atual do que se reconhece como Fazenda Boa Esperança. A Fazenda do Carmo depois chamada Fazenda Boa Esperança, origináriamente propriedade de Quitéria Duarte de Meirelles, passada ao seu neto padre Manoel Antônio de Freitas Caldas, que a passou para a baronesa de Santa Luzia Maria Alexandrina de Almeida que morreu em 1879 teoricamente sem deixar herdeiros e que décadas depois é misteriosamente permutada com Redelvim em 1842 até que viram propriedade municipal. A Fazenda Boa Esperança também é sede do projeto do Horto Florestal, que
iniciou em 1978, como uma parceria entre o Instituto Estadual de Florestas e a Prefeitura Municipal de Santa Luzia para o plantio de eucaliptos. Nesta época, o Horto funcionava na Avenida Beira Rio. Em 2013 houve a interrupção dos serviços do Horto Florestal, que só veio a ser retomada em 2019, para em 2021 ser regulamentado através do Decreto nº 3793 de 06 de maio de 2021. O departamento do Horto Florestal, entre os anos de 1997 a 2012, produziu uma média de 300.000 mudas por ano, colecionando 2000 espécies de plantas ornamentais, plantas como matriz e 60 espécies de plantas medicinais entre os anos 1998 a 2012, segundo dados que eram computados nos relatórios diários entregues mensalmente à gestão da época. Todas estas espécies foram utilizadas em projetos paisagísticos e na manipulação de remédios, no Núcleo de Terapias Naturais, que também funcionava na Fazenda Boa Esperança. Prefeitura e comunidade trabalharam em parceria, através das doações de mudas e ampliação da catalogação, incentivo à preservação das praças, e educação ambiental. Outro fator ligado a este era o Núcleo de Terapias Naturais, que oferecia medicamentos, tratamentos e demais produtos gratuitamente à população, a partir das plantas medicinais do Horto, ou mesmo adquiridas através de compra em outros
estados. Essa gama de usos remete também ao papel ecológico da Fazenda Boa Esperança, como um local de proliferação de conhecimento e enriquecimento ambiental. Nos dias atuais, (2023) a Fazenda é um ponto turístico intrigante e bem conservado do município de Santa Luzia, uma remanescência de fazenda em meio a área urbana. A pressão imobiliária ao seu redor tende cada vez mais a engolir aquilo que restou de testemunha dessa história; entretanto, é possível coadunar no planejamento urbano o
patrimônio ora tombado com a sua ambiência, reservando mais áreas permeáveis nos imóveis em maior proximidade, além de promover o uso consistente e coerente daquilo que aguarda para ser conhecido e reconhecido pela sociedade civil enquanto testemunho da história (MORAES, 2023, p. 24-29).

FIM DA CRONOLOGIA DE SANTA LUZIA

Possíveis caminhos de pesquisa sugeridos pelo querido primo pesquisador José Aluísio Botelho

Olha, pesquisar em Minas Gerais já é muito difícil, por falta de documentos. Em Goiás, é um milhão de vezes pior. Luziânia então…

Os Teixeira Álvares de Goiás, me parece ser todos de um só tronco.

Em Minas Gerais o sobrenome é recorrente. Teve um João Teixeira Álvares que viveu em Santa Bárbara, que doou descendentes para a nobreza brasileira.

Os de Luziânia, acredito eu, vieram da região de São Bento do Tamanduá (atual Itapecerica), Formiga, Piumhi.

Certidão de Nascimento de Ascelino Teixeira Mendes (meu avô)

(Contendo o nome dos avó Josephina Teixeira Alvares)

Certidão de Óbito de Josephina Teixeira Alvares

( Mãe de Maria Teixeira, minha bisavó Mariquinha)

Assento de casamento de Araxa

de Capitao Augusto Teixeira Alvares (irmao da Josephina acima) 2a nupcias

com Maria Severiano Rocha da Silva viuvo de Bartholina de Affonseca e Silva

21 April 1884 pg 665 – fonte: Family Search

Cas Araxa Capitao Augusto Teixeira Alvares 2a nupcias com Maria Severiano Rocha da Silva viuvo de Bartholina de Affonseca e Silva 21 April 1884 pg 665 close A
Cas Araxa Capitao Augusto Teixeira Alvares 2a nupcias com Maria Severiano Rocha da Silva viuvo de Bartholina de Affonseca e Silva 21 April 1884 pg 665 close b
Cas Araxa Capitao Augusto Teixeira Alvares 2a nupcias com Maria Severiano Rocha da Silva viuvo de Bartholina de Affonseca e Silva 21 April 1884 pg 665

Assento de óbito do reverendo João Teixeira Alves ou Álvares –

Vigário João Teixeira Alvares de Santa Luzia

(presenteado pelo primo historiador José Aluísio Botelho)

Assento de óbito do reverendo João Teixeira Alves ou Álvares – Vigário João Teixeira Alvares

Faleceu no dia 18 de setembro de 1828, na Matriz de São João do Rio de Janeiro e foi sepultado na Igreja São Pedro, no Rio de Janeiro. No assento de óbito assinado por Conego José Joaquim da Cunha, se diz Reverendo Joao Teixeira Alves, Vigario da Freguesia de Santa Luzia.

Escritos de sobre o Vigário João Teixeira Alvares

Escritos de Saint Hilaire sobre o Vigário de Santa Luzia João Teixeira Alvares. (Atual Luziânia em Goiás).

Artigo do Jornal do Commercio do Rio de Janeiro em 30/6/1997 – fonte

Livro da viagem de Saint Hilairea Goias visitando o Padre João Teixeira Alvares.

“bem no coração do Brasil, em Santa Luzia de Goiás, vim a desfrutar do prazer de conversar com um homem inteligente e instruído, o padre João Teixeira Alvares, que entendia latim, francês, italiano e espanhol, conhecia a maioria dos bons autores do século XIX e possuía uma biblioteca selecionada com centenas de volumes!”

PERSONALIDADES E CURIOSIDADES

DAS FAMÍLIAS TEIXEIRA ALVARES & AFFONSECA E SILVA

Parentes de Mariquinha, Maria Teixeira (Affonseca e Silva)

(Esposa de Getúlio Mendes e mãe de Geraldo Teixeira Mendes e meu avô Ascelino Teixeira Mendes)

Os Teixeira Alvares e os Affonseca e Silva são duas famílias influentes e curiosas de Goiás e Minas Gerais, respectivamente, com expoentes na Igreja Católica, Política, Exército e Exploração de minérios. Eis aqui alguns desses parentes notáveis dessas famílias, dentro do cenário nacional brasileiro do tempo em que viveram e alguns deles até hoje (2019).

https://www.youtube.com/watch?v=J_Z9KiZSJb4

https://www.youtube.com/watch?v=EJz5D96qnGc

Pedro Ludovico Teixeira
Pedro Ludovico Teixeira com sua esposa
Pedro Ludovico Teixeira em 1952
Pedro Ludovico Teixeira a esquerda de Pelé
Pedro Ludovico Teixeira na Maçonaria
Senador Pedro Ludovico Teixeira a direita em 1957 com vice presidente Joao Goulart e governador Juca
Pedro Ludovico Teixeira no Carnaval
Pedro Ludovico Teixeira mais idoso a direita, mais idoso.
Casa de Pedro Ludovico Teixeira
Casa de Pedro Ludivico Teixeira, hoje sendo o museu dedicado a ele
Estátua de Pedro Ludovico Teixeira
Estátua de Pedro Ludovico Teixeira
  • Mauro Borges Teixeira,  filho de Pedro Ludovico Teixeira, acima, foi militar, deputado federal e Governador do Estado de Goiás. Nasceu em 15/2/1920 e, Rio Verde e faleceu em 29/3/2013 em Goiânia.
Mauro Ludovico Borges Teixeira, assim como seu pai Pedro Ludovico Teixeira, foi Governador de Goiás
Mauro Borges filho de Pedro Ludovico
  • José Porfirio da Paz, nascido em 24/1/1903 em Araxá, Minas Gerais e falecido em 27/9/1983 em São Paulo. Foi prefeito e vice governador de São Paulo – vice do Jânio Quadros, além de ter sido o primeiro técnico, fundador do São Paulo Futebol Clube e o letrista do hino do São Paulo “ Salve o tricolor paulista”. Ele era filho de Osorio Porfirio Alvares Machado e Theodora de Affonseca e Silva ( Família da Mariquinha novamente). Neto do Capitão Joao Maximiliano d’Affonseca e Silva. O bisavô dele, Capitão Francisco d’Affonseca e Silva (Capitao Menhô), é o nosso ancestral em comum.
Jos[e Porfírio da Paz Porphyrio da Paz
Com Jânio Quadros, governador, e Porfírio da Paz, vice-governador de São Paulo 1966 Livro do Sindicato ao Catete
Porfirio da Paz no centro Salve o Tricolor Paulista no final de 1950

Tem também dois descendentes interessantes do Capitao João Maximiliano d’Affonseca e Silva (filho do noss ancestral em comum Capitão Menhô):

  • Sebastião D’Affonseca e Silva*1877 (filho do Capitão João Maximiliano de Afonseca e Silva). Sebastião foi um empreendedor, historiador e o criador do mito “ Dona Beja”, inspirado em uma moça bonita lá de Araxá, para atrair negócios, fazendo a cidade virar turística. A TV Globo fez uma novela ou mini-série chamada Dona Beja, a respeito da semi-ficção criada por ele. No seu website A Raposa do Serrado, Genealogia Paracatuense, nosso querido primo pesquisador José Aluísio Botelho, explica e analisa a criação do mito, e até onde a ficção se mistura com a realidade, nesses artigos Dona Beja e as duas mortes de Manoel Fernandes de Sampaio e Dona Beja e o testamento do padre.

Fotos: Fundação Cultural Camon Barreto, de Araxá-MG – 1910-1920 (FCCB 00526-AF.P036)

Por Iácones Batista Vargas

(Biografia extraída do Discurso de Posse na Cadeira nº 96 do IHGMG, proferido por Iácones Batista Vargas em 16 de julho de 2016)

Homem da família.

Sebastião de Affonseca e Silva, filho do Capitão João Maximiano de Affonseca e Silva e de sua parenta Dona Francisca de Paula Eremita, nasceu em São Domingos do Araxá, no dia 12 de setembro de 1877, quando aquela cidade ainda era uma menina de apenas 11 anos.

O pai de Sebastião era filho de Francisco de Affonseca e Silva, que desposou a sobrinha Balbina Barbosa de Affonseca e Silva[1]. Sobre a mãe do patrono, há relatos de que fosse tia do próprio esposo, irmã da mãe dele; nascera da descendente de índios araxás Laureana Cirila Barbosa, que teria se casado com Antônio de Affonseca e Silva, irmão do avô paterno de Sebastião, filhos que eram de João de Affonseca e Silva e Maria da Costa Braga, oriundos de Paracatu.

Sebastião de Affonseca e Silva é o segundo dos quatro filhos do Capitão João Maximiano e de Dona Francisca de Paula Eremita, sendo irmão de Theodora (Doreca), Rita e Maria Benedita. É tio do General-de-Brigada José Porfírio da Paz, que foi Prefeito da Capital de São Paulo, Vice-Governador e Deputado daquele Estado, além de autor do hino “Salve o Tricolor Paulista”, composto há 80 anos e dedicado ao São Paulo Futebol Clube, do qual foi fundador e primeiro técnico[2].

Sebastião de Affonseca e Silva estudou em Uberaba, no Colégio Uberabense[3]. Concluído o curso, retornou à terra natal. Ali, há 120 anos, no dia do aniversário da cidade, casou-se com Dona Prosolina Porfírio de Affonseca, filha do subdelegado Evaristo Afonso da Silva e de Maria Porfírio da Rocha e Silva. Dessa feliz união, nasceram treze filhos: Sebastião Júnior; Dom José Gaspar de Affonseca e Silva; Sr. Celidônio (pai de Dona Ilka de Affonseca Nessralla e Carlos César); o médico Dr. César de Affonseca e Silva; Saul de Affonseca e Silva; a freira “Irmã Maria de Afonseca e Silva, da Congregação das filhas de Maria Auxiliadora, farmacêutica, a serviço da Santa Casa de Guaratinguetá[4]; a professora Agar; Clélio de Affonseca; Philotéa (a primeira); a dominicana Irmã Francisca de Sales, que no século se chamou Philotéa (em homenagem à outra irmã falecida); Jésus, solteiro, farmacêutico, que herdou a profissão do pai; Sebastião de Afonseca Filho, que assumiu o nome do pai e do irmão primogênito (falecido criança), e a caçula Terezinha.

Homem da fé.

Sebastião de Affonseca e Silva nasceu num lar de fé. E dupla fé! A fé pública, firme, boa e valiosa, autêntica, segura e eficaz, proveniente da pena de seu pai, serventuário da Justiça, que, durante 53 anos, prestou relevantes serviços como escrivão e tabelião do cartório do 1º Ofício do Judicial e Notas e oficial do Registro Geral de Hipotecas[5]. E a fé cristã católica, própria da religiosidade do povo mineiro, professada por toda a família, que rendeu a Araxá, a Minas Gerais e ao Brasil nada menos que sete sacerdotes, “todos primos entre si[6].

Em piedoso ambiente cristão, Sebastião de Affonseca e Silva viveu e criou sua família. Esse espírito de fé foi determinante para a vocação dos três filhos consagrados ao serviço de Deus.

Seu filho Dom José Gaspar, figura proeminente do episcopado brasileiro, foi o 14º bispo e 2º Arcebispo Metropolitano de São Paulo, tendo assumido o trono episcopal com apenas 38 anos e falecido 5 anos depois, em 1943, num desastre de avião, no Rio de Janeiro. O coração filial do nobre Arcebispo revela, com precisão, a figura do venerando patrono da Cadeira nº 96 desta Casa:

Muitos exemplos edificantes temos lido nos livros, antigos e recentes! Nenhum, porém, que nos comovesse tanto como o amor ao trabalho e ao espírito de fé que contemplamos no coração do nosso pai estremecido, o qual […], zelando durante 25 anos pela lâmpada do Santíssimo Sacramento, nunca a deixou apagar-se por culpa sua, levantando-se para reacendê-la nas noites de ventania, sempre que receava ter-se o vento insinuado pelas fendas dos vitrais e extinguido a chama sagrada do santuário.

Seus atos, suas virtudes, sua piedade, seu espírito de fé e resignação, sua modéstia e silencio valem para nós mais do que todas as fortunas reunidas.[7]

Homem da caridade.

Sebastião de Affonseca e Silva, inspirado no Apóstolo Tiago, pôde expressar: “eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras[8].

Além de piedoso cristão católico, exercia a caridade por meio das obras sociais, com especial atuação na Sociedade de São Vicente de Paulo. Em 1901, foi confrade fundador e primeiro tesoureiro da Conferência São Domingos de Gusmão, de Araxá. Teve o privilégio de celebrar bodas de ouro da fundação daquela conferência e a “efeméride de como sócio fundador ocupar o cargo de tesoureiro por 50 anos (1901-1951)”. Seguidor de Antônio Frederico Ozanan, foi fundador e provedor da Vila Vicentina, localizada no Bairro Santa Teresinha, em Araxá.

Fiscal da Provedoria da Irmandade de São Francisco e São Sebastião, Affonseca e Silva, juntamente com seus coirmãos, conseguiu, em 1947, “a criação da primeira Capelania para a Irmandade e para a Igreja histórica[9]. Membro da Irmandade de Nossa Senhora da Abadia, mantenedora da Santa Casa de Misericórdia de Araxá, o Major Sebastião foi seu vice-provedor por longos anos, tendo sido reeleito sucessivamente entre 1908 e 1921. Na década de 1940, continuava integrando o corpo administrativo, como secretário da provedoria, daquele estabelecimento de saúde[10].

Por iniciativa sua, em 1912, formou-se a primeira floresta de eucaliptos de Araxá, no terreno aos fundos da Vila Vicentina[11]. Contribuiu para a construção do novo prédio que abrigou a Santa Casa de Araxá, inaugurado por ocasião do Centenário da Independência do Brasil, tendo figurado entre os paraninfos da solenidade.

Homem do trabalho e da comunidade.

Sebastião de Affonseca e Silva foi nomeado Coletor Municipal de Araxá em 1901, permanecendo na função até 1912[12].

Em 1914, juntamente com outros companheiros, fundou a inusitada Sociedade de Auxílios Mútuos “A Protectora Dotal Mineira”, que tinha “por fim operar em peculios por auxilios mutuos, constituindo dotes por casamentos e anniversarios[13], distribuídos entre os associados. O funcionamento dessa sociedade foi autorizado, em todo o território nacional, pelo então Presidente da República, Marechal Hermes da Fonseca, por meio do Decreto Federal nº 11.176, de 30 de setembro de 1914.

Também naquele ano, Sebastião de Affonseca e Silva figurou como paraninfo das solenidades cívicas, religiosas e sociais de inauguração dos serviços “Força e Luz” de Araxá, encerradas com baile comemorativo no Grupo Escolar[14]. Ainda no início do Século XX, atuou como coletor federal, muitas vezes cumulando a função de coletor da Câmara, bem como prestava, com exclusividade, o serviço de “telephone” em Araxá, mediante associação particular por ele mesmo agenciada.

Homem de visão, vivia à frente de seu tempo. Em 1928, já figurava entre as “pessoas e firmas distinguidas pela Municipalidade de Planaltina, Estado de Goyaz e que, coherentes com a mudança da capital da Republica, acceitaram a doação de suas terras no Planalto Central de Goyaz[15].

Homem da saúde.

Em 1911, “obteve licença da Diretoria de Saúde Pública de Minas Gerais para desempenhar a profissão de farmacêutico”: “PHarmaceutico com ‘ph’ maiúsculos”, como dizia o saudoso luzense Mauro Corgozinho Raposo. Sua “Pharmacia São Sebastião” funcionou em Araxá, na Praça Coronel Adolpho e “na Av. Antônio Carlos, n.º 32[16]. Por 51 anos, exerceu o sacerdócio farmacêutico, auxiliado pelos funcionários Guilmar França e Orlando da Cunha e Oliveira. Mantinha em seu estabelecimento “completo e variado sortimento de preparados e drogas chimicas nacionaes e extrangeiras.” Sempre aviava as receitas “com promptidão e asseio a qualquer hora do dia ou da noite” e aceitava “a incumbencia de mandar vir das grandes praças commerciaes, qualquer preparado ou droga chimica[17], conforme se vê de anúncio publicitário resgatado na revista O Trem da História, da Fundação Cultural Calmon Barreto (FCCB), de Araxá-MG.

Suas fórmulas eram criteriosamente manipuladas, sendo as mais conhecidas a “poção contra gripe, denominada Araxaína; poção espasmódica; julepo […] gomoso usado contra diarreia e indicado para crianças”, bem como “cápsulas feitas com óleo de erva-de-santa-maria e indicadas como vermífugo”, além do “anestésico contra picadas[18].

Homem metódico e organizado.

De estatura baixa e forte, nunca se separava de seus óculos escuros e jamais dispensava o terno de linho. Sempre foi muito organizado e fiel aos seus horários e compromissos. Mesmo idoso, todas as tardes fazia sua caminhada pelas ruas de Araxá. Cumpria tão rigorosamente a rotina, que muitas vezes as pessoas acertavam o relógio pela sua presença em determinado lugar. O sapateiro Nado, ao vê-lo, aferia os ponteiros e exclamava “4 e 12!” todos os dias, no exato momento em que Sebastião passava à porta de seu estabelecimento, conforme relato do neto Carlos César de Afonseca.

Homem da cultura.

Araxá deve “a ele o trabalho pioneiro de reunir parte significativa da documentação histórica disponível sobre” o Município[19]. Pelo seu íntimo contato com as fontes primárias e os arquivos oficiais das repartições públicas por onde atuou, reuniu, ao longo de quase 70 anos, inúmeros documentos que resultaram nos arquivos do Museu Dona Beja e em coleção mantida na Fundação Cultural Calmon Barreto.

Em 1925, com o amigo Hildebrando de Araújo Pontes, Sebastião fundou a Sociedade de Geografia e História do Brasil Central, com sede em Araxá, da qual se elegeu diretor sob a presidência daquele,[20] que é patrono da Cadeira nº 100 deste Instituto, hoje ocupada pelo Dr. Paulo Ramiz Lasmar.

Reconhecendo sua “capacidade comprovada […] para versar o assunto[21] ligado ao passado, Dom Alexandre Gonçalves Amaral, proclamou que Sebastião “é uma vigorosa afirmativa de vocação para pacientes pesquisas históricas.”[22]

Integrava o Instituto de Genealogia de Minas Gerais. Em 1957, aparece na “Relação dos Sócios Correspondentes[23] do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, ao lado do seu conterrâneo Mário de Castro Magalhães. Nessa época, os então 80 sócios efetivos iniciaram o processo de escolha dos patronos de suas cadeiras. Até então, não existiam as Cadeiras nº 81 a nº 100.

Publicações.

Na Revista do Instituto, encontra-se uma única publicação de sua autoria, datada de 1959, “Reminiscências Históricas: A Fundação da Povoação do Desemboque”[24]. Entretanto, sua obra é vasta e grandiosa, iniciando-se no alvorecer do Século XX, quando já divulgava na imprensa local o resultado de suas pesquisas.

O primeiro livro dele encontrado vem a ser “Subsídios para a História do Araxá e Duas Palavras sobre o Triângulo Mineiro: Publicação até 1890”. Editado em 1915, numa parceria, trata-se de coletânea de artigos publicados no jornal Correio de Araxá, os quais foram redigidos por Clodion Cardoso, com base nas pesquisas de Sebastião de Affonseca e Silva, “cuja tarefa árdua e meritória, consistia em escavar factos e documentos, onde os encontrasse, como elementos basicos em torno dos quais o collaborador litterario interferisse o seu espírito e o seu critério de historiador[25]. Conforme consta do posfácio, as publicações foram interrompidas, já que, compromissado com a verdade histórica, Sebastião não aceitou o modo como o colaborador passara a interpretar os fatos mais contemporâneos da história de Araxá.

Em 13 de julho de 1943, concluiu a sua “Monografia Histórica e Geográfica de Araxá”, com 372 páginas datilografadas e encadernadas em 2 volumes, entregues ao então Prefeito, Álvaro Cardoso de Menezes. O precioso trabalho contempla “a história e as efemérides de Araxá, decorridas desde o ano de 1671, […] sobre o ‘território’, a ‘nação”, os ‘sertões’, o ‘município’ e a ‘cidade de Araxá’, com suas miraculosas águas, descritas em Capítulo Especial[26]. Sobre a “nação” dos índios araxás, refere-se “a essa tribo com ternura, porque ele mesmo se jacta de descender da velha raça através de sua bisavó […], autêntica araxana.”[27]

Três anos depois, em 1946, essa monografia veio a ser publicada pelo Governo do Estado, sob o título de “História do Araxá”, após adaptação feita por Ayres da Matta Machado Filho, patrono da Cadeira nº 35 deste Instituto, que a resumiu e adaptou-lhe “o tom geral à índole do trabalho[28].

Em outubro de 1947, trouxe à lume “A Paróquia de São Domingos de Araxá: Desde os primórdios da sua fundação em 1780 até os dias de hoje – Arte religiosa”, obra escrita a pedido da Provedoria da Irmandade de São Sebastião e São Francisco, da qual era fiscal. Além de resgatar a história religiosa, o trabalho divulga a artística “obra do genial escultor Bento Antônio da Boa Morte[29], considerado “o Antônio Francisco Lisboa de Araxá”, responsável por talhar em cedro doze imagens veneradas na patriarcal igreja de São Sebastião, construída em 1804 por José Pereira Bom Jardim.

Também deixou a “Sucinta Monografia da História de Araxá”[30]: obra inédita, datilografada pelo bisneto Eduardo Elias, que carinhosamente guarda uma cópia desse trabalho, juntamente com a bengala do “Vô Bastião” (a mesma bengala com que o bisavô cutucava o bisneto, convidando-o para assumir a máquina de escrever e auxiliar o venerando historiador em seu trabalho).

Ainda há notícia de outra obra de imensurável valor: “Ana Jacinta de São José (Dona Bêja in-natura) Sua vida em ordem cronológica do berço ao túmulo – 1800-1874 – Coletânea de narrativas ouvidas de pessôas septuagenárias, octogenárias, nonagenárias e quási centenárias.” Desse trabalho inédito, datilografado em 1950, apenas a folha de rosto encontra-se disponível em plataforma eletrônica do Arquivo Público Mineiro, graças à cópia obtida por Hélio Gravatá em 1985. Apesar da informação manuscrita de que o “original inédito acha-se no museu de Araxá[31], não foi localizado, a despeito de insistentes buscas nesse sentido.

A importância dessa obra justifica-se pelo fato de sempre ser citada, ou, antes dela, o seu autor, por todos aqueles que escreveram sobre “a Vênus do Sertão”, a exemplo de Thomas Leonardos, Waldir Luiz Costa, J.G. Almeida e Hildebrando Pontes.

Criador do mito Dona Bêja.

João Dornas Filho reconhece Sebastião de Affonseca e Silva “como ‘mentor’ legítimo e a principal fonte sobre Dona Beja[32]. De fato, o Major Sebastião pode ser considerado o criador do mito sobre a figura de Ana Jacinta de São José, a famosa Dona Bêja, que projetou Araxá para Minas, o Brasil e o mundo.

Seu entusiasmo com a figura de Dona Bêja era tamanho que, em 1957, “foi o principal idealizador e organizador da primeira Festa Cultural-Social, realizada em Araxá[33] por ocasião do lançamento do livro de Thomas Leonardos, “Dona Beija, a Feiticeira do Araxá”, o qual, baseado no trabalho original de Affonseca, foi transformado em grande sucesso da televisão brasileira, na década de 1980, pela então Rede Manchete.

Tal qual Dona Bêja – sem o “i”, como preferia –, Sebastião de Affonseca e Silva muitas vezes percorreu o “imbiara” (o caminho das águas) do Barreiro, indo fazer uso das miraculosas fontes no entorno do Grande Hotel. As belas pinturas dos “painéis artísticos das Termas […] trabalhados com forte temática histórica[34], certamente, receberam orientação de Sebastião, dada a riqueza de detalhes e registros históricos que contêm.

Patriarca do Araxá.

Abnegado, Sebastião muito colaborou com tantos quantos desejaram escrever sobre o Araxá, fornecendo-lhes dados encontrados em suas pesquisas ou recebidos pela tradição oral. Sempre recebia o reconhecimento dos amigos escritores. Na dedicatória lançada em um exemplar da sua “Notícia Estatístico-Corográfica e Histórica do Município de Araxá”, Hildebrando Pontes assim escreveu:

Ao Sebastião de Affonseca e Silva, araxaense distincto dentre os que mais o são, amigo dedicado e fiel, caracter amoldado em o mais puro crisol e espírito de eleição, offereço este exemplar do meu modesto trabalho que, se algum merecimento tem, muito deve á collaboração que o excellente amigo lhe prestou.

Com efeito, toda razão assiste a Waldir Luiz Costa, quando, nas páginas de seu livro “Da Maloca ao Palácio”, aduz que “não se poderá, hoje como nunca, escrever uma frase sequer sobre a história de nossa terra [Araxá] e de nossa gente, sem ouvir-lhe a palavra abalizada, que se inspira numa vida de pesquisa honesta e de trabalho meritório[35].

O Major Sebastião de Affonseca e Silva foi o grande historiador que teve “obstinação em recuperar o passado histórico[36], que constitui o mais famoso e o mais delicioso doce na mesa da cultura do seu querido Araxá.

O prestígio e a respeitabilidade de que gozava fizeram-no conhecido como “um patriarca da cidade”, muitas vezes recebendo o tratamento de Major, talvez não por eventual patente militar, mas principalmente pelo grande amor devotado ao povo e à sua terra. Essas características repercutiam longe. Em 1934, foi convidado pelo então Ministro da Educação e Saúde, Gustavo Capanema, “para ser o “informante oficial do município[37], na estratégia de relacionamento com os intelectuais, “livre para a produção de uma cultura oficial que abrigava correntes ideológicas das mais diversas[38].

Era, portanto, o porta-voz oficial da sociedade araxaense.

Na eternidade.

Piedoso, caridoso, trabalhador, persistente, culto, honrado e admirado: assim viveu Sebastião de Affonseca e Silva, que faleceu, aos 90 anos de idade, em 9 de agosto de 1968, no seu Araxá. Seu nome está imortalizado, na terra natal, no Bairro Santa Terezinha, em cerca de 900 metros de avenida retilínea e arborizada, com duas pistas e canteiro central, entre a Avenida Getúlio Vargas e a Rua Dr. Edmar Cunha.

Araxá: terra de onde primeiro se avista o sol. Exprime também “vigilância, inspeção a ação de ver. Gente vigilante”. Sebastião de Affonseca e Silva honrou esse nome, porquanto permaneceu sempre vigilante, observador e atento aos fatos históricos e documentos que registram o passado do território e da gente araxaense e araxana. Hoje, do Araxá celestial, continua velando pela querida terra, cantada nos versos do seu concidadão honorário Dr. Renato César Jardim, Juiz de Direito, membro da Academia Araxaense de Letras e da Academia de Letras do Brasil, Seção Minas Gerais:

Alvissareira terra, generosa alma materna,

carregas o brilho do filho que a sublima.

A cada manhã darás à luz quem ilumina

e do sol serás parturiente eterna.[39]


[1] Sobre a Origem das Famílias Affonseca e Silva. O Trem da História: Boletim informativo do Setor de Pesquisas e Publicações da Fundação Cultural Calmon Barreto, Ano IX, nº 29, Dez/1999, pp. 5-6.

[2] MENDES, Juliana. Família Affonseca e Silva e Família Costa Braga. Disponível em: http://www.genealogy.com/forum/regional/countries/topics/brazil/1644/. Acesso em: 10 jul 2016.

[3] PINTO, Herbert Sardinha. Discurso de Posse. Revista do IHGMG, nº XX. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1986, p. 294.

[4] SÃO PAULO, Arquidiocese Metropolitana de. In Memoriam de Dom José Gaspar de Afonseca e Silva: 1901-1943. 2. ed. aum. São Paulo: Ave Maria, 1944, p. 8.

[5] SILVA, Sebastião de Affonseca e. Monografia Histórica e Geográfica de Araxá. Inédito. Original datilografado mantido na FCCB de Araxá, p. 153.

[6] SILVA, Sebastião de Affonseca e. A Paróquia de São Domingos de Araxá: Desde os primórdios da sua fundação em 1780 até os dias de hoje. – Arte religiosa. Araxá, Março de 1941. São Paulo: Escolas Profissionais Salesianas, 1947, p. 67.

[7] SILVA, Dom José Gaspar de Afonseca. Pastoral de Saudação aos seus Diocesanos. São Paulo: A Gazeta, 1939, pp. 14-15.

[8] SÃO TIAGO. Carta de São Tiago. Capítulo 2, versículo 18. Disponível em: https://www.bibliaonline.com.br/acf/tg/2. Acesso em: 10 jul 2016.

[9] SILVA, Sebastião de Affonseca e. A Paróquia de São Domingos de Araxá: Desde os primórdios da sua fundação em 1780 até os dias de hoje. – Arte religiosa. Araxá, Março de 1941. São Paulo: Escolas Profissionais Salesianas, 1947, p. 67.

[10] Santa Casa de Misericórdia de Araxá. O Trem da História: Boletim informativo do Setor de Patrimônio Histórico da Fundação Cultural Calmon Barreto, Ano II, nº 12, Jan/Fev/mar/1994, pp. 4-7.

[11] Santa Casa de Misericórdia de Araxá. O Trem da História: Boletim informativo do Setor de Patrimônio Histórico da Fundação Cultural Calmon Barreto, Ano II, nº 11, Out/Nov/Dez/1993, pp. 8-9.

[12] MUNICÍPIO DE ARAXÁ-MG. Câmara Municipal de Araxá: 180 anos de história e memória 1831-2001. Araxá: Câmara Municipal, 2011, p. 48

[13] BRASIL. Decreto Federal nº 11.176, de 30 de setembro de 1914. Disponível em: http://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1910-1919/decreto-11176-30-setembro-1914-575627-publicacaooriginal-98886-pe.html. Acesso em: 11 jun 2016.

[14] MUNICÍPIO DE ARAXÁ-MG. Câmara Municipal de Araxá: 180 anos de história e memória 1831-2001. Araxá: Câmara Municipal, 2011, p. 59-60.

[15] Relação das Pessoas que aceitaram terras no Planalto de Goyaz. Correio da Manhã, 8 jun 1928, pp. 10-11. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_03&pesq=Sebasti%C3%A3o%20de%20Affonseca%20e%20Silva. Acesso em: 11 jun 2016.

[16] Farmacêuticos da 1ª Metade do Séc. XX. O Trem da História: Revista do Setor de Arquivos, Pesquisas e Publicações da Fundação Cultural Calmon Barreto. Ano 18, nº 46, nov/2008, p. 8.

[17] Idem.

[18] Idem.

[19] BARRETO, Fundação Cultural Calmon. Lugar de Memória. Araxá: FCCB, 2001, p. 139.

[20] PONTES, Hildebrando de Araújo. História de Uberaba e a Civilização no Brasil Central. Uberaba: Academia de Letras do Triângulo Mineiro, 1970, p. VI.

[21] AMARAL, Dom Alexandre Gonçalves. Prefácio. In. SILVA, Sebastião de Affonseca e. A Paróquia de São Domingos de Araxá: Desde os primórdios da sua fundação em 1780 até os dias de hoje. – Arte religiosa. Araxá, Março de 1941. São Paulo: Escolas Profissionais Salesianas, 1947, p. 7.

[22] Idem.

[23] Relação dos Sócios Correspondentes. Revista do IHGMG. Volume IV. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1957, p. 311.

[24] SILVA, Sebastião de Affonseca e. Reminiscências Históricas: A Fundação da Povoação do Desemboque. Revista do IHGMG. Volume VI. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1959, pp. 295-298.

[25] História do Araxá. In. SILVA, Sebastião de Affonseca e; CARDOSO, Clodion. Subsídios para a História do Araxá e Duas Palavras sobre o Triângulo Mineiro: Publicação até 1890. Araxá: Correio de Araxá, 1915, p. s/nº.

[26] SILVA, Sebastião de Affonseca e. Monografia Histórica e Geográfica de Araxá. Inédito. Original datilografado mantido na Fundação Cultural Calmon Barreto, de Araxá, pp. 4-5.

[27] LEONARDOS, Thomas. Dona Beija: A Feiticeira do Araxá. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 1986, p. 49.

[28] SILVA, Sebastião de Affonseca; MACHADO FILHO, Aires da Mata. História do Araxá. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1947, p. 3.

[29] SILVA, Sebastião de Affonseca e. A Paróquia de São Domingos de Araxá: Desde os primórdios da sua fundação em 1780 até os dias de hoje. – Arte religiosa. Araxá, Março de 1941. São Paulo: Escolas Profissionais Salesianas, 1947, p. 9.

[30] SILVA, Sebastião de Affonseca e. Sucinta Monografia da História de Araxá. Inédito. Original datilografado mantido pelo bisneto Eduardo Elias Nesrralla.

[31] SILVA, Sebastião de Affonseca e. Ana Jacinta de São José (Dona Bêja in-natura) Sua vida em ordem cronológica do berço ao túmulo – 1800-1874 – Coletânea de narrativas ouvidas de pessôas septuagenárias, octogenárias, nonagenárias e quási centenárias. Inédito. Capa digitalizada disponível em: http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/gravata_brtdocs/photo.php?lid=36713. Acesso em: 19 jun 2016.

[32] MONTANDON Rosa Maria Spinoso de. DONA BEJA: Desfazendo as Teias do Mito. Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal de Uberlândia, como requisito parcial para a obtenção do título de mestre em História. 2002, p. 169. Disponível em: http://livros01.livrosgratis.com.br/cp000158.pdf. Acesso em: 19 jun 2016.

[33] LEONARDOS, Thomas. Dona Beija: A Feiticeira do Araxá. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 1986, p. 17.

[34] LIMA, Glaura Teixeria Nogueira. Das Águas Passadas à Terra do Sol: Ensaio sobre a História de Araxá. Belo Horizonte: BDMG Cultura, 1999, p. 65.

[35] COSTA, Waldir Luiz. Da Maloca ao Palácio. 2. ed. Goiânia: Gráfica Popular, 1987, p. 3.

[36] LIMA, Glaura Teixeria Nogueira. Das Águas Passadas à Terra do Sol: Ensaio sobre a História de Araxá. Belo Horizonte: BDMG Cultura, 1999, p. 5.

[37] MONTANDON Rosa Maria Spinoso de. DONA BEJA: Desfazendo as Teias do Mito. Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal de Uberlândia, como requisito parcial para a obtenção do título de mestre em História. 2002, pp. 90-91. Disponível em: http://livros01.livrosgratis.com.br/cp000158.pdf. Acesso em: 19 jun 2016.

[38] Idem.

[39] JARDIM, Renato César. Imortalidade do Efêmero. Araxá: Gráfica Santa Amélia, 2005, p. 37.

  • José Gaspar De Afonseca e Silva – nascido em 6/11901 em Araxá, Minas Gerais e falecido em 27/8/1943 no Rio de Janeiro. Foi sacerdote, bispo e segundo arcebispo de São Paulo. Filho de Sebastião de Affonseca e Silva, (descrito acima como o criador do mito da Dona Beja) e de Prosolina Porfírio de Afonseca e Silva.

Nascido em Araxá (MG), dom José Gaspar [1901 – 1943] laureou-se em Direito Canônico na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma.

Foi Reitor do Seminário de São Paulo e Bispo Auxiliar de São Paulo (1935-1938). Sucedendo a Dom Duarte, tomou posse como o 2º arcebispo.

Criou os decanatos (primeira divisão territorial da Arquidiocese, que seria o que denominamos hoje de Setores); estruturou a Ação Católica; criou a Comissão pró-Catedral, visando à construção da Sé; promoveu Congressos Eucarísticos Regionais visando à preparação do 4º Congresso Eucarístico Nacional (1942).

Faleceu em desastre aéreo em 27 de agosto de 1943, quando estava para desembarcar no aeroporto do Rio de Janeiro.

Dom José Gaspar D’Afonseca e Silva (1939 a 1943)
Dom José Gaspar de Affonseca e Silva
Dom José Gaspar de Affonseca e Silva em 1938

O website Recanto de Letras apresenta sua biografia dessa forma

Dom José Gaspar
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Dom José Gaspar de Affonseca e Silva
DOM JOSÉ GASPAR
JOSÉ GASPAR D’AFONSECA E SILVA
(42 anos)
Bispo e Arcebispo
* Araxá, MG (06/01/1901)
+ Rio de Janeiro, RJ (27/08/1943)
 
Foi um sacerdote católico brasileiro, décimo quarto bispo e segundo arcebispo deSão Paulo.
 
Estudos
 
Realizou seus primeiros estudos na terra natal, tendo sido preparado para a primeira comunhão por sua própria mãe. Aos onze anos, entrou para o internato no Colégio de São Luís em Itu. Entrou para o seminário em 1916, tomando então a batina. Fez os cursos universitários, Filosofia e Teologia, no Seminário Provincialem São Paulo e no Colégio Pio-Latino Americano, em Roma. Graduou-se na Pontifícia Universidade Gregoriana, de Roma, e fez doutorado em Direito Canônico.
 
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Dom José Gaspar de Affonseca e Silva

Presbiterado

 
Foi ordenado, aos 22 anos, por Dom Duarte Leopoldo e Silva, em São Paulo, a 12 de agosto de 1923. Foi ordenado padre secular para a diocese de Uberaba, transferindo-se para o clero de São Paulo em 1929.
 
De 1927 a 1933 foi coadjutor naParóquia da Consolação, professor e vice-reitor do Seminário Provincial de São Paulo. De 1934 a 1937 foi reitor do Seminário Central da Imaculada Conceição, no Ipiranga. Foi também membro do Conselho Administrativo da Arquidiocese, de 1932 a 1934, e examinador pró-sindical na Arquidiocese em 1932.
 
Episcopado
 
Foi nomeado bispo titular de Barca e auxiliar de São Paulo a 23 de fevereiro de 1935, aos 34 anos. Foi sagrado bispo, na igreja de Santa Cecília, em São Paulo, no dia 28 de abril de 1935, sendo sagrante principal o seu arcebispo Dom Duarte Leopoldo e Silva, e consagrantes: Dom Antônio Colturato (Ordem dos Frades Menores Capuchinhos), bispo de Uberaba, e Dom Gastão Liberal Pinto, bispo coadjutor de São Carlos.
 
A 29 de julho de 1939, aos 38 anos, o Papa Pio XII, o nomeou para arcebispo de São Paulo, sucedendo o arcebispo falecido. Tomou posse a 17 de setembro de 1939 e recebeu o pálio a 6 de janeiro de 1941. Dom José Gaspar foi arcebispo de São Paulo até 27 de agosto de 1943, quando veio a falecer, aos quarenta e dois anos, no Rio de Janeiro, num desastre de avião, no qual também faleceu o jornalista Casper Líbero.
 
Foi homenageado na zona central de São Paulo com a Praça Dom José Gaspar.
 
Atividade e Contribuições
 
Em 1939, Dom José Gaspar reorganizou a comissão das obras da catedral, lançou a ideia de congressos regionais precedidos de semanas eucarísticas. Reorganizou os serviços eclesiásticos de caráter jurídico e administrativo. Fundou três escolas apostólicas e um curso propedêutico para o Seminário Central da Imaculada Conceição, em 1940. Participou de vários congressos e reuniões eclesiásticas. Inaugurou cursos e a União Social Arquidiocese. Atendendo às necessidades das almas, criou novas paróquias e as dividiu em decanatos, procurando dar uniformidade nas linhas de ação dos padres. Para melhorar aformação do clero, criou o curso propedêutico no seminário. Implantou na arquidiocese as diretrizes romanas para a modernização da Igreja no Brasil.
 
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Praça Dom José Gaspar
A 20 de março de 1941 recebeu o título de doutor honoris causa pela Faculdade de Filosofia de São Bento. Ingressou na Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Penitência. Permanece obscuro o episódio ocorrido em 26 de novembro de 1942 em que Dom José Gaspar encabeçou uma carta circular, subscrita por outros bispos, proibindo os livros do então padre Huberto Rohden, da Cruzada da Boa Imprensa, que era um empreendimento da Ação Católica liderada na época por Alceu Amoroso Lima e com o apoio oficial e pessoal do Cardeal-Primaz do Brasil, Dom Sebastião Leme.
 
Em 1942 empreendeu o IV Congresso Eucarístico Nacional, incentivando a participação dos leigos. Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, vice-presidente desse instituto a partir de 25 de janeiro de 1942, membro honorário do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, desde 1943.
 
 
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Enviado por billy brasil em 22/03/2014
Reeditado em 14/03/2015
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Desses mesmos ramos de ascendentes da Mariquinha, aparecem do lado dos Teixeiras, descendentes do Vigário João Teixeira Alvares, os bisavós da Mariquinha José Joaquim de Araujo Leite e Maria da Rocha, descritos como ambos pardos, no assento batismo da filha deles ( avô de Mariquinha), Maria Clara De Araujo Rocha. – uma das linhas de nossa ascendência africana.

E pelo lado dos Affonseca e Silva que são do Porto, Portugal, temos uma outra bisavô da Mariquinha chamada Laureana Cirilla Barbosa, onde nesse texto acima sobre Sebastião de Afonseca e Silva, vem citado que ela teria ascendência dos índios Araxas da região.

Adendo

CONEXÃO PARACATU/ARAXÁ: ENTRELAÇAMENTO DAS FAMÍLIAS SILVA BOTELHO – JOSÉ DA SILVA – AFONSO DE ALMEIDA – AFONSO DA SILVA – MACHADO DE MORAES E CASTRO – PACHECO DE CARVALHO

Fonte: A RAPOSA DA CHAPADA – site do querido Primo Aluisio (via Affonseca e Silva e provavelmente Botelhos tambem) – impresso 14 Julho 2021

PAGINA https://araposadachapada.blogspot.com/2017/09/conexao-paracatuaraxa-entrelacamento.html

Por José Aluísio Botelho

Colaboração Maria Trindade Coutinho R. Goulart (Araxá)

A LONGA JORNADA
O Tenente Gregório José da Silva e Dona Tereza Tomásia de Jesus Botelho se encontraram em 1768 na região denominada Campo das Vertentes, MG, ele nascido na região de Prados, ela vinda de muito longe em uma longa jornada, desde a ilha Graciosa no Arquipélago dos Açores, concessão portuguesa no oceano Atlântico, passando pelo Rio Grande do Sul, até  chegar nas Minas Gerais, onde encontrou Gregório. A partir dali, a saga do casal se prolongaria até Araxá no sertão da Farinha Podre, como veremos adiante. Depois de casado casal se fixou primeiramente em São José Del-Rei onde nasceram os dois primeiros filhos de um total de doze. Gregório, era militar da milícia paga, recebeu patente de tenente em 1775; o casal rumou com os filhos já nascidos em direção ao oeste promissor a medida que o ciclo do ouro no Campo das Vertentes  se esgotou, estabelecendo na chamada picada de Nossa Senhora de Oliveira com fazenda de criar gado vacum e roça de subsistência; com o avançar dos anos iam nascendo os filhos na nova morada, o último em 1789. Pois bem, com os filhos todos criados e já na idade adulta, o mais velho ordenado padre, os demais casados, influenciados pela forte corrente migratória rumo ao sertão da Farinha Podre, primeiramente para Desemboque e depois para Araxá (Araxá era filha de Desemboque, que depois rapidamente superou a mãe), com terras propícias para a instalação de grandes fazendas de criar gado, férteis, água abundante e salobra (o sal sempre foi um problema para a gente do sertão) atraiu a família para o sertão dos Arachás definitivamente entre 1812 e 1815, menos um, o capitão José da Silva Botelho, que mesmo obtendo sesmaria no então julgado de Araxá, permaneceu na sua fazenda Cachoeirinha em Carmo da Mata, distrito de Oliveira. Seu latifúndio em Araxá seria administrado inicialmente, talvez por ele em incursões iniciais e esporádicas em consórcio com seus sócios e irmãos e posteriormente pelos filhos mais velhos que lá chegaram por volta de 1830, consolidando o nome da família definitivamente na região. Um dos seus filhos, o coronel Fortunato José da Silva Botelho se tornaria um homem abastado, um potentado político, chefe liberal que comandava o grupo político da “Mandioca” (alusão ao nome de sua principal propriedade denominada fazenda da Mandioca, localizada nos arredores de Araxá) que incluía diversas famílias que formavam a parentela e outros aliados políticos.

CONCEIÇÃO DE ARAXÁ (Atual Perdizes) – terra dos BOTELHOS

Voltando no tempo, por volta de 1815, a família Silva Botelho

obteve sesmarias e erigiram fazendas na região onde surgiu o povoado ou arraial de Nossa Senhora da Conceição, tendo o rio Quebra-anzol como referência. Na capela do arraial batizaram os filhos e realizaram o casamento deles.

A descendência então, ao longo das décadas seguintes, se espalhou por toda a região, sendo que um tronco se desgarrou em direção do noroeste de minas, Paracatu. Essa família foi uma mistura de sangue do português açoriano e do continente.

GENEALOGIA

1 Gregório José da Silva, natural da capela de Nossa Senhora da Glória da Ressaca, da freguesia de Prados, MG, onde foi batizado aos 02/04/1747, filho legítimo do português Antônio da Silva, natural de Campanhã, junto à cidade do Porto e da açoriana Josefa Maria, natural da freguesia dos Flamengos, ilha do Faial, filha de Antônio Garcia da Maia e de Maria Vieira;

 
Batismo Gregório

2 Teresa Tomásia de Jesus, natural e batizada na vila de Santa Cruz da Graciosa, Ilha Graciosa, Açores, nascida em 16/05/1750, filha legítima do segundo casamento de João Lobão Botelho, nascido por volta de 1690, com Francisca Rosa de Bèttencourt, nascida em 1720, ambos os nubentes naturais dali, cujo matrimônio se deu em 24/09/1740. Veio com os pais para o Brasil ainda criança, com a família se estabelecendo inicialmente em São Pedro do Rio Grande, RS, e posteriormente, passando para Minas Gerais.

 
Batismo Teresa Tomásia

Gregório e Teresa casaram na capela de São Caetano do Paraopeba, filial da matriz de Nossa Senhora da Conceição dos Carijós (Conselheiro Lafaiete) aos 25/06/1768, estabelecendo inicialmente, como já descrevemos, em São José Del-Rei, e de lá rumaram em direção ao oeste, até as novas fronteiras agrícolas que se abriam. Já eram falecidos em 1826, de acordo com o testamento do filho padre Francisco José da Silva, ditado naquele ano.

 
Casamento Gregório e Teresa Tomásia

 

As sesmarias

   
Reprodução – Autor: Valéria Ochoa*
(Extraído do livro “Dona Beja: Desvendando o mito, de Rosa Maria Spinoso de Montandon)
  
 
Segundo tradição oral pertenceu a Teresa Tomásia

Filhos:

Nota: alguns filhos do casal tronco adotaram o sobrenome José da Silva outros Silva Botelho.

TRONCO DE ARAXÁ

1 Padre Francisco José da Silva, batizado em 20/01/1770 em São José Del-Rei (Tiradentes); parece ter se ordenado em 1792, não se sabe onde; foi pároco nas redondezas de Oliveira, fundou com outro padre seu parente, por provisão episcopal uma Ermida sob a invocação de Santa Rita, que daria origem a atual cidade de Viçosa; teve filhos sacrílegos que o acompanhariam por toda a vida, reconhecidos e perfilhados em cartório, herdeiros da fortuna que amealhou, proprietário que foi da sesmaria Campo Aberto nos arredores de Araxá e outros bens. Mas, um padre? Sim, como quase todos os padres de seu tempo; por fim, por volta de 1815, pouco menos, torna-se vigário do nascente Julgado dos Arachás; além da atividade religiosa, tornou-se chefe político inconteste na localidade, que com seus irmãos e correligionários formaram inicialmente o clã ou grupo político dos “José da Silva”, que posteriormente desaguaria no clã da Mandioca, referido acima, na longa batalha política que iria se prolongar ao longo do século dezenove em Araxá; morreu em 08/04/1845;

Filhos descobertos e reconhecidos em cartório:

Com Teresa Amada de Jesus, mulher solteira, natural do arraial do Bonsucesso, filha de José Gonçalves Amado e de Apolônia Rodrigues Barbosa (trecho do testamento): “Declaro que sou filha legítima de José Gonçalves Amado e Apolônia Rodrigues Barbosa, falecidos e natural de Bom Sucesso, Freguesia que então era de São João Del Rei, Bispado de Mariana. Declaro que nunca fui casada e no estado de solteira tive alguns filhos dos quais restam Fortunata casada com Antônio Joaquim da Silva, moradores em Jacuí; Pedro Amado de São Paulo, morador nesta Vila e Fidélis: falecido, que representam seus filhos: Misael e Maria.” Fonte: Testamento – Caixa 70 – 1846 – FCCB – Araxá.

Teve:

1.1 Pedro Amado de São Paulo, batizado no arraial de Bonsucesso em 06/07/1803 e inventariado em 1868 em Araxá; Nunca casou mas deixou descendência em Araxá e alhures; Filhos:

Com Jesuína Ferreira, teve a filha:

1.1.1 Placidina Amada de Jesus, casada com José Machado de Castro, com descendência;

Com Maria Prudência:

1.1.2 Rita Amada de Jesus, casada com João José Vaz;

1.1.3 Teresa;

1.1.4 Porcina;

1.1.5 Fidélis;

1.1.6 Joaquim;

1.1.7 Lucas;

1.1.8 Pedro;

(Trecho Testamento):“Natural da Capela de Nossa Senhora do Bom Sucesso, filial da Freguesia e cidade de São João Del Rei, Bispado de Mariana. Filho natural de Thereza Amada de Jesus, já falecida, legitimado pelo Reverendíssimo Sr. Vigário desta Freguesia Francisco José da Silva, de quem fui herdeiro e testamenteiro. Declaro mais que me acho de idade de 55 a 56 anos, solteiro em cujo estado tenho tido alguns filhos que se acham legitimados por uma escritura. Declaro que tenho uma filha por nome Placedina Amada de Jesus filha da finada Jesuina Ferreira, casada com meu sobrinho José Machado de Castro.

Declaro que tenho 7 filhos com Maria Prudência os quais se acham naquela escritura de notas a exceção de Pedro e são os seguintes: Ritta Amada de Jesus casada com João José Vaz, Theresa e Purcina, solteiras, Fidelis, Joaquim, Lucas e Pedro todos de 10 e 6 anos para baixo”. Fonte: Inventário/Testamento – Caixas 68, 70, 94 – FCCB – Araxá.

Batismo Pedro Amado

Com mulher incógnita, teve:

1.2 Placidina Maria de Jesus, falecida em 1866; casada com seu primo Antônio Machado de Moraes e Castro, pais de:

1.2.1 Francisco Machado de Castro, 40 anos;

1.2.2 José Machado de Castro; casado com sua prima Placidina Amada de Jesus, filha de Pedro Amado de São Paulo;

1.2.3 Jerônimo Machado de Castro, 35 anos;

1.2.4 Maria do Carmo, 34 anos; casada com Inocêncio Alves Cardoso,

1.2.5 Maria José, falecida, representada seu filho José, 4 anos;

1.2.6 Joaquim Machado de Morais, 30 anos;

1.2.7 Antônio Joaquim Machado, 23 anos;

1.2.8 Pedro Machado de Morais, 20 anos;

1.2.9 Maria Placidina de Jesus, solteira, 18 anos;

1.2.10 Manoel Machado de Morais, 15 anos.

Fonte: Inventário Cx.83/1865 – FCCB – Araxá.

Com Ana Jacinta de São José, a Dona Beja:

1.3 Teresa Tomásia de Jesus, batizada em 15/02/1819 e falecida em 1852; foram seus padrinhos seu tio Jerônimo José da Silva e sua avó Dona Teresa Tomásia de Jesus; casamento e descendência adiante no item 3.3;

2 Maria Josefa de Jesus, nascida em25/03/1773 e batizada em 14/04 do dito ano em São José Del-Rei (Tiradentes); casada na capela de Oliveira em 31/08/1795 com José Machado de Moraes, nascido em 02/04/1774 em Oliveira, MG, filho de Antônio Machado Borges e de Teodora Antônia de Moraes; foram moradores em Araxá; tiveram 5 filhos:

2.1 Francisco de Paula Machado de Moraes, nascido em Oliveira aos 06/05/1796; viveu em Araxá;

2.2 Teresa, batizada na capela de Oliveira em 12/11/1798;
2.3 Antônio Machado de Moraes e Castro, batizado na capela de Oliveira em 01/11/1808 (vide 1.2);

2.3/4 Dois filhos não encontrados;

No estado de viúvo, José Machado de Moraes teve com Mariana Silvéria de Jesus a filha natural:

2.3.5 Placidina Jacinta de Moraes, com 16 anos em 1845.

Fonte: Testamento Cxs.42/45 – 1843/1845 – FCCB – Araxá.
3 Capitão José da Silva Botelho, batizado em 04/05/1775 na capela de Oliveira, MG (Capela de Oliveira – aos 04/05/1775 José, fº de Gregório José da Silva e Teresa Tomásia de Jesus, padr.: José de Faria Morato e Ana Maria de Jesus mulher de Matias Francisco todos desta freguesia); casado em Oliveira aos 27/05/1805 com Teodora Jacinta de Castro, nascida em maio de 1791, batizada em 08/06/1791, e falecida em 30/06/1831 na fazenda Cachoeirinha, Carmo da Mata, termo de Oliveira; era filha de Joaquim Ribeiro de Moraes e Castro, natural de Congonhas do Campo, falecido na freguesia do Pilar, RJ em 21/06/1797, e de Ana Jacinta de Moraes, nascida na vila de Oliveira em 1772 e falecida em 01/06/1791 no mesmo lugar, por complicações no pós-parto (abaixo fac-símile do inventário de Ana Jacinta, onde se comprova a sua naturalidade, nome dos pais e data de seu falecimento);

neta paterna de André Ribeiro da Silva, nascido em 1707, natural da freguesia de São Pedro da Ponta do Pargo, Calheta, ilha da Madeira, e de Arcângela Maria Antônia de Moraes e Castro, de Vila Rica; neta materna de Antônio Machado Borges e de Teodora Antônia de Moraes e Castro, de Vila Rica (as avós eram irmãs, filhas de Antônio Gonçalves Numão, português, e de Catarina de Sena de Moraes e Castro, do Rio de Janeiro); o capitão José da Silva Botelho foi homem de abastada fortuna (no inventário de sua mulher em 1832, seu monte mor foi avaliado em 54 contos de réis), proprietário da fazenda Cachoeirinha em Carmo da Mata, e da sesmaria Fundo da Mandioca, de três léguas de comprimento por uma de largura localizada às margens do rio Quebra Anzol, em Araxá.
Descrição: “Sesmaria concedida a Gregório da Silva Mota em 14/08/1815, nas paragens devolutas chamadas “O Fundo da Mandioca”, confrontando com as sesmarias da Antinha, da Mandioca e com o Rio Quebranzol. Em 15 de maio de 1816 foi transferida para o quartel mestre Jerônimo José da Silva e João Vas da Costa que a transferiram, por sua vez, para o capitão José da Silva Botelho, em 22 de setembro do mesmo ano. Foi medida e demarcada em dezembro de 1816 quando já era chamada da Barra do Capivara. O “marco pião” foi colocado “…acima do porto do Rio Capivara, no caminho que segue da casa de Antônio Francisco para a roça do mesmo e que segue também para a casa de Manoel Fernandes…”.

José da Silva Botelho foi inventariado em 1839.

Filhos ( veja imagem abaixo):

 
Inventário de Teodora Jacinta

Testamento de José da Silva Botelho (trecho): “Filho legítimo do Tenente Gregório José da Silva e Dona Theresa Thomazia de Jesus, nascido e batizado em Nossa Senhora da Oliveira, Freguesia de São José, Bispado de Mariana, hoje viúvo de Dona Theodora Jacintha de Castro com quem fui casado a face da Igreja e deste matrimônio deixo 16 filhos todos vivos e antes deste matrimônio tive três filhos com Francisca de tal mulher também solteira: Thomé Francisco da Silva, Joaquim Francisco da Silva e Damianna de tal casada com Domingos Alves de Moura”.

Fonte: Inventário/Testamento Cx.36/1839 – FCCB – Araxá.

Filhos legítimos:

3.1 Ana Jacinta de Castro, nascida em Carmo da Mata em 04/05/1807; casada com Antônio Martins Barreiros; moradores em Carmopólis de Minas, antigo distrito do Carmo do Japão; filhos descobertos:

3.1.1 Maria Jacinta de Castro, casada com o tenente Joaquim da Costa Pereira;

3.1.2 Ana Jacinta de Castro casada com seu tio Pedro José da Silva Botelho;

3.1.3 Jacinta Romualda de Castro casada;

3.1.4 Romualda Jacinta de Castro casada com João Alves de Moura Sobrinho;

3.2 Maria Jacinta do Carmo, nascida em Carmo da Mata aos 24/07/1808; casada com Francisco Machado de Moraes; foram moradores em Araxá; com descendência;

3.3 Joaquim Ribeiro da Silva Botelho, nascido em Carmo da Mata em 24/09/1809 e falecido em Araxá em 1852; casado em 06/01/1833 com sua prima Teresa Tomásia de Jesus, filha perfilhada do padre Francisco José da Silva e de Ana Jacinta de São José, Dona Beja; filhos:

3.3.1 Teodora Fortunata Jacinta da Silva, nascida em 1836 e falecida em 09/11/1856 durante trabalho de parto; foi casada com seu tio coronel Fortunato José da Silva Botelho, sem filhos; sua morte foi o pivô da questão judicial pela herança estimada em cinco contos de réis, entre sua avó Dona Beja e o coronel;

3.3.2 Joaquim Ribeiro da Silva Botelho, nascido em 1838 e falecido em 04/06/1899 em Poços Caldas, Minas; foi casado com Maria Sibila de França, pais de pelo menos:
3.3.2.1 Joaquim Ribeiro da Silva Botelho Júnior, falecido em Uberaba aos 04/07/1889;
3.3.2.2 Orozimbo Ribeiro da Silva Botelho (mudou seu nome para Orozimbo Ribeiro), nascido em 15/01/1866 em Araxá e falecido em 20/01/1960 em Uberlândia, na idade provecta de 93 anos; foi casado em Uberaba aos 19/05/1895 com Armênia da Costa Carneiro, natural de Uberaba, filha legítima de Antônio da Costa Carneiro e de Rita Otília Carneiro; Orozimbo foi educado em Uberaba e após o casamento mudou-se para a então São Pedro de Uberabinha, onde, em sociedade com José Veloso montou uma grande casa comercial; posteriormente, tornou-se boiadeiro, dedicando-se ao comércio de gado; filhos, trinetos de Dona Beja:
3.3.2.2.1 Dr. Olavo Ribeiro, médico, casado com Odete de Freitas, com geração;
3.3.2.2.2 Rita Ribeiro, casada com Cláudio Silveira, com geração;
3.3.2.2.3 Maria de Lourdes Ribeiro, casada com José de Ávila, com geração;
3.3.2.2.4 Aloire Ribeiro, casada com o Dr. Érico Magalhães, com geração;
3.3.2.2.5 Maria Dirce Ribeiro, professora e vereadora em Uberlândia;
3.3.2.2.6 Dr. Roosevelt Ribeiro, médico; foi casado com Floripes da Cunha, com geração;
3.3.2.2.7 Nilda Ribeiro, casada com Domingos Ambrósio, com geração;
3.3.2.2.8 Dr. José Bonifácio Ribeiro, médico; foi casado com Zilmar de Freitas, com geração;

3.3.3 Dr. Francisco Ribeiro da Silva Botelho ou Francisco José da Silva Ribeiro: tornou-se bacharel em direito pela faculdade do Largo de São Francisco em 1867; nomeado promotor de sua terra natal, Araxá, foi demitido antes da posse, assumindo então o mesmo posto na comarca de Sapucaia, RJ; daí foi removido para Lavras e não parou mais, até que, em 1879, foi diplomado Juiz pelo Ministério da Justiça do Império, quando assume o posto de Juiz Municipal e de Órfãos de Patrocínio, de Santana dos Patos, e por fim da cidade de Bagagem (Estrela do Sul), falecendo aí no exercício do cargo; foi o testamenteiro de sua avó Dona Beja; casado com Esther de Tal Ribeiro, não conhecemos a descendência do casal;

3.3.4 Saturnino Ribeiro da Silva Botelho, nascido em 1841 e falecido em 1900 em Abadia dos Dourados, MG, onde era morador; em 1883, mudou seu nome para Saturnino Botelho, conforme declaração publicada no Gazeta de Uberaba, edição de 20/01 do dito ano;

3.3.5 José Ribeiro da Silva Botelho;

3.3.6 Major Antônio Ribeiro da Silva Botelho, falecido em 04/03/1900 em Araxá, Mg;

3.3.7 Ana Ribeiro da Silva Botelho;
Joaquim Ribeiro da Silva Botelho teve com Maria Porfírio Álvares Machado, dona Maricota, um filho natural não reconhecido, mas que era do conhecimento de todos, que adotando o sobrenome materno, forjou um dos mais importantes troncos familiares de Araxá:
3.3.8 Tenente coronel José Porfírio Álvares Machado, falecido em 19/05/1901; com a patente de alferes, comandou em 1865 as tropas de voluntários da Pátria, recrutados entre os moços da região, sendo a maioria de Araxá, e que brilhou na campanha da guerra do Paraguai; exerceu a Intendência em Araxá após a proclamação da república; casou com sua prima Francisca Porfírio da Rocha e Silva, falecida em 1894, filha legítima de Tomé Francisco da Silva Botelho e de Ana Teresa da Rocha;
Abaixo, fac-símile de acontecimento inusitado, relativo ao casal tronco acima:

 
Fonte: Lar Católico de 04/02/1945 – Hemeroteca da Bn do Brasil

Filhos:
3.3.8.1 Dr. José Porfírio Álvares Machado Júnior, nascido em Araxá aos07/06/1862 e falecido em 16/10/1941 em Ubá, MG; bacharel em direito pela Faculdade do Largo de São Francisco (USP), foi promotor e juiz de direito de Araxá (1890) e de outras comarcas mineiras; deputado provincial mineiro; casado com Hermínia da Silva de Araújo, filha de Luiz Ferreira de Araújo e de Joaquina Angélica da Silva e bisneta de José Manuel da Silva, primeiro e único Barão do Tietê; pais de:
3.3.8.1.1 Dr. Celso Porfírio de Araújo Machado, nascido em 15/02/1895 em Araxá e falecido em 13/09/1974; advogado, foi delegado de polícia; político foi, várias vezes, deputado estadual e federal, bem como vice-governador do estado de Minas Gerais;
3.3.8.1.2 Alzira de Araújo Machado;
3.3.8.1.3 Zaida de Araújo Machado;
3.3.8.1.4 Odila de Araújo Machado;
3.3.8.2 Coronel Joaquim Porfírio Álvares Machado, falecido em 01/01/1908; foi casado com Ana Afonso de Almeida, falecida em 1919, filha de Damazo Afonso de Almeida e de Maria da Natividade; com descendência;
3.3.8.3 Francisco Porfírio Álvares Machado, Chico Porfírio, nascido em 15/09/1869 e falecido em 1956; casou com sua parente Áurea de Castro Botelho, filha do coronel Francisco Jacinto da Silva Botelho e de Idalina de Castro; pais de:
3.3.8.3.1 José Porfírio Álvares Machado, casado com Maria Marques Porfírio;
3.3.8.3.2 Francisco Porfírio Álvares Machado Júnior, casado com Argentina de Oliveira Ferreira;
3.3.8.3.3 Edgar Porfírio Álvares Machado, casado com Olga de Araújo;
3.3.8.3.4 Maria Porfírio Álvares Machado, casada com Avenor Teixeira de Carvalho;
3.3.8.3.5 Joaquim Porfírio Álvares Machado, casado com Clotilde Afonso;
3.3.8.3.6 Ana Porfírio Álvares Machado, casada com Ildefonso da Silva;
3.3.8.3.7 Nenê Porfírio Álvares Machado, casada com Teodoro de Andrade Lima;
3.3.8.3.8 Dulce Porfírio Álvares Machado, casada com Joaquim Martins Peres;
3.3.8.3.9 Geraldo Porfírio Botelho, nascido em 29/03/1914, casado com Antônia (Tonica), Porfírio Botelho;
3.3.8.3.10 Eurico Porfírio Álvares Machado;
3.3.8.3.11 Idalina Porfírio Álvares Machado;
3.3.8.3.12 Áurea Porfírio Álvares Machado;
3.3.8.3.13 Adelaide Porfírio Álvares Machado;
3.3.8.4 Osório Porfírio Álvares Machado, casado em 20/04/1894 com Teodora Porfírio de Afonseca e Silva, nascida em 07/01/1876 e falecida em 18/04/1921, filha de João Maximiano de Afonseca e Silva e de Francisca de Paula Eremita Barbosa; pais de:
3.3.8.4.1 Dr. Osvaldo Porfírio Álvares Machado, nascido em 29/02/1895 e falecido em 29/10/1930; engenheiro;
3.3.8.4.2 Zoraida Porfírio, nascida em 20/04/1897; foi casada com Melquíades Soares da Cunha;
3.3.8.4.3 Francisca, nascida em 28/04/1899; foi casada com Agenor Braga de Araújo;
3.3.8.4.4 Maria Porfírio, nascida em 05/02/1901, casada com Jason de Oliveira;
3.3.8.4.5 General José Porfírio da Paz, nascido em 24/01/1803 e falecido em 27/09/1983; militar de carreira, participou da revolução constitucionalista de 1832 em São Paulo; na política foi deputado estadual paulista duas vezes, vice-prefeito de São Paulo, vice-governador e governador interino; no futebol foi um dos fundadores do São Paulo Futebol Clube; casado com Ana Dinorah;
3.3.8.4.6 Carmem Porfírio, nascida em 24/11/1905; foi casada com Alfeu Fontes;
3.3.8.4.7 Benvinda Porfírio, nascida em 19/09/1907; foi casada com Benedito Neri;
3.3.8.4.8 João Porfírio Álvares Machado, nascido em 15/02/1917; foi casado com Julieta Novaes;
3.3.8.5 Tomé Porfírio Álvares Machado; foi casado com Ana Luíza Carneiro dos Santos;
3.3.8.6 Antônio Porfírio Álvares Machado;
3.3.8.7 Ana Porfírio da Rocha e Silva;
3.3.8.8 Maria Porfírio da Rocha e Silva, casada com Evaristo Afonso da Silva, com descendência; foram os sogros do memorialista araxaense Sebastião de Afonseca e Silva;
3.3.8.9 Teodora Porfírio;
3.3.8.10 Alzira Porfírio;
3.3.8.11 Alexandre Porfírio Álvares Machado;

3.4 José Jacinto da Silva Botelho, nascido em 1811 em Carmo da Mata, MG; já era falecido em 1856 e foi inventariado em 1857 em Araxá.

INVENTÁRIO – Caixa 66 – 22/10/1857

José Jacintho da Silva Botelho – Inventariado

Áurea Carolina de Castro – Inventariante – viúva

Título de Herdeiros:

José, 22 anos;

2 Antônio, 17 anos;

3 Fortunato, 11 anos;

4 Francisco, 8 anos;

5 Franquilim, 6 anos (Franklin).

Escravatura (32):

Vicente, crioulo, 50 anos; Manoel, crioulo, 40 anos; Ignacio, africano, 48 anos; Pedro, africano, 18 anos; Maria, africana, 40 anos; Joaquina, africana, 30anos; Genoveva, cabra, 35 anos; Luciana, crioula, 20 anos; Gracinda, crioula, 19 anos; Anna, crioula, 6 anos; Beraldo, 18 anos; Josefa, 12 anos; Matheus, africano, 60 anos; Geraldo, crioulo, 38 anos; Cassiano, crioulo, 18 anos; Pedro, crioulo, 13 anos;  Cassimira, crioula, 15 anos; Bárbara, crioula, 24 anos; Rozinda, 12 anos; Joanna, crioula, 10 anos;Margarida, crioula, 17 anos; Rozaria, crioula, 19 anos; Júlia, crioula, 28 anos; Rita, crioula, 17 anos; Delfina, crioula, 4 nos; Lucia, crioula, 8 anos; Gasparina, crioula, 10 anos; Roberto, crioulo, 23 anos; José, crioulo, 2 anos; Valentino, 4 anos; Augusta, crioula, 19 anos; Marcianna 17 anos.

Bens de raiz: Uma fazenda de matos e campos em comum com os herdeiros de  Joaquim Ribeiro da Silva Botelho e Manoel Severino de Oliveira. Um sítio na mesma fazenda.

Foi casado com Áurea Carolina de Castro, natural de Oliveira, MG, filha de Antônio Machado de Santana Tostes e de  Cândida Flora de Castro; Áurea Carolina de Castro foi inventariada em 1867.

Testamento (trecho): Declaro que sou natural da Vila da Oliveira, filha legítima de Antônio Machado de Santa Anna e de Cândida Flora de Castro. Sou viúva do finado José Jacintho da Silva Botelho de cujo matrimônio tivemos os seguintes filhos: José, Antônio, Fortunato, Francisco e Franquilino, tendo morrido o de nome Theodoro”.

Fonte: Testamento Cx.94 – 1867 – FCCB – Araxá.

Ascendência paterna e materna AQUI E AQUI

Filhos:

3.4.1 Antônio, nascido em 1840 em Araxá; Capitão Antônio Jacinto casado em Uberaba com Ubaldina de Castro Pinheiro, já falecidos por ocasião do casamento da filha Luísa Etelvina em 1885. “No mês de setembro de mil oitocentos e quarenta, o Reverendo Vigário Francisco José da Silva batisou solenemente e pôs os Santos Óleos a Antônio inocente, filho legítimo de José Jacintho da Silva Botelho e D. Áurea Carolina de Castro, foram padrinhos: Antonio Theodoro da Silva Botelho e Fortunato José da Silva Botelho”.

Filhos:

3.4.1.1 Luísa Etelvina de Castro Pinheiro, casada em Uberaba com o médico Tomás Pimentel de Ulhoa, de Paracatu;

3.4.1.2 Áurea de Castro Pinheiro, sem mais notícias;
3.4.1.3 Franklin Jacinto da Silva Botelho, nascido em 1871;
3.4.1.4 Antônio Jacinto Botelho, nascido em 1873;

3.4.2 José Jacinto da Silva Botelho, o segundo do nome, nascido em 1835 em Araxá e casado com sua prima Maria Luísa de Castro, falecida me 1877; moradores em Araxá, MG.

Inventário: Cx.134 – 1877.

Filhos:

3.4.2.1 Rita, com 7 anos no inventário da mãe;

3.4.2.2 Maria, falecida após a mãe (sic);

“Diz José Jacintho da Silva que achando-se em estado de orfandade e pretendendo se casar com Maria Luisa de Castro também órfã de Pai e Mãe e do termo da Jurisdição de V.S. vem o suplicante impetrar de V.S. a licença que pela Orde Lo 1º Tit 88 § 19 e 27 e a Av. nº 70 de 18 de julho de 1845 está ordenado tanto a respeito do suplicante como de sua futura consorte sujeitando-se aos direitos nacionais”.

3.4.3 coronel Francisco Jacinto da Silva Botelho, nascido em 1849 e  falecido em Araxá em 11/02/1915; genro e herdeiro do seu tio o coronel Fortunato José da Silva Botelho, casado que foi com Idalina de Castro, filha natural e legitimada do coronel.
Nota: em outubro de 1913, a fazenda da Mandioca é vendida pelo coronel Francisco Jacinto Botelho aos sócios compradores Pio Fernandes, Augusto Frederico e João Jacques Montandon, pondo fim ao último resquício da antiga sesmaria adquirida pelo capitão José da Silva Botelho em 1816.
Filhos:

3.4.3.1 Áurea de Castro Botelho, casada com Francisco Porfírio Álvares Machado. Descendência em 3.3.8.3, acima;

3.4.3.2 Garibaldina de Castro, casada em Araxá com Augusto Frederico Montandon; com descendência;
3.4.3.3 Teófilo Botelho, falecido em Araxá aos 03/11/1908;

TRONCO DE PARACATU

 
Antigo Solar dos Botelhos

3.4.4 coronel Fortunato Jacinto da Silva Botelho, nascido em 10/11/1846 em Araxá e falecido em 22/07/1910 em Paracatu; casado em 1872 em Paracatu com Cândida Pimentel de Ulhoa, nascida em 03/08/1850 e falecida em 03/05/1909 em Paracatu, filha do coronel Domingos Pimentel de Ulhoa e de Cândida de Melo Álvares;

 
Coronel Fortunato

Filhos:

3.4.4.1 Georgina Ulhoa Botelho, nascida em 15/02/1873 e falecida em 1888;

3.4.4.2 coronel Osório Jacinto da Silva Botelho, nascido em 18/03/1875; casado em julho de 1907 com Maria Carneiro Adjuto, filha do coronel Rodolfo Garcia Adjuto e de Joana Carneiro de Mendonça; o casal teve 15 filhos, nascidos em Paracatu:

3.4.4.2.1 Joaquim Adjuto Botelho, falecido em Paracatu, MG; casado em 31/07/1934 com Carmem Carneiro de Mendonça (Pequenina), nascida em 01/11/1911 e falecida em 20/01/1986;

3.4.4.2.2 Cândida Adjuto Botelho, falecida em Paracatu, MG; casada com Rodolfo Carneiro de Mendonça, falecido;

3.4.4.2.3 Dr. Fortunato Adjuto Botelho, médico, falecido em Paracatu, MG; casado com Croce Benilde Lauro, falecida;

3.4.4.2.4 Antônio Adjuto Botelho, falecido em Paracatu, MG; casado com Augusta Carneiro de Mendonça, falecida;

3.4.4.2.5 Olga Adjuto Botelho, falecida em Paracatu, MG; casada com José Jacinto Chaves (Fifico), falecido;

3.4.4.2.6 Joana Adjuto Botelho, falecida em Paracatu, MG; casada com Osmar da Silva Neiva, falecido;

3.4.4.2.7 Maria José Adjuto Botelho, nascida em 1917 em Paracatu, e falecida em Brasília, DF; casada com seu primo Vasco Adjuto Botelho, falecido em Brasília;

3.4.4.2.8 Rodolfo Adjuto Botelho, falecido em Paracatu, MG; casado com Luci Porto Adjuto, falecida;

3.4.4.2.9 Áurea Adjuto Botelho, falecida em Paracatu, MG; casada com Laerte da Silva Neiva, falecido;

3.4.4.2.10 Tarcísio Adjuto Botelho, nascido em 08/09/1921 e falecido em 31/03/1987 em Paracatu, MG; casado com Zulmira Carneiro de Mendonça, falecida;

3.4.4.2.11 José Adjuto Botelho, falecido em Paracatu, MG;

3.4.4.2.12 Josias Adjuto Botelho, falecido em Paracatu, MG;

3.4.4.2.13 Giselda Adjuto Botelho, falecida em Paracatu, MG; casada com Sebastião Gonçalves de Carvalho, falecido;

3.4.4.2.14 Nilo Adjuto Botelho, falecido em Paracatu, MG; casado com Lúcia Pinheiro, falecida em Paracatu;

3.4.4.2.15 Jonas Adjuto Botelho, falecido em Paracatu, MG; casado com Teresinha Lepesqueur;

3.4.4.3 Aníbal Jacinto da Silva Botelho, nascido em 25/04/1876 e falecido em 03/10/1936; casado com sua prima Anita Vilela Botelho, falecida em 26/05/1943; filhos:

3.4.4.3.1 José Botelho Sobrinho nascido e falecido em Paracatu, MG; foi casado com a paulista Edla Magalhães, já falecida, com descendência;

3.4.4.3.2 Cândida Vilela Botelho, nascida e falecida em Paracatu, MG; casada com seu primo Joaquim Lima Botelho, falecido em Paracatu;

3.4.4.3.3 Fortunato Vilela Botelho nascido e falecido em Paracatu, MG; casado com sua prima Bety Adjuto Botelho, falecida;

3.4.4.3.4 Léo Vilela Botelho nascido e falecido em Paracatu, MG; foi casado com Terezinha Medeiros Pena, também falecida; com descendência;

3.4.4.3.5 Lia Vilela Botelho nascida e falecida em Paracatu, MG;

3.4.4.3.6 Dr. Antônio Vilela Botelho, odontólogo, nascido e falecido em Paracatu, MG;

3.4.4.3.7 Álvaro Botelho (Naim), faleceu solteiro em Paracatu, MG;

3.4.4.3.8 Vera Vilela Botelho nascida e falecida em Paracatu, MG; foi casada com Miguel de Moura Santiago, falecido;

3.4.4.3.9 Marieta Vilela Botelho “Maricota” nascida e falecida em Paracatu, MG; casada com Donizete Victor Rodrigues, falecido;

3.4.4.3.10 Cléa Vilela Botelho “Nini”, nascida e falecida em Paracatu, MG; solteira;

3.4.4.4 capitão José Jacinto da Silva Botelho (seu Juca), nascido em 04/04/1878 e falecido em 1948; casado com Idalina Loureiro da Fonseca Lima, filha do Dr. Caetano Alberto da Fonseca Lima, de Pernambuco, e de Maria da Glória Loureiro Gomes, de Paracatu, nascida em 1882 e falecida em 1971em Paracatu; filhos nascidos em Paracatu:

3.4.4.4.1 Maria Lima Botelho, nascida em 1903 e falecida em 1954; foi casada com Antônio Arnaldo Loureiro Gomes (seu Moleque), nascido em 06/01/1886 e falecido em 1982 em Brasília; filhos:

3.4.4.4.1.1 Lucas Botelho Loureiro, já falecido; foi casado com Zélia Peres, já falecida, com geração;

3.4.4.4.1.2 Maria de Lourdes Botelho Loureiro (Dodó), já falecida; foi casada com Francisco Jorge dos Santos (Chico Jorge) com geração;

3.4.4.4.1.3 Luci Botelho Loureiro, já falecida; foi casada com Expedito Dias. PRACINHA DE GUERRA: nasceu em junho de 1920, em Patrocínio. Na adolescência, transferiu residência para Ipameri. E lá, aos 22 anos de idade, ingressou no Exército como voluntário. Segundo Júlio César Resende, no livro “As Ruas de Patrocínio, Expedito Dias hasteou a bandeira brasileira (da vitória) em Monte Castello, em 21/2/1945. Expedito pertencia ao destemido Batalhão Franklin do 1º Regimento. Neurótico de guerra, faleceu em Patos de Minas, aos 31 anos de idade (1951) – Fonte: POL(Patrocínio online – crônica de autoria do escritor patrocinense Eustáquio Amaral)sem geração;

3.4.4.4.2 Ana de Jesus Lima Botelho, nascida em 04/1904 e falecida em 11/03/1997; foi casada com João de Moura Santiago, nascido em 06/01/1902 e falecido em 27/03/1981 em Brasília, DF; filhos:

3.4.4.4.2.1 Zilah Botelho Santiago, casada com Eli Vilela, já falecido; com geração;

3.4.4.4.2.2 José Joaquim Santiago (Zezé), já falecido; foi casado com Glória Andrade (Glorinha), com geração;

3.4.4.4.2.3 Tasso Botelho Santiago, casado com Zalavih Costa, com geração;

3.4.4.4.2.4 Justo Botelho Santiago, casado com geração;

3.4.4.4.2.5 Breno Botelho Santiago, casado com geração;

3.4.4.4.2.6 Leonel Botelho Santiago, já falecido; foi casado com Lana Lúcia de Melo Franco, com geração;

3.4.4.4.2.7 Terezinha Botelho Santiago, casada com Darke Cordeiro, com geração;

3.4.4.4.3 Joaquim Lima Botelho, nascido em 1905, e falecido em 2000; foi casado com sua prima Cândida Vilela Botelho, já falecida; filhos:

3.4.4.4.3.1 Adelina Botelho, solteira e sem geração;

3.4.4.4.3.2 Raquel Vilela Botelho, já falecida; foi casada com Assis Taveira com geração;

3.4.4.4.3.3 Branca Vilela Botelho, casada com José Borges, com geração;

3.4.4.4.3.4 Irene Vilela Botelho (Leninha), já falecida; foi casada com Divino de Sá, já falecido, com geração;

3..4.4.4.4 José Botelho Filho (professor Zeca), nascido em 1906 e falecido em 12/05/1970; solteiro sem descendência;

3.4.4.4.5 Caetano Botelho, nascido em 18/12/1910, e falecido em 17/09/1981 em Brasília, DF; casado com Ceci Trindade de Sousa Botelho, nascida em 27/05/1932; filhos:

3.4.4.4.5.1 José Régis Botelho, já falecido; foi casado com Emília Dias de Oliveira; filhos:

3.4.4.4.5.1.1 Lorena Oliveira de Botelho;

3.4.4.4.5.1.2 Bruno Oliveira de Botelho;

3.4.4.4.5.2 José Aluísio Botelho, autor deste ensaio; casado com Nely Fernandes Martins; filhos:

3.4.4.4.5.2.1 Fernanda Patrícia Abadia Martins Botelho;

3.4.4.4.5.2.2 Dr. Caetano Alberto Martins Botelho casado com Talita Mota Maia Botelho;

3.4.4.4.5.3 Maria da Glória Botelho, casada com Clóvis Martins Pinto; filhos:

3.4.4.4.5.3.1 Janaína Botelho Martins;

3.4.4.4.5.3.2 Yanaê Botelho Martins;

3.4.4.4.5.4 José Afonso Botelho, solteiro;

3.4.4.4.6 Rosa Maria Lima Botelho, nascida em 19/11/1914 e falecida em 30/04/1999 em Belo Horizonte; foi casada com o médico Renzo Antonini, nascido em 19/08/1915 e falecido em 11/10/1967 em Belo Horizonte, filho de Américo Antonini, natural e batizado em Asciano, província de Pisa, Itália, e de Rosa Fisicaro, natural e batizada na freguesia de Nossa Senhora da Boa Viagem, Belo Horizonte, MG; foram moradores em Belo Horizonte; filhos:

3.4.4.4.6.1 Renzo Botelho Antonini Filho; casado com geração;

3.4.4.4.6.2 Roberto Botelho Antonini; casado com geração;

3.4.4.4.6.3 Teresa Botelho Antonini; casada com geração;

3.4.4.4.7 Rute Lima Botelho, nascida em 1916 e falecida em 1999 no Rio de Janeiro; foi casada com seu primo Luís da Fonseca Lima, já falecido, filho de Francisco Alberto da Fonseca Lima e de Ermelinda Meireles Torres; foram moradores no Rio de Janeiro; filhos:

3.4.4.4.7.1 Marcelo Botelho Lima, já falecido; foi casado com geração;

3.4.4.4.7.2 Mário Botelho Lima, solteiro, já falecido;

3.4.4.4.7.3 Mariza Botelho Lima, casada com o Dr. Ruy de Oliveira Rosa, com geração;

3.4.4.4.7.4 Marcos Botelho Lima, casado com geração;

3.4.4.4.7.5 Márcio Botelho Lima, casado com Ismália Botelho Ulhoa, com geração;

3.4.4.4.8 Carlos Alberto Lima Botelho, nascido em 28/10/1918 e falecido em 12/04/1999, no Rio de Janeiro; foi casado com Dolores Sóter, nascida em 19/09/1921, já falecida; filhos:

3.4.4.4.8.1 Maria do Carmo Sóter Botelho, casada com geração;

3.4.4.4.8.2 Maria Célia Sóter Botelho;

3.4.4.8.3 Francisco Carlos Sóter Botelho, casado com geração;

3.4.4.4.9 Fortunato Jacinto Lima Botelho, nascido em 1920 e falecido em Uberlândia em 1986; casado com Elza de Paiva, natural de Formosa, Goiás; filhos:

3.4.4.4.9.1 Sônia de Paiva Botelho, casada com geração;

3.4.4.4.9.2 Alberto de Paiva Botelho, já falecido; casado com geração;

3.4.4.4.9.3 Helena Maria de Paiva Botelho, falecida em Uberlândia em 01/02/2021; casada com geração;

3.4.4.4.9.4 Neusa Maria de Paiva Botelho;

3.4.4.4.9.5  Rita Maria de Paiva Botelho;

3.4.4.4.10 Milton Lima Botelho (Baiano), nascido em 1921 e falecido em 1986; casado com Lázara (Lazinha) Botelho, já falecida; filhos:

3.4.4.4.10.1 Divina Botelho, já falecida; foi casada com geração;

3.4.4.4.10.2 Dílson (Titico) Botelho, já falecido;

3.4.4.4.10.3 Dalva Botelho, já falecida; com geração;

3.4.4.4.10.4 Carmem Botelho, casada com geração;

3.4.4.4.10.5 Manoel Botelho, casado com geração;

3.4.4.4.10.6 Adão Botelho, já falecido;

3.4.4.4.10.7 Teresa Botelho, já falecida;

3.4.4.4.10.8 Antônio Carlos Botelho, já falecido; foi casado com geração;

3.4.4.4.11 João Lima Botelho, nascido em 1922 e falecido em 27/11/2007 em Belo Horizonte; foi casado com Ana (Anita) Sá Pereira, falecida em 2006 em Belo Horizonte; filhos:

3.4.4.4.11.1 Emanoel Pereira Botelho, casado com geração;

3.4.4.4.11.2 Emiliano Pereira Botelho, casado com geração;

3.4.4.4.11.3 João Alberto Pereira Botelho, casado com geração;

3.4.4.4.11.4 Evandro Pereira Botelho, já falecido; foi casado;

3.4.4.4.11.5 Ênio Pereira Botelho, casado com geração;

3.4.4.4.11.6 Eugênio Pereira Botelho, solteiro;

3.4.4.4.11.7 Ana Maria Pereira Botelho;

3.4.4.4.11.8 Enzo Pereira Botelho, casado com geração;

3.4.4.4.11.9 Maria Anita Pereira Botelho;

3.4.4.4.12 Célia Lima Botelho, nascida em 31/08/1924 e falecida em 15/10/2011 em Brasília, DF; foi casada com Aclício Ulhoa, nascido em 24/07/1913 e falecido em 12/11/1997 em Brasília, DF; filhos:

3.4.4.4.12.1 Ramiro Botelho Ulhoa, casado Maria da Penha Ulhoa, com geração;

3.4.4.4.12.2 Sandra Botelho Ulhoa, casada com Jairo Vítor Ribeiro com geração;

3.4.4.4.12.3 Solange Botelho Ulhoa casada com Wilton Oliveira Chaves, já falecidos; com geração;

3.4.4.4.12.4 Murilo Botelho Ulhoa, já falecido; foi casado com Virgínia Vieira Cordeiro, com geração;

3.4.4.4.12.5 José Carlos Botelho Ulhoa, casado com Gladys Taveira, com geração;

3.4.4.4.12.6 Silvano Botelho Ulhoa (Keka), separado e com geração;

3.4.4.4.12.7 Célia (Celinha) Botelho Ulhoa, casada;

3.4.4.4.12.8 Daniel Botelho Ulhoa, casado com geração;

3.4.4.4.12.9 Yeda Botelho Ulhoa, solteira;

Registro: em 11/03/1914, o capitão José Jacinto obteve a concessão de posse de um terreno (jazigo) no cemitério Santa Cruz por cinquenta anos, a partir de 1916 e 1918, onde estavam sepultados os seus filhos, menores de 7 anos:

3.4.4.4.13 Emanoel Lima Botelho;

3.4.4.4.14 Maria Cândida Lima Botelho;

3.4.4.5 Anísio Jacinto da Silva Botelho, nascido em 11/04/1880 e falecido em 19/08/1941; farmacêutico formado em Ouro Preto; casou em 1908 com Zélia de Castro Porto, nascida em 07/05/1887 em Ouro Preto e falecida em 14/06/1967 em Paracatu, filha do Dr. Domingos da Silva Porto e de Noeme Cristiana de Castro Porto casados em Barbacena em 20/07/1879; ela natural de Tamanduá (atual Itapecerica), falecida em 06/04/1950 aos 92 anos de idade, filha de  José Joaquim de Castro, chefe do partido conservador em Barbacena, escrivão de órfãos, falecido em 1896, e de Maria Euflávia Chaves de Castro, falecida em 1895.

 
Casamento Dr. Domingos

Sobre o Dr. Domingos da Silva Porto: nascido em 15/08/1856 no arraial da Armação de Búzios, onde foi batizado na capela de Santana aos 14/01/1857, filho e neto de abastados fazendeiros da região: filho de Agostinho da Silva Porto (1810?- 04/1873) e de Maria Francisca da Conceição; neto paterno do comendador da Ordem da Rosa Domingos de Silva Porto (1784-1861) e de Luíza Antônia de São José (Rabelo); neto materno de José Garcia Rosa Terra e de Maria Francisca da Conceição; bisneto paterno de Joaquim José da Silva Porto e de Antônia Maria da Costa. Iniciou seus estudos no Rio de Janeiro em 1873 na Escola Central da Marinha, sendo que mais tarde transferiu-se para a Escola de Minas de Ouro Preto, onde concluiu o curso de engenharia de minas; em 1883 é aprovado por unanimidade lente da cadeira de Geometria descritiva e Topografia da mesma escola, lecionando nela até se aposentar em 1913; foi funcionário da secretaria de Agricultura de Minas, diretor do Tesouro do Estado, deputado estadual e federal; foi o último deputado constituinte de 1891 a falecer em 15/02/1840 aos 85 anos, sendo sepultado no Cemitério do Bonfim em Belo Horizonte. Abaixo, fac-símile do batismo do Dr. Domingos:

 
(Reprodução/Universidade Vanderbilt – Tennessee, USA)https://www.slavesocieties.org/

Filhos:

3.4.4.5.1 Geraldo Porto Botelho nascido em 11/04/1909 em Paracatu, MG, e falecido em 10/02/1966 em Patos de Minas, MG;

3.4.4.5.2 Rui Porto Botelho nascido em 20/11/1910 em Paracatu, MG, e falecido em 06/05/1931 em Paracatu, MG;

3.4.4.5.3 Maria de Lourdes Porto Botelho nascida em 17/07/1912 em Belo Horizonte e falecida em 05/09/2002 em Paracatu, MG;

3.4.4.5.4 Gil Porto Botelho nascido em 10/11/1913 e falecido em 13/01/2005 em Paracatu, MG;

3.4.4.5.5 Caio Porto Botelho nascido em 1915 e falecido em 30/10/1986 em Paracatu, MG;

3.4.4.5.6 Noemi Porto Botelho nascida em 25/04/1917 e falecida em 10/04/2008 em Paracatu, MG; foi casada com Armando Dias, com descendência;

3.4.4.5.7 Ida Porto Botelho falecida em 16/12/2004 em Paracatu, MG;

3.4.4.5.8 Lucas Porto Botelho nascido em 04/12/1921 e falecido em 06/07/2004 em Paracatu, MG;

3.4.4.5.9 Rutá Porto Botelho nascida em 22/05/1922 e falecida em 05/10/1947 em Paracatu, MG;

3.4.4.6 coronel Francisco Jacinto da Silva Botelho, nascido em Paracatu em 11/03/1882 e falecido em 01/01/1943 no Rio de Janeiro; casado com Maria Antônia Loureiro Adjuto (Dondona), nascida em 1892 e falecida em 10/05/1977 em Brasília; filhos:

3.4.4.6.1 Branca Adjuto Botelho nascida em 23/08/1911 em Paracatu e falecida solteira em 24/08/1934 no Rio de Janeiro, RJ, onde está sepultada;

3.4.4.6.2 Beatriz Adjuto Botelho nascida em 10/10/1912 em Paracatu, MG e falecida em 1992 em Brasília, DF, aonde está sepultada; foi casada com Francisco Vasconcelos, filho de Leolino José Teixeira e de Maria Mariana Vasconcelos; neto materno do Dr. Diogo Luiz de Almeida Pereira de Vasconcelos e de Jovelina Pires; filho único:

3.4.4.6.2.1 Noel Botelho Vasconcelos; foi casado com Neusa Salustiano Pereira, já falecida, com geração;

3.4.4.6.3 Diogo Adjuto Botelho nascido em 1914 em Paracatu, MG, e falecido em 1971 em Brasília, Distrito Federal, onde está sepultado; foi casado com Alice Botelho, sem descendência;

3.4.4.6.4 Vasco Adjuto Botelho nascido em 1915 em Paracatu, MG, e falecido em 1994 em Brasília, DF, aonde está sepultado; foi casado com sua prima Maria José Adjuto Botelho, também falecida. Filhos:

3.4.4.6.4.1 Franz Adjuto Botelho, já falecido; foi casado:

3.4.4.6.4.2 Rodrigo Adjuto Botelho, casado com Edileusa Novais Pinto, com geração;

3.4.4.6.5 Clara Adjuto Botelho nascida em 1917 em Paracatu, MG e falecida em 1981 em Brasília, DF, onde está sepultada; foi casada com Ramiro Martins Pereira, falecido; filha única:

3.4.4.6.5.1 Bárbara Botelho Pereira; casada com Lóvis Delgado, com geração;

3.4.4.6.6 Pero Adjuto Botelho nascido em 03/09/1920 em Paracatu, MG e falecido em 01/03/1971 em Madri, Espanha; foi sepultado em Paracatu, MG; foi casado com Susy Piedade das Chagas, também já falecida; filha única:

3.4.4.6.6.1 Isaura Botelho;

3.4.4.6.7 Egas Adjuto Botelho nascido em 1922 em Paracatu, MG, e falecido em 1995 em Brasília, DF, onde está sepultado; foi casado com Geni de Almeida e Silva, falecida; filhos:

3.4.4.6.7.1 Lourenço de Almeida Botelho;

3.4.4.6.7.2 Fernão de Almeida Botelho;

3.4.4.6.7.3 Gonçalo de Almeida Botelho;

3.4.4.6.8 Lopo Adjuto Botelho nascido em 1923 e falecido em 1966 em Paracatu, MG; solteiro, sem descendência;

3.4.4.6.9 Diniz Adjuto Botelho nascido em 1925 em Paracatu, MG e falecido em Brasília, DF; foi casado com Teresa Gonçalves de Ulhoa; filhos:

3.4.4.6.9.1 Rosana Ulhoa Botelho;

3.4.4.6.9.2 Ismália Ulhoa Botelho, casada com Márcio Botelho Lima, com geração;

3.4.4.6.9.3 Francisco Solano Ulhoa Botelho;

3.4.4.6.9.4 Francisco Vila Ulhoa Botelho;

3.4.4.6.9.5 Emília Ulhoa Botelho;

3.4.4.6.10 Mem Adjuto Botelho nascido em 1931 e falecido em 1967 em Paracatu, MG; foi casado com Raquel Salustiano Pereira, também já falecida; filhos:

3.4.4.6.10.1 Scipião Salustiano Botelho, já falecido; foi casado com geração;

3.4.4.6.10.2 Branca Salustiano Botelho; foi casada com geração;

3.4.4.6.10.3 Licurgo Salustiano Botelho, casado com geração;

3.4.4.6.10.4 Tristão Salustiano Botelho, casado com geração;

3.4.4.6.10.5 Rita Salustiano Botelho, casada com geração;

3.4.4.7 Mariana Ulhoa Botelho, nascida em 06/05/1884 em Paracatu e falecida em 03/08/1955 em Belo Horizonte, MG; casada com Antônio de Moraes Brochado; filhos:

3.4.4.7.1 Maria de Lourdes Botelho Brochado nascida em 1913 em Paracatu, MG, e falecida em 01/03/2005 em Belo Horizonte, MG; foi casada com Joaquim de Moura Santiago, falecido;

3.4.4.7.2 Lígia Botelho Brochado nascida em 1914 em Paracatu, MG, e falecida em 09/11/2004 em Belo Horizonte, MG; foi casada com Alcir Victor Rodrigues, falecido em Belo Horizonte;

3.4.4.7.3 Dora Botelho Brochado nascida em 30/01/1923 em Paracatu, MG, e falecida em 26/02/2012 em Barbacena, MG; foi casado com Eugênio Dutra Câmara, natural de Barbacena, aonde foi prefeito; falecido;

3.4.4.7.4 Paulo Brochado, nascido em 1/09/1924 e falecido em 15/04/2015; casado que foi com Maria Ângela Lepesqueur Brochado, filha de Ettiénne Lepesqueur e de Áurea Vilela Botelho, falecida em 18/03/2015; filhos:

3.4.4.7.4.1 Paulo Henrique Lepesqueur Brochado;

3.4.4.7.4.2 Ângelo Lepesqueur Brochado;

3.4.4.7.4.3 Ângela Lepesqueur Brochado;

3.4.4.7.4.4 Rômulo Lepesqueur Brochado;

3.4.4.7.4.5 Andréia Lepesqueur Brochado;

3.4.4.7.4.6 Alessandra Lepesqueur Brochado;

3.4.4.7.4.7 Adriana Lepesqueur Brochado;

3.4.4.8 Raul Jacinto da Silva Botelho, nascido em 27/01/1886; casado com Augusta Carneiro Adjuto, filha do coronel Rodolfo Garcia Adjuto e de Joana Carneiro de Mendonça; o casal teve dez filhos nascidos em Paracatu:

3.4.4.8.1 Waldemar Adjuto Botelho, falecido em Paracatu, MG; casado que foi com sua prima Lúcia Botelho Brochado, falecida;

3.4.4.8.2 Saul Adjuto Botelho, falecido em Paracatu, MG; casado com sua prima Ida Porto Botelho;

3.4.4.8.3 Zilda Adjuto Botelho, falecida em Paracatu, MG; casada com Duguay Costa, falecido;

3.4.4.8.4 Bety Adjuto Botelho, falecida em 2010 em Paracatu, MG; casada com seu primo Fortunato Vilela Botelho, falecido;

3.4.4.8.5 Raul Botelho Filho, falecido em 2003 em Paracatu, MG; casado que foi com Carmem de Sá, falecida;

3.4.4.8.6 Elza Adjuto Botelho, falecida em Paracatu, MG; casada que foi com Moacir Silveira dos Santos, falecido, filho de Salvador dos Santos e de Georgeta Ribeiro da Silveira;

3.4.4.8.7 Joana Adjuto Botelho, nascida em 21/12/1926 e falecida em 22/06/2008 em Paracatu, MG; casada com Aclineu José de Ulhoa, nascido em 06/05/1922 e falecido em 22/09/2009;

3.4.4.8.8 Rui Adjuto Botelho, falecido em Belo Horizonte, MG;

3.4.4.8.9 Ceci Adjuto Botelho, falecida em Belo Horizonte, MG; casada que foi com Marcos Hermínio de Araújo Milton, falecido em Belo Horizonte;

3.4.4.8.10 Ivo Adjuto Botelho; casado com Teresa Costa;

3.4.4.9 Maria Ulhoa Botelho, nascida em 04/02/1898 e falecida em 08/02/1953; casada com o médico Dr. Joaquim de Moraes Brochado;

3.4.4.9.1 Helena Botelho Brochado nascida e falecida em Paracatu, MG; falecida solteira;

3.4.4.9.2 Marta Botelho Brochado nascida em 19/07/1918 em Paracatu, MG; falecida em Paracatu; foi casada com Dr. Alaor Porto Adjuto, já falecido;

3.4.4.9.3 Domingos Botelho Brochado nascido em Paracatu, MG, e falecido em Unaí, MG;

3.4.4.9.4 Carmem Botelho Brochado nascida em 1920 em Paracatu, MG; foi casada com Petrônio Costa, já falecido;

3.4.4.9.5 Cláudio Botelho Brochado nascido em Paracatu, MG, e falecido em Unaí, MG; casado com Maria José Macedo Brochado, já falecida;

3.4.4.9.6 Hugo Botelho Brochado nascido em 08/01/1924 em Paracatu, MG, e falecido em 05/04/1990 em Paracatu, MG; foi casado com Lilia Melo Franco Costa;

3.4.4.9.7 Lúcia Botelho Brochado, já falecida; foi casada com seu primo Waldemar Adjuto Botelho, já falecido;

3.4.4.10 Mário do Nascimento Botelho, nascido em 25/12/1892 e falecido em 17/02/1970; foi casado com Lídia Loureiro Adjuto, nascida em 1893 em Paracatu; ela faleceu em 1993 em Belo Horizonte, MG; filhos:

3.4.4.10.1 Dr Celso Adjuto Botelho, nascido em 1915 e falecido em 08/outubro/1959 em Belo Horizonte; foi casado com Alda Álvares da Silva Torres, com geração;

3.4.4.10.2 Zaida Adjuto Botelho, nasceu em Paracatu, MG e faleceu em Belo Horizonte, MG; foi casada com Othon Maria Pereira, com geração;

3.4.4.10.3 Hélio Adjuto Botelho, nascido em Paracatu, MG, e falecido em Brasília, Distrito Federal; solteiro, sem descendentes;

3.4.4.10.4 Sílvio Adjuto Botelho, nascido e falecido em Paracatu, MG; foi casado com Maria José Porto Adjuto, filha de Lindolfo Garcia Adjuto e de Angélica Porto, com geração;

3.4.4.10.5 Mário Adjuto Botelho nasceu em 24/11/1921 em Paracatu, MG. Ele faleceu em Belo Horizonte, MG; foi casado com Irene Costa César, sem descendentes;

3.4.4.10.6 Joab Adjuto Botelho nasceu em Paracatu, MG; foi casado com Maria Izabel Campos, com geração;

3.4.4.11 Domingos, falecido na infância, nascido em 27/09/1891 e falecido em 20/03/1892;

3.4.5 Engenheiro Franklin José da Silva Botelho, nascido por volta de 1850 em Araxá, e falecido em 1818 em Paracatu, MG, onde casou com Cândida Ulhoa Vilela, nascida em 19/04/1864 e falecida em 1911, filha de José Gonçalves de Oliveira Vilela e de Adelina Pimentel de Ulhoa; filhos:

3.4.5.1 Anita Vilela Botelho, falecida em 26/05/1943; casada com seu primo Aníbal Jacinto da Silva Botelho (vide 3.4.4.3);

3.4.5.2 Áurea Vilela Botelho, falecida em 25/02/1934; foi casada com Ettiénne Campos Lepesqueur, filho de René Lepesqueur e de Maria Amália Campos; filhos:

3.4.5.2.1 Maria Lúcia Botelho Lepesqueur;

3.4.5.2.2 Renato Botelho Lepesqueur;

3.4.5.2.3 Maria da Conceição Botelho Lepesqueur;

3.4.5.2.4 Rogério Botelho Lepesqueur;

3.4.5.2.5 Mariângela Botelho Lepesqueur Brochado

3.4.5.3 Maria Olga Vilela Botelho, falecida em 1974; foi casada com José Baltazar Novelino, de ascendência italiana; filhos:
3.4.5.3.1 Berenice Botelho Novelino;
3.4.5.3.2 Pascoal Botelho Novelino;
3.4.5.3.3 Potenziano Botelho Novelino, casado com Andrezina da Silveira Novelino, com descendência;
3.4.5.3.4 Portice Botelho Novelino, casado com Dorotéia Borges, com descendência;
3.4.5.3.5 Cândida Botelho Novelino;
3.4.5.3.6 Dora Botelho Novelino; foi casada com Antônio dos Reis Araújo, falecido em 1987; filha descoberta:
3.4.5.3.6.1 Aloma Berenice Novelino Araújo, falecida em 14/12/1992; foi casada com Jorge Mathias, com descendência;

3.4.5.7 Rosa Vilela Botelho;

3.4.5.8 professor Franklin Botelho, nascido em 09/05/1907 em Paracatu e falecido solteiro e sem descendentes em 18/06/1981 em Patrocínio, MG; Professor de vasta cultura intelectual, exerceu o magistério em Patrocínio a partir dos anos de 1930 até sua morte; dominava a língua francesa com fluência; foi também mestre em geografia e canto orfeônico; músico, tocava violino com maestria; também foi radioamador e de seus aparelhos comunicava com o mundo todo; compositor bissexto, teatrólogo e poeta nas horas vagas:

Valsa Serenata

“Oh! Que noite tão calma de lua,

Quanta paz e amor…

Um violino soluça na rua…”

3.4.5.9 Dora Vilela Botelho, falecida em 1912;

3.4.6 Teodoro, falecido na infância;

…CONTINUA ARAXÁ, PATROCÍNIO E ESTRELA DO SUL 

3.5 coronel Fortunato José da Silva Botelho, nascido em 1812 em Carmo da Mata, MG, e falecido em 04/05/1890; foi casado com sua sobrinha Teodora Jacinta Fortunata, falecida em 1856 de complicações no parto, sem filhos.

Filha natural legitimada:

3.5.1 Idalina de Castro, casada com o coronel Francisco Jacinto da Silva Botelho (vide item 3.4.3);

3.6 Antônio Teodoro da Silva Botelho, nascido em 1814 em Carmo da Mata, MG; casado com Tereza Maria do Carmo; filhos descobertos:
3.6.1 Antônio Teodoro da Silva Botelho Júnior, casado com Mariana Izabel Botelho; filhos:
3.6.1.1 Thiers Botelho; empreendedor em várias frentes. Foi um importante pecuarista, selecionador da raça zebuína; alavancou o turismo da região com o beneficiamento e exploração das Fontes Hidrominerais do Barreiro; construtor de estradas  e de redes de telefonia, colocando Araxá na vanguarda da comunicação no estado; teve dez filhos de dois casamentos – 1ªvez com Teodora de Castro:
3.6.1.1.1 José de Castro Botelho;
3.6.1.1.2 Maria de Lourdes de Castro Botelho;
3.6.1.1.3 Antônio de Castro Botelho;
2ªvez com Sílvia de Magalhães Botelho:
3.6.1.1.4 Helena Botelho;
3.6.1.1.5 José Reinaldo de Magalhães Botelho;
3.6.1.1.6 Marta Botelho Ede;
3.6.1.1.7 Maria Sílvia Botelho;
3.6.1.1.8 Maria Clélia Botelho;
3.6.1.1.9 Luís de Magalhães Botelho;
3.6.1.1.10 Maria Zélia Botelho;
3.6.1.2 Garibaldi Botelho, falecido prematuramente;
3.6.1.3 José Botelho;
3.6.1.4 Fortunato Botelho. falecido prematuramente;
3.6.2 José Teodoro da Silva Botelho, já falecido em 1885; foi casado com sua prima Mariana Resende e Oliveira; moradores em Araxá, MG; filhos descobertos:
3.6.2.1 Tereza Teodora de Resende;
3.6.2.2 Maria Teodora de Rezende com 15 anos em 1887; casada na capela da Conceição com Francisco Alves Carrijo em 1887, viúvo de 52 anos;

3.6.3 Joaquim Teodoro da Silva Botelho, casado com sua prima Teodora Jacinta de Castro;

3.6.4 Francisco Teodoro da Silva Botelho;

3.7 coronel Francisco José da Silva Botelho, nascido em Carmo da Mata, MG em 1815; casado com Maria do Carmo de Castro; moradores em Estrela do Sul, MG; com descendência;
Nota: o coronel Francisco José da Silva Botelho deu uma importante contribuição, involuntária é verdade, na elucidação dos nomes de seus cunhados, genros do capitão José da Silva Botelho, ao publicar um manifesto no jornal “A reforma” de 1878 – vide imagem:

3.8 Luísa Jacinta de Castro, nascida em 1817, Carmo da Mata, MG e falecida em 23/05/1850 em Araxá; foi casada com Antônio Augusto de Melo, natural de Paracatu, nascido em 1814 e falecido em Estrela do Sul em 1858 aos 44 anos.

Inventário: Cx.69 – 1852.

Filhos que descobri:
3.8.1 Teodora Jacinta de Castro, casada com seu tio  capitão Francisco Joaquim de Melo, moradores em Estrela do Sul; pais de:
3.8.5.1 Elisa, batizada em 08/12/1857;
3.8.5.2 José, batizado em 05/09/1858;
3.8.5.3 Vitória, nascida em 08/05/1860;
3.8.5.4 Maria, nascida em 05/04/1862;

3.8.2 Amália Augusta de Castro e Melo; foi casada com Antônio Vieira Machado, moradores em Patrocínio;
3.8.3 Maria Luísa de Castro, com 15 anos no inventário da mãe; foi casada com seu primo José Jacinto da Silva Botelho;
3.8.4 Francisca Jacinta de Castro, com 13 anos no inventário da mãe;

3.8.5 Antônio, com 12 anos no inventário da mãe;

Nota1: Antônio Augusto de Melo, casou 2ª vez com com Florentina Manoela da Conceição, moradores em Estrela do Sul em 1758; filho descoberto: Tibúrcio, batizado em 22/07/1858;
Nota2: Antônio Augusto de Melo e Francisco Joaquim de Melo seriam filhos do tenente José Pereira de Melo, filho do coronel Antônio José Pereira e de Maria de Melo Franco (vide os Melo Franco, neste blog);

3.9 Teresa Jacinta de Castro, nascida em 1819 em Carmo da Mata, MG; foi casada com José Ribeiro da Silva; tiveram pelo menos uma filha, q.d:
3.9.1 Teodora Jacinta de Castro, casada com o coronel Antônio Alves de Sousa Soares, nascido em 15/04/1843 e falecido em 29/06/1910 em Patrocínio, MG; sem descendência;

3.10 Teodora Jacinta de Castro, nascida em 1820 em Carmo da Mata e falecida em Araxá; foi casada com seu primo Antônio José da Silva Botelho Sobrinho, nascido em 1811 em Oliveira, MG e falecido em 1869 em Araxá, filho de João Antônio da Silva e de Violante Afonso da Silva; moradores em Araxá. Fazendeiros na Mandioca.

Inventário: Cx.98 – 1869.

Pais dos filhos descobertos:

3.10.1 Antônio Teodoro da Silva Botelho Sobrinho, com 27 anos no inventário do pai; falecido em 26/04/1885, assassinado pelo seu parente Inácio Afonso de Almeida; foi casado com sua parente Maria Cândida de Castro, filha de Inácio Afonso de Almeida e de Belizária Custódia de Castro; pais de:
3.10.1.1 Maria Vieira de Castro, casada com José Vieira Machado;
3.10.1.2 João Batista da Silva Botelho;
3.10.1.3 Josefina de Castro, casada com Joaquim de Paula Barreto;
3.10.1.4 Elisa Jovita de castro, casada com Azarias Alves Ferreira, tronco dos Castro Alves; pais de:
3.10.1.4.1 Maria Eliza de Castro;
3.10.1.4.2 Antônio de Castro Alves;
3.10.1.5 Luíza Cândida de Castro, segunda esposa de Azarias Alves Ferreira (família Castro Alves); pais de 18 filhos:
3.10.1.5.1 Hermantina de Castro Alves, casada com Salomão Drumond, filho de Alberto Marques Drumond e de Raimunda Genuína de Sousa, naturais de Floriano, Piauí; pais de:
3.10.1.5.1.1 Maria Drumond, foi casada com sucessão;
3.10.1.5.1.2 Maria Dora Drumond;
3.10.1.5.1.3 José Alberto Drumond;
3.10.1.5.1.4 Dr. Olavo Drumond (31/08/1925- 08/05/2006), casado com Sandra Almeida, com sucessão; Olavo Drumond, advogado, ministro dos tribunais de Contas de São Paulo e da União, jornalista, trabalhou em vários jornais e revistas, escritor (poeta e contista), deputado estadual, e, por fim, prefeito de Araxá, aonde faleceu;
3.10.1.5.1.5 Azarias Drumond;
3.10.1.5.1.6 Antônio Carlos Drumond (Araxá,14/01/1936 – Brasília, 23/03/2018), o Toninho Drumond como ficou conhecido nos meios jornalísticos e políticos de Brasília; pioneiro do telejornalismo, implantou o jornalismo na Rede Globo Brasília, onde foi seu diretor por longos anos;
3.10.1.5.2 Olavo de Castro Alves;
3.10.1.5.3 Nestor Castro Alves;
3.10.1.5.4 Olga Castro Alves;
3.10.1.5.5 Angelina Castro Alves;
3.10.1.5.6 Romeu castro Alves;
3.10.1.5.7 Ronan Castro Alves;
3.10.1.5.8 Dário Castro Alves;
3.10.1.5.9 Walter Castro Alves;
3.10.1.5.10 César castro Alves;
3.10.1.5.11 Paulo Castro Alves;
3.10.1.5.12 Virgílio Castro Alves;
3.10.1.5.13 Alberto Castro Alves;
3.10.1.5.14 Valda Castro Alves;
3.10.1.5.15 Maria Aparecida Castro Alves;
3.10.1.5.16 Elmo Castro Alves;
3.10.1.5.17 Orlando Castro Alves;
3.10.1.5.18 Sebastião Castro Alves;
Fonte: Revista “O Trem da História”,12 edição – Fundação Calmon Barreto – Araxá, Minas Gerais;

3.10.2 João Antônio da Silva, com 25 anos no inventário do pai;
3.10.3 Joaquim Antônio da Silva Botelho, com 24 anos no inventário do pai; casado com Maria das Dores de Ávila, nascida em 1851; pais de:
3.10.3.1 Maria Dolores de Ávila, casada com Elias Porfírio de Azevedo, com geração;

3.10.4 Teodora Jacinta de Castro, 23 anos no inventário do pai; casada com seu primo Joaquim Teodoro da Silva Botelho;

3.10.5 José Antônio da Silva, com 22 anos no inventário do pai;

3.10.6 Violante, com 19 anos no inventário do pai;

3.10.7 Cândida Jacinta de Castro, com 17 anos; foi casada com seu parente Camilo Afonso da Silva;

3.10.8 Maria, com 16 anos no inventário do pai;

3.11 Mariana Jacinta de Castro, nascida em 1821, Carmo da Mata, MG, e falecida em janeiro de 1870 em Estrela do Sul; foi casada com o major José Gregório Pereira da Silva, falecido em 14/06/1881 na sua fazenda das Furnas; deixaram descendência em Estrela do Sul;

3.12 Cândida Jacinta de Castro, nascida em 1823, Carmo da Mata, MG; foi casada com seu primo capitão Francisco de Paula e Silva Damaso; sem mais notícias;

3.13 Carolina Jacinta de Castro, nascida em 1825, Carmo da Mata, MG; foi casada com o major Gregório José Pereira da Silva, moradores em Estrela do Sul; filhos descobertos:
3.13.1 José Gregório Pereira da Silva Sobrinho, nascido em 21/11/1854, em Estrela do Sul;
3.13.2 Marfisa, nascida em 10/12/1856 e batizada em 30/03/1857 na matriz de Nossa Senhora Mãe dos Homens de Estrela do Sul;

3.14 Pedro José da Silva Botelho, nascido em 1826, Carmo da Mata, MG e falecido em 12/12/1874 na Vila da Bagagem (Estrela do Sul); foi casado 1ªvez com sua sobrinha Ana Jacinta de Moraes, falecida em 1866 em Carmopólis de Minas.

Inventário: Cx. 126 – 1875.

Filhos:

3.14.1 Antônio Pedro da Silva Botelho, nascido em 1861 em Carmopólis de Minas; em 1877 estava interno no Colégio do Caraça;

3.14.2 Maria Jacinta de Castro, com 15 anos no inventpario do pai;

3.14.3 José Pedro da Silva Botelho, nascido em 1864 em Carmopólis de Minas; estudava no colégio do Caraça em 1877.

Nota: Pedro Botelho foi casado segunda vez com sua parente Firmina Teresa da Rocha, sem filhos.

3.15 Placidina Jacinta de Castro, nascida em 1827, Carmo da Mata, MG; foi casada com o alferes Vicente Fernandes de Castro, nascido ca. 1811 em Oliveira, Mg, filho legítimo de Luiz Fernandes de Castro, batizado em 07/01/1760 em Santo Amaro (atual Queluzito), termo de Queluz (Congonhas do Campo), filho de Pedro Fernandes de Castro, natural de Castro Verde, Torre de Moncorvo, Braga, Portugal, e de Inácia Ferreira de Jesus, natural de Santo Amaro; Luiz casou em 16/02/1795 na capela de Nossa Senhora de Oliveira com Ana Felizarda de Jesus, filha de Francisco da Costa e de Feliciana Maria da Conceição. Nota: o casal comparece ao censo de 1831/32 da vila de Patrocínio e informam suas idades e dos filhos solteiros: ele com 60 anos (sic), branco, negociante; ela com 50 anos, branco, do lar; Luiz Fernandes de Castro faleceu em 1853, ano da abertura de seu inventário. As idades aproximadas dos filhos seguem abaixo. Luiz e Placidina foram pais, dentre outros, de:
3.15.1 coronel José Fernandes da Silva Botelho, nascido ca. 1843 (declara ter 51 anos em 1894); foi casado com Antônia Ferreira de Novaes, falecida em 01/07/1904; o casal não deixou descendentes;
3.15.2 Major Antônio Fernandes de Castro, nascido em 19/11/1845 e falecido em 27/10/1902, solteiro e sem descendentes; advogado (rábula?), foi homem da governança de Patrocínio: vereador e agente executivo municipal, delegado de polícia, promotor público e juiz municipal;
3.15.3 coronel Joaquim Fernandes da Silva Botelho, nascido ca. 1852 (declara ter 42 anos em 1894);
3.15.4 Honorato Fernandes da Silva Botelho, nascido ca. 1854 (declara ter 40 anos em 1894); foi casado com Eudóxia de Arantes;
3.15.5 Honório Fernandes da Silva Botelho, nascido ca.1858 (declara ter 36 anos em 1894); faleceu solteiro em Estrela do Sul, aonde estava em tratamento de sua doença, em 27/01/1909; deixou quatro filhos legitimados, dos quais descobrimos o nome de dois deles:
3.15.5.1 José;
3.15.5.2 Anita de Castro, casada com José Augusto de Faria;
3.15.6 Fortunato Fernandes da Silva Botelho, nascido ca. 1860 (declara 34 anos em 1894);
3.15.7 Teófilo Fernandes da Silva Botelho, nascido ca. 1868 (declara ter 26 anos em 1894);
3.15.8 Francisco Fernandes da Silva Botelho, nascido ca. 1871 (declara ter 23 anos em 1894); foi casado com Maria da Mota;
3.15.9 Eduardo Fernandes da Silva Botelho, nascido ca. 1871 (declara ter 23 anos em 1894), provável gêmeo de Francisco;
3.15.10 Teodora Jacinta de Castro, falecida em Patrocínio aos 08/04/1908;
3.15.11 Maria Jacinta de Castro, casada com Antônio Jacinto da Silva Botelho;

3.16 Miquelina Jacinta de Castro, nascida em 1828, Carmo da Mata, MG; casada com seu primo Antônio José da Silva Damaso (descendência em 7.6, abaixo);

Filhos naturais:

3.17 Damiana de São José (da Costa), nascida em 1801; casada com Domingos Alves de Moura, filho de Antônio José Alves de Moura e de Maria Rosa dos Serafins; moradores no distrito do Carmo do Japão (Carmopólis de Minas); filhos que descobri:

3.17.1 José Gregório Alves de Moura;

3.17.2 Jerônimo Alves de Moura;

3.17.3 Teodora;

3.17.4 Maria;

3.17.5 Ana;

3.18 Tomé Francisco da Silva Botelho, nascido por volta de 1802 em Oliveira, MG; casado com Ana Teresa da Rocha, filha de Vicente da Rocha e de Maria de Sá, portugueses. Tomé Francisco foi inventariado em Araxá em 1856.

Filhos nascidos em Araxá:

3.18.1 padre Antônio Tomé da Silva Botelho, nascido em 1826 em Araxá e falecido em 1874 em Desemboque, MG; afilhado de Dona Beja; estudou no seminário de Tiros, ordenado por Dom Francisco Azevedo, bispo cego de Goiás em 1º de maio de 1854;

3.18.2 Joaquim Tomé da Silva Botelho, nascido em Araxá; casado com Maria Resende de Oliveira;

3.18.3 Balbina Teresa da Rocha, casada com Pedro Afonso de Almeida Sobrinho, de alcunha Ferrugem, filho de Joaquim Afonso de Almeida e de Ana Florinda de Jesus;

3.18.4 Firmina Teresa da Rocha, falecida em 1876; filhas descobertas:

3.18.4.1 Ana Luísa Rocha e Silva, casada com seu tio Tomé Francisco da Silva Botelho;

3.18.4.2 Maria Luísa Rocha e Silva, casada com seu tio José Tomé da Silva Botelho;

(Inventário Cx.132/1876 – FCCB – Araxá)

3.18.5 Francisca Teresa da Rocha e Silva, casada com José Porfírio Álvares Machado – vide 3.3.8;

3.18.6 Ana Teresa da Rocha, falecida em 09/07/1918 em Uberaba, casada com o coronel Severiano Raimundo da Cunha, nascido em Araxá em 1836 e falecido em Uberaba em 20/03/1906, filho de Domingos Raymundo da Cunha, falecido em 1890 aos 90 anos de idade em Sacramento, e de Maria Cândida de Jesus, falecida em 1867 em Sacramento, MG; a família Raymundo da Cunha foi proprietária da sesmaria das Perdizes; filhos:
3.18.6.1 Ana Severiana da Rocha, casada em Araxá aos 23/01/1891 com o Dr. Antônio Garcia Adjuto, de Paracatu;

3.18.6.2 Joaquim Raimundo Botelho, assassinado em Uberaba em 1910; foi casado com Rita Botelho;
3.18.6.3 Virgílio Raimundo Botelho;
3.18.6.4 Frederico Raimundo da Cunha;
3.18.6.5 José Raimundo Botelho;
3.18.6.6 Maria Severiana da Rocha da Silva, casada em 21/04/1884 em Santa Juliana, com Augusto Teixeira Álvares, viúvo do primeiro casamento;
3.18.6.7 Teodora Severiana da Rocha, casada com o coronel Antônio Moreira de Carvalho; moradores em Uberaba;

3.18.7 Vicente Tomé da Silva Botelho; casado em Sacramento com Amazília Maria de Jesus, filha do tenente José Afonso da Silva e de Ana Maria de Jesus; moradores em Sacramento, MG;

3.18.8 Tomé Francisco da Silva Botelho, nascido em 1837 em Araxá, MG; casado com sua sobrinha Ana Luísa da Rocha;

3.18.9 Maria Inácia de São José, casada com Antônio Afonso da Silva, filho do coronel José Afonso da Silva; moradores em Sacramento, MG;

3.18.10 José Tomé da Silva Botelho, nascido em 1842 em Araxá, MG; casado com sua sobrinha Maria Luísa da Rocha e Silva;
3.18.11 Jerônimo da Silva Botelho, solteiro, falecido em 1864;

3.19 Joaquim Francisco, com 34 anos em 1839.

4 Joaquina Cândida Florinda do Sacramento (obs.: em documentos de família em Araxá ela aparece como Joaquina Cândida de Jesus), batizada em 18/02/1777 na capela de São Francisco de Paula, termo de Tamanduá; casada com Manoel Afonso de Almeida, batizado em 10/02/1766 na capela de Oliveira, filho de outro Manoel Afonso de Almeida, natural da Praça Forte de Almeida, Guarda, Portugal, e de Francisca Clara da Silva, nascida em 1738 no lugar de Redondo da freguesia de Congonhas do Campo, e falecida em 20/07/1897 em Oliveira; Senhores e possuidores da sesmaria do Taquaral em Araxá. Manoel Afonso de Almeida faleceu em Araxá em 1848. Tiveram quatorze filhos, a seguir:

Batismo: São José Del-Rei, MG e capelas filiadas, batismos – aos 18/02/1777 Oliveira, Joaquina, fª Gregório José da Silva e Teresa Tomásia de Jesus, padr.: Cel. José Ferreira Villa Nova por pp que mandou a Antônio José Pereira de Miranda, e Francisca Rosa de Bitancurt. Este batismo foi feito na capela de S. Francisco de Paula filial da freguesia do Tamanduá e todos moradores nesta freguesia de São José.

Casamento: São José Del-Rei, MG e capelas filiadas, Oliveira – em 31/08/1795 Manoel Affonço de Almeida, fº Manoel Affonso de Almeida e Francisca Clara da Silva, natural da vila de São José Del-Rei, casou com Joaquina Candida Florinda do Sacramento, fª do tenente Gregório Joséph da Silva e Teresa Thomazia de Jesus; n. São José Del-Rei.

Batismo: São José Del-Rei, MG e capelas filiadas, Oliveira – aos 10/02/1766 foi batizado Manoel, fº Manoel Affonço de Almeida e Francisca Clara, padr.: João Antônio da Silva e s/m Violante do Sacramento.

Filhos:

4.1 Joaquim Afonso de Almeida, nascido em 22/08/1797 e batizado em 31/08/1797; casado com Ana Florinda ou Silvéria de Jesus.

São José Del-Rei, MG e capelas filiadas, batismos – Oliveira aos 31/08/1797 Joaquim n. aos 22, fº Manoel Affonço de Almeida e Joaquina Candida Florinda do Sacramento, np Manoel Affonço de Almeida n. da Praça de Almeida e Francisca Clara da Silva n. da freg. de Congonhas do Campo deste bispado, nm Ten. Gregório José da Silva n. da freg. dos Prados deste mesmo bispado e Teresa Tomásia de Jesus n. da Ilha Graciosa do Bispado de Angra, padr.: o dito Tenente Gregório José da Silva e Violante Antônia da Silva, solteira.

Descendência:(fonte de apoio: Família Afonso Ribeiro)
4.1.1 Pedro Afonso de Almeida Sobrinho, alcunha Ferrugem, casado com sua prima Balbina Teresa da Rocha, filha de Tomé Francisco da Silva Botelho e de Ana Teresa da Rocha; filhos descobertos:

4.1.1.1 Ana Balbina de Jesus, nascida em 1856;

4.1.1.2 Balbina Maria de Jesus, nascida em 1858;

4.1.1.3 Balduíno Afonso de Almeida;

4.1.1.4 Firmina Teresa da Rocha casada com Nicolau Garcia Rosa, natural de Ibiraci, MG; pais de:

4.1.1.4.1 Major Pedro Afonso Rosa, nascido em 1892; abastado fazendeiro em Goiânia, Goiás; foi casado com Exordina Pires de Oliveira, pais de:

4.1.1.4.1.1 Dr. Rui de Oliveira Rosa, casado com Mariza Botelho Lima (vide 3.4.4.4.7.3)
4.1.2 Maria Inácia de Jesus, casada com  José Jacinto da Silva; filhos descobertos:
4.1.2.1 Ana Jacinta de São José, casada em 1870 na capela da Conceição do Araxá com Manoel Afonso da Silva, natural de Patrocínio, filho de José Afonso da Silva e de Ana Maria de Jesus;

 
O casamento

4.1.2.2 Ana Maria de Jesus;
4.1.3 Antônio Afonso de Almeida, casado com sua sobrinha Belizária Tereza de Almeida, filha de 4.1.1;
4.1.4 Evaristo Afonso da Silva, casada com Maria Porfírio da Rocha, com descendência;
4.1.5 Antônio Gregório Afonso de Almeida; foi casado com descendência;
4.1.6 Damaso Afonso de Almeida;
4.1.7 Francisco Afonso de Almeida, casado em 1868 na capela da Conceição com sua prima Teodora Amada de Jesus de São Paulo, filha de José Machado de Moraes e Castro e de Placidina Amada de Jesus;

 
O casamento

4.1.8 Manoel Afonso de Almeida Neto, casado com Maria Alves da Conceição;
4.1.9 Maria Teresa Afonso de Almeida;
4.1.10 Joaquina Cândida de Jesus, casada com seu primo Joaquim Gregório da Silva Damaso, filho de Damaso José da Silva e de Ana Silvéria de Jesus;
4.1.11 Maria Silvéria de Jesus, sem mais notícias;
4.1.12 Antônio Joaquim da Silva, casado com Maria Jacinta de São José;
4.1.13 Antenor Afonso da Silva;

4.2 Pedro Afonso de Almeida, batizado em 20/11/1799; casado com descendência;

4.3 Inácio Afonso de Almeida, nascido em 26/11/1801 e batizado em 10/12 do dito ano; foi casado com Belisária Custódia de Castro, pais de pelo menos:
4.3.1 Maria Cândida de Castro, casada com seu primo Antônio Teodoro da Silva Botelho Sobrinho;
4.3.2 Luíza Jacinta de Castro;
4.3.3 Antônio Afonso de Almeida;

4.4 Maria Felizarda de Jesus, batizada em 25/07/1804; casada por volta de 1819 com Antônio Pedro da Cunha, falecido em 29/08/1874 em Sacramento, MG; filhos descobertos com idades aproximadas informadas no inventário do pai:
4.4.1 Teresa Tomásia de Jesus, 41 anos, casada com Manoel José Alves do Nascimento, falecido em 06/05/1874 aos 50 anos e sepultado no adro da igreja do Rosário em Sacramento; filhos descobertos:
4.4.1.1 Antônia Maria do Nascimento, nascida em 1852; casada com seu parente Joaquim Antônio Afonso ou da Cunha;
4.4.1.1.João, nascido em 1861;
4.4.1.2 Maria Leocádia, nascida em 1862;
4.4.1.3 Manoel José Alves do Nascimento Júnior;
4.4.1.4 Joaquim;
4.4.1.5 Teresa Amélia de Espírito Santo, casada em 07/03/1886 com seu primo João da Cunha Rodovalho;
4.4.1.6 Presciliana Alves das Dores, casada em 07/03/1886 com seu primo Teófilo de Paiva e Cunha, filho de Pedro Afonso da Cunha e de Ambrosina de Paiva Teixeira;
4.4.1.7 José Alves do Nascimento;
4.4.2 Luísa Maria de Jesus ou de Todos os Santos, 35 anos, casada em 04/01/1863 em oratório particular na fazenda do pai, na freguesia de Sacramento, com Joaquim José Naves, natural de Santana do Rio das Velhas (Indianópolis) filho de José Francisco Naves e de Ana Rosa de Jesus;
4.4.3 Joana Maria de Jesus ou Antônia da Cunha, 29 anos, casada em 15/04/1863 em oratório da fazenda do pai, com Daniel Joaquim Rodovalho;
4.4.4 Maria Januária de Abadia, 24 anos, casada em 16/04/1863 no oratório da fazenda do pai, com João Naves Damasceno, natural de Santana do Rio das Velhas (Indianópolis), filho de José Francisco Naves e de Ana Rosa de Jesus;
4.4.5 Pedro Afonso da Cunha, já era falecido em 1875; casado 1ªvez com sua sobrinha Inês Jacinta da Conceição, filha de Modesto Ferreira de Figueiredo e de Rita de Cássia de Jesus; filha descoberta:
4.4.5.1 Maria Jacinta da Conceição, casada 16/04/1863 com João Joaquim Rodovalho; filhos:
4.4.5.1.1 Ambrosina;
4.4.5.1.2 Maria;
4.4.5.1.3 José;
4.4.5.1.4 Angélica;
4.4.5.1.5 Osório;
2ªvez com Ambrosina Cristina de Paiva Teixeira; esta, viúva, casou em 1875 com João Fernandes de Sampaio, filho de Manoel Fernandes de Sampaio e de Ana Felizarda de Resende;

 
Casamento

Nota: João Fernandes de Sampaio não é citado no inventário do pai Manoel Fernandes de Sampaio que foi personagem relevante na história “romanceada” de Dona Beja;
Encontramos um filho deste casal:
1 Luiz de Paiva Teixeira, nascido em 1876; casou em Catalão, Goiás aos 03/05/1896 com Ermelinda Evangelista da Rocha, de 16 anos, natural de São Miguel da Ponte Nova, MG, filha de João Evangelista da Rocha e de Maria Angélica de Jesus;
Filhos de Pedro Afonso da Cunha e Ambrosina Cristina de Paiva Teixeira:
4.4.5.1.2 Antônio Teixeira da Cunha;
4.4.5.1.3 Manoel Teixeira da Cunha;
4.4.5.1.4 Saturnino Teixeira da Cunha;
4.4.5.1.5 Herculano Teixeira da Cunha;
4.4.5.1.6 José Teixeira da Cunha;
4.4.5.1.7 Joaquim Teixeira da Cunha;
4.4.5.1.8 Bernardino Teixeira da Cunha;
4.4.5.1.9 Teófilo Teixeira da Cunha;
4.4.5.1.10 Anacleta;
4.4.5.1.11 Maria;
4.4.5.1.12 Ana;
4.4.5.1.13 Presciliana;
4.4.5.1.14 Pedro Teixeira da Cunha;

4.4.6 Feliciana Maria de Jesus, 39 anos; já era falecida em 1890; casada com João de Sousa Dias;
4.4.7 Francisco de Paula e Cunha, 37 anos; casou duas vezes: 1ªvez com sua sobrinha Maria Joaquina da Conceição, filha de Modesto Ferreira de Figueiredo e de Rita de Cássia de Jesus; 2ªvez casou em 25/01/1886 na capela da Senhora da Conceição, filial da matriz de São Domingos do Araxá, com Luísa Carolina do Carmo, filha do capitão José Vicente Carneiro e de Teodora Carolina do Carmo;
4.4.8 Rita de Cássia de Jesus, 54 anos; casada com Modesto Ferreira de Figueiredo, filho de Simão Ferreira de Figueiredo ( eles comparecem ao censo de 1832: Simão de 44 anos, viúvo, lavrador; Modesto, com 8 anos de idade; filhos descobertos:
4.4.8.1 Inês Jacinta da Conceição, casada com seu tio Pedro Afonso da Cunha;
4.4.8.2 Maria Joaquina da Conceição, casada com seu tio Francisco de Paula e Cunha;
4.4.8.3 Ana Jacinta da Conceição;
4.4.8.4 Maria Luíza da Conceição, casada em 1863 com José Joaquim Naves;
4.4.8.5 Mariana Feliciana de São José, casada em 02/06/1862 com Ananias Nunes de Avelar;
4.4.8.6Ana Maria de Jesus, casada em 1863 com José Afonso da Silva, filho de José Afonso da Silva e de Ana Maria de Jesus;
4.4.8.7 Maria Rita da Conceição, casada em 12/02/1866 com José Joaquim Carneiro, filho do capitão José Vicente Carneiro e de Teresa Tomásia de Jesus, já falecida na ocasião do enlace;
4.4.8.8 Maria Perciliana da Glória, casada em 26/12/1870 com Balduíno José Carneiro, filho do capitão José Vicente Carneiro e de Teresa Carolina do Carmo;
4.4.8.9 José, batizado em 20/07/1861;

4-5 Cândido Afonso de Almeida, assassinado em 05/11/1848 em Araxá;

4-6 Miguel Afonso de Almeida;

4-7 Jerônimo Afonso de Almeida;

4-8 Teresa Tomásia de Jesus;

4-9 Antônia Afonso de Almeida;

4-10 Antônio Afonso de Almeida;

4-11 Francisco Afonso de Almeida;

4-12 Rita Cândida Afonso de Almeida;

4-13 Ana Joaquina de Almeida;

4-14 Evaristo Afonso de Almeida;

5 João Antônio da Silva, batizado em 18/04/1779; casado em 18/04/1799 com Violante Angélica da Silva, batizada aos 14/02/1773, filha de Manoel Afonso de Almeida e de Francisca Clara da Silva e irmã inteira de Manoel Afonso de Almeida, item 4;  (inventario: Cx.18/1823 – Araxá); filhos:

5.1 Francisco, nascido em 1800; indagação: seria Francisco Antônio da Silva, fazenda do Chapéu ?;

5.2 Maria; Maria Joaquina da Silva Neves, inventariada em 1844;

foi a segunda esposa do capitão José Joaquim Carneiro; filhos:

5.2.1 Teresa Tomásia de Jesus;
5.2.2 Teodora Carolina do Carmo;
Nota: as duas irmãs acima foram respectivamente a primeira e segunda esposa de seu sobrinho Capitão José Vicente Carneiro, filho de outro José Vicente Carneiro, este filho de José Joaquim Carneiro e de sua primeira mulher Maria Teresa da Fonseca.

5.3 José, de 21 anos; José Afonso da Silva; tenente da Guarda Nacional, fazendeiro em Patrocínio, MG; já era falecido em 1856; foi casado três vezes: 1ªvez com Joaquina Maria de Jesus; 2ª vez em 1827 com Domingas Maria de Jesus, nascida em 1806 e falecida em 12/1831 no pós-parto, filha de Raimundo da Cunha Leitão e de Gertrudes Maria Diniz (Inventário Gertrudes: cx.37/1840); 3ªvez com Ana Maria de Jesus, nascida em 1816 e falecida em 1906, filha do capitão José Vicente Carneiro e de Maria Antônia de Jesus.

Nota: família caracterizada por casamentos endogâmicos com alta consanguinidade e inúmeros homônimos.

Filhos do primeiro casamento (inventário de Maria Joaquina de Jesus, 1828):

5.3.1 Francisco, 10 anos;

5.3.2 José, 7 anos;

5.3.3 Ana, 5 anos;

5.3.4 João, 3 anos;

5.3.5 Maria, 2 anos;

Dois enteados: Lucinda e Inácio;

Filhos do segundo casamento (Inventário de Domingas):

5.3.6 Alferes Joaquim Afonso da Silva, nascido em 1828; casado com Severiana Maria de Jesus, nascida em 1832; filhos:

5.3.6.1 Antônio Afonso da Cunha, nascido em 1853; foi casado com sua parenta Ana Balbina de Jesus;

5.3.6.2 José Afonso da Cunha, nascido em 1855; foi casado com sua prima Ana Amazília de Jesus;

5.3.6.3 Maria Joaquina de Jesus, nascida em 1857; foi casada com seu tio Afonso José da Silva, nascido em 1849;

5.3.6.4 Ana Maria de Jesus, segunda esposa de Afonso José da Silva, seu tio;

5.3.6.5 Domingas Maria de Jesus, casada com seu tio Inácio José da Silva;

5.3.6.6 Luíza Maria de Jesus, nascida em 1865; foi casada com seu primo José Afonso de Almeida;

5.3.6.7 João Afonso da Cunha, nascido em 1866; foi casado com sua prima Ana Jacinta de Almeida;

5.3.6.8 Firmina Maria de Jesus, nascida em 1868; foi casada com Remo Mendes do Nascimento;

5.3.6.9 Balbina Maria de Jesus, nascida em 1869; foi casada com Rômulo Mendes do Nascimento;

5.3.6.10 Maria, nascida em 3011/1877;

5.3.7 Major Pedro Afonso da Silva, nascido em 1829; casado com Cândida Maria de Jesus, nascida na fazenda de São Manoel, arraial do Desemboque aos 11/03/1839, filha do capitão José de Almeida Ramos e de Rita Maria de Jesus; o casal teve 13 filhos:

5.3.7.1 Maria Cândida da Silva, nascida em 1862; casada com Tomé José da Silva;

5.3.7.2 Rita, nascida em 1863; falecida na infância;

5.3.7.3 Ana Maria de Jesus casada com José Advíncula da Cunha;

5.3.7.4 Manoel, falecido na infância;

5.3.7.5 José Afonso da Silva, nascido em 1866; casado com Maria Cassimira de Almeida;

5.3.7.6 Joaquim Afonso da Silva, nascido em 1868; casado com Edwirges D. da Cunha;

5.3.7.7 Manoel Afonso de Almeida (1870-1921), coronel Neca Afonso; casado com sua prima Maria Antônia do Nascimento (1867-1920), filha de Joaquim Antônio da Cunha e de Maria Antônia do Nascimento (vide 5.6). O coronel Neca Afonso teve 13 filhos, dentre os quais:

5.3.7.7.3 Cincinato Afonso de Almeida, casado com Iracema Borges de Almeida, filha João Gonçalves Borges e de Cândida Fidélis Borges, de Sacramento, MG, pais dentre outros, de:

5.3.7.7.3.1 Oraída Afonso Borges, nascida em 01/11/1918. Oraída Borges foi a grande genealogista de Araxá;

5.3.7.7.8 Clóvis Afonso de Almeida, nascido em 28/11/1904 em Jataí, Goiás e falecido em 30/10/1976 em Araçatuba, SP; foi casado com Maria Luíza de Paiva Almeida, nascida em 22/10/1918, filha de Dimas de Paiva e de Braúlia Alves de Paiva; pais, dentre outros, de:

5.3.7.7.8.4 Adriano de Paiva Afonso, engenheiro e empresário em Araçatuba, SP e genealogista diletante, natural de Buriti Alegre, Goiás; casado com Maria Alice de Ponte, com descendência;

5.3.7.8 Miguel Afonso de Almeida, nascida em 1872; casado com Emília Alves do Nascimento;

5.3.7.9 Rita Cândida de Almeida, nascida em 1874;

5.3.7.10 Décio Afonso de Almeida, nascido em 1876; casado com Maria Severiana de Almeida;

5.3.7.11 Rosa Cândida de Almeida, nascida em 1878; casada com José Fernandes de Almeida;

5.3.7.12 Alfredo Afonso de Almeida, nascido em 1879; casado com Diolina Afonso de Almeida;

5.3.7.13 Cândida Afonso de Almeida, nascida em 1884; casou duas vezes: 1ªvez com Antônio Fernandes de Almeida; 2ªvez com José Pereira de Almeida; Nota: Pedro Afonso casou segunda vez com Josefa de São João Batista, sem descendência.

5.3.8 Antônio Afonso da Silva, nascido em 1831; foi casado duas vezes: 1ªvez com Maria Inácia de São José; filho:

5.3.8.1 Tomé Afonso da Silva, nascido em 1856;

2ªvez casou em 03/08/1861com Rita Maria de Jesus, filha de José de Almeida Ramos e de Rita Maria de Jesus; filhos:

5.3.8.2 José Afonso de Almeida, coronel Zeca Afonso, nascido em 14/01/1863 em Sacramento, MG e falecido em 1941; fazendeiro, chefe político e benemérito da cidade de Sacramento; abaixo, imagem do batismo dele:

5.3.8.3 Balduíno Afonso da Silva, nascido em 1864; foi casado com Carolina Ubaldina de Paiva, moradores em Patrocínio, MG;

5.3.8.4 João Afonso de Almeida, nascido em 1865;

5.3.8.5 Afonso José de Almeida, nascido em 1867;

5.3.8.6 Ana Jacinta de Almeida, nascida em 1870;

5.3.8.7 Maria Cândida de Almeida;

5.3.8.8 Joaquim Afonso de Almeida, nascido em 1873;

5.3.8.9 Severiana Jacinta de Almeida;

5.3.8.10 Limírio Afonso de Almeida, nascido em 1876;

5.3.8.11 Franklin Afonso de Almeida, nascido em 1878;

5.3.8B Maria, gêmea de Antônio, sem mais notícias;

Filhos do terceiro casamento:

5.3.9 Amazília Maria de Jesus, nascida em 05/08/1837; casada com seu parente Vicente Tomé da Silva Botelho; filhos:

5.3.9.1 Ana Amazília de Jesus, nascida em 1854; casada com seu primo José Afonso da Cunha;

5.3.9.2 Maria Amazília de Jesus, nascida em 1857; casada com Antônio Marques Pires;

5.3.9.3 Luíza Amazília de Jesus, nascida em 1859; casada com Manoel Pereira de Mendonça;

5.3.9.4 José Vicente da Silva, nascido em 1861; casado com Alvina Balbina Borges;

5.3.9.5 Balbina Amazília de Jesus, nascida em 1863; casada com Adriano Ferreira da Cunha;

5.3.9.6 Firmina Amazília de Jesus, nascida em 1865; casada com seu primo José Modesto da Silva;

5.3.9.7 João Tomé da Silva, nascido em 1867; foi casado;

5.3.10 João Afonso da Silva, nascido em 1839; casado com Ana Jacinta da Conceição ou de Castro, filha de Antônio José da Silva Damaso e de Miquelina Jacinta de Castro.

Filhos:

5.3.10.1 Luíza, nascida em 1863;

5.3.10.2 Joaquim, nascido em 1866;

5.3.10.3 Teodora Jacinta de Castro, nascida em 1868;

5.3.10.4 Maria Jacinta de Castro, nascida em 1870;

5.3.10.5 Mariana Jacinta de Castro, gêmea da precedente, nascida pois, em 1870;

5.3.10.6 Balduíno Afonso de Castro, nascido em 1871;

5.3.10.7 José Afonso de Castro, nascido em 1874;

5.3.10.8 Miquelina Jacinta de Castro, nascida em 1881;

5.3.10.9 Cândida Jacinta de Castro, nascida em 1886;

5.3.11 José Afonso da Silva, nascido em 1840; casado em 20/02/1863 em Sacramento com Ana Jacinta da Conceição, filha de Modesto Ferreira de Figueiredo e de Rita de Cássia de Jesus; filhos:

5.3.11.1 Ana Luíza de Jesus, casada com seu primo José Modesto Ferreira;

5.3.11.2 José Modesto da Silva, casado com sua prima Firmina Amazília de Jesus (5.3.1.6);

5.3.11.3 Maria Luíza de Jesus, casada com João Carlos da Silva;

5.3.11.4 Balbina Ferreira de Jesus, casada com Antônio Luciano Vieira;

5.3.11.5 Joaquim Modesto da Silva;

5.3.11.6 Severiano Afonso da Silva;

5.3.11.7 Luíza Lucinda de Jesus, casada com Antônio Marques da Silva;

5.3.12 Afonso José da Silva, nascido em 1846; foi um esparramado genearca com 23 filhos em três casamentos: 1ªvez com sua sobrinha Maria Joaquina de Jesus; 2ªvez com sua sobrinha Ana Maria de Jesus, irmã da precedente; 3ªvez com Rosa Maria Machado;

Filhos do 1º leito:

5.3.12.1 Osório Afonso da Silva, nascido em 11/03/1875; casado com Elvira Belarmina da Silveira, moradores em Patrocínio;

5.3.12.2 Severiana Maria da Silva, nascida em 03/10/1876; casada com seu primo Joaquim Afonso da Silva;

Filhos do 2º leito:

5.3.12.3 Virgílio Afonso da Silva, casado com Maria Umbelina de Jesus ou Maria Justina;

5.3.12.4 João Afonso da Silva Sobrinho, nascido em 1881; casado com Ana Jacinta de Jesus;

5.3.12.5 Augusto Afonso da Silva, nascido em 1883; casado com sua parenta Odília Maria da Silva;

5.3.12.6 Josino Afonso da Silva, nascido em 1885; casado com Maria Guilhermina de Jesus;

5.3.12.7 Amélia Maria da Silva, nascida em 1886; casada com Ezequiel Barbosa da Silva;

5.3.12.8 Ambrosina Maria da Silva, nascida em 19/11/1888; casada com Antônio Batista de Mendonça;

5.3.12.9 Balduíno Afonso da Silva Primo, nascido em 22/12/1889; casado com Balbina Maria de Jesus;

5.3.12.10 Horácio Afonso da Silva, nascido em 1890; casado com sua prima Ana Firmina da Silva;

5.3.12.11 Zulmira Maria da Silva, nascida em 1891; casada com Antônio Pedro de Araújo;

5.3.12.12 Afonsina, nascida em 1893;

5.3.12.13 Orcalino Afonso da Silva, nascido em 24/02/1894; casado com Sidilina Carolina do Carmo;

5.3.12.14 Etelvina Maria de Jesus, nascida em 1898; casada com seu primo Afonso José da Silva;

5.3.12.15 Elvira Maria da Silva;

Filhos do 3º leito:

5.3.12.16 Afonsina Maria da Silva, nascida em 20/10/1902; casada com Joaquim Rodrigues Caixeta;

5.3.12.17 Leonina Maria da Silva, nascida em 08/10/1906; casada com seu parente Carlos da Silva;

5.3.12.18 Dorcelina Etelvina da Silva, nascida em 05/08/1908; casada com seu parente Josino José da Silva;

5.3.12.19 Juversina;

5.3.12.20 Manoel Afonso;

5.3.12.(21,22,23)Mais outros três filhos não nomeados;

5.3.13 Manoel Afonso da Silva, nascido em 1849; casado com Ana Jacinta de São José; filhos:

5.3.13.1 Joaquim Afonso da Silva;

5.3.13.2 José Afonso da Silva;

5.3.13.3 Ana jacinta de Jesus;

5.3.13.4 Maria;

5.3.13.5 Severiana Maria de Jesus;

5.3.13.6 Brasilina Afonso da Silva;

5.3.13.7 Balduíno Afonso da Silva;

5.3.14 Camilo Afonso da Silva (não está relacionado no inventário do pai) casado com Cândida Jacinta de Castro;

5.3.15 Inácio Afonso da Silva, nascido em 28/03/1851; casado com sua sobrinha Domingas Maria de Jesus, filha do alferes Joaquim Afonso da Silva e de Severiana Maria de Jesus ; filhos:

5.3.15.1 Maria Inácia da Silva, nascida em 1879;

5.3.15.2 Abílio Afonso da Silva, nascido em 1870;

5.3.15.3 Prosolina Inácia da Silva, nascida em 1882;

5.3.15.4 Idalina Inácia da Silva, nascida em 1884;

5.3.15.5 Olinto Afonso da Silva, nascido em 1886;

5.3.15.6 Irineu Afonso da Silva, nascido em 1887;

5.3.15.7 Elizeu Afonso da Silva, nascido em 1889;

5.3.15.8 Aristeu Afonso da Silva, nascido em 1891;

5.3.15.9 Elizeta Inácia da Silva, nascida em 1893;

5.3.15.10 Inácia Maria da Silva, nascida em 1895;

5.3.16 Balduíno Afonso da Silva; em 1856 assina a rogo da mãe na repartição de terras de Patrocínio; em 1863 é o inventariante do tio Camilo José da Silva;

5.3.17 NA DÚVIDA, Firmina Maria de Jesus, sem mais notícias;

5.4 Ana, 16 anos; sem mais notícias;

5.5 Camilo, de 14 anos; Camilo José da Silva; inventariado em 1863;

5.6 Teresa, de 13 anos; Teresa Maria de Jesus da Silva; foi casada com Justino José da Silva;

Nota: segundo tradição oral José Justino tinha ascendência indígena.

Filhos:

5.6.1 José Joaquim da Cunha ou da Silva, nascido em 1834. Casou em Sacramento em 06/06/1866 com Antônia Alves do Nascimento, filha de Manoel José do Nascimento e de Teresa Tomásia de Jesus.

Nota: no estado de solteira Teresa Maria teve este filho com Domingos Raimundo da Cunha, que foi legitimado pelo padrasto após o casamento.

O casal teve 13 filhos, dentre os quais, a filha:

5.6.1.1 Maria Antônia do Nascimento, casada com seu primo Manoel Afonso de Almeida (vide 5.3.5.7);

5.6.2 Antônio Justino;

5.6.3 Maria de Tal Santana, casada com Antônio Santana;

5.6.4 José Justino da Silva, casado com Maria Rita do Espírito Santo; viveu em Catalão, Goiás;

5.6.5 Francisca Romana, casada com João Manoel da Trindade;

5.6.6 Ana;

5.6.7 Maria Firmina casada com Pedro Moreira;

5.7 Antônio, de 12 anos; sem mais notícias;

5.8 Flávio, de 10 anos; Flávio José da Silva; foi inventariado em 1887; foi casado com Maria Jacinta da Conceição; filhos descobertos:

5.8.1 Flávio José da Silva Jr., nascido em 1858; casado em 05/07/1875 na capela da Conceição, filial da Matriz de Araxá, com Francisca Maria do Carmo, filha de José Vicente Carneiro e de Teodora Carolina do Carmo;

5.8.2 Firmina Olina da Conceição, casada na capela da Conceição do Araxá em 31/07/1875, com João Martins da Silva.

Fontes de apoio:

1 Inventário de Violante Angélica da Silva, 1823 – Fundação Calmon Barreto, Araxá, MG;

2 Manuscrito “Família Afonso da Silva” de Oraída Afonso Borges;

3 Inventário do tenente José Afonso da Silva, disponibilizado pelo genealogista Adeílson Batista – Patrocínio online;

4 Inventário de Domingas Maria de Jesus, 12/1831 – Fundação Calmon Barreto, Araxá, MG.

6 capitão Jerônimo José da Silva, batizado em 22/11/1781; foi inventariado em 1840; casado em 05/10/1811 em Oliveira com Luíza Constância de Jesus, batizada em 03/07/1784 e falecida em 1827 em Araxá, filha do capitão José Pereira Cardoso e de Josefa Teresa de Jesus; senhor da fazenda Engenho Novo e terras na sesmaria da Mandioca; filhos descobertos:
6.1 José Gregório Pereira da Silva, com 21 anos em 1840;
6.2 Gregório José Pereira da Silva, com 18 anos em 1840;

6.3 Antônio, falecido aos 4 anos;

Fontes de apoio:

1 Inventário de Luíza Constância de Jesus, Cx.22/1827 – FCCB – Araxá, MG;

2 Inventário de Jerônimo José da Silva, Cx.37/1840 – FCCB – Araxá, MG;

7 Damaso José da Silva, batizado em02/09/1783; casado em 10/02/1807 em Santo Antônio do Amparo com Ana Silvéria de Jesus, filha de Mateus Vieira Machado e de Ana Rosa de Jesus; foram moradores em Patrocínio, então termo de Araxá;

Filhos: (nota: idades aproximadas)

7.1 tenente coronel Mateus José da Silva, nascido em 1809 em São João Del-Rei; foi casado com Joaquina Apolinária dos Santos, filha de Manoel Esteves dos Santos e de Ana Apolinária Gonçalves;

7.2 capitão Manoel José Damaso da Silva, nascido em 1810 em São João Del-Rei; foi casado em primeiras núpcias com N Machado, pais de:
7.2.1 Francisco Machado da Silva, nascido por volta de 1853; viúvo, casou em segundas núpcias com Maria Silvéria Leite, também viúva, sem descendência desse matrimônio;

7.3 Tereza, nascida em 1813 em São João Del-Rei;

7.4 Ana, nascida em 1815 em São João Del-Rei;
7.5 Francisco de Paula da Silva Damaso, nascido em 1818 em Patrocínio, MG; foi casado com sua prima Cândida Jacinta de Castro, filha do capitão José da Silva Botelho e de Teodora Jacinta de Castro; moradores em Estrela do Sul;
7.6 Antônio José da Silva Damaso, nascido em 1819 em Patrocínio, MG; casado com sua prima Miquelina Jacinta de Castro, nascida em 1829, filha legítima do capitão José da Silva Botelho e de Teodora Jacinta de Castro; pais de pelo menos:
7.6.1 José da Silva Botelho, nascido em 1847 e  falecido em 1911, solteiro; fazendeiro em Serra do Salitre, deixou seus quase quatro mil hectares para Luíza, Joaquina e Rita Teodora de Oliveira, filhas de uma sua escrava, prováveis filhas naturais (?);
7.6.2 Fortunato da Silva Botelho, nascido em 1852; morador em Serra do Salitre, MG; teve um filho descoberto:
7.6.2.1 Virgilino da Silva Botelho;
7.6.3 Antônio da Silva Botelho, nascido em 1853; morador em Serra do Salitre, MG;
7.6.4 Ana Jacinta de Castro, casada com João Afonso da Silva;
7.6.5 Joaquim Damaso Botelho, falecido em 27/12/1906;
7.7 José da Silva Damaso, nascido em 1822 em Patrocínio, MG;
7.8 Joaquim Gregório da Silva Damaso, nascido em 1823; ainda vivia em 1894; casado com sua prima Joaquina Cândida da Silva, filha de Joaquim Afonso de Almeida e de Balbina Tereza da Rocha; pais da filha descoberta:
7.8.1 Ana Silvéria de Jesus, nascida em Patrocínio em 05/10/1861 e falecida em 11/01/1907 de parto laborioso; casada em 23/05/1887 (?) com o coronel Marciano H. Pires Ferreira, com quem teve 10 filhos:
7.8.1.1 Cecília Hercília Pires, nascida ca.1884 (antes do casamento dos pais?); foi casada com Antônio Pinto de Almeida;
7.8.1.2 Orcelina Pires Salazar, nascida ca.1886(antes do casamento dos pais?); foi casada com o comerciante Antônio Monteiro Salazar;
7.8.1.3 Guiomar Georgeta Pires, nascida ca.1888;
7.8.1.4 Georgeta Guiomar Pires, nascida ca.1890;
7.8.1.5 Marciano Astrogildo Pires, nascido ca.1892, tendo falecido em 1918 quando cursava o último ano de medicina em Sã Paulo (notícia de jornal);
7.8.1.6 Astrogilda Natália Pires, nascida ca.1895; casada com Aristides Parreira Barbosa;
7.8.1.7 Aristóteles Marciano Pires ou Marciano Aristóteles Pires, médico, nascido ca.1897;
7.8.1.8 Natália Astrogilda Pires, nascida ca.1899; casou duas vezes: 1ªvez com Aristides Parreira Barbosa; 2ªvez com Eloy Martins Borges; filho primeiro leito:
7.8.1.8.1 Roberto Pires Barbosa, já falecido.
Filhos do segundo leito:
7.8.1.8.2 Maria do Carmo Pires Borges;
7.8.1.8.3 Maria Martha Pires Borges, casada com Francisco de Araújo Netto; pais de:
7.8.1.8.3.1 Guilherme Borges Netto;
7.8.1.8.3.2 Romero Borges Netto;
7.8.1.8.4 Maria Elza Pires Borges;
7.8.1.8.5 Maria Stela Pires Borges;
7.8.1.8.6 Maria Célia Pires Borges;
7.8.1.8.7 Haroldo Gaspar Pires Borges;
7.8.1.8.8 Maria Evânia Pires Borges;
7.8.1.9 Hercília Cecília Pires Ferreira, nascida ca. 1902;
7.8.1.10 Maria da Conceição Pires, nascida ca.1903;
7.9 Joaquim José da Silva Damaso, nascido em 1829 em Patrocínio, MG;
7.10 Maria Luísa da Silva, nascida ca. 1811; casada com Luiz Manoel da Silva Leite, moradores em Serra do Salitre; pais de:
7.10.1 Antônio Luiz da Silva Leite, nascido ca. 1829 (declara 65 anos em 1894);
7.10.2 Joaquim Luiz da Silva Leite, nascido ca.1842 (declara 42 anos em 1894);
7.10.3 André Luiz da Silva Leite, nascido ca. 1851 (declara 43 anos em 1894);
7.10.4 Francisco Luiz da Silva Leite;
7.10.5 Manoel Luiz da Silva Leite, nascido ca. 1844 (declara 50 anos em 1894);
7.10.6 José Luiz da Silva Leite;
7.10.7 Damaso Luiz da Silva Leite;
7.10.8 Luiz Manoel da Silva Leite;
7.10.9 Maria Luísa da Silva Leite;
7.10.10 Ana Luísa da Silva Leite;
7.10.11Luísa da Silva Leite;
7.10.12 Cândida Luísa da Silva Leite;
(Obs.: todos casados e com sucessão)

8 Joaquim José da Silva, batizado em 29/09/1785, sem mais notícias;

9 Coronel Carlos José da Silva, batizado em 27/08/1787. Aos 08/08/1808 casou com Francisca Cândida de Jesus, irmã germano de Ana Silvéria de Jesus, mulher de Damaso José da Silva; moradores no termo de Patrocínio, então distrito de Araxá.
Filhos descobertos: (idades aproximadas a partir de 9.2)
9.1 Antônio, batizado em 11/07/1809 em São João Del-Rei;
9.2 Maria, nascida em 1811 em São João Del-Rei; Maria de Nazareth, casada com João Machado Diniz; filhos:

9.2.1 Joaquim Machado Diniz;

9.2.2 João Batista Machado;

9.2.3 Rita Marciana (cas. da Silveira) casou duas vezes com dois irmãos: 1ªvez com Francisco Machado Rodrigues da Silveira/2ªvez com capitão Aureliano Machado Mendes da Silveira, filhos do capitão João Machado Rodrigues da Silveira e de Ana Belarmina Amélia da Silveira.

Filhos do primeiro leito:

9.2.3.1 Berlamino Machado da Silveira, nascido em 1860 e falecido em 1939; foi casado com Maria Francisca de Olveira, filha de Francisca de Assis; filhos:

9.2.3.1.1 Francisco Machado da Silveira, viveu em estado de casado

em Guarda-Mor, MG;

9.2.3.1.2 Dorvalina Belarmina dos Santos, viveu em Guarda-Mor;

9.2.3.1.3 Gratolino Machado da Silveira, viveu no estado de casado

em Guarda-Mor;

9.2.3.1.4 Maria Alzira da Silveira, casada com José Firmino da

Costa, moradores em Patrocínio;

9.2.3.1.5 Prozolina Belarmina da Silveira, casada com Antônio de

Sousa David; moradores em Patrocínio;

9.2.3.1.6 Ernestina Belarmina da Silveira, foi casada. Viveu em

Patrocínio;

9.2.3.1.7 Pedro Machado da Silveira. Viveu em Patrocínio;

9.2.3.1.8 João Machado da Silveira, viveu em Patrocínio;

9.2.3.1.9 Lúcia Belarmina da Silveira. Foi casada com Eugênio de

Paula Silveira; foram moradores em Pires do Rio, Goiás, onde

deixaram descendência;

9.2.3.2 Maria Marciana da Silveira, nascida em 1862; foi casada com

José Alves de Sousa Ribeiro;

Filhos do segundo leito:

9.2.3.3 Coronel Bernardino Machado, nascido com Ubaldina Luísa

de Castro;

9.2.3.4 Balbina Belarmina de Castro, nascida em 1869; casada com

Juvêncio Rodrigues dos Santos;

9.2.3.5 Henriqueta Belarmina de Castro, casada com José Ildefonso

Rabelo, filho de Gustavo Rabelo de Sousa e de Francisca Alves de

Sousa; moradores em Coromandel, MG;

9.2.3.6 Lucila Belarmina de Castro, casada com o Juiz de Direito

João Nepomuceno de Faria Pereira;

9.2.3.7 Luíza Belarmina de Castro, casada com Joaquim rabelo de

Sousa, filho de Gustavo Rabelo de Sousa e de Francisca Alves de

Sousa; moradores em Coromandel;

9.2.3.8 Elvira Belarmina da Silva casada com seu parente Osório

Afonso da Silva, filho de José Afonso da Silva e de Maria Joaquin de

Jesus;

9.2.3.9 Aureliana Belarmina casada com Manoel de Ávila Lemos,

filho de Manoel Francisco de Ávila e de Mariana Francisca de

Oliveira. Moradores em Araxá;

9.2.3.10 João Machado da Silveira casado com Julieta Machado

Diniz, filha de João Machado Diniz e de Mariana francisca de

Oliveira;

9.2.4 Francisca Honorata da Silva casada com Joaquim Fernandes da

Rocha;

9.3 Lucinda, nascida em 1813 em São João Del-Rei;

9.4 José Gregório da Silva, nascido em 1819 em Patrocínio, MG; foi

casado com Maria Luíza da Paixão e Silva, filha de Francisco Luiz

da Silva Alcobaça e de Maria Silvéria Leite. Pais de:

9.4.1 Ernesto José da Silva, nascido por volta de 1840;

9.4.2 Filomena Sebastiana da Silva, casada com Joaquim da Silva

Leite;

9.4.3 Umbelina Olímpia da Silva, foi a primeira mulher de José Luiz

da Silva Leite, pais de:

9.4.3.1 Maria Umbelina da Silva;

9.4.3.2 Manoel Luiz da Silva;

9.4.3.3 Rita Umbelina da Silva;

9.5 Lúcio José da Silva, nascido em 1821 em Patrocínio, MG;

9.6 Pedro José da Silva, nascido em 1823 em Patrocínio, MG;

9.7 Ana, nascida em 1825, Patrocínio MG;

9.8 Tereza, nascida em 1826, Patrocínio, MG; Tereza Tomásia de

Jesus, casada com o major Antônio Alves de Sousa Soares;

Filhos:

9.8.1 Francisca Alves de Sousa, nascida em 1841; casou com

Gustavo Rabelo de Sousa, natural de Santana do Garambéu, filho de

Domingos José rabelo e de Ana Joaquina de Sousa;

9.8.2 Coronel Antônio Alves de Sousa Soares, nascido em

15/04/1843; casado com sua parenta Teodora Jacinta de Castro, sem

descendência;

9.8.3 Luíza de Sousa Soares, nascida e, 09/08/1847;

9.8.4 Sancha Úrsula de Sousa, casada em 26/10/1867 com João

Machado Mendes da Silveira, filho do capitão João Machado

Rodrigues e de sua primeira mulher Messias de Tal; com

descendência de onze filhos;

9.8.5 Carlos Alves Soares de Sousa, nascido em 17/11/1856;

9.8.6 Rita Alves de Sousa, nascida em 20/10/1862;

9.8.7 Meliza Alves de Sousa, casada com Jacinto Nunes de Paula;

9.8.8 João Alves de Sousa, nascido em 20/02/1862;

9.9 Rita, nascida em 1827, Patrocínio, MG; Rita Apolinária da Silva,

casada em 24/04/1843 com Hilarino da Silva Leão, natural da vila

de São José (Tiradentes, MG), filho de Joaquim da Silva Leão e de

Mariana Francisca de Oliveira;

9.10 Placidina, nascida em 1828, Patrocínio, MG; Placidina Batista

da Silva casada com Pedro Machado Rosa da Silveira, nascido em

1822 na Vila de São José, hoje Tiradentes, MG;

9.11 Luíza, nascida em 1830, Patrocínio, MG; Luíza Constância da

Silva, casada com o capitão João Machado Rodrigues da Silveira;

9.12 Beralda Cândida da Silva, casada em 1851 com José Luiz da

Silva Alcobaça;

10 Antônio José da Silva, batizado em 12/11/1789. Morador em Araxá. Descendência ignorada.

11 na dúvida (seria filho natural de Teresa Tomásia?), Manoel José da Silva, falecido em 1836. Casou com Maria Joaquina das Neves, batizada em 05/08/1780, filha de Antônio Alves Ferreira e Maria Clara de Jesus. Moradores em Araxá, onde possuíam terras na sesmaria do Barreiro. Filhos descobertos:

12.1 José, batizado em 20/04/1794 em Oliveira, MG; já falecido no inventário do pai (1836), deixou descendência;

12.2 Maria, batizada em 04/02/1798 em Oliveira, MG; Maria Tomásia de Jesus, casada com o Alferes Joaquim Martins Borges; já falecida no inventário do pai (1836). O casal teve 8 filhos:

12.2.1 Maria;

12.2.2 Teresa; Teresa Tomásia de Jesus, casada com seu primo Joaquim Martins Borges. Em 1840 viviam em Santana dos Patos, onde declaram os filhos:

12.2.2.1 Teresa com 6 anos;

12.2.2.2 Clementino, nascido por volta de 1835; seria o coronel Clementino Martins Borges (carece de comprovação documental), casado com Joana de Deus de São José, filha de Dona Beja com o padre Francisco José da Silva;

12.2.2.3 Maria com 4 anos;

12.2.3 Joaquim;

12.2.4 Manoel;

12.2.5 Ana;

12.2.6 Eugênia;

12.2.7 Edvirges;

12.2.8 Rita;

12.3 Tereza Tomásia de Jesus, primeira esposa de José Martins Borges, moradores em Santana dos Patos; pais de:

12.3.1 Maria;

12.3.2 Manoel;

12.3.3 Ana;

12.3.4 Joaquim;

12.3.5 Eugenia;

12.3.6 Antônio;

12.4 Clara das Neves, casada (segunda esposa) com José Martins Borges, moradores em Santana dos Patos;

12.5 Francisco José da Silva, com 27 anos em 1836;

12.6 Joaquim José da Silva, com 26 anos em 1836;

12.7 Manoel José da Silva, com 39 anos em 1836;

Fonte de apoio: Inventário de Manoel José da Silva, Cx.34/1836 – FCCB – Araxá.

OUTRO TRONCO – RIO PARANAÍBA

(atualização em 29/07/2019)Tereza Tomásia de Jesus teve mais dois irmãos germanos, nascidos em São Pedro do Rio Grande (RS) filhos, portanto, do capitão João Lobão Botelho e de Francisca Rosa de Bèttencourt ou Bittencourt:

1 José Antônio de Sousa, nascido em 1758; viveu na região de São João Del-Rei, casou duas vezes na família Martins Borralho, com descendência;

 
Batismo de José Antônio

2 Ana Joaquina de Jesus que com seu marido José Pacheco de Carvalho, da vila de Oliveira também rumaram para o oeste por ocasião da grande migração. Ela foi inventariada em 1819 em Araxá. Ei-los:
1.José Pacheco de Carvalho, batizado em Prados aos 05/07/1761 e falecido em 1726 no arraial de São Francisco das Chagas (Rio Paranaíba), filho de Bernardo Pacheco de Carvalho, natural da freguesia de Agualva, Ilha de Angra, Açores e de Ana Joaquina de São José, filha de João Lourenço e Rosa Maria, açorianos da Ilha do Faial e do Pico, respectivamente. Casado com Ana Joaquina de Jesus, nascida em 1761 em São Pedro do Rio Grande (atual Rio Grande, RS), bispado do Rio de Janeiro, filha de João Lobão Botelho e Francisca Rosa de Bèttencourt, naturais da Ilha Graciosa, Açores. Em 1808, José Pacheco de Carvalho era o capitão comandante da paragem do Pouso Alegre, na picada de Goiás, termo de São Bento de Tamanduá. Em 1820, eram moradores em São Francisco das Chagas do Campo Grande (Rio Paranaíba, MG), então termo de Araxá. Senhores e possuidores de terras na sesmaria das Onze Mil Virgens e da fazenda João de Campos.

 
Batismo de Ana Joaquina

José Pacheco e Ana Joaquina tiveram os filhos descobertos:
1.1 Hipólita, batizada em Oliveira, MG em 03/08/1783; sem mais notícias;
1.2 José, batizado em 02/11/1784; José Bernardes Pacheco. Em 1808 era solteiro e morador no arraial do Pouso Alegre, termo de São Bento do Tamanduá, situado na picada de Goiás; acompanhou seus pais rumo ao sertão de Minas – foi morador em São Francisco das Chagas (Rio Paranaíba), senhor e possuidor da fazenda Campo Redondo e de partes na sesmaria das Onze Mil Virgens; foi casado com Emerenciana Rosa do Nascimento. Já era falecido em 1854. O casal comparece ao censo de 1831/32 de São Francisco das Chagas, onde ele declara ter 52 anos(?) e ela 48 anos de idade, ambos brancos; informam os filhos:
1.2.1 Antônio, com 20 anos; Antônio Bernardes Pacheco, já falecido em 1854; deixou os filhos: Eduardo, Tereza, Tomásia e Manoela;
1.2.2 Rita Maria de Jesus, com 15 anos;
1.2.3 Cândida, com 13 anos;
1.2.4 Manoel, com 12 anos; Manoel Bernardes Pacheco;
1.2.5 Luzia, com 9 anos;
1.2.6 Francisca, com 7 anos;

1.2.7 Balbina, com 6 anos;
1.2.8 Joaquim, com 3 anos;

Genros de José Bernardes Pacheco: Vicente Ribeiro da Costa, Pedro da Silva Guimarães, José Borges Homem, Joaquim Antônio da Silva;

1.3 Manoel Pacheco de Carvalho, sem mais noticias;
1.4 João Pacheco de Carvalho, batizado em 11/04/1787; foi inventariado em 1825;
1.5 Serafim, nascido em 12/01/1792 e batizado em 02/02/1792; sem mais notícias;
1.6 Bonifácio Pacheco de Carvalho, nascido em 15/081794 e batizado em 31/08/1794; em 1831/2 comparece ao censo do arraial de São Domingos do Araxá, onde declara ser lavrador, casado com Mariana de tal, de 22 anos; filhos:
1.6.1 Vitória, 6 anos;
1.6.2 Tereza, 2 anos;
1.7 Claudina Maria, batizada em 23/11/1795; foi casada com João Antônio da Silva; foram moradores em São Francisco das Chagas do Campo Grande, atual Rio Paranaíba, MG; filhos que descobri (censo de 1831/32):
1.7.1 Maria, com 15 anos;
1.7.2 Ana, com 12 anos;
1.7.3 Felisbina, com 8 anos;
1.7.4 Joaquim, com 6 anos;
1.7.5 José, com 5 anos;
1.7.6 Lizarda, com 4 anos;
1.7.7 Miquelina, com 3 anos;
1.7.8 Izabel, com 2 anos;

1.8 Januário, batizado em 06/06/1797, sem mais notícias;

1.9 Francisca Silvéria (não é citada no testamento da mãe), nascida por volta de 1800; casada com João de Resende de Carvalho; filhos informados ao censo de 1831/32 de São Francisco das Chagas:
1.9.1 Maria, com 10 anos;
1.9.2 Antônio, com 9 anos;
1.9.3 Bárbara, com 8 anos;
1.9.4 João, com 6 anos;
1.9.5 Valentina, com 5 anos;
1.9.6 Jesuína, com 4 anos;
1.9.7 Honório, com 3 anos;
1.9.8 Ana, com 1 ano de idade.

INVENTÁRIO – Caixa 14 – 29/09/1819

Anna Joaquina de Jesus – Inventariada

Capitão José Pacheco de Carvalho – Inventariante – viúvo.

Testamento (trecho): “Anna Joaquina de Jesus, falecida em 05 de agosto do presente ano, filha legítima do Capitão João Lobão Botelho e Dona Francisca Rosa de Bitancour, natural da ilha de Santa Catarina (sic)”.

Título de Herdeiros:

José Bernardes Pacheco, casado.

Manoel Pacheco, casado.

João Pacheco, 27 anos.

Bonifácio, solteiro, 20 anos.

Claudina, casada com João Antônio.

Descrição de Bens:

Escravos:

Filippe, Banguela, 50 anos ;Joaquim, crioulo, 25 anos; Ambrosio, Banguela, 18 anos; Francisco, cambunda, 50 anos; Romualdo, crioulo, 10 anos; Adão, crioulo, 6 anos; Eva, crioula, 20 anos; Esmeria, 10 anos; Joanna, crioula, 42 anos; Maria, Banguela, 40 anos; Joanna, Banguela, 20 anos; Bernardo, crioulo, 3 anos; Pedro, crioulo; Rita, crioula, 10 anos.

Bens de raiz:

Parte de terras de cultura e campos de criar sitas na Fazenda das Onze Mil Virgens com casas de vivenda cobertas de telhas e mais benfeitorias.

Nota: Hipólita, Serafim e Januário não são citados no testamento da mãe, certamente falecidos na infância.

“Esta é uma obra de genealogia, estando, portanto, em constante atualização com correções e acréscimos”.

Fontes:

1 Arquivo do autor:

1.1 inventários de Teodora Jacinta de Castro, 1832; Ana Jacinta de Moraes, 1791; padre Francisco José da Silva, 1845;

1.2 documentos diversos de fontes primárias e secundárias sobre a família;

2 Projeto Compartilhar – www.projetocompartilhar. org;

Nota relevante: não foi possível o contato para participar aos administradores do projeto o uso de informações contidas nos textos fontes. Esperamos a compreensão em nome da genealogia sem fins lucrativos.

Famílias:

2.1 Gregório José da Silva, tenente, por Bartyra Sette;

2.2 André Ribeiro da Silva, por Bartyra Sette;

2.3 Antônio Machado Neto, por Bartyra Sette;

2.4 Bernardo Pacheco de Carvalho, por Regina de Moraes Junqueira;

3 Cedeplar – Poplin 1830 – lista nominativa (censo) dos julgados Patrocínio e Araxá;
4 Livros Paroquiais da Ilha Graciosa, Açores – Centro de Conhecimentos dos Açores;
5 FamilySearch – livros paroquiais de São Pedro do Rio Grande, RS; livros paroquiais de Prados e de Conselheiro Lafaiete, MG; livros paroquiais de Sacramento, MG;
6 Patrocínio online – blog de Adeílson Batista – Inventários e Testamentos e genealogia da família Silva Leite;
7 Teixeira, Tito – Bandeirantes e pioneiros do Brasil Central, 1970;
8 Lista nominativa de 1808 do arraial do Pouso Alegre, termo de São Bento do Tamanduá;
9 Lista nominativa do censo de 1831/32 (25/01/1/32) de São Francisco das Chagas, então termo de Araxá;

10 Inventários e testamentos referidos no texto, sob a guarda da FCCB, Araxá, MG;

11 Inventário de Rita Marciana da Silveira – pesquisa de Adeíson Batista, publicada no jornal Patrocinio Online, de 27/06/2021.

BBBBERNARDO